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Bitcoin hoje avança empurrado por alívio nos EUA e vira ‘porto seguro’ contra o mau humor da B3
Bitcoin
13/08/2026

Bitcoin hoje avança empurrado por alívio nos EUA e vira ‘porto seguro’ contra o mau humor da B3

Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 13/08/2026 - 14:36 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar Criptomoeda se descola da volatilidade acionária doméstica e consolida ganhos sustentada pela expectativa de corte de juros pelo Fed e forte demanda de ETFs institucionais O que aconteceu Rali Sustentado: O Bitcoin (BTC) opera em forte alta nesta quinta-feira (13), negociado na faixa dos US$ 108 mil, renovando o otimismo dos investidores após a divulgação de dados de inflação benignos nos Estados Unidos. Cotação em Reais: Com o dólar comercial operando sob pressão na casa de R$ 5,20, a cotação do ativo digital no Brasil ultrapassa os R$ 560 mil, ampliando os ganhos para o investidor local. O Fator Federal Reserve: A redução nas apostas de juros altos nos EUA derruba os rendimentos dos títulos do Tesouro americano ( Treasuries ), canalizando a liquidez global para ativos de escassez comprovada. Refúgio Alternativo: Enquanto o Ibovespa amarga sete pregões seguidos de queda e a Selic estaciona em 14%, o Bitcoin atrai capital de brasileiros em busca de diversificação e proteção em moeda forte. O mercado global de criptoativos vive um dia de forte tração direcional nesta quinta-feira, 13 de agosto de 2026. Liderando o pelotão, o Bitcoin (BTC) consolida sua posição de destaque nos portfólios internacionais, operando com ganhos firmes na região dos US$ 108 mil. O movimento de alta evidencia o descolamento da moeda digital em relação aos ativos de risco tradicionais das economias emergentes, atraindo um fluxo comprador que busca antecipar os próximos passos da política monetária global. O grande motor da valorização do Bitcoin hoje não reside em novidades tecnológicas da rede, mas sim na macroeconomia norte-americana. A divulgação recente do Índice de Preços ao Produtor (PPI) nos Estados Unidos apontou para o esperado “pouso suave” da economia. Com a inflação dando sinais claros de arrefecimento, o mercado precificou que o Federal Reserve (Fed) não tem mais espaço para manter o custo do dinheiro em patamares elevados, o que derrubou os juros futuros nos EUA e enfraqueceu o dólar globalmente (DXY). Historicamente e, de forma mais madura neste ciclo de 2026, quando o custo de oportunidade da renda fixa americana cai, a liquidez institucional migra rapidamente para ativos que não podem ser inflacionados por bancos centrais — tese central do Bitcoin. Para o investidor brasileiro, o ganho de capital no Bitcoin ocorre de forma dupla. A criptomoeda não apenas sobe em dólar, mas o prêmio cambial potencializa a rentabilidade no mercado interno. Com o dólar comercial operando na faixa de R$ 5,20 nesta quinta-feira, influenciado pelo rebaixamento das ações brasileiras pelo JPMorgan e pelas incertezas geopolíticas, um único Bitcoin passa a ser cotado acima de R$ 560 mil nas principais exchanges (corretoras) que operam no País. Esse cenário cria um contraste brutal no mercado financeiro nacional. Enquanto o Ibovespa definha na casa dos 167 mil pontos, punido por uma taxa Selic a 14% ao ano e pela debandada de R$ 7,2 bilhões de capital estrangeiro apenas em agosto, o Bitcoin passou a funcionar como uma espécie de “porto seguro” assimétrico. Alocadores de patrimônio e escritórios de Wealth Management da Faria Lima têm utilizado os ETFs (Fundos de Índice) de criptoativos listados na B3 para dolarizar as carteiras dos clientes e blindá-las contra o Risco Brasil, sem abrir mão da regulação da CVM. Outro fator que sustenta o atual patamar de preço do Bitcoin em 2026 é a consolidação do choque de oferta programado. Mais de dois anos após o halving de abril de 2024 (que reduziu a emissão de novas moedas pela metade), o mercado absorveu completamente a escassez do ativo. Paralelamente, os ETFs de Bitcoin à vista (spot), aprovados em Wall Street e plenamente maduros em 2026, transformaram a dinâmica de negociação. A entrada constante de capital de fundos de pensão, grandes bancos e tesourarias corporativas americanas estabeleceu um “piso” de liquidez que reduziu drasticamente a volatilidade que outrora afugentava o investidor tradicional. Guia do Investidor Seja você um investidor veterano ou iniciante, a inclusão do Bitcoin na carteira neste ambiente de 2026 exige estratégia e cautela para mitigar riscos: Evite o Fomo (Medo de Ficar de Fora): Com o Bitcoin flertando com os US$ 108 mil, não comprometa seu caixa de uma só vez. A estratégia mais segura continua sendo o Dollar Cost Averaging (DCA) — fazer aportes fracionados (semanais ou mensais) para diluir o preço médio de aquisição. Veículos Regulados na B3: Se você não possui familiaridade com a custódia própria em carteiras frias ( cold wallets ) ou teme as complexidades tributárias, invista através de ETFs de criptomoedas listados na Bolsa brasileira (como HASH11, BITH11 ou QBTC11). Eles garantem exposição direta ao ativo com a facilidade da tributação simplificada via DARF de ganho de capital. Regras de Tributação Atualizadas: Lembre-se de que, pelas regras da Receita Federal vigentes em 2026, lucros obtidos com criptoativos custodiados no exterior estão sujeitos à alíquota anual unificada de 15%. Para operações realizadas em corretoras nacionais (VASPs registradas no Banco Central), as alíquotas seguem a tabela progressiva com isenção para vendas de até R$ 35 mil no mês. Controle a Alocação: Apesar da alta expressiva, o Bitcoin continua sendo um ativo de renda variável e volatilidade iminente. Gestores de risco recomendam que a exposição em criptomoedas não ultrapasse a faixa de 2% a 5% do patrimônio líquido de um investidor conservador, garantindo que o núcleo da carteira continue protegido na renda fixa brasileira a 14% ao ano. Leia mais Offshore vs. Onshore em 2026: onde é melhor investir seu dinheiro com as regras de 2026? Sky Dollar (USDS): a “renda fixa cripto” ganha espaço na carteira dos investidores Renda fixa em dólar: Tesouro americano bate 3% de ganho real e atrai brasileiros Irã no Banco do Brics: país confirma adesão para driblar sanções dos EUA Deutsche Bank se torna o primeiro banco não chinês a operar clearing de yuan na União Europeia Elon Musk anuncia a Terafab: a maior instalação industrial do planeta com aporte de US$ 16,8 bilhões Os 10 carros elétricos mais econômicos do Brasil, segundo o Inmetro Para compartilhar:

Investigação aponta que Pixbet usou empresas no exterior e criptomoedas para ocultar patrimônio
UOL - Notícias
13/08/2026

Investigação aponta que Pixbet usou empresas no exterior e criptomoedas para ocultar patrimônio

São Paulo Um esquema de aquisição de criptoativos e troca de remessas entre empresas brasileiras e estrangeiras, a fim de ocultar patrimônio e sonegar tributos, teria sido usado pela Pixbet para lavar dinheiro de apostas e financiar a regularização da empresa, segundo as investigações. Essa suposta estrutura de ilegalidades motivou a Operação Arena, parceria de Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público, deflagrada nesta quinta-feira (13). Foram efetuados 17 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Sergipe, na Paraíba e no Paraná. Entre os alvos está o advogado Nelson Wilians, dono do escritório que representa a casa de apostas investigada. A banca disse que a relação com a bet é estritamente profissional e decorre da prestação de serviços de advocacia. Dinheiro de apostas teria sido usado em esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas - Reprodução/Receita Federal O dono da Pixbet, Ernildo Júnior de Farias Santos, foi preso, segundo a superintendência regional da Polícia Federal na Paraíba. Segundo informação da Receita, companhias constituídas fora do Brasil recebiam quantias altas sem atividade econômica que justificasse tais valores. A gestão dessas empresas, no entanto, era feita em território nacional e simulava operações com o objetivo de atribuir legalidade a valores advindos de apostas. Os valores enviados pelos apostadores à Pixbet por meio de instituições financeiras eram repassados para as empresas de fachada e usados para comprar stablecoins, criptomoedas com valor ancorado no dólar, aponta a investigação. Também eram trocados por dólares em casas de câmbio e enviados para contas em paraísos fiscais. Após essas operações, o dinheiro retornava à casa de apostas. As stablecoins seriam enviadas a contas do grupo empresarial, e os valores remetidos às firmas retornavam como pagamento de dividendos. O saldo das contas no exterior também abastecia a operação da bet. O beneficiário final da atividade da Pixbet, segundo declaração da própria empresa ao Ministério da Fazenda, era o sócio brasileiro da companhia Ernildo Júnior, empresário paraibano também responsável pelas marcas Bet.Bet, Bet da Sorte, entre outras. A defesa da empresa afirmou que ainda não está a par dos autos e que vai se pronunciar oportunamente. De acordo com a Receita, o dinheiro reenviado à casa de apostas foi usado para comprar bens de luxo e pagar outorgas e taxas de regularização da empresa, exigidas pelo governo federal desde o ano passado. Segundo dados obtidos via lei de acesso à informação, Santos está ligado a duas licenças —cada uma custa R$ 30 milhões e exige um depósito de segurança de R$ 5 milhões. Também estão sob investigação possíveis omissões de rendimentos e a utilização de estruturas empresariais para sonegar tributos. Segundo o advogado Fabrício Reis Costa, especialista em crimes patrimoniais, o caminho dos recursos apresentado pela Receita, apesar de não detalhar a operação, pode indicar as etapas comuns de uma lavagem de dinheiro. O envio do dinheiro para o exterior, por meio de empresas e instituições financeiras, é o primeiro passo. Em seguida, as operações financeiras realizadas (saques, transferências, câmbios) misturam valores ilícitos com valores lícitos. "O dinheiro é pulverizado e atrapalha o grande ativo do combate e prevenção à lavagem de dinheiro, que é seguir o dinheiro para saber de onde ele saiu e para quem ele vai chegar", afirma Costa. Após a pulverização e a dissimulação dos valores, ocorre a reintegração. O fato de o dinheiro ter passado por instituições financeiras, casas de câmbio ou fundos de investimento dá à quantia a aparência de legalidade ao chegar no destino final.

