VA

VALE3

Materiais Básicos

Vale S.A.

CNPJ: 33592510000154

Preço Atual
R$ 74,64
-2.15%
Abertura
R$ 76,38
Fec. Ant: R$ 74,51
Variação Dia
Min: R$ 73,95
Max: R$ 76,48
52 Semanas
Mín: R$ 52,86
Máx: R$ 91,62
Volume
23.582.200
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
7.00%
P/L
38.96
P/VP
1.72
LPA
R$ 1,96
VPA
R$ 44,30
EV/EBITDA
7.94
EV/EBIT
12.09
P/EBITDA
6.52
P/EBIT
9.93
P/Receita (PSR)
1.55
P/FCO
6.69
P/FCL
25.72
EV/Receita Líq.
1.89
EV/FCO
8.15
EV/FCL
31.31
Earning Yield
8.27%
Enterprise Value
R$ 412,23 Bi
Valor de Mercado
R$ 338,62 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
1.42
Dív. Líquida/PL
0.39
Dívida Líquida
R$ 73,61 Bi
Liq. Corrente
1.19
PL/Ativos
0.40
Passivos/Ativos
0.60
Liq. Seca
0.77
Liq. Imediata
0.34

Indicadores de Eficiência

Margem Bruta
34.92%
Margem EBITDA
23.81%
Margem EBIT
15.64%
Margem Líquida
3.99%

Indicadores de Rentabilidade

ROE
4.42%
ROIC
11.67%
ROA
1.88%
Giro do Ativo
0.46

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
4.04%
CAGR Lucro
-68.82%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 34.92%
Margem EBITDA 23.81%
Margem Operacional 15.64%
Margem Líquida 3.99%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 50,60 Bi
FCL R$ 13,17 Bi
Caixa Total R$ 29,84 Bi
Caixa/Ação R$ 6,72
Receita e Dívida
Receita Total R$ 218,07 Bi
Lucro Bruto R$ 76,16 Bi
EBITDA R$ 51,93 Bi
Dívida Total R$ 190,53 Bi
Crescimento
Receita 4.04%
Lucro -68.82%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 213.595,00 Mi R$ 206.005,00 Mi R$ 208.066,00 Mi R$ 226.508,00 Mi
Lucro Bruto R$ 74.708,00 Mi R$ 74.687,00 Mi R$ 88.050,00 Mi R$ 102.313,00 Mi
EBITDA R$ 31.969,00 Mi R$ 55.459,00 Mi R$ 65.272,00 Mi R$ 90.326,00 Mi
Lucro Líquido R$ 11.811,00 Mi R$ 30.431,00 Mi R$ 40.554,00 Mi R$ 96.337,00 Mi

Sobre a VALE3

Setor
Materiais Básicos
Indústria
Mineração de Minerais Metálicos
Funcionários
64.610
Market Cap
R$ 318,01 Bi
Descrição do Negócio

A Vale S.A. (VALE3) é uma companhia brasileira de mineração e metais, com foco principal na produção de minério de ferro e de metais para transição energética. A empresa também atua na produção de pelotas de minério de ferro e, no segmento de metais básicos, em produtos como níquel, cobre, cobalto e metais do grupo da platina, além de subprodutos como ouro e prata. A estrutura operacional é reportada principalmente em dois grandes negócios: Iron Solutions (soluções em minério de ferro) e Energy Transition Metals (metais para transição energética), além de atividades corporativas. No negócio de minério de ferro, a companhia opera sistemas integrados de mina, ferrovia e porto no Brasil para extração, beneficiamento e escoamento de grandes volumes para o mercado internacional. A Vale também opera infraestrutura logística própria e dedicada, incluindo ferrovias, terminais marítimos e portos, o que reduz dependência de terceiros no transporte de carga mineral. Essa integração operacional é parte central do modelo de negócios da companhia, com distribuição para siderúrgicas e clientes industriais em diferentes regiões. Em posição de escala global, a empresa figura entre os maiores produtores mundiais de minério de ferro e níquel. Sua presença geográfica inclui operações e/ou ativos em países como Brasil, Canadá, Indonésia, Omã, China, Japão, Malásia e Reino Unido, com vendas para mercados internacionais, especialmente cadeias industriais de aço e de materiais para eletrificação.

