TA

TAEE11 Transmissora Alianca De Energia Eletrica S.A. Unit – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Energia Elétrica

Transmissora Alianca De Energia Eletrica S.A. Unit

CNPJ: 07859971000130

Preço Atual
R$ 42,85
+2.41%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

🛡️ Buy and Hold

Atende a 8 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.

Pontuação dos Critérios 8/12 (66.7%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 21.36 Bi) maior que Lucro (R$ 4.88 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 20.15% (Acima de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio histórico: 10.27% a.a.

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: +5.36% | CAGR Lucro 5A: -6.93%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 1.83x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Energia Elétrica

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Blue Chip reconhecida na B3

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 2000 (26 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 9.08x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 7.13x (Acima de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 23.99x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 100% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Abaixo do Preço Teto (Margem de Segurança)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 63,35
DPA Médio (5 anos) R$ 3,80
Margem de Segurança +47.84%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Desconto (Margem de Segurança)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 49,88
LPA R$ 4,72
VPA R$ 23,43
Margem / Potencial +16.41%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo TAEE11 (Transmissora Alianca De Energia Eletrica S.A. Unit) está sendo negociado hoje a R$ 42,85, acumulando uma variação de +2.41% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 35,59 e a máxima de R$ 46,11. A companhia está inserida no setor de Energia Elétrica. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 9.08x e P/VP de 1.83x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 9.80%.

Abertura
R$ 42,26
Fec. Ant: R$ 42,89
Variação Dia
Min: R$ 41,83
Max: R$ 43,30
52 Semanas
Mín: R$ 35,59
Máx: R$ 46,11
Volume
2.270.800
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: TAEE11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

9.08
1.83
R$ 4,72
R$ 23,43
23.99
16.18
P/Receita (PSR)
9.88
P/FCO
26.01
P/FCL
24.94
EV/Receita Líq.
14.64
EV/FCO
38.56
EV/FCL
36.97
Earning Yield
4.17%
Enterprise Value
R$ 65,65 Bi
R$ 44,29 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
7.13
Dív. Líquida/PL
0.88
Dívida Líquida
R$ 21,36 Bi
Liq. Corrente
3.48
PL/Ativos
1.08
Passivos/Ativos
0.66
Liq. Seca
3.48
Liq. Imediata
0.24

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
64.89%

Indicadores de Rentabilidade

20.14%
5.93%
7.16%
Giro do Ativo
0.20

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
5.36%
CAGR Lucro
-6.93%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 60.76%
Margem EBITDA 66.77%
Margem Operacional 64.89%
Margem Líquida 36.25%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 1,70 Bi
FCL R$ 1,78 Bi
Caixa Total R$ 544,16 Mi
Caixa/Ação R$ 0,53
Receita e Dívida
Receita Total R$ 4,48 Bi
Lucro Bruto R$ 2,72 Bi
EBITDA R$ 2,99 Bi
Dívida Total R$ 13,96 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 3.75%
Lucro (YoY) -9.26%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 4.624,11 Mi R$ 3.718,14 Mi R$ 3.362,12 Mi R$ 2.616,52 Mi
Lucro Bruto R$ 2.546,29 Mi R$ 2.472,31 Mi R$ 2.121,40 Mi R$ 2.118,07 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 2.736,28 Mi R$ 2.863,36 Mi R$ 2.335,08 Mi R$ 2.441,29 Mi
Lucro Líquido R$ 1.579,86 Mi R$ 1.693,91 Mi R$ 1.367,83 Mi R$ 1.449,21 Mi

Sobre a TAEE11

Setor
Energia Elétrica
Indústria / Segmento
Energia Elétrica
Funcionários
516
Market Cap
R$ 14,76 Bi
Descrição do Negócio

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (Taesa), listada na B3 sob TAEE3, TAEE4 e TAEE11, é uma companhia brasileira focada em transmissão de energia elétrica. A empresa foi estruturada no fim da década de 2000 e concentra sua atuação em ativos de infraestrutura de transmissão. Seu negócio principal é a construção, operação e manutenção de linhas de transmissão e subestações em diferentes estados brasileiros. A receita é majoritariamente associada a contratos de concessão e à Receita Anual Permitida (RAP) regulada pela Aneel. No ambiente competitivo, a Taesa é uma das companhias privadas relevantes em transmissão no Brasil, ao lado de grupos como ISA e outros operadores setoriais. O perfil de negócio é de infraestrutura regulada de longo prazo, com foco em disponibilidade e desempenho operacional dos ativos. A companhia tem sede no Rio de Janeiro e portfólio de concessões distribuído por várias regiões do país. Sua escala inclui milhares de quilômetros de linhas e dezenas de subestações, com operação integrada ao Sistema Interligado Nacional.

