IVVB11 iShares S&P 500 Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Indice - Investimento no Exterior – Cotação Hoje
iShares S&P 500 Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Indice - Investimento no Exterior
Resumo Fundamentalista de IVVB11
O ativo IVVB11 (iShares S&P 500 Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Indice - Investimento no Exterior) está sendo negociado hoje a R$ 454,70, acumulando uma variação de +0.53% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 372,40 e a máxima de R$ 461,49. O ETF tem por objetivo replicar o índice benchmark S&P 500, inserido na classe de Internacional (EUA) sob gestão de BlackRock Brasil (iShares) com taxa de administração de 0,23% a.a..
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Carteira Top 10 BDRs Safra: seleção de outubro
Resumo A Carteira Top 10 BDRs do Banco Safra substitui Alphabet por Microsoft em outubro, priorizando exposição ampla à inteligência artificial via Azure, Copilot e participação na OpenAI. Microsoft apresenta trajetória de crescimento mais clara com expectativa de resultados robustos, enquanto Alphabet enfrenta maior risco competitivo de ferramentas de IA em buscas. A carteira amplia participação do ETF S&P 500 para 30% e concentra tese de crescimento em tecnologia, com Microsoft, Meta, NVIDIA e TSMC cobrindo infraestrutura, software, semicondutores e publicidade digital. Resumo supervisionado por jornalista. A Carteira Top 10 BDRs do Safra promove uma substituição e ajustes de pesos em outubro. A principal mudança é a entrada de Microsoft (MSFT34) no lugar de Alphabet (GOGL34), após a valorização recente da companhia controladora do Google. Segundo os especialistas do Safra, a Microsoft apresenta uma trajetória de crescimento mais clara, com expectativa de resultados robustos na próxima temporada de balanços. A tese combina a exposição à infraestrutura de inteligência artificial por meio da plataforma Azure, a expansão de ferramentas como o Copilot e a relevância estratégica da participação na OpenAI. A carteira também aumenta a posição em Meta (M1TA34), reduz a exposição a Amazon (AMZO34) e ajusta os pesos entre JPMorgan (JPMC34) e Goldman Sachs (GSGI34). Além disso, amplia a participação do ETF iShares S&P 500 (IVVB11), que passa a representar 30% da seleção. O que são BDRs Os BDRs, sigla para Brazilian Depositary Receipts, são títulos emitidos e negociados no Brasil que representam ativos listados em bolsas internacionais. Na prática, eles permitem ao investidor acessar empresas globais sem a necessidade de abrir conta no exterior ou operar diretamente em mercados estrangeiros. Dessa forma, o investidor pode diversificar a carteira com exposição a companhias americanas e outros ativos internacionais por meio da B3. A Carteira Top 10 BDRs do Safra passa por revisão mensal automática pelos especialistas do banco. O processo busca atualizar a composição e os pesos recomendados conforme a evolução das teses de investimento e do cenário de mercado, o que oferece mais comodidade ao investidor. Microsoft entra no lugar de Alphabet A saída de Alphabet (GOGL34) abre espaço para Microsoft (MSFT34) na carteira de outubro. O Safra continua confiante na tese da Alphabet, mas aponta maior risco para o negócio de buscas diante do avanço de ferramentas de inteligência artificial capazes de executar pesquisas e navegação na internet. Por outro lado, a Microsoft reúne exposição ampla à inteligência artificial. A companhia atua na infraestrutura de nuvem com o Azure e avança na monetização de aplicações, como o Copilot. O Safra também destaca a crescente adoção desses produtos e uma avaliação considerada atrativa em relação ao potencial de resultados. Meta ganha espaço; Amazon perde peso A Meta (M1TA34) teve o peso ampliado em dois pontos percentuais. A decisão ocorre após o lançamento bem-sucedido de um novo produto e diante de uma