IPCA

Índice oficial de inflação do Brasil, medido pelo IBGE

Valor Atual
0,82%
Referência: set/2026

Fonte: IBGE / Banco Central do Brasil·Atualizado em 01/09/2026

Histórico dos Últimos 12 Meses

10/2025 a 10/2026
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O que é IPCA?

O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) é o indicador oficial de inflação do Brasil, calculado mensalmente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Ele mede a variação de preços de um conjunto de produtos e serviços consumidos pelas famílias com renda entre 1 e 40 salários mínimos. A cesta inclui categorias como alimentação, habitação, transportes, saúde, educação, vestuário e comunicação.

O IPCA é utilizado pelo Banco Central como referência para o regime de metas de inflação. Quando o IPCA acumulado se afasta da meta, o Copom ajusta a Taxa Selic para tentar controlar os preços.

Por que o IPCA é importante para investidores?

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Poder de Compra

A inflação corrói o valor do dinheiro ao longo do tempo. Se seu investimento rende menos que o IPCA, você está perdendo poder de compra.

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Tesouro IPCA+

Títulos do Tesouro IPCA+ garantem rendimento real acima da inflação, protegendo o poder de compra do investidor.

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Rentabilidade Real

Para saber o ganho real de um investimento, subtraia o IPCA do rendimento bruto. Ex: CDI de 14% - IPCA de 4% = ganho real de ~10%.

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Aluguéis e Contratos

Muitos contratos de aluguel e planos de saúde são reajustados pelo IPCA. Acompanhar o índice ajuda a planejar gastos futuros.

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Inflação, ata do Copom: os indicadores que movimentam os mercados na próxima semana – Money Times
Selic •

Inflação, ata do Copom: os indicadores que movimentam os mercados na próxima semana – Money Times

Agenda de indicadores econômicos movimenta mercado. (Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil) A agenda econômica da próxima semana, de 9 a 13 de novembro, será marcada pela divulgação do IPCA de outubro e da ata do Comitê de Política Monetária (Copom), no Brasil, além dos dados de inflação ao consumidor (CPI) nos Estados Unidos. Os indicadores devem movimentar as expectativas para os próximos passos dos juros nas duas economias. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No Brasil, a semana começa com o boletim Focus, na segunda-feira (9). Na terça-feira (10), o Banco Central divulga a ata do Copom, após manter a Selic em 13,75% ao ano. Na quarta-feira (11), saem os dados de serviços de setembro, seguidos pelo IPCA de outubro, na quinta-feira (12), e pelas vendas no varejo, na sexta-feira (13). Nos Estados Unidos, o destaque fica para o CPI de outubro e o relatório ADP de emprego privado, ambos na terça-feira (10). Na quarta-feira (11), é feriado do Dia dos Veteranos, enquanto a sexta-feira (13) reserva a inflação ao produtor (PPI). Na Europa, o Reino Unido divulga o PIB do terceiro trimestre, a produção industrial e a balança comercial na quinta-feira (12). Já a zona do euro apresenta os dados do PIB do terceiro trimestre na sexta-feira (13). Na Ásia, a China divulga os índices de inflação ao consumidor (CPI) e ao produtor (PPI) de outubro no domingo (8). No Japão, o destaque fica para os gastos das famílias, na segunda-feira (9), e os agregados monetários, na terça-feira (10). Confira a agenda de indicadores da semana de 8 a 13 de novembro de 2026 Brasil Segunda (09/11) CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE 08:00 — IGP-DI de outubro 08:00 — IPC-S da 1ª quadrissemana de novembro 08:25 — Boletim Focus Terça (10/11) 08:00 — IPC-S Capitais da 1ª quadrissemana de novembro 08:00 — Ata do Copom Quarta (11/11) 09:00 — Produção Industrial Regional de setembro 09:00 — Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) de setembro Quinta (12/11) 09:00 — IPCA de outubro Sexta (13/11) 09:00 — Vendas no Varejo de setembro Estados Unidos Terça (10/11) 10:15 — Relatório ADP de Emprego Privado 10:30 — Inflação ao Consumidor (CPI) de outubro Quarta (11/11) Feriado — Veterans Day Sexta (13/11) CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE 10:30 — Inflação ao Produtor (PPI) de outubro Reino Unido Segunda (09/11) 14:25 — Discurso de Andrew Bailey (BoE) Terça (10/11) 15:30 — Discurso de Huw Pill (BoE) Quinta (12/11) 04:00 — PIB do 3º trimestre 04:00 — PIB mensal de setembro 04:00 — Produção Industrial de setembro 04:00 — Balança Comercial de setembro União Europeia Segunda (09/11) 07:00 — Reunião do Eurogrupo Sexta (13/11) 07:00 — PIB do 3º trimestre China Domingo (08/11) 22:30 — Inflação ao Consumidor (CPI) de outubro 22:30 — Inflação ao Produtor (PPI) de outubro Japão Segunda (09/11) CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE 20:30 — Gastos das Famílias de setembro Terça (10/11) 20:50 — Agregados Monetários de outubro CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Crise abre janela para quem investe em imóveis no longo prazo
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Crise abre janela para quem investe em imóveis no longo prazo

