BOVA11 iShares Ibovespa Fundo de Indice – Cotação Hoje
iShares Ibovespa Fundo de Indice
Resumo Fundamentalista de BOVA11
O ativo BOVA11 (iShares Ibovespa Fundo de Indice) está sendo negociado hoje a R$ 189,07, acumulando uma variação de +2.53% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 137,30 e a máxima de R$ 195,73. O ETF tem por objetivo replicar o índice benchmark IBOVESPA, inserido na classe de Renda Variável Brasil sob gestão de BlackRock Brasil (iShares) com taxa de administração de 0,10% a.a..
Histórico de Cotação: BOVA11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do ETF (Fundo de Índice)
Sobre a BOVA11
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
Outros ETFs em Destaque na B3
Ver Todos os ETFsNotícias relacionadas
BlackRock prevê crescer 30% no Brasil independentemente da eleição
São Paulo | Reuters A BlackRock espera manter um ritmo de expansão da ordem de 30% na sua base de ativos no Brasil em 2027, independentemente do desfecho eleitoral, de acordo com Bruno Barino, CEO para o país da maior gestora de ativos do mundo, em parte pelo interesse crescente de brasileiros por investimentos internacionais. "Eu acho que conseguimos repetir", afirmou o executivo em entrevista à Reuters, citando que a operação brasileira está crescendo 30% a 35% a base de ativos neste ano, após incremento de cerca de 12% em 2025 e fluxo negativo em 2024. Ele não detalhou o montante dos recursos administrados no Brasil, mas citou que a grande parte, cerca de 90%, são aplicações offshore. No mundo, a BlackRock tem mais de US$ 15,3 trilhões (R$ 79,9 trilhões) em ativos. Cerca de 90% dos ativos da operação brasileira estão em aplicações offshore, segundo CEO da gestora no Brasil - Carlo Allegri - 24.set.26/Reuters "Se eu tenho 90% offshore e o comportamento do brasileiro em relação offshore, que já está mudando, continuar a mudar, eu já pego um pedaço no meu 90%... Não é uma questão de crescimento econômico, é só fazer a conta." Publicidade Barino afirmou que tem crescido no país o interesse por ETFs, fundos negociados em bolsa, segmento no qual a BlackRock é uma das líderes globais por meio da marca iShares, com US$ 5,5 trilhões (R$ 28,79 trilhões) em ativos sob gestão, mas que há espaço para ir além. O executivo citou o movimento que ocorreu no mundo deve acontecer também no Brasil, de busca por ativos nos extremos, como produtos passivos, como ETFs, em uma ponta, e investimentos alternativos e especializados, em outra. De acordo com dados da B3, o número de pessoas físicas com ETFs na carteira alcançou 862 mil no final de junho, de 639 mil um ano antes. O valor em custódia dos investidores pessoas físicas em ETFs aumentou 62%, para R$ 35,1 bilhões, alta de 62%. No Brasil, entre outros produtos, a BlackRock é gestora do ETF mais famoso do país, o iShares Ibovespa Fundo de Índice, mais conhecido como BOVA11, lançado em novembro de 2008 na B3. Publicidade Nos últimos anos, a BlackRock aumentou significativamente sua atuação no mercado brasileiro, que é voltada para o investidor institucional, incluindo em áreas além do investimento, como tecnologia e advisory; e Barino afirma que tem trabalhado para expandir ainda mais, enxergando uma participação relativamente modesta do grupo no país em comparação com sua presença global. C-Level Uma newsletter com informações exclusivas para quem precisa tomar decisões "Se você olhar os grandes mercados de ativos investíveis do mundo, a BlackRock é gigante em todos, menos no Brasil." INFRAESTRUTURA E IA Na visão de Barino, o principal desafio do Brasil é competir por investimentos globais de longo prazo capazes de transformar a economia, como em infraestrutura. "O Brasil, às vezes, não se posiciona em como competir por esse investimento transformacional", afirmou, destacando que o país possui vantagens importantes, mas precisa avançar em marcos regulatórios, ter política de estado estrutural, estratégia mais coordenada para competir com outros destinos por grandes projetos internacionais. "Você está competindo pelo cheque globalmente", afirmou. Ele citou que, em infraestrutura, o foco da BlackRock no Brasil está voltado para portos, aeroportos, energia e a cadeia de data centers, um dos segmentos mais beneficiados pela corrida global por inteligência artificial. O executivo avalia que, principalmente pela questão da energia e pelo tamanho do mercado brasileiro, o Brasil ainda pode ser um hub de IA para a América Latina. "Eu não acho que (essa oportunidade) passou, mas 'the clock is ticking' (o tempo está passando)." Publicidade Para o executivo, a capacidade de atrair investimentos de longo prazo dependerá menos do resultado eleitoral e mais da profundidade de reformas fiscais e medidas voltadas ao aumento da competitividade econômica. "Independentemente de quem ganhar, a profundidade (das mudanças) definirá a nossa capacidade para competir pelo investimento." O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador de oposição Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparecem em empate técnico em um eventual segundo turno na maioria das pesquisas de intenção de voto para a eleição deste mês. O primeiro turno será disputado no domingo (4). Apesar das preocupações com juros elevados e incertezas fiscais, Barino afirmou que investidores estrangeiros tendem a enxergar o Brasil de forma mais positiva do que os próprios brasileiros. "A visão do estrangeiro em relação ao Brasil é muito melhor do que a nossa."
