KNRI11 Kinea Renda Imobiliaria Fundo de Investimento Imobiliario - FII Cotas – Cotação Hoje
Kinea Renda Imobiliaria Fundo de Investimento Imobiliario - FII Cotas
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 6 de 10 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| Edifício Rochaverá - Torre Crystal Imóveis para renda acabados | Av. Nações Unidas, 14.171 , São Paulo - SP | 53.400 m² | 0,00% | 15,64% |
| Edifício Diogo Moreira Imóveis para renda acabados | Rua Diogo Moreira, 184, São Paulo - SP | 12.105 m² | 0,00% | 8,54% |
| CD Pouso Alegre Imóveis para renda acabados | Rodovia Fernão Dias, km 863, Algodão, Pouso Alegre - MG | 87.750 m² | 0,00% | 8,20% |
| CD Santa Cruz Imóveis para renda acabados | Estrada da Lama Preta, 2.805, Santa Cruz, Rio de Janeiro - RJ | 64.860 m² | 0,00% | 7,42% |
| CD Mogi das Cruzes Imóveis para renda acabados | Rodovia Mogi-Dutra (SP-088), 11.100 (km 41,4), Mogi das Cruzes - SP | 69.113 m² | 0,00% | 6,77% |
| Boulevard Corporate Tower Imóveis para renda acabados | Avenida dos Andradas, 3000, Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG | 20.426 m² | 0,00% | 6,30% |
| Edifício Lagoa Corporate Imóveis para renda acabados | Rua Humaitá, 275, Humaitá, Rio de Janeiro - RJ | 11.687 m² | 1,81% | 5,34% |
| Edifício Rochaverá - Torres Ebony e Marble Imóveis para renda acabados | Av. Nações Unidas, 14.171 , São Paulo - SP | 56.791 m² | 0,16% | 4,45% |
| Edifício Condomínio São Luiz, Torre IV Imóveis para renda acabados | Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 1.830, São Paulo - SP | 11.354 m² | 0,00% | 4,27% |
| CD Cabreúva Imóveis para renda acabados | Rod. Dom Gabriel Paulino Bueno Couto, km 82 - Cabreúva - SP28,42 | 178.730 m² | 0,00% | 3,79% |
| CD Itaqua Imóveis para renda acabados | Rua do Níquel, 205, Parque Industrial, Itaquaquecetuba - SP | 30.698 m² | 0,00% | 3,09% |
| Global Jundiaí Imóveis para renda acabados | Avenida Caminho de Goiás, 100, Rodovia Anhanguera, km 66, Jundiaí - SP | 41.468 m² | 0,00% | 2,86% |
| Edifício Madison Imóveis para renda acabados | Rua Gomes de Carvalho, 1.195, Vila Olimpia, São Paulo - SP | 8.329 m² | 0,00% | 2,85% |
| Edifício Bela Paulista Imóveis para renda acabados | Avenida Paulista, 2.421, Bela Vista, São Paulo - SP | 6.521 m² | 0,00% | 2,24% |
| Botafogo Trade Center Imóveis para renda acabados | Rua Voluntários da Pátria, 113, Botafogo, Rio de Janeiro - RJ | 8.083 m² | 0,20% | 1,77% |
| Edifício Joaquim Floriano Imóveis para renda acabados | Rua Joaquim Floriano, 913, Itaim Bibi, São Paulo - SP | 3.899 m² | 0,37% | 1,21% |
| Buenos Aires Corporate Imóveis para renda acabados | Rua Buenos Aires, 15, Centro, Rio de Janeiro - RJ | 6.887 m² | 1,85% | 0,29% |
| Pib Sumaré Imóveis para renda acabados | Avenida Parque Industrial, 580, Sumaré - SP | 13.836 m² | 0,81% | 0,00% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do KNRI11.
Resumo Fundamentalista de KNRI11
O ativo KNRI11 (Kinea Renda Imobiliaria Fundo de Investimento Imobiliario - FII Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 158,70, acumulando uma variação de +0.98% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 143,91 e a máxima de R$ 171,45. O fundo atua no segmento de Híbrido / Renda Urbana, registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 0.99x.
