Ibovespa futuro, dólar, lucro do Banrisul, aquisição da Orizon e outras notícias corporativas
Publicado às 9h36 – atualizado às 9h54
Ibovespa futuro
O Ibovespa futuro (INDV26 contrato com vencimento para outubro de 2026) abriu em queda nesta quinta-feira, 13. Às 9h54 caía 0,21% aos 170.055 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
Dólar
Às 9h51 o dólar comercial tinha alta de 0,15% cotado a R$ 5,188 na venda.
Petróleo, minério, ouro e bitcoin (9h31)
Petróleo Brent: -1,83% (US$ 87,3). O Brent é referência para a Petrobras.
Bitcoin futuro: +0,07% (US$ 63.667)
Ouro (contrato para agosto/26 – onça-troy): -0,51% (US$ 4.444)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,21% a 705 iuanes (US$ 104,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 9h30 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,26% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,11%. Nasdaq futuro caía 0,12%.
Notícias corporativas desta manhã:
Orizon anuncia aquisição de participação de 51% no aterro sanitário de Rondonópolis (MT)
A Orizon Valorização de Resíduos (ORVR3) informou nesta quinta-feira, 12, que sua subsidiária integral, Orizon Meio Ambiente (OMA), celebrou contrato para aquisição de participação correspondente a 51% do capital social da sociedade titular do aterro sanitário de Rondonópolis, localizado no município de Rondonópolis, estado de Mato Grosso.
O ativo, licenciado e em operação, recebe, em média, de 13 a 14 mil toneladas mensais de resíduos sólidos urbanos, atendendo Rondonópolis e municípios do entorno.
Com o novo Ecoparque, a Orizon reforça seu posicionamento no estado de Mato Grosso, onde já opera o Ecoparque Cuiabá, em mais um passo da estratégia de consolidação do setor e de expansão do banco de resíduos, com a consequente valorização do resíduo sob gestão — geração de biogás, comercialização de energia e/ou biometano e certificação e venda de créditos de carbono, dentre outros.
O valor da firma (enterprise value) atribuído à participação de 51% ora adquirida é de R$ 45,4 milhões, a serem pagos à vista no fechamento da operação. O ativo possui Ebitda anual corrente estimado entre R$ 16 milhões e R$ 18 milhões.
O fechamento da transação está sujeito à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e às demais condições precedentes previstas em contrato.
Banrisul (BRSR6) reporta lucro R$ 325,4 milhões no 2T26, redução de 13,8% no ano
O Banrisul (BRSR6) divulgou nesta quinta-feira, 13, que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 325,4 milhões, redução de 13,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Frente ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), o lucro líquido aumentou 46,8%.
O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ficou em 11,4%, ante 7,9% no 1T26 e 14,3% no 2T25, na mesma base de comparação.
O patrimônio líquido do banco gaúcho atingiu R$ 11,5 bilhões no 2T26, crescimento de 3,4% na base anual de comparação.
Os ativos totais somaram R$ 172,2 bilhões no 2T26, alta de 5,4% em relação ao 2T25.
A carteira de crédito somou R$ 64,4 bilhões.
A Bradespar (BRAP4) divulgou nesta quinta-feira, 13, que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 252,3 milhões, queda de 43,9% na comparação com o segundo trimestre de 2025 (2T25).
Como companhia de investimentos, a Bradespar tem sua receita operacional originada do resultado de equivalência patrimonial e juros sobre o capital próprio da mineradora Vale (VALE3).
No segundo trimestre de 2026, a Bradespar registrou receita operacional de R$ 251,9 milhões e, no acumulado dos primeiros seis meses do ano, o montante de R$ 805 milhões, refletindo o desempenho da Vale no período.
O resultado financeiro da Bradespar, no trimestre que se encerrou, atingiu o valor positivo de R$ 10,9 milhões, decorrente, principalmente, de aplicações financeiras e de remuneração sobre Impostos a Recuperar. Esse resultado reflete a continuidade da posição líquida de caixa da companhia, na medida que não possui endividamento financeiro.
