KN

KNRI11

Fundos Imobiliários

Kinea Renda Imobiliaria Fundo de Investimento Imobiliario - FII Cotas

CNPJ: 12005956000165

Preço Atual
R$ 152,09
-3.59%
Abertura
R$ 156,65
Fec. Ant: R$ 152,95
Variação Dia
Min: R$ 152,09
Max: R$ 156,65
52 Semanas
Mín: R$ 136,98
Máx: R$ 171,45
Volume
76.849
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Dividend Yield
8.00%
P/VP
0.96
VPA
R$ 163,51
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a KNRI11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Multicategoria
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O KINEA RENDA IMOBILIARIA FII RESPONSABILIDADE LIMITADA (KNRI11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
INTRAG DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA
CNPJ
62418140000131
Telefone
55 (11) 30726012
Endereço
AV BRIGADEIRO FARIA LIMA, 3400 - 10º Andar, ITAIM BIBI — SÃO PAULO/SP - CEP 04538132

Dividendos

RENDIMENTO R$ 1,3800
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,8800
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 1,2500
Pagamento: 15/01/2026
RENDIMENTO R$ 1,0000
Pagamento: 12/12/2025
RENDIMENTO R$ 1,0000
Pagamento: 14/11/2025
RENDIMENTO R$ 1,0000
Pagamento: 14/10/2025

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Quem entrou e quem saiu do ranking das 25 maiores gestoras de fundos do País nos últimos cinco anos
Fundos Imobiliários Brasileiros 03/08/2026

Quem entrou e quem saiu do ranking das 25 maiores gestoras de fundos do País nos últimos cinco anos

Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo Marcelo Mello, CEO da Sulamerica Investimentos: aumento de 133º do patrimônio desde 2021 a alçou a 16° colocação do ranking das 25 maiores gestoras do país em junho de 2026 Foto: Sulamerica Investimentos/Divulgação Nos últimos cinco anos, o cenário foi muito desafiador para as gestoras de fundos. Após um momento de juros baixos e valorização das bolsas, a pandemia eclodiu e governos reagiram à desaceleração da economia com incentivos fiscais. PUBLICIDADE A expectativa era que a inflação seria controlada, mas isso não aconteceu. O crescimento e a alta dos preços aceleraram, elevando os juros, que já se mantêm altos por um período prolongado. Na batalha para reduzir custos e se posicionar diante do cenário turbulento, entraram no ranking das 25 maiores gestoras de fundos do País casas com perfil notadamente conservador: seguradoras, como SulAmérica e Porto, e cooperativas, como a Sicoob Asset. Ao concentrarem sua atuação em renda fixa e crédito privado, classes que ofereceram maiores retornos no período. muito do crescimento que apresentaram é calcado na maior rentabilidade desse patrimônio sob gestão no período. Publicidade O período também favoreceu quem tinha um portfólio diversificado ou passou a ter nestas classes que tiveram melhor desempenho, especialmente o crédito privado, caso da AZ Quest e Absolute. O levantamento, baseado no ranking da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), desconsidera family offices e gestoras pouco relevantes para pessoas físicas, além da Reag, investigada por lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta e ocultação de riscos. A comparação é sempre na janela de junho em cada ano analisado. Na Sulamerica Investimentos, o patrimônio sob gestão na renda fixa, que somava R$ 19 bilhões em 2022, saltou para R$ 44 bilhões em 2026. Mas Marcelo Mello, CEO da asset, aponta que os investimentos feitos ao longo dos últimos seis anos também contribuíram para atingir um patrimônio total de R$ 63 bilhões em junho. A asset teve captação líquida positiva em 2022, 2023 e 2024, contando apenas os cinco anos cheios. Entre os principais investimentos estão o reforço do departamento econômico e da equipe quantitativa, que passou a incluir cientistas de dados, ferramentas e sistemas de tecnologia; a criação de um time de análise de crédito em 2021; e a entrada nos segmentos imobiliário e de renda variável. Antes restrita a fundos de pensão e investidores institucionais, a seguradora triplicou contratos com plataformas investimentos e bancos de varejo no período e passou a oferecer seus produtos para o varejo. De R$ 318 milhões alocados no private, alta renda e varejo tradicional em 2022, atingiu R$ 1 bilhão no segmento em 2026. Queremos ser uma casa multiprodutos. Não somos uma gestora de nicho. Já consolidamos em renda fixa e crédito e estamos plantando as sementes para colher lá na frente, quando o cenário mudar Marcelo Mello, CEO da Sulamerica Investimentos A performance também foi crucial para ganhar espaço: a Sulamerica driblou investimentos problemáticos, como Lojas Americanas e Unigel. A Porto Asset também cita essa diligência no crédito como um dos motivos pelos quais seu patrimônio cresceu 156% no período. Os R$ 9 bilhões que a seguradora tinha em renda fixa em 2021 se transformaram em R$ 30 bilhões em 2026. A gestora apresentou captação líquida positiva nos cinco anos cheios desde 2021. Publicidade Izak Benaderet, diretor executivo da gestora, aponta que parcerias com outras casas também reforçaram o resultado. um exemplo é a parceria com a SFA, especializada em renda variável, firmada há três anos. Outra é a parceria com a Jubarte, iniciada no ano passado. No período, também foram lançados mais de 10 fundos, especialmente de crédito e renda fixa. Também houve investimentos em tecnologia e a gestora obteve o selo de gestão máximo da Fitch Ratings. Temos um perfil de crédito conservador que foi premiado nos últimos anos. Houve uma série de recuperações judiciais pelas quais passamos ilesos. Tivemos um único default vindo de uma fraude cometida por uma rede de lojas de varejo Izak Benaderet, diretor executivo da Porto Asset Assim como o Sicredi, a gestora da cooperativa Sicoob resolveu, nos últimos anos, expandir sua atuação para além das empresas do grupo. Há três anos, passou também a atender seus 10 milhões de cooperados. A expansão do patrimônio no período foi exponencial: saiu de R$ 15 bilhões para R$ 42,7 bilhões. Ajuda no crescimento o fato de atuar em ambiente fechado, blindado da concorrência: a asset não distribui fundos em plataformas, mas em contrapartida também não deixa gestoras distribuírem produtos a seus cooperados. Mário Dornas, diretor de gestão de recursos de terceiros da Sicoob Asset: gestora expandiu atuação para seus 10 milhões de cooperados nos últimos três anos Foto: Sicoob Asset/Divulgação O patrimônio em renda fixa saiu de R$ 11,5 bilhões para R$ 41,2 bilhões. Mas a asset ressalta que vem lançando também produtos de renda variável cuja rentabilidade fica no primeiro quartil da indústria, segundo Mario Dornas, diretor de gestão de recursos de terceiros da gestora. A exemplo da Porto, a asset busca parcerias com casas especializadas em renda variável. Nos quatro anos cheios que aparecem no ranking da Anbima (2022, 2023, 2024 e 2025) a asset teve captação líquida positiva. Publicidade A Sicoob tem aversão a perdas. Já operamos no mercado de debêntures, mas desde o pedido de recuperação judicial das Lojas Americanas esvaziamos as carteiras gradualmente. Sabíamos que o mercado ia pegar fogo. Mario Mario Dornas, diretor de gestão de recursos da Sicoob PUBLICIDADE A Az Quest, na 25ª posição do ranking em junho, com R$ 36,5 bilhões, comemora 25 anos em 2026 com o maior patrimônio sob gestão, o maior número de estratégias, a maior quantidade de cotistas e a maior equipe que já teve, conta Ronaldo Zanin, sócio da gestora. São oferecidas 10 estratégias para clientes, sendo que a de fundos alternativos (imobiliário, infraestrutura e agronegócio) foi criada há quatro anos. A asset teve captação líquida