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Lula muda tom e acena ao agronegócio em novo programa de governo
UOL - Notícias
13/08/2026

Lula muda tom e acena ao agronegócio em novo programa de governo

Brasília O plano de governo do presidente Lula (PT) mudou a abordagem sobre o agronegócio em relação ao programa de 2022, quando o petista mirava voltar ao poder após o governo de Jair Bolsonaro (PL). Na última disputa, o texto atrelava o agronegócio a ideias relacionadas à reforma agrária. Desta vez, porém, discorre sobre a importância do setor para a economia, ponto pouco explorado na proposta anterior. O presidente Lula ao lançar o Plano Safra, em feira montada em frente ao Palácio do Planalto - Gabriela Biló - 30.jun.26/Folhapress A mudança no tom ocorre após o Brasil ter sido alvo de um tarifaço aplicado pelo governo Donald Trump, cobrança que hoje parte de uma base de 25%. A tarifa dos EUA chegou a ser de 50% no ano passado, e, após articulação do governo com o apoio determinante do agronegócio, foram abertas exceções a carne, café e suco de laranja. "O agronegócio é fundamental para o desempenho de nossa balança comercial e para a evolução do PIB nacional. Para seu desenvolvimento é necessário políticas que integrem a eficiência produtiva à sustentabilidade ambiental e à inovação tecnológica. Adicionar valor à pauta exportadora é um desafio que precisamos avançar ainda mais, diminuindo de forma relativa a primarização das relações comerciais brasileiras", diz o texto atual. Em 2022, a abordagem dava maior ênfase ao papel social do agronegócio. "O fortalecimento da produção agrícola, nas frentes da agricultura familiar, agricultura tradicional e do agronegócio sustentável, é estratégico para repensar o padrão de produção e consumo e a matriz produtiva nacional, com vistas a oferecer alimentação saudável para a população", dizia trecho. O plano vinculava o agro à sustentabilidade e à segurança alimentar e previa retirar o Brasil do Mapa da Fome, meta alcançada em julho de 2025. "A produção agrícola e pecuária é decisiva para a segurança alimentar e para a economia brasileira, um setor estratégico para a nossa balança comercial. Precisamos avançar rumo a uma agricultura e uma pecuária comprometidas com a sustentabilidade ambiental e social. Sem isso, perderemos espaço no mercado externo e não contribuiremos para superar a fome e o acesso a alimentos saudáveis dentro e fora das nossas fronteiras", afirmava outro trecho. O texto defendia ainda reduzir custos de produção e preços de alimentos e fomentar a produção orgânica e agroecológica, além da "democratização na posse e uso da terra". Tradicionalmente alinhado a vertentes mais conservadoras, o setor do agronegócio seguiu sendo um desafio para Lula neste último mandato. O terreno é explorado por seus opositores na disputa à Presidência deste ano, como Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Flávio Bolsonaro (PL). Em tentativas de aproximação, o petista fez anúncios de interesse da categoria, como o lançamento de uma linha de crédito para produtores rurais endividados. Nessa ocasião e em outras ligadas à categoria, no entanto, Lula não esteve presente. Em boa parte de ações federais voltadas ao agro, é o vice-presidente Geraldo Alckmin quem tem representado o governo. Ele foi ministro da Indústria, Comércio e Serviços e tem maior diálogo com representantes do setor. Neste ano, por exemplo, Lula faltou ao evento de lançamento do Plano Safra, na parte destinada à agricultura empresarial pela manhã, por estar em viagem oficial ao Paraguai. O petista retornou no mesmo dia ao Brasil e marcou presença na cerimônia voltada aos pequenos produtores rurais, público ao qual é mais alinhado. Renovada anualmente, esta é a maior ação governamental voltada ao setor da agricultura, em que são anunciadas linhas de crédito e financiamento. Investimento O texto com as promessas para um possível governo Lula 4 também promete dar mais suporte financeiro ao setor, algo não explorado na proposta da campanha de 2022. Em mais de um momento, o investimento na área é citado. "Buscaremos também continuar diversificando as fontes de financiamento, estimulando o mercado de capitais e títulos do agronegócio. Haverá medidas para simplificar ainda mais o acesso ao crédito, com processos menos burocráticos e critérios claros", afirma. Ao falar de investimentos em ciência e tecnologia, o plano volta a incluir o agronegócio entre as prioridades. "Essa estratégia se apoia em uma rede articulada de instituições que financiam a inovação e a modernização produtiva; que sustentam o fomento direto à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico; que conectam a ciência ao agronegócio e à indústria, inovando a ampliando a produtividade." Apresentado na última sexta-feira (7), o conjunto de propostas conta ainda com promessas de mudanças no sistema de emendas parlamentares e um reforço a temas caros para a sigla, como defesa da soberania, regulamentação das redes e o fim da escala 6x1.

Momento B3: Allied, Copasa, Melnick, Sabesp, T4F e os principais destaques desta quinta-feira (13)
B3
13/08/2026

Momento B3: Allied, Copasa, Melnick, Sabesp, T4F e os principais destaques desta quinta-feira (13)

Esse é o Momento B3 do dia 13 de agosto de 2026, com tudo o que você precisa saber sobre as empresas negociadas na B3! Atualização constante durante o pregão. 💥 Confira os destaques corporativos de hoje 💥 Allied (ALLD3) A Allied reportou lucro líquido de R$ 36,6 milhões no 2T26, mais que o dobro do registrado no mesmo período de 2025, com crescimento de 130,8%. A margem líquida avançou de 1,1% para 2,5%. Azzas (AZZA3) A Azzas reportou no segundo trimestre de 2026 lucro líquido de R$ 106,5 milhões, queda de 62,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Banco do Brasil (BBAS3) O Banco do Brasil apresentou lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), alta de 3,3% na comparação anual e de 13,9% sobre os três primeiros meses do ano. O resultado veio acima dos R$ 3,6 bilhões projetados por analistas, segundo estimativas compiladas pela LSEG. Saiba mais… Copasa (CSMG3) A Copasa encerrou o segundo trimestre de 2026 (2T26) com lucro líquido ajustado de R$ 275,5 milhões, queda de 4,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado mostra uma companhia que segue avançando operacionalmente, mas enfrenta uma pressão cada vez maior das despesas financeiras e do aumento do endividamento. Saiba mais… Desktop (DESK3) A Desktop encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 29,2 milhões, queda de 17% em relação ao mesmo período de 2025. Apesar da retração no lucro, o balanço financeiro mostrou avanço operacional, com receita líquida consolidada de R$ 322 milhões e EBITDA ajustado de R$ 172,4 milhões. Saiba mais… Grupo GPS (GGPS3) O Grupo GPS reportou lucro líquido de R$ 378 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), avanço de 204% em relação aos R$ 124,5 milhões registrados no mesmo período de 2025. O resultado da companhia, negociada na bolsa de valores por meio das ações Grupo GPS, foi impulsionado principalmente pela reversão de provisões relacionadas ao tema do Sistema S, que trouxe impacto positivo líquido de aproximadamente R$ 230 milhões no trimestre. Saiba mais… Grupo Multi (MLAS3) O Grupo Multi encerrou o segundo trimestre de 2026 com um salto expressivo no lucro líquido, que alcançou R$ 142,2 milhões, alta de 619,1% em relação aos R$ 19,8 milhões registrados no mesmo período de 2025. A margem líquida também avançou de 2,1% para 14,8%, reforçando a melhora da rentabilidade da companhia. Saiba mais… Kepler Weber (KPLE3) A Kepler Weber encerrou o segundo trimestre de 2026 (2T26) com lucro líquido de R$ 6,3 milhões, uma queda de 56,1% em relação aos R$ 14,4 milhões registrados no mesmo período de 2025. O resultado trimestral da companhia veio acompanhado de retração da receita e do Ebitda, evidenciando a pressão sobre as margens no período. Saiba mais… Log-In (LOGN3) A Log-In apresentou lucro líquido de R$ 133,2 milhões no 2T26, salto de 431% frente ao lucro de R$ 25,1 milhões registrado um ano antes. O resultado foi beneficiado principalmente pelo ganho com a venda dos navios Log-In Pantanal e Log-In Resiliente. Melnick (MELK3) A Melnick encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 34,1 milhões, queda de 13,1% em relação ao 2T25. Apesar da retração do lucro nominal, a margem líquida antes da participação dos minoritários avançou para 18,6%, ante 14,8% um ano antes. Metal Leve (LEVE3) A Mahle Metal Leve divulgou nesta quarta-feira, 12, após o fechamento do mercado, que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 159,5 milhões, alta de 25,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Moura Dubeux (MDNE3) A Moura Dubeux divulgou nesta quarta-feira, 12, que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) o maior lucro líquido trimestral de sua: R$ 173,9 milhões, crescimento de 44,6% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (2T25). MRV&CO (MRVE3) A MRV&CO encerrou o segundo trimestre de 2026 com prejuízo líquido consolidado de R$ 626,3 milhões, uma redução de 22,7% em relação à perda registrada no mesmo período de 2025. Apesar do resultado negativo, o balanço financeiro trouxe sinais de recuperação operacional, com receita líquida de R$ 2,99 bilhões, alta de 10,7% na comparação anual, e lucro líquido ajustado de R$ 73,8 milhões. Saiba mais… Rumo (RAIL3) A Rumo apresentou lucro líquido ajustado de R$ 688 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 5,8% em relação ao mesmo período de 2025. Apesar da retração anual, o resultado veio acima das expectativas do mercado, que apontavam para lucro de R$ 526,4 milhões, segundo dados compilados pela LSEG. O balanço foi divulgado na quarta-feira (12/08). Saiba mais… Sabesp (SBSP3) A Sabesp divulgou nesta quarta-feira, 12, lucro líquido ajustado de R$ 1,15 bilhão no segundo trimestre de 2026, queda de 41,2% em relação ao mesmo período de 2025. Simpar (SIMH3) A Simpar encerrou o segundo trimestre de 2026 (2T26) com lucro líquido ajustado de R$ 52 milhões nas operações continuadas, revertendo o prejuízo ajustado de R$ 42 milhões registrado no mesmo período de 2025. O resultado veio acompanhado de melhora operacional e de uma redução relevante da alavancagem financeira do grupo. Saiba mais… Suzano (SUZB3) A Suzano registrou lucro líquido de R$ 1,81 bilhão no segundo trimestre de 2026 (2T26), queda de 64% frente aos R$ 5,01 bilhões registrados no mesmo período de 2025. O resultado trimestral foi pressionado principalmente pela piora do resultado financeiro, pela redução da receita líquida e pelo aumento dos custos de produção, em meio à valorização do real frente ao dólar e aos impactos das tensões geopolíticas sobre custos e logística. Saiba mais… T4F (SHOW3) A T4F registrou prejuízo líquido de R$ 14,6 milhões no segundo trimestre de 2026, piora significativa em relação ao prejuízo de R$ 0,1 milhão observado no mesmo período de 2025. Track&Field (TFCO4) A Track&Field registrou lucro líquido ajustado de R$ 44,3 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 8,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem líquida ajustada, porém, caiu 1,1 ponto percentual, para 15,8%. Ultrapar (UGPA3) A Ultrapar Participações encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 1,7 bilhão, alta de 46% na comparação anual. O resultado da companhia veio acima das expectativas dos analistas, enquanto o EBITDA ajustado recorrente avançou 2,5 vezes, para R$ 3,66 bilhões. O balanço financeiro também trouxe uma notícia relevante para quem acompanha as ações Ultrapar: a empresa aprovou R$ 1,085 bilhão em dividendos, equivalentes a R$ 1 por ação, além de um programa de recompra de até 18 milhões de ações. Saiba mais… Unifique (FIQE3) A Unifique divulgou nesta quarta-feira, 12, após o fechamento do mercado, que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 45,9 milhões, leve alta de 1,5% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Vale (VALE3) A Vale informou que sua subsidiária Vale Base Metals (VBM) decidiu avançar com o projeto de Flotação de Partículas Grossas (Coarse Particle Flotation, ou CPF) no Complexo de Cobre Salobo, no Pará. Vittia (VITT3) A Vittia reportou prejuízo líquido ajustado de R$ 17,4 milhões no 2T26, uma melhora de 17,8% em relação ao prejuízo de R$ 21,2 milhões registrado no mesmo período do ano passado. A margem líquida ajustada passou de -21,4% para-15,3%.

