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ALUP11 Alupar Investimento SA Unit Cons of 1 Sh + 2 Pfd Shs – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Energia Elétrica

Alupar Investimento SA Unit Cons of 1 Sh + 2 Pfd Shs

Preço Atual
R$ 33,51
+2.60%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 7 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 7/12 (58.3%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 17.22 Bi) maior que Lucro (R$ 4.16 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 14.39% (Acima de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio histórico: 4.19% a.a.

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: -6.46% | CAGR Lucro 5A: -3.35%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 1.15x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Energia Elétrica

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Blue Chip reconhecida na B3

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 2007 (19 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 7.97x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 4.73x (Acima de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 16.17x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 100% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Acima do Preço Teto

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 19,80
DPA Médio (5 anos) R$ 1,19
Margem de Segurança -40.91%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Desconto (Margem de Segurança)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 52,63
LPA R$ 4,21
VPA R$ 29,25
Margem / Potencial +57.06%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo ALUP11 (Alupar Investimento SA Unit Cons of 1 Sh + 2 Pfd Shs) está sendo negociado hoje a R$ 33,51, acumulando uma variação de +2.60% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 30,52 e a máxima de R$ 37,14. A companhia está inserida no setor de Energia Elétrica. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 7.97x e P/VP de 1.15x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 3.85%.

Abertura
R$ 32,99
Fec. Ant: R$ 33,43
Variação Dia
Min: R$ 32,46
Max: R$ 33,54
52 Semanas
Mín: R$ 30,52
Máx: R$ 37,14
Volume
793.700
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: ALUP11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

7.97
1.15
R$ 4,21
R$ 29,25
16.17
10.64
P/Receita (PSR)
6.61
P/FCO
19.16
P/FCL
210.13
EV/Receita Líq.
10.05
EV/FCO
29.12
EV/FCL
319.30
Earning Yield
6.19%
Enterprise Value
R$ 50,35 Bi
R$ 33,14 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
4.73
Dív. Líquida/PL
0.60
Dívida Líquida
R$ 17,22 Bi
Liq. Corrente
3.17
PL/Ativos
0.90
Passivos/Ativos
0.61
Liq. Seca
3.17
Liq. Imediata
2.11

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
68.45%

Indicadores de Rentabilidade

14.38%
6.05%
5.68%
Giro do Ativo
0.16

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
-6.46%
CAGR Lucro
-3.35%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 65.85%
Margem EBITDA 72.59%
Margem Operacional 68.45%
Margem Líquida 40.21%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 1,73 Bi
FCL R$ 157,70 Mi
Caixa Total R$ 5,37 Bi
Caixa/Ação R$ 5,43
Receita e Dívida
Receita Total R$ 5,01 Bi
Lucro Bruto R$ 3,30 Bi
EBITDA R$ 3,64 Bi
Dívida Total R$ 20,91 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 15.90%
Lucro (YoY) 33.62%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 4.397,88 Mi R$ 4.002,10 Mi R$ 3.311,38 Mi R$ 3.833,71 Mi
Lucro Bruto R$ 3.059,78 Mi R$ 2.907,13 Mi R$ 2.513,61 Mi R$ 3.141,05 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 3.114,52 Mi R$ 2.892,64 Mi R$ 2.357,70 Mi R$ 2.865,95 Mi
Lucro Líquido R$ 1.733,19 Mi R$ 1.859,91 Mi R$ 1.150,99 Mi R$ 1.663,87 Mi

Sobre a ALUP11

Setor
Energia Elétrica
Indústria / Segmento
Energia Elétrica
Market Cap
R$ 11,05 Bi
DIVIDENDO R$ 0,2100
Pagamento: 02/10/2026
DIVIDENDO R$ 0,2100
Pagamento: 06/07/2026
DIVIDENDO R$ 0,0300
Pagamento: 10/06/2026
DIVIDENDO R$ 0,3300
Pagamento: 12/02/2026
DIVIDENDO R$ 0,3000
Pagamento: 06/01/2026
DIVIDENDO R$ 0,2100
Pagamento: 06/10/2025
DIVIDENDO R$ 0,2100
Pagamento: 08/07/2025
DIVIDENDO R$ 0,2400
Pagamento: 11/06/2025
DIVIDENDO R$ 0,2400
Pagamento: 06/01/2025
DIVIDENDO R$ 0,1800
Pagamento: 03/10/2024