JCP R$ 0,3595
Pagamento: 26/11/2026
DIVIDENDO R$ 0,2408
Pagamento: 26/11/2026
JCP R$ 0,5590
Pagamento: 26/08/2026
DIVIDENDO R$ 0,1535
Pagamento: 27/05/2026
DIVIDENDO R$ 0,7554
Pagamento: 27/05/2026
DIVIDENDO R$ 0,5190
Pagamento: 28/01/2026
JCP R$ 0,4194
Pagamento: 28/01/2026
DIVIDENDO R$ 0,2302
Pagamento: 27/11/2025
JCP R$ 0,6390
Pagamento: 27/11/2025
JCP R$ 0,5465
Pagamento: 27/08/2025

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Fundos imobiliários (FIIs): Veja 12 para ter na carteira em outubro, segundo o Itaú BBA – Money Times
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Fundos imobiliários (FIIs): Veja 12 para ter na carteira em outubro, segundo o Itaú BBA – Money Times

Fundos imobiliários (FIIs): Veja 12 para ter na carteira em outubro, segundo o Itaú BBA (Imagem: MicroStockHub/iStock) O Itaú BBA optou por manter inalterada sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs) para o mês de outubro, que segue composta por 12 veículos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório, os analistas Fausto Menezes e Larissa Gatti Nappo afirmaram que mantêm a preferência por FIIs de papel (crédito), devido ao cenário que “permanece favorável no curto prazo”. “Nossa visão é baseada na projeção de pausa do atual ciclo de cortes de juros, no qual a expectativa é de uma Selic de 13,75% ao ano ao fim de 2026, o que favorece os rendimentos dos fundos [de papel] indexados ao CDI”, escreveram. “Já para os FIIs [de papel] atrelados ao IPCA, seguimos com a projeção de inflação de 5,1% para 2026, sendo que os dados correntes apontam uma janela benigna no curto prazo, mas com alimentos e serviços reacelerando no quarto trimestre, o que tende a beneficiar esses fundos, reforçando a tese de que podem representar alternativas relevantes dentro de diferentes cenários de investimento”, acrescentaram. Quanto aos fundos de tijolo, a dupla afirmou que, ao analisar os fundamentos da classe, observa bases sólidas e ciclos positivos. Apesar disso, pontuou que a continuidade desse desempenho depende, em parte, da evolução da atividade econômica. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Caso as condições financeiras permaneçam restritivas por um período prolongado, a tendência positiva atualmente observada poderá perder força. Vale notar que já observamos sinais de desaceleração econômica, mas ainda sem reflexos relevantes para o mercado de fundos imobiliários”, disseram Menezes e Nappo. “Além disso, esses fundos [de tijolo] são mais sensíveis à reprecificação das curvas de juros, o que pode aumentar a volatilidade diante do cenário atual. Ainda assim, enxergamos espaço para valorização adicional, sustentada pelo desconto remanescente e pelo bom momento operaciona”, prosseguiram. Carteira recomendada do Itaú BBA Com isso, a distribuição por segmento da carteira recomendada de FIIs do BBA segue da seguinte forma: Recebíveis (ativos financeiros): 32% 32% Logística: 21% 21% Multiestratégia: 17% 17% Shoppings: 15% 15% Lajes corporativas: 11% 11% Varejo: 5% Em setembro, o portfólio escolhido pelo banco registrou queda de 0,3%, ante recuo de 0,23% do IFIX, principal índice de fundos imobiliários da bolsa de valores (B3). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No acumulado de 2026, porém, o desempenho da carteira é positivo em 2,1%, contra desvalorização de 0,53% do indicador referencial (benchmark). Segundo o BBA, o mês passado foi marcado pela continuidade do ambiente de cautela no mercado de fundos imobiliários. Entre os fatores que contribuíram para esse cenário, o banco citou tensões geopolíticas globais, o período eleitoral e os juros elevados. “Esse contexto manteve a pressão sobre o IFIX, fazendo com que o índice encerrasse mais um mês no negativo. Além disso, o aumento dos pedidos de recuperação judicial tem chamado a atenção no noticiário e, em nossa avaliação, pode ter contribuído para uma postura mais cautelosa dos investidores”, afirmou a casa. “O aumento dos pedidos de recuperação judicial ganha relevância para a indústria imobiliária, especialmente pelos potenciais impactos sobre o pagamento de aluguéis, a ocupação dos ativos e as garantias […] Até o momento, contudo, não identificamos evidências suficientes de uma deterioração generalizada dos fundamentos do setor”, acrescentou. Confira os FIIs recomendados pelo Itaú BBA para outubro: Fundo (ticker) Setor Peso HGRU11 Varejo 5,00% HSML11 Shopping center 7,50% XPML11 Shopping center 7,50% BRCO11 Logístico 8,50% BTLG11 Logístico 8,50% KNRI11 Híbrido 8,50% PVBI11 Lajes corporativas 6,50% ITRI11 Multiestratégia 5,00% KNHF11 Multiestratégia 11,50% KNIP11 Ativos financeiros (Papel) 11,50% KNUQ11 Ativos financeiros (Papel) 10,00% KNCR11 Ativos financeiros (Papel) 10,00% CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Índice do medo bate recorde pelo 2º dia às vésperas de eleição
B3 •