Riot troca mineração de bitcoin por IA e fecha contrato de US$ 9,1 bilhões com a Anthropic
Bitcoin
13/08/2026

Riot troca mineração de bitcoin por IA e fecha contrato de US$ 9,1 bilhões com a Anthropic

Riot troca mineração de bitcoin por IA e fecha contrato de US$ 9,1 bilhões com a Anthropic Companhia converte campus energético no Texas em ativo estratégico para inteligência artificial, garante arrendamento de 20 anos com opção de chegar a US$ 16,5 bilhões e acelera disputa global por capacidade elétrica para data centers. Moedas de bitcoin diante da marca da Riot Platforms ilustram a mudança estratégica da empresa, que deixou de depender apenas da mineração de criptomoedas para se tornar fornecedora de infraestrutura e energia para data centers de inteligência artificial A Riot Platforms, mineradora de bitcoin americana, assinou nesta terça-feira (11) um contrato de arrendamento de vinte anos avaliado em US$ 9,1 bilhões com a Anthropic, desenvolvedora do modelo de inteligência artificial Claude, segundo comunicado da companhia e reportagem da Bloomberg. O acordo prevê a locação de 191 megawatts (MW) no campus da Riot em Rockdale, no Texas, com duas opções de extensão de cinco anos cada, o que pode elevar o valor total do contrato a US$ 16,5 bilhões. A primeira etapa, de 96 MW, deve entrar em operação em dezembro de 2027, com implantação completa prevista para junho de 2028, de acordo com a Data Center Dynamics (DCD). Leia também Empresa muda de perfil para atender à demanda da IA Fundada como mineradora de bitcoin, a Riot Platforms concentrou por anos seus investimentos em capacidade elétrica para operar equipamentos de mineração de criptomoedas. Desde 2024, a companhia passou a redirecionar parte dessa infraestrutura para contratos de computação de alta performance e inteligência artificial, segundo a DCD. A empresa possui mais de 1.100 acres e 1,7 gigawatt (GW) de capacidade energética em duas instalações no Texas. No segundo trimestre de 2026, a Riot ainda registrou receita de US$ 174,2 milhões, alta de 14% na comparação anual, com produção de 1.587 bitcoins no período, crescimento de 161% ano a ano, conforme dados divulgados pela companhia. Energia disponível é o principal ativo do contrato O diferencial do acordo não está apenas no espaço físico do data center, mas na disponibilidade imediata de conexão elétrica já licenciada para os 191 MW contratados. Nos Estados Unidos, novas conexões de grande porte à rede elétrica podem levar anos para serem aprovadas, em razão de limitações na infraestrutura de transmissão e distribuição, segundo a DCD. Esse gargalo tornou empresas com capacidade energética já instalada, como a Riot, alvo de contratos bilionários de empresas de IA. “O anúncio de um arrendamento de 191 MW por vinte anos marca um momento decisivo na evolução da Riot”, afirmou Jason Les, CEO da companhia, em comunicado citado pela DCD. Receita contratada da Riot se aproxima de US$ 10 bilhões Com o contrato firmado com a Anthropic somado a um acordo anterior com a AMD, assinado em janeiro de 2026 — com implantação inicial de 25 MW e potencial de expansão para até 200 MW —, a Riot passa a acumular receita contratada próxima de US$ 10 bilhões em infraestrutura para data centers, de acordo com a DCD. O financiamento da operação conta com uma facilidade de crédito interina de US$ 573 milhões fornecida pelo Morgan Stanley, segundo a mesma fonte. As ações da Riot chegaram a subir mais de 20% durante o pregão após o anúncio, embora tenham devolvido parte dos ganhos ao longo do dia, conforme informações de mercado citadas pela Bloomberg. Paraíba e Nordeste observam corrida por infraestrutura de IA O modelo de negócio da Riot — transformar capacidade energética ociosa em contrato de longo prazo com empresas de IA — expõe uma variável que também está em discussão na Paraíba: a energia como pré-condição para atrair data centers. Um data center de 100 MW de capacidade pode adicionar R$ 1,5 bilhão ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e gerar R$ 590 milhões em renda do trabalho, segundo estudo da Estadão Conteúdo citado em reportagem do Paraíba Business. O impacto abrange os setores de construção civil, comércio, engenharia e serviços. No estado, a Energisa Paraíba prevê investir R$ 2,8 bilhões entre 2026 e 2030 na distribuição de energia, valor 41% superior à média histórica da concessionária, segundo dados da própria empresa. Desse total, R$ 1,5 bilhão será destinado à ampliação da rede e R$ 1,2 bilhão à modernização, incluindo três novas subestações na Região Metropolitana de João Pessoa, com 65 megavolt-ampères adicionais, e uma conexão de 230 quilovolts no Sertão, na região de Cajazeiras. A Paraíba também conta com a unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) sediada no Centro de Engenharia Elétrica e Informática da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com atuação em inteligência artificial, sistemas ciberfísicos e redes elétricas inteligentes — ativos técnicos citados como parte do arranjo necessário para o estado competir por esse tipo de investimento. Disponibilidade de energia, isoladamente, não garante a chegada de data centers ao estado. A atração desses projetos depende ainda de infraestrutura de fibra óptica, segurança jurídica, mão de obra técnica qualificada e zonas industriais estruturadas, condições apontadas em reportagem anterior do Paraíba Business sobre o potencial paraibano no setor. Corrida por infraestrutura deve se intensificar O caso da Riot ilustra uma mudança de prioridade na economia digital: ao lado da produção de chips e do desenvolvimento de modelos de IA, energia, terrenos e linhas de transmissão passaram a ser ativos estratégicos tão disputados quanto a própria tecnologia. Essa tendência deve ampliar, nos próximos trimestres, a pressão por regiões capazes de oferecer energia confiável, conectividade e ambiente regulatório estável — fatores que já entram no radar de estados nordestinos, incluindo a Paraíba, na disputa por investimentos bilionários em infraestrutura digital. Continue acompanhando O Paraíba Business acompanha os desdobramentos da corrida por infraestrutura de inteligência artificial e seus efeitos sobre o mercado de energia e data centers na Paraíba e no Nordeste. Fale com a nossa redação pelo WhatsApp e envie sugestões de pauta.

Vazamento de dados da Trezor expõe informações pessoais de 13.000 usuários
Vazamento de dados
13/08/2026

Vazamento de dados da Trezor expõe informações pessoais de 13.000 usuários

Vazamento de dados da Trezor expõe informações pessoais de 13.000 usuários A Trezor confirmou uma violação de segurança em um fornecedor terceirizado de logística, expondo dados pessoais de 13.000 usuários. Nomes, endereços, números de telefone e e-mails foram comprometidos para pedidos feitos nos 90 dias anteriores a 8 de agosto de 2026. A empresa afirmou que suas carteiras e sistemas não foram afetados, mas alertou os usuários para observarem tentativas de phishing. O incidente destaca os riscos associados a parceiros externos em um ambiente onde as preocupações com violações de segurança estão aumentando. A volatilidade dos dados de inflação adiciona pressão às empresas de cripto para manter defesas robustas. A fabricante de carteiras de hardware Trezor anunciou que as informações de pedidos de milhares de clientes foram expostas devido a uma violação de dados em um fornecedor terceirizado de logística. A empresa acrescentou que seus próprios sistemas e carteiras de hardware não foram afetados pelo incidente, enquanto alertava os usuários sobre possíveis ataques de phishing. Quais usuários foram afetados pela violação de dados da Trezor? De acordo com o comunicado da Trezor, o incidente afetou uma parte dos novos clientes que receberam pedidos no período de 90 dias anterior a 8 de agosto de 2026. Os países onde os clientes foram afetados pela violação de dados incluem os EUA, o Reino Unido, a Suécia, a Colômbia, o Brasil, a Itália e Portugal. De acordo com as informações compartilhadas pela empresa, os dados de 11.742 clientes foram completamente expostos, enquanto os dados de 1.947 clientes foram parcialmente expostos. Assim, o número de clientes afetados em diferentes graus pelo incidente ultrapassou 13.000. As informações vazadas incluem os nomes e sobrenomes dos clientes, endereços de entrega, números de telefone e endereços de e-mail. Trezor: “Carteiras e Sistemas da Empresa Seguros” Trezor disse que a violação de dados ocorreu não diretamente na infraestrutura da empresa, mas em um prestador de serviços terceirizado utilizado para entregas de pedidos. A empresa também afirmou que o incidente foi limitado graças à sua política de retenção de dados de 90 dias. Também foi mencionado que todos os clientes afetados foram notificados individualmente por e-mail. A Trezor afirmou que carteiras de hardware, sistemas da empresa e informações privadas que fornecem aos usuários acesso aos seus criptoativos não foram incluídas na violação. No entanto, obter informações como nome, número de telefone, endereço de e-mail e endereço físico pode permitir que atacantes realizem campanhas de phishing mais convincentes e direcionadas. O Trezor, portanto, pediu aos seus usuários que sejam mais vigilantes no próximo período quanto a mensagens suspeitas que pareçam ser enviadas em nome da empresa ou de outros serviços de criptomoeda. A empresa lembrou especificamente os usuários para não inserirem seus backups de carteira ou palavras-chave de recuperação em qualquer site e não compartilharem essas informações com ninguém. Continue Reading: Pânico em uma das carteiras de criptomoeda mais utilizadas: Alguns usuários podem estar em risco

Policia Civil faz operação contra golpes de falso investimento
Criptomoedas
13/08/2026

Policia Civil faz operação contra golpes de falso investimento

A Polícia Civil deflagrou uma grande operação contra uma organização criminosa especializada em golpes de falso investimento em criptomoedas. A ação abrange o Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina, resultando em duas prisões efetuadas na capital paulista e no cumprimento de 8 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão. Compartilhar O grupo aplicava o chamado "golpe do abate de porcos" (pig butchering), no qual cria uma falsa relação de confiança com as vítimas por meio de comunidades e grupos digitais simulados de estudo sobre o mercado financeiro. Revelações do Inquérito e Números Impressionantes A repórter Sofia Utz trouxe detalhes apurados com o delegado responsável pela investigação: Vítima Milionária: Uma idosa sofreu um prejuízo individual de quase R$ 37 milhões, após ser induzida a aportar quantias progressivas em uma plataforma fraudulenta. Potencial de Vítimas: Pelo menos 140 pessoas foram inseridas nos ecossistemas digitais montados pela quadrilha. Movimentações Financeiras Atípicas: A investigação identificou uma única empresa em São Paulo com movimentação suspeita de R$ 500 milhões (meio bilhão) no período monitorado. Além disso, uma das instituições financeiras investigadas movimentou R$ 295 milhões em um único dia. Lideranças e Empresas de Porte: Entre os investigados e alvos estão empresários, operadores financeiros e administradores de grandes companhias. Segundo a polícia, o esquema tem ligação com empresas de grande porte conhecidas e líderes no setor financeiro do país. Medidas Cautelares e Histórico Além das prisões, oito investigados foram submetidos a restrições como recolhimento domiciliar, proibição de contato/deslocamento, suspensão de atividades econômicas e bloqueio para a realização de aplicações bancárias. Parte dos suspeitos já somava antecedentes criminais por estelionato, associação criminosa e receptação.

