PETR4
EnergiaPetroleo Brasileiro SA Pfd
CNPJ: 33000167000101
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 497.549,00 Mi | R$ 490.829,00 Mi | R$ 511.994,00 Mi | R$ 641.256,00 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 236.998,00 Mi | R$ 246.462,00 Mi | R$ 269.933,00 Mi | R$ 334.100,00 Mi |
| EBITDA | R$ 145.628,00 Mi | R$ 137.201,00 Mi | R$ 189.342,00 Mi | R$ 294.255,00 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 110.605,00 Mi | R$ 37.009,00 Mi | R$ 125.166,00 Mi | R$ 189.005,00 Mi |
Sobre a PETR4
A Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) é uma sociedade de economia mista brasileira, controlada pela União Federal, com ações negociadas na B3 (PETR3/PETR4) e ADRs na NYSE (PBR/PBR.A). Fundada em 1953, a companhia atua de forma integrada na cadeia de óleo, gás e energia, com foco em exploração e produção, refino, logística, comercialização, gás natural e iniciativas de baixo carbono. No upstream, a Petrobras concentra ativos em bacias brasileiras, com destaque para o pré-sal, onde opera parte relevante da produção nacional de petróleo e gás. No downstream, mantém parque de refino, infraestrutura de transporte e terminais, além de participação relevante na oferta doméstica de derivados como gasolina, diesel, GLP, querosene de aviação e bunker. A companhia também atua em processamento e comercialização de gás natural, incluindo suprimento para distribuidoras e clientes industriais. Em posição de mercado, a Petrobras permanece como principal produtora de petróleo do Brasil e um dos maiores grupos integrados de energia da América Latina em escala operacional e financeira. Sua atuação influencia diretamente o abastecimento nacional de combustíveis e gás, a balança comercial energética e investimentos da cadeia de fornecedores no país. Geograficamente, o núcleo dos ativos e operações está no Brasil, enquanto a comercialização de petróleo e derivados possui alcance internacional por meio de exportações e trading para múltiplos mercados. A estratégia recente combina expansão de produção em ativos de maior retorno (especialmente offshore), otimização do parque de refino e avanço seletivo em soluções de transição energética e descarbonização.
Dividendos
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O valor de mercado das empresas listadas na B3 praticamente voltou à estaca zero em 2026. Após uma forte recuperação no início do ano, as companhias negociadas na bolsa brasileira perderam R$ 731 bilhões em valor de mercado desde o pico registrado em fevereiro, devolvendo quase integralmente os ganhos acumulados nos primeiros meses do ano. Levantamento da Elos Ayta, com base em 302 empresas com informações disponíveis em todas as datas analisadas, mostra que a capitalização de mercado consolidada alcançou R$ 4,717 trilhões em 18 de junho. O montante é praticamente igual aos R$ 4,709 trilhões observados no encerramento de 2025. Entre dezembro e fevereiro, o cenário era bastante diferente. Impulsionadas pela recuperação do mercado acionário brasileiro, as empresas da amostra adicionaram R$ 739 bilhões em valor de mercado, levando a capitalização consolidada ao recorde de R$ 5,447 trilhões no fechamento de fevereiro. A partir desse patamar, contudo, o movimento se inverteu. Nos meses seguintes, a bolsa passou por um processo contínuo de ajuste, que resultou em quatro meses consecutivos de redução do valor de mercado agregado das companhias. Com isso, praticamente toda a valorização registrada no primeiro bimestre foi eliminada ao longo do segundo trimestre. Os números mostram uma dinâmica de "ida e volta" do mercado acionário brasileiro em 2026. Depois de atingir o maior nível da série em fevereiro, a capitalização das empresas retornou ao patamar observado no fim do ano passado, indicando que o otimismo que marcou o início do ano perdeu força nos meses subsequentes. Efeito da Bradesco Saúde A análise também identificou uma distorção provocada por um evento societário específico envolvendo a Bradesco Saúde (SAUD3). A companhia registrou uma forte expansão do valor de mercado em decorrência da incorporação de sua operação pela controladora, movimento que elevou temporariamente sua capitalização. Para eliminar esse efeito extraordinário, a Elos Ayta realizou um cálculo adicional sem considerar a empresa. Nesse cenário, envolvendo 301 companhias, o valor de mercado consolidado caiu de R$ 4,703 trilhões em dezembro de 2025 para R$ 4,679 trilhões em 18 de junho deste ano. O resultado indica que, sem o impacto pontual da reorganização societária da Bradesco Saúde, o mercado acionário brasileiro não apenas devolveu os ganhos acumulados no início de 2026, como passou a apresentar uma capitalização inferior à registrada no encerramento do ano passado. Segundo a Elos Ayta, os dados reforçam a perda de fôlego da recuperação observada no primeiro bimestre. Em termos agregados, o mercado brasileiro encerrou o período praticamente no mesmo nível de valor de mercado do fim de 2025, evidenciando que a valorização registrada no início do ano não se sustentou ao longo do segundo trimestre.