Índice do medo bate recorde pelo 2º dia às vésperas de eleição

O chamado “índice do medo” da bolsa brasileira renovou sua máxima histórica pelo segundo dia consecutivo nesta sexta-feira (2), ao encerrar a sessão aos 32,77 pontos, avanço de quase 1,17% ante a véspera, quando havia fechado aos 32,39 pontos. O indicador, que mede a expectativa de volatilidade do mercado brasileiro, reflete a cautela de investidores às vésperas do primeiro turno das eleições. Recorde reflete cautela pré-eleição O S&P/B3 Ibovespa VIX, nome oficial do índice, foi criado em 2024 e vem registrando recordes constantes nesta semana. Na segunda-feira (28), alcançou a máxima histórica, fechando aos 31,84 pontos. Um novo pico foi registrado na terça (29), de 32,06 pontos. Agora, o patamar de 32,77 pontos consolida a escalada da volatilidade esperada para os próximos 30 dias. Calculado a partir das opções sobre o Ibovespa B3, o VIX Brasil mede a volatilidade implícita esperada para os próximos 30 dias. Na prática, funciona como um termômetro da percepção de risco do mercado — por isso, também é chamado de “índice do medo” — e costuma ser acompanhado por investidores, gestores e analistas em momentos de maior incerteza, sobretudo para estratégias de proteção de carteira e gestão de risco. Para empresários e comerciantes do interior paulista, a elevação do índice sinaliza um ambiente de maior imprevisibilidade nos preços de ativos e no câmbio, o que pode impactar decisões de investimento, formação de estoques e planejamento financeiro de curto prazo. Disputa eleitoral acirrada O acirramento da corrida presidencial contribui para a volatilidade. Na divisão de votos válidos, a distância entre os dois candidatos é de 5%, com o petista registrando 45% e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), 40%. A proximidade entre os postulantes aumenta a incerteza sobre o resultado e, consequentemente, sobre os rumos da política econômica. Especialistas consultados pela reportagem não detalharam projeções para o segundo turno, mas o mercado já precifica um cenário de maior oscilação até a definição do pleito. A fonte não detalhou se haverá novos recordes do índice nos próximos pregões. Petróleo recua após anúncio do G7 No mercado internacional, o petróleo fechou em baixa após o G7 anunciar a liberação de reservas estratégicas. O WTI chegou a recuar 4% nas mínimas da sessão, após um comunicado conjunto do grupo informar que pretende liberar 100 milhões de barris de reservas ao longo dos próximos quatro meses, “com uma liberação substancial e antecipada de diesel nos primeiros 20 dias”. Negociado na ICE (Intercontinental Exchange de Londres), o petróleo Brent para dezembro fechou em baixa de 0,06% (US$ 0,06), a US$ 102,25 o barril. Já o petróleo WTI para novembro caiu 1,9% (US$ 1,76), a US$ 