Mais de 40 empresas do setor de criptomoedas alertam sobre a lacuna de segurança da IA
Altcoins
13/08/2026

Mais de 40 empresas do setor de criptomoedas alertam sobre a lacuna de segurança da IA

Pontos principais Mais de 40 grupos, incluindo a Coinbase, assinaram a carta de 10 de agosto sobre acesso à inteligência artificial (IA). O ecossistema do Bitcoin, avaliado em mais de US$ 1 trilhão, enfrenta buscas mais rápidas por vulnerabilidades auxiliadas por IA. Os laboratórios de IA podem responder às cinco medidas de acesso solicitadas nos próximos meses. O Bitcoin Policy Institute publicou a carta aberta, intitulada “Defenders Need the Frontier” (Os defensores precisam da fronteira), em 10 de agosto. Entre os signatários estão a Coinbase, Bitgo, Block, Blockstream, Anchorage Digital, ARK Invest, Bitwise, Foundry, Strategy, MARA, Galaxy, Trezor e grupos de apoio a desenvolvedores, como Brink, Chaincode Labs, Btrust, OpenSats e BTCPay Server. Uma corrida entre atacantes e defensores O pedido gira em torno de uma realidade em transformação na área de segurança cibernética. Sistemas avançados de IA podem analisar enormes conjuntos de códigos de computador, identificar possíveis vulnerabilidades e ajudar pesquisadores a testar se uma falha pode ser explorada. Isso pode tornar as análises de segurança mais rápidas e completas. Também pode tornar os ataques mais baratos e fáceis de ampliar. A notícia surge após a recente violação da Coldcard, na qual suspeita-se que a IA tenha detectado a falha no firmware da carteira de hardware antes que ela fosse explorada. A coalizão afirma que grandes laboratórios de IA e um pequeno grupo de parceiros selecionados frequentemente têm acesso antecipado a esses recursos, enquanto as pessoas que mantêm softwares financeiros de código aberto amplamente utilizados não têm. Quando ferramentas mais poderosas se tornam amplamente disponíveis, argumenta a carta, os invasores podem já ter encontrado maneiras de acessar, copiar ou desenvolver recursos comparáveis. “A IA de ponta está mudando a economia tanto da pesquisa em segurança quanto das operações cibernéticas”, afirma a carta. Ela alerta que os defensores frequentemente enfrentam restrições de segurança ao tentarem usar produtos públicos de IA para pesquisas legítimas, o que os leva a “depender de alternativas de código aberto menos capazes para análises críticas de segurança”. Modelos de código aberto são sistemas de IA cujo software subjacente pode ser baixado e adaptado por desenvolvedores externos. Eles podem ser úteis, mas a coalizão afirma que podem não se equiparar aos modelos mais robustos disponíveis nos principais laboratórios. A diferença é relevante quando uma equipe pequena precisa inspecionar softwares complexos que lidam com dinheiro real. O que está em risco Somente o bitcoin protege mais de US$ 1 trilhão em valor, de acordo com a carta. O sistema mais amplo de ativos digitais também depende de software de código aberto para carteiras, bibliotecas criptográficas, processadores de pagamentos, exchanges, serviços de custódia e ferramentas da Lightning Network. Uma falha em qualquer uma dessas componentes pode ter consequências graves. Os ativos digitais costumam funcionar como títulos ao portador: o controle das credenciais criptográficas pode significar o controle dos fundos. Uma vez que o dinheiro é transferido, a recuperação pode ser difícil ou impossível. Isso torna a detecção rápida especialmente importante para consumidores que mantêm poupanças, comerciantes que aceitam pagamentos em bitcoin e empresas que protegem os ativos de seus clientes. A coalizão argumenta que falhas de segurança podem expor contas de aposentadoria, fundos empresariais, poupanças de emergência e capital institucional, e não apenas sistemas de software. A carta afirma que a pressão já é visível entre pequenas equipes de manutenção. Ela menciona que o Bitcoin Policy Institute recebeu relatos de que agentes sofisticados, incluindo possíveis adversários estrangeiros, estão usando recursos avançados de IA para manter a pressão sobre desenvolvedores de código aberto. Mesmo ataques malsucedidos podem consumir tempo e dinheiro que os mantenedores, de outra forma, gastariam aprimorando seu software. Uma auditoria recente demonstrou o poder defensivo da IA A iniciativa segue-se a um projeto voluntário realizado no início de agosto chamado Bitcoin Red Team, que utilizou ferramentas assistidas por IA para auditar códigos relacionados ao Bitcoin. Entre os participantes estavam o desenvolvedor do Cashu, Calle, e o CEO da Anchorwatch, Rob Hamilton. Em um dos primeiros relatórios publicados no X, o grupo analisou 390 projetos em cerca de 27,5 horas e registrou aproximadamente 4.962 descobertas. Entre elas, havia dezenas classificadas como críticas e centenas consideradas de alta gravidade. A equipe utilizou vários sistemas de IA, incluindo o Kimi K3 da Moonshot, sistemas da OpenAI e variantes do Claude da Anthropic, enquanto a Opensats ajudou a financiar os custos de computação, que chegaram a dezenas de milhares de dólares. Essas descobertas não são vulnerabilidades confirmadas automaticamente. Relatórios gerados por IA ainda exigem que profissionais experientes os verifiquem, avaliem sua gravidade e coordenem as correções. Mas a escala do esforço mostrou com que rapidez a IA pode ajudar pesquisadores de segurança a analisar códigos complexos que, de outra forma, levariam muito mais tempo para serem examinados. A coalizão afirma que as restrições de acesso forçaram o grupo a depender fortemente dos modelos disponíveis durante seu trabalho inicial. Seu argumento mais amplo é que defensores qualificados devem poder usar os sistemas mais avançados antes que esses sistemas se tornem ferramentas comuns para criminosos ou governos hostis. Uma violação real aumentou os riscos O debate tornou-se mais urgente depois que o BTCPay Server divulgou uma falha crítica que afetava versões anteriores à 2.4.2. O BTCPay é um software de código aberto que ajuda comerciantes a aceitar pagamentos em Bitcoin. A vulnerabilidade poderia permitir que um invasor remoto não autenticado obtivesse credenciais confidenciais de administrador para o LND, uma implementação comumente usada da Lightning Network. Essas credenciais poderiam dar ao invasor o controle das carteiras conectadas e permitir que os fundos fossem desviados. A falha foi ativamente explorada, e alguns operadores relataram perdas. O incidente serviu de exemplo concreto para o argumento da carta. Membros da Bitcoin Red Team ajudaram a analisar o problema, enquanto o desenvolvedor da Sparrow Wallet, Craig Raw, desempenhou um papel fundamental na identificação da falha após ter sido afetado, de acordo com a reportagem original. A BTCPay afirmou que a IA está alterando o equilíbrio entre invasores e defensores ao reduzir o custo da revisão de grandes bases de código. A Coalizão Não Está Pedindo a Divulgação Pública Os signatários não estão pedindo acesso público irrestrito aos modelos de IA com maior capacidade cibernética. Em vez disso, eles querem programas permanentes de acesso confiável para pessoas e grupos que possam demonstrar responsabilidades legítimas em matéria de segurança. Os programas propostos por eles ofereceriam acesso antecipado e controlado a modelos avançados, incluindo sistemas em pré-lançamento, quando apropriado. Eles também buscam capacidade computacional suficiente para tarefas de IA de longa duração, espaços seguros para inspecionar códigos privados ou sob embargo e canais de comunicação diretos com as equipes de segurança dos laboratórios. A carta pede especificamente que os laboratórios não limitem a elegibilidade a grandes empresas e governos. Pequenas organizações sem fins lucrativos, mantenedores independentes e desenvolvedores voluntários muitas vezes protegem softwares usados por milhões de pessoas, afirma a carta, mas podem não ter os recursos ou vínculos institucionais necessários para ingressar nos programas existentes. “Os defensores precisam da fronteira”, conclui a carta. “Por favor, deem a eles uma vantagem inicial justa.” O que acontecerá a seguir dependerá de os principais laboratórios de IA expandirem seus programas especializados de acesso à segurança cibernética e de incluírem a infraestrutura financeira de código aberto em suas regras de elegibilidade. A carta continua aberta para assinaturas adicionais, e usuários, comerciantes e investidores de bitcoin devem ficar atentos às respostas dos laboratórios, aos novos resultados de auditorias e a novas divulgações de projetos de software que dependem de análises de segurança assistidas por IA.

Após aposta em inteligência artificial, BitGo vê receita subir — mas não no segmento que esperava; veja balanço – Money Times
Altcoins
13/08/2026

Após aposta em inteligência artificial, BitGo vê receita subir — mas não no segmento que esperava; veja balanço – Money Times