positiva em 2022 e 2024. Desde 2021, a gestora elevou sua fatia em renda fixa de R$ 4,2 bilhões para R$ 7,9 bilhões, em multimercados de R$ 3,6 bilhões para R$ 7,2 bilhões e previdência de R$ 3,6 bilhões para R|$ 11 bilhões. Também passou a ter R$ 5 bilhões em Fundos de Participações (FIPs) e valores abaixo de R$ 1 bilhão em FIDCs, Fiagros e Fundos Imobiliários (FIIs). Ronaldo Zanin, sócio da AZ Quest: gestora diversificou ainda mais o portfólio e passou a figurar no ranking das 25 maiores gestoras este ano Foto: AZ Quest/Divulgação Classe que foi estrela do período, a área de crédito privado da gestora foi montada em 2015 e, quando veio o vento a favor, o executivo aponta ter conseguido ‘surfar’. “Tínhamos equipe, histórico e consistência de performance, mas o mercado é cíclico. Tenho convicção de que o vento vai virar, e já estamos posicionados para isso.” Publicidade A participação recorrente do CEO Walter Maciel em eventos também faz parte da estratégia da gestora para estar mais próxima dos cotistas e colaborou para o resultado em um cenário de competição mais acirrada. De R$ 510 milhões que tinha alocado no private, alta renda e varejo em 2021, expandiu para R$ 1,8 bilhão em 2026. Em alta E-investidor Tesouro Direto hoje: todas as taxas caem em chance de negociação entre EUA e Irã BB Seguridade (BBSE3): o que o investidor deve observar no balanço do 2T26 além dos dividendos? Enquanto em 2021 os fundos multimercado macro da Absolute correspondiam à maior parte do patrimônio sob gestão (75%), em 2024, a gestora entrou forte no crédito, ao mesmo tempo em que, ao longo dos anos, foi reforçando sua equipe de análise e suporte. Até que, em 2025, o crédito ultrapassou a classe de multimercado macro, pela qual a gestora era conhecida. Em junho, tinha R$ 20 bilhões em renda fixa, R$ 16 bilhões em multimercados e R$ 19 bilhões em previdência. Em 2021, tinha R$ 362 milhões alocados no private, alta renda e varejo. Em 2026, o valor subiu para R$ 874 milhões. Nesse ínterim, sua equipe saiu de 35 pessoas, divididas entre gestão, análise e suporte, para 62. Apresentou captação líquida positiva nos cinco anos cheios desde 2021. Quem deixou o ranking das maiores Todas as gestoras que passaram a fazer parte do ranking têm seus méritos. Mas é verdade que algumas delas só passaram a fazer parte do ranking porque outras deixaram de existir. Neste período de aversão ao risco global, uma tendência se sobressai quando olhamos as saídas no ranking: a consolidação do mercado de investimentos. Das oito gestoras que saíram do ranking no período, três foram alvo de incorporações ou descontinuadas, desenhando um cenário de consolidação da indústria em um momento no qual precisou de escala e cortar custos. A BV Asset, que estava na 22ª posição em 2024, foi vendida para o Bradesco, enquanto o Banco Modal, que aparecia na 25ª posição em 2021, foi incorporado à XP em 2022. Por fim, a britânica Schroder decidiu descontinuar sua operação no Brasil em setembro de 2025: seu patrimônio havia estacionado entre R$ 22 bilhões e R$ 24 bilhões nos últimos anos. Publicidade Leia mais Outras duas foram substituídas automaticamente por seus respectivos compradores. É o caso do Credit Suisse, que estava na 13ª posição do ranking em 2024 e, em 2026, fez o UBS, que incorporou seus ativos, aparecer no ranking na 15ª posição. De 2021 para 2024, o patrimônio do Credit Suisse no Brasil já havia diminuído 36%. Outra incorporação foi a da Western pela Franklin Templeton, que fez a gigante americana passar a figurar no ranking de 2026 na 21º posição. Marc Forster, diretor da Franklin Templeton Brasil, explica que a aquisição da Western aconteceu em um momento no qual escala é cada vez mais importante na indústria para fazer frente aos custos envolvidos na gestão de recursos, principalmente relacionados a dados. Existe também uma pressão global por cobrança de taxas menores. A gestora americana tem US$ 1,7 trilhão globalmente. A gestora investe em moedas digitais e fundos tokenizados ao redor do mundo. Não significa que essas tendências chegarão amanhã aqui. Mas assim que se mostrarem relevantes, estaremos prontos para surfá-las Marc Forster, diretor da Franklin Templeton Brasil Além da consolidação, houve quem foi impactado pelo ciclo do mercado. A Verde Asset, gerida pelo renomado Luis Stuhlberger, teve a trajetória mais dramática: seu patrimônio sob gestão diminuiu 78%, de R$ 60,3 bilhões para R$ 12 bilhões, o que a fez sair do 11º lugar em 2021 para o 80º lugar. A casa registrou resgates nos quatro anos cheios desde 2022. Publicidade Sua atuação se concentra em fundos multimercados e ações, duas estratégias que passaram a ter menos demanda e em um ambiente de maior risco. Resultado: uma parte da operação foi vendida para a Vinci Partners em outubro de 2025, que poderá comprar o restante da fatia no futuro. Procurada, a gestora não quis comentar. Já a JGP, apesar de ter saído do ranking nas janelas de 2024 e 2026, se manteve firme próxima dele. Seu maior baque foi sentido de 2021 para 2022, quando o patrimônio passou de R$ 34,5 bilhões para R$ 24,4 bilhões, mas ao longo dos anos o patrimônio foi voltando para o nível acima de R$ 30 bilhões. Recentemente, a gestora vendeu o seu negócio de crédito para um de seus executivos e perdeu cerca de R$ 20 bilhões. Em 30 de junho de 2026, a gestora geria aproximadamente R$ 31 bilhões em ativos (AUM), sendo R$ 9,7 bilhões em Multimercados e Renda Fixa Ativa, R$ 1,4 bilhão em Ações, R$ 520 milhões em Real Estate e R$ 19,1 bilhões em Investimentos Sustentáveis, por meio da Régia Capital, o que a deixava no 29º lugar. Publicidade Em meio a toda essa movimentação, as maiores assets do País ficaram ainda maiores no período analisado, algo esperado em momentos de busca por escala e aversão ao risco. A gestora de fundos do BB aumentou seu patrimônio em 50%, de R$ 1,28 trilhão para R$ 1,9 trilhão. Já a gestora de fundos do Itaú cresceu 70%, de R$ 779 bilhões para R$ 1,3 trilhão. O crescimento da gestora do Bradesco foi de 85%, mas quem se sobressaiu foi o BTG Pactual, que expandiu o patrimônio sob gestão em 226% no período.