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Desvalorização alta no mercado acionário brasileiro. O valor de mercado consolidado das empresas listadas na B3, a Bolsa do Brasil, praticamente devolveu toda a valorização observada no início de 2026. Um levantamento inédito e exclusivo realizado pela consultoria Elos Ayta, com base em 302 companhias com informações disponíveis, mostra que, entre fevereiro deste ano e 18 de junho, a perda acumulada chegou a R$ 731 bilhões. Segundo a Elos Ayta, a capitalização agregada atingiu R$ 4,717 trilhões em 18 de junho, patamar muito próximo dos R$ 4,709 trilhões registrados em dezembro de 2025. Entre dezembro e fevereiro, a recuperação do mercado acionário brasileiro elevou o valor de mercado das companhias em R$ 739 bilhões, levando a capitalização consolidada ao recorde de R$ 5,447 trilhões no fechamento de fevereiro. A partir desse ponto, contudo, a bolsa iniciou um movimento contínuo de ajuste, caindo entre fevereiro e 18 de junho, como mostra a consultoria. “O comportamento da série evidencia uma dinâmica de ida e volta do mercado acionário brasileiro. Após atingir o recorde em fevereiro, as companhias listadas na B3 acumularam quatro meses consecutivos de redução do valor de mercado, devolvendo praticamente toda a valorização obtida no início do ano”, informa o relatório da consultoria. Em 18 de junho, segue o texto, a capitalização consolidada das empresas voltou ao patamar observado no fim de 2025, “indicando que os ganhos registrados entre janeiro e fevereiro foram praticamente anulados ao longo do segundo trimestre”, conclui a Elos Ayta. Evento extraordinário do Bradesco Saúde distorce a série A amostra inclui uma companhia que apresentou comportamento atípico devido a um evento societário extraordinário. A Bradesco Saúde (SAUD3) registrou uma forte expansão do valor de mercado em decorrência da incorporação pela controladora, movimento que provocou uma elevação pontual da capitalização da empresa. Em reorganizações societárias dessa natureza, é comum que o mercado reflita temporariamente a nova estrutura patrimonial, produzindo distorções nas comparações históricas do valor de mercado agregado. Por essa razão, a Elos Ayta realizou uma análise adicional excluindo a companhia da amostra. Considerando apenas as 301 empresas restantes, o valor de mercado consolidado era de R$ 4,703 trilhões em dezembro de 2025 e recuou para R$ 4,679 trilhões em 18 de junho de 2026. Na prática, o exercício mostra que, sem o efeito extraordinário relacionado à Bradesco Saúde, o mercado acionário brasileiro teria encerrado o período com uma capitalização inferior à observada no fim do ano passado. Ou seja, além de devolver os ganhos acumulados na recuperação do início do ano, a bolsa registrou uma contração líquida do valor de mercado da amostra no período analisado. O levantamento reforça que a recuperação observada no primeiro bimestre de 2026 perdeu força ao longo do segundo trimestre. “Em termos agregados, o mercado brasileiro encerrou o período praticamente no mesmo nível de capitalização observado no fim de 2025, evidenciando que a valorização registrada no início do ano não se sustentou nos meses subsequentes”, informa a consultoria.
Valor de mercado das empresas da B3 diminui R$ 731 bi e volta ao nível do fim de 2025
Capitalização consolidada bateu o recorde de R$ 5,447 trilhões no fechamento de fevereiro, mas voltou para R$ 4,717 trilhões Publicidade Entre dezembro e fevereiro, a recuperação do mercado acionário brasileiro elevou o valor de mercado das companhias em R$ 739 bilhões. Com essa entrada, a capitalização consolidada bateu o recorde de R$ 5,447 trilhões no fechamento de fevereiro. Desde então, a bolsa iniciou um movimento contínuo de ajuste, em meio ao cenário de rotação global de ativos e preocupações com a inflação Entre o pico de fevereiro e 18 de junho, a perda acumulada chegou a R$ 731 bilhões, indo para R$ 4,717 trilhões. Essa dinâmica foi observada em um novo estudo da Elos Ayta, com base em 302 companhias com informações disponíveis em todas as datas da amostra. Como apresentado no levantamento, as companhias listadas na B3 acumularam quatro meses consecutivos de redução do valor de mercado. De acordo com Einar Rivero, CEO da Elos Ayta, o movimento da série evidencia uma dinâmica de ida e volta do mercado acionário brasileiro. Ao final do período, as companhias devolveram quase toda a valorização obtida no início do ano, anulando os ganhos registrados entre janeiro e fevereiro. Queda poderia ser mais profunda A amostra ainda inclui uma companhia que apresentou comportamento atípico em função de um evento societário extraordinário, destaca a Elos Ayta. Ao longo do trimestre, a Bradesco Saúde (SAUD3) registrou uma forte expansão do valor de mercado em decorrência da incorporação da operação pela controladora. De acordo com Einar, o movimento provocou uma elevação pontual da capitalização da empresa, o que pode gerar uma distorção sobre o levantamento realizado. Segundo o especialista, em reorganizações societárias dessa natureza, é comum que o mercado reflita temporariamente a nova estrutura patrimonial, provocando distorções nas comparações históricas do valor de mercado agregado. Em uma nova análise do valor de mercado das companhias, excluindo a movimentação excepcional da amostra, o valor de mercado consolidado foi de R$ 4,703 trilhões em dezembro de 2025. Em 18 de junho de 2026, o recuo chegou a R$ 4,679 trilhões, considerando apenas as 301 empresas restantes. Desta forma, sem o efeito extraordinário relacionado à Bradesco Saúde, o mercado acionário brasileiro teria encerrado o período com uma capitalização inferior à observada no fim do ano passado. Valor consolidado das empresas da B3 em R$ bilhões (Fonte: Elos Ayta) Ou seja, além de devolver os ganhos acumulados na recuperação do início do ano, a bolsa registrou uma contração líquida do valor de mercado da amostra no período analisado.