BitGo, empresa de segurança digital do ramo das criptomoedas (Imagem Divulgação) A empresa de infraestrutura de criptomoedas BitGo Holdings registrou forte crescimento da receita no segundo trimestre de 2026 (2T26), apesar de apresentar prejuízo líquido decorrente da desvalorização de ativos digitais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE De acordo com o comunicado enviado ao mercado na noite da última quarta-feira (12), a empresa de infraestrutura para ativos digitais registrou receita trimestral de US$ 4,33 bilhões, alta de 79,6% ante os US$ 2,41 bilhões registrados um ano antes e de 14,7% em relação ao trimestre anterior. Apesar da expansão, a empresa registrou um prejuízo líquido de US$ 19 milhões, ou US$ 0,16 por ação, no segundo trimestre, ante lucro líquido de US$ 38,3 milhões no mesmo período do ano passado. Ainda assim, o prejuízo foi menor que os US$ 60,7 milhões registrados no primeiro trimestre. No começo de junho, a empresa acelerou os cortes de pessoal e voltou sua estratégia para aumentar a eficiência operacional com inteligência artificial (IA). No entanto, não foi essa frente que ajudou a aumentar as receitas da companhia. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O CEO da BitGo, Mike Belshe, também afirmou que a empresa “simplificou” sua estrutura de custos no segundo trimestre. Em junho, a custodiante de criptomoedas anunciou que havia reduzido sua força de trabalho em 15%, citando mudanças no ecossistema. No relatório do segundo trimestre, a BitGo afirmou que “ampliou o uso de inteligência artificial em engenharia e operações para acelerar o desenvolvimento de software, automatizar processos manuais e melhorar a eficiência operacional”. Leia também De onde vem o dinheiro da BitGo O crescimento da receita foi impulsionado principalmente pelo aumento das vendas de ativos digitais e criptomoedas, além da expansão de seu negócio de stablecoin-as-a-service, afirmou a empresa. O comunicado também destacou US$ 159 milhões em caixa, US$ 147,7 milhões em bitcoin (BTC) e um programa de recompra de ações de US$ 50 milhões, recentemente autorizado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “Temos flexibilidade financeira para investir nas oportunidades de maior prioridade, mantendo disciplina em relação aos custos e à alocação de capital”, disse o diretor financeiro da BitGo, Ed Reginelli, que deixará o cargo em 15 de setembro. “Ao entrarmos no segundo semestre, nosso foco é transformar o crescimento contínuo dos negócios em resultados mais fortes, alocação disciplinada de capital e um desempenho financeiro mais sustentável.” A BitGo afirmou que o crescimento dos negócios se refletiu em um aumento de 26% no número de clientes e de 31% nos ativos normalizados mantidos em sua plataforma, que chegaram a US$ 65,2 bilhões. O Ebitda (métrica do mercado para avaliar a geração de caixa de uma empresa) ajustado apresentou prejuízo de US$ 4,2 milhões, ante lucro de US$ 3 milhões no segundo trimestre de 2025. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Empresa de remessas da Trezor expõe 13.689 clientes do setor de criptomoedas a golpes
Criptomoedas
13/08/2026

Empresa de remessas da Trezor expõe 13.689 clientes do setor de criptomoedas a golpes

Pontos principais A Trezor afirma que a Shipmonk expôs dados de cerca de 13.689 clientes recentes. Os dispositivos da Trezor permanecem seguros, mas os riscos de phishing aumentaram após a violação ocorrida em 10 de agosto. A Trezor tem como meta oferecer o serviço “Anonymous Delivery” para a União Europeia até setembro de 2026. De acordo com a atualização de segurança da empresa, os clientes afetados receberam pedidos nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Suécia, na Colômbia, no Brasil, na Itália ou em Portugal durante os 90 dias anteriores a 8 de agosto, informou a Trezor. A fabricante de carteiras de hardware informou que a Shipmonk a notificou sobre um acesso não autorizado aos sistemas que armazenam dados de clientes em 10 de agosto. A Trezor informou que os nomes completos, endereços de e-mail, números de telefone e endereços de entrega de 11.742 clientes foram expostos. Outros 1.947 tiveram informações parciais expostas: nomes, cidades e endereços de e-mail. Uma carteira de hardware é um dispositivo físico projetado para manter offline as credenciais privadas usadas para controlar criptomoedas. Essas credenciais, frequentemente chamadas de chaves privadas, não foram expostas neste incidente. “Todos os clientes afetados foram contatados separadamente por e-mail. Nossos sistemas e dispositivos permanecem seguros, mas os clientes afetados podem enfrentar um aumento nas tentativas de phishing”, explicou a Trezor no X. O risco imediato é a falsificação de identidade A preocupação mais imediata é o phishing, uma tática fraudulenta na qual criminosos se passam por empresas confiáveis, bancos ou outros serviços para induzir as pessoas a fornecerem informações confidenciais. “Os golpistas podem usar as informações vazadas para enviar e-mails falsos, fazer ligações falsas, enviar cartas fraudulentas ou, potencialmente, se passar por bancos, corretoras de criptomoedas ou até mesmo pela Trezor”, afirmou a empresa em seu comunicado aos clientes. Esse risco é especialmente grave para proprietários de carteiras de hardware, pois os criminosos podem tentar obter um backup da carteira, também conhecido como frase de recuperação. Uma frase de recuperação permite restaurar o acesso a uma carteira de criptomoedas, o que significa que qualquer pessoa que a obtenha poderá se apropriar dos fundos nela contidos. A Trezor alertou os clientes para nunca inserirem o backup de uma carteira em um site nem compartilhá-lo com ninguém. Também aconselhou as pessoas a tratarem com desconfiança mensagens que exijam ação urgente ou informações pessoais e a verificarem as comunicações por meio dos canais oficiais da Trezor. Um parceiro de remessa detinha os dados A Shipmonk é uma empresa de logística que armazena produtos e envia pedidos aos compradores. A Trezor informou que esse tipo de parceiro precisa de informações básicas de entrega, incluindo nome, endereço, número de telefone e endereço de e-mail do destinatário. A Trezor enfatizou que seus próprios sistemas, produtos e serviços não foram comprometidos. “Os dispositivos da Trezor permanecem totalmente seguros e protegidos”, afirmou a empresa, acrescentando que as operações normais continuam. A empresa afirmou que sua política de retenção de 90 dias limitou a violação. A Trezor exige que os parceiros de logística excluam ou tornem anônimos os dados dos pedidos dos clientes 90 dias após a entrega, uma vez que o período necessário para entrega, devoluções, reembolsos e substituições tenha decorrido. “O único impacto real é que os clientes afetados podem receber mais tentativas de phishing por e-mail, telefone ou correio”, revelou a Trezor. A empresa informou que os clientes afetados foram contatados diretamente pelo endereço help@trezor.io e que as pessoas que não receberam esse aviso não foram afetadas. O setor de carteiras de hardware já passou por isso antes O incidente não é a primeira violação de dados de clientes relacionada a um fabricante de carteiras de hardware. A Ledger, outra grande fabricante, sofreu uma violação envolvendo seu banco de dados de comércio eletrônico e marketing em 2020. Esse incidente expôs cerca de 1 milhão de endereços de e-mail e, posteriormente, cerca de 272 mil registros mais detalhados de clientes, incluindo nomes, endereços postais, números de telefone e produtos encomendados. O episódio da Ledger mostrou por que informações pessoais vinculadas à posse de criptomoedas podem ser valiosas para criminosos, mesmo quando a tecnologia da carteira em si permanece segura. Isso pode ajudar golpistas a criar mensagens convincentes direcionadas a um cliente conhecido. A Trezor explicou na quinta-feira que está trabalhando em um método de envio mais privado. A empresa declarou: “No momento, estamos trabalhando em uma opção de Entrega Anônima, que pretendemos ter pronta até setembro para a União Europeia e até o final do ano para os Estados Unidos. Isso oferece a você uma maneira mais segura de encomendar carteiras de hardware sem vincular a compra ao seu endereço residencial ou à sua identidade real.” A Trezor revelou ainda que a Shipmonk protegeu e reforçou os sistemas afetados enquanto a investigação continua. Os clientes devem ficar atentos a novas atualizações, e a Trezor planeja introduzir a Entrega Anônima na União Europeia até setembro e nos Estados Unidos até o final de 2026.

Bitcoin volta a cair em dia de saída de capital dos ETFs e dado de inflação dos EUA
Bitcoin
13/08/2026

Bitcoin volta a cair em dia de saída de capital dos ETFs e dado de inflação dos EUA

O bitcoin opera em leve queda nesta quinta-feira, 13, com os investidores ainda desanimados apesar de um dado de inflação melhor do que o esperado nos Estados Unidos. A falta de fluxos de capital expressivos para os ativos digitais limita qualquer potencial de ganho. Hoje, foi divulgado o Índice de Preços ao Produtor (PPI, na sigla em inglês) dos EUA, que ficou estável em julho na comparação com o mês anterior. O número veio abaixo da expectativa mediana dos economistas, que era de crescimento de 0,2%. O núcleo do PPI, que exclui preços mais voláteis como alimentos e energia, avançou 0,2%, contra 0,3% esperados. Com a melhora no ambiente macroeconômico, as bolsas internacionais sobem, mas o movimento não é acompanhado no mercado de criptomoedas, no qual o apetite por risco continua reduzido. Às 10h36 (horário de Brasília) o bitcoin caía 0,4% em um período de 24 horas, a US$ 63.668 por unidade. Usando análise técnica, Gil Herrera, diretor de estratégia e operações da Bitget na América Latina, afirma que o bitcoin permanece abaixo das médias móveis exponenciais de 50 e 100 dias, em US$ 64.670 e US$ 67.049, respectivamente, mantendo o cenário de curto prazo limitado. “Ao mesmo tempo, o RSI [Índice de Força Relativa] está em 54 pontos, ligeiramente acima da linha de 50, sinalizando uma recuperação ainda moderada”, aponta. ETFs e indicadores Ontem, foi registrado um saldo líquido negativo de US$ 61,1 milhões nos fundos negociados em bolsa (ETFs, na sigla em inglês) de bitcoin à vista dos EUA. O maior alvo do fluxo foi o FBTC, da Fidelity, com US$ 46,8 milhões de excesso de vendas de cotas em relação às compras. Nos ETFs da criptomoeda ether, por sua vez, o fluxo foi positivo em US$ 7,4 milhões. Entre os indicadores, o índice Fear & Greed (medo e ganância, na tradução literal) das criptomoedas subiu um ponto e continua na zona do “medo”, aos 38 pontos. O Fear & Greed usa informações como momentum de preços, volatilidade e posições predominantes no mercado de derivativos para criar um score que vai de 0 a 100 pontos. Quanto mais próximo de zero maior é o medo dos investidores, ao passo que valores perto de 100 indicam predominância do otimismo e apetite por risco. Siga o Future of Money nas redes sociais: Instagram | X | YouTube | Tik Tok

Cripto para Consultores: A lacuna no aconselhamento sobre criptomoedas
Criptomoedas
13/08/2026

Cripto para Consultores: A lacuna no aconselhamento sobre criptomoedas

P. E quanto às manchetes negativas? Houve manchetes negativas em março de 2020. Houve manchetes negativas durante a capitulação do mercado no final de 2022. Em ambos os períodos, o bitcoin experimentou uma volatilidade significativa, mas a rede subjacente continuou a operar exatamente conforme projetado. Essa é uma distinção importante para consultores e investidores. As manchetes frequentemente refletem o sentimento de curto prazo, enquanto os resultados de investimentos a longo prazo geralmente são impulsionados pelos fundamentos. O Bitcoin não estava quebrado naquela época, e não está quebrado agora. De fato, períodos de pessimismo extremo historicamente coincidiram com algumas das oportunidades mais atraentes para investidores de longo prazo. Embora o desempenho passado nunca seja garantia de resultados futuros, os investidores devem reconhecer que notícias negativas e quedas acentuadas são características recorrentes do ciclo de mercado do bitcoin desde sua criação. O ponto-chave é concentrar-se no motivo pelo qual você possui o ativo desde o início. Se a tese de investimento permanecer intacta, a volatilidade temporária do mercado e as manchetes negativas devem ser avaliadas no contexto, e não isoladamente. P. O que os consultores devem estar dizendo aos seus clientes sobre criptomoedas agora? Algumas das melhores oportunidades em bitcoin surgiram quando o sentimento dos investidores estava em seu ponto mais fraco. Atualmente, vários indicadores de mercado estão se aproximando de níveis que historicamente coincidiram com períodos de pessimismo extremo, incluindo março de 2020 e o final de 2022.

