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Atualizado: 19/06/2026

Preço Atual
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Criptomoedas abandonam de vez recuperação e têm dia de queda generalizada
Criptomoedas 19/06/2026

Criptomoedas abandonam de vez recuperação e têm dia de queda generalizada

As criptomoedas operam em queda nesta sexta-feira, 19, e devolvem todo o ganho do começo da semana, quando o acordo para o fim da guerra entre Estados Unidos e Irã havia melhorado o apetite por risco. Ontem, os ativos digitais reagiram negativamente à sinalização de que o Federal Reserve (Fed) irá elevar os juros dos Estados Unidos neste ano. A notícia deixou claro que as condições monetárias devem continuar desfavoráveis para ativos de renda variável, como os criptoativos, por causa da menor liquidez global e da maior atratividade da renda fixa. Aproveite até 60% de desconto na taxa de corretagem com a Mynt, plataforma cripto do BTG Pactual. Por tempo limitado! Abra sua conta e se torne um cliente VIP. Cupom: FOM26. Às 10h39 (horário de Brasília), o ether, moeda digital da rede Ethereum, cai 2,1%, a US$ 1.694, enquanto o bitcoin tem queda de 1,5%, a US$ 62.887. Entre os fundos negociados em bolsa (ETFs, na sigla em inglês) de ether à vista negociados nas bolsas dos EUA, foi registrada ontem uma saída líquida de capital de US$ 12,8 milhões, no segundo pregão consecutivo de saldo negativo. O único alvo dos saques líquidos foi o ETHA, da BlackRock, com US$ 12,8 milhões de excesso de vendas de cotas em relação às compras. Do lado das outras altcoins, as criptomoedas que não são o bitcoin, o XRP, token de pagamentos internacionais utilizado pela Ripple, tem perdas de 2,1%, a US$ 1,13. Já o BNB, token da Binance Smart Chain, tem baixa de 2,3%, a US$ 574,79; a solana registra perdas de 3,1%, a US$ 68,63; e a TRX, da blockchain Tron, registra leve variação positiva de 0,1%, a US$ 0,32. Grande sensação de 2026 com um desempenho positivo que desafia o mau humor geral do setor cripto, a HYPE, da Hyperliquid, cai 3,4%, a US$ 68,17 após bater sua máxima histórica nos US$ 76,70 na terça-feira, 16. Caso Strategy Do lado do bitcoin, o principal driver pessimista para o preço é a situação de caixa da Strategy, primeira e maior tesouraria de ativos digitais de capital aberto do mundo. O analista Vinicius Bitelo, do BTG Pactual, afirma que a companhia recomprou dívida com desconto usando aproximadamente US$ 1,3 bilhão há um mês, o que reduziu sua posição de caixa, e depois vendeu 32 bitcoins. O problema é que, ao somar os custos operacionais da empresa com o pagamento dos dividendos das ações preferenciais STRC, o consumo estimado equivale a cerca de oito meses do caixa que a Strategy tem agora. “Diante disso, o conselho da Strategy pode ter de tomar uma decisão importante nos próximos meses: vender parte dos bitcoins em carteira para honrar os dividendos ou emitir novas ações da MSTR. Esse risco já parece estar sendo refletido no mercado, com a STRC negociando bem abaixo do valor de face de US$ 100, chegando a cair abaixo de US$ 85 e encerrando o pregão a US$ 87”, destaca Bitelo. Siga o Future of Money nas redes sociais: Instagram | X | YouTube | Tik Tok

Microsoft descobre malware que se espalha por USB e rouba carteiras de criptomoedas desde fevereiro
Criptomoedas 19/06/2026

Microsoft descobre malware que se espalha por USB e rouba carteiras de criptomoedas desde fevereiro

