HGLG11 Patria Log - Fundo de Investimento Imobiliario - Responsabilidade Limitada Cotas – Cotação Hoje
Patria Log - Fundo de Investimento Imobiliario - Responsabilidade Limitada Cotas
CNPJ: 11728688000147
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 11 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| Vinhedo Imóveis para renda acabados | Avenida das Indústrias, s/n, CPI 5000, Vinhedo, SP | 132.353 m² | 0,00% | 8,83% |
| DCB Imóveis para renda acabados | Avenida Piracema, nº 155, quadra 5, lotes 9 a 16 e 17 (parte), Tamboré, Barueri | 90.484 m² | 0,00% | 5,68% |
| Betim BTS - Meli Imóveis para renda acabados | Rua da Harmonia - Parque Industrial de Betim, Betim - MG | 95.730 m² | 0,00% | 4,82% |
| DCC Imóveis para renda acabados | Rodovia Anhanguera, km 31.775, Cidade de Cajamar | 102.708 m² | 0,00% | 4,65% |
| HGLG Porto Canoa LOG Imóveis para renda acabados | Avenida CIVIT I, nº 1795, Barro Branco | 95.023 m² | 0,00% | 3,43% |
| DCR Imóveis para renda acabados | Av. Hélio Ossamu Daikuara, nº 1.445, Jardim Vista Alegre, Embu das Artes | 77.587 m² | 13,53% | 3,21% |
| Itupeva G200 Imóveis para renda acabados | Estrada Joaquim Bueno Neto, 9835, Itupeva, SP | 89.976 m² | 0,00% | 3,18% |
| Ribeirão Preto Imóveis para renda acabados | Rodovia Anhanguera, 317.5, Ribeirão Preto - SP | 59.872 m² | 0,00% | 2,80% |
| HGLG Goiânia Imóveis para renda acabados | Rodovia BR 153, Km 5,5 | 78.223 m² | 0,00% | 2,80% |
| São Carlos Imóveis para renda acabados | Rodovia Eng. Thales de Lorena Peixoto Júnio, Km 9.5, São Carlos, SP | 79.642 m² | 0,00% | 2,77% |
| HGLG Extrema II Fernão Dias Imóveis para renda acabados | Rua Maria Margarida Pinto Dona Belinha, nº 742, pavilhão B, módulo 3, Bairro dos Pires | 57.437 m² | 0,00% | 2,63% |
| CLE Imóveis para renda acabados | Rua José Semião Rodrigues Agostinho, nº 1.370, Água Espraiada, Embu das Artes | 66.520 m² | 8,89% | 2,58% |
| Torino Imóveis para renda acabados | Rodovia BR-381, s/n, km 483, Pista Norte, Jardim Piemonte, Betim, MG | 66.404 m² | 0,00% | 2,49% |
| CONE G03 Imóveis para renda acabados | Rodovia BR 101, 5225, Cabo de Santo Agostinho, PE | 58.932 m² | 0,00% | 2,45% |
| Itupeva G300 Imóveis para renda acabados | Estrada Joaquim Bueno Neto, 9835, Itupeva, SP | 69.744 m² | 0,00% | 2,28% |
| Blumenau Imóveis para renda acabados | Rua Iguaçu, 291/383, Blumenau, SC | 65.825 m² | 0,00% | 2,22% |
| Louveira Imóveis para renda acabados | Rua Atílio Biscuola, 1831, Louveira , SP | 55.202 m² | 0,00% | 2,12% |
| Extrema Imóveis para renda acabados | Estrada Municipal José Geraldo Aparecido e Rua Josepha Gomes de Souza, Extrema, MG | 34.101 m² | 0,00% | 2,03% |
| Bralog - CLCR Imóveis para renda acabados | - | 48.964 m² | 0,00% | 1,99% |