Notícias da noite de quarta:
A CSN (CSNA3) registrou prejuízo líquido de R$ 773,1 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26). Dessa forma a companhia aumentou o prejuízo em relação ao mesmo trimestre de 2025 (2T25), quando reportou perda de R$ 130 milhões. No primeiro trimestre de 2026 (1T26) o prejuízo foi de R$ 555 milhões.
Segundo a companhia, o aumento do prejuízo em relação ao 1T26 resultado é consequência das maiores despesas financeiras relacionadas à variação cambial que acabou por anular a melhor performance operacional verificada no período. Quando se compara com o mesmo período de 2025, a variação foi ainda maior como resultado do impacto extraordinário das reversões de contingências observadas naquele período, afirmou a siderúrgica.
O Ebitda ajustado no 2T26 atingiu R$ 2,772 bilhões, alta de 4,9% em relação ao 2T25.
No release com os dados trimestrais, a CSN destaca que o resultado traz algumas mensagens importantes, como o maior desempenho já atingido no segmento de cimentos; uma evolução consistente no segmento de siderurgia, com a rentabilidade voltando para o patamar de 2 dígitos; o segundo maior desempenho do segmento de logística e um desempenho extraordinário de produção e vendas no segmento de mineração.
No 2T26, a receita líquida atingiu R$ 11,3 bilhões, representando um aumento de 6,6% em relação ao trimestre anterior e de 5,7% na comparação com o mesmo período de 2025.
A CSN explicou que esse resultado é consequência da sazonalidade da operação devido ao período mais seco e à maior atividade comercial, além da evolução das condições de mercado observada no segmento de siderurgia ao proporcionar aumento de vendas e preço.
A CSN Mineração (CMIN3) registrou lucro líquido de R$ 219,4 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), alta de 89% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25).
De acordo com a companhia, esse resultado foi alcançado mesmo com a piora do Ebitda verificada no trimestre em razão de toda a pressão nos custos logísticos, o que ressalta a resiliência da operação, o menor impacto da variação cambial no resultado financeiro e a recuperação de créditos tributários no período.
No 2T26 o Ebitda ajustado foi de R$ 1,018 bilhão, com margem Ebitda ajustada de 35,5%, representando retração de 9,4 p.p. em relação ao primeiro trimestre (1T26) e de 1,7 p.p. frente ao 2T25. O Ebitda ajustado caiu 19,7% na base anual de comparação.
Segundo a mineradora, a redução da rentabilidade ocorreu mesmo em um período marcado pela excelência operacional, o que demonstra o impacto dos custos logísticos e da realização de preço no negócio.
No 2T26, a receita líquida ajustada totalizou R$ 2,86 bilhões, o que representa uma redução de 9,4% em relação ao 1T26 e queda de 15,8% frente ao 2T25. Apesar do elevado volume de vendas e da manutenção do preço do minério ao longo do trimestre, o desempenho foi impactado pela apreciação cambial e pelo aumento dos custos de frete, pressionados pela guerra entre Estados Unidos e Irã, explicou a CSN Mineração.
Para o time de analistas da XP, o Banco do Brasil (BBAS3) apresentou um resultado acima do esperado no segundo trimestre (2T26), com lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões, 15% acima da sua estimativa, apoiado por um Custo do Risco melhor que o esperado e bom controle das despesas operacionais. Mas a equipe considera que a qualidade subjacente do trimestre permanece mista.
Já a Genial Investimentos destaca que, apesar da melhora ainda que marginal da rentabilidade do Banco do Brasil no trimestre, a avaliação do 2T26 é de uma piora na qualidade do resultado. O lucro líquido ajustado veio 6,9% acima da estimativa, mas a Genial segue vendo uma rentabilidade muito abaixo do custo de capital e, principalmente, uma dinâmica de crédito ainda frágil.
O Banco do Brasil teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões, alta de 3,3% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25).
O número veio acima do esperado por analistas de mercado. O consenso da Bloomberg projetava lucro de R$ 3,5 bilhões. Já as projeções reunidas pela Lseg apontavam para R$ 3,6 bilhões. As projeções de analistas consultados pelo Valor Econômico eram de R$ 3,57 bilhões.
O retorno sobre patrimônio líquido (ROE) do banco estatal ficou em 8,3%. No primeiro trimestre (1T26) ficou em 7,3% e no 2T25 foi de 8,4%.