Existe um tipo de ameaça digital que parece anacrônica em tempos de computação em nuvem: o pendrive infectado. Mas é exatamente esse vetor que tem causado estragos reais desde fevereiro deste ano, segundo um alerta publicado pela Microsoft. A empresa identificou um malware classificado como “crypto clipper”, detectado pelo Defender Antivirus sob o nome Trojan:Win32/CryptoBandits, que se propaga por dispositivos USB e tem como alvo direto carteiras de criptomoedas. O detalhe mais preocupante não é apenas o roubo em si, mas a sofisticação do ciclo de infecção. O código combina técnicas de worm, que se replicam automaticamente, com interceptação da área de transferência do Windows. Quem opera com Bitcoin ou Ethereum precisa entender exatamente como essa ameaça funciona para não se tornar a próxima vítima. Como o malware se instala e rouba seed phrases O processo começa quando o usuário conecta um pendrive infectado ao computador. Dentro do dispositivo há um arquivo de atalho malicioso com extensão “.lnk”, que se disfarça de documento legítimo. Ao clicar no atalho, o sistema executa a instalação de um worm no PC sem qualquer aviso visível para o usuário comum. Cursos BlockTrends Aprenda cripto do zero, sem pagar nada. Dezenas de cursos em vídeo, do primeiro satoshi à análise avançada. Comece agora, no seu ritmo. Ver cursos grátis → ● 100% grátis Fundamentos Cripto 7 cursos · 31 aulas Trader Cripto 18 cursos · 80 aulas Soberania Bitcoin 10 cursos · 44 aulas 3 trilhas grátis Uma vez instalado, o malware opera em duas frentes simultâneas. A primeira monitora a área de transferência do Windows, o famoso “Ctrl+C / Ctrl+V”, a cada 500 milissegundos. Isso significa que, no intervalo de meio segundo, o código verifica se o usuário copiou algo que se pareça com uma seed phrase, uma chave privada de carteira Bitcoin ou Ethereum, ou qualquer sequência sensível. Quando identifica dados relevantes, o malware envia as informações para um servidor controlado pelo atacante por meio da rede Tor, que oferece anonimato na comunicação. Além da seed phrase ou chave privada capturada, o código também registra cinco capturas de tela consecutivas, com intervalo de dez segundos entre cada uma, oferecendo ao invasor um retrato completo do que a vítima estava fazendo naquele momento. Como já abordamos em nossa cobertura de cibersegurança, esse tipo de ataque explora um comportamento rotineiro: copiar e colar endereços. É exatamente essa confiança automática que os criminosos manipulam. Troca silenciosa de endereço na hora da transferência A segunda camada do ataque é ainda mais traiçoeira. Quando o usuário copia um endereço de carteira para enviar fundos, o malware substitui silenciosamente esse endereço por outro controlado pelo atacante. A troca acontece entre o momento do “copiar” e o momento do “colar”. Na prática, a vítima acredita estar enviando criptomoedas para o destinatário correto, mas o valor vai direto para o criminoso. Esse tipo de interceptação não é novidade no universo de ameaças digitais, mas a combinação com propagação via USB e exfiltração pela rede Tor torna o CryptoBandits mais difícil de rastrear. A cadeia de custódia dos fundos roubados se dilui em camadas de anonimato. Para quem opera valores significativos em cripto, a lição é clara: nunca confie cegamente no endereço colado. Verificar os primeiros e últimos caracteres do endereço antes de confirmar qualquer transação é uma prática básica de segurança que já discutimos diversas vezes e que se torna cada vez mais urgente. O ciclo de propagação por pendrives limpos O que transforma essa ameaça em algo especialmente persistente é seu mecanismo de replicação. O worm não se limita a infectar o computador. Ele aguarda que um novo pendrive limpo seja conectado à máquina comprometida. Quando isso acontece, o malware escaneia o conteúdo do USB em busca de arquivos comuns: documentos Word, planilhas Excel, PDFs. Esses arquivos são substituídos por atalhos maliciosos com os mesmos nomes. O usuário vê os mesmos títulos de arquivos que esperava encontrar, mas ao clicar em qualquer um deles em outro computador, o ciclo de infecção recomeça. É um modelo de distribuição que se aproveita de ambientes corporativos e educacionais, onde pendrives ainda circulam com frequência entre máquinas compartilhadas. Um único dispositivo infectado pode comprometer dezenas de computadores em questão de dias. O que fazer para se proteger do CryptoBandits A Microsoft publicou uma série de recomendações técnicas para mitigar o risco. A mais direta é desabilitar o AutoRun para mídias removíveis, impedindo que qualquer código seja executado automaticamente ao conectar um pendrive. Em ambientes corporativos, a empresa sugere bloquear a execução de arquivos .lnk em drives USB por meio de políticas de grupo (Group Policy) e restringir hosts de script como wscript.exe e cscript.exe. Para usuários do Microsoft Defender, a empresa disponibilizou queries de busca que permitem verificar atividades suspeitas na rede, incluindo conexões a proxies Tor locais na porta 9050. Também foi publicada uma lista de indicadores de comprometimento (IoC), com hashes de arquivos e domínios .onion usados como servidores de comando e controle. Para quem opera com criptomoedas, medidas adicionais são essenciais. Utilizar carteiras hardware (cold wallets), que exigem confirmação física antes de assinar transações, adiciona uma camada de proteção que nenhum malware de clipboard consegue contornar. Verificar manualmente os endereços no display do dispositivo físico elimina o risco da troca silenciosa. Como detalhamos em nossa análise sobre segurança de ativos digitais, a autocustódia traz liberdade, mas exige disciplina operacional proporcional ao valor protegido. Por que ataques via USB ainda funcionam em 2025 Pode parecer contraintuitivo que um vetor de ataque tão antigo quanto o pendrive infectado ainda cause danos relevantes. Mas os dados mostram o contrário. Ambientes com infraestrutura de TI mais frágil, redes corporativas com políticas de segurança frouxas e usuários que transitam entre máquinas pessoais e profissionais criam superfícies de ataque enormes. O CryptoBandits não precisa de phishing sofisticado, não depende de engenharia social por e-mail e não exige que a vítima baixe nada da internet. Basta um clique em um atalho aparentemente inofensivo dentro de um pendrive que alguém emprestou. É a simplicidade do vetor que o torna perigoso. Para o ecossistema cripto, que movimentou trilhões de dólares em volume combinado nas exchanges apenas em maio deste ano, cada novo vetor de ataque representa uma erosão na confiança de novos usuários. A segurança da autocustódia depende, antes de tudo, da segurança do dispositivo onde ela acontece.