SPX Capital investe R$ 938 milhões em imóveis comerciais, incluindo edifício de escritórios em São Paulo e participações em três shoppings. Enquanto boa parte do mercado financeiro trabalha na defensiva, uma das gestoras mais conhecidas do país resolveu ir às compras. A SPX Capital fechou a aquisição de quase R$ 1 bilhão em imóveis comerciais, num movimento que expõe uma lógica antiga do investimento imobiliário: os melhores preços costumam aparecer quando o ambiente está mais pesado. O negócio foi revelado pelo portal Metro Quadrado nesta sexta-feira (06). O comprador é o SPX Portfólio Alfa, fundo imobiliário novo da gestora, que captou mais de R$ 1 bilhão com cerca de 19,2 mil investidores pessoas físicas. A vendedora é a HBR Realty, holding da família Borenstein, que assumiu o controle da incorporadora Helbor uma semana antes. O que a SPX comprou? A operação soma R$ 938 milhões. Desse total, R$ 562,6 milhões são pagos à vista e R$ 375,1 milhões em quatro parcelas anuais corrigidas pelo IPCA. O pacote inclui 90,91% do Lead Corporate, edifício de escritórios na Avenida Faria Lima, em São Paulo, e participações em três shoppings: 50% do Patteo Olinda Shopping, na Região Metropolitana do Recife, 25% do Suzano Shopping e 20% do Mogi Shopping, ambos na Grande São Paulo. Segundo a reportagem, a gestora acompanhava parte desses ativos havia sete anos, sem conseguir chegar a um preço que considerasse adequado. Juro alto empurra empresas a vender O que mudou foi o custo do dinheiro. A Selic começou 2026 em 15% ao ano e, mesmo depois de uma sequência de cortes, segue acima de 13%. Com dívida cara, empresas donas de imóveis passam a vender ativos para reduzir o endividamento. Para quem tem caixa, essa pressa do vendedor vira poder de negociação. “E eu acredito que essa será uma tônica importante de 2027, vai ter muita monetização de ativo”, afirmou Pedro Daltro, sócio de real estate da SPX, ao Metro Quadrado. Leia também Por que olhar para o médio e o longo prazo? A tese da gestora se apoia em três pontos que ajudam qualquer investidor a ler o momento. O primeiro é a oferta, tendo em vista que nos escritórios da Faria Lima, a demanda voltou e há poucos prédios novos a caminho. “Vamos vivenciar cinco anos de pouca oferta”, disse Daltro. O segundo é a qualidade do ativo. Nos shoppings, a SPX buscou empreendimentos com espaço para crescer, seja com novas lojas, troca de mix ou usos residenciais, e que sejam o principal centro de compras da sua região. O terceiro é a proteção. Em cenário de inflação, déficit fiscal e conflitos internacionais, imóveis voltam a ser vistos como ativo real, capaz de preservar valor. “Quando o mundo tinha medo de inflação comprava ouro e real estate”, resumiu o gestor. O que o pequeno investidor pode tirar do caso? A principal lição é de comportamento. Quem compra imóvel pensando em cinco ou dez anos tende a encontrar preços melhores quando o vendedor precisa de liquidez, e não quando o mercado está eufórico. Para a pessoa física, o caminho mais acessível costuma ser o fundo imobiliário, que permite entrar nesse tipo de ativo com pouco dinheiro. Ainda assim, a estratégia exige paciência e análise. Juro alto por mais tempo, vacância nos imóveis e dificuldade para vender cotas em momentos de estresse são riscos reais, que pesam mais para quem precisa do dinheiro no curto prazo. Continue acompanhando Acompanhe no Paraíba Business as principais movimentações do mercado imobiliário, oportunidades de investimento e tendências que impactam a economia brasileira.

