MX

MXRF11

Fundos Imobiliários

Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliario Cotas

CNPJ: 97521225000125

Preço Atual
R$ 9,75
+0.62%
Abertura
R$ 9,71
Fec. Ant: R$ 9,75
Variação Dia
Min: R$ 9,68
Max: R$ 9,78
52 Semanas
Mín: R$ 9,32
Máx: R$ 10,00
Volume
582.997
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Dividend Yield
12.00%
P/VP
1.03
VPA
R$ 9,38
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a MXRF11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Logística
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O FII MAXI RENDA RL (MXRF11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Logística, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S/A DTVM
CNPJ
59281253000123
Telefone
55 11 3383-3102
Endereço
Praia de Botafogo, 501 - 6º Andar, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.250-040

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,0950
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 15/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 12/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 14/11/2025
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 14/10/2025
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 12/09/2025

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Tom Holland diz que ator de Adolescência seria um ótimo Homem-Aranha
TecMundo 19/06/2026

Tom Holland diz que ator de Adolescência seria um ótimo Homem-Aranha

Quando chegar aos cinemas no final de julho, Homem-Aranha: Um Novo Dia vai marcar a sétima vez que Tom Holland aparece como o herói no cinema — a quarta em um filme próprio do personagem. Com isso, o ator já superou com facilidade Tobey Maguire e Andrew Garfield como a pessoa que mais vezes interpretou o Cabeça-de-Teia em um projeto da Marvel. Apesar de Holland ainda ser jovem e ter somente 30 anos de idade, é fato de que ele não vai conseguir ficar para sempre ligado ao personagem. Mas, se depender dele, a Marvel Studios já tem uma escolha certa de quem pode ser o escolhido para assumir o legado do personagem. smart_display Nossos vídeos em destaque Tom Holland diz que Owen Cooper seria um ótimo Homem-Aranha Owen Cooper foi uma das grandes estrelas de Adolescência. Imagem: Divulgação/Netflix Em uma entrevista à Esquire UK durante a divulgação de Homem-Aranha: Um Novo Dia, Tom Holland demonstrou que não teria problemas em passar o papel para outra pessoa. Segundo ele, Owen Cooper, que se destacou como parte da série Adolescência, seria uma ótima escolha como seu sucessor. “Obviamente, ele é super talentoso e está nas bocas de todos no momento”, explicou Holland; Aos 16 anos de idade, Cooper era um talento desconhecido quando foi recrutado pela Netflix para participar de Adolescência; Na série, ele interpreta um rapaz de 13 anos de idade que é acusado de ter participado da morte de uma colega de escola; Seu desempenho surpreendente rendeu um Globo de Ouro, um Primetime Emmy e um BAFTA TV Award; O talento e a idade de Cooper poderiam fazer dele uma versão mais jovem do Homem-Aranha, com um potencial de ter uma grande longevidade nos cinemas. Durante a entrevista com a Esquire, Holland reconheceu que não vai interpretar para sempre o personagem, mas gostaria de continuar ligado à série. O artista gostaria de servir como uma espécie de guia para qualquer pessoa que fosse escolhida como seu sucessor. “Da mesma forma que Robert Downey foi um mentor para mim em meus três primeiros filmes, eu adoraria de ser essa pessoa para quem vier em seguida”, explicou. Leia Mais 10 melhores filmes de faroeste para assistir na HBO Max Tom Holland vai completar 10 anos como o Homem-Aranha Com estreia marcada para o dia 19 de julho no Brasil, Homem-Aranha: Um Novo Dia vai marcar o aniversário de 10 anos desde que Tom Holland foi escalado para o papel. Sua primeira aparição foi em Capitão América: Guerra Civil, filme no qual surgiu como um jovem aprendiz do Homem de Ferro. Tom Holland também deve voltar como o Homem-Aranha no próximo filme dos Vingadores. Imagem: Divulgação/Sony Pictures Ainda este ano, o ator deve voltar ao papel para uma participação em Vingadores: Doutor Destino. No entanto, ainda não está claro qual será sua missão na história, cujas ligações com outros projetos recentes da Marvel Studios não foram totalmente esclarecidas. Em Um Novo Dia, o Homem-Aranha vai ter que lidar com o fato de ter sido esquecido por seus amigos mais próximos. Ao mesmo tempo, o herói passa por transformações físicas inesperadas, que podem dar a ele novos poderes — mas também transformá-lo em uma grande ameaça. Comente nas redes sociais do Minha Série! Estamos no Threads, Instagram, TikTok e até mesmo no WhatsApp. Venha acompanhar filmes e séries com a gente!