| São José dos Campos Imóveis para renda acabados | Rua Ambrósio Molina, 1090/1100, São José dos Campos, SP | 72.487 m² | 25,41% | 1,98% |
| Itupeva Imóveis para renda acabados | Estrada Joaquim Bueno Neto, 9835, Itupeva, SP | 58.672 m² | 7,26% | 1,96% |
| Itapevi Imóveis para renda acabados | Rod. Pres. Castello Branco, altura do Km 34,5 - Ingahi, Cidade de Itapevi | 34.286 m² | 0,00% | 1,44% |
| HGLG Betim Business Park Imóveis para renda acabados | Rodovia Fernão Dias, BR 381, 499,3, Fazenda Serrinha - Gleba B | 35.331 m² | 0,00% | 1,41% |
| HGLG Extrema III Privalia Imóveis para renda acabados | Estrada Municipal Benedito Steffani, n° 359, Bairro dos Pessegueiros | 26.774 m² | 0,00% | 1,25% |
| Betim Imóveis para renda acabados | Avenida Parque B, 347, Betim, MG | 62.587 m² | 0,00% | 1,14% |
| Master Labs Imóveis para renda acabados | Av. Guido Caloi, 1.935, São Paulo, SP | 14.337 m² | 14,92% | 1,06% |
| HGLG Osasco Imóveis para renda acabados | Avenida Dr. Kenkiri Sakamoto, 1.679 | 24.022 m² | 24,50% | 1,03% |
| Syslog Imóveis para renda acabados | Parque Duque, Duque de Caxias - RJ, 25085-009 | 27.946 m² | 9,82% | 0,88% |
| Monte Mor Imóveis para renda acabados | Rua Tobias Bueno de Oliveira, 701, Monte Mor, SP | 24.696 m² | 0,00% | 0,88% |
| Washington Luiz Imóveis para renda acabados | Avenida SN 1, 280, Parque Duque, Duque de Caxias - RJ | 24.502 m² | 0,00% | 0,71% |
| Campo Grande Imóveis para renda acabados | Estrada do Pedregoso, 900, Freguesia de Campo Grande, RJ | 16.532 m² | 0,00% | 0,70% |
| CONE G06 Imóveis para renda acabados | Rodovia BR 101, 5225, Cabo de Santo Agostinho, PE | 19.468 m² | 0,00% | 0,49% |
| TechTown Imóveis para renda acabados | Rodovia SP 101, Km 9,5, Hortolândia , SP | 8.760 m² | 0,00% | 0,45% |
| Rio Claro Imóveis para renda acabados | Avenida Brasil, 3.464, Rio Claro, SP | 11.492 m² | 0,00% | 0,35% |
| HGLG Guarulhos Imóveis para renda acabados | Estr. Velha Guarulhos São Miguel, 1814 - Cumbica | 105.638 m² | 0,00% | 0,00% |
| HGLG Embu Imóveis para renda acabados | Estrada Santa Clara, nº 150, Bairro Maria Imaculada | 39.475 m² | 0,00% | 0,00% |
| HGLG Parque Novo Mundo Imóveis para renda acabados | R Sargento Rodoval Cabral Trindade, S/N. | 34.297 m² | 0,00% | 0,00% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do HGLG11.
Resumo Fundamentalista de HGLG11
O ativo HGLG11 (Patria Log - Fundo de Investimento Imobiliario - Responsabilidade Limitada Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 147,98, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 143,39 e a máxima de R$ 163,30. O fundo atua no segmento de Tijolo - Logística, registrando um Dividend Yield (12M) de 9.01% e indicador P/VP de 0.89x.
