BBAS3
Serviços FinanceirosBanco do Brasil S.A.
CNPJ: 00000000000191
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Rentabilidade
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 319.462,10 Mi | R$ 273.505,27 Mi | R$ 265.438,61 Mi | R$ 236.549,05 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 101.010,72 Mi | R$ 104.514,45 Mi | R$ 88.748,73 Mi | R$ 74.346,57 Mi |
| EBITDA | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 16.781,94 Mi | R$ 29.171,56 Mi | R$ 33.165,59 Mi | R$ 29.849,34 Mi |
Sobre a BBAS3
O Banco do Brasil S.A. (BBAS3) é uma instituição financeira de economia mista controlada pela União, com atuação em banco múltiplo e operações em crédito, captação, pagamentos, investimentos, seguros e administração de recursos. É uma das instituições mais antigas do sistema financeiro brasileiro e mantém papel relevante no financiamento da atividade econômica, incluindo pessoas físicas, empresas, governo e agronegócio. A estrutura operacional combina canais digitais com rede física de agências e correspondentes, oferecendo conta corrente, cartões, crédito consignado e imobiliário, financiamento rural e empresarial, tesouraria, câmbio, comércio exterior, previdência, capitalização e seguros por meio de empresas ligadas e parcerias estratégicas. O banco também atua em gestão de ativos, distribuição de fundos e serviços de mercado de capitais. No posicionamento competitivo, o Banco do Brasil figura entre os maiores bancos do país em ativos, carteira de crédito e base de clientes, com forte presença histórica no crédito ao agronegócio e relacionamento com o setor público. Sua atuação é relevante em linhas de financiamento rural, atendimento a servidores, meios de pagamento e produtos de investimento de varejo e atacado. Geograficamente, a operação é concentrada no Brasil, com presença internacional seletiva para suporte a negócios de clientes, operações de comércio exterior, câmbio e atendimento a brasileiros no exterior. A companhia é listada na B3 e divulga informações financeiras e regulatórias de acordo com os padrões aplicáveis às companhias abertas e instituições financeiras supervisionadas.
Dividendos
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Fique rico com a CRISE de 2026 – Investidor Sardinha
No ano passado eu fiz um vídeo defendendo uma tese que, na época, soava quase teimosa: o Brasil estava barato e muito! Enquanto boa parte do mercado financeiro entrava em pânico com o cenário político e recomendava tirar tudo do país, eu segui na direção contrária. E agora, chegou a hora de fazer a prestação de contas! Será que acertei ou errei? E, mais importante, o que podemos esperar de 2026? Bom, antes, vamos começar com um recap das minhas previsões para o ano passado. Veja também: Como investir em 2026? O foco agora é outro O que estava em jogo em 2025? A minha tese era simples: empresas lucrativas estavam sendo negociadas por valores abaixo do próprio patrimônio. Uma empresa com 1 milhão em patrimônio sendo vendida por 800 mil, por exemplo. O motivo? Medo generalizado com a capacidade do presidente de “destruir a economia”, somado à incerteza do tarifaço de Donald Trump e a uma enxurrada de acusações que davam o tom do noticiário. Enquanto a maioria recomendava dolarizar o patrimônio ou fugir para o Bitcoin, a aposta aqui era outra. O mercado até brinca de precificar de forma irracional por um tempo, mas no fim das contas ele precisa entregar a realidade. E a realidade chegou. O Ibovespa fechou 2025 com alta de 34%, a maior desde 2016, batendo recorde de 198 mil pontos em abril de 2026. Ou seja, quem comprou Brasil, ganhou dinheiro. Do outro lado, quem entrou em pânico e dolarizou tudo, levou um baque. O dólar caiu 6% no período. Olhando só para 2025, o Ibovespa em dólar subiu 44%, porque o real se fortaleceu. Muita gente comprou dólar a R$ 6,24 e viu a moeda cair para menos de R$ 5 reais depois. Quem fugiu para o dólar no desespero, simplesmente perdeu dinheiro. E não é à toa que boa parte dos influenciadores que gravaram vídeos incentivando essa fuga já apagaram o conteúdo. A lição aqui não é que dólar seja um mau investimento. Pelo contrário, diversificar em dólar continua sendo uma estratégia inteligente, e hoje até melhor do que era naquele momento. O problema é comprar por desespero, no pico do pânico, sem método. Em 2026 o jogo é diferente A boa notícia é que parte do desconto que existia na bolsa brasileira ainda está disponível. A má notícia é que a janela mudou de figura, porque agora estamos em ano eleitoral e isso deixa o mercado mais volátil por natureza. O Banco Central iniciou o corte da Selic em março e o mercado já projeta a taxa em 14% ou menos até o fim do ano. Historicamente, toda vez que a Selic cai, o dinheiro que estava acomodado na renda fixa começa a