Dividendo de 12,5%: Veja os fundos imobiliários para ter na carteira em agosto, segundo o BTG – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros 03/08/2026

Dividendo de 12,5%: Veja os fundos imobiliários para ter na carteira em agosto, segundo o BTG – Money Times

Dividendo de 12,5%: 17 fundos imobiliários para ter na carteira em agosto, segundo o BTG (Imagem: watchara ritjan/istock) O BTG Pactual promoveu alterações em sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs) para o mês de agosto, reduzindo, em 3%, a posição em Kinea Índices de Preços (KNIP11), mas incluindo, com peso equivalente, Pátria Logística (HGLG11) à seleção. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório, o analista Daniel Marinelli, responsável pela estratégia, apontou que as movimentações refletem “ajustes táticos”, com o objetivo de melhorar a relação risco-retorno do portfólio e aproveitar oportunidades pontuais no mercado secundário. Segundo ele, a redução de participação em KNIP11 ocorreu devido à elevada liquidez do veículo e ao papel estratégico que ele desempenha na carteira, funcionando como uma posição mais flexível para eventuais rebalanceamentos. Apesar do corte, o especialista destacou que a visão sobre o fundo permanece construtiva, já que o FII segue como uma das principais exposições da carteira ao segmento de recebíveis. Já a inclusão de HGLG11, de acordo com Marinelli, busca aproveitar uma combinação de desconto, dividend yield (retorno em proventos) atrativo e qualidade do portfólio. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “O fundo [Pátria Logística], que negocia com desconto superior a 10% em relação ao seu valor patrimonial, apresenta potencial de distribuição [de rendimentos] extraordinária, decorrente de um lucro recente com a venda de ativos”, disse o analista. Com essas mudanças para agosto, a carteira recomendada de FIIs do BTG passa a contar com 17 veículos em sua composição, dividend yield anualizado médio ponderado próximo de 12,5% e desconto médio de aproximadamente 9% em relação ao valor patrimonial. Desempenho Em julho, a seleção do banco registrou queda de 0,44%, ante recuo de 0,32% do IFIX, principal índice de fundos imobiliários da bolsa de valores (B3). No acumulado de 2026, porém, o desempenho do portfólio é positivo em 2,28%, contra avanço de 1,14% do indicador referencial (benchmark). Confira os FIIs indicados pelo BTG Pactual para agosto: Fundo Ticker Segmento Peso Dividend yield anualizado BTG Pactual Crédito Imobiliário BTCI11 Recebíveis 6,0% 13,8% Kinea Rendimentos Imobiliários KNCR11 Recebíveis 13,0% 12,3% Kinea Índices de Preços KNIP11 Recebíveis 12,0% 14,8% RBR Rendimentos High Grade RBRR11 Recebíveis 3,0% 15,6% RBR Crédito Imobiliário Estruturado RBRY11 Recebíveis 5,0% 14,2% Mauá Capital Recebíveis Imobiliários MCCI11 Recebíveis 8,0% 12,7% Vinci Logística VILG11 Galpões 4,5% 10,7% Bresco Logística BRCO11 Galpões 4,5% 11,0% BTG Pactual Logística BTLG11 Galpões 13,0% 9,6% Pátria Logística HGLG11 Galpões 3,0% 9,0% BTG Pactual Corporate Office Fund BRCR11 Lajes corporativas 4,5% 12,3% VBI Prime Properties PVBI11 Lajes corporativas 5,0% 6,9% Hedge Brasil Shopping HGBS11 Shopping centers 3,0% 10,7% Gazit Malls GZIT11 Shopping centers 2,5% 12,4% HSI Malls HSML11 Shopping centers 4,0% 10,3% Vinci Shopping Centers VISC11 Shopping centers 2,0% 9,6% TRX Real Estate TRXF11 Renda urbana 7,0% 19,8% Total — — 100% 12,5% CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Superquarta: Como posicionar seus investimentos antes da decisão do Copom
Fundos Imobiliários Brasileiros 03/08/2026