Investidores da Anthropic apostam em avaliação de US$ 2 trilhões em IPO recorde
UOL - Notícias
13/08/2026

Investidores da Anthropic apostam em avaliação de US$ 2 trilhões em IPO recorde

San Francisco (EUA) | Financial Times Investidores da Anthropic esperam que a startup de inteligência artificial (IA) abra o capital em outubro com uma avaliação de US$ 2 trilhões (R$ 10,41 trilhões) ou mais, cifra vertiginosa que superaria a SpaceX e faria da estreia do laboratório de IA a maior oferta pública inicial (IPO) de ações de todos os tempos. Meia dúzia de investidores da empresa disse que o rápido avanço da receita da Anthropic permitiria que ela mais do que dobrasse sua avaliação atual no IPO planejado para a primavera no Hemisfério Sul. Uma listagem nesse patamar poderia render bilhões de dólares em ganhos aos primeiros investidores da empresa, fundada há cinco anos, mas também colocaria à prova mercados acionários cada vez mais apreensivos com o boom da IA. Anthropic pode abrir IPO recorde - Dado Ruvic/-17.jul.26/ Reuters Os investidores da Anthropic afirmam que a demanda crescente pelos modelos e pelas ferramentas avançadas de IA do laboratório justifica suas elevadas expectativas. Eles estimam que a receita anualizada da criadora do Claude ficará entre US$ 100 bilhões (R$ 520,44 bilhões) e US$ 120 bilhões (R$ 624,53 bilhões) até o fim de 2026 —segundo a métrica preferida da startup, que projeta as vendas de um ano inteiro com base no desempenho recente—, um aumento de mais de dez vezes ao longo de 2026. "Se a Anthropic está crescendo 800% ao ano, seria de esperar que, na estimativa mais conservadora possível, fosse negociada a 30 vezes —a receita—", disse um dos investidores do grupo. "Isso faria dela uma empresa de US$ 3 trilhões (R$ 15,61 trilhões)." A Anthropic não tem uma empresa americana comparável com ações em bolsa que pudesse servir de referência para sua avaliação. Mas companhias vistas como beneficiárias da IA, como o grupo de inteligência de dados Palantir e a empresa de computação em nuvem Nebius, foram negociadas neste ano a cerca de 55 vezes a receita. Vários investidores disseram que os principais executivos da Anthropic ainda não haviam definido a avaliação pretendida para o IPO, nem mesmo em conversas privadas. Os investidores, porém, elaboraram seus próprios modelos financeiros. As projeções otimistas surgem apesar dos desafios crescentes, entre eles o aumento da concorrência de rivais chinesas, a pressão pela regulamentação da IA e uma disputa latente com o governo dos Estados Unidos. Essas preocupações, em especial a proibição temporária imposta pelo Departamento de Comércio aos melhores modelos da Anthropic, contribuíram para a desaceleração do crescimento geral da receita em junho, segundo dois investidores a par do assunto. Ainda assim, afirmaram que a empresa se recuperou e continuou crescendo a um ritmo extraordinário, mesmo para os padrões do Vale do Silício. A Anthropic não quis responder a reportagem. A startup liderada por Dario Amodei apresentou documentos à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) em junho, dando início a um período de silêncio que limita anúncios públicos sobre seu desempenho financeiro. A Anthropic ganhou terreno neste ano em relação às rivais OpenAI e Google, lançando modelos que superaram os concorrentes e concentrando-se nas vendas para clientes empresariais. O grupo anunciou em maio que sua receita anualizada havia ultrapassado US$ 47 bilhões (R$ 244,61 bilhões). Fundos de capital de risco, fundos soberanos e outros investidores institucionais aportaram pouco menos de US$ 100 bilhões (R$ 520,44 bilhões) na empresa em 2026. A avaliação da Anthropic superou a da OpenAI pela primeira vez em maio, chegando a US$ 965 bilhões (R$ 5,02 trilhões) , incluindo o novo investimento. Mas o grupo também enfrenta incertezas consideráveis. A empresa entrou repetidamente em conflito com o governo Trump e continua em uma disputa judicial contra o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, que classificou a Anthropic como um risco à cadeia de suprimentos no início deste ano. Desde então, a Anthropic foi obrigada a retirar por um breve período seus principais modelos, Fable 5 e Mythos 5, após ser atingida por controles de exportação impostos pelo Departamento de Comércio em junho. O episódio assustou alguns clientes que dependem dos modelos da Anthropic. Os clientes também estão cada vez mais sensíveis ao preço do acesso aos melhores modelos. Diante da disparada dos custos, em alguns casos eles revogaram orientações para que os funcionários maximizassem o uso de IA e optaram por modelos menos potentes e mais baratos. O modelo líder de mercado da Anthropic custa mais de duas vezes e meia o preço de uso do principal modelo da OpenAI, enquanto alternativas chinesas de pesos abertos, que também melhoraram drasticamente neste ano, custam uma fração desse valor, segundo a Artificial Analysis, que analisa modelos de IA. A Anthropic ampliou sua participação de mercado entre empresas americanas no mês passado, segundo dados do grupo de pagamentos Ramp. Mas analistas da empresa constataram que as companhias estavam "chegando ao limite dos gastos com IA" e recorrendo a alternativas mais baratas. "É fácil apontar desafios", disse um investidor da Anthropic que também aportou recursos em grupos de IA como a OpenAI e na SpaceX, que abriu o capital em junho com uma avaliação de US$ 1,77 trilhão (R$ 9,21 trilhões). "Mas a empresa continua na liderança em desempenho, posicionamento e naquilo a que as pessoas querem se expor."

Lula muda tom e acena ao agronegócio em novo programa de governo
Folha - Poder
13/08/2026

Lula muda tom e acena ao agronegócio em novo programa de governo

Brasília O plano de governo do presidente Lula (PT) mudou a abordagem sobre o agronegócio em relação ao programa de 2022, quando o petista mirava voltar ao poder após o governo de Jair Bolsonaro (PL). Na última disputa, o texto atrelava o agronegócio a ideias relacionadas à reforma agrária. Desta vez, porém, discorre sobre a importância do setor para a economia, ponto pouco explorado na proposta anterior. O presidente Lula ao lançar o Plano Safra, em feira montada em frente ao Palácio do Planalto - Gabriela Biló - 30.jun.26/Folhapress A mudança no tom ocorre após o Brasil ter sido alvo de um tarifaço aplicado pelo governo Donald Trump, cobrança que hoje parte de uma base de 25%. A tarifa dos EUA chegou a ser de 50% no ano passado, e, após articulação do governo com o apoio determinante do agronegócio, foram abertas exceções a carne, café e suco de laranja. "O agronegócio é fundamental para o desempenho de nossa balança comercial e para a evolução do PIB nacional. Para seu desenvolvimento é necessário políticas que integrem a eficiência produtiva à sustentabilidade ambiental e à inovação tecnológica. Adicionar valor à pauta exportadora é um desafio que precisamos avançar ainda mais, diminuindo de forma relativa a primarização das relações comerciais brasileiras", diz o texto atual. Em 2022, a abordagem dava maior ênfase ao papel social do agronegócio. "O fortalecimento da produção agrícola, nas frentes da agricultura familiar, agricultura tradicional e do agronegócio sustentável, é estratégico para repensar o padrão de produção e consumo e a matriz produtiva nacional, com vistas a oferecer alimentação saudável para a população", dizia trecho. O plano vinculava o agro à sustentabilidade e à segurança alimentar e previa retirar o Brasil do Mapa da Fome, meta alcançada em julho de 2025. "A produção agrícola e pecuária é decisiva para a segurança alimentar e para a economia brasileira, um setor estratégico para a nossa balança comercial. Precisamos avançar rumo a uma agricultura e uma pecuária comprometidas com a sustentabilidade ambiental e social. Sem isso, perderemos espaço no mercado externo e não contribuiremos para superar a fome e o acesso a alimentos saudáveis dentro e fora das nossas fronteiras", afirmava outro trecho. O texto defendia ainda reduzir custos de produção e preços de alimentos e fomentar a produção orgânica e agroecológica, além da "democratização na posse e uso da terra". Tradicionalmente alinhado a vertentes mais conservadoras, o setor do agronegócio seguiu sendo um desafio para Lula neste último mandato. O terreno é explorado por seus opositores na disputa à Presidência deste ano, como Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Flávio Bolsonaro (PL). Em tentativas de aproximação, o petista fez anúncios de interesse da categoria, como o lançamento de uma linha de crédito para produtores rurais endividados. Nessa ocasião e em outras ligadas à categoria, no entanto, Lula não esteve presente. Em boa parte de ações federais voltadas ao agro, é o vice-presidente Geraldo Alckmin quem tem representado o governo. Ele foi ministro da Indústria, Comércio e Serviços e tem maior diálogo com representantes do setor. Neste ano, por exemplo, Lula faltou ao evento de lançamento do Plano Safra, na parte destinada à agricultura empresarial pela manhã, por estar em viagem oficial ao Paraguai. O petista retornou no mesmo dia ao Brasil e marcou presença na cerimônia voltada aos pequenos produtores rurais, público ao qual é mais alinhado. Renovada anualmente, esta é a maior ação governamental voltada ao setor da agricultura, em que são anunciadas linhas de crédito e financiamento. Investimento O texto com as promessas para um possível governo Lula 4 também promete dar mais suporte financeiro ao setor, algo não explorado na proposta da campanha de 2022. Em mais de um momento, o investimento na área é citado. "Buscaremos também continuar diversificando as fontes de financiamento, estimulando o mercado de capitais e títulos do agronegócio. Haverá medidas para simplificar ainda mais o acesso ao crédito, com processos menos burocráticos e critérios claros", afirma. Ao falar de investimentos em ciência e tecnologia, o plano volta a incluir o agronegócio entre as prioridades. "Essa estratégia se apoia em uma rede articulada de instituições que financiam a inovação e a modernização produtiva; que sustentam o fomento direto à pesquisa e ao desenvolvimento tecnológico; que conectam a ciência ao agronegócio e à indústria, inovando a ampliando a produtividade." Apresentado na última sexta-feira (7), o conjunto de propostas conta ainda com promessas de mudanças no sistema de emendas parlamentares e um reforço a temas caros para a sigla, como defesa da soberania, regulamentação das redes e o fim da escala 6x1.

