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GOLD11 Gold - Trend ETF LBMA Ouro Fundo Investimento Cotas de Fundo de Indice Investiment Exterior – Cotação Hoje

📊 ETF

Gold - Trend ETF LBMA Ouro Fundo Investimento Cotas de Fundo de Indice Investiment Exterior

Preço Atual
R$ 23,56
-1.42%

Resumo Fundamentalista de GOLD11

O ativo GOLD11 (Gold - Trend ETF LBMA Ouro Fundo Investimento Cotas de Fundo de Indice Investiment Exterior) está sendo negociado hoje a R$ 23,56, acumulando uma variação de -1.42% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 19,01 e a máxima de R$ 30,14.

Abertura
R$ 23,77
Fec. Ant: R$ 23,57
Variação Dia
Min: R$ 23,56
Max: R$ 23,85
52 Semanas
Mín: R$ 19,01
Máx: R$ 30,14
Volume
580.703
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

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Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

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Sobre a GOLD11

Market Cap
N/A

Dividendos

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Seleção da XP agrupa fundos listados na B3 em sete objetivos diferentes, em um cenário de juros longos elevados nos Estados Unidos e rotação de capital para mercados menos expostos à inteligência artificial Publicidade Montar uma reserva de emergência, proteger o poder de compra da inflação ou receber dividendos com alguma regularidade são objetivos distintos, e cada um pede um ativo diferente. Para quem tem perfil mais iniciante e quer resolver isso sem escolher papel por papel, diversos ETFs negociados na B3 dão conta desses e de outros quatro objetivos, com aporte único e a mesma praticidade de comprar uma ação, além de isenção de come-cotas e IOF, e com imposto de renda retido na fonte, o que dispensa o recolhimento por DARF. Os estrategistas Rachel de Sá, Mayara Rodrigues, Raphael Figueredo e Maria Irene Jordão, do time de Reserch da XP, fizeram uma seleção por finalidade, dentro de sete temas que a casa considera comuns a diferentes perfis e horizontes de investimento. Os ativos podem ser alocados individualmente ou em conjunto, mas não formam uma carteira recomendada, e a indicação de cada ETF se restringe ao objetivo em que ele aparece. A lista chega em um momento em que a XP vê dois vetores dominando o cenário global: a persistência de juros elevados e a volatilidade em torno da temática de inteligência artificial (IA). No último mês, os ativos mais expostos à IA sofreram correções agudas, o que abriu espaço para uma discussão sobre rotação de capital em direção a mercados que ficaram para trás. Leia também: Sangria vai longe? Bolsa brasileira é emergente com maior peso em fundos globais Reserva de emergência Para a parcela mais defensiva do patrimônio, a XP indica NLFA11, que acompanha o ILFA, índice de letras financeiras da Anbima que reflete uma carteira de emissões seniores, e LTBX11, que combina Letras Financeiras do Tesouro e NTN-Bs e tem como referência o índice Teva ITBR Target 760. Na seleção tática do mesmo relatório, a casa detalha o raciocínio por trás do NLFA11, apontado como opção de baixa volatilidade, eficiência tributária e baixo risco de crédito, por se tratar de emissões