Petrobras (PETR4) lidera ações mais negociadas da B3
Petrobras (PETR4) mantém trono, BTG (BPAC11) avança e Embraer (EMBJ3) estreia no ranking das mais negociadas da B3 A disputa pelo pódio da Bolsa ganhou novos protagonistas em agosto. Enquanto Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4) mantiveram a liderança entre as ações mais negociadas, o BTG Pactual (BPAC11) alcançou sua melhor colocação de 2026 e a Embraer (EMBJ3) estreou no top 10 do ano. Os dados fazem parte de um levantamento do DataWise+, plataforma de informações da B3. O estudo considera o volume financeiro movimentado na ponta compradora, calculado a partir do preço e da quantidade de ações adquiridas no período. O BTG Pactual chegou ao quarto lugar, atrás somente das três líderes. A Embraer apareceu na nona posição, enquanto a Sabesp (SBSP3) retornou ao grupo dos dez papéis de maior volume depois de ter figurado pela última vez na lista em abril. Quais foram as ações mais negociadas em agosto? O ranking das ações com maior volume financeiro movimentado na B3 ficou assim: Petrobras (PETR4) Vale (VALE3) Itaú Unibanco (ITUB4) BTG Pactual (BPAC11) Axia Energia (AXIA3) Bradesco (BBDC4) Sabesp (SBSP3) Banco do Brasil (BBAS3) Embraer (EMBJ3) Petrobras (PETR3) A Petrobras aparece duas vezes porque possui diferentes classes de ações negociadas na Bolsa. PETR3 representa os papéis ordinários, que concedem direito a voto, enquanto PETR4 identifica as ações preferenciais. A presença de um papel entre os mais negociados significa que ele movimentou um volume financeiro elevado no período. Isso não indica, necessariamente, que sua cotação subiu nem representa uma recomendação de compra. A classificação também não é a mesma utilizada para definir a composição do Ibovespa. O índice considera critérios próprios, como negociabilidade, presença nos pregões, volume financeiro e valor do ativo em circulação. Petrobras (PETR4) lidera entre todos os tipos de investidores A Petrobras não ficou apenas no primeiro lugar da classificação geral. PETR4 foi a ação mais negociada em todas as categorias de investidores analisadas pelo DataWise+: pessoas físicas, empresas, fundos de investimento, estrangeiros e instituições financeiras. Entre as pessoas físicas, Petrobras, Vale e Itaú ocuparam as três primeiras posições. Na sequência apareceram Banco do Brasil e Embraer, mostrando que EMBJ3 já estava entre os cinco papéis mais movimentados pelos investidores individuais. O ranking das pessoas físicas ficou desta maneira: Petrobras (PETR4) Vale (VALE3) Itaú Unibanco (ITUB4) Banco do Brasil (BBAS3) Embraer (EMBJ3) Prio (PRIO3) Bradesco (BBDC4) Magazine Luiza (MGLU3) BTG Pactual (BPAC11) Axia Energia (AXIA3) Entre os fundos de investimento, Petrobras, Vale e Itaú também formaram o pódio. Os investidores estrangeiros repetiram o mesmo trio nas primeiras posições, seguidos por Axia Energia e Bradesco. Nas instituições financeiras, a composição mudou. Depois da Petrobras apareceram Ultrapar (UGPA3), BTG Pactual, B3 (B3SA3) e Itaú Unibanco. FIIs têm novo trio na liderança O levantamento também acompanhou os fundos imobiliários mais negociados em agosto. O TRX Real Estate (TRXF11), que investe principalmente em imóveis de varejo e logística, assumiu a primeira colocação. O Zagros Renda Imobiliária (GGRC11), com maior exposição a ativos industriais e logísticos, ficou em segundo lugar. O XP Malls (XPML11), voltado principalmente para shopping centers, completou o pódio. As demais posições foram ocupadas por KNCR11, HGLG11, MXRF11, BTLG11, PQDP11, CPOF11 e HGRU11. O trio representa uma mudança em relação a julho, quando as primeiras posições ficaram com VBI Prime Properties (WTXA11), General Shopping e Outlets do Brasil (GSFI11) e HSI Logística (HSLG11). Segundo