Tempo real: Ibovespa recua com mau humor doméstico, mesmo após PPI dos EUA; dólar sobe – Money Times
Dólar Hoje
13/08/2026

Tempo real: Ibovespa recua com mau humor doméstico, mesmo após PPI dos EUA; dólar sobe – Money Times

Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli) Resumo: O Ibovespa (IBOV) recua ainda com o ‘risco Brasil’ no radar dos investidores, após sete quedas consecutivas do índice. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No exterior, o clima é de otimismo em Wall Street após o dado mais fraco da inflação ao produtor nos Estados Unidos, o PPI, apresentar estabilidade na margem em julho. O número fez com que uma aposta por alta nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) fosse adiada de outubro para dezembro. Destaques: 12h38 >> EUA: S&P renova recorde intradia aos 7,816.70 pontos 12h37 Petróleo reduz queda com notícia de ataque houthi à refinaria saudita Os preços do petróleo reduziram o ritmo de queda diante da notícia de que os houthis do Iêmen, aliados do Irã, atacaram uma refinaria da Saudi Aramco, a petrolífera da Arábia Saudita. Confira as cotações, por volta das 12h35 (horário de Brasília): Brent para outubro 2026: -0,97%, a US$ 88,12 o barril; WTI para setembro 2026: -1,03%, a US$ 82,41 o barril 12h36 Moura Dubeux (MDNE3) sobe na bolsa após balanço do 2T26; analistas veem potencial de alta de até 80% para ação As ações da incorporadora Moura Dubeux (MDNE3) operam em alta nesta quinta-feira (13), um dia após a companhia divulgar o seu balanço financeiro do segundo trimestre de 2026 (2T26). Entre analistas, a avaliação é majoritariamente positiva, com destaque para a expansão das margens, crescimento do lucro e baixa alavancagem da empresa. Leia mais. 12h34 Houthis atacam refinaria da petrolífera saudita Saudi Aramco De acordo com a agência de notícias do Iêmen, Saba, os houthis atingiram a refinaria da Saudi Aramco, petrolífera da Arábia Saudita, com uso de dois drones. Segundo a Saba, os houthis devem continuar com os ataques a alvos sauditas. 12h33 Após aposta em inteligência artificial, BitGo vê receita subir — mas não no segmento que esperava; veja balanço A empresa de infraestrutura de criptomoedas BitGo Holdings registrou forte crescimento da receita no segundo trimestre de 2026 (2T26), apesar de apresentar prejuízo líquido decorrente da desvalorização de ativos digitais. De acordo com o comunicado enviado ao mercado na noite da última quarta-feira (12), a empresa de infraestrutura para ativos digitais registrou receita trimestral de US$ 4,33 bilhões, alta de 79,6% ante os US$ 2,41 bilhões registrados um ano antes e de 14,7% em relação ao trimestre anterior. Leia mais. 12h15 Suzano (SUZB3): Geração de caixa é destaque no 2T26, apesar de alavancagem e celulose desafiarem a tese A Suzano (SUZB3) apresentou um segundo trimestre de 2026 (2T26) marcado por forte geração de caixa, mas com desafios operacionais que devem continuar no radar dos investidores. Analistas destacaram o fluxo de caixa livre, enquanto custos mais altos, alavancagem e uma perspectiva menos favorável para os preços da celulose devem limitar a melhora da tese no curto prazo. BTG Pactual, XP Investimentos e Itaú BBA avaliaram os resultados como amplamente em linha com as expectativas. As casas destacaram o desempenho da divisão de celulose e a forte geração de caixa, mas apontaram que parte relevante do fluxo veio de fatores menos recorrentes. Leia mais. 12h13 Minerva (BEEF3): BofA corta preço-alvo após balanço O Bank of America (BofA) cortou o preço-alvo das ações da Minerva (BEEF3) de R$ 6,00 para R$ 5,50, o que ainda implica em um potencial de valorização de 67,2% sobre o preço de fechamento anterior. A revisão acontece após os resultados do 2T26 e deve-se, segundo os analistas, à perspectiva de geração de fluxo de caixa mais limitada no curto prazo. A recomendação neutra foi mantida. “O 3T pode ser particularmente desafiador do ponto de vista de margens e fluxo de caixa, diante do vácuo deixado pelo esgotamento da cota de importação de carne bovina da China para o Brasil e dos preços do gado ainda elevados no Brasil e na maior parte da América do Sul”, afirmaram os analistas. 12h12 >> Ibovespa bate mínima, aos 166.820,52 pontos, com recuo de 0,40% 11h58 Mesmo com lucro melhor que o esperado, ações do Banco do Brasil (BBAS3) operam no negativo As ações do Banco do Brasil (BBAS3) operam entre as maiores quedas do Ibovespa (IBOV), pressionando o setor de bancos. Por volta de 11h40 desta quinta-feira (13), BBAS3 caía 1,37%, a R$ 18,74. Na mínima intradia, os papéis chegaram a recuar 2,11%, a R$ 18,60. Leia mais. 11h54 Azzas 2154 (AZZA3) ainda não convence: 2T26 mais fraco mantém mercado à espera de sinais de recuperação Os resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26) da Azzas 2154 (AZZA3) não agradaram o mercado. No Ibovespa (IBOV), as ações performam entre os destaques negativos no pregão desta quinta-feira (13). Entre analistas, a leitura é de um trimestre fraco e negativo. Por volta de 11h40 (horário de Brasília), as ações recuavam 2,58%, cotadas a R$ 15,47. Acompanhe o tempo real. Leia mais. 11h41 Flávio Dino diz ser alvo de ‘agressões e injustiças’ após operação contra fonte de jornalista O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quinta-feira (13) que é alvo de “agressões e injustiças” após a operação da Polícia Federal (PF) que mirou fonte de jornalista por suposta perseguição a ele. Na última terça-feira (11), o ministro Alexandre de Moraes determinou busca e apreensão contra um ex-secretário do governo do Maranhão apontado como fonte de informações de um jornalista que havia publicado reportagem sobre o uso de carros oficiais pela família de Dino. Leia mais. 11h36 SLC Agrícola (SLCE3): Guidance do algodão melhora, enquanto alavancagem ofusca resultado do 2T26; o que dizem os analistas? A SLC Agrícola (SLCE3) apresentou resultados operacionais sólidos no segundo trimestre de 2026 (2T26), mas a maior alavancagem ofuscou parte do desempenho e deve continuar no radar dos investidores no curto prazo. Ao mesmo tempo, a melhora nas projeções para o algodão trouxe um contraponto positivo para a tese. BTG Pactual, XP Investimentos e Itaú BBA destacaram o aumento dos volumes comercializados e as perspectivas mais favoráveis para o algodão. Por outro lado, as casas chamaram atenção para a geração de caixa, a alavancagem e os riscos de produtividade associados ao El Niño. Leia mais. 11h34 Banco do Brasil (BBAS3), Vale (VALE3), Braskem (BRKM5) e outros destaques desta quinta (13) Os balanços e pagamento de juros sobre capital próprio do Banco do Brasil (BBAS3), o novo projeto de de Flotação de Partículas Grossas (CPF) da Vale (VALE3) e a possível recuperação extrajudicial da Braskem (BRKM5) são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (13). Confira o Radar do Mercado Banco do Brasil (BBAS3): Lucro sobe 3,3%, chega a R$ 3,9 bilhões e vem melhor que esperado no 2T26 O Banco do Brasil (BBAS3) terminou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões, alta de 3,3% ante mesmo período de 2025. Em relação ao primeiro trimestre, a elevação é de 13,9%. Leia mais. 11h21 Ministério Público aciona o TCU para cobrar ação do governo pelo descontrole das bets A suposta omissão do governo federal na fiscalização e controle das bets levou o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) a protocolar uma representação que exige a abertura imediata de auditoria sobre os órgãos reguladores. A peça jurídica, assinada pelo subprocurador-geral Lucas Furtado, mira a inércia estatal e aponta a falta de governança sobre as plataformas digitais que se transformaram em um gargalo financeiro capaz de sobrecarregar o Sistema Único de Saúde (SUS) e desestabilizar a economia popular. A representação do subprocurador-geral Lucas Furtado aponta que a falta de fiscalização no setor de apostas ameaça a economia popular e sobrecarrega o SUS. O órgão cobra do TCU a apuração de falhas de governança dos órgãos reguladores federais. Leia mais. 11h21 Resultado da Equatorial (EQTL3) vem em linha e ações reagem, mas será que é hora de comprar? As ações da Equatorial (EQTL3) chegaram a figurar entre as principais quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (13), após a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026. Ao longo do pregão, porém, os papéis reduziram as perdas e passaram a mostrar recuperação. Por volta das 11h, os papéis avançavam 0,23%, a R$ 35,58. Leia mais. 11h17 Cogna (COGN3) salta quase 5% após resultados do 2T26; hora de comprar? Veja o que dizem os analistas As ações da Cogna (COGN3) despontam entre as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (13), com avanço de quase 5% por volta das 10h45. Leia mais. 11h08 Minerva (BEEF3): 2T26 vem em linha, mas queima de caixa e China preocupam A Minerva Foods (BEEF3) entregou um resultado do segundo trimestre de 2026 (2T26) amplamente em linha com as expectativas dos analistas, mas a forte queima de caixa e as incertezas envolvendo as exportações para a China devem manter os investidores cautelosos no segundo semestre. XP Investimentos, BTG Pactual e Itaú BBA avaliaram o balanço como consistente, com destaque para a resiliência operacional da companhia mesmo diante de um cenário menos favorável para os frigoríficos. Os três bancos, porém, mantiveram recomendação neutra para as ações. Leia mais. 10h51 >> Banco do Brasil (BBAS3) recua 0,5% no Ibovespa após balanço do 2T26 10h48 Direcional (DIRR3) entrega receita recorde, reduz dívida e reforça potencial de alta da ação A Direcional (DIRR3) entregou mais um trimestre robusto no segundo trimestre de 2026 (2T26), reforçando a consistência operacional observada nos últimos períodos. Os lançamentos somaram R$ 2,1 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), alta de 8% em relação ao 2T25 e mais que o dobro do volume do trimestre anterior, enquanto as vendas líquidas alcançaram R$ 1,65 bilhão, praticamente estáveis na comparação anual e 5% acima do 1T26. Leia mais. 10h46 >> CSN (CSNA3) sobe quase 3% com Ebitda melhor no 2T26 10h45 >> Rumo (RAIL3) sobe 4% com resultado do 2T26 10h44 >> Cogna (COGN3) avança quase 4% após balanço do 2T26 10h43 >> Rede D’Or (RDOR3) avança mais de 5% com balanço do 2T26 10h42 >> Copasa (CSMG3) cai mais de 2% após resultado do 2T26 10h41 Wall Street avança após inflação melhor do que o esperado adiar apostas de alta nos juros pelo Fed Os índices de Wall Street começam o dia em alta com dados de inflação em linha com o esperado e alívio nos preços do petróleo. O S&P 500 opera próximo das máximas históricas. Confira o desempenho dos índices logo após a abertura: Leia mais. 10h41 >> Azzas (AZZA3) recua quase 3% após recuo do lucro líquido do 2T26 10h40 MRV (MRVE3): Ações saltam 10% após balanço do 2T26, mas analistas divergem sobre resultado; veja preços-alvo e recomendações As ações da MRV&Co (MRVE3), conglomerado que reúne empresas imobiliárias como MRV Incorporação, Urba, Luggo e Resia, operam em alta nesta quinta-feira (13), um dia após a companhia divulgar o balanço do segundo trimestre de 2026 (2T26). Entre analistas, porém, a avaliação dos números é mista. Por volta das 10h50 (de Brasília), os papéis, que são negociados dentro do índice Ibovespa (IBOV), avançavam 10%, cotados a R$ 4,62, após abrirem o pregão a R$ 4,20. Acompanhe o tempo real. Leia mais. 10h39 >> Sabesp (SBSP3) recua mais de 3% com pressão das dívidas no lucro do 2T26 10h39 >> Hapvida (HAPV3) chega a tombar mais de 17% após balanço do 2T26 10h38 Hapvida (HAPV3) despenca mais de 17% após balanço do 2T26 As ações da Hapvida (HAPV3) têm a pior performance do Ibovespa (IBOV) nos primeiros minutos do pregão desta quinta-feira (13) em reação ao balanço do segundo trimestre. Por volta de 10h30 (horário de Brasília), HAPV3 entrou em leilão por oscilação máxima permita após cair 17,22%, a R$ 7,93. Leia mais. 10h38 >> MRV (MRVE3) lidera altas do Ibovespa (+6%) após balanço do 2T26 10h35 Plano de Governo é obrigatório, mas eleito pode descumprir propostas A apresentação do plano de governo é uma exigência legal e obrigatória para o registro de candidaturas aos cargos do Poder Executivo, prefeito, governador e presidente, na Justiça Eleitoral. No entanto, a legislação brasileira não prevê punição, perda de mandato ou sanção jurídica para o gestor eleito que deixar de cumprir as propostas registradas. A obrigação de protocolar o documento para candidatos a cargos executivos – prefeitos, governadores e presidente – passou a vigorar com a lei 12.034/2009, que alterou a Lei das Eleições. Candidatos a vereador, deputado e senador não possuem a obrigação de entregar o documento. Leia mais. 10h33 Mini índice pode aprofundar queda se perder os 168,8 mil pontos, avalia BTG; mini dólar mantém recuperação acima das médias O mini índice (WINV26) recuou 0,77% no pregão da véspera e mantém a pressão vendedora que domina o curto prazo desde o início de agosto, segundo relatório de análise técnica do BTG Pactual divulgado nesta quinta-feira (13). No gráfico de 60 minutos, o ativo opera abaixo das médias móveis de 21 e 50 períodos, em 170.787 e 172.453 pontos, respectivamente. As médias atuam como resistências dinâmicas para uma eventual recuperação. Leia mais. 10h22 Ibovespa opera perto da estabilidade após inflação benigna nos EUA e balanço do BB; 5 coisas para saber antes de investir hoje (13) O Ibovespa (IBOV) opera perto da estabilidade, ainda com o mau humor no mercado doméstico com os riscos fiscais e eleitorais no radar dos investidores. Nos dados macro, a inflação ao produtor dos Estados Unidos fez com que a aposta de alta nos juros fosse adiada de outubro para dezembro, enquanto a atividade brasileira segue em trajetória de desaceleração. Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava em leve baixa de 0,09%, aos 167.337,46 pontos. Leia mais. 10h08 Bitcoin hoje: mercado cripto acompanha dado que pode mexer com os juros dos EUA O bitcoin (BTC) é negociado a cerca de US$ 63,5 mil na manhã desta quinta-feira (13), com queda em torno de 1% nas últimas 24h. O mercado global de criptomoedas se mantém na estabilidade, enquanto acompanha divulgação do Índice de Preços ao Produtor (PPI) dos Estados Unidos, um dos principais indicadores de inflação do país e que deve ser olhado de perto pelos investidores e Federal reserve. Leia mais. 10h03 Swing trade: BB Investimentos recomenda a compra de SLC (SLCE3) e a venda de Petrobras (PETR4) nesta quinta (13) Nesta quinta-feira (13), o BB Investimentos recomenda a compra de SLC (SLCE3). O relatório de análise técnica aponta a “expectativa da captura de possível movimento de alta rastreado pelo algoritmo”. A orientação é que a compra aconteça na abertura do mercado, com preço limite de até 1% acima do preço de abertura. Leia mais. 10h00 Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA têm alta moderada e indica mercado de trabalho estável O número de norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego aumentou moderadamente na semana passada, sugerindo que o mercado de trabalho permanece estável apesar das perdas inesperadas de empregos em julho. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego subiram em 9.000, para 209.000 em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 8 de agosto, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 202.000 pedidos para a última semana. Leia mais. 9h57 Day trade: Compre Fras-le (FRAS3) e venda Engie (EGIE3) para ganhar até 1,45% hoje (13), segundo a Ágora A Fras-le (FRAS3) é uma das recomendações de compra em day trade da Ágora Investimentos para esta quinta-feira (13). As ações da empresa fecharam a sessão da última quarta-feira (12) cotadas a R$ 21,98. O potencial de ganho é de 1,45% e o stop sugerido é de R$ 21,87. Leia mais. 9h55 Plano&Plano (PLPL3): Bradesco BBI corta preço-alvo para R$ 12 O Bradesco BBI cortou o preço-alvo das ações da Plano&Plano (PLPL3) de R$ 21 para R$ 12, o que ainda implica em um potencial de valorização de 85,7% sobre o preço de fechamento anterior. Apesar do corte, a recomendação de compra foi mantida. Para os analistas, a construtura reportou números fracos no segundo trimestre. “Avaliamos os resultados como fracos e de menor qualidade, com a queda na margem desencadeando um corte de 40% em nossas estimativas de lucro por ação para os próximos anos e redução do preço-alvo”, afirmaram os analistas. 9h50 Ultrapar (UGPA3): Bradesco BBI fixa preço-alvo de R$ 41 no fim de 2027 Após os resultados do segundo trimestre, considerados fortes pelos analistas do Bradesco BBI, o banco fixou um novo preço-alvo para as ações da Ultrapar (UGPA3) no fim de 2027 em R$ 41. A recomendação é de compra. “Os resultados reforçam nossa visão construtiva para a Ultrapar, que combina execução sólida na Ipiranga com perspectivas de dividendos consistentes”, afirmaram os analistas. 9h47 Swing trade: BTG Pactual recomenda compra de SpaceX (SPCX34) com potencial de alta de 33,66% O BTG Pactual recomendou a compra de SpaceX (SPCX34) como nova operação para sua estratégia de swing trade. Segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (13), o papel tem potencial de valorização de 33,66%, com preço-alvo de R$ 67,50. O stop sugerido pelo banco é de R$ 44,00. De acordo com os analistas Lucas Costa e Gabriela Sporch, SPCX34 reverteu a dinâmica de curto prazo após formar fundo na região de R$ 35,20 e passou a construir topos e fundos ascendentes no gráfico horário. Leia mais. 9h43 Varejo no Brasil registra alta das vendas acima do esperado em junho O setor de varejo do Brasil encerrou o segundo trimestre com aumento das vendas maior do que o esperado em junho, acelerando o ritmo em relação ao mês anterior. As vendas varejistas subiram 0,5% em junho na comparação com o mês anterior, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Leia mais. 9h42 Gafisa (GFSA3) adia divulgação do balanço do 2T26 após auditoria solicitar prazo adicional A Gafisa (GFSA3) adiou a divulgação de suas informações financeiras (ITR) referentes ao segundo trimestre de 2026 (2T26), mostra fato relevante divulgado nesta quinta-feira (13). De acordo com o documento enviado ao mercado, os resultados agora estão previstos para serem publicados até 31 de agosto. Leia mais. 9h39 Atlas/Focus: No Ceará, Ciro Gomes tem 49,3% e Elmano de Freitas, 44,6%, em disputa no 1º turno Pesquisa do instituto Atlas/Focus divulgada nesta quarta-feira (12) mostra que o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) lidera a corrida pelo governo do Ceará com 49,3% das intenções de voto no cenário principal da disputa em primeiro turno. Já o atual governador, Elmano de Freitas (PT), possui 44,6%. O delegado Hugo Leonardo (Missão) possui 2,8% das intenções de voto. O advogado Pedro Brito (Novo) possui 0,8%, porém ele desistiu de concorrer nesta terça-feira (11). Os candidatos Serley Leal (UP), Danilo Soares (Democrata) e Zé Batista (PSTU) não pontuaram. Brancos e nulos somam 1,6% e 0,9% estão indecisos. Leia mais. 9h35 Shopee acirra guerra do e-commerce com entregas em até 4 horas As investidas na já conhecida “guerra do e-commerce” seguem ocorrendo por todos os lados. A Shopee anunciou nesta quinta-feira (13) o “Turbo“, nova opção de entrega em até quatro horas para vendedores elegíveis. Inicialmente, o recurso está disponível na Grande São Paulo, com mais de quatro mil lojas parcerias, entre negócios locais e varejistas como Americanas, Daki e Heineken Express. Leia mais. 9h27 Para Tarcísio, vídeo antivacina de Eduardo Bolsonaro não atrapalhou campanha contra sarampo O atual governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas, negou, em entrevista na CNN, que o vídeo antivacina publicado pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro tenha atrapalhado a atual campanha contra sarampo no Estado. “Sinceramente, as pessoas estão muito esclarecidas acerca da vacina”, disse ele, completando: “As pessoas estão muito conscientes de que elas têm que se vacinar. Então isso acaba rodando em vazio e não vai fazer efeito”. Leia mais. 9h27 Ibovespa futuro sobe aos 170 mil pontos com varejo e espera pelo PPI dos EUA O Ibovespa futuro (INDFUT) subiu 0,13%, aos 170.635 pontos, após a abertura, às 9h (horário de Brasília), com os dados da venda do varejo de junho, último número necessário para ter uma fotografia mais clara da atividade no segundo trimestre. Dólar à vista abriu a R$ 5,1867, com alta de 0,13%. Leia mais. 9h18 Zema critica Bolsa Família e diz que obrigará ‘homens saudáveis com idade de trabalhar’ a aceitar proposta de emprego O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) publicou vídeo nesta quarta-feira (12) criticando o modelo atual do Bolsa Família e diz que vai obrigar “homens saudáveis com idade de trabalhar” a aceitarem propostas de emprego. “Essas cenas vergonhosas estavam acontecendo em plena Luz do dia. Moradores de rua usando energia que nós pagamos e gastando dinheiro do auxílio em bet”, diz o candidato à Presidência no vídeo. Nas imagens, aparecem pessoas apostando enquanto estão sentadas no chão. Leia mais. 9h16 Espaçolaser (ESPA3): diretor financeiro e de RI renuncia; empresa registrou prejuízo de R$ 134 mil no 2T26 A Espaçolaser (ESPA3) informou na quarta-feira (12) que seu diretor financeiro e de Relações com Investidores, Fabio Itikawa, renunciou aos cargos, com efeitos imediatos. Segundo fato relevante divulgado pela companhia, o Conselho de Administração tomou conhecimento da renúncia e, na mesma reunião, elegeu Magali Rogéria de Moura Leite, atual diretora-presidente, para assumir interinamente e de forma cumulativa as funções de diretora financeira e de Relações com Investidores. Leia mais. 9h09 >> Ibovespa futuro sobe 0,13%, aos 170.635 pontos, após aberura 9h08 >> Dólar à vista abre a R$ 5,1867, com alta de 0,13% 9h05 Irã e EUA apresentam reivindicações conflitantes sobre controle do Estreito de Ormuz O Estreito de Ormuz está “sob o controle e a gestão do Irã”, afirmou nesta quinta-feira (13) o chefe da unidade paramilitar iraniana Basij, Hossein Taeb, um dia depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que os norte-americanos tinham “controle total” sobre a via navegável estratégica. Taeb disse que os Estados Unidos tentaram minar o que ele descreveu como a popularidade da República Islâmica na região, iniciando mais uma guerra no Estreito de Ormuz, mas foram mais uma vez derrotados, apesar de alegarem que o Irã não possui nem força aérea nem marinha. Leia mais. 8h59 Orizon (ORVR3) adquire 51% do Aterro de Rondonópolis no Mato Grosso; veja detalhes da operação A Orizon (ORVR3) informou ao mercado nesta quinta-feira (13) a aquisição de 51% do Aterro Sanitário de Rondonópolis, no Mato Grosso, por meio de sua subsidiária Orizon Meio Ambiente. O valor da firma (enterprise value) atribuído à participação de 51% é de R$ 45,4 milhões, a serem pagos à vista no fechamento da operação. O ativo possui Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) anual corrente estimado entre R$ 16 milhões e R$ 18 milhões. Leia mais. 8h35 Vale (VALE3) informa que projeto no Pará será antecipado em cerca de um ano A Vale (VALE3) informou que a Vale Base Metals (VBM), sua subsidiária, está avançando com o projeto de Flotação de Partículas Grossas (CPF) no Complexo de Cobre Salobo, no Pará, com expectativa de início de operação no primeiro semestre de 2028, antecipando-se ao cronograma original em cerca de um ano. Em comunicado, a mineradora explica que o projeto vai adicionar 6 milhões de toneladas à capacidade anual de processamento de minério da unidade de Salobo, elevando o total para 42 milhões de toneladas por ano. A produção anual de cobre deve subir em até aproximadamente 30 mil toneladas contidas em concentrado, além de cerca de 15 mil onças de ouro como subproduto. Leia mais. 8h31 PIB do Reino Unido cresce 0,4% no 2º trimestre ante os três meses anteriores O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2026 ante os três meses anteriores, segundo dados preliminares divulgados nesta quinta-feira, 13, pelo ONS, como é conhecido o escritório de estatísticas do país. O resultado veio em linha com a expectativa de analistas consultados pela FactSet. O desempenho indica desaceleração da economia britânica, que teve expansão de 0,6% no primeiro trimestre de 2026. Na comparação anual, o PIB britânico teve alta de 1,2% entre abril e junho, ligeiramente acima do consenso da FactSet, de alta de 1,1%. 8h30 Zona do euro: produção industrial fica estável em junho ante maio A produção industrial na zona do euro ficou estável em junho ante maio, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (13) pela Eurostat, a agência oficial de estatísticas da União Europeia. O resultado veio acima da mediana das estimativas de analistas consultados pela FactSet, que apontava queda de 0,1%. Na comparação anual, a produção do bloco teve alta de 0,1% em junho, também acima da previsão de recuo de 0,5%. A Eurostat revisou os dados de maio: a variação mensal passou a indicar alta de 0,3%, e a anual, queda de 0,1%. 