MXRF11 cai forte, reduz dividendos e acende alerta para investidores
Fundos Imobiliários Brasileiros •

MXRF11 cai forte, reduz dividendos e acende alerta para investidores

Fundo imobiliário recuou após as eleições, anunciou rendimento menor para novembro e agora enfrenta o desafio de preservar resultados em um cenário de juros elevados. O fundo imobiliário Maxi Renda (MXRF11), um dos mais populares da Bolsa brasileira, atravessa um período de maior volatilidade após registrar forte queda nas cotações e anunciar uma redução nos rendimentos distribuídos aos investidores. O movimento ocorre em meio à revisão das expectativas econômicas depois das eleições presidenciais e à preocupação com os juros elevados. As cotas do MXRF11 encerraram o pregão de 4 de novembro de 2026 a R$ 8,39, acumulando desvalorização de aproximadamente 11,1% em relação ao fechamento de 23 de outubro, quando eram negociadas a R$ 9,44. Apesar da pressão, o fundo apresentou recuperação nas duas sessões seguintes e fechou sexta-feira, 6 de novembro, a R$ 8,80. Mesmo assim, permaneceu abaixo do preço anterior à turbulência. A combinação entre desvalorização das cotas, rendimentos menores e perspectivas econômicas incertas colocou o fundo no centro das atenções dos investidores que procuram renda mensal. MXRF11 reduz dividendos e confirma pagamento de novembro Além da queda nas negociações, o MXRF11 anunciou uma diminuição de 5% no rendimento referente a outubro, que será pago em novembro. O valor passou de R$ 0,10 para R$ 0,095 por cota, conforme comunicado divulgado em 30 de outubro de 2026. O pagamento está previsto para 16 de novembro, com direito aos investidores que possuíam cotas na data-base de 30 de outubro. Na prática, a mudança provoca uma redução direta na renda recebida pelos cotistas. Quantidade de cotas Pagamento anterior Pagamento anunciado 100 R$ 10,00 R$ 9,50 500 R$ 50,00 R$ 47,50 1.000 R$ 100,00 R$ 95,00 5.000 R$ 500,00 R$ 475,00 10.000 R$ 1.000,00 R$ 950,00 Embora a diferença de meio centavo por cota pareça pequena, seu impacto aumenta conforme o tamanho da posição do investidor. Para quem possui 10 mil cotas, por exemplo, a redução representa R$ 50 a menos em um único pagamento. O anúncio não significa que o fundo manterá rendimentos menores nos próximos meses. As distribuições dependem dos resultados efetivamente gerados pela carteira e das decisões da administração. Por que o MXRF11 caiu tanto? A desvalorização ocorreu em um período de forte instabilidade nos mercados financeiros brasileiros. Após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 25 de outubro, investidores passaram a reavaliar as perspectivas para a política fiscal, a trajetória da dívida pública e o comportamento dos juros. A reação também atingiu os fundos imobiliários, tradicionalmente sensíveis às mudanças nas taxas de juros e no retorno oferecido pelos títulos públicos. Quando os investimentos de renda fixa passam a oferecer remunerações mais elevadas, parte dos investidores exige retornos maiores dos fundos imobiliários. Esse ajuste pode pressionar os preços das cotas. No caso do MXRF11, a queda coincidiu com esse movimento mais amplo do mercado, mas não pode ser atribuída exclusivamente ao resultado eleitoral. A evolução dos resultados do próprio fundo, as condições de crédito e as expectativas sobre futuras distribuições também influenciam a avaliação dos investidores. Relatório mostra pressão sobre os resultados Os dados operacionais ajudam a explicar por que o mercado acompanha o MXRF11 com maior atenção. Segundo o relatório gerencial referente a setembro de 2026, divulgado em novembro, o fundo registrou resultado de caixa equivalente a R$ 0,099 por cota, diante de uma distribuição de R$ 0,10. Foi o terceiro mês consecutivo em que o resultado de caixa ficou abaixo do valor distribuído. Embora a diferença tenha sido pequena, a situação indica a necessidade de acompanhar a capacidade recorrente de geração de resultados. No mesmo período, a receita proveniente de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) apresentou redução: Agosto: R$ 40,58 milhões. Setembro: R$ 39,51 milhões. Diferença: aproximadamente R$ 1,07 milhão, ou 2,6%. Por outro lado, as receitas com permutas financeiras avançaram de R$ 5,80 milhões para R$ 11,34 milhões, contribuindo para a recuperação do resultado mensal. O resultado de caixa total alcançou R$ 56,37 milhões em setembro, equivalente a R$ 0,099 por cota, contra R$ 0,094 em agosto. Esses números mostram que o desempenho do fundo depende de diferentes operações, cujas receitas não necessariamente evoluem no mesmo ritmo. Risco de crédito exige atenção dos cotistas O MXRF11 possui uma carteira concentrada em ativos financeiros relacionados ao setor imobiliário, especialmente CRIs. Esses instrumentos representam operações de crédito vinculadas ao mercado de imóveis e podem oferecer remuneração atrelada ao CDI, ao IPCA ou a outras condições contratuais. Em um ambiente de juros elevados, determinados títulos podem gerar receitas maiores. Entretanto, o efeito positivo não é automático. Empresas e empreendimentos imobiliários também enfrentam custos de financiamento mais altos, o que pode comprometer o fluxo de caixa e aumentar o risco de atrasos nos pagamentos. Para fundos que investem em crédito imobiliário, a qualidade dos devedores, as garantias e a capacidade de recuperação dos valores tornam-se fatores decisivos. O MXRF11 também realiza operações de permuta financeira, nas quais participa economicamente de projetos imobiliários e recebe valores conforme condições previstas nos contratos. O desempenho dessas operações depende, entre outros fatores, do desenvolvimento dos empreendimentos e dos pagamentos realizados pelos compradores. A existência desses riscos não significa que o fundo esteja enfrentando inadimplência generalizada, mas reforça a importância da análise individual das operações. Gestão adota postura mais cautelosa O relatório de setembro também indicou uma mudança de postura da gestão diante das condições de mercado. A prioridade passou a incluir operações com menor risco de crédito, devedores com maior solidez financeira e estruturas contratuais com proteções adicionais. Nas permutas financeiras, a administração sinalizou uma redução temporária no ritmo de novos investimentos, considerando os efeitos dos juros elevados sobre os custos dos projetos e o financiamento imobiliário. A composição divulgada da carteira mostrava aproximadamente 75% dos recursos em CRIs, 13,4% em outros fundos imobiliários, 5,9% em permutas financeiras e 5,7% em caixa. O fundo também informou uma reserva acumulada de correção monetária de R$ 12 milhões, abaixo dos R$ 19,23 milhões registrados anteriormente. Essa reserva deve ser analisada conforme sua natureza contábil e não pode ser tratada automaticamente como dinheiro disponível para cobrir qualquer obrigação. MXRF11 abaixo do valor patrimonial representa oportunidade? A queda das cotações fez o MXRF11 negociar com desconto em relação ao patrimônio líquido por cota. No fechamento de 6 de novembro, a cotação estava em R$ 8,80 e o indicador preço sobre valor patrimonial (P/VP) aparecia próximo de 0,94 em uma das bases de acompanhamento do mercado. Isso significa que o preço negociado representava aproximadamente 94% do valor patrimonial registrado, segundo aquela referência. BrFiis+1 O desconto pode despertar o interesse de investidores, mas não garante que a cota esteja barata do ponto de vista econômico. O valor