a B3, a alteração não indica, por si só, uma transferência dos recursos dos investidores entre os segmentos. O levantamento mostra apenas quais fundos movimentaram os maiores volumes financeiros durante o mês. BOVA11 continua na frente entre os ETFs Entre os ETFs, fundos negociados em Bolsa que buscam acompanhar índices ou estratégias de investimento, as primeiras posições permaneceram estáveis. O BOVA11 foi novamente o ETF mais negociado, seguido por SMAL11 e BOVV11. Os três produtos também haviam liderado a classificação de julho. O BOVA11 e o BOVV11 acompanham o Ibovespa, embora sejam administrados por instituições diferentes. Já o SMAL11 busca refletir o desempenho das chamadas small caps, empresas com menor valor de mercado em comparação com as maiores companhias da Bolsa. Também apareceram no top 10 IVVB11, LFTB11, LLFT11, DIVO11, LFTS11, GOLD11 e SPXI11. A lista reúne produtos ligados a ações brasileiras, títulos públicos, ouro e mercado norte-americano. Aura Minerals (AURA33) lidera entre os BDRs No mercado de BDRs, a Aura Minerals (AURA33) retomou a primeira colocação. Os BDRs são recibos negociados na B3 que representam ações ou outros ativos listados no exterior. A Nvidia (NVDC34) ficou na segunda posição, enquanto a Nu Holdings (ROXO34), controladora do Nubank, apareceu em terceiro lugar. A Micron Technology (MUTC34), líder do ranking em julho, caiu para a quarta posição. O BDR da SpaceX (SPCX34), negociado na B3 desde junho, já apareceu no quinto lugar. JBS (JBSS32), Tesla (TSLA34), Inter (INBR32), XP (XPBR31) e Amazon (AMZO34) completaram o grupo dos dez BDRs com maior volume financeiro em agosto. Segundo a B3, o DataWise+ permite acompanhar as mudanças nas posições e a atuação de cada categoria de investidor. Em agosto, Petrobras, Vale e Itaú preservaram o pódio, enquanto BTG Pactual, Sabesp e Embraer ganharam espaço entre as ações mais negociadas.
BTG: 4ª posição na B3 em agosto, melhor colocação de 2026
Instituição ficou atrás da Petrobras, Vale e Itaú Unibanco Petrobras, Vale e Itaú se mantiveram nas três primeiras posições em agosto no rankng da B3. No quarto lugar ficou o BTG Pactual (BPAC11) que alcançou no mês sua melhor colocação de 2026 no ranking mensal das ações mais negociadas na bolsa. Os dados consideram o volume financeiro total movimentado na ponta compradora, calculado a partir do preço e da quantidade de papéis comprados no período, informou a B3 nesta segunda-feira. As informações foram reunidas pelo DataWise+, plataforma de inteligência e análise de dados da B3 desenvolvida em parceria com a Neoway. A ferramenta foi criada para monitorar, consolidar e analisar detalhadamente as operações realizadas nos mercados listados da bolsa. De acordo com o ranking, a Embraer (EMBJ3) entrou pela primeira vez no ano no top 10, na nona posição. Os dados são de levantamento do DataWise+, solução de dados da B3. Axia Energia (AXIA3) ficou na quinta posição, seguido por Bradesco (BBDC4). A Sabesp (SBSP3) retornou ao grupo dos dez papéis de maior volume, em sétimo, depois de ter aparecido pela última vez no top 10 em abril. Banco do Brasil (BBAS3), em oitavo; e Petrobras (PETR3), em décimo, completam a lista. - Advertisement - Fundos Entre os fundos imobiliários, o TRX Real Estate (TRXF11), que oferece exposição a imóveis de varejo e logística, foi o mais negociado em agosto. Na segunda posição ficou o Zagros Renda Imobiliária (GGRC11), concentrado principalmente em ativos industriais e logísticos; enquanto o XP Malls (XPML11), em terceiro, tem como principal tese o investimento em shopping centers. Na comparação com julho, quando as três primeiras posições eram ocupadas por VBI Prime Properties (WTXA11), General Shopping e Outlets do Brasil (GSFI11) e HSI Logística (HSLG11), o