Histórico de Cotação: HGLG11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a HGLG11
O PÁTRIA LOG - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO (HGLG11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Tijolo - Logística
Ver Todos os FIIsNotícias relacionadas
Mercado de FIIs ganha 30 mil novos investidores em agosto
O mercado de Fundos Imobiliários (FIIs) ganhou 30 mil novos investidores entre julho e agosto, conforme Boletim de Produtos divulgado nesta sexta-feira (18) pela B3. O número total de investidores com posição em custódia passou de 3,297 milhões para 3,327 milhões em agosto, segundo o documento. O número de FIIs disponíveis à negociação também subiu no mesmo período, saindo de 438 para 440. Estoque financeiro estagnado Já o estoque financeiro de FIIs com posição em custódia no mercado de bolsa da B3 permaneceu em R$ 196 bilhões pelo terceiro mês seguido - uma baixa frente ao início do ano, quando era de R$ 200 bilhões. Os dados da B3 mostram que 72,8% dos investidores com posição em custódia são pessoa física, mas eles respondem por 47,0% do volume negociado. Os investidores não residentes, por sua vez, representam fatia de 3,7% da posição em custódia, mas 31,0% do volume negociado. Na sequência, os institucionais, que detém 21,5% da posição em custódia, correspondem a 17,5% do volume negociado. FIIs mais negociados no mês de agosto Entre os FIIs mais negociados no mês de agosto, estão o TRX Real Estate (TRXF11), Zagros Renda Imobiliária (GGRC11), XP Malls (XPML11), Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), Patria Log (HGLG11), Maxi Renda (MXRF11), BTG Pactual Logística (BTLG11), Patria Renda Urbana (HGRU11), Kinea Índice de Preços (KNIP11) e Kinea Renda Imobiliária (KNRI11).
STJ mantém IR de 20% sobre venda de cotas entre fundos imobiliários
Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo Decisão do STJ reforça IR de 20% sobre ganhos obtidos por FIIs na venda de cotas de outros fundos e pode atingir mais de 400 veículos. Foto: MARCELLO CASAL JR AGENCIA BRASIL Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a cobrança de Imposto de Renda (IR) pode afetar mais de 400 fundos imobiliários (FIIs). O tribunal manteve a incidência de 20% sobre o ganho obtido por FIIs na venda de cotas de outros fundos imobiliários. PUBLICIDADE A cobrança já era adotada pela Receita Federal, mas agora ganhou respaldo do STJ. Especialistas ouvidos pela Broadcast avaliam que a decisão aumenta a insegurança jurídica no setor e pode levar gestoras a buscar outras estruturas para essas operações. A discussão gira em torno de duas regras previstas na Lei 8.668, que regulamenta os fundos imobiliários. Enquanto o artigo 16 prevê isenção de IR sobre rendimentos e ganhos de capital obtidos pelas carteiras dos FIIs, o artigo 18 estabelece a cobrança do imposto sobre ganhos na venda ou no resgate de cotas de fundos imobiliários. Publicidade A Receita sustenta a incidência com base no artigo 18, tanto que diversas administradoras sempre consideraram a tributação na gestão dos fundos, segundo Ricardo Bolan, sócio de Tributário do Lefosse. No entanto, ele pondera que a possibilidade de um FII investir em cotas de outro FII só surgiu em 2008. Logo, Bolan avalia o quadro atual como decepcionante para o mercado dado que a interpretação adotada pelo STJ não considera de forma adequada a evolução da legislação. Um levantamento elaborado pelo Lefosse a partir da análise dos informes trimestrais estruturados de FIIs da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) mostra que 410 dos 1.150 FIIs que informaram a composição de suas carteiras na data-base de 30 de junho de 2026 tinham cotas de outros fundos imobiliários, o equivalente a 35,7% do total. Os dados indicam que muitos fundos de logística, shoppings, crédito imobiliário e multiestratégia mantêm posições em cotas de outros FIIs como parte de sua gestão de carteira, estando dentro do universo afetado pela decisão do STJ, assim como fundos de fundos (FoFs, na sigla em inglês) da classe. “Não faz sentido. Achamos uma decisão incoerente. Se todos os fundos são isentos no seu ambiente interno, por que só os fundos imobiliários teriam uma tributação?”, questiona Bruno Nardo, sócio e gestor da RBR Asset Management. Além disso, ele observa que se um investidor pessoa