Dividendos

JCP R$ 1,5695
Pagamento: 04/03/2026
DIVIDENDO R$ 0,7681
Pagamento: 04/03/2026
DIVIDENDO R$ 1,2441
Pagamento: 07/01/2026
JCP R$ 1,8954
Pagamento: 03/09/2025
DIVIDENDO R$ 2,1418
Pagamento: 14/03/2025
JCP R$ 0,5205
Pagamento: 14/03/2025
JCP R$ 2,0938
Pagamento: 04/09/2024
DIVIDENDO R$ 2,7385
Pagamento: 19/03/2024
JCP R$ 0,7658
Pagamento: 01/12/2023
DIVIDENDO R$ 1,5659
Pagamento: 01/12/2023

Notícias relacionadas

Quais são os custos das desigualdades?
UOL - Notícias 04/08/2026

Quais são os custos das desigualdades?

Partindo de uma sociedade igualitária, várias desigualdades vão surgir naturalmente. As diferenças decorrentes de esforços e preferências individuais fazem parte de qualquer país. Pessoas assumem riscos diferentes e fazem escolhas distintas. Seria estranho imaginar que todas terminassem a vida na mesma situação. Porém, o desafio começa na geração seguinte. A desigualdade produzida em uma geração transforma-se em desigualdade de oportunidades na próxima. Famílias que acumularam mais recursos conseguem oferecer vantagens aos filhos. Essas vantagens aumentam suas chances de acumular mais patrimônio. Parte desse patrimônio será novamente transmitida à geração seguinte. Então, a loteria do nascimento começa a ganhar mais peso. É aqui que uma discussão normalmente tratada como questão de justiça social se transforma também em um desafio econômico. Vista aérea da divisa entre Paraisópolis e Morumbi, em São Paulo - Gabriel Cabral - 18.set.21/Folhapress Uma economia funciona melhor se as pessoas conseguirem chegar às posições nas quais suas capacidades individuais são mais bem usadas. Pode até parecer óbvio. Contudo, sociedades desiguais fazem algo diferente. Elas costumam selecionar pessoas pela origem que tiveram. E isso tem o seu preço. Uma parte substantiva do capital humano deixa de ser desenvolvida. Pessoas são alocadas de maneira pior. A produtividade diminui. O crescimento econômico é menor do que seria em uma sociedade capaz de aproveitar melhor as capacidades espalhadas pela população. E quanto maior for a influência familiar sobre o destino de uma pessoa, menor tende a ser a capacidade da sociedade de descobrir quem poderia fazer o quê. Uma economia dinâmica precisa permitir duas coisas. Pessoas que começam embaixo precisam conseguir subir. Pessoas que começam em cima precisam correr algum risco de cair. Se os filhos dos pobres raramente chegam ao topo e os filhos dos ricos raramente deixam o topo, o país começa a se parecer menos com uma economia competitiva e mais com um sistema de reprodução de posições sociais. E as consequências ultrapassam o patrimônio. Quando a origem familiar determina excessivamente quem chega às melhores posições, a sociedade passa a aproveitar apenas uma parcela limitada de seu estoque de recursos humanos. E existe uma ironia nisso para as elites econômicas. A desigualdade que as beneficia é a mesma que, simultaneamente, prejudica o ambiente do qual uma parte de sua riqueza depende. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... Empresas precisam de trabalhadores qualificados. Investidores precisam de boas empresas. Uma economia sofisticada precisa encontrar talentos em uma população inteira, e não apenas entre aqueles que nasceram nas famílias mais ricas. E, ainda mais importante, tem-se que o atual pacto social está esfarelando, e a hipótese de ruptura não deveria ser descartada. É justamente sobre esses custos que Daniel Duque e eu discutimos em nosso novo livro, "Os Custos das Desigualdades: uma carta às elites econômicas". No dia 19 de agosto, em São Paulo, teremos o lançamento do livro na Conferência Ethos, das 16h45 às 17h35, no Sesc Pinheiros. Na mesma noite, das 19h30 às 22h, faremos o lançamento na Livraria da Travessa, em Pinheiros. No dia 20 de agosto, estaremos no Rio de Janeiro, na Livraria Blooks, em Botafogo, das 19h às 22h. Será ótimo encontrar vocês por lá. O texto é uma homenagem à música "Oricuri (segredo do sertanejo)", de João do Vale.