A Margem Financeira Bruta (MFB) atingiu R$ 27,5 bilhões no 2T26, crescimento de 0,2% na comparação trimestral, refletindo principalmente a elevação no resultado de tesouraria (+2,1%).
O Custo do Crédito correspondeu a R$ 18,5 bilhões no 2T26, elevação de 16,1% em relação ao 2T25 e redução de 2,1% frente ao 1T26.
A inadimplência acima de 90 dias foi de 5,61%, enquanto o índice de cobertura encerrou o período em 148,5%.
As Receitas de Prestação de Serviços totalizaram R$ 9,1 bilhões no trimestre, com alta de 3,4% comparando com o 1T26 e avanço de 4,2% na comparação com o 2T25.
A Carteira de Crédito somou R$ 1,3 trilhão em junho/26, com crescimento de 0,6% no trimestre e 1,5% em 12 meses.
As despesas administrativas no 2T26 atingiram R$ 10,1 bilhões, elevação de 0,6% em relação ao trimestre anterior.
O Banco do Brasil (BBAS3) informou na quarta-feira, 12, a distribuição de R$ 584.910.838,17 a título de remuneração aos acionistas sob a forma de Juros sobre Capital Próprio (JCP), relativo ao segundo trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,10413811686. Os valores pagos serão atualizados, pela taxa Selic, da data do balanço (30/06/2026) até a data do pagamento (11/09/2026) e terão como base a posição acionária de 01/09/2026. As ações serão negociadas a “ex” a partir de 02/09/2026.
O conselho de administração da Ultrapar (UGPA3) aprovou a distribuição de dividendos no montante de R$ 1.085.944.529,00, correspondentes a R$ 1,00 por ação ordinária, a serem pagos a partir de 3 de setembro de 2026, sem remuneração ou atualização monetária. A data-base para o direito ao recebimento do dividendo (record date) será 24 de agosto de 2026 no Brasil e 26 de agosto de 2026 nos Estados Unidos. Desta forma, as ações passarão a ser negociadas “ex-dividendos” a partir de 25 de agosto de 2026 na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), e de 26 de agosto de 2026 na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE).
A Ultrapar também divulgou que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 1,7 bilhão, alta de 46% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). O Ebitda ajustado recorrente cresceu para R$ 3,66 bilhões.
A Taesa (TAEE4, TAEE11) informou que foi concluída a operação de aquisição de cinco ativos de transmissão de energia da Energisa (ENGI11).
A Taesa assumiu o controle integral da Energisa Goiás Transmissora de Energia I, Energisa Pará Transmissora de Energia I e II, além de Energisa Tocantins Transmissora de Energia e Energisa Tocantins Transmissora de Energia II.
Com a conclusão da operação a Taesa realizou o pagamento do preço de aquisição às vendedoras, correspondente a R$ 1,638 bilhão, sendo este valor o resultado do preço de aquisição base de R$ 1,545 bilhão, com data-base de 31 de dezembro de 2025, corrigido por CDI até a presente data e ajustado conforme previsto no contrato e no termo de fechamento.
O preço permanece sujeito a ajustes pós-fechamento, a serem apurados nos próximos 90 dias.
A aquisição das Sociedades adiciona para a Taesa R$ 305 milhões de RAP (ciclo RAP 2026-2027, já adicionado de PIS/COFINS), 1,3 mil km de extensão de linhas de transmissão e 4.494 MVA de potência de transformação, com 22 anos de vida contratual média remanescente, reforçando a estratégia de crescimento da companhia, na busca por ativos de transmissão que gerem sinergias com suas linhas atuais e alonguem o prazo médio de duração das concessões.
A Receita Anual Permitida (RAP) é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.
A Vale (VALE3) informou que sua subsidiária Vale Base Metals (VBM) está prosseguindo com o projeto de Flotação de Partículas Grossas (Coarse Particle Flotation – CPF) em seu Complexo de Cobre Salobo, no Pará.
A VBM espera iniciar a operação no primeiro semestre de 2028, aproximadamente um ano antes do cronograma original.