91,11 o barril, na Nymex. O Brent subiu 4,94% na semana, enquanto o WTI cedeu 1,41%. Para o setor de transportes e logística do noroeste paulista, a queda do petróleo pode aliviar custos com combustíveis, mas a volatilidade cambial ainda exige cautela na precificação de fretes e insumos. Dólar e Wall Street Já o dólar encerrou a sessão com variação negativa de 0,13%, a R$ 5,2173. Na semana, a divisa acumulou alta de 0,65% e, no ano, queda de 4,95%. A leve desvalorização ocorreu em dia de bom humor em Wall Street, que fechou em alta após o relatório de emprego dos EUA, o payroll, de setembro vir bem abaixo do esperado e reforçar a expectativa de manutenção dos juros pelo Federal Reserve (Fed) este mês. Para importadores e exportadores da região, o patamar do câmbio segue como variável crítica. A estabilidade relativa do dólar no ano, com queda acumulada de 4,95%, pode beneficiar quem importa insumos, mas exige atenção redobrada de quem tem receitas em moeda estrangeira. Impacto para empresas locais A combinação de volatilidade elevada, disputa eleitoral acirrada e oscilações no petróleo e no câmbio cria um cenário desafiador para pequenas e médias empresas. A recomendação de analistas é que gestores revisem suas posições de hedge e mantenham reservas de liquidez para atravessar o período eleitoral sem sobressaltos. Entidades como ACSP, CDL e Sebrae costumam orientar associados a evitar decisões de investimento de longo prazo em momentos de incerteza aguda. A fonte não detalhou orientações específicas para o comércio de Araçatuba e região, mas o histórico sugere cautela com expansões e contratações até a definição do cenário político. O índice do medo, portanto, funciona como um alerta para que empresários monitorem de perto os desdobramentos do pleito e seus reflexos nos mercados financeiros e na economia real. Perguntas Frequentes O que é o ‘índice do medo’ e como ele é calculado? O ‘índice do medo’ é o S&P/B3 Ibovespa VIX, calculado a partir das opções sobre o Ibovespa B3, e mede a volatilidade implícita esperada para os próximos 30 dias. Qual foi o valor recorde do ‘índice do medo’ na sexta-feira, 2 de setembro de 2024? Na sexta-feira, 2 de setembro de 2024, o S&P/B3 Ibovespa VIX encerrou a sessão aos 32,77 pontos, um avanço de quase 1,17% ante a véspera, quando havia fechado aos 32,39 pontos. Por que o ‘índice do medo’ está batendo recordes às vésperas da eleição? O índice está batendo recordes devido à incerteza eleitoral, com a distância entre os dois principais candidatos sendo de apenas 5% nos votos válidos, o que aumenta a percepção de risco no mercado. Fonte

Ibovespa sobe 15,65% em 2026, mas 16 papéis atingem mínimas do ano em setembro – Money Times
B3 •

Ibovespa sobe 15,65% em 2026, mas 16 papéis atingem mínimas do ano em setembro – Money Times

(Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli) O Ibovespa encerrou setembro com valorização acumulada de 15,65% em 2026. Mas, enquanto o principal índice da bolsa brasileira avançava no balanço do ano, parte dos papéis negociados na B3 seguia uma trajetória diferente: 16 ativos atingiram seus menores preços de fechamento de 2026 durante setembro. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O resultado faz parte de um levantamento da Elos Ayta, que considerou papéis com volume financeiro médio diário superior a R$ 1 milhão em 2026. Todos os ativos selecionados terminaram os primeiros nove meses do ano com retorno negativo, embora as perdas tenham variado de 0,12% a 95,30%. A diferença ajuda a explicar uma dúvida comum entre investidores: como a bolsa pode subir enquanto determinados papéis acumulam perdas? O Ibovespa acompanha uma carteira de ativos com pesos diferentes. Seu desempenho reflete o resultado desse conjunto, sem exigir que todos os componentes avancem na mesma direção. Na amostra da Elos Ayta, cinco papéis pertencem ao próprio Ibovespa: Vale (VALE3), Natura (NATU3), Direcional (DIRR3), Cury (CURY3) e Azzas 2154 (AZZA3). Gafisa lidera as quedas, enquanto Vale fica próxima da estabilidade A Gafisa (GFSA3) apresenta a maior desvalorização da lista, com queda de 95,30% até 30 de setembro. Em seguida aparecem Recrusul (RCSL4), com perda de 82,71%, e Azevedo (AZEV4), com recuo de 71,67%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Esses três papéis são os únicos da amostra com perdas superiores a 50% no acumulado de 2026. Na outra ponta, a Vale registra a menor queda, de 0,12%. Natura, com recuo de 9,40%, e Cury, com perda de 9,55%, completam o grupo dos três ativos com melhor desempenho relativo na seleção. Apenas esses papéis acumulam desvalorização inferior a 10%. O contraste mostra que alcançar uma mínima anual pode representar situações bastante diferentes. A Vale registrou seu menor fechamento de 2026 em 29 de setembro, mas encerrou o mês com retorno próximo da estabilidade no ano. Já as maiores quedas da lista representam uma redução expressiva do valor dos papéis no mesmo período. Metade das mínimas se concentrou no fim de setembro Oito dos 16 ativos atingiram seus menores fechamentos anuais nos três últimos pregões do mês. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em 30 de setembro, chegaram às mínimas Recrusul, JBS (JBSS32) e BrasilAgro (AGRO3). No dia anterior, foi a vez de M. Dias Branco (MDIA3), Natura e Vale. Já Azevedo e Direcional registraram seus menores fechamentos em 28 de setembro. Essa concentração indica que, para metade da amostra, os menores preços do ano foram observados justamente no encerramento do terceiro trimestre. Há, porém, uma diferença entre tocar a mínima durante o mês e encerrar setembro nesse nível. Somente Recrusul, JBS e BrasilAgro fecharam o último pregão em suas mínimas anuais. Os outros 13 ativos terminaram o mês acima dos menores preços registrados anteriormente. Incorporadoras representam um quarto da lista O setor de incorporações reúne quatro papéis: Gafisa, Direcional, Cury e Even (EVEN3). Juntos, representam 25% da amostra. Cada um dos demais setores apresentados no levantamento conta com apenas um ativo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mesmo entre as incorporadoras, a intensidade das perdas varia bastante. Além dos extremos de Gafisa e Cury, a Direcional acumula queda de 28,40%, enquanto a Even recua 37,57%. A concentração chama atenção para o segmento, mas os resultados mostram que as empresas não tiveram desempenhos uniformes. O levantamento identifica onde ocorreram as mínimas, sem estabelecer as causas das quedas. A seleção também atravessa diferentes carteiras de referência. Nove papéis integram o Small Caps, cinco pertencem ao Índice de Dividendos (IDIV) e cinco estão no Ibovespa. Os grupos se sobrepõem, pois um mesmo ativo pode participar de mais de um índice. Outros seis não fazem parte de nenhuma dessas três carteiras. Para o investidor, a principal contribuição do estudo é mostrar a diversidade de trajetórias que existe por trás da alta do Ibovespa. Uma mínima anual informa a posição do preço dentro de determinado período; avaliar se esse preço representa uma oportunidade exige examinar também os resultados, as perspectivas e os riscos de cada empresa. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O levantamento considera mínimas de preços de fechamento em 2026 registradas durante setembro, entre papéis com volume financeiro médio diário superior a R$ 1 milhão no ano. Retornos acumulados até 30 de setembro de 2026. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre TAEE11

Qual é a cotação de TAEE11 hoje na B3?
A cotação de TAEE11 hoje está em R$ 42,85. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 41,83 e máxima de R$ 43,30.
Quanto a TAEE11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de TAEE11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de TAEE11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de TAEE11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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