migrar para a renda variável e esse movimento tende a empurrar as ações para cima. O problema é que, em ano eleitoral, esse movimento não é linear. Uma declaração de um candidato, uma pesquisa eleitoral, uma classificação de facção criminosa, qualquer notícia dessas pode fazer o mercado devolver ganhos em questão de dias. Isso não é um bug do sistema, é a própria natureza do mercado. Ele não necessariamente torce para que as coisas melhorem, ele torce para que sejam previsíveis. Existe gente ganhando dinheiro vendido, apostando na queda, e para essa gente um cenário ruim é ótimo. Entender essas nuances ajuda a não se assustar com movimentos que parecem incompreensíveis à primeira vista. A regra de ouro do ano eleitoral Se tem uma regra para guiar o investidor em 2026, é essa: monte uma lista de empresas boas para comprar e espere os políticos fazerem o trabalho sujo de derrubar o preço. Quando o cenário parecer o fim do mundo, é hora de comprar. Quando estiver tudo maravilhoso, é hora de ficar quieto. Isso vale tanto para quem investe, quanto para quem empreende. Girar patrimônio sem necessidade é como usar sabonete: quanto mais você mexe, menor ele fica. O dinheiro novo que entra é o que deve ser realocado conforme a estratégia. O que já está investido, na maioria das vezes, é melhor deixar quieto. Entenda: Diferença entre instabilidade econômica e crise econômica O outro lado da crise: quem prospera Uma coisa importante sobre crise no capitalismo: ela nunca é igual para todo mundo. A tristeza de quem vendeu tudo por pânico foi a alegria de quem comprou na baixa. Enquanto o mercado inteiro estava demitindo em 2025, foi justamente o momento de contratar, crescer e fechar contratos mais longos com fornecedores desesperados por segurança. Isso vale para negócios também. Quando o concorrente está com medo de investir, essa é exatamente a hora de investir. O segredo está em ter caixa suficiente para atravessar a fase ruim e estar pronto quando a virada chegar, porque de nada adianta o cenário melhorar se a empresa não estiver preparada para vender, produzir ou crescer. Qual a melhor estratégia para 2026? Definir a estratégia de alocação, seja 50% renda fixa e 50% renda variável ou qualquer outra proporção que faça sentido para o seu perfil e seguir o método com disciplina. Aportar quando o mercado cair e ficar quieto quando ele subir demais. Ignorar o barulho eleitoral de curto prazo e lembrar que, historicamente, os melhores negócios do Brasil nasceram justamente em meio à crise. Crise, por aqui, não é exceção. É o cenário padrão. E quem aprendeu a jogar dentro dessas regras, em vez de esperar por um ambiente ideal que talvez nunca chegue, é quem constrói patrimônio de verdade. Quer conferir mais algumas dicas sobre como investir agora em 2026? Então, assista ao vídeo em que explico melhor sobre! E se você quer aprender a investir, mas não sabe por onde começar, te convido a conhecer a AUVP, que é nossa escola de investimentos. Faça a sua análise de perfil e se você receber aprovação, além de utilizar um sistema inteligente para a gestão de seus ativos, você vai aprender a investir no Brasil e no mundo inteiro. E para ficar por dentro das principais informações do mercado financeiro, acompanhe os conteúdos do canal @investidorsardinha e do perfil @oraulsena no Instagram. Leia também: Como encontrar boas ações na bolsa de valores?
Dólar tem alta leve no Brasil com atuação de importadores e Oriente Médio no foco
Às 17h07, o dólar futuro para setembro -- atualmente o mais líquido -- subia 0,06% na B3, aos R$5,1200. No fim de semana, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou o adiamento de um novo ataque ao Irã. Além disso, afirmou que o Irã e outros países do Oriente Médio pediram mais tempo para concluir um acordo para reabertura do Estreito de Ormuz, por onde circulam 20% do petróleo e do gás exportados pelos países. Nesta segunda-feira, o Irã desmentiu que estivesse negociando com os EUA, mas Trump confirmou que as conversas estão em andamento e voltou a ameaçar punir Teerã caso um acordo não seja fechado. Nesse cenário ainda nebuloso, os agentes se apegaram à possibilidade de avanços nas negociações de paz, o que conduziu a queda do petróleo Brent para a faixa de US$83 o barril e o recuo firme dos rendimentos dos Treasuries. O dólar operou em baixa ante boa parte das divisas de emergentes no início do dia, incluindo o real, mas o movimento se enfraqueceu ainda durante a manhã. No Brasil, além da influência externa, as cotações refletiram a busca de importadores pela moeda norte-americana. “O dólar ficou barato e o importador apareceu para comprar”, comentou durante a tarde o diretor da Correparti Corretora, Jefferson Rugik. “As Tesourarias de bancos também partiram para compras porque estava barato.”