“O cronograma revisado reflete iniciativas de otimização do projeto e melhorias na execução implementadas, que também contribuem para uma melhoria dos retornos do projeto”, afirmou a mineradora em um comunicado, onde ressalta que, se espera-se que o projeto adicione 6 milhões de toneladas à capacidade anual de processamento de minério da planta de Salobo, elevando a capacidade total para 42 milhões de toneladas por ano.
A produção anual de cobre deverá aumentar em até aproximadamente 30 mil toneladas contidas em concentrado, que conterá também cerca de 15 mil onças de ouro como subproduto, fortalecendo ainda mais o perfil de produção de Salobo após recordes de produção alcançados em 2024 e 2025.
A Vale também divulgou que a Wheaton Precious Metals concordou em pagar US$ 40 milhões à VBM para financiar parcialmente os investimentos relacionados ao projeto. Os recursos serão desembolsados em duas parcelas de US$ 20 milhões, vinculadas ao atingimento de marcos do projeto.
A VBM e a Wheaton acordaram realizar esses pagamentos em substituição a futuros pagamentos por marcos previstos no atual contrato de streaming de Salobo, os quais poderiam exigir que a Wheaton realizasse pagamentos anuais de até US$ 8 milhões ao longo de um período de 10 anos, caso um plano de lavra de maior teor fosse implementado.
A VBM revisou o plano do projeto CPF e simplificou seu escopo, reduzindo a estimativa de Capex para aproximadamente US$ 215 milhões, ante a projeção inicial de US$ 225-275 milhões. Considerando os recursos aportados pela Wheaton, o desembolso de capital da VBM deverá ser de aproximadamente US$ 175 milhões.
O projeto CPF integra o pipeline de crescimento de cobre da VBM no Brasil, apoiado por uma base mineral de mais de 53 milhões de toneladas de cobre contido em reservas e recursos minerais, incluindo recursos inferidos.
A estratégia de crescimento da Vale tem como meta elevar a produção de cobre para aproximadamente 700 mil toneladas por ano até 2035, apoiada principalmente por sua base de recursos e pipeline de projetos no sistema de Carajás, onde a VBM possui uma relevante presença operacional e infraestrutura instalada.
“Essas operações e projetos têm a vantagem de estarem localizados próximos a complexos minerários já estabelecidos, instalações de processamento, infraestrutura logística e de energia, proporcionando uma trajetória de desenvolvimento com elevada eficiência de capital”, ressaltou a Vale.
Metal Leve (LEVE3): lucro cresce no 2T26 para R$ 159,5 milhões
A Mahle Metal Leve (LEVE3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 159,5 milhões, alta de 25,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25).
O Ebitda atingiu R$ 277,3 milhões no 2T26, crescimento de 6,3% na base anual de comparação.
No 2T26, a Receita líquida somou R$ 1,33 bilhão, queda de 2,7% em relação ao 2T25.
Lucro da Suzano (SUZB3) soma R$ 1,81 bi no 2T26, queda anual
A Suzano (SUZB3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 1,81 bilhão, queda de 64% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25).
O Ebitda ajustado atingiu R$ 4,7 bilhões no trimestre, queda de 23% sobre o mesmo período de 2025. Segundo a Suzano, a queda ocorreu em função da desvalorização do US$ médio em relação ao R$ médio; do maior CPV (Custo do Produto Vendido) base caixa por tonelada; e do menor volume de vendas de celulose.
A receita líquida no 2T26 foi de R$ 11,59 bilhões, sendo 80% gerada no mercado externo (vs. 81% no 1T26 e 83% no 2T25). Em relação ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), o aumento foi de 6% é explicado pelo maior preço médio líquido de celulose em US$ (+7%) e pelo maior volume de vendas de celulose e de papel (+2% e +7%, respectivamente).
A queda de 13% da receita líquida consolidada em relação ao 2T25 é explicada principalmente pelo menor volume de vendas de celulose (-11%), e pela desvalorização do US$ médio em relação ao R$ médio (-11%).
Copasa reporta lucro ajustado de R$ 275,5 milhões no 2T26
A Copasa teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido ajustado de R$ 275,5 milhões, queda de 4,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (2T25). Sem ajuste, o lucro caiu 21,5% no ano para R$ 227,1 milhões.
O Ebitda ajustado da companhia somou R$ 762,1 milhões no 2T26, alta de 11,7% em relação ao 2T25.
