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Dólar Americano/Real Brasileiro

Atualizado: 2026-09-17 18:24:01

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Resumo Cambial: Dólar Americano/Real Brasileiro

O câmbio de Dólar Americano/Real Brasileiro (USD/BRL) está cotado a R$ 5,1260 para compra e R$ 5,1260 para venda, registrando uma variação de -0.46% no pregão atual. Nas últimas horas de negociação, a moeda registrou a cotação mínima de R$ 5,1227 e a máxima de R$ 5,1774.

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Um banco federal dos EUA especializado em criptomoedas acaba de adicionar tokens de urânio físico
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Um banco federal dos EUA especializado em criptomoedas acaba de adicionar tokens de urânio físico

Pontos principais O Anchorage Digital Bank tornou-se o primeiro banco com autorização federal a custodiar urânio tokenizado em 16 de setembro de 2026. O token xU3O8 está diretamente vinculado ao yellowcake físico mantido nos depósitos da Cameco sob a supervisão do trust Archax. Apesar da aprovação federal para custódia, o mercado do xU3O8 continua minúsculo, com uma valorização total oscilando em torno de US$ 9 milhões. Com uma capitalização de mercado modesta, oscilando um pouco acima de US$ 9 milhões, a iniciativa permite que fundos regulamentados mantenham uma commodity radioativa altamente restrita dentro das mesmas contas bancárias segregadas e protegidas contra falências que utilizam para bitcoin (BTC) e equivalentes de caixa. Um banco americano autorizado pelo governo federal agora terá prazer em manter seus direitos sobre o yellowcake radioativo juntamente com suas stablecoins. Em 16 de setembro de 2026, o Anchorage Digital Bank N.A. introduziu a custódia institucional para o xU3O8, um token na cadeia de blocos lastreado por concentrado físico de minério de urânio. O metal subjacente fica armazenado em tambores industriais nas instalações da Cameco, enquanto a propriedade beneficiária reside na Etherlink, uma rede de camada 2 construída sobre a Tezos. Essa estrutura contorna a burocracia onerosa que antes impedia totalmente que fundos comuns participassem de negociações de energia nuclear. A custódia regulamentada chegou para a energia atômica. Yellowcake em um invólucro digital O urânio físico nunca foi negociado como o cobre ou o milho. A aquisição tradicional exige redes de corretores personalizadas, autorizações regulatórias especializadas e pedidos mínimos volumosos. A liquidação costuma se estender por semanas. O token xU3O8, emitido pela Uranium.io com a empresa Archax — regulamentada no Reino Unido — atuando como administradora fiduciária, transforma esse direito legal em um ativo que pode ser transferido em questão de minutos. O pó físico não é combustível pronto para reatores, nem ninguém pode transformá-lo em arma por capricho sem um enriquecimento extensivo. Em vez disso, a Cameco mantém o metal propriamente dito em instalações certificadas, ao mesmo tempo em que publica auditorias regulares de comprovação de reservas. O token apenas representa a propriedade beneficiária sob a lei de trusts inglesa. Os clientes da Anchorage simplesmente depositam o direito digital em contas segregadas e protegidas contra falência. Por que o Estatuto é Importante Além disso, compradores institucionais raramente duvidavam se commodities físicas poderiam ser cunhadas na blockchain. O problema era encontrar alguém legalmente habilitado para deter as chaves. Os reguladores do Escritório do Controlador da Moeda (OCC) supervisionam a Anchorage, o que significa que as equipes de conformidade dispensam análises separadas de contrapartes para ativos exóticos. “As instituições não têm falta de interesse em ativos do mundo real tokenizados. O que lhes falta são locais para mantê-los que atendam a uma estrutura de risco”, explicou o CEO da Anchorage Digital, Nathan McCauley, durante o anúncio. Para um diretor de risco institucional, a diferença entre uma carteira offshore e um custodiante supervisionado pelo OCC é como a noite e o dia. Pequena oferta atende a demanda enorme O mercado em si continua minúsculo. Com o xU3O8 sendo negociado a cerca de US$ 5,66 por unidade, o valor de mercado total do token mal chega perto das capitalizações de mercado dos principais tokens. Esse valor mal daria para cobrir um erro de arredondamento no livro contábil de compras anuais de uma concessionária global. No entanto, os centros de dados de inteligência artificial (IA), que consomem muita energia, estão gerando um enorme interesse na geração nuclear de carga básica. Os alocadores, pegos de surpresa pela escassez de energia, querem exposição sem precisar alugar armazéns licenciados para materiais perigosos. Ben Elvidge, chefe de ativos alternativos da Trilitech, observou que a Anchorage essencialmente “remove o maior obstáculo que ouvimos dos gestores de portfólio”. Se os chefes de mesas institucionais realmente comprarão “yellowcake” digital em quantidade suficiente para fazer diferença, só o tempo dirá. A verdadeira questão é como os auditores bancários lidarão com um portfólio em que combustível nuclear, tokens em dólares e ativos criptográficos como o bitcoin compartilham uma tecnologia de registro distribuído semelhante.