ranking de agosto mostra uma maior diversificação das teses imobiliárias entre os fundos de maior volume. No mês anterior, o top 3 mostrou maior presença de estratégias ligadas a imóveis corporativos e logísticos, além de shopping centers. Já em agosto, ganharam destaque carteiras com exposição a varejo, imóveis industriais e logísticos e shopping centers. A B3 esclareceu que a mudança na composição não indica, por si só, uma realocação de recursos entre esses segmentos, mas mostra que o volume negociado se distribuiu entre um conjunto mais diversificado de teses dentro do universo de fundos de tijolo (que investem majoritariamente na compra, venda e administração de imóveis). ETFs Entre os ETFs, o topo mostrou maior estabilidade. O BOVA11 permaneceu como o fundo de índice mais negociado em agosto, seguido por SMAL11 e BOVV11. Os três produtos também ocuparam as primeiras posições em julho e têm presença recorrente entre os ETFs de maior volume negociado na B3. “A composição, com produtos que acompanham o Ibovespa B3 e o índice de Small Caps, evidencia a relevância dos fundos ligados ao mercado acionário brasileiro, ao mesmo tempo em que o restante do ranking reúne estratégias e exposições distintas”, reportou a bolsa de valores. BDRs O ranking de BDRs registrou mudanças em agosto. Aura Minerals (AURA33) ficou na primeira posição, seguida pela Nvidia (NVDC34) e pela Nu Holdings (ROXO34). Em julho, a liderança havia sido da Micron Technology (MUTC34), que em agosto ocupou a quarta posição. O BDR da SpaceX (SPCX34), que começou a ser negociado na B3 em junho e rapidamente passou a figurar entre os recibos de maior volume, aparecendo na quinta colocação. A composição dos BDRs mais negociados continua reunindo companhias ligadas a diferentes setores e mercados, permitindo observar a uma amostra da diversidade de alternativas para dolarização da carteira que a B3 viabiliza aos investidores brasileiros. Petrobras A Petrobras (PETR4) foi a ação mais negociada em agosto em todas as categorias de investidores analisadas pelo DataWise+: pessoas físicas, pessoas jurídicas, fundos, investidores não residentes e instituições financeiras. A Vale (VALE3) apareceu entre as dez ações mais negociadas nos cinco perfis, enquanto o Itaú Unibanco (ITUB4) figurou no top 5 de todas as categorias. Entre as pessoas físicas, depois de Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4), aparecem Banco do Brasil (BBAS3) e Embraer (EMBJ3). Entre as pessoas jurídicas, o segundo lugar ficou com TIM (TIMS3), seguida por Itaú Unibanco (ITUB4). Já entre os fundos, Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4) formaram o top 3. Os investidores não residentes repetiram Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4) nas três primeiras posições, enquanto, entre as instituições financeiras, Ultrapar (UGPA3) e BTG Pactual (BPAC11) vieram logo depois de Petrobras (PETR4). Dados “Os dados mensais do DataWise+ permitem acompanhar não apenas os ativos de maior volume, mas também as mudanças de posição ao longo do ano”, reportou a B3. Com a ferramenta, é possível monitorar o comportamento dos diferentes participantes do mercado de capitais, acompanhar o market share, realizar comparativos entre concorrentes, identificar a movimentação de instrumentos financeiros e aplicar filtros avançados por categoria de investidor. A granularidade e a profundidade dos dados oferecidos pela solução permitem analisar mudanças de comportamento e de liquidez em diferentes classes de ativos.
Perguntas Frequentes sobre BOVA11
Qual é a cotação de BOVA11 hoje na B3?
Quanto a BOVA11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BOVA11?
O que significa o P/L e o P/VP de BOVA11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.