física tem lucro na venda de cotas do FII e já é tributado em 20%, então uma tributação na venda de cotas dentro do veículo seria uma bitributação. Publicidade O gestor destaca que o cenário reforça uma insegurança jurídica que o mercado enfrenta há anos. “Sempre houve duas possibilidades: a esfera judicial, com mandado de segurança, ou a esfera administrativa, solicitando reembolso dos valores pagos de imposto. A esfera administrativa poderia ser questionada no futuro, então preferimos ir direto na esfera judicial para ter uma decisão definitiva em algum momento”, conta Nardo. A RBR Asset também entrou com processos, mas, desde a venda de seus fundos listados ao Patria, não trabalha mais com FIIs que compram e vendem cotas de outros fundos. “Essa situação toda só reforça o caminho que tomamos. Hoje fazemos a gestão de compra e venda de fundos listados em mandatos exclusivos no formato multimercado. Nessa estrutura, o investidor consegue diferir o imposto no momento do resgate. Além de trazer flexibilidade de mandato e não sofrer com volatilidade de cota no mercado secundário, o multimercado tem essa vantagem.” Algo mudou? Mas, afinal, se as gestoras já adotavam a tributação, o que mudou? A diferença é que agora a interpretação da Receita ganhou, pela primeira vez, respaldo em uma decisão do STJ, ainda que o julgamento tenha ocorrido em processos individuais e não sob o rito dos recursos repetitivos. O primeiro processo que chegou à Primeira Turma foi o da Rio Bravo Investimentos. Publicidade A gestora vinha optando pelo depósito judicial dos valores discutidos, estratégia que preserva o direito de contestação e evita que uma eventual derrota gere agora um desembolso adicional pelos cotistas, segundo Vanessa Faleiros, sócia e COO da Rio Bravo. “Do ponto de vista financeiro, o custo não fica com os cotistas”, reforça. Caso os processos sejam encerrados com a manutenção da cobrança, os depósitos podem ser convertidos em renda para a União. Faleiros diz que a decisão do STJ não deve causar mudança na estratégia dos fundos imobiliários - a casa tem cerca de R$ 12 bilhões sob gestão - ou dos FoFs da classe, área com R$ 450 milhões. “Vamos esperar a possibilidade de algum recurso e ver como o mercado vai entender a decisão”, afirma a executiva, acrescentando que a Rio Bravo segue atenta a estruturas alternativas que possam fazer sentido. Publicidade “Temos visto grande procura por carteiras administradas para pessoa física, na qual se preserva a isenção e tem a gestão profissional”, exemplifica.
Decisão do STJ sobre IR em venda de cotas pode afetar estratégia de mais de 400 FIIs
Por Bruna Camargo São Paulo, 14/09/2026 – A decisão da Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de manter a cobrança de 20% de Imposto de Renda (IR) sobre o ganho de capital obtido por fundos de investimento imobiliário (FIIs) na venda de cotas de outros FIIs pode atingir um universo de mais de 400 veículos. A tributação já vinha sendo aplicada há anos, conforme entendimento da Receita Federal, mas especialistas ouvidos pela Broadcast avaliam que a decisão tomada no início do mês aumenta a insegurança jurídica para o mercado e pode incentivar a busca por caminhos alternativos para estratégias de compra e venda de cotas. Não é novidade que a tributação sobre FIIs volta e meia assombre o mercado. Nesse caso, especificamente, a controvérsia está na interpretação dos artigos 16 e 18 da Lei 8.668/93, de 1993, que regulamenta a classe de ativos: enquanto o primeiro prevê isenção sobre rendimentos e ganhos de capital das carteiras dos FIIs, o segundo determina a incidência de IR sobre ganhos obtidos na alienação ou no resgate de cotas de fundos imobiliários por qualquer beneficiário. A Receita sustenta a incidência com base no artigo 18, tanto que diversas administradoras sempre consideraram a tributação na gestão dos fundos, segundo Ricardo Bolan, sócio de Tributário do Lefosse. No entanto, ele pondera que a possibilidade de um FII investir em cotas de outro FII só surgiu em 2008. Logo, Bolan avalia o quadro atual como decepcionante para o mercado dado que a interpretação adotada pelo STJ não considera de forma adequada a evolução da legislação. Um levantamento elaborado pelo Lefosse a partir da análise dos informes trimestrais estruturados de FIIs