Copom inicia reunião para definir novo rumo da taxa Selic
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central inicia nesta terça-feira (4) mais uma reunião para definir o futuro da taxa Selic, principal instrumento utilizado para controlar a inflação no Brasil. A decisão, que será divulgada na quarta-feira (5), é uma das mais aguardadas pelo mercado financeiro, pois poderá indicar o início de um novo ciclo de flexibilização da política monetária após um período prolongado de juros elevados. A expectativa ganhou força nas últimas semanas diante da melhora de alguns indicadores econômicos. A inflação vem apresentando sinais de desaceleração, enquanto o mercado financeiro passou a revisar para baixo as projeções para a Selic em 2026. Esse ambiente alimenta a expectativa de que o Banco Central possa iniciar um movimento gradual de redução da taxa básica de juros, embora a autoridade monetária mantenha um discurso de cautela diante das incertezas no cenário econômico. A reunião também ocorre em um momento de atenção ao ambiente internacional. As decisões do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, o comportamento da economia global e as tensões geopolíticas continuam influenciando os mercados e fazem parte das variáveis analisadas pelo Copom antes da definição da política monetária brasileira. O que está em jogo na reunião O Copom é responsável por estabelecer o nível da Selic, taxa que serve de referência para os juros cobrados em financiamentos, empréstimos e diversas aplicações financeiras. Quando a inflação está elevada, o Banco Central costuma manter ou elevar os juros para reduzir o consumo e conter o aumento dos preços. Já em períodos de inflação mais controlada, há espaço para reduzir a taxa, estimulando a atividade econômica. Segundo o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central na segunda-feira (3), o mercado passou a projetar uma Selic de 13,75% ao final de 2026, abaixo da estimativa anterior de 14%. Foi a primeira revisão para baixo desde março, reforçando a percepção de que as condições econômicas podem permitir uma flexibilização gradual da política monetária. Apesar desse cenário, economistas avaliam que qualquer decisão dependerá da leitura do Banco Central sobre o comportamento da inflação e das expectativas para os próximos meses. Inflação segue no centro das decisões A principal missão do Banco Central continua sendo garantir que a inflação permaneça próxima da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Embora os índices recentes tenham mostrado desaceleração, a inflação ainda exige acompanhamento constante. Além dos preços ao consumidor, o Copom observa indicadores como o mercado de trabalho, a evolução dos salários, o desempenho da atividade econômica, o comportamento do câmbio e o cenário fiscal. Todos esses fatores podem influenciar a trajetória da inflação e, consequentemente, a necessidade de manter os juros em níveis elevados por mais tempo. Outro ponto de atenção é o ambiente externo. Mudanças na política monetária dos Estados Unidos ou oscilações no mercado internacional podem afetar o fluxo de investimentos para países emergentes, como o Brasil, influenciando o câmbio e os preços internos. Decisão afeta empresas, consumidores e investidores A definição da Selic produz efeitos diretos sobre praticamente toda a economia. Para empresas, juros menores tendem a reduzir o custo do crédito e incentivar investimentos em expansão, inovação e contratação de funcionários. Para os consumidores, uma eventual queda da taxa básica pode tornar financiamentos imobiliários, empréstimos e crédito para veículos mais acessíveis, embora essa redução normalmente ocorra de forma gradual. No mercado financeiro, a decisão influencia o rendimento de aplicações de renda fixa, como Tesouro Direto, CDBs e fundos referenciados em juros, além de impactar a bolsa de valores e a cotação do dólar. Por isso, investidores acompanham atentamente tanto o resultado da reunião quanto o comunicado divulgado pelo Banco Central, que costuma indicar os próximos passos da política monetária. Mercado busca sinais sobre os próximos meses Mais do que a decisão sobre a Selic, analistas estarão atentos ao tom adotado pelo Copom em seu comunicado oficial. O documento costuma oferecer pistas sobre como o Banco Central avalia a economia e quais fatores poderão influenciar as próximas reuniões. Caso a autoridade monetária indique confiança na continuidade da desaceleração da inflação, o mercado poderá reforçar as expectativas de novas reduções nos juros ao longo dos próximos meses. Por outro lado, se o comunicado destacar riscos relevantes para o controle dos preços, a tendência é que prevaleça uma postura mais cautelosa. Essa comunicação é considerada fundamental para orientar investidores, empresas e agentes econômicos, ajudando a reduzir incertezas sobre a condução da política monetária.