Superquarta: Como posicionar seus investimentos antes da decisão do Copom

Manter diversificação e focar no perfil de risco estão nas melhores estratégias diante do novo ciclo dos juros Na próxima quarta-feira (5), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anuncia a nova taxa Selic, principal referência para os juros da economia brasileira. Atualmente em 14,25% ao ano, a taxa pode sofrer o primeiro corte do atual ciclo, com parte do mercado projetando uma redução de 0,25 ponto percentual, para 14%. Ainda assim, o cenário permanece incerto e a decisão dependerá da leitura do BC sobre inflação, atividade econômica e expectativas para os próximos meses. Diante da expectativa, muitos investidores se perguntam se vale a pena antecipar mudanças na carteira. Para especialistas, porém, a resposta é cautela: mais importante do que tentar prever o resultado da reunião é manter uma estratégia alinhada aos objetivos financeiros e ao perfil de risco. Segundo Rachel de Sá, estrategista de investimentos da XP, a decisão sobre onde investir deve partir de uma pergunta simples: qual é o objetivo daquele dinheiro? “Antes de qualquer investimento, independentemente do que aconteça com a Selic, o investidor deve se perguntar qual é o objetivo daquele recurso. Se for uma reserva de emergência ou um objetivo de curto prazo, o investimento continua sendo um pós-fixado atrelado ao DI, porque ele oferece liquidez, segurança e baixa volatilidade”, orienta. Rachel lembra que, mesmo com um eventual corte, os juros seguem em um patamar historicamente elevado, o que mantém a renda fixa atrativa. “Estando a Selic em 14,25% ou em 14%, o investidor ainda terá um ganho real bastante elevado. A diferença de 0,25 ponto percentual não muda a lógica para quem busca segurança e liquidez”, afirma. Caso o Copom confirme uma redução de 0,25 ponto percentual, os títulos pós-fixados passam a acompanhar o novo patamar dos juros, oferecendo uma rentabilidade ligeiramente menor. Em compensação, ativos de maior risco, como ações e fundos imobiliários, costumam reagir positivamente a um cenário de queda dos juros. “Quando a Selic cai, o retorno relativo da renda fixa diminui e ativos mais arriscados, como ações, passam a ficar relativamente mais atrativos. Além disso, juros menores costumam favorecer a atividade econômica e elevar o valor justo das empresas”, explica a estrategista. Já os títulos prefixados e os indexados ao IPCA dependem não apenas da decisão do Copom, mas principalmente das expectativas para os juros futuros. Caso o Banco Central surpreenda o mercado com uma decisão diferente da esperada ou com um comunicado mais duro ou mais brando sobre a inflação, esses papéis podem sofrer oscilações por causa da chamada marcação a mercado. No entanto, Rachel pondera que essas oscilações só se transformam em perdas para quem vende os títulos antes do vencimento. Diversificação na carteira Para Marilia Fontes, apresentadora do Resenha do Dinheiro, o investidor não precisa adiar aplicações esperando o resultado da reunião. “Se o investidor estiver em um pós-fixado e a Selic cair, ele simplesmente passará a receber a nova taxa. Já os prefixados já embutem essa expectativa na curva de juros”, destaca. Apesar do momento favorável para a renda fixa, Rachel analisa que a Selic elevada não significa que o investidor deva concentrar todo o patrimônio nessa classe de ativos. “Não existe um investimento que seja o mais atrativo para todos os investidores. O ideal é ter uma carteira diversificada, com pesos diferentes conforme o perfil de risco e os objetivos de cada investidor”, acrescenta. Resenha do Dinheiro Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”, Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise. A Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.