Mercadinho famoso de Ipanema estaria na mira do mercado imobiliário
Fundos Imobiliários Brasileiros 04/08/2026

Mercadinho famoso de Ipanema estaria na mira do mercado imobiliário

Quem acompanha o mercado imobiliário da Zona Sul sabe que, hoje, em Ipanema, qualquer placa de venda, mudança de comércio ou movimentação em um daqueles predinhos antigos do bairro rapidamente vira assunto. E não é por acaso. Embalada pelos incentivos urbanísticos do programa Reviver Centro, que permite a incorporadoras obter potencial construtivo na Zona Sul em troca da recuperação de construções no Centro do Rio, a região vive uma nova fase de transformação. Antigos edifícios de poucos andares ou com baixa ocupação passaram a ser alvo de incorporadoras, que enxergam ali a oportunidade de erguer projetos maiores, muitos voltados ao mercado de alto padrão e ao aluguel por temporada. Não demorou para que essa onda de especulações alcançasse outro endereço tradicional do bairro. Depois de o Salão Care deixar seu imóvel após a venda do prédio para uma incorporadora, foi a vez do mercadinho Kicarnes entrar na roda de fofoca. O rumor, inclusive, ganhou força após reportagem publicada pelo Jornal do Brasil afirmar que uma das unidades da rede estaria na mira de fundos imobiliários em aquisições que vem sendo feito na região. O DIÁRIO DO RIO foi apurar. A origem da história estaria na filial da Rua Visconde de Pirajá, 224, entre as ruas Vinicius de Moraes e Farme de Amoedo. Segundo a reportagem do JB, fundos imobiliários teriam interesse no conjunto do imóvel para desenvolver um novo empreendimento, o que poderia levar ao fechamento temporário da loja durante o período de obras. Ainda de acordo com a publicação, um fundo imobiliário já teria adquirido algumas unidades do edifício residencial e negociava com a família proprietária do Kicarnes – dona da loja no térreo e de apartamentos no prédio – a compra dos imóveis restantes para viabilizar a demolição do edifício. Como parte da negociação, além do pagamento em dinheiro, estaria sendo oferecida uma futura loja no térreo do novo empreendimento, com área pelo menos 50% maior que a atual. Boom imobiliário em Ipanema Levantamento do Sinduscon-Rio em parceria com a Brain Inteligência Estratégica mostra que os lançamentos residenciais em Ipanema cresceram 294% entre os períodos de 2019-2021 e 2022-2024. A média anual saltou de 63 para 214 unidades, impulsionada pelos incentivos do Reviver Centro, pelo novo Plano Diretor e pelos programas Mais Valia e Mais Valerá. Os números ajudam a explicar o apetite do mercado. Ipanema lidera a absorção de imóveis novos no Rio, com 65,9% das unidades comercializadas, e registra um preço médio de R$ 42 mil por metro quadrado, atrás apenas do Leblon.