O que é várzea? Confira 5 curiosidades sobre o futebol amador que ganhará série na Netflix
TecMundo 18/06/2026

O que é várzea? Confira 5 curiosidades sobre o futebol amador que ganhará série na Netflix

O futebol de várzea é uma das expressões mais autênticas da paixão brasileira pelo esporte. Agora, essa cultura popular ganhará destaque nacional com Várzea: Onde Nasce o Futebol, nova série documental da Netflix que estreia em 20 de junho. A produção mergulha nos bastidores dos campeonatos amadores, dos personagens que movimentam os bairros e das histórias que ajudaram a moldar o futebol brasileiro. Para quem quer chegar preparado ao lançamento, vale entender melhor como surgiu e por que a várzea continua tão importante. smart_display Nossos vídeos em destaque Se você já ouviu falar dos famosos "terrões" ou conhece algum time do seu bairro, provavelmente já teve contato com esse universo. Enquanto a crítica completa da série já está disponível no Minha Série, reunimos algumas curiosidades para entender a dimensão desse fenômeno que vai muito além das quatro linhas. 1. A várzea existe há mais de 120 anos e ajudou a popularizar o futebol no Brasil Embora o futebol tenha chegado ao Brasil no final do século XIX, a prática da modalidade em campos improvisados começou praticamente ao mesmo tempo. Segundo pesquisadores ouvidos pela revista Pesquisa FAPESP e pelo Museu do Futebol, uma das primeiras partidas registradas aconteceu em 1895, na região da Várzea do Carmo, em São Paulo, em um jogo promovido por Charles Miller. Leia Mais 10 melhores filmes de faroeste para assistir na HBO Max O nome "futebol de várzea" surgiu porque muitos desses campos ficavam em áreas próximas a rios, como o Tietê e o Pinheiros. Quando os terrenos secavam após períodos de cheia, moradores aproveitavam os espaços para organizar partidas e competições de forma espontânea. Durante as primeiras décadas do século XX, a várzea se tornou um espaço de inclusão para operários, imigrantes, trabalhadores e populações negras que muitas vezes não encontravam espaço nos clubes mais elitizados. Mais do que um esporte, ela ajudou a construir laços comunitários e serviu como ferramenta de ocupação e transformação dos bairros. 2. Existem mais de 3 mil times cadastrados e até torneios femininos A dimensão da várzea impressiona até quem acompanha futebol regularmente. Apenas na Grande São Paulo, a Federação Paulista de Futebol de Várzea reúne mais de 3 mil equipes cadastradas e mais de 400 campos vinculados às competições. Para muitos moradores da periferia, o time do bairro desperta uma identificação tão forte quanto os grandes clubes profissionais. Essa ligação acontece porque os atletas, dirigentes e torcedores fazem parte da mesma comunidade, criando uma sensação de pertencimento difícil de reproduzir no futebol de elite. O futebol feminino também tem uma presença histórica na modalidade. A Copa da Rainha, por exemplo, tornou-se uma das maiores competições femininas de várzea do mundo, enquanto centenas de equipes femininas seguem ativas em São Paulo, mesmo diante de desafios financeiros que afetam parte dos torneios. Confira também - 5 animes de futebol para entrar no clima da Copa do Mundo 2026 | Minha Série 3. Muitos jogadores conciliam a bola com outras profissões Uma das maiores diferenças entre a várzea e o futebol profissional está na rotina dos atletas. A maioria dos jogadores precisa trabalhar em outras áreas para garantir renda e sustento durante a semana. Leia Mais Quando Mortal Kombat 2 chega ao streaming? Confira as previsões Segundo o produtor executivo Felipe Britto, essa realidade faz parte da essência da modalidade. “Eles dependem desses outros trabalhos para sobreviver”, explica o executivo ao comentar a realidade de boa parte dos atletas amadores. Em muitos casos, os jogadores atuam por mais de uma equipe ou participam de diferentes campeonatos simultaneamente. A várzea também conta com disputas para diversas faixas etárias, desde categorias de base até competições master voltadas para veteranos. Confira também - Jogos de futebol pra entrar no clima da Copa do Mundo | Voxel 4. A várzea sustenta muito mais gente do que apenas os jogadores Os campeonatos movimentam uma verdadeira economia local. Além dos atletas, a modalidade gera renda para ambulantes, cozinheiros, organizadores de eventos, lavadeiras de uniformes e diversas outras pessoas que dependem dos jogos. Felipe Britto destaca que o impacto social vai muito além do campo. “É um ecossistema que depende muito da várzea, então a comunidade toda se ajuda muito. É uma entrega grande de todos, porque é muito importante para eles que o time continue, para que continue havendo jogos. É uma forma de sustento da comunidade”, afirma. Nos últimos anos, grandes empresas também passaram a enxergar o potencial econômico da modalidade. Competições patrocinadas por marcas privadas atraem milhares de torcedores, distribuem premiações relevantes e ajudam a profissionalizar parte da estrutura dos campeonatos. 5. Raphinha, Cafu e Endrick são alguns dos craques revelados na várzea Muito antes de chegarem aos maiores estádios do mundo, diversos jogadores famosos deram seus primeiros passos nos campos de terra dos bairros onde cresceram. Um dos exemplos mais conhecidos atualmente é Raphinha, que começou sua trajetória na várzea de Porto Alegre. O diretor Alec Cutter revelou que uma das entrevistas mais marcantes da série foi justamente com o atacante brasileiro. “Foi muito legal ouvir o Raphinha falando sobre essa comunidade e o carinho que tem por esses times”, contou o cineasta sobre a conversa realizada na casa do jogador, na Espanha. Leia Mais Mortal Kombat: Confira onde assistir todos os filmes da franquia Outro personagem importante do documentário é Cafu, que nunca escondeu suas origens na várzea. O ex-lateral eternizou essa ligação ao comemorar o pentacampeonato mundial vestindo uma camisa com a frase “100% Jardim Irene”. A lista de estrelas formadas nos campos amadores também inclui Endrick, que teve contato com a várzea ainda na infância ao lado do pai, Douglas Ramos. Histórias como essas ajudam a explicar por que os campeonatos de bairro continuam sendo vistos como um dos maiores celeiros de talentos do futebol brasileiro. Várzea: Onde Nasce o Futebol chega na Netflix em 20 de junho, sábado. E aí, você vai assistir? Comente nas redes sociais do Minha Série!