bancárias seniores. Em um ambiente de expectativas de inflação mais pressionadas e revisão para cima da Selic terminal, os pós-fixados ganham relevância porque acompanham a elevação dos juros sem exposição relevante à marcação a mercado. Proteção contra inflação Já na proteção contra inflação aparecem três nomes. O IB5M11 investe em títulos públicos atrelados ao IPCA com vencimentos acima de cinco anos, replicando o IMA-B 5+. O BDAP11 acompanha os juros reais no Brasil por meio de contratos atrelados ao IPCA, com referência no DAP5 da B3. E o XB3511 segue títulos públicos indexados à inflação com vencimento em 2035, pelo Idex NTN-B 35. Sobre o XB3511, a XP destaca a duration (prazo médio) de sete anos alinhada à estratégia de priorização de títulos de inflação, com ganho tanto pelo carrego, se o papel for mantido até o vencimento, quanto por eventual fechamento da curva de juros reais antes disso. Leia também: “Juros vão cair”: gigantes estrangeiros rejeitam pessimismo com Brasil Continua depois da publicidade Renda recorrente e dividendos O bloco de renda recorrente reúne três fundos com abordagens distintas. O NDIV11 acompanha o Ibov Smart Dividendos e reúne empresas brasileiras com histórico consistente de pagamento de proventos. O DIVD11 tem como referência o IDIV, índice da B3 que seleciona as companhias que mais distribuem dividendos. O terceiro nome amplia o escopo para fora do país. O SPYI11 acompanha o desempenho do S&P 500 com foco em gerar renda extra por meio de uma estratégia com opções, tendo como referência o índice NEOSSPYI. Longo prazo, aposentadoria e próxima geração Três objetivos do relatório tratam de horizontes mais longos, com soluções diferentes para cada um. Continua depois da publicidade Em estratégias de longo prazo, a XP aponta o GOAT11, que combina juros reais brasileiros e grandes empresas americanas e tem como referência uma composição de 80% do IMA-B e 20% do S&P 500. Para aposentadoria, a indicação é o XB4511, que investe em Tesouro IPCA+ com vencimento em 2045 e reinveste os pagamentos automaticamente, seguindo o Idex NTN-B 45. O objetivo mais alongado da lista é o que a casa chama de próxima geração, com o XB6011, que acompanha títulos públicos indexados à inflação de vencimento longo pelo Idex NTN-B 60. Leia também: EUA pagam a taxa mais alta em 25 anos por título de longo prazo; o que significa? Continua depois da publicidade Ouro para reduzir correlação O último bloco trata da diversificação em si, com dois ETFs de ouro que se diferenciam pela exposição cambial. O GOLD11 segue o preço do metal em dólar, replicando o LBMA Gold Price, enquanto o GOLX11 oferece a mesma exposição com proteção cambial, pelo IFGOLD Index. Na seleção tática, a XP afirma manter recomendação estrutural para alocação em ouro apesar da queda recente dos preços, reforçando o papel do metal como proteção contra inflação no longo prazo e como ativo de refúgio em momentos de risco geopolítico elevado. A presença do ouro em carteiras diversificadas também contribui para reduzir a correlação entre classes de ativos e, com isso, o risco total do portfólio. Tabela: Veja 13 ETFs para investir de acordo diferentes objetivos