8h28 Fundo imobiliário vende imóvel de alto padrão por R$ 15 milhões e registra ganho por cota; IFIX recua O fundo imobiliário Pátria Plus Multiestratégia Real Estate (RBRX11) anunciou, por meio de fato relevante, que concluiu a venda de uma unidade do empreendimento residencial “Kalea Jardins”, localizado em São Paulo (SP), por R$ 15 milhões. Trata-se de um projeto de alto padrão. Segundo o comunicado divulgado ao mercado, o preço da transação equivale a R$ 40,6 mil por metro quadrado, já que o imóvel, situado no 16º andar da torre 1 do edifício, soma cerca de 368 metros quadrados. Leia mais. 8h22 H&M anuncia quatro novas lojas no Brasil e expande operação para o Nordeste A varejista sueca H&M anunciou nesta quinta-feira a abertura de quatro novas lojas no Brasil, incluindo duas no Nordeste, inaugurando sua presença na região, um ano após o início das operações no país. As novas unidades no Nordeste serão em shoppings de Recife e Fortaleza e as inaugurações acontecerão ao longo do segundo semestre. Leia mais. 8h14 Lucro da CSN Mineração (CMIN3) sobe para R$ 219,4 milhões no 2° trimestre A CSN Mineração (CMIN3) registrou lucro líquido de R$ 219,4 milhões no segundo trimestre de 2026, crescimento de quase 90% em relação ao mesmo trimestre de 2025, segundo balanço divulgado na noite de quarta-feira (12). O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado recuou cerca de 20% ano a ano, alcançando a cifra de R$ 1,02 bilhão. Leia mais. 8h05 Minério de ferro oscila pouco com redução de perdas das siderúrgicas e fretes firmes Os futuros de minério de ferro foram negociados dentro de uma faixa estreita nesta quinta-feira (13), com a redução das perdas das siderúrgicas e os custos de frete firmes sendo contrabalançados pela queda nas exportações de aço da China. O contrato de minério de ferro para janeiro mais negociado na Bolsa de Commodities de Dalian (DCE) da China encerrou o pregão diurno com queda de 0,21%, a 705 iuanes (US$104,52) por tonelada, após ser negociado entre 703,50 e 712 iuanes. O contrato mais ativo mudou de setembro para janeiro nesta semana. Leia mais. 8h01 Plano&Plano (PLPL3) lucra R$ 67,3 milhões no 2T26, queda anual de 34,5% A Plano&Plano (PLPL3) registrou lucro líquido de R$ 67,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), queda de 34,5% em relação ao apurado no mesmo intervalo de 2025, mas 44,1% acima do 1T26. Segundo balanço divulgado ao mercado, a receita líquida da construtora somou R$ 914,8 milhões entre abril e junho, alta de 16,7% na comparação com um ano antes. Leia mais. 8h00 CSN (CSNA3) tem prejuízo líquido de R$ 773 milhões no 2º trimestre, 495% maior que o de um ano atrás A CSN (CSNA3) registrou prejuízo líquido de R$ 773 milhões no segundo trimestre de 2026, aumentando as perdas em 494,6% ante os R$ 130 milhões apurados entre abril e junho de 2025. De acordo com a companhia, o resultado representa uma piora quando comparado com o trimestre anterior, como consequência das maiores despesas financeiras relacionadas à variação cambial que acabou por anular a melhor performance operacional verificada no período. Leia mais. 7h44 PGR pede que STF mantenha proibição de visitas de Flávio a Jair Bolsonaro O procurador-geral da República, Paulo Gonet, recomendou nesta quarta-feira (12) que o Supremo Tribunal Federal (STF) mantenha as decisões que restringiram as visitas familiares a Jair Bolsonaro durante o cumprimento de sua prisão domiciliar. Em 13 de julho, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro ao pai após o senador divulgar uma carta de Jair pedindo votos à sua candidatura. Leia mais. 7h28 MRV&Co (MRVE3): Prejuízo líquido consolidado é de R$ 626,3 milhões no 2T26, perda 22,7% menor A MRV&Co (MRVE3), conglomerado de empresas imobiliárias com MRV, Urba, Luggo e Resia, teve prejuízo líquido consolidado de R$ 626,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26). O resultado representa uma perda 22,7% menor na comparação com igual período de 2025. O que mais pesou no balanço foi a já esperada baixa contábil (impairment) de US$ 110 milhões da Resia, empresa do grupo nos Estados Unidos que está sendo fechada. Leia mais. 7h27 Alguns investimentos esperam a definição das eleições, diz presidente da Stellantis A Stellantis, dona de marcas como Fiat, Jeep, Citroën e Peugeot, aguarda definições sobre eleições, reforma tributária e regras de importação para decidir quais tecnologias receberão mais investimentos no Brasil. As possibilidades no radar vão da retomada de modelos movidos exclusivamente a etanol aos carros elétricos. A montadora quer, porém, mais clareza sobre quais soluções de descarbonização o País pretende abraçar e qual será a agenda do próximo governo. Leia mais. 7h18 Google eleva preços de novos smartphones com avanço da escassez de memórias O Google oficializou na quarta-feira (12) a sua mais nova geração de smartphones Pixel 11 a um preço US$ 100 mais caro, citando uma escassez “sem precedentes” de chips de memória. Os novos aparelhos têm preços a partir de US$ 899 nos Estados Unidos e começam a ser vendidos a partir do dia 20 de agosto. Leia mais. 7h13 Bolsas da Europa sobem majoritariamente com balanços, dados e petróleo em queda As bolsas europeias operam majoritariamente em alta na manhã desta quinta-feira (13), enquanto investidores digerem balanços corporativos e dados econômicos. A queda do petróleo, após os ganhos recentes em meio às tensões entre EUA e Irã, também está no radar. Por volta das 6h45 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 avançava 0,21%, a 660,87 pontos. Leia mais. 7h03 Resultado acima do esperado e JCP colocam Banco do Brasil no radar do mercado; Ibovespa em dólar sobe hoje (13) O mercado brasileiro repercute nesta sessão o balanço do Banco do Brasil (BBAS3). A estatal registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), avanço de 3,3% na comparação anual e de 13,9% em relação aos três meses anteriores. Nos últimos trimestres, o banco enfrentou pressão por conta do aumento da inadimplência no agronegócio e dos impactos da Resolução CMN nº 4.966/2021, que elevou as exigências de provisões para perdas com crédito. Esse cenário contribuiu para que o BB perdesse o status de “porto seguro” entre os investidores e acumulasse seis trimestres seguidos de deterioração nos resultados. Leia mais. 7h00 Quais são as top picks na bolsa para atravessar o 2º semestre com ‘tranquilidade’, segundo bancões Com fatores de volatilidade no radar dos investidores, como eleições presidenciais, gastos elevados nas contas públicas, o conflito no Oriente Médio e a política monetária dos Estados Unidos, fica a dúvida: quais são as recomendações de grandes instituições para atravessar esse cenário conturbado na bolsa brasileira? O Itaú BBA segue com recomendação de compra para o Brasil e vê o país como o mais atrativo na América Latina, devido ao desconto no valuation do Ibovespa (IBOV). Leia mais. 6h48 Lucro líquido da Copasa (CSMG3) soma R$ 275,5 milhões no 2º trimestre, queda anual de 4,8% O lucro líquido ajustado da Copasa (CSMG3) atingiu R$ 275,5 milhões no segundo trimestre de 2026, o que representa um recuo de 4,8% em relação ao verificado em igual período de 2025. A receita líquida da empresa de saneamento totalizou R$ 2 bilhões no segundo trimestre, avanço de 8,9% na comparação anual. Já o Ebitda ajustado somou R$ 762 milhões, acréscimo de 11,7% ante um ano, com margem ajustada de 39,0%. Leia mais. 6h41 >> Bitcoin (BTC) cai 0,1%, a US$ 63.617,94; Ethereum (ETH) cai 0,1%, a US$ 1.885,34 6h40 >> Petróleo tipo Brent cai 1,73%, a US$ 87,44 por barril; WTI recua 1,80%, a US$ 81,77 por barril 6h39 >> Wall Street: Futuros operam mistos com S&P 500 (+0,13%), Dow Jones (+0,25%) e Nasdaq (-0,05%) 6h39 Mater Dei (MATD3) tem lucro líquido de R$ 45 milhões no 2º trimestre, alta de 66% A Rede Mater Dei (MATD3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 45 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 66% em relação aos R$ 27 milhões registrados em igual intervalo de 2025. No acumulado do primeiro semestre, o lucro líquido ajustado somou R$ 81,3 milhões, avanço anual de 71,9%. O desempenho foi impulsionado pela evolução operacional, com destaque para a elevada taxa de ocupação dos leitos, que chegou a 83,9% ao final de junho e 84,1% na média do semestre, além do avanço da tese de oncologia. A companhia também destaca a expansão do uso de cirurgia robótica e a implementação da ferramenta de inteligência artificial para apoiar médicos na elaboração de prontuários eletrônicos. Leia mais. 6h38 >> ADR da Petrobras (PBR) sobe 0,28% a US$ 17,81 no pré-market nos EUA 6h38 >> ADR da Vale (VALE) cai 3,26% a US$ 13,95 no pré-market nos EUA 6h37 >> Ibovespa em dólar (EWZ) sobe 0,89% a US$ 34,16 no pré-market nos EUA 6h22 Lucro da Equatorial (EQTL3) recua 83,5% no 2º trimestre O grupo de energia e saneamento Equatorial (EQTL3) teve lucro líquido ajustado de R$ 110 milhões no segundo trimestre de 2026, recuo de 83,5% sobre o desempenho de um ano antes, segundo balanço publicado nesta quarta-feira (12). A companhia teve resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 2,9 bilhões, praticamente estável ante o segundo trimestre de 2025. Leia mais. 6h10 Bolsas da Ásia fecham mistas; Kospi lidera ganhos e entra em mercado altista As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira (13), com a Coreia do Sul na liderança dos ganhos: o Kospi saltou 3,56% e superou o patamar que caracteriza mercado altista. O apetite por ações de tecnologia e de inteligência artificial (IA), após a alta do setor em Nova York na véspera, ajudou a sustentar parte dos mercados da região. Em Seul, o Kospi terminou aos 6.813,34 pontos e passou a acumular alta de mais de 20% desde a mínima de 30 de julho. A Samsung Electronics avançou 4,9%, apesar da notícia de que virou alvo de uma investigação tarifária nos EUA, enquanto a rival SK Hynix disparou 5,9%. Leia mais. 6h06 Azzas (AZZA3) tem lucro líquido recorrente de R$ 106,5 milhões no 2º trimestre, queda anual de 62,5% A Azzas 2154 (AZZA3) registrou lucro líquido recorrente de R$ 106,5 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 62,5% em relação a igual período do ano anterior. O lucro líquido contábil somou R$ 29,8 milhões, recuo de 94,5% na comparação anual. O Ebitda recorrente atingiu R$ 379,6 milhões, redução de 29,1%. A margem Ebitda recorrente ficou em 14,2%, baixa de 4,3 pontos porcentuais (p.p.) ante o segundo trimestre de 2025. Leia mais. 5h48 Trump assina memorando para permitir uso de ferramentas cibernéticas contra organizações criminosas transnacionais, diz Casa Branca O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (12) um memorando que, segundo a Casa Branca, tem como objetivo capacitar as autoridades federais a utilizar ferramentas cibernéticas contra organizações criminosas transnacionais que operam em jurisdições estrangeiras para atacar cidadãos norte-americanos. Trump assinou o memorando presidencial de segurança nacional instruindo seu governo a “aproveitar a capacidade e a inovação do setor privado para ajudar a conduzir essas operações cibernéticas sob a direção, o controle e a autoridade do governo dos EUA”, informou a Casa Branca. Leia mais. 5h34 Senado aprova PLP dos combustíveis com travas para gasto público, que segue à sanção O Senado aprovou na noite desta quarta-feira (12) projeto de lei complementar que, além de trazer regras para compensar renúncia de receitas da União para amenizar impacto da alta dos preços do petróleo, acabou incorporando novos mecanismos de controle dos gastos públicos que podem gerar cerca de R$ 10 bilhões em economia no próximo ano. O texto, que segue para sanção presidencial, incorpora temas adicionais como minerais críticos, fertilizantes, Copa do Mundo Feminina de Futebol e diferimento do IBS e da CBS sobre produtos agropecuários in natura, além de ajustar critérios para a classificação de empresas preponderantemente exportadoras. Leia mais. 5h24 Brasil tem fluxo cambial positivo de US$ 652 milhões em agosto até dia 7, diz BC O Brasil registrou fluxo cambial total positivo de US$ 652 milhões em agosto até o dia 7, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Banco Central. Pelo canal financeiro, houve saídas líquidas de US$ 2,2 milhões em agosto até o dia 7. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações. Leia mais. 5h01 Petróleo recua com perspectiva de demanda mais fraca e preocupações com oferta no Oriente Médio Os preços do petróleo recuam nesta quinta-feira (13), enquanto investidores avaliavam as perspectivas de uma demanda global mais fraca neste ano, embora os preços tenham sido sustentados pela falta de avanços significativos nas negociações sobre o bloqueado Estreito de Ormuz e pelas interrupções no fornecimento. Os contratos futuros do Brent recuavam US$ 1,16, ou 1,30%, para US$ 87,82 por barril às 5h (horário de Brasília), reduzindo os ganhos acumulados nas seis sessões anteriores. Leia mais. 4h28 Consumidores poderão escolher fornecedores de energia a partir de 2027 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (12) o decreto que regulamenta o funcionamento do mercado livre de energia, que permite a venda direta a pequenos e médios consumidores de energia elétrica. Na prática, a medida permitirá aos consumidores escolher de quem comprará sua energia, de forma semelhante à que ocorre com a telefonia. A medida vale para clientes atendidos em baixa tensão (inferior a 2,3 kV). Para consumidores industriais e comerciais, a regra começa a partir de novembro de 2027. Para os demais clientes, incluindo os residenciais, a escolha poderá ser feita a partir de novembro de 2028. Leia mais.