Várzea: Onde Nasce o Futebol, série da Netflix, mostra bastidores do futebol amador paulista
TecMundo 17/06/2026

Várzea: Onde Nasce o Futebol, série da Netflix, mostra bastidores do futebol amador paulista

A Netflix entrou no clima da Copa do Mundo com diversas produções envolvendo futebol, desde a série dramática Brasil 70 até documentários de jogadores famosos, como Ronaldinho Gaúcho. Seguindo a onda, a empresa também lança neste sábado (20), a série documental Várzea: Onde Nasce o Futebol, que mostra outro lado do esporte no nosso país. A produção tem como objetivo mostrar a bola que é jogada longe dos grandes estádios, em campos improvisados, no meio das favelas e comunidades. Em três episódios, acompanhamos equipes amadoras de São Paulo na disputa da Copa Pionner, o caneco mais cobiçado por jogadores da várzea paulista. smart_display Nossos vídeos em destaque Dirigida por Alec Cutter, que também fez “Baila, Vini”, a série documental mostra um lado pouco explorado do futebol na mídia, mas é bom ir com as expectativas alinhadas. Afinal, o recorte trazido pela produção mostra a humildade das equipes e atletas, mas também dá palco para a divisão mais profissional do futebol amador. Veja também - 8 filmes e séries sobre futebol para quem curtiu documentário do Ronaldinho Gaúcho | Minha Série Times da periferia paulista ganham palco em nova série da Netflix A série documental acompanha os bastidores das finais da Copa Pionner, a competição mais organizada e badalada do futebol amador de São Paulo. Durante os três episódios, o público é apresentado para clubes de comunidades da região, como o Raça Ruim, o Milianos, o Asa e o Maranhão Esporte Clube, conhecido como MEC. Leia Mais 10 melhores filmes de faroeste para assistir na HBO Max Além de mostrar as entranhas de cada time rapidamente, o documentário segue algumas das estrelas das equipes para mostrar sua realidade fora do campo. Aqui, a série realmente mostra sua força, dando vez e voz para astros como Sujão, comissões técnicas improvisadas e a luta para manter os grupos vivos no fim de cada ciclo. Enquanto somos acostumados a ver jogadores como Vini Jr e Neymar em festas e mansões, a realidade das estrelas da várzea é diferente. Mesmo com a presença de patrocínios e serviços de apostas nos uniformes dos clubes, até mesmo os jogadores mais cobiçados do futebol amador raramente conseguem viver da bola. Séries traz relatos de grandes estrelas e também da violência A produção também dá espaço para Cafu, que levantou a taça do penta, e o jogador da seleção brasileira Raphinha, que possuem conexão com os campos de terra. Ambos saíram do futebol amador das comunidades e acabaram ganhando espaço no esporte globalmente. Os relatos de grandes estrelas do futebol moderno enriquecem o material, mostrando que a várzea também rende grandes craques, é palco para sonhos e que vai além de partidas que engajam comunidades locais. O documentário também não deixa de tocar em um assunto polêmico, o crime nas favelas, e dá voz para os astros falarem sobre o assunto. Raphinha, jogador da seleção brasileira, fala sobre tempos de várzea na série documental. Raphinha, que está jogando a Copa do Mundo nos Estados Unidos e é atacante do Barcelona, comentou sobre os seus tempos de futebol amador. “Acho que não teve nenhum estádio que eu senti tanta pressão como na várzea”, disse o atleta, “por ver o pessoal do lado de fora com arma, ameaçando a gente ou até brigando enquanto o jogo rola.” Documentário deixa várzea de lado para explorar o ápice do futebol amador Entre as disputas da Taça Pionner, a série mostra a vida simples dos jogadores da periferia, bem como as dificuldades enfrentadas pelas equipes e a violência que cerca esse