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Publicidade Na véspera do primeiro turno, com as pesquisas indicando disputa acirrada até o fim, especialistas reforçam a recomendação de manter parte do patrimônio no exterior. O argumento é o de proteção: em momentos de estresse político, o real tende a perder valor, e os ativos em dólar se valorizam quando convertidos para reais, compensando parte das perdas na bolsa e na renda fixa locais. Para o investidor que prefere não abrir conta fora do país, os BDRs negociados na B3 cumprem esse papel. É esse o espaço que as carteiras de ações internacionais das sete casas consultadas pelo InfoMoney buscam ocupar em outubro. Alphabet, Amazon, Exxon Mobil e Micron dividem a liderança, com quatro indicações cada, em lista que vai além da tecnologia, com J.P. Morgan e Eli Lilly entre os nove nomes mais citados. Na distribuição sugerida pelos especialistas, o investidor conservador pode manter entre 15% e 20% do patrimônio em dólar, o moderado, ao menos 30%, e o mais arrojado, entre 30% e 50%. Uma das carteiras consultadas descreve a própria função como proteção contra o risco país, e outra casa dobra o peso da bolsa americana na sua alocação de referência no cenário em que o resultado da eleição pressiona o câmbio Lá fora, o pano de fundo também pede cautela. O Federal Reserve elevou os juros em setembro para a faixa entre 3,75% e 4% ao ano, a primeira alta desde 2023, e a alta dos rendimentos dos títulos americanos levou uma das casas a buscar teses com balanços mais sólidos e geração de caixa mais previsível. Empresa Nº de recomendações Retorno no mês (%) Alphabet (GOGL34) 4 3,07 Amazon (AMZO34) 4 -3,59 Exxon Mobil (EXXO34) 4 1,35 Micron (MUTC34) 4 12,32 Eli Lilly (LILY34) 3 -0,42 Nvidia (NVDC34) 3 4,20 Microsoft (MSFT34) 3 0,57 JPMorgan (JPMC34) 3 -7,01 Apple (AAPL34) 3 5,36 Nasdaq Composite – 1,86 S&P 500 – -0,45 Fontes: Ágora Investimentos, BTG Pactual, Genial Investimentos, Itaú BBA, Santander, Terra Investimentos, XP Investimentos, com dados da Economatica Alphabet (GOGL34) A controladora do Google aparece nas carteiras pela posição nas buscas online, com cerca de 90% de participação de mercado, e pelos efeitos de rede que atraem anunciantes. As teses citam ainda o avanço do Google Cloud nas receitas, o ganho de espaço do YouTube em publicidade e assinaturas e a integração da inteligência artificial aos principais produtos. A Waymo, de veículos autônomos, e o desenvolvimento de chips próprios para IA são tratados como opcionalidades. Amazon (AMZO34) A tese se apoia no crescimento da AWS, líder em computação em nuvem, e nas oportunidades de expansão em inteligência artificial, que se somam ao varejo digital e ao streaming. Em uma das carteiras, o peso da ação subiu de 8% para 10% em outubro, pela visão favorável às grandes provedoras de nuvem e pelo valuation, e outra vê espaço para o BDR voltar a testar as máximas. Continua depois da publicidade Exxon Mobil (EXXO34) A petroleira cumpre nas carteiras a função de proteção contra inflação e risco geopolítico, com um contexto geopolítico mais volátil sustentando o prêmio de risco no preço do petróleo. As casas destacam o valuation de cerca de 13 vezes o lucro estimado para 2026, as margens de refino elevadas pela oferta global restrita e a consolidação do setor, que deve reduzir despesas e ampliar margens. Em uma das carteiras, foi a única posição fora da tecnologia a ganhar peso no mês. Micron (MUTC34) A fabricante de memórias tem a tese mais ligada ao ciclo de investimento em inteligência artificial. Com os preços de DRAM subindo mais de 400% em doze meses e a capacidade de memória de alta largura de banda (HBM) praticamente vendida, a companhia divulgou em 30 de setembro receita trimestral de US$ 54,2 bilhões, acima dos US$ 51,1 bilhões esperados, e projetou US$ 61,5 bilhões para o trimestre seguinte. A Micron perde a liderança isolada que tinha em setembro, em parte porque uma das casas a trocou pela SK Hynix, em busca de uma exposição mais concentrada em HBM. Eli Lilly (LILY34) A farmacêutica entra no ranking puxada pela tirzepatida, vendida como Mounjaro para diabetes e Zepbound para obesidade, e pela expansão do mercado de medicamentos GLP-1. No segundo trimestre, a receita cresceu 45% na comparação anual, e as casas citam o orforglipron, versão oral do tratamento, como próximo vetor de crescimento. Uma das carteiras aponta desconto de 29% em relação à média histórica de preço sobre lucro. Os riscos mencionados são a concorrência da Novo Nordisk e a pressão de seguradoras e governos sobre os preços. Continua depois da publicidade Nvidia (NVDC34) A fabricante de processadores perde uma indicação em relação a setembro e segue como a principal fornecedora de infraestrutura para a inteligência artificial generativa, com cerca de 80% do mercado de GPUs para data centers. Em uma das carteiras, a Nvidia ganhou peso e passou a ser a maior posição, com o argumento de que a ação negocia perto das mínimas históricas de múltiplo, a 14,4 vezes o lucro projetado para 2027. Microsoft (MSFT34) A empresa é recomendada pela integração da inteligência artificial ao pacote Office e ao Bing e pela expansão do Azure, que sustenta um novo ciclo de crescimento em nuvem. No último trimestre fiscal, a receita somou US$ 90 bilhões, alta de 18%. As casas destacam ainda as barreiras de entrada e o efeito de rede do portfólio, e uma das carteiras aumentou a posição no mês. JPMorgan (JPMC34) O maior banco dos Estados Unidos entra na lista depois de substituir o Bank of America em uma das carteiras, numa troca justificada pela busca de mais qualidade no setor financeiro. Os argumentos são o índice de capital CET1 de 14,1%, a diversificação entre varejo, cartões, gestão de patrimônio e banco de investimento e a rentabilidade acima dos pares, com retorno sobre o patrimônio tangível de 23,5%. As casas citam também os ganhos de eficiência com inteligência artificial e um pipeline de operações de mercado de capitais em alta. Continua depois da publicidade Apple (AAPL34) A fabricante do iPhone volta à lista depois de ter ficado de fora em setembro, quando a pressão dos preços de memória sobre as margens pesou nas recomendações. As carteiras que a incluem destacam o ecossistema integrado de produtos, que retém os usuários, o aumento consistente dos preços médios de venda e o peso crescente dos serviços, que reduz o caráter cíclico das receitas. No último trimestre fiscal, a receita avançou 16% na comparação anual.

Perguntas Frequentes sobre ALUP11

Qual é a cotação de ALUP11 hoje na B3?
A cotação de ALUP11 hoje está em R$ 33,51. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 32,46 e máxima de R$ 33,54.
Quanto a ALUP11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de ALUP11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de ALUP11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de ALUP11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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