Gaúcha perde R$ 37 milhões em golpe de falso investimento com criptomoedas
Altcoins
13/08/2026

Gaúcha perde R$ 37 milhões em golpe de falso investimento com criptomoedas

Uma mulher do Rio Grande do Sul acumulou um prejuízo de R$ 37 milhões após acreditar que investia em uma plataforma de criptomoedas. Segundo a Polícia Civil, durante cerca de seis meses ela recebeu orientações de um suposto especialista por meio de um grupo de WhatsApp e realizou sucessivas transferências. O esquema criava a aparência de rentabilidade elevada e incentivava novos aportes, até que, no momento do saque, surgiam cobranças adicionais de supostas taxas e impostos. A fraude é conhecida como “golpe do abate de porcos” e se baseia na construção gradual de confiança com a vítima. Os criminosos simulam ambientes de investimento, mostram ganhos fictícios e induzem a pessoa a colocar quantias cada vez maiores. A investigação identificou 18 suspeitos, com funções que envolveriam captação de vítimas, abertura de contas, movimentação dos recursos e conversão do dinheiro em ativos digitais. Nesta quinta-feira (13), a Polícia Civil deflagrou a Operação Criptoabate, cumprindo 10 mandados de prisão preventiva e 16 de busca e apreensão no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A apuração aponta ainda outras vítimas com perdas superiores a R$ 8 milhões e indica que os valores movimentados pelo grupo podem alcançar a casa dos bilhões de reais. Entre os investigados estão pessoas ligadas a instituições financeiras e suspeitos de participar diretamente da circulação do dinheiro.