percepção mais positiva sobre os investimentos da companhia. A empresa combina crescimento das receitas de publicidade com uso de inteligência artificial para reforçar a monetização de suas plataformas e controlar custos. Além disso, o Safra avalia que a ação negocia a múltiplos mais atrativos em comparação com outras gigantes de tecnologia. Para acomodar a mudança, a Amazon (AMZO34) teve sua participação reduzida. Ainda assim, a companhia permanece na carteira, sustentada pelo potencial de crescimento da AWS, do negócio de publicidade, da logística para terceiros e do uso de automação no comércio eletrônico. Serviços financeiros têm pesos equalizados No setor financeiro, a carteira reduz a exposição a JPMorgan (JPMC34) e amplia a participação em Goldman Sachs (GSGI34), deixando os dois ativos com peso de 10%. A tese para Goldman Sachs (GSGI34) considera uma possível aceleração nas atividades de banco de investimento, negociações e gestão de recursos. Entre os vetores estão um ambiente mais favorável para operações de fusões e aquisições, a monetização de ativos de private equity e a retomada de ofertas públicas iniciais de empresas de tecnologia. O JPMorgan (JPMC34) mantém presença na seleção devido ao modelo de negócios diversificado, à atuação no mercado de capitais e à capacidade de ganho de participação em suas principais linhas de negócio. Composição da carteira em outubro Ativo Setor Peso Descrição resumida Amazon (AMZO34) Consumo 4% Exposição à expansão da AWS, da publicidade, da logística para terceiros e ao uso de inteligência artificial no e-commerce. Eli Lilly (LILY34) Saúde 10% Tese apoiada na demanda global por medicamentos GLP-1, no avanço de tratamentos para Alzheimer e no pipeline de novos produtos. JPMorgan (JPMC34) Serviços financeiros 10% Banco diversificado, com presença relevante em investment banking e potencial de ganho de participação de mercado. Goldman Sachs (GSGI34) Serviços financeiros 10% Potencial de captura de uma retomada em fusões e aquisições, IPOs, negociações e gestão de recursos. Meta (M1TA34) Tecnologia 7% Crescimento da publicidade, monetização de inteligência artificial e disciplina de custos sustentam a alocação. Microsoft (MSFT34) Tecnologia 6% Exposição ao crescimento da inteligência artificial via Azure, Copilot e participação na OpenAI. NVIDIA (NVDC34) Tecnologia 10% Liderança em semicondutores, software e infraestrutura para inteligência artificial. TSMC (TSMC34) Tecnologia 9% Papel central na cadeia global de chips avançados e em soluções de empacotamento para inteligência artificial. NextEra (NEXT34) Utilidades básicas 4% Combina receitas reguladas com crescimento em energia renovável e armazenamento. ETF iShares S&P 500 (IVVB11) Bolsa americana 30% Exposição diversificada a 500 grandes empresas listadas nos Estados Unidos. Tecnologia concentra a tese de crescimento A inteligência artificial permanece como um dos principais vetores da carteira. Microsoft (MSFT34), Meta (M1TA34), NVIDIA (NVDC34) e TSMC (TSMC34) reúnem exposição a diferentes elos dessa cadeia, que inclui infraestrutura em nuvem, software, semicondutores, publicidade digital e capacidade de produção de chips avançados. A NVIDIA (NVDC34) segue apoiada pela demanda por plataformas voltadas à inteligência artificial, enquanto a TSMC (TSMC34) ocupa posição estratégica na fabricação de semicondutores de última geração. Já a NextEra (NEXT34) adiciona uma frente ligada à crescente demanda por energia para data centers. Histórico da carteira Em setembro de 2026, a Carteira Top 10 BDRs recuou 0,07%, ante queda de 0,59% do S&P 500 no período. No acumulado do ano, a seleção avançava 3,29%, enquanto o índice americano registrava alta de 4,91%. Desde o início, em junho de 2015, a carteira acumulava valorização de 786,22%, contra 547,07% do S&P 500. Em 82 de 138 meses, ou 59,4% do período, a seleção superou o índice de referência.