Europa fecha em alta impulsionada pela queda do petróleo e das yields. PSI avança mais de 1%
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Europa fecha em alta impulsionada pela queda do petróleo e das yields. PSI avança mais de 1%

O PSI fechou a subir 1,37% nos 9.671,11 pontos, uma valorização de 1,37%. As ações que mais se destacaram pela positiva foram a EDP Renováveis, que subiu 2,16% para 12,79 euros, e a EDP, que valorizou 2,15% para 4,852 euros. 17 Setembro 2026, 17h33 Os mercados europeus encerraram a sessão desta terça-feira em terreno positivo, com os investidores a reagirem favoravelmente à queda do preço do petróleo e ao recuo das yields das obrigações soberanas. De acordo com a análise do Millennium BCP, os ganhos foram generalizados a quase todos os setores, com os mais cíclicos a liderarem as subidas. O PSI fechou a subir 1,37% nos 9.671,11 pontos, uma valorização de 1,37%. As ações que mais se destacaram pela positiva foram a EDP Renováveis, que subiu 2,16% para 12,79 euros, e a EDP, que valorizou 2,15% para 4,852 euros. A NOS também teve um desempenho notável, avançando 1,85% para 5,510 euros. O setor do retalho também contribuiu para os ganhos do índice, com a Jerónimo Martins a subir 0,95% para 18,06 euros e a Sonae a ganhar 0,96% para 2,105 euros.Em contraciclo, a Teixeira Duarte foi a única a registar perdas, recuando 0,21% para 0,4825 euros. No resto da Europa, o Euro Stoxx 50 fechou nos 2.589,39 pontos, uma subida de 0,43%, enquanto o Stoxx 600 avançou 0,86%. O FTSE 100 (Reino Unido) terminou nos 10.816,14 pontos (+1,19%), o CAC 40 (França) fixou-se nos 8.186,93 pontos (+0,57%) e o DAX (Alemanha) atingiu os 25.716,71 pontos (+0,70%). Em Itália, o FTSE MIB subiu para 52.385,50 pontos (+0,80%), e em Espanha, o IBEX 35 fechou nos 19.831,80 pontos (+1,00%). Segundo os analistas do Millennium BCP, “os índices europeus encerram em alta, impulsionados por uma queda nas yields de dívida soberana e pelo recuo nos preços do petróleo, após notícias de que a Arábia Saudita pretende restaurar cerca de metade da capacidade do seu oleoduto em poucos dias”. O banco de investimento do BCP acrescenta ainda que, no Reino Unido, o Banco de Inglaterra manteve a taxa de juro inalterada como o antecipado pelo mercado. No mercado de matérias-primas, o petróleo continua a desvalorizar. O WTI (NYMEX) recua 1,38% para 101,02 dólares, enquanto o Brent (ICE) caiu 2,42% para 103,27 dólares. No mercado secundário de dívida, as yields das obrigações a 10 anos acompanharam a tendência de queda, com os juros da Alemanha a caírem 2,98 pontos base para 3,48%; os de Portugal a recuarem -2,72 pontos base 3,83%; os de Espanha a caírem -2,83 pontos base para 3,94%; e os juros de Itália a fixarem-se em 4,34% (-2,49 pontos base). Thadeu Dos Santos, Diretor Regional na Infinox, destacou que “o dólar americano recuou ligeiramente nesta quinta-feira, mas permaneceu próximo das máximas de várias semanas, após ter avançado em reação à decisão de política monetária do Federal Reserve. O Fed elevou sua taxa básica de juros em 25 pontos-base, conforme amplamente esperado. As projeções atualizadas mostraram que quase todos os dirigentes esperam pelo menos mais um aumento de juros neste ano. Os membros do Fed projetam a taxa mediana dos Fed Funds em 4,1% neste ano e esperam que permaneça inalterada em 2027, antes de recuar ligeiramente posteriormente, indicando projeções mais elevadas em relação a junho”. A atenção dos investidores vira-se agora para amanhã, com o Banco do Japão no centro das atenções, onde é antecipado um aumento de 25 pontos base.