MUB3 celebra aniversário com programação especial no mês de agosto
B3
13/08/2026

MUB3 celebra aniversário com programação especial no mês de agosto

13/08/2026 MUB3 celebra aniversário com programação especial no mês de agosto Atividades gratuitas reúnem aula sobre o sistema monetário, roteiro histórico e experiências educativas sobre dinheiro, patrimônio e memória Crédito: Ana Rovati/B3 São Paulo, agosto de 2026 – Ao longo do mês de agosto, em São Paulo, o Museu da bolsa do Brasil (MUB3) celebra seu 4º aniversário com uma programação especial gratuita que reúne atividades para diferentes públicos. A iniciativa convida os visitantes a conhecerem mais sobre o mercado de capitais, a memória e o patrimônio cultural, reforçando o papel do museu na difusão desse conhecimento. Entre os destaques estão o laboratório “Numis o quê?”, dedicado a explorar a numismática, área que estuda cédulas, moedas e medalhas sob as perspectivas da história, da arte e da economia; e o tradicional Roteiro Memória e Patrimônio, que consiste em uma caminhada pelos edifícios e endereços que fizeram parte da história da B3 no Centro Histórico de São Paulo. “Celebrar os quatro anos do MUB3 é também reafirmar nossa missão de preservar memórias, promover conhecimento e ampliar o acesso a temas que fazem parte do cotidiano de todos. A programação deste mês convida o público a refletir sobre o dinheiro para além de sua função econômica, compreendendo seus significados históricos, culturais e sociais, além de atividades lúdicas que aproximam o público geral e estimulam a educação financeira”, afirma Bruna de Caro, diretora de Marketing e Educação da B3. Além das atividades especiais, o museu segue promovendo experiências que conectam educação financeira, cultura e patrimônio, fortalecendo sua atuação como espaço de conhecimento e diálogo sobre a história do mercado de capitais brasileiro. SERVIÇO Quando: Entre os dias 15 e 29 de agosto Entrada: Gratuita Onde: MUB3 – Museu da bolsa do Brasil Endereço: Rua XV de Novembro, 275 Mezanino - Centro Histórico de São Paulo/SP PROGRAMAÇÃO LABORATÓRIO | NUMIS O QUÊ? Atividade: A atividade convida o público a explorar a numismática, área que estuda cédulas, moedas e medalhas sob as perspectivas da história, da arte e da economia. A proposta oferece uma experiência investigativa que apresenta as cédulas como documentos históricos e aproxima os participantes dos processos de pesquisa museológica. A atividade também estimula a reflexão crítica sobre a interpretação de objetos históricos, destacando a importância da pesquisa contínua diante de lacunas de informação. Data: 15 de agosto, às 14h Acessível em Libras Disponibilidade: 23 vagas disponíveis. Endereço: Rua XV de Novembro, 275 – São Paulo/SP Inscrição: Clique aqui ROTEIRO MEMÓRIA E PATRIMÔNIO Atividade: O roteiro promove uma caminhada guiada pelos edifícios e antigos endereços da Bolsa de Valores, proporcionando uma imersão na história da região central da cidade de São Paulo. Durante o percurso, os participantes são convidados a observar diferentes estilos arquitetônicos, compreender os processos de modernização urbana e refletir sobre as transformações e ocupações do centro ao longo dos séculos. Data: 29 de agosto, às 10h Acessível em Libras Disponibilidade: 23 vagas disponíveis. Endereço: Rua XV de Novembro, 275 – São Paulo/SP

Tempo real: Ibovespa recua com mau humor doméstico, mesmo após PPI dos EUA; dólar sobe – Money Times
Dólar Hoje
13/08/2026

Tempo real: Ibovespa recua com mau humor doméstico, mesmo após PPI dos EUA; dólar sobe – Money Times

Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli) Resumo: O Ibovespa (IBOV) recua ainda com o ‘risco Brasil’ no radar dos investidores, após sete quedas consecutivas do índice. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No exterior, o clima é de otimismo em Wall Street após o dado mais fraco da inflação ao produtor nos Estados Unidos, o PPI, apresentar estabilidade na margem em julho. O número fez com que uma aposta por alta nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) fosse adiada de outubro para dezembro. Destaques: 12h38 >> EUA: S&P renova recorde intradia aos 7,816.70 pontos 12h37 Petróleo reduz queda com notícia de ataque houthi à refinaria saudita Os preços do petróleo reduziram o ritmo de queda diante da notícia de que os houthis do Iêmen, aliados do Irã, atacaram uma refinaria da Saudi Aramco, a petrolífera da Arábia Saudita. Confira as cotações, por volta das 12h35 (horário de Brasília): Brent para outubro 2026: -0,97%, a US$ 88,12 o barril; WTI para setembro 2026: -1,03%, a US$ 82,41 o barril 12h36 Moura Dubeux (MDNE3) sobe na bolsa após balanço do 2T26; analistas veem potencial de alta de até 80% para ação As ações da incorporadora Moura Dubeux (MDNE3) operam em alta nesta quinta-feira (13), um dia após a companhia divulgar o seu balanço financeiro do segundo trimestre de 2026 (2T26). Entre analistas, a avaliação é majoritariamente positiva, com destaque para a expansão das margens, crescimento do lucro e baixa alavancagem da empresa. Leia mais. 12h34 Houthis atacam refinaria da petrolífera saudita Saudi Aramco De acordo com a agência de notícias do Iêmen, Saba, os houthis atingiram a refinaria da Saudi Aramco, petrolífera da Arábia Saudita, com uso de dois drones. Segundo a Saba, os houthis devem continuar com os ataques a alvos sauditas. 12h33 Após aposta em inteligência artificial, BitGo vê receita subir — mas não no segmento que esperava; veja balanço A empresa de infraestrutura de criptomoedas BitGo Holdings registrou forte crescimento da receita no segundo trimestre de 2026 (2T26), apesar de apresentar prejuízo líquido decorrente da desvalorização de ativos digitais. De acordo com o comunicado enviado ao mercado na noite da última quarta-feira (12), a empresa de infraestrutura para ativos digitais registrou receita trimestral de US$ 4,33 bilhões, alta de 79,6% ante os US$ 2,41 bilhões registrados um ano antes e de 14,7% em relação ao trimestre anterior. Leia mais. 12h15 Suzano (SUZB3): Geração de caixa é destaque no 2T26, apesar de alavancagem e celulose desafiarem a tese A Suzano (SUZB3) apresentou um segundo trimestre de 2026 (2T26) marcado por forte geração de caixa, mas com desafios operacionais que devem continuar no radar dos investidores. Analistas destacaram o fluxo de caixa livre, enquanto custos mais altos, alavancagem e uma perspectiva menos favorável para os preços da celulose devem limitar a melhora da tese no curto prazo. BTG Pactual, XP Investimentos e Itaú BBA avaliaram os resultados como amplamente em linha com as expectativas. As casas destacaram o desempenho da divisão de celulose e a forte geração de caixa, mas apontaram que parte relevante do fluxo veio de fatores menos recorrentes. Leia mais. 12h13 Minerva (BEEF3): BofA corta preço-alvo após balanço O Bank of America (BofA) cortou o preço-alvo das ações da Minerva (BEEF3) de R$ 6,00 para R$ 5,50, o que ainda implica em um potencial de valorização de 67,2% sobre o preço de fechamento anterior. A revisão acontece após os resultados do 2T26 e deve-se, segundo os analistas, à perspectiva de geração de fluxo de caixa mais limitada no curto prazo. A recomendação neutra foi mantida. “O 3T pode ser particularmente desafiador do ponto de vista de margens e fluxo de caixa, diante do vácuo deixado pelo esgotamento da cota de importação de carne bovina da China para o Brasil e dos preços do gado ainda elevados no Brasil e na maior parte da América do Sul”, afirmaram os analistas. 12h12 >> Ibovespa bate mínima, aos 166.820,52 pontos, com recuo de 0,40% 11h58 Mesmo com lucro melhor que o esperado, ações do Banco do Brasil (BBAS3) operam no negativo As ações do Banco do Brasil (BBAS3) operam entre as maiores quedas do Ibovespa (IBOV), pressionando o setor de bancos. Por volta de 11h40 desta quinta-feira (13), BBAS3 caía 1,37%, a R$ 18,74. Na mínima intradia, os papéis chegaram a recuar 2,11%, a R$ 18,60. Leia mais. 11h54 Azzas 2154 (AZZA3) ainda não convence: 2T26 mais fraco mantém mercado à espera de sinais de recuperação Os resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26) da Azzas 2154 (AZZA3) não agradaram o mercado. No Ibovespa (IBOV), as ações performam entre os destaques negativos no pregão desta quinta-feira (13). Entre analistas, a leitura é de um trimestre fraco e negativo. Por volta de 11h40 (horário de Brasília), as ações recuavam 2,58%, cotadas a R$ 15,47. Acompanhe o tempo real. Leia mais. 11h41 Flávio Dino diz ser alvo de ‘agressões e injustiças’ após operação contra fonte de jornalista O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quinta-feira (13) que é alvo de “agressões e injustiças” após a operação da Polícia Federal (PF) que mirou fonte de jornalista por suposta perseguição a ele. Na última terça-feira (11), o ministro Alexandre de Moraes determinou busca e apreensão contra um ex-secretário do governo do Maranhão apontado como fonte de informações de um jornalista que havia publicado reportagem sobre o uso de carros oficiais pela família de Dino. Leia mais. 11h36 SLC Agrícola (SLCE3): Guidance do algodão melhora, enquanto alavancagem ofusca resultado do 2T26; o que dizem os analistas? A SLC Agrícola (SLCE3) apresentou resultados operacionais sólidos no segundo trimestre de 2026 (2T26), mas a maior alavancagem ofuscou parte do desempenho e deve continuar no radar dos investidores no curto prazo. Ao mesmo tempo, a melhora nas projeções para o algodão trouxe um contraponto positivo para a tese. BTG Pactual, XP Investimentos e Itaú BBA destacaram o aumento dos volumes comercializados e as perspectivas mais favoráveis para o algodão. Por outro lado, as casas chamaram atenção para a geração de caixa, a alavancagem e os riscos de produtividade associados ao El Niño. Leia mais. 11h34 Banco do Brasil (BBAS3), Vale (VALE3), Braskem (BRKM5) e outros destaques desta quinta (13) Os balanços e pagamento de juros sobre capital próprio do Banco do Brasil (BBAS3), o novo projeto de de Flotação de Partículas Grossas (CPF) da Vale (VALE3) e a possível recuperação extrajudicial da Braskem (BRKM5) são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (13). Confira o Radar do Mercado Banco do Brasil (BBAS3): Lucro sobe 3,3%, chega a R$ 3,9 bilhões e vem melhor que esperado no 2T26 O Banco do Brasil (BBAS3) terminou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões, alta de 3,3% ante mesmo período de 2025. Em relação ao primeiro trimestre, a elevação é de 13,9%. Leia mais. 11h21 Ministério Público aciona o TCU para cobrar ação do governo pelo descontrole das bets A suposta omissão do governo federal na fiscalização e controle das bets levou o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) a protocolar uma representação que exige a abertura imediata de auditoria sobre os órgãos reguladores. A peça jurídica, assinada pelo subprocurador-geral Lucas Furtado, mira a inércia estatal e aponta a falta de governança sobre as plataformas digitais que se transformaram em um gargalo financeiro capaz de sobrecarregar o Sistema Único de Saúde (SUS) e desestabilizar a economia popular. A representação do subprocurador-geral Lucas Furtado aponta que a falta de fiscalização no setor de apostas ameaça a economia popular e sobrecarrega o SUS. O órgão cobra do TCU a apuração de falhas de governança dos órgãos reguladores federais. Leia mais. 11h21 Resultado da Equatorial (EQTL3) vem em linha e ações reagem, mas será que é hora de comprar? As ações da Equatorial (EQTL3) chegaram a figurar entre as principais quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (13), após a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026. Ao longo do pregão, porém, os papéis reduziram as perdas e passaram a mostrar recuperação. Por volta das 11h, os papéis avançavam 0,23%, a R$ 35,58. Leia mais. 11h17 Cogna (COGN3) salta quase 5% após resultados do 2T26; hora de comprar? Veja o que dizem os analistas As ações da Cogna (COGN3) despontam entre as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (13), com avanço de quase 5% por volta das 10h45. Leia mais. 11h08 Minerva (BEEF3): 2T26 vem em linha, mas queima de caixa e China preocupam A Minerva Foods (BEEF3) entregou um resultado do segundo trimestre de 2026 (2T26) amplamente em linha com as expectativas dos analistas, mas a forte queima de caixa e as incertezas envolvendo as exportações para a China devem manter os investidores cautelosos no segundo semestre. XP Investimentos, BTG Pactual e Itaú BBA avaliaram o balanço como consistente, com destaque para a resiliência operacional da companhia mesmo diante de um cenário menos favorável para os frigoríficos. Os três bancos, porém, mantiveram recomendação neutra para as ações. Leia mais. 10h51 >> Banco do Brasil (BBAS3) recua 0,5% no Ibovespa após balanço do 2T26 10h48 Direcional (DIRR3) entrega receita recorde, reduz dívida e reforça potencial de alta da ação A Direcional (DIRR3) entregou mais um trimestre robusto no segundo trimestre de 2026 (2T26), reforçando a consistência operacional observada nos últimos períodos. Os lançamentos somaram R$ 2,1 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), alta de 8% em relação ao 2T25 e mais que o dobro do volume do trimestre anterior, enquanto as vendas líquidas alcançaram R$ 1,65 bilhão, praticamente estáveis na comparação anual e 5% acima do 1T26. Leia mais. 10h46 >> CSN (CSNA3) sobe quase 3% com Ebitda melhor no 2T26 10h45 >> Rumo (RAIL3) sobe 4% com resultado do 2T26 10h44 >> Cogna (COGN3) avança quase 4% após balanço do 2T26 10h43 >> Rede D’Or (RDOR3) avança mais de 5% com balanço do 2T26 10h42 >> Copasa (CSMG3) cai mais de 2% após resultado do 2T26 10h41 Wall Street avança após inflação melhor do que o esperado adiar apostas de alta nos juros pelo Fed Os índices de Wall Street começam o dia em alta com dados de inflação em linha com o esperado e alívio nos preços do petróleo. O S&P 500 opera próximo das máximas históricas. Confira o desempenho dos índices logo após a abertura: Leia mais. 10h41 >> Azzas (AZZA3) recua quase 3% após recuo do lucro líquido do 2T26 10h40 MRV (MRVE3): Ações saltam 10% após balanço do 2T26, mas analistas divergem sobre resultado; veja preços-alvo e recomendações As ações da MRV&Co (MRVE3), conglomerado que reúne empresas imobiliárias como MRV Incorporação, Urba, Luggo e Resia, operam em alta nesta quinta-feira (13), um dia após a companhia divulgar o balanço do segundo trimestre de 2026 (2T26). Entre analistas, porém, a avaliação dos números é mista. Por volta das 10h50 (de Brasília), os papéis, que são negociados dentro do índice Ibovespa (IBOV), avançavam 10%, cotados a R$ 4,62, após abrirem o pregão a R$ 4,20. Acompanhe o tempo real. Leia mais. 10h39 >> Sabesp (SBSP3) recua mais de 3% com pressão das dívidas no lucro do 2T26 10h39 >> Hapvida (HAPV3) chega a tombar mais de 17% após balanço do 2T26 10h38 Hapvida (HAPV3) despenca mais de 17% após balanço do 2T26 As ações da Hapvida (HAPV3) têm a pior performance do Ibovespa (IBOV) nos primeiros minutos do pregão desta quinta-feira (13) em reação ao balanço do segundo trimestre. Por volta de 10h30 (horário de Brasília), HAPV3 entrou em leilão por oscilação máxima permita após cair 17,22%, a R$ 7,93. Leia mais. 10h38 >> MRV (MRVE3) lidera altas do Ibovespa (+6%) após balanço do 2T26 10h35 Plano de Governo é obrigatório, mas eleito pode descumprir propostas A apresentação do plano de governo é uma exigência legal e obrigatória para o registro de candidaturas aos cargos do Poder Executivo, prefeito, governador e presidente, na Justiça Eleitoral. No entanto, a legislação brasileira não prevê punição, perda de mandato ou sanção jurídica para o gestor eleito que deixar de cumprir as propostas registradas. A obrigação de protocolar o documento para candidatos a cargos executivos – prefeitos, governadores e presidente – passou a vigorar com a lei 12.034/2009, que alterou a Lei das Eleições. Candidatos a vereador, deputado e senador não possuem a obrigação de entregar o documento. Leia mais. 10h33 Mini índice pode aprofundar queda se perder os 168,8 mil pontos, avalia BTG; mini dólar mantém recuperação acima das médias O mini índice (WINV26) recuou 0,77% no pregão da véspera e mantém a pressão vendedora que domina o curto prazo desde o início de agosto, segundo relatório de análise técnica do BTG Pactual divulgado nesta quinta-feira (13). No gráfico de 60 minutos, o ativo opera abaixo das médias móveis de 21 e 50 períodos, em 170.787 e 172.453 pontos, respectivamente. As médias atuam como resistências dinâmicas para uma eventual recuperação. Leia mais. 10h22 Ibovespa opera perto da estabilidade após inflação benigna nos EUA e balanço do BB; 5 coisas para saber antes de investir hoje (13) O Ibovespa (IBOV) opera perto da estabilidade, ainda com o mau humor no mercado doméstico com os riscos fiscais e eleitorais no radar dos investidores. Nos dados macro, a inflação ao produtor dos Estados Unidos fez com que a aposta de alta nos juros fosse adiada de outubro para dezembro, enquanto a atividade brasileira segue em trajetória de desaceleração. Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava em leve baixa de 0,09%, aos 167.337,46 pontos. Leia mais. 10h08 Bitcoin hoje: mercado cripto acompanha dado que pode mexer com os juros dos EUA O bitcoin (BTC) é negociado a cerca de US$ 63,5 mil na manhã desta quinta-feira (13), com queda em torno de 1% nas últimas 24h. O mercado global de criptomoedas se mantém na estabilidade, enquanto acompanha divulgação do Índice de Preços ao Produtor (PPI) dos Estados Unidos, um dos principais indicadores de inflação do país e que deve ser olhado de perto pelos investidores e Federal reserve. Leia mais. 10h03 Swing trade: BB Investimentos recomenda a compra de SLC (SLCE3) e a venda de Petrobras (PETR4) nesta quinta (13) Nesta quinta-feira (13), o BB Investimentos recomenda a compra de SLC (SLCE3). O relatório de análise técnica aponta a “expectativa da captura de possível movimento de alta rastreado pelo algoritmo”. A orientação é que a compra aconteça na abertura do mercado, com preço limite de até 1% acima do preço de abertura. Leia mais. 10h00 Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA têm alta moderada e indica mercado de trabalho estável O número de norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego aumentou moderadamente na semana passada, sugerindo que o mercado de trabalho permanece estável apesar das perdas inesperadas de empregos em julho. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego subiram em 9.000, para 209.000 em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 8 de agosto, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 202.000 pedidos para a última semana. Leia mais. 9h57 Day trade: Compre Fras-le (FRAS3) e venda Engie (EGIE3) para ganhar até 1,45% hoje (13), segundo a Ágora A Fras-le (FRAS3) é uma das recomendações de compra em day trade da Ágora Investimentos para esta quinta-feira (13). As ações da empresa fecharam a sessão da última quarta-feira (12) cotadas a R$ 21,98. O potencial de ganho é de 1,45% e o stop sugerido é de R$ 21,87. Leia mais. 9h55 Plano&Plano (PLPL3): Bradesco BBI corta preço-alvo para R$ 12 O Bradesco BBI cortou o preço-alvo das ações da Plano&Plano (PLPL3) de R$ 21 para R$ 12, o que ainda implica em um potencial de valorização de 85,7% sobre o preço de fechamento anterior. Apesar do corte, a recomendação de compra foi mantida. Para os analistas, a construtura reportou números fracos no segundo trimestre. “Avaliamos os resultados como fracos e de menor qualidade, com a queda na margem desencadeando um corte de 40% em nossas estimativas de lucro por ação para os próximos anos e redução do preço-alvo”, afirmaram os analistas. 9h50 Ultrapar (UGPA3): Bradesco BBI fixa preço-alvo de R$ 41 no fim de 2027 Após os resultados do segundo trimestre, considerados fortes pelos analistas do Bradesco BBI, o banco fixou um novo preço-alvo para as ações da Ultrapar (UGPA3) no fim de 2027 em R$ 41. A recomendação é de compra. “Os resultados reforçam nossa visão construtiva para a Ultrapar, que combina execução sólida na Ipiranga com perspectivas de dividendos consistentes”, afirmaram os analistas. 9h47 Swing trade: BTG Pactual recomenda compra de SpaceX (SPCX34) com potencial de alta de 33,66% O BTG Pactual recomendou a compra de SpaceX (SPCX34) como nova operação para sua estratégia de swing trade. Segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (13), o papel tem potencial de valorização de 33,66%, com preço-alvo de R$ 67,50. O stop sugerido pelo banco é de R$ 44,00. De acordo com os analistas Lucas Costa e Gabriela Sporch, SPCX34 reverteu a dinâmica de curto prazo após formar fundo na região de R$ 35,20 e passou a construir topos e fundos ascendentes no gráfico horário. Leia mais. 9h43 Varejo no Brasil registra alta das vendas acima do esperado em junho O setor de varejo do Brasil encerrou o segundo trimestre com aumento das vendas maior do que o esperado em junho, acelerando o ritmo em relação ao mês anterior. As vendas varejistas subiram 0,5% em junho na comparação com o mês anterior, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Leia mais. 9h42 Gafisa (GFSA3) adia divulgação do balanço do 2T26 após auditoria solicitar prazo adicional A Gafisa (GFSA3) adiou a divulgação de suas informações financeiras (ITR) referentes ao segundo trimestre de 2026 (2T26), mostra fato relevante divulgado nesta quinta-feira (13). De acordo com o documento enviado ao mercado, os resultados agora estão previstos para serem publicados até 31 de agosto. Leia mais. 9h39 Atlas/Focus: No Ceará, Ciro Gomes tem 49,3% e Elmano de Freitas, 44,6%, em disputa no 1º turno Pesquisa do instituto Atlas/Focus divulgada nesta quarta-feira (12) mostra que o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) lidera a corrida pelo governo do Ceará com 49,3% das intenções de voto no cenário principal da disputa em primeiro turno. Já o atual governador, Elmano de Freitas (PT), possui 44,6%. O delegado Hugo Leonardo (Missão) possui 2,8% das intenções de voto. O advogado Pedro Brito (Novo) possui 0,8%, porém ele desistiu de concorrer nesta terça-feira (11). Os candidatos Serley Leal (UP), Danilo Soares (Democrata) e Zé Batista (PSTU) não pontuaram. Brancos e nulos somam 1,6% e 0,9% estão indecisos. Leia mais. 9h35 Shopee acirra guerra do e-commerce com entregas em até 4 horas As investidas na já conhecida “guerra do e-commerce” seguem ocorrendo por todos os lados. A Shopee anunciou nesta quinta-feira (13) o “Turbo“, nova opção de entrega em até quatro horas para vendedores elegíveis. Inicialmente, o recurso está disponível na Grande São Paulo, com mais de quatro mil lojas parcerias, entre negócios locais e varejistas como Americanas, Daki e Heineken Express. Leia mais. 9h27 Para Tarcísio, vídeo antivacina de Eduardo Bolsonaro não atrapalhou campanha contra sarampo O atual governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas, negou, em entrevista na CNN, que o vídeo antivacina publicado pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro tenha atrapalhado a atual campanha contra sarampo no Estado. “Sinceramente, as pessoas estão muito esclarecidas acerca da vacina”, disse ele, completando: “As pessoas estão muito conscientes de que elas têm que se vacinar. Então isso acaba rodando em vazio e não vai fazer efeito”. Leia mais. 9h27 Ibovespa futuro sobe aos 170 mil pontos com varejo e espera pelo PPI dos EUA O Ibovespa futuro (INDFUT) subiu 0,13%, aos 170.635 pontos, após a abertura, às 9h (horário de Brasília), com os dados da venda do varejo de junho, último número necessário para ter uma fotografia mais clara da atividade no segundo trimestre. Dólar à vista abriu a R$ 5,1867, com alta de 0,13%. Leia mais. 9h18 Zema critica Bolsa Família e diz que obrigará ‘homens saudáveis com idade de trabalhar’ a aceitar proposta de emprego O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) publicou vídeo nesta quarta-feira (12) criticando o modelo atual do Bolsa Família e diz que vai obrigar “homens saudáveis com idade de trabalhar” a aceitarem propostas de emprego. “Essas cenas vergonhosas estavam acontecendo em plena Luz do dia. Moradores de rua usando energia que nós pagamos e gastando dinheiro do auxílio em bet”, diz o candidato à Presidência no vídeo. Nas imagens, aparecem pessoas apostando enquanto estão sentadas no chão. Leia mais. 9h16 Espaçolaser (ESPA3): diretor financeiro e de RI renuncia; empresa registrou prejuízo de R$ 134 mil no 2T26 A Espaçolaser (ESPA3) informou na quarta-feira (12) que seu diretor financeiro e de Relações com Investidores, Fabio Itikawa, renunciou aos cargos, com efeitos imediatos. Segundo fato relevante divulgado pela companhia, o Conselho de Administração tomou conhecimento da renúncia e, na mesma reunião, elegeu Magali Rogéria de Moura Leite, atual diretora-presidente, para assumir interinamente e de forma cumulativa as funções de diretora financeira e de Relações com Investidores. Leia mais. 9h09 >> Ibovespa futuro sobe 0,13%, aos 170.635 pontos, após aberura 9h08 >> Dólar à vista abre a R$ 5,1867, com alta de 0,13% 9h05 Irã e EUA apresentam reivindicações conflitantes sobre controle do Estreito de Ormuz O Estreito de Ormuz está “sob o controle e a gestão do Irã”, afirmou nesta quinta-feira (13) o chefe da unidade paramilitar iraniana Basij, Hossein Taeb, um dia depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que os norte-americanos tinham “controle total” sobre a via navegável estratégica. Taeb disse que os Estados Unidos tentaram minar o que ele descreveu como a popularidade da República Islâmica na região, iniciando mais uma guerra no Estreito de Ormuz, mas foram mais uma vez derrotados, apesar de alegarem que o Irã não possui nem força aérea nem marinha. Leia mais. 8h59 Orizon (ORVR3) adquire 51% do Aterro de Rondonópolis no Mato Grosso; veja detalhes da operação A Orizon (ORVR3) informou ao mercado nesta quinta-feira (13) a aquisição de 51% do Aterro Sanitário de Rondonópolis, no Mato Grosso, por meio de sua subsidiária Orizon Meio Ambiente. O valor da firma (enterprise value) atribuído à participação de 51% é de R$ 45,4 milhões, a serem pagos à vista no fechamento da operação. O ativo possui Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) anual corrente estimado entre R$ 16 milhões e R$ 18 milhões. Leia mais. 8h35 Vale (VALE3) informa que projeto no Pará será antecipado em cerca de um ano A Vale (VALE3) informou que a Vale Base Metals (VBM), sua subsidiária, está avançando com o projeto de Flotação de Partículas Grossas (CPF) no Complexo de Cobre Salobo, no Pará, com expectativa de início de operação no primeiro semestre de 2028, antecipando-se ao cronograma original em cerca de um ano. Em comunicado, a mineradora explica que o projeto vai adicionar 6 milhões de toneladas à capacidade anual de processamento de minério da unidade de Salobo, elevando o total para 42 milhões de toneladas por ano. A produção anual de cobre deve subir em até aproximadamente 30 mil toneladas contidas em concentrado, além de cerca de 15 mil onças de ouro como subproduto. Leia mais. 8h31 PIB do Reino Unido cresce 0,4% no 2º trimestre ante os três meses anteriores O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2026 ante os três meses anteriores, segundo dados preliminares divulgados nesta quinta-feira, 13, pelo ONS, como é conhecido o escritório de estatísticas do país. O resultado veio em linha com a expectativa de analistas consultados pela FactSet. O desempenho indica desaceleração da economia britânica, que teve expansão de 0,6% no primeiro trimestre de 2026. Na comparação anual, o PIB britânico teve alta de 1,2% entre abril e junho, ligeiramente acima do consenso da FactSet, de alta de 1,1%. 8h30 Zona do euro: produção industrial fica estável em junho ante maio A produção industrial na zona do euro ficou estável em junho ante maio, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (13) pela Eurostat, a agência oficial de estatísticas da União Europeia. O resultado veio acima da mediana das estimativas de analistas consultados pela FactSet, que apontava queda de 0,1%. Na comparação anual, a produção do bloco teve alta de 0,1% em junho, também acima da previsão de recuo de 0,5%. A Eurostat revisou os dados de maio: a variação mensal passou a indicar alta de 0,3%, e a anual, queda de 0,1%. 