Petrobras (PETR4) lidera ações mais negociadas da B3
Petrobras (PETR4) mantém trono, BTG (BPAC11) avança e Embraer (EMBJ3) estreia no ranking das mais negociadas da B3 A disputa pelo pódio da Bolsa ganhou novos protagonistas em agosto. Enquanto Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4) mantiveram a liderança entre as ações mais negociadas, o BTG Pactual (BPAC11) alcançou sua melhor colocação de 2026 e a Embraer (EMBJ3) estreou no top 10 do ano. Os dados fazem parte de um levantamento do DataWise+, plataforma de informações da B3. O estudo considera o volume financeiro movimentado na ponta compradora, calculado a partir do preço e da quantidade de ações adquiridas no período. O BTG Pactual chegou ao quarto lugar, atrás somente das três líderes. A Embraer apareceu na nona posição, enquanto a Sabesp (SBSP3) retornou ao grupo dos dez papéis de maior volume depois de ter figurado pela última vez na lista em abril. Quais foram as ações mais negociadas em agosto? O ranking das ações com maior volume financeiro movimentado na B3 ficou assim: Petrobras (PETR4) Vale (VALE3) Itaú Unibanco (ITUB4) BTG Pactual (BPAC11) Axia Energia (AXIA3) Bradesco (BBDC4) Sabesp (SBSP3) Banco do Brasil (BBAS3) Embraer (EMBJ3) Petrobras (PETR3) A Petrobras aparece duas vezes porque possui diferentes classes de ações negociadas na Bolsa. PETR3 representa os papéis ordinários, que concedem direito a voto, enquanto PETR4 identifica as ações preferenciais. A presença de um papel entre os mais negociados significa que ele movimentou um volume financeiro elevado no período. Isso não indica, necessariamente, que sua cotação subiu nem representa uma recomendação de compra. A classificação também não é a mesma utilizada para definir a composição do Ibovespa. O índice considera critérios próprios, como negociabilidade, presença nos pregões, volume financeiro e valor do ativo em circulação. Petrobras (PETR4) lidera entre todos os tipos de investidores A Petrobras não ficou apenas no primeiro lugar da classificação geral. PETR4 foi a ação mais negociada em todas as categorias de investidores analisadas pelo DataWise+: pessoas físicas, empresas, fundos de investimento, estrangeiros e instituições financeiras. Entre as pessoas físicas, Petrobras, Vale e Itaú ocuparam as três primeiras posições. Na sequência apareceram Banco do Brasil e Embraer, mostrando que EMBJ3 já estava entre os cinco papéis mais movimentados pelos investidores individuais. O ranking das pessoas físicas ficou desta maneira: Petrobras (PETR4) Vale (VALE3) Itaú Unibanco (ITUB4) Banco do Brasil (BBAS3) Embraer (EMBJ3) Prio (PRIO3) Bradesco (BBDC4) Magazine Luiza (MGLU3) BTG Pactual (BPAC11) Axia Energia (AXIA3) Entre os fundos de investimento, Petrobras, Vale e Itaú também formaram o pódio. Os investidores estrangeiros repetiram o mesmo trio nas primeiras posições, seguidos por Axia Energia e Bradesco. Nas instituições financeiras, a composição mudou. Depois da Petrobras apareceram Ultrapar (UGPA3), BTG Pactual, B3 (B3SA3) e Itaú Unibanco. FIIs têm novo trio na liderança O levantamento também acompanhou os fundos imobiliários mais negociados em agosto. O TRX Real Estate (TRXF11), que investe principalmente em imóveis de varejo e logística, assumiu a primeira colocação. O Zagros Renda Imobiliária (GGRC11), com maior exposição a ativos industriais e logísticos, ficou em segundo lugar. O XP Malls (XPML11), voltado principalmente para shopping centers, completou o pódio. As demais posições foram ocupadas por KNCR11, HGLG11, MXRF11, BTLG11, PQDP11, CPOF11 e HGRU11. O trio representa uma mudança em relação a julho, quando as primeiras posições ficaram com VBI Prime Properties (WTXA11), General Shopping e Outlets do Brasil (GSFI11) e HSI Logística (HSLG11). Segundo a B3, a alteração não indica, por si só, uma transferência dos recursos dos investidores entre os segmentos. O levantamento mostra apenas quais fundos movimentaram os maiores volumes financeiros durante o mês. BOVA11 continua na frente entre os ETFs Entre os ETFs, fundos negociados em Bolsa que buscam acompanhar índices ou estratégias de investimento, as primeiras posições permaneceram estáveis. O BOVA11 foi novamente o ETF mais negociado, seguido por SMAL11 e BOVV11. Os três produtos também haviam liderado a classificação de julho. O BOVA11 e o BOVV11 acompanham o Ibovespa, embora sejam administrados por instituições diferentes. Já o SMAL11 busca refletir o desempenho das chamadas small caps, empresas com menor valor de mercado em comparação com as maiores companhias da Bolsa. Também apareceram no top 10 IVVB11, LFTB11, LLFT11, DIVO11, LFTS11, GOLD11 e SPXI11. A lista reúne produtos ligados a ações brasileiras, títulos públicos, ouro e mercado norte-americano. Aura Minerals (AURA33) lidera entre os BDRs No mercado de BDRs, a Aura Minerals (AURA33) retomou a primeira colocação. Os BDRs são recibos negociados na B3 que representam ações ou outros ativos listados no exterior. A Nvidia (NVDC34) ficou na segunda posição, enquanto a Nu Holdings (ROXO34), controladora do Nubank, apareceu em terceiro lugar. A Micron Technology (MUTC34), líder do ranking em julho, caiu para a quarta posição. O BDR da SpaceX (SPCX34), negociado na B3 desde junho, já apareceu no quinto lugar. JBS (JBSS32), Tesla (TSLA34), Inter (INBR32), XP (XPBR31) e Amazon (AMZO34) completaram o grupo dos dez BDRs com maior volume financeiro em agosto. Segundo a B3, o DataWise+ permite acompanhar as mudanças nas posições e a atuação de cada categoria de investidor. Em agosto, Petrobras, Vale e Itaú preservaram o pódio, enquanto BTG Pactual, Sabesp e Embraer ganharam espaço entre as ações mais negociadas.