Governo Trump quer selo de origem para carne bovina nos EUA
UOL - Notícias

Governo Trump quer selo de origem para carne bovina nos EUA

O governo Trump espera que a obrigatoriedade de informar o país de origem da carne ajude a amenizar os problemas do setor bovino americano. Criadores de gado estão descontentes com o plano do presidente Donald Trumpde importar mais de 299 mil toneladas de aparas de carne bovina magra, que são misturadas a aparas de gordura para produzir carne moída, com tarifas reduzidas. Uma maior concorrência com a carne estrangeira reduziria o preço recebido pelos pecuaristas por seu próprio gado. A administração quer dar aos consumidores uma opção e, ao mesmo tempo, tentar apaziguar os pecuaristas: procurar carne totalmente americana e, potencialmente, pagar mais por ela, ou escolher a alternativa importada, mais barata. Donald Trump fala durante evento de apoio a pecuaristas no Salão Oval da Casa Branca, em Washington. O governo espera que americanos paguem mais pela carne bovina produzida nos EUA. - Kent Nishimura - 04.set.26/AFP "Meu objetivo e minha principal prioridade ao trazer essa rotulagem de volta são, em primeiro lugar, proteger o pecuarista americano e, em segundo, proteger o consumidor americano", disse a secretária de Agricultura, Brooke Rollins, em entrevista. Publicidade A nova iniciativa enfrenta resistência, já que o setor pecuário está dividido sobre a utilidade da rotulagem obrigatória. Varejistas, frigoríficos, confinadores e pecuaristas com grandes rebanhos afirmam que a medida impõe custos excessivos. Já pecuaristas independentes e aqueles com rebanhos menores dizem que é possível fazer isso a baixo custo e que a medida beneficiaria seus resultados financeiros. Neste mês, o presidente assinou uma ordem executiva que estabelece uma série de novas regras para os setores de carne bovina e pecuária. A parte referente à rotulagem determina que a secretária de Agricultura e o representante comercial dos Estados Unidos revisem as normas e apresentem, em 90 dias, uma análise econômica da obrigatoriedade de informar o país de origem. Depois, eles poderão emitir novas regras, caso isso seja permitido por lei, ou fazer recomendações ao Congresso sobre as leis que consideram necessárias para tratar do tema. Publicidade Qualquer mudança nas regras de rotulagem não entraria em vigor antes de 2027. A maioria das frutas, verduras, peixes e algumas carnes frescas vendidas em supermercados americanos já precisa informar o país de origem. Carne bovina e suína, porém, não estão sujeitas à exigência, devido a uma história complexa de leis e disputas comerciais. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões A Farm Bill de 2002, legislação que reúne políticas agrícolas dos EUA, exigiu que os varejistas informassem a origem da carne bovina fresca e de diversos tipos de carne, frutas e verduras. Uma ampliação aprovada em 2008 incluiu o frango na lista e modificou as regras para a carne bovina. Canadá e México recorreram à OMC (Organização Mundial do Comércio), alegando que as exigências violavam acordos comerciais porque os obrigavam a gastar milhões de dólares para cumprir as regras. A OMC deu razão aos dois países e permitiu que Canadá e México impusessem mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,13 bilhões) em tarifas retaliatórias sobre produtos dos Estados Unidos. Para evitar essas tarifas, o Congresso americano revogou, em 2015, as regras de rotulagem para carne bovina e suína, mas as manteve para outros produtos, como frango, frutas e verduras frescas. Uma eventual retomada formal da rotulagem obrigatória provavelmente terá de ser aprovada pelo Congresso e lidar com a decisão anterior da OMC. "Se o Congresso não estiver disposto a agir, há outras coisas que podemos fazer", disse Rollins. Ela sugeriu, por exemplo, que a carne bovina de outros países poderia receber um rótulo com a inscrição: "Não é produto dos EUA". O gado normalmente passa pelas mãos de diversos agentes antes de chegar aos supermercados. O animal pode sair do pasto e passar por leilão, criação de recria, confinamento, frigorífico e varejista. Cada etapa acrescenta custos para rastrear e certificar a origem do animal. A United States Cattlemen’s Association, associação de pecuaristas dos Estados Unidos, apoia a rotulagem obrigatória do país de origem, desde que ela possa ser implementada de acordo com as regras da OMC. "Eles não deveriam poder pegar carona no nosso esforço simplesmente porque têm autorização para trazer carne para cá e misturá-la à nossa", disse Justin Tupper, presidente da organização, referindo-se aos produtores estrangeiros de carne bovina. Publicidade Mesmo alguns dos defensores da medida reconhecem, porém, que pesquisas indicam que a rotulagem obrigatória não seria uma solução para todos os problemas. Em 2015, o economista-chefe do Departamento de Agricultura dos EUA concluiu que os benefícios econômicos da adoção da rotulagem de origem "seriam insuficientes para compensar os custos das exigências". Havia também poucas evidências de que os consumidores mudassem seus hábitos de compra quando recebiam informações sobre a origem dos produtos. A carne bovina também ficou mais cara. O preço de uma libra (454 gramas) de carne moída subiu 64% desde a publicação do relatório e 16% quando descontada a inflação, segundo o Bureau of Labor Statistics, o órgão americano de estatísticas trabalhistas. "Somos todos americanos orgulhosos e queremos colocar uma bandeira no produto e fazer com que as pessoas consumam o que produzimos", disse Craig Uden, presidente da Nebraska Cattlemen, que apoia a rotulagem voluntária, mas não a obrigatória. "Mas também sabemos que as pessoas vão comprar aquilo que quiserem comprar." Glynn Tonsor, economista especializado em pecuária da Universidade do Estado do Kansas, conduz uma pesquisa mensal chamada Meat Demand Monitor (Monitor de Demanda de Carne em tradução livre). O país de origem aparece regularmente em penúltimo lugar, à frente apenas do impacto ambiental, entre os atributos que os entrevistados consideram importantes na hora de comprar carne. Sabor e frescor lideram a lista. Publicidade "Isso me diz que o americano médio não dá tanta prioridade a isso quanto dá ao sabor, frescor, segurança, preço, valor nutricional e outros fatores", disse Tonsor. Tonsor e outros economistas também concluíram que as regras de rotulagem de origem de 2008 teriam custado mais de US$ 8 bilhões (R$ 41,2 bilhões) ao setor de carne bovina e pecuária ao longo de uma década. A maior parte desse custo teria recaído sobre os varejistas, mas os pecuaristas teriam desembolsado centenas de milhões de dólares para rastrear e fornecer informações sobre a origem do gado aos compradores. Defensores da medida afirmam que avanços tecnológicos podem tornar o rastreamento da carne mais barato atualmente, e que as regras sobre quais produtos precisam receber o selo e de que forma poderiam ser modificadas. Rollins disse que o movimento Make America Healthy Again (Faça os Estados Unidos saudável novamente) e a ênfase dada à carne vermelha nas novas diretrizes alimentares são sinais de que os americanos se importam com proteínas e com sua origem. Mas qualquer mudança chegará tarde demais para afetar as finanças imediatas dos pequenos pecuaristas. O outono é a época em que a maior parte do gado é vendida —seis meses depois do nascimento dos bezerros na primavera—, e os preços do gado vivo caíram 14% desde o fim de junho. Alguns pecuaristas atribuem a queda ao aumento das importações e à incerteza no setor pecuário. "Não precisamos de mais políticas públicas", disse Uden. "Precisamos deixar o mercado funcionar. Eu realmente não quero que o governo faça o marketing do meu produto."