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Hedge Doméstico: Enquanto o Ibovespa sangra com sete pregões seguidos de queda e fuga de capital estrangeiro, o ouro consolida-se como a principal proteção de carteira para os investidores locais. Em tempos de incerteza aguda, o instinto primitivo do mercado financeiro sempre retorna ao seu refúgio mais antigo. Nesta quinta-feira, 13 de agosto de 2026, a cotação do ouro confirmou sua vocação de “porto seguro” e registrou fortes ganhos tanto nas praças internacionais quanto no mercado doméstico. A escalada do metal precioso reflete a leitura atenta das tesourarias globais diante de uma tempestade perfeita: a transição da política monetária nos Estados Unidos e o agravamento das fraturas geopolíticas no Oriente Médio. No exterior, os contratos futuros de ouro negociados na Commodity Exchange (COMEX) orbitam a faixa de US$ 2.780 por onça-troy (medida equivalente a cerca de 31,1 gramas). O principal motor dessa arrancada é a divulgação recente dos dados de inflação ao produtor (PPI) nos Estados Unidos. Com os números confirmando a desaceleração dos preços americanos, o mercado passou a precificar um corte iminente e agressivo nos juros pelo Federal Reserve (Fed). Quando a taxa de juros americana cai, o rendimento dos títulos de renda fixa (como as Treasuries) diminui, reduzindo o custo de oportunidade de se investir no ouro — um ativo que, por natureza, não paga dividendos ou cupons mensais. Além da matemática dos juros, o prêmio de risco geopolítico mantém o piso do ouro bastante elevado em 2026. A escalada das tensões no Estreito de Ormuz, envolvendo Irã, Israel e os Estados Unidos, mantém o mercado de energia (petróleo) e o mercado de metais sob constante sobressalto. Em cenários onde há ameaça crônica de choques nas cadeias de suprimento e de inflação importada, fundos soberanos, governos de mercados emergentes e investidores institucionais aceleram a compra de barras físicas para diversificar suas reservas cambiais, o que enxuga a liquidez e pressiona as cotações para cima. Para o investidor brasileiro, a dinâmica do ouro ganha um “anabolizante” adicional: a taxa de câmbio. Como o ativo é precificado globalmente em moeda americana, a valorização simultânea do metal em Nova York e do dólar no Brasil gera ganhos exponenciais. Com a moeda norte-americana sendo negociada a R$ 5,20 nesta quinta-feira — impulsionada pelo rebaixamento da Bolsa brasileira por bancos internacionais —, o contrato de 250 gramas de ouro (ticker OZ1D) na B3 disparou para a faixa de R$ 465,00 por grama. Essa rentabilidade contrasta violentamente com o derretimento do mercado acionário brasileiro. Com o Ibovespa castigado pela saída de R$ 7,2 bilhões de capital estrangeiro apenas em agosto e pela permanência da taxa Selic no patamar restritivo de 14% ao ano, o ouro tornou-se a “boia de salvação” das carteiras multimercado e dos fundos exclusivos de alta renda, entregando liquidez, descorrelação com o Ibovespa e blindagem contra a inflação local. Guia do Investidor Embora o cenário seja de euforia para o metal, a exposição ao ouro exige conhecimento dos veículos regulados e disciplina de alocação: Fundos de Índice (ETFs): A maneira mais barata, líquida e simples de investir em ouro na Bolsa brasileira em 2026 é através dos ETFs, como o GOLD11. Esse fundo replica a variação do preço do ouro em dólar, permitindo que o investidor compre cotas com valores acessíveis via home broker, sem se preocupar com transporte ou cofres. Fundos de Investimento (Ouro Ativo): Diversas gestoras oferecem fundos de ouro (cambiais ou com proteção cambial/ hedge ). Se o seu objetivo é se proteger contra a desvalorização do Real frente ao Dólar, escolha fundos sem proteção cambial. Contratos Diretos na B3 (OZ1D, OZ2D): Investidores com maior capital podem negociar o ouro físico diretamente pelo home broker. O lote padrão (OZ1D) representa 250 gramas (hoje na casa de R$ 116 mil), mas há opções de lotes fracionários de 10 gramas (OZ2D). Lembre-se que há cobrança de taxa de custódia pela corretora/B3 para guardar o ouro em seu nome. Evite o Ouro Físico (Jóias e Barras caseiras): Comprar ouro diretamente em joalherias ou lojas de penhor não é recomendado para investimentos financeiros. O spread (diferença entre o preço de compra e venda) é altíssimo, você não recebe a cotação oficial do mercado financeiro na revenda, além de incorrer em graves riscos de segurança e falsificação. Regra de Ouro (Alocação Limitada): O ouro é um ativo de seguro, não de geração de renda passiva. Especialistas de Wealth Management recomendam que a exposição ao metal limite-se entre 5% e 10% do patrimônio total. O grosso do seu capital de baixo risco deve continuar aproveitando o rendimento da renda fixa com a Selic a 14% ao ano. Leia mais Pagamento do Pé-de-Meia de agosto de 2026 começa dia 24: veja o calendário e as regras da nova parcela Bitcoin hoje avança empurrado por alívio nos EUA e vira ‘porto seguro’ contra o mau humor da B3 Offshore vs. Onshore em 2026: onde é melhor investir seu dinheiro com as regras de 2026? Deutsche Bank se torna o primeiro banco não chinês a operar clearing de yuan na União Europeia Elon Musk anuncia a Terafab: a maior instalação industrial do planeta com aporte de US$ 16,8 bilhões Teste rápido: Jeep Avenger 2027 é muito melhor do que imaginam os haters Para compartilhar:

Perguntas Frequentes sobre GOLD11

Qual é a cotação de GOLD11 hoje na B3?
A cotação de GOLD11 hoje está em R$ 23,56. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 23,56 e máxima de R$ 23,85.
Quanto a GOLD11 paga de dividendos?
Atualmente não há registros de proventos recentes para o ticker GOLD11. Consulte os relatórios trimestrais e fatos relevantes para atualizações.
Como calcular o Preço Teto de GOLD11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de GOLD11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de GOLD11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.