BTG Pactual alcança melhor posição do ano, e Embraer estreia no top 10 das ações mais negociadas em 2026
O BTG Pactual (BPAC11) alcançou em agosto sua melhor colocação de 2026 no ranking mensal das ações mais negociadas na B3, enquanto a Embraer (EMBJ3) entrou pela primeira vez no ano no top 10, na nona posição. Os dados são de levantamento do DataWise+, solução de dados da B3. O BTG Pactual chegou à quarta posição, atrás apenas de Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4), que ocupam as três primeiras colocações. A Embraer, por sua vez, apareceu em nono lugar. Axia Energia (AXIA3) ficou na quinta posição, seguido por Bradesco (BBDC4). A Sabesp (SBSP3) retornou ao grupo dos dez papéis de maior volume, em sétimo, depois de ter aparecido pela última vez no top 10 em abril. Banco do Brasil (BBAS3), em oitavo; e Petrobras (PETR3), em décimo, completam a lista. Os dados consideram o volume financeiro total movimentado na ponta compradora, calculado a partir do preço e da quantidade de papéis comprados no período. Ações mais negociadas na B3 em agosto de 2026 Ranking Ação 1º PETR4 2º VALE3 3º ITUB4 4º BPAC11 5º AXIA3 6º BBDC4 7º SBSP3 8º BBAS3 9º EMBJ3 10º PETR3 Fonte: DataWise+ Fundos imobiliários têm novo trio na liderança Entre os fundos imobiliários, o TRX Real Estate (TRXF11), que oferece exposição a imóveis de varejo e logística, foi o mais negociado em agosto. Na segunda posição ficou o Zagros Renda Imobiliária (GGRC11), concentrado principalmente em ativos industriais e logísticos; enquanto o XP Malls (XPML11), em terceiro, tem como principal tese o investimento em shopping centers. Na comparação com julho, quando as três primeiras posições eram ocupadas por VBI Prime Properties (WTXA11), General Shopping e Outlets do Brasil (GSFI11) e HSI Logística (HSLG11), o ranking de agosto mostra uma maior diversificação das teses imobiliárias entre os fundos de maior volume. No mês anterior, o top 3 mostrou maior presença de estratégias ligadas a imóveis corporativos e logísticos, além de shopping centers. Já em agosto, ganharam destaque carteiras com exposição a varejo, imóveis industriais e logísticos e shopping centers. A mudança na composição não indica, por si só, uma realocação de recursos entre esses segmentos, mas mostra que o volume negociado se distribuiu entre um conjunto mais diversificado de teses dentro do universo de fundos de tijolo (que investem majoritariamente na compra, venda e administração de imóveis). FIIs mais negociados na B3 em agosto de 2026 1º TRXF11 2º GGRC11 3º XPML11 4º KNCR11 5º HGLG11 6º MXRF11 7º BTLG11 8º PQDP11 9º CPOF11 10º HGRU11 Fonte: DataWise+ BOVA11, SMAL11 e BOVV11 mantêm liderança entre ETFs Entre os ETFs, o topo mostrou maior estabilidade. O BOVA11 permaneceu como o fundo de índice mais negociado em agosto, seguido por SMAL11 e BOVV11. Os três produtos também ocuparam as primeiras posições em julho e têm presença recorrente entre os ETFs de maior volume negociado na B3. A composição, com produtos que acompanham o Ibovespa B3 e o índice de Small Caps, evidencia a relevância dos fundos ligados ao mercado acionário brasileiro, ao mesmo tempo em que o restante do ranking reúne estratégias e exposições distintas. ETFs mais negociados na B3 em agosto de 2026 1º BOVA11 2º SMAL11 3º BOVV11 4º IVVB11 5º LFTB11 6º LLFT11 7º DIVO11 8º LFTS11 9º GOLD11 10º SPXI11 Fonte: DataWise+ Aura Minerals retoma liderança entre BDRs O ranking de BDRs registrou mudanças em agosto. Aura Minerals (AURA33) ficou na primeira posição, seguida pela Nvidia (NVDC34) e pela Nu Holdings (ROXO34). Em julho, a liderança havia sido da Micron Technology (MUTC34), que em agosto ocupou a quarta posição. O BDR da SpaceX (SPCX34), que começou a ser negociado na B3 em junho e rapidamente passou a figurar entre os recibos de maior volume, aparecendo na quinta colocação. A composição dos BDRs mais negociados continua reunindo companhias ligadas a diferentes setores e mercados, permitindo observar a uma amostra da diversidade de alternativas para dolarização da carteira que a B3 viabiliza aos investidores brasileiros. BDRs mais negociados na B3 em agosto de 2026 1º AURA33 2º NVDC34 3º ROXO34 4º MUTC34 5º SPCX34 6º JBSS32 7º TSLA34 8º INBR32 9º XPBR31 10º AMZO34 Fonte: DataWise+ Petrobras lidera negociações entre todos os perfis de investidores A Petrobras (PETR4) foi a ação mais negociada em agosto em todas as categorias de investidores analisadas pelo DataWise+: pessoas físicas, pessoas jurídicas, fundos, investidores não residentes e instituições financeiras. A Vale (VALE3) apareceu entre as dez ações mais negociadas nos cinco perfis, enquanto o Itaú Unibanco (ITUB4) figurou no top 5 de todas as categorias. Entre as pessoas físicas, depois de Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4), aparecem Banco do Brasil (BBAS3) e Embraer (EMBJ3). Entre as pessoas jurídicas, o segundo lugar ficou com TIM (TIMS3), seguida por Itaú Unibanco (ITUB4). Já entre os fundos, Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4) formaram o top 3. Os investidores não residentes repetiram Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Itaú Unibanco (ITUB4) nas três primeiras posições, enquanto, entre as instituições financeiras, Ultrapar (UGPA3) e BTG Pactual (BPAC11) vieram logo depois de Petrobras (PETR4). Ranking Pessoa Física Pessoa Jurídica Fundos Não Residente Instituição Financeira 1º PETR4 PETR4 PETR4 PETR4 PETR4 2º VALE3 TIMS3 VALE3 VALE3 UGPA3 3º ITUB4 ITUB4 ITUB4 ITUB4 BPAC11 4º BBAS3 PRIO3 BBAS3 AXIA3 B3SA3 5º EMBJ3 VALE3 AXIA3 BBDC4 ITUB4 6º PRIO3 LREN3 BPAC11 BPAC11 GGBR4 7º BBDC4 RDOR3 BBDC4 SBSP3 VALE3 8º MGLU3 BBSE3 SBSP3 B3SA3 EGIE3 9º BPAC11 CYRE3 PETR3 EMBJ3 PETR3 10º AXIA3 TOTS3 EQTL3 ABEV3 SBSP3 Fonte: Datawise+ Mudanças no ranking mostram movimentação ao longo de 2026 Os dados mensais do DataWise+ permitem acompanhar não apenas os ativos de maior volume, mas também as mudanças de posição ao longo do ano. Com a ferramenta, é possível monitorar o comportamento dos diferentes participantes do mercado de capitais, acompanhar o market share, realizar comparativos entre concorrentes, identificar a movimentação de instrumentos financeiros e aplicar filtros avançados por categoria de investidor. A granularidade e a profundidade dos dados oferecidos pela solução permitem analisar mudanças de comportamento e de liquidez em diferentes classes de ativos. Quer analisar todos os seus investimentos em um só lugar, em uma plataforma intuitiva? Baixe o APP B3
Perguntas Frequentes sobre IVVB11
Qual é a cotação de IVVB11 hoje na B3?
Quanto a IVVB11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de IVVB11?
O que significa o P/L e o P/VP de IVVB11?
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