A receita líquida de água, esgoto e resíduos sólidos do 2T26 totalizou R$ 1,95 bilhão, expansão anual de 8,9%.
Azzas (AZZA3) tem lucro líquido de R$ 106,5 milhões no 2T26, queda anual de 62,5%
A Azzas reportou no segundo trimestre de 2026 lucro líquido de R$ 106,5 milhões, queda de 62,5% em relação ao mesmo período do ano passado.
O Ebitda atingiu R$ 379,6 milhões no 2T26, queda de 29,1% na base anual de comparação. A margem Ebitda foi de 14,2%, queda de 4,3 p.p. em relação ao 2T25, devido à desalavancagem operacional.
A receita líquida da varejista caiu 8,2% no ano, para R$ 2,6 bilhões.
Lucro da Sabesp cai no 2T26
A Sabesp (SBSP3) teve lucro líquido ajustado de R$ 1,15 bilhão no segundo trimestre de 2026, queda de 41,2% em relação ao mesmo período de 2025.
O Ebitda ajustado somou R$ 3,5 bilhões no 2T26, queda de 3,2% na base anual de comparação. A Receita líquida ajustada da companhia somou R$ 6,01 bilhões, expansão de 6,7% no ano.
Rumo reporta lucro líquido ajustado de R$ 688 milhões no 2T26, 6% inferior ao 2T25
A Rumo (RAIL3) teve lucro líquido ajustado de R$ 688 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), queda de 6% em relação ao mesmo período de 2025 (2T25).
No 2T26, o Ebitda ajustado foi de R$ 2,267 bilhões, queda anual de 0,5%. A Receita operacional líquida cresceu 6,2% em relação ao 2T25, para R$ 3,94 bilhões.
Moura Dubeux (MDNE3) tem lucro líquido de R$ 173,9 milhões no 2T26, alta de 44,6% no ano
A Moura Dubeux (MDNE3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) o maior lucro líquido trimestral de sua: R$ 173,9 milhões, crescimento de 44,6% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (2T25).
No 2T26 o Ebitda ajustado atingiu R$ 178,8 milhões, alta de 34,7% na base anual de comparação.
A Receita Líquida atingiu R$ 731,1 milhões, crescimento de 10% sobre o 2T25 e 16,5% em relação ao trimestre anterior.
No 2T26, a companhia lançou seis empreendimentos, totalizando R$ 1,012 bilhão de VGV (Valor Geral de Vendas) Líquido (%MD).
Pelo segundo trimestre consecutivo, a Moura Dubeux superou a marca de R$ 1 bilhão em Vendas e Adesões Líquidas (%MD), alcançando R$ 1,018 bilhão no 2T26, praticamente estável em relação aos R$ 1,034 bilhão registrado no trimestre anterior.
Unifique (FIQE3) reporta lucro líquido de R$ 45,9 milhões no 2T26
A Unifique (FIQE3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 45,9 milhões, leve alta de 1,5% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25).
No 2T26, o Ebitda ajustado somou R$ 169 milhões, crescimento de 17,7% na base anual de comparação. A Receita Operacional Líquida atingiu R$ 344,7 milhões, expansão de 20,5% no ano.
Kepler Weber (KPLE3) tem lucro de R$ 6,3 milhões no 2T26,
A Kepler Weber (KPLE3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 6,3 milhões, com margem líquida de 2,1%, redução de 2,5 p.p. em relação ao mesmo trimestre de 2025 (2T25). Na base anual de comparação o lucro caiu 56,1%.
A companhia explicou que a redução do lucro líquido reflete, principalmente, o menor resultado operacional do período, decorrente do menor nível de atividade e do mix de projetos reconhecidos, que pressionaram as margens. A apreciação do real frente ao dólar reduziu a conversão das receitas de exportação para moeda local.
“Apesar desse cenário, a companhia manteve resultado líquido positivo, apoiado na disciplina da gestão de custos e despesas, na eficiência operacional e na melhora do resultado financeiro, preservando a solidez de sua estrutura financeira”, afirmou a Kepler Weber no release de resultados.