tipo de competição nas favelas. O documentário também deixa claro como essas equipes são importantes para suas respectivas comunidades, mas acaba não dando tanto espaço para o que cerca a competição. Nesse aspecto, temos a maior falha da produção: abandonar as raízes da várzea, que estão no próprio título da série, para dar espaço a uma competição “premium”. Enquanto vemos atletas realizando o sonho de ganhar a taça em São Paulo, a série não dá tanto espaço para personagens e histórias interessantes. Leia Mais Quando Mortal Kombat 2 chega ao streaming? Confira as previsões Quando a série deixa de lado a comunidade para dar mais espaço para xingamentos durante a partida e homens gritando que vão cometer atos violentos, o futebol amador acaba sendo retratado como mais um estereótipo da favela. Com isso, a série da Netflix acaba perdendo a verdadeira magia da várzea, que é o amor pelo futebol. E falo isso por experiência própria. No interior do Rio Grande do Sul, muito antes de virar jornalista, cresci jogando bola em campos de terra e participando de competições com o Internacional de Lagoa Vermelha, clube fundado pelo meu bisavô em uma vila da cidade. Logo após o churrasco de domingo, meu já falecido pai, João Cesar dos Santos, pegava seu Gol quadrado branco e rodava a cidade em busca de jogadores peculiares para fechar um time e disputar os campeonatos locais. Certa vez, o clube ganhou até uma ovelha como premiação, que ficou vivendo na casa dos meus avós por anos. Em entrevista ao jornal Folha do Nordeste no ano de 2009, meu avô, Moisés Fonseca dos Santos, definiu bem como é a experiência de manter um time de várzea: “um ato de heroísmo”, disse ele, na época. “É preciso se doar de corpo e alma, o que exige uma dose cavalar de sacrifício. Não raras vezes, tirar dinheiro do próprio bolso. E quantos se dispõem a isso? Alguns poucos abnegados.” Esse espírito da várzea é pincelado na série da Netflix com histórias rápidas das organizações, seu nascimento e impacto. No entanto, personagens interessantes da periferia paulista perdem espaço na narrativa para os “melhores momentos” de jogos da Copa Pionner. Quem sabe, em uma segunda temporada, a série possa revisitar o passado e o presente da várzea sem muito apego ao lado “profissional” do futebol amador. Vale a pena assistir? Várzea: Onde Nasce o Futebol chega na Netflix em um momento oportuno. Se você está em busca de algo para ver durante a Copa do Mundo no streaming, a série documental pode servir como uma solução rápida para alimentar a fome de bola. A produção consegue entreter com personagens interessantes e histórias que ajudam a entender a importância da várzea para milhares de pessoas. Os depoimentos de atletas, dirigentes e ex-jogadores profissionais enriquecem a narrativa e mostram como o futebol amador continua sendo uma porta de entrada para sonhos que muitas vezes parecem impossíveis. Ao mesmo tempo, Várzea: Onde Nasce o Futebol parece mais interessada em retratar o ápice do futebol amador paulista do que suas raízes. A Copa Pionner surge como um espetáculo, mas acaba ocupando o espaço que poderia ser dedicado às comunidades, aos campos improvisados e aos personagens anônimos que mantêm essa cultura viva todos os fins de semana. Leia Mais Mortal Kombat: Confira onde assistir todos os filmes da franquia Ainda assim, a série documental merece ser assistida. Mesmo sem capturar toda a essência da várzea que existe Brasil afora, a produção abre uma janela para um universo raramente explorado pela televisão e pelos serviços de streaming. Fica a sensação de que existe uma história ainda maior para ser contada — e que talvez uma segunda temporada possa finalmente mostrar onde o futebol realmente nasce.