Histórico de Cotação: KNRI11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a KNRI11
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
Outros FIIs do Segmento Híbrido / Renda Urbana
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Setor produtivo do DF pede 'cooperação harmoniosa' para salvar BRB de crise pós-Master
Brasília Cinco entidades que representam o setor produtivo do Distrito Federal pediram, em manifesto divulgado nesta quinta-feira (17), "diálogo institucional" e "cooperação harmoniosa" em busca de uma solução para salvar o BRB (Banco de Brasília) de crise ligada ao escândalo do Banco Master, de Daniel Vorcaro. O posicionamento ocorre um dia depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter acusado a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP) de cinismo e ter dito que o governo federal não ajudará na recuperação financeira do BRB. Em reação à fala de Lula, Celina disse em suas redes sociais que Lula quer "quebrar o BRB". "Pensei que o DF fizesse parte da República Federativa do Brasil, mas para ele, não. Age como presidente de um partido. Lamento que aja assim", escreveu. Sede do BRB (Banco de Brasília) - Gabriela Biló - 4.abr.25/Folhapress No documento, as entidades ressaltam o papel do banco no financiamento de empresas, na oferta de crédito, na criação de empregos e no suporte a serviços e programas públicos e prometem colaborar para o restabelecimento da solidez do BRB. Publicidade "Reconhecemos que a recuperação da instituição demanda rigor técnico e apuração responsável por parte das autoridades competentes perante eventuais irregularidades. Da mesma forma, ressaltamos a relevância da responsabilidade institucional na condução de alternativas que garantam a estabilidade do banco, a continuidade de suas operações e a proteção dos interesses de toda a sociedade", afirmam. "Entendemos que as decisões relativas ao BRB devem fundar-se em critérios estritamente técnicos e de governança, de forma independente em relação a debates partidários ou calendários eleitorais. As instituições de desenvolvimento permanecem para além de mandatos e governos, integrando o patrimônio econômico de Brasília", continuam. Publicidade O manifesto é assinado por Ademi-DF (Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal), Asbraco (Associação Brasileira de Construtores), Codese/DF (Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal), Fecomércio-DF (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal) e Sinduscon-DF (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal). O BRB enfrenta uma crise de capital e de liquidez após a compra de carteiras fraudulentas do Banco Master. Para salvar a instituição o Governo do Distrito Federal tenta destravar um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões do FGC (Fundo Garantidor de Créditos). Um acordo firmado no STF (Supremo Tribunal Federal) definiu que as principais instituições financeiras do país seriam fiadoras da operação, e as contragarantias (para ressarcir os bancos em caso de inadimplência) viriam dos recursos provenientes do FPE (Fundo de Participação dos Estados) e do FPM (Fundo de Participação dos Municípios). Esse desenho, porém, não avançou. O Governo do DF, então, entrou com uma nova ação pedindo ao Supremo que obrigue a União a ser fiadora de um empréstimo para socorrer o BRB. O ministro do STF Luiz Fux deu 15 dias sucessivos, ou seja, até 45 dias, para que o governo federal, o Banco Central e o FGC se manifestem sobre o pedido.
Brasileiros querem mais que renda fixa: interesse em LCA cresce 119%, mas outro investimento rouba a cena
O nível elevado dos juros nos últimos anos empurrou os investidores brasileiros para os braços da renda fixa. Mas, ao que parece, agora eles querem ir além na busca por investimentos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo levantamento da Planejar, elaborado pela Timelens e divulgado nesta quinta-feira (17), o CDB registrou a maior média contínua de buscas no último ano, enquanto o interesse pelas Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) disparou 119%. Só que quem roubou a cena mesmo foram os ETFs. Os Exchange Traded Funds, ou fundos de índice, lideraram nas procuras digitais por ativos ao subir 313,68%. Os fundos imobiliários (FIIs) aparecem em segundo lugar, com alta de 168,78%. Segundo a Planejar, esse aumento nas buscas não está atrelado apenas ao desejo de investir mais, mas em procurar outras exposições, com riscos próprios. Por outro lado, os investidores brasileiros também estão de olho na proteção do patrimônio. O levantamento mostrou que o interesse por garantias institucionais também disparou, com um salto de 445,68% nas buscas pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Investir para quê? A pesquisa revelou ainda que o principal motor para a busca por investimentos é o desejo de adquirir um novo bem. Automóvel próprio foi destaque nas pesquisas, com aumento de 82,53% nas procuras. Leia Também Já o planejamento da aposentadoria teve a maior média de interesse contínuo, enquanto a compra da casa própria seguiu como a meta de maior apelo. "Antes de escolher onde colocar o dinheiro, a pessoa precisa dizer para que ele serve. Casa, carro e aposentadoria aproximam dinheiro de marcos da vida", afirmou a Planejar em relatório. O investimento por gênero e idade A pesquisa também indicou as diferenças geracionais e de gênero na hora de investir. Apenas 31% das mulheres declaram investir no Brasil, em comparação a 41% dos homens. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Além disso, 69% do público feminino afirma não utilizar ou desconhecer produtos financeiros e 51% delas avaliam a própria situação financeira de forma negativa. Entre os homens, essa percepção é menos frequente: 40% têm uma visão desfavorável da própria situação financeira. Já no recorte geracional, a digitalização transformou os hábitos dos mais jovens: 66% dos integrantes da Geração Z possuem conta em bancos digitais e 84% realizam as aplicações exclusivamente por aplicativos ou sites. A população jovem também tem mais interesse por ativos de maior volatilidade. Segundo a pesquisa, 52% dos participantes entre 16 e 29 anos pretendem ingressar no mercado de criptomoedas, enquanto 8% já possuem moedas digitais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O problema é que todo esse apetite por risco convive com um planejamento financeiro ainda frágil. O levantamento mostrou que, entre os jovens que possuem reservas, 57% avaliam que o dinheiro acumulado não seria suficiente para cobrir seis meses do próprio custo de vida. Em contrapartida, 75% dos idosos mantêm vínculos com bancos tradicionais. Além disso, 38% deles buscam orientação com gerentes ou assessores, canal que é utilizado por apenas 15% dos mais jovens. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
HGRU11: FII mantém dividendo de R$ 0,95 mesmo com resultado menor do que o distribuído
HGRU11: FII mantém dividendo de R$ 0,95 mesmo com resultado menor do que o distribuído O HGRU11 (Patria Renda Urbana FII) manteve o pagamento de R$ 0,95 por cota, mesmo após fechar agosto com resultado distribuível menor que o rendimento declarado aos cotistas. No mês, o fundo apurou resultado de R$ 0,88 por cota, a partir de uma receita total de R$ 1,10 por cota. O dividendo será pago em 15 de setembro. A diferença entre o resultado distribuível e o rendimento chegou a R$ 0,07 por cota. Agosto foi o segundo mês seguido em que o resultado ficou abaixo dos R$ 0,95 repassados pelo fundo imobiliário. Em julho, o resultado havia sido de R$ 0,83 por cota, enquanto a distribuição permaneceu no mesmo patamar. No relatório, a gestão discriminou o resultado distribuível de R$ 0,88 por cota, o resultado distribuído de R$ 0,95 por cota e a reserva acumulada de R$ 0,68 por cota. Resultado do HGRU11 avança em agosto Apesar de ainda inferior à distribuição, o resultado mensal avançou de R$ 0,83 por cota em julho para R$ 0,88 em agosto, alta próxima de 6% na comparação mês a mês. Parte desse desempenho não veio de receitas recorrentes dos imóveis. Segundo o relatório gerencial, houve recebimento equivalente a R$ 0,03 por cota referente a parcelas das vendas de duas lojas da Pernambucanas, classificado pela gestão como não recorrente. Em junho, o fundo havia registrado resultado distribuível de R$ 1,37 por cota, acima dos R$ 0,95 distribuídos. Naquele mês, o resultado foi reforçado por R$ 0,53 por cota, relativos à terceira parcela da venda do ativo Santo Alberto. Antes disso, em maio, o resultado foi de R$ 0,89 por cota, também abaixo da distribuição. Na ocasião, a venda de duas lojas Pernambucanas acrescentou R$ 0,09 por cota ao resultado. Segundo a gestão, as transações apresentaram TIR média ponderada de 27% e prêmio médio de 29% sobre os laudos patrimoniais. Em abril, a diferença também ocorreu: foram R$ 0,80 por cota de resultado distribuível ante R$ 0,95 de rendimento. Gestão projeta manter rendimento do HGRU11 A manutenção do rendimento em agosto já constava no planejamento da gestão. No relatório de julho, o fundo indicou que projetava manter os dividendos em R$ 0,95 por cota ao longo do segundo semestre. A projeção difere da possibilidade de aumento anteriormente considerada. Segundo a gestão, o incremento estava condicionado à captação integral da oferta de cotas, condição que não se confirmou. Com isso, a projeção apresentada para o segundo semestre de 2026 é de manutenção do pagamento mensal em R$ 0,95 por cota. No relatório de agosto, a gestão voltou a sinalizar esse valor como guidance de rendimento para o período. A projeção não representa garantia de rendimentos futuros. Vacância do fundo permanece em 0,8% No âmbito imobiliário, o relatório de agosto indicou estabilidade na ocupação do portfólio. Não houve movimentação de locatários no mês, e a vacância física ficou em 0,8%, mesmo percentual observado na vacância financeira. Ao fim de agosto, o portfólio somava 104 imóveis, 29 locatários e 613.427 metros quadrados de área bruta locável (ABL). O prazo médio remanescente dos contratos (WALE) estava em nove anos. Durante o mês, 11.736 metros quadrados passaram por reajustes. No quadro financeiro, o fundo apresentava patrimônio líquido de R$ 3,2 bilhões e alavancagem financeira equivalente a 5% do portfólio. A cota patrimonial estava em R$ 128,11, enquanto a cota de mercado considerada pelo relatório era de R$ 115,33, resultando em P/VP de 0,90 vez. O dividend yield de mercado informado era de 9,9% ao ano. Em síntese, agosto terminou com resultado distribuível de R$ 0,88 por cota, abaixo dos R$ 0,95 distribuídos, vacâncias física e financeira estáveis em 0,8% e manutenção do guidance de R$ 0,95 por cota para o segundo semestre de 2026. O pagamento do dividendo ocorre em 15 de setembro.
Perguntas Frequentes sobre KNRI11
Qual é a cotação de KNRI11 hoje na B3?
Quanto a KNRI11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de KNRI11?
O que significa o P/L e o P/VP de KNRI11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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