Fique rico com a CRISE de 2026 – Investidor Sardinha
Dólar Hoje 04/08/2026

Fique rico com a CRISE de 2026 – Investidor Sardinha

No ano passado eu fiz um vídeo defendendo uma tese que, na época, soava quase teimosa: o Brasil estava barato e muito! Enquanto boa parte do mercado financeiro entrava em pânico com o cenário político e recomendava tirar tudo do país, eu segui na direção contrária. E agora, chegou a hora de fazer a prestação de contas! Será que acertei ou errei? E, mais importante, o que podemos esperar de 2026? Bom, antes, vamos começar com um recap das minhas previsões para o ano passado. Veja também: Como investir em 2026? O foco agora é outro O que estava em jogo em 2025? A minha tese era simples: empresas lucrativas estavam sendo negociadas por valores abaixo do próprio patrimônio. Uma empresa com 1 milhão em patrimônio sendo vendida por 800 mil, por exemplo. O motivo? Medo generalizado com a capacidade do presidente de “destruir a economia”, somado à incerteza do tarifaço de Donald Trump e a uma enxurrada de acusações que davam o tom do noticiário. Enquanto a maioria recomendava dolarizar o patrimônio ou fugir para o Bitcoin, a aposta aqui era outra. O mercado até brinca de precificar de forma irracional por um tempo, mas no fim das contas ele precisa entregar a realidade. E a realidade chegou. O Ibovespa fechou 2025 com alta de 34%, a maior desde 2016, batendo recorde de 198 mil pontos em abril de 2026. Ou seja, quem comprou Brasil, ganhou dinheiro. Do outro lado, quem entrou em pânico e dolarizou tudo, levou um baque. O dólar caiu 6% no período. Olhando só para 2025, o Ibovespa em dólar subiu 44%, porque o real se fortaleceu. Muita gente comprou dólar a R$ 6,24 e viu a moeda cair para menos de R$ 5 reais depois. Quem fugiu para o dólar no desespero, simplesmente perdeu dinheiro. E não é à toa que boa parte dos influenciadores que gravaram vídeos incentivando essa fuga já apagaram o conteúdo. A lição aqui não é que dólar seja um mau investimento. Pelo contrário, diversificar em dólar continua sendo uma estratégia inteligente, e hoje até melhor do que era naquele momento. O problema é comprar por desespero, no pico do pânico, sem método. Em 2026 o jogo é diferente A boa notícia é que parte do desconto que existia na bolsa brasileira ainda está disponível. A má notícia é que a janela mudou de figura, porque agora estamos em ano eleitoral e isso deixa o mercado mais volátil por natureza. O Banco Central iniciou o corte da Selic em março e o mercado já projeta a taxa em 14% ou menos até o fim do ano. Historicamente, toda vez que a Selic cai, o dinheiro que estava acomodado na renda fixa começa a migrar para a renda variável e esse movimento tende a empurrar as ações para cima. O problema é que, em ano eleitoral, esse movimento não é linear. Uma declaração de um candidato, uma pesquisa eleitoral, uma classificação de facção criminosa, qualquer notícia dessas pode fazer o mercado devolver ganhos em questão de dias. Isso não é um bug do sistema, é a própria natureza do mercado. Ele não necessariamente torce para que as coisas melhorem, ele torce para que sejam previsíveis. Existe gente ganhando dinheiro vendido, apostando na queda, e para essa gente um cenário ruim é ótimo. Entender essas nuances ajuda a não se assustar com movimentos que parecem incompreensíveis à primeira vista. A regra de ouro do ano eleitoral Se tem uma regra para guiar o investidor em 2026, é essa: monte uma lista de empresas boas para comprar e espere os políticos fazerem o trabalho sujo de derrubar o preço. Quando o cenário parecer o fim do mundo, é hora de comprar. Quando estiver tudo maravilhoso, é hora de ficar quieto. Isso vale tanto para quem investe, quanto para quem empreende. Girar patrimônio sem necessidade é como usar sabonete: quanto mais você mexe, menor ele fica. O dinheiro novo que entra é o que deve ser realocado conforme a estratégia. O que já está investido, na maioria das vezes, é melhor deixar quieto. Entenda: Diferença entre instabilidade econômica e crise econômica O outro lado da crise: quem prospera Uma coisa importante sobre crise no capitalismo: ela nunca é igual para todo mundo. A tristeza de quem vendeu tudo por pânico foi a alegria de quem comprou na baixa. Enquanto o mercado inteiro estava demitindo em 2025, foi justamente o momento de contratar, crescer e fechar contratos mais longos com fornecedores desesperados por segurança. Isso vale para negócios também. Quando o concorrente está com medo de investir, essa é exatamente a hora de investir. O segredo está em ter caixa suficiente para atravessar a fase ruim e estar pronto quando a virada chegar, porque de nada adianta o cenário melhorar se a empresa não estiver preparada para vender, produzir ou crescer. Qual a melhor estratégia para 2026? Definir a estratégia de alocação, seja 50% renda fixa e 50% renda variável ou qualquer outra proporção que faça sentido para o seu perfil e seguir o método com disciplina. Aportar quando o mercado cair e ficar quieto quando ele subir demais. Ignorar o barulho eleitoral de curto prazo e lembrar que, historicamente, os melhores negócios do Brasil nasceram justamente em meio à crise. Crise, por aqui, não é exceção. É o cenário padrão. E quem aprendeu a jogar dentro dessas regras, em vez de esperar por um ambiente ideal que talvez nunca chegue, é quem constrói patrimônio de verdade. Quer conferir mais algumas dicas sobre como investir agora em 2026? Então, assista ao vídeo em que explico melhor sobre! E se você quer aprender a investir, mas não sabe por onde começar, te convido a conhecer a AUVP, que é nossa escola de investimentos. Faça a sua análise de perfil e se você receber aprovação, além de utilizar um sistema inteligente para a gestão de seus ativos, você vai aprender a investir no Brasil e no mundo inteiro. E para ficar por dentro das principais informações do mercado financeiro, acompanhe os conteúdos do canal @investidorsardinha e do perfil @oraulsena no Instagram. Leia também: Como encontrar boas ações na bolsa de valores?