8h28 Fundo imobiliário vende imóvel de alto padrão por R$ 15 milhões e registra ganho por cota; IFIX recua O fundo imobiliário Pátria Plus Multiestratégia Real Estate (RBRX11) anunciou, por meio de fato relevante, que concluiu a venda de uma unidade do empreendimento residencial “Kalea Jardins”, localizado em São Paulo (SP), por R$ 15 milhões. Trata-se de um projeto de alto padrão. Segundo o comunicado divulgado ao mercado, o preço da transação equivale a R$ 40,6 mil por metro quadrado, já que o imóvel, situado no 16º andar da torre 1 do edifício, soma cerca de 368 metros quadrados. Leia mais. 8h22 H&M anuncia quatro novas lojas no Brasil e expande operação para o Nordeste A varejista sueca H&M anunciou nesta quinta-feira a abertura de quatro novas lojas no Brasil, incluindo duas no Nordeste, inaugurando sua presença na região, um ano após o início das operações no país. As novas unidades no Nordeste serão em shoppings de Recife e Fortaleza e as inaugurações acontecerão ao longo do segundo semestre. Leia mais. 8h14 Lucro da CSN Mineração (CMIN3) sobe para R$ 219,4 milhões no 2° trimestre A CSN Mineração (CMIN3) registrou lucro líquido de R$ 219,4 milhões no segundo trimestre de 2026, crescimento de quase 90% em relação ao mesmo trimestre de 2025, segundo balanço divulgado na noite de quarta-feira (12). O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado recuou cerca de 20% ano a ano, alcançando a cifra de R$ 1,02 bilhão. Leia mais. 8h05 Minério de ferro oscila pouco com redução de perdas das siderúrgicas e fretes firmes Os futuros de minério de ferro foram negociados dentro de uma faixa estreita nesta quinta-feira (13), com a redução das perdas das siderúrgicas e os custos de frete firmes sendo contrabalançados pela queda nas exportações de aço da China. O contrato de minério de ferro para janeiro mais negociado na Bolsa de Commodities de Dalian (DCE) da China encerrou o pregão diurno com queda de 0,21%, a 705 iuanes (US$104,52) por tonelada, após ser negociado entre 703,50 e 712 iuanes. O contrato mais ativo mudou de setembro para janeiro nesta semana. Leia mais. 8h01 Plano&Plano (PLPL3) lucra R$ 67,3 milhões no 2T26, queda anual de 34,5% A Plano&Plano (PLPL3) registrou lucro líquido de R$ 67,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), queda de 34,5% em relação ao apurado no mesmo intervalo de 2025, mas 44,1% acima do 1T26. Segundo balanço divulgado ao mercado, a receita líquida da construtora somou R$ 914,8 milhões entre abril e junho, alta de 16,7% na comparação com um ano antes. Leia mais. 8h00 CSN (CSNA3) tem prejuízo líquido de R$ 773 milhões no 2º trimestre, 495% maior que o de um ano atrás A CSN (CSNA3) registrou prejuízo líquido de R$ 773 milhões no segundo trimestre de 2026, aumentando as perdas em 494,6% ante os R$ 130 milhões apurados entre abril e junho de 2025. De acordo com a companhia, o resultado representa uma piora quando comparado com o trimestre anterior, como consequência das maiores despesas financeiras relacionadas à variação cambial que acabou por anular a melhor performance operacional verificada no período. Leia mais. 7h44 PGR pede que STF mantenha proibição de visitas de Flávio a Jair Bolsonaro O procurador-geral da República, Paulo Gonet, recomendou nesta quarta-feira (12) que o Supremo Tribunal Federal (STF) mantenha as decisões que restringiram as visitas familiares a Jair Bolsonaro durante o cumprimento de sua prisão domiciliar. Em 13 de julho, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro ao pai após o senador divulgar uma carta de Jair pedindo votos à sua candidatura. Leia mais. 7h28 MRV&Co (MRVE3): Prejuízo líquido consolidado é de R$ 626,3 milhões no 2T26, perda 22,7% menor A MRV&Co (MRVE3), conglomerado de empresas imobiliárias com MRV, Urba, Luggo e Resia, teve prejuízo líquido consolidado de R$ 626,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26). O resultado representa uma perda 22,7% menor na comparação com igual período de 2025. O que mais pesou no balanço foi a já esperada baixa contábil (impairment) de US$ 110 milhões da Resia, empresa do grupo nos Estados Unidos que está sendo fechada. Leia mais. 7h27 Alguns investimentos esperam a definição das eleições, diz presidente da Stellantis A Stellantis, dona de marcas como Fiat, Jeep, Citroën e Peugeot, aguarda definições sobre eleições, reforma tributária e regras de importação para decidir quais tecnologias receberão mais investimentos no Brasil. As possibilidades no radar vão da retomada de modelos movidos exclusivamente a etanol aos carros elétricos. A montadora quer, porém, mais clareza sobre quais soluções de descarbonização o País pretende abraçar e qual será a agenda do próximo governo. Leia mais. 7h18 Google eleva preços de novos smartphones com avanço da escassez de memórias O Google oficializou na quarta-feira (12) a sua mais nova geração de smartphones Pixel 11 a um preço US$ 100 mais caro, citando uma escassez “sem precedentes” de chips de memória. Os novos aparelhos têm preços a partir de US$ 899 nos Estados Unidos e começam a ser vendidos a partir do dia 20 de agosto. Leia mais. 7h13 Bolsas da Europa sobem majoritariamente com balanços, dados e petróleo em queda As bolsas europeias operam majoritariamente em alta na manhã desta quinta-feira (13), enquanto investidores digerem balanços corporativos e dados econômicos. A queda do petróleo, após os ganhos recentes em meio às tensões entre EUA e Irã, também está no radar. Por volta das 6h45 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 avançava 0,21%, a 660,87 pontos. Leia mais. 7h03 Resultado acima do esperado e JCP colocam Banco do Brasil no radar do mercado; Ibovespa em dólar sobe hoje (13) O mercado brasileiro repercute nesta sessão o balanço do Banco do Brasil (BBAS3). A estatal registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), avanço de 3,3% na comparação anual e de 13,9% em relação aos três meses anteriores. Nos últimos trimestres, o banco enfrentou pressão por conta do aumento da inadimplência no agronegócio e dos impactos da Resolução CMN nº 4.966/2021, que elevou as exigências de provisões para perdas com crédito. Esse cenário contribuiu para que o BB perdesse o status de “porto seguro” entre os investidores e acumulasse seis trimestres seguidos de deterioração nos resultados. Leia mais. 7h00 Quais são as top picks na bolsa para atravessar o 2º semestre com ‘tranquilidade’, segundo bancões Com fatores de volatilidade no radar dos investidores, como eleições presidenciais, gastos elevados nas contas públicas, o conflito no Oriente Médio e a política monetária dos Estados Unidos, fica a dúvida: quais são as recomendações de grandes instituições para atravessar esse cenário conturbado na bolsa brasileira? O Itaú BBA segue com recomendação de compra para o Brasil e vê o país como o mais atrativo na América Latina, devido ao desconto no valuation do Ibovespa (IBOV). Leia mais. 6h48 Lucro líquido da Copasa (CSMG3) soma R$ 275,5 milhões no 2º trimestre, queda anual de 4,8% O lucro líquido ajustado da Copasa (CSMG3) atingiu R$ 275,5 milhões no segundo trimestre de 2026, o que representa um recuo de 4,8% em relação ao verificado em igual período de 2025. A receita líquida da empresa de saneamento totalizou R$ 2 bilhões no segundo trimestre, avanço de 8,9% na comparação anual. Já o Ebitda ajustado somou R$ 762 milhões, acréscimo de 11,7% ante um ano, com margem ajustada de 39,0%. Leia mais. 6h41 >> Bitcoin (BTC) cai 0,1%, a US$ 63.617,94; Ethereum (ETH) cai 0,1%, a US$ 1.885,34 6h40 >> Petróleo tipo Brent cai 1,73%, a US$ 87,44 por barril; WTI recua 1,80%, a US$ 81,77 por barril 6h39 >> Wall Street: Futuros operam mistos com S&P 500 (+0,13%), Dow Jones (+0,25%) e Nasdaq (-0,05%) 6h39 Mater Dei (MATD3) tem lucro líquido de R$ 45 milhões no 2º trimestre, alta de 66% A Rede Mater Dei (MATD3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 45 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 66% em relação aos R$ 27 milhões registrados em igual intervalo de 2025. No acumulado do primeiro semestre, o lucro líquido ajustado somou R$ 81,3 milhões, avanço anual de 71,9%. O desempenho foi impulsionado pela evolução operacional, com destaque para a elevada taxa de ocupação dos leitos, que chegou a 83,9% ao final de junho e 84,1% na média do semestre, além do avanço da tese de oncologia. A companhia também destaca a expansão do uso de cirurgia robótica e a implementação da ferramenta de inteligência artificial para apoiar médicos na elaboração de prontuários eletrônicos. Leia mais. 6h38 >> ADR da Petrobras (PBR) sobe 0,28% a US$ 17,81 no pré-market nos EUA 6h38 >> ADR da Vale (VALE) cai 3,26% a US$ 13,95 no pré-market nos EUA 6h37 >> Ibovespa em dólar (EWZ) sobe 0,89% a US$ 34,16 no pré-market nos EUA 6h22 Lucro da Equatorial (EQTL3) recua 83,5% no 2º trimestre O grupo de energia e saneamento Equatorial (EQTL3) teve lucro líquido ajustado de R$ 110 milhões no segundo trimestre de 2026, recuo de 83,5% sobre o desempenho de um ano antes, segundo balanço publicado nesta quarta-feira (12). A companhia teve resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 2,9 bilhões, praticamente estável ante o segundo trimestre de 2025. Leia mais. 6h10 Bolsas da Ásia fecham mistas; Kospi lidera ganhos e entra em mercado altista As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira (13), com a Coreia do Sul na liderança dos ganhos: o Kospi saltou 3,56% e superou o patamar que caracteriza mercado altista. O apetite por ações de tecnologia e de inteligência artificial (IA), após a alta do setor em Nova York na véspera, ajudou a sustentar parte dos mercados da região. Em Seul, o Kospi terminou aos 6.813,34 pontos e passou a acumular alta de mais de 20% desde a mínima de 30 de julho. A Samsung Electronics avançou 4,9%, apesar da notícia de que virou alvo de uma investigação tarifária nos EUA, enquanto a rival SK Hynix disparou 5,9%. Leia mais. 6h06 Azzas (AZZA3) tem lucro líquido recorrente de R$ 106,5 milhões no 2º trimestre, queda anual de 62,5% A Azzas 2154 (AZZA3) registrou lucro líquido recorrente de R$ 106,5 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 62,5% em relação a igual período do ano anterior. O lucro líquido contábil somou R$ 29,8 milhões, recuo de 94,5% na comparação anual. O Ebitda recorrente atingiu R$ 379,6 milhões, redução de 29,1%. A margem Ebitda recorrente ficou em 14,2%, baixa de 4,3 pontos porcentuais (p.p.) ante o segundo trimestre de 2025. Leia mais. 5h48 Trump assina memorando para permitir uso de ferramentas cibernéticas contra organizações criminosas transnacionais, diz Casa Branca O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (12) um memorando que, segundo a Casa Branca, tem como objetivo capacitar as autoridades federais a utilizar ferramentas cibernéticas contra organizações criminosas transnacionais que operam em jurisdições estrangeiras para atacar cidadãos norte-americanos. Trump assinou o memorando presidencial de segurança nacional instruindo seu governo a “aproveitar a capacidade e a inovação do setor privado para ajudar a conduzir essas operações cibernéticas sob a direção, o controle e a autoridade do governo dos EUA”, informou a Casa Branca. Leia mais. 5h34 Senado aprova PLP dos combustíveis com travas para gasto público, que segue à sanção O Senado aprovou na noite desta quarta-feira (12) projeto de lei complementar que, além de trazer regras para compensar renúncia de receitas da União para amenizar impacto da alta dos preços do petróleo, acabou incorporando novos mecanismos de controle dos gastos públicos que podem gerar cerca de R$ 10 bilhões em economia no próximo ano. O texto, que segue para sanção presidencial, incorpora temas adicionais como minerais críticos, fertilizantes, Copa do Mundo Feminina de Futebol e diferimento do IBS e da CBS sobre produtos agropecuários in natura, além de ajustar critérios para a classificação de empresas preponderantemente exportadoras. Leia mais. 5h24 Brasil tem fluxo cambial positivo de US$ 652 milhões em agosto até dia 7, diz BC O Brasil registrou fluxo cambial total positivo de US$ 652 milhões em agosto até o dia 7, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Banco Central. Pelo canal financeiro, houve saídas líquidas de US$ 2,2 milhões em agosto até o dia 7. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações. Leia mais. 5h01 Petróleo recua com perspectiva de demanda mais fraca e preocupações com oferta no Oriente Médio Os preços do petróleo recuam nesta quinta-feira (13), enquanto investidores avaliavam as perspectivas de uma demanda global mais fraca neste ano, embora os preços tenham sido sustentados pela falta de avanços significativos nas negociações sobre o bloqueado Estreito de Ormuz e pelas interrupções no fornecimento. Os contratos futuros do Brent recuavam US$ 1,16, ou 1,30%, para US$ 87,82 por barril às 5h (horário de Brasília), reduzindo os ganhos acumulados nas seis sessões anteriores. Leia mais. 4h28 Consumidores poderão escolher fornecedores de energia a partir de 2027 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (12) o decreto que regulamenta o funcionamento do mercado livre de energia, que permite a venda direta a pequenos e médios consumidores de energia elétrica. Na prática, a medida permitirá aos consumidores escolher de quem comprará sua energia, de forma semelhante à que ocorre com a telefonia. A medida vale para clientes atendidos em baixa tensão (inferior a 2,3 kV). Para consumidores industriais e comerciais, a regra começa a partir de novembro de 2027. Para os demais clientes, incluindo os residenciais, a escolha poderá ser feita a partir de novembro de 2028. Leia mais.