da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) mostra que 410 dos 1.150 FIIs que informaram a composição de suas carteiras na data-base de 30 de junho de 2026 tinham cotas de outros fundos imobiliários, o equivalente a 35,7% do total. Os dados indicam que muitos fundos de logística, shoppings, crédito imobiliário e multiestratégia mantêm posições em cotas de outros FIIs como parte de sua gestão de carteira, estando dentro do universo afetado pela decisão do STJ, assim como fundos de fundos (FoFs, na sigla em inglês) da classe. “Não faz sentido. Achamos uma decisão incoerente. Se todos os fundos são isentos no seu ambiente interno, por que só os fundos imobiliários teriam uma tributação?”, questiona Bruno Nardo, sócio e gestor da RBR Asset Management. Além disso, ele observa que se um investidor pessoa física tem lucro na venda de cotas do FII e já é tributado em 20%, então uma tributação na venda de cotas dentro do veículo seria uma bitributação. O gestor destaca que o cenário reforça uma insegurança jurídica que o mercado enfrenta há anos. “Sempre houve duas possibilidades: a esfera judicial, com mandado de segurança, ou a esfera administrativa, solicitando reembolso dos valores pagos de imposto. A esfera administrativa poderia ser questionada no futuro, então preferimos ir direto na esfera judicial para ter uma decisão definitiva em algum momento”, conta Nardo. A RBR Asset também entrou com processos, mas desde a venda de seus fundos listados ao Patria, não trabalha mais com FIIs que compram e vendem cotas de outros fundos. “Essa situação toda só reforça o caminho que tomamos. Hoje fazemos a gestão de compra e venda de fundos listados em mandatos exclusivos no formato multimercado. Nessa estrutura, o investidor consegue diferir o imposto no momento do resgate. Além de trazer flexibilidade de mandato e não sofrer com volatilidade de cota no mercado secundário, o multimercado tem essa vantagem.” Algo mudou? Mas, afinal, se as gestoras já adotavam a tributação, o que mudou? A diferença é que agora a interpretação da Receita ganhou, pela primeira vez, respaldo em uma decisão do STJ, ainda que o julgamento tenha ocorrido em processos individuais e não sob o rito dos recursos repetitivos. O primeiro processo que chegou à Primeira Turma foi o da Rio Bravo Investimentos. A gestora vinha optando pelo depósito judicial dos valores discutidos, estratégia que preserva o direito de contestação e evita que uma eventual derrota gere agora um desembolso adicional pelos cotistas, segundo Vanessa Faleiros, sócia e COO da Rio Bravo. “Do ponto de vista financeiro, o custo não fica com os cotistas”, reforça. Caso os processos sejam encerrados com a manutenção da cobrança, os depósitos podem ser convertidos em renda para a União. Faleiros diz que a decisão do STJ não deve causar mudança na estratégia dos fundos imobiliários, no qual a casa tem cerca de R$ 12 bilhões sob gestão, ou dos FoFs da classe, área com R$ 450 milhões. “Vamos esperar a possibilidade de algum recurso e ver como o mercado vai entender a decisão”, afirma a executiva, acrescentando que a Rio Bravo segue atenta a estruturas alternativas que possam fazer sentido. “Temos visto grande procura por carteiras administradas para pessoa física, na qual se preserva a isenção e tem a gestão profissional”, exemplifica. Pode haver desdobramentos? Para os especialistas ouvidos pela Broadcast, a decisão representa um revés para o setor, mas não necessariamente o ponto final da disputa. A Segunda Turma do STJ, que também julga questões tributárias, ainda não analisou o mérito da controvérsia. Uma eventual divergência entre as turmas poderia levar o tema à Primeira Seção, responsável por uniformizar a jurisprudência tributária, explica Fernanda Tessaro, advogada sênior tributária do Bichara Advogados, que atuou no processo da Rio Bravo. Também existe a possibilidade de julgamento sob o rito dos repetitivos, o que daria caráter vinculante, ou seja, obrigatório, à decisão. Contato: bruna.camargo@estadao.com
Perguntas Frequentes sobre HGLG11
Qual é a cotação de HGLG11 hoje na B3?
Quanto a HGLG11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de HGLG11?
O que significa o P/L e o P/VP de HGLG11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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