patrimonial é uma referência baseada na avaliação dos ativos do fundo. Já o preço negociado em Bolsa incorpora expectativas sobre os resultados futuros, riscos e condições de mercado. Se a carteira enfrentar dificuldades de crédito ou apresentar redução persistente da capacidade de distribuir rendimentos, o desconto poderá continuar ou até aumentar. Por outro lado, uma melhora das condições econômicas e dos resultados operacionais pode contribuir para uma reavaliação positiva das cotas. Nenhum desses movimentos, porém, é garantido. Quanto R$ 1 mil investidos no MXRF11 poderiam render? Considerando o fechamento de R$ 8,80 em 6 de novembro, um investimento de aproximadamente R$ 1 mil permitiria adquirir 113 cotas, desconsiderando custos operacionais. Com o rendimento anunciado de R$ 0,095 por cota, essa quantidade proporcionaria R$ 10,735 no pagamento de novembro. Se o mesmo valor fosse mantido durante 12 distribuições, o total hipotético seria de R$ 128,82. Essa simulação representa apenas uma projeção matemática. Não significa que o fundo manterá o rendimento durante um ano. Também não considera oscilações no preço das cotas, reinvestimento dos proventos ou eventuais mudanças tributárias. O que acompanhar nos próximos meses A recuperação do MXRF11 dependerá de uma combinação de fatores internos e externos. Entre os principais pontos estão a evolução dos resultados de caixa, a qualidade dos créditos imobiliários, o recebimento das permutas financeiras e a capacidade de manter distribuições sustentáveis. O comportamento dos juros também será importante, especialmente porque influencia tanto a remuneração dos ativos da carteira quanto o custo de financiamento dos empreendimentos imobiliários. Outro indicador relevante será o P/VP, que permite acompanhar a relação entre a cotação de mercado e o patrimônio por cota. A redução dos rendimentos em novembro merece atenção, mas um único pagamento menor não determina, isoladamente, uma deterioração permanente do fundo. O desafio será verificar se os próximos relatórios confirmarão uma recuperação da geração de caixa ou se haverá necessidade de ajustes adicionais nas distribuições. Para investidores interessados em renda mensal, a análise precisa considerar não apenas o rendimento anunciado, mas também sua sustentabilidade, a qualidade da carteira e os riscos envolvidos. Aviso legal: Esta matéria possui caráter exclusivamente informativo e não constitui recomendação de compra, venda ou manutenção de investimentos. Fundos imobiliários estão sujeitos a riscos de mercado, crédito e liquidez. Rentabilidade passada não garante resultados futuros.

Perguntas Frequentes sobre o IPCA

O que é o IPCA e o que ele mede?
O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) é a medida oficial de inflação do Brasil, calculada mensalmente pelo IBGE. Ele afere a variação de preços de uma cesta de consumo de famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos.
Qual é a inflação oficial (IPCA) acumulada nos últimos 12 meses?
O IPCA acumulado nos últimos 12 meses está em 0.82%, servindo como principal termômetro para a política de metas de inflação do Banco Central.
Como proteger meus investimentos da inflação medida pelo IPCA?
Para garantir ganho real acima da inflação, investidores recorrem a títulos do Tesouro IPCA+, CDBs e debêntures indexados ao IPCA, além de ações de empresas com poder de repasse de preços e Fundos Imobiliários com contratos atípicos reajustados pela inflação.
Qual a diferença entre IPCA e IGP-M?
O IPCA é calculado pelo IBGE e foca no consumo das famílias no varejo. O IGP-M é calculado pela FGV e tem forte peso de preços no atacado (IPA - 60%), sendo muito influenciado pela variação cambial do dólar e preços de commodities.