Perguntas Frequentes sobre Câmbio (USD/BRL)

Qual é a cotação de Dólar Americano/Real Brasileiro hoje?
A cotação de Dólar Americano/Real Brasileiro está em R$ 5.1260 para compra (bid) e R$ 5.1260 para venda (ask), com variação de -0.46% no dia.
Qual a diferença entre preço de compra (bid) e de venda (ask)?
O preço de compra (bid) é o valor pelo qual o mercado compra a moeda de você, enquanto o preço de venda (ask) é quanto você paga para adquiri-la. A diferença entre os dois valores é o spread cambial praticado pelas instituições.
Qual foi a cotação máxima e mínima de USD/BRL hoje?
Ao longo do dia, o câmbio oscilou entre a mínima de R$ 5.1227 e a máxima de R$ 5.1774.
Onde acompanhar a cotação de moedas e câmbio em tempo real?
No Cotações Hoje você acompanha cotações em tempo real de Dólar, Euro, Libra Esterlina, Iene, Peso Argentino e mais de 20 moedas internacionais atualizadas continuamente.
Aviso Legal sobre Câmbio: As cotações de câmbio são fornecidas para fins informativos e representam taxas de referência do mercado comercial (interbancário). Taxas para compra em casas de câmbio (turismo), transferências internacionais ou cartões de crédito podem incluir spread, IOF e outras tarifas operacionais.