Brasil fica entre os 10 países mais atingidos por ransomware
Vazamento de dados
13/08/2026

Brasil fica entre os 10 países mais atingidos por ransomware

Pesquisadores da Check Point Research (CPR), divisão de inteligência de ameaça da Check Point Software, divulgaram o Relatório sobre o Cenário de Ransomware no Primeiro Trimestre de 2026, que mostra uma mudança importante no cenário global de ransomware. Embora o volume de ataques continue próximo dos maiores níveis já registrados, o mercado passou por uma consolidação acelerada em torno de menos grupos criminosos, mais estruturados e com maior capacidade operacional. Segundo o levantamento, 2.122 organizações tiveram dados publicados em sites de vazamento operados por grupos de ransomware no primeiro trimestre de 2026, representando o segundo maior número para um primeiro trimestre já registrado para esse tipo de ameaça. Os 10 principais grupos concentraram 71% de todas as vítimas globais de ransomware, revertendo a fragmentação observada ao longo de grande parte de 2025. O relatório aponta que o ransomware deixou de ser um fenômeno marcado apenas por ondas pontuais de ataques. A atividade criminosa passou a operar em um patamar persistentemente elevado, com campanhas mais previsíveis, repetitivas e sustentadas por acessos previamente comprometidos. O grupo de ransomware Qilin liderou a atividade global pelo terceiro trimestre consecutivo, com 338 vítimas publicamente reivindicadas. Já o grupo The Gentlemen registrou o crescimento mais acelerado do período, saltando de 40 vítimas no quarto trimestre de 2025 para 166 no primeiro trimestre deste ano. O LockBit também voltou ao grupo das operações mais ativas após retomar sua capacidade operacional depois de ações internacionais conduzidas contra sua infraestrutura em 2024. - Advertisement - Os pesquisadores observaram ainda uma mudança relevante na lógica dos ataques. Em muitos casos, os grupos deixaram de priorizar apenas setores tradicionalmente considerados mais lucrativos e passaram a explorar ambientes onde já existiam acessos comprometidos, infraestrutura vulnerável ou credenciais previamente obtidas. O movimento amplia a exposição de empresas fora dos alvos historicamente mais visados. Em relação ao impacto geográfico, os EUA permaneceram como principal alvo global de ransomware, concentrando 49,6% das vítimas registradas no período. Ao mesmo tempo, houve expansão importante da atividade criminosa em países da América Latina e da Ásia-Pacífico. Quanto aos setores, indústria, manufatura, saúde e serviços empresariais continuam entre os mais impactados devido à alta dependência operacional e ao potencial de interrupção das atividades. Segundo apontaram os pesquisadores, o custo da paralisação operacional se tornou um dos principais instrumentos de pressão utilizados pelos grupos de ransomware. O Brasil apareceu entre os 10 países mais atingidos por ransomware no primeiro trimestre de 2026, concentrando 2% de todos os casos publicados em sites de vazamento de dados operados por grupos de ransomware. O dado reforça que o país continua no radar de grupos especializados em ataques de extorsão e roubo de informações corporativas. O relatório mostra que o grupo LockBit teve participação relevante nos ataques ligados ao Brasil durante o período. A operação do grupo voltou a crescer globalmente em 2026 após sofrer forte pressão internacional nos últimos anos e passou a ampliar sua atuação fora dos EUA, direcionando ataques para países como Brasil, Itália e Turquia. Mudança no perfil – Os pesquisadores apontam ainda uma mudança importante no perfil do ransomware global. Em vez de campanhas amplas e pouco direcionadas, os grupos passaram a operar com ataques mais rápidos, especializados e sustentados por acessos previamente comprometidos. A consolidação de organizações criminosas mais sofisticadas aumentou a capacidade de execução e reduziu o tempo entre invasão, movimentação dentro da rede e interrupção das operações. Esse movimento amplia os riscos para empresas brasileiras, principalmente em setores com operações críticas, grande circulação de dados e cadeias extensas de fornecedores. Segundo os pesquisadores, os ataques atuais no Brasil combinam roubo de credenciais, exploração de vulnerabilidades e extorsão baseada em vazamento de dados, elevando o impacto financeiro e reputacional dos incidentes. O ransomware em 2026 passou a ser definido menos pelo volume de ataques e mais pela concentração operacional. Um número menor de grupos agora responde pela maior parte das invasões globais, com estruturas mais organizadas, maior capacidade técnica e operações mais difíceis de interromper. Por fim, muitos ataques de ransomware ainda começam a partir da interação dos próprios usuários, principalmente via phishing, links maliciosos e roubo de credenciais. Diante desse cenário, empresas passaram a reforçar mecanismos integrados de proteção para e-mail, navegadores, aplicações SaaS e endpoints, combinando inteligência global de ameaças e detecção baseada em inteligência artificial para bloquear tentativas de invasão antes que elas se espalhem pelas redes corporativas. A estratégia também busca impedir o uso indevido de credenciais comprometidas e interromper atividades de comando e controle usadas por grupos criminosos para ampliar ataques e comprometer sistemas críticos.

Tokenização pode acelerar uso da blockchain, diz Caixa
Crypto - Tokenização RWA & Web3
13/08/2026

Tokenização pode acelerar uso da blockchain, diz Caixa

A tokenização de ativos reais pode acelerar a adoção da blockchain pelo sistema financeiro tradicional. A avaliação é de Marlon Machado, superintendente nacional de Habitação da Caixa Econômica Federal, durante o painel “Onboardando Ativos Digitais no Sistema Financeiro Tradicional”, na Blockchain.RIO 2026. Segundo Machado, o mercado financeiro já administra trilhões de reais em ativos por meio de estruturas que funcionam e, por isso, a migração para uma nova tecnologia precisa apresentar benefícios claros. Ele destacou que substituir sistemas consolidados exige investimentos elevados e, portanto, depende de casos de uso capazes de justificar esse custo. “É uma tecnologia, a migração disso é um negócio caro. E você só consegue fazer isso se conseguir um caso de uso que realmente atraia”, afirmou. Na avaliação do executivo, o mercado financeiro oferece uma das aplicações mais promissoras para a blockchain. Entretanto, instituições ainda convivem com sistemas legados antigos, alguns concebidos antes mesmo da popularização da internet. Esse cenário, portanto, torna a transformação mais lenta. Tokenização pode abrir novo mercado Machado afirmou que a tokenização de ativos reais ajudou a Caixa a enxergar novas possibilidades para a tecnologia. Segundo ele, esse mercado pode criar incentivos econômicos capazes de justificar uma adoção mais ampla da blockchain.

Deutsche Bank é escolhido para operar "clearing" de yuan na União Europeia
China
13/08/2026

Deutsche Bank é escolhido para operar "clearing" de yuan na União Europeia

Essa é uma das muitas iniciativas da China para internacionalizar o yuan Medida proporciona às empresas e instituições financeiras europeias acesso direto ao sistema financeiro chinês Deutsche Bank é escolhido para operar "clearing" de yuan na União Europeia O Deutsche Bank afirmou na segunda-feira (11) que foi nomeada pela China como banco de compensação para sua moeda, o renminbi, uma estreia para uma instituição financeira europeia. "O Deutsche Bank facilitará o processamento, a compensação e a liquidação de ponta a ponta para transações transfronteiriças em RMB para instituições financeiras e empresas europeias, atuando como uma ponte local para os sistemas de pagamento da China", afirmou a instituição. A medida proporciona às empresas e instituições financeiras europeias acesso direto ao sistema financeiro chinês, incluindo os mercados de capitais e a infraestrutura de liquidez, simplificando os fluxos transfronteiriços de comércio e investimento. “Isso fortalece a conectividade financeira China-Europa”, disse Alexander von zur Muehlen, membro do conselho do Deutsche Bank. Essa é uma das muitas iniciativas da China para internacionalizar o yuan, como a moeda também é conhecida, e reduzir a dependência de um sistema de pagamentos global dominado pelo dólar americano. Em junho, a China anunciou novas medidas para promover o uso global do yuan. Dias depois, o Standard Bank e o Banco Industrial e Comercial da China foram denominados conjuntamente como o "Banco de Compensação Renminbi da África", com capacidade para compensar RMB em 19 países africanos. Na manhã de segunda-feira, o banco central da China prometeu, em seu plano quinquenal, manter a taxa de câmbio do yuan basicamente estável e expandir o uso da moeda no comércio e investimento internacionais.

Patria acelera expansão com modelo focado na economia real
Fundos Imobiliários Brasileiros
13/08/2026

Patria acelera expansão com modelo focado na economia real

Cinco anos após realizar seu IPO na Nasdaq, o Patria Investimentos continua a avançar de forma consistente nos seus planos de expansão. Em julho, a gestora de recursos divulgou seus resultados do segundo tri de 2026, que mostraram mais uma rodada de crescimento robusto. A casa mostrou fôlego nas captações e encerrou o período com R$ 321 bilhões sob gestão, uma alta de 21% em 12 meses. O volume representou um recorde na sua história, iniciada em 1988. Os resultados recentes reforçam a posição do Patria como uma das principais gestoras independentes de origem no Brasil e representam um avanço na sua estratégia de se tornar uma plataforma de investimentos cada vez mais global. Atualmente, a gestora conta com mais de 700 especialistas espalhados pelo mundo e negócios relevantes na América Latina, Estados Unidos e Europa. Por isso, o foco da expansão do Patria está (e seguirá) na economia real. “Nosso crescimento é resultado de uma estratégia que combina capital, conhecimento e espírito empreendedor,” disse Marina Tennenbaum, sócia e COO do Patria Investimentos no Brasil. Segundo a executiva, o modelo que deu projeção à casa não se encerra na economia financeira: transborda para a economia real, com o apoio e a participação direta na gestão de empresas de setores de alta resiliência. Por meio de estratégias de investimentos alternativos – private equity, infraestrutura, crédito, ações e real estate – a proposta do Patria é de conectar capital e conhecimento ao setor produtivo para solucionar gargalos e desenvolver mercados. Com essa abordagem, a gestora busca desenvolver companhias, criar empresas líderes, moldar setores e deixar legado para a sociedade – e nesse processo viabilizar oportunidades de investimento atrativas para sua base de clientes. Nos últimos anos, o modelo tem gerado resultados relevantes. Em real estate, por exemplo, o Patria já é o maior gestor independente de fundos imobiliários do país, com mais de R$ 38 bilhões sob gestão e mais de 230 imóveis no portfólio. Entre as propriedades está a Torre Norte do Centro Empresarial Nações Unidas (CENU) – parte do fundo TRNT11 e símbolo da transformação na economia real promovido pela gestora. Considerado um dos principais ativos de lajes corporativas na América Latina, o prédio tem mais de 70 mil m² de área locável, mais de 1.200 vagas de estacionamento e instalações de alto padrão. Detalhe: quando o Patria se tornou gestor do fundo TRNT11 havia diversos sinais de alerta. A vacância da torre superava a marca de 40% e o empreendimento havia perdido sua classificação de AAA, reduzida para A. Diante desse cenário, o Patria colocou em marcha um plano de modernização de R$ 75 milhões – e os resultados apareceram. Com o investimento, conquistou o selo LEED Platinum para a torre, a mais alta classificação para este tipo de empreendimento, e reduziu a vacância para apenas 7%. O resultado foi que a gestão valorizou um ativo relevante para a cidade de São Paulo e para o ecossistema empresarial que ocupa suas dependências, além de ampliar a eficiência e a geração de dividendos para os cotistas. A mesma premissa de investir na economia real e fazer a diferença no setor produtivo aparece em outras estratégias. Em private equity, no qual tem histórico de mais de 30 anos, os fundos geridos pelo Patria apoiaram a expansão de empresas como a Petlove, que ampliou seu modelo para se tornar um ecossistema integrado de produtos, serviços e saúde animal, e agora é uma gigante com receita anual superior a R$ 2,4 bilhões. Já em infraestrutura – classe de ativo em que detém R$ 46 bilhões sob gestão – a casa participa do desenvolvimento de ativos essenciais. Por meio da Entrevias, o fundo gerido pelo Patria, investiu mais de R$ 2 bilhões na modernização de 570 quilômetros de rodovias no interior paulista. Além disso, o Fundo Infraestrutura FIP-M, também gerido pelo Patria, ajudou a criar e desenvolver o Grupo CBO, que hoje opera cerca de 45 embarcações de apoio a plataformas de petróleo e gás em águas profundas, inclusive no pré-sal. A atuação também se estende ao crédito, como no caso da Socicam, líder nacional na gestão de terminais e aeroportos. Por meio de uma operação de crédito estruturado, o fundo Patria Infra-Crédito FDIC financiou a melhoria do passivo da companhia com debêntures incentivadas lastreadas nas garantias dos aeroportos de Ilhéus e Chapecó. Para a gestora, esses exemplos mostram que, para o Patria, gerir portfólios vai além de analisar gráficos e indicadores financeiros. “Ao investir na economia real, buscamos identificar oportunidades e atuar ativamente na transformação de empresas, ativos e setores, contribuindo para o desenvolvimento de mercados e para a geração de retornos consistentes e valor sustentável aos nossos investidores. É essa capacidade de combinar escala, experiência e proximidade com os negócios que sustenta nossa expansão e orienta os próximos capítulos da nossa trajetória,” disse Marina. Por isso, para o Patria, as experiências recentes indicam, também, que o caminho do crescimento continuará sendo aquele que sempre esteve no centro da trajetória da gestora: usar seu espírito empreendedor para viabilizar investimentos. “Não quaisquer investimentos, mas aqueles em que você e toda a sociedade veem valor,” disse a executiva. Clique aqui e descubra mais sobre o Patria.