Mercado Hoje com Variantes: Juros do Fed e Saídas de ETFs
Bitcoin 19/06/2026

Mercado Hoje com Variantes: Juros do Fed e Saídas de ETFs

O mercado de ativos digitais reage à postura rígida do Federal Reserve e ao recuo temporário de liquidez nos fundos negociados em bolsa dos Estados Unidos. O monitoramento do mercado hoje com variantes macroeconômicas apresenta um cenário de forte cautela para os investidores globais de criptoativos. O preço do bitcoin registrou uma oscilação descendente recente, negociado na faixa de 64.300 dólares. Esse movimento ocorreu logo após o banco central americano sinalizar que manterá as taxas de juros elevadas em 3,75% ao ano. Além disso, os relatórios institucionais consolidados de ontem apontam que os fundos de índice (ETFs) de bitcoin e ethereum sofreram saídas líquidas combinadas de 111 milhões de dólares. Esse recuo pontual de liquidez impactou o sentimento de curto prazo dos traders do mercado varejista. Consequentemente, o volume de negociação diária sofreu uma retração moderada nas principais bolsas centralizadas. Pressão Regulatória e Movimentações das Altcoins No ambiente regulatório europeu, notícias de bastidores indicam fricções na aplicação das regras da MiCA para grandes corretoras globais na Grécia. Rumores apontam que pressões do Banco Central Europeu geraram entraves burocráticos temporários no processo de licenciamento local. Essa incerteza geopolítica adicionou uma camada extra de volatilidade para os investidores de ativos digitais tradicionais. Por outro lado, enquanto o bitcoin e o ethereum enfrentam correções leves, o apetite por risco migrou sutilmente para outras redes descentralizadas. Os fundos de índice baseados na rede Solana conseguiram atrair aportes positivos de capital institucional, demonstrando que os investidores buscam variantes de diversificação rápida. O ecossistema de moedas estáveis também manteve sua dominância intacta no setor. Estratégias de Proteção e Fluxo do Mercado de Stablecoins Para mitigar perigos cambiais, muitos operadores brasileiros estão convertendo saldos voláteis em moedas digitais estáveis pareadas ao real, como o brz. Esse mecanismo oferece uma rampa de saída ágil sem a necessidade de resgates bancários tradicionais caros. A estabilidade patrimonial torna-se a prioridade absoluta durante os ciclos de correção macroeconômica global. Analistas gráficos destacam que o bitcoin precisa defender a região de suporte técnico dos 63.500 dólares para evitar novas quedas acentuadas. Caso o cenário macroeconômico nos Estados Unidos mostre alívio na inflação nos próximos dias, a força compradora deve retornar ao mercado. Fique por dentro de todos os detalhes através do nosso painel de análise diária de mercado.