O Ebitda totalizou R$ 25,9 milhões no 2T26, com margem de 8,7%, resultado 31,7% inferior ao registrado no 2T25. Segundo a companhia, o desempenho refletiu, principalmente, o menor nível de atividade, que impactou a receita líquida e reduziu a diluição dos custos fixos, além da continuidade da pressão sobre os preços de venda, fatores que pressionaram a margem bruta e, consequentemente, a geração operacional da Companhia.
No 2T26, a Receita líquida consolidada totalizou R$299,1 milhões, retração de 3,9% em relação ao 2T25.
A SLC Agrícola (SLCE3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 245,1 milhões, alta de 75,3% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25).
A SLC explicou que, entre os principais fatores que contribuíram para essa variação, está o incremento de R$ 285,2 milhões no lucro bruto.
O Ebitda Ajustado no 2T26 totalizou R$ 580,6 milhões, crescimento de 4,3% em relação ao 2T25. O principal fator que contribuiu para a evolução do Ebitda ajustado foi o incremento do resultado bruto das culturas, no montante de R$ 111,3 milhões, que foi parcialmente compensado pelo aumento das despesas gerais e administrativas.
A receita líquida atingiu R$ 2,2 bilhões no trimestre, crescimento de 16,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, estabelecendo um novo recorde para um segundo trimestre.
Segundo a companhia, esse desempenho foi sustentado pelo maior volume faturado de algodão, soja, milho e rebanho bovino, além da contribuição de preços mais favoráveis de algumas dessas commodities.
“O crescimento da escala operacional demonstra a capacidade da companhia de continuar expandindo sua base produtiva sem abrir mão da eficiência operacional e da qualidade da execução”, afirmou a SLC no release de resultados.
A Valid (VLID3) informou que devido à movimentação das ações em tesouraria, houve um ajuste no valor unitário por ação dos dividendos anunciados em 5 de agosto, de R$ 0,18000000000 por ação para R$ 0,18011515831 por ação. O pagamento será realizado no dia 31 de agosto de 2026, com base na posição acionária constante dos registros da companhia nesta quarta-feira, 12 de agosto. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de quinta-feira, 13 de agosto, inclusive.
Agenda de provento desta quinta, 13:
A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da Alupar, anunciado em 6 de agosto, é nesta quinta-feira, 13. A partir de sexta-feira, 14, as ações serão divulgadas ex-dividendo. O valor total é de R$ 69,2 milhões. Essa quantia corresponde a R$ 0,07 por ação ON e PN e a R$ 0,21 por Unit. O pagamento está previsto para ocorrer até 6 de outubro.
A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da Eztec, anunciado em 6 de agosto, é nesta quinta-feira, 13. A partir de sexta-feira, 14, as ações serão divulgadas ex-dividendo. O valor total é de R$ 26,2 milhões, correspondente a R$ 0,09 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos aos acionistas até 28 de agosto de 2026.
A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da Tenda, anunciado em 7 de agosto, é nesta quinta-feira, 13. A partir de sexta-feira, 14, as ações serão divulgadas ex-dividendo. O pagamento dos dividendos intercalares será realizado em uma única parcela no dia 30 de dezembro de 2026 no valor de R$ 0,63 por ação ordinária.
Divulgam resultado do 2T26 nesta quinta, 13:
Antes da abertura do mercado:
Banrisul (BRSR6)
Após o fechamento do mercado:
CPFL (CPFE3)
Cemig (CMIG3)
MBRF (MBRF3)
Compass (PASS3)
Sanepar (SAPR11)
Cyrela (CYRE3)
Braskem (BRKM5)
Nubank (ROXO34)
Azul (AZUL3)
JHSF (JHSF3)
Orizon (ORVR3)
M.Dias Branco (MDIA3)
Três Tentos (TTEN3)
IRB (IRBR3)
Dasa (DASA3)
Banco Bmg (BMGB4)
União Pet (AUAU3)
Yduqs (YDUQ3)
LWSA (LWSA3)
Randoncorp (RAPT3)
Light (LIGT3)
Priner (PRNR3)
Trisul (TRIS3)
Even (EVEN3)
Syn (SYNE3)
Tecnisa (TCSA3)
IMC (MEAL3)
Grupo Mateus (GMAT3)
Infracommerce (IFCM3)
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