Índice Futuro Boi Gordo lidera ganhos da B3 no primeiro semestre de 2026
B3
13/08/2026

Índice Futuro Boi Gordo lidera ganhos da B3 no primeiro semestre de 2026

Indicadores ligados ao agronegócio, estatais e setores defensivos se destacam entre os melhores desempenhos da bolsa. O Índice Futuro Boi Gordo liderou o desempenho dos índices da B3 no primeiro semestre de 2026, com valorização de 16,38% entre janeiro e junho. O resultado colocou o indicador ligado ao mercado pecuário à frente dos índices de Estatais, que avançou 15,96%, e de Utilidade Pública, com alta de 10,89%. O levantamento da B3 aponta uma mudança no perfil dos índices com melhor desempenho em relação ao primeiro semestre de 2025, quando as maiores altas estavam concentradas principalmente nos segmentos imobiliário, financeiro e de governança corporativa. Entre os dez maiores retornos do primeiro semestre de 2026 também aparecem o Índice de Governança, com alta de 8,37%, o MidLarge Cap, com 7,92%, e o IBrX 50, que avançou 7,43%. O Ibovespa, principal referência do mercado acionário brasileiro, registrou valorização de 6,76% no período. Renda fixa ganha espaço O ranking dos melhores desempenhos também mostra maior equilíbrio entre índices de renda variável e renda fixa. Quatro dos dez indicadores com maiores retornos no semestre pertencem à renda fixa, movimento associado ao ambiente de juros ainda elevados e à busca dos investidores por alternativas de menor risco. Os índices IDEB Ultra Qualidade DI e Letra Financeira S1 D1 apresentaram altas de 7,64% e 7,30%, respectivamente. Já os índices Tesouro Selic Low Turnover e Tesouro Selic avançaram 7,05% cada. Segundo Hênio Scheidt, gerente de Produtos da B3, a comparação com 2025 evidencia uma mudança na dinâmica do mercado. “Em 2026, os melhores desempenhos passaram a se concentrar em segmentos mais específicos da economia, como agronegócio, empresas estatais e utilidade pública, além de índices de renda fixa ligados a títulos públicos e privados”, afirma. A criação de novos índices e o aumento da relevância desses indicadores podem contribuir para o desenvolvimento de novos produtos de investimento e ampliar o acesso a diferentes estratégias de mercado. Cenário diferente de 2025 No primeiro semestre de 2025, o Índice Imobiliário havia liderado o ranking, com valorização de 46,41%. Na sequência estavam os índices IGPTW, com 34,76%, Ibov BR+ Cap 5%, com 32,95%, Financeiro, com 31,96%, e Ibov BR+ Equal Weight, com 31,54%. Naquele período, o Ibovespa acumulava alta de 15,44%, mais que o dobro do desempenho registrado nos primeiros seis meses de 2026. Índices orientam ETFs Os índices da B3 também funcionam como referência para os ETFs (Exchange Traded Funds), fundos negociados em bolsa que buscam acompanhar o desempenho de determinadas carteiras de ativos. Na prática, os ETFs permitem ao investidor obter exposição diversificada a um conjunto de ações, títulos ou outros ativos por meio de uma única aplicação. Além de índices amplos, como Ibovespa e IBrX 50, há produtos vinculados a indicadores setoriais e de renda fixa. De acordo com a B3, a criação de novos índices e o aumento da relevância desses indicadores podem contribuir para o desenvolvimento de novos produtos de investimento e ampliar o acesso a diferentes estratégias de mercado.

Ações em queda e Renda Fixa em alta: B3, Selic a 14% e IPCA hoje (13)
Selic
13/08/2026

Ações em queda e Renda Fixa em alta: B3, Selic a 14% e IPCA hoje (13)

Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 13/08/2026 - 10:47 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar Com o Ibovespa pressionado na casa dos 167 mil pontos e o IPCA acumulado em 4,44% em 12 meses, os títulos atrelados ao CDI e à inflação garantem os maiores ganhos reais das últimas temporadas O que aconteceu Bolsa sob Pressão: O Ibovespa renovou a sequência de perdas nesta quinta-feira (13), operando na faixa de 167.300 pontos, afetado pelo rebaixamento das ações brasileiras pelo JPMorgan e por uma debandada de R$ 7,2 bilhões de capital estrangeiro em agosto. Selic em Patamar Elevado: Com a taxa básica mantida pelo Copom na meta de 14,00% ao ano, os ativos pós-fixados continuam entregando retornos nominais robustos e previsíveis. Inflação sob Controle Relativo: O IBGE apurou taxa de 0,07% no IPCA de julho, levando o acumulado do ano de 2026 para 3,44% e o indicador de 12 meses para 4,44%. Ganho Real Histórico: A combinação de inflação moderada com juros de dois dígitos assegura um juro real de quase 9.5% ao ano na renda fixa, sufocando a atratividade imediata da renda variável. O ambiente de investimentos no Brasil atravessa um momento marcante em agosto de 2026. A dinâmica entre o mercado acionário e o mercado de crédito escancarou a preferência dos investidores locais e institucionais por ativos de menor risco. Enquanto a B3 sofre com o desmonte de posições estrangeiras e a volatilidade geopolítica internacional, os instrumentos de renda fixa vivem uma de suas fases mais rentáveis da história recente. A fraqueza no mercado de ações reflete um somatório de fatores internos e externos. O movimento do JPMorgan de rebaixar a recomendação de renda variável do Brasil para “neutro” acelerou a saída do capital vindo de fora. Em paralelo, os investidores acompanham os desdobramentos das tensões no Oriente Médio e os impactos fiscais das eleições de 2026, o que elevou a aversão ao risco na praça paulista. Após alcançar a marca histórica de 199.355 pontos em abril de 2026, o Ibovespa engatou uma rota de correção rigorosa. O principal índice da B3 opera agora cotado na região dos 167.300 pontos, estendendo uma incômoda sequência de pregões em queda. O volume financeiro desacelerou e a saída líquida de estrangeiros já ultrapassa os R$ 7,2 bilhões apenas neste mês. Grandes nomes de peso no índice, como Petrobras, Vale e o setor bancário tradicional, têm enfrentado oscilações bruscas decorrentes do recuo no preço de commodities cruciais — como o minério de ferro — e do encarecimento do crédito interno. Sem gatilhos imediatos de curto prazo para destravar o valor das companhias abertas, a renda variável amarga uma perda de apelo frente às taxas garantidas pela dívida pública e privada. Se a Bolsa sofre para atrair compradores, a renda fixa tornou-se a grande protagonista dos portfólios em 2026. A decisão do Banco Central do Brasil em manter a taxa Selic em 14,00% ao ano, acompanhada por um tom bastante conservador na ata do Comitê de Política Monetária (Copom), garante um rendimento bruto de cerca de 1,10% ao mês para aplicações pós-fixadas atreladas ao CDI. Essa rentabilidade torna os títulos públicos Tesouro Selic, além de CDBs de bancos de primeira linha, as opções preferenciais para fundos de emergência e caixa corporativo. Papéis isentos de Imposto de Renda — a exemplo de LCI, LCA, CRI e CRA — pagam taxas equivalentes a retornos brutos superiores a 16% ao ano na tabela regressiva, criando uma barreira de rentabilidade quase imbatível para a bolsa de valores superar no curto prazo. O quadro fica ainda mais favorável para a renda fixa ao analisar a dinâmica da inflação. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo IBGE, avançou apenas 0,07% no mês de julho de 2026. Com esse resultado, o indicador oficial de inflação acumula 3,44% no ano e atinge 4,44% nos últimos 12 meses. Para quem está posicionado em papéis do Tesouro IPCA+ (NTN-B) ou debêntures incentivadas que pagam a variação da inflação mais um cupom fixo ao redor de 6,5% a 7,0% ao ano, a equação entrega um ganho real líquido expressivo acima da inflação. Com a inflação desacelerando na margem e os juros nominais no topo, o investidor consegue preservar e expandir seu poder de compra em patamares raramente vistos no mercado global. Guia do Investidor Com o tripé macroeconômico (Ações, Selic e IPCA) desenhando este cenário em agosto de 2026, veja como montar ou ajustar sua estratégia financeira: Aproveite a Trava de Juros no Tesouro IPCA+: Papéis indexados à inflação que oferecem IPCA + 6,5% ou mais representam excelentes oportunidades para metas de longo prazo (aposentadoria ou compra de imóveis). Ao carregar o título até o vencimento, você imuniza o capital contra estouros inflacionários futuros e garante um prêmio real elevado. Ações Apenas com Foco em Dividendos e Valor: A queda do Ibovespa para 167 mil pontos abriu descontos em empresas pagadoras de dividendos ( dividend yields acima do CDI) e companhias resilientes do setor elétrico e de saneamento. Para quem investe com horizonte de vários anos, a estratégia deve focar na compra gradual de boas empresas a preços módicos. Reserva de Emergência em Liquidez Diária: Mantenha a parcela de curtíssimo prazo e caixa em fundos DI de taxa zero, Tesouro Selic ou CDBs com liquidez diária e rendimento de 100% do CDI, aproveitando o juro de 14,00% ao ano sem correr riscos de oscilação de mercado. Cuidado com a Marcação a Mercado no Crédito Privado: Se for investir em debêntures ou títulos prefixados longos, esteja ciente de que novidades fiscais ou sobressaltos na curva de juros podem fazer o preço do papel oscilar antes do vencimento. A recomendação é diversificar os emissores e focar na qualidade de crédito de empresas triplo A (AAA). Leia mais Dólar hoje encosta em R$ 5,20 pressionado por rebaixamento do Brasil, saída de estrangeiros e tensão no petróleo Offshore vs. Onshore em 2026: onde é melhor investir seu dinheiro com as regras de 2026? Sky Dollar (USDS): a “renda fixa cripto” ganha espaço na carteira dos investidores Renda fixa em dólar: Tesouro americano bate 3% de ganho real e atrai brasileiros Irã no Banco do Brics: país confirma adesão para driblar sanções dos EUA Deutsche Bank se torna o primeiro banco não chinês a operar clearing de yuan na União Europeia Os 10 carros elétricos mais econômicos do Brasil, segundo o Inmetro Para compartilhar: