IVVB11 iShares S&P 500 Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Indice - Investimento no Exterior – Cotação Hoje
iShares S&P 500 Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Indice - Investimento no Exterior
Resumo Fundamentalista de IVVB11
O ativo IVVB11 (iShares S&P 500 Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Indice - Investimento no Exterior) está sendo negociado hoje a R$ 439,95, acumulando uma variação de +0.18% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 372,40 e a máxima de R$ 461,49. O ETF tem por objetivo replicar o índice benchmark S&P 500, inserido na classe de Internacional (EUA) sob gestão de BlackRock Brasil (iShares) com taxa de administração de 0,23% a.a..
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Carteiras de ações recomendadas de outubro de Itaú, Genial, Monte Bravo, Planner e Ágora destacam Petrobras
Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo Veja as carteiras recomendadas para outubro de Itaú, Genial, Monte Bravo, Planner e Ágora e as principais mudanças antes da eleição. Foto: Foto: Wilton Junior/ Estadão Setembro terminou com alta de 5,03% do Ibovespa e a Selic em 13,75% ao ano. Agora, os investidores voltam as atenções ao primeiro turno das eleições, marcado para domingo, 4 de outubro. No exterior, o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) elevou os juros para a faixa de 3,75% a 4% ao ano, enquanto o petróleo voltou a se aproximar de US$ 100 por barril. Para quem monta uma carteira de ações, o cenário exige acompanhar a política fiscal, o custo do dinheiro e os preços das commodities. PUBLICIDADE Nesse contexto, as cinco casas de análise acompanhadas adotaram estratégias diferentes para outubro. Itaú BBA, Genial, Monte Bravo e Planner mexeram nas seleções, ora aumentando a exposição a empresas domésticas mais sensíveis aos juros, ora preservando proteção no dólar e nas commodities. A Ágora preferiu não tocar na Top 10. Petrobras (PETR4) é o ponto de encontro entre estratégias que, no restante, pouco se parecem. A estatal entrou nas carteiras do Itaú, da Monte Bravo e da Planner, permanece na Ibovespa 5+ da Genial e continua entre as dez escolhas da Ágora. Apesar dos cortes da Selic, as taxas de juros de longo prazo no Brasil continuam sensíveis às incertezas sobre as contas públicas. Nos Estados Unidos, o Fed elevou os juros em setembro. Já as tensões no Oriente Médio mantêm o petróleo no radar dos investidores. Publicidade Itaú troca três das cinco ações O Itaú BBA substituiu três dos cinco ativos da Top 5 para outubro. Saíram BTG Pactual (BPAC11), Axia Energia (AXIA3) e Suzano (SUZB3), dando lugar a XP Inc. (XPBR31), Sabesp (SBSP3) e Petrobras. Embraer (EMBJ3) e Eneva (ENEV3) permaneceram na seleção. Cada posição representa 20% da carteira. Segundo o Itaú BBA, a substituição de BTG Pactual por XP amplia a exposição a uma eventual recuperação do mercado de capitais. O banco continua avaliando positivamente os fundamentos do BTG, mas considera que a XP oferece uma relação mais favorável entre risco e potencial de valorização. A Sabesp ocupa o lugar da Axia Energia. O Itaú BBA vê potencial de crescimento na companhia paulista, associado ao programa de investimentos e à ampliação da cobertura de água e esgoto. Para o banco, o resultado mais fraco do segundo trimestre não altera os fundamentos que sustentam a recomendação. A instituição atribui parte da pressão a fatores temporários e destaca a possibilidade de participação em novas concessões. Publicidade A Petrobras completa as mudanças, substituindo a Suzano. O Itaú cita produção crescente no pré-sal, margens favoráveis no refino e geração de caixa suficiente para sustentar dividendos. Ao mesmo tempo, acompanha o aumento das discussões sobre investimentos em negócios adjacentes, ponto que coloca a disciplina de capital no radar. Genial tenta carregar dois cenários na mesma carteira A Genial fez três trocas na Ibovespa 10+. Saíram Petrobras, Eneva e LWSA (LWSA3), enquanto JHSF (JHSF3), Embraer e Mills (MILS3) passaram a integrar a seleção. Permanecem Fleury (FLRY3), Ultrapar (UGPA3), Gerdau (GGBR4), Méliuz (CASH3), BB Seguridade (BBSE3), Vibra Energia (VBBR3) e Caixa Seguridade (CXSE3). Segundo a Genial, a composição busca reduzir a dependência de um único cenário para juros e câmbio. Embraer e Gerdau têm receitas relevantes no exterior, o que pode favorecer seus resultados em reais quando a moeda brasileira se desvaloriza. JHSF, Mills e Méliuz estão mais ligadas à economia doméstica e podem se beneficiar de uma redução dos juros. Fleury, Ultrapar, Vibra e as duas seguradoras complementam a seleção com negócios que a casa destaca pela geração de caixa. Publicidade A JHSF entra na carteira após registrar lucro de R$ 445 milhões no segundo trimestre de 2026, ante R$ 246 milhões no mesmo período de 2025. Além da incorporação de imóveis de alto padrão, a companhia tem receitas recorrentes de shopping centers, hotelaria e serviços. Na Embraer, a Genial destaca a melhora dos resultados: o lucro do segundo trimestre passou de R$ 397 milhões em 2025 para R$ 1,09 bilhão em 2026. Já a Mills, que atua na locação de máquinas e equipamentos para construção, mineração e indústria, foi escolhida pela exposição aos investimentos em infraestrutura e pelo endividamento considerado baixo pela casa. A casa também mexeu na Ibovespa 5+, sua seleção mais concentrada. Fleury e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) entraram nos lugares de BB Seguridade e Copasa (CSMG3). Ultrapar, Vibra e Petrobras continuam na carteira. Publicidade Monte Bravo diminui proteção no exterior CONTiNUA APÓS PUBLICIDADE A Monte Bravo fez uma rotação mais explícita entre ativos dolarizados e empresas domésticas. A corretora reduziu Suzano de 7,5% para 5% e cortou pela metade a participação no IVVB11, ETF (fundo de índice) que acompanha o S&P 500 em reais, de 10% para 5%. Copel (CPLE3) deixou completamente a seleção. Na outra ponta, entram Localiza (RENT3), Cyrela (CYRE3) e BTG Pactual, cada uma com 5%, além da Petrobras, que estreia com 7,5%. Para acomodar a mudança sem aumentar demais a concentração, a Monte Bravo também reduziu as posições em Direcional (DIRR3), Nubank (ROXO34) e Sabesp de 7,5% para 5%. O resultado é uma carteira com peso maior em empresas domésticas que podem responder à curva de juros e à percepção de risco sobre o Brasil. Localiza depende fortemente do custo de financiamento de sua frota, enquanto Cyrela e Direcional carregam exposição ao mercado imobiliário. BTG adiciona uma tese ligada ao mercado financeiro. Petrobras ocupa outro espaço, com receita associada ao petróleo e ao câmbio. Publicidade A Monte Bravo divide a estratégia em três blocos. Sessenta por cento ficam na chamada carteira estrutural, formada por empresas que a equipe pretende carregar por períodos mais longos. Outros 20% seguem uma estratégia de momento, enquanto os 20% restantes procuram oportunidades específicas identificadas pela equipe de análise. Planner faz só duas trocas depois da reforma de setembro Ágora prefere não mexer no que já estava funcionando A Ágora tomou o caminho menos movimentado. Não houve nenhuma alteração na carteira Top 10 para outubro. Permanecem Allos (ALOS3), Axia Energia, B3 (B3SA3), BTG Pactual, Copasa, Isa Energia (ISAE4), Petrobras, Sabesp, Vale (VALE3) e Vibra Energia. Publicidade A ausência de mudanças não significa uma carteira concentrada em uma única tese. Saneamento e energia seguem representados por Axia, Copasa, Isa e Sabesp. B3 e BTG mantêm exposição ao mercado financeiro e à atividade no mercado de capitais. Petrobras, Vale e Vibra deixam uma parcela relevante da seleção vinculada a commodities, energia e combustíveis. Até 28 de setembro, a Top 10 acumulava alta de 5,5% no mês, acima dos 3,1% registrados pelo Ibovespa no mesmo recorte. Em 2026, a diferença também era favorável à carteira, com valorização de 17,1%, ante 13,6% do índice até aquela data. Segundo o relatório da Ágora, a estratégia combina empresas com balanços robustos, geração de caixa e capacidade de distribuir dividendos, companhias que podem se beneficiar da redução gradual dos juros e exportadoras que ajudam a diversificar a exposição da carteira ao cenário externo. Publicidade Nova Formação em Investimentos do Estadão Você está construindo o seu patrimônio para ter uma reserva financeira ou para gerar renda recorrente no futuro? A nova Formação em Investimentos do Estadão te ajuda a trilhar este caminho. 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Carteira Top 10 BDRs Safra: seleção de outubro
Resumo A Carteira Top 10 BDRs do Banco Safra substitui Alphabet por Microsoft em outubro, priorizando exposição ampla à inteligência artificial via Azure, Copilot e participação na OpenAI. Microsoft apresenta trajetória de crescimento mais clara com expectativa de resultados robustos, enquanto Alphabet enfrenta maior risco competitivo de ferramentas de IA em buscas. A carteira amplia participação do ETF S&P 500 para 30% e concentra tese de crescimento em tecnologia, com Microsoft, Meta, NVIDIA e TSMC cobrindo infraestrutura, software, semicondutores e publicidade digital. Resumo supervisionado por jornalista. A Carteira Top 10 BDRs do Safra promove uma substituição e ajustes de pesos em outubro. A principal mudança é a entrada de Microsoft (MSFT34) no lugar de Alphabet (GOGL34), após a valorização recente da companhia controladora do Google. Segundo os especialistas do Safra, a Microsoft apresenta uma trajetória de crescimento mais clara, com expectativa de resultados robustos na próxima temporada de balanços. A tese combina a exposição à infraestrutura de inteligência artificial por meio da plataforma Azure, a expansão de ferramentas como o Copilot e a relevância estratégica da participação na OpenAI. A carteira também aumenta a posição em Meta (M1TA34), reduz a exposição a Amazon (AMZO34) e ajusta os pesos entre JPMorgan (JPMC34) e Goldman Sachs (GSGI34). Além disso, amplia a participação do ETF iShares S&P 500 (IVVB11), que passa a representar 30% da seleção. O que são BDRs Os BDRs, sigla para Brazilian Depositary Receipts, são títulos emitidos e negociados no Brasil que representam ativos listados em bolsas internacionais. Na prática, eles permitem ao investidor acessar empresas globais sem a necessidade de abrir conta no exterior ou operar diretamente em mercados estrangeiros. Dessa forma, o investidor pode diversificar a carteira com exposição a companhias americanas e outros ativos internacionais por meio da B3. A Carteira Top 10 BDRs do Safra passa por revisão mensal automática pelos especialistas do banco. O processo busca atualizar a composição e os pesos recomendados conforme a evolução das teses de investimento e do cenário de mercado, o que oferece mais comodidade ao investidor. Microsoft entra no lugar de Alphabet A saída de Alphabet (GOGL34) abre espaço para Microsoft (MSFT34) na carteira de outubro. O Safra continua confiante na tese da Alphabet, mas aponta maior risco para o negócio de buscas diante do avanço de ferramentas de inteligência artificial capazes de executar pesquisas e navegação na internet. Por outro lado, a Microsoft reúne exposição ampla à inteligência artificial. A companhia atua na infraestrutura de nuvem com o Azure e avança na monetização de aplicações, como o Copilot. O Safra também destaca a crescente adoção desses produtos e uma avaliação considerada atrativa em relação ao potencial de resultados. Meta ganha espaço; Amazon perde peso A Meta (M1TA34) teve o peso ampliado em dois pontos percentuais. A decisão ocorre após o lançamento bem-sucedido de um novo produto e diante de uma percepção mais positiva sobre os investimentos da companhia. A empresa combina crescimento das receitas de publicidade com uso de inteligência artificial para reforçar a monetização de suas plataformas e controlar custos. Além disso, o Safra avalia que a ação negocia a múltiplos mais atrativos em comparação com outras gigantes de tecnologia. Para acomodar a mudança, a Amazon (AMZO34) teve sua participação reduzida. Ainda assim, a companhia permanece na carteira, sustentada pelo potencial de crescimento da AWS, do negócio de publicidade, da logística para terceiros e do uso de automação no comércio eletrônico. Serviços financeiros têm pesos equalizados No setor financeiro, a carteira reduz a exposição a JPMorgan (JPMC34) e amplia a participação em Goldman Sachs (GSGI34), deixando os dois ativos com peso de 10%. A tese para Goldman Sachs (GSGI34) considera uma possível aceleração nas atividades de banco de investimento, negociações e gestão de recursos. Entre os vetores estão um ambiente mais favorável para operações de fusões e aquisições, a monetização de ativos de private equity e a retomada de ofertas públicas iniciais de empresas de tecnologia. O JPMorgan (JPMC34) mantém presença na seleção devido ao modelo de negócios diversificado, à atuação no mercado de capitais e à capacidade de ganho de participação em suas principais linhas de negócio. Composição da carteira em outubro Ativo Setor Peso Descrição resumida Amazon (AMZO34) Consumo 4% Exposição à expansão da AWS, da publicidade, da logística para terceiros e ao uso de inteligência artificial no e-commerce. Eli Lilly (LILY34) Saúde 10% Tese apoiada na demanda global por medicamentos GLP-1, no avanço de tratamentos para Alzheimer e no pipeline de novos produtos. JPMorgan (JPMC34) Serviços financeiros 10% Banco diversificado, com presença relevante em investment banking e potencial de ganho de participação de mercado. Goldman Sachs (GSGI34) Serviços financeiros 10% Potencial de captura de uma retomada em fusões e aquisições, IPOs, negociações e gestão de recursos. Meta (M1TA34) Tecnologia 7% Crescimento da publicidade, monetização de inteligência artificial e disciplina de custos sustentam a alocação. Microsoft (MSFT34) Tecnologia 6% Exposição ao crescimento da inteligência artificial via Azure, Copilot e participação na OpenAI. NVIDIA (NVDC34) Tecnologia 10% Liderança em semicondutores, software e infraestrutura para inteligência artificial. TSMC (TSMC34) Tecnologia 9% Papel central na cadeia global de chips avançados e em soluções de empacotamento para inteligência artificial. NextEra (NEXT34) Utilidades básicas 4% Combina receitas reguladas com crescimento em energia renovável e armazenamento. ETF iShares S&P 500 (IVVB11) Bolsa americana 30% Exposição diversificada a 500 grandes empresas listadas nos Estados Unidos. Tecnologia concentra a tese de crescimento A inteligência artificial permanece como um dos principais vetores da carteira. Microsoft (MSFT34), Meta (M1TA34), NVIDIA (NVDC34) e TSMC (TSMC34) reúnem exposição a diferentes elos dessa cadeia, que inclui infraestrutura em nuvem, software, semicondutores, publicidade digital e capacidade de produção de chips avançados. A NVIDIA (NVDC34) segue apoiada pela demanda por plataformas voltadas à inteligência artificial, enquanto a TSMC (TSMC34) ocupa posição estratégica na fabricação de semicondutores de última geração. Já a NextEra (NEXT34) adiciona uma frente ligada à crescente demanda por energia para data centers. Histórico da carteira Em setembro de 2026, a Carteira Top 10 BDRs recuou 0,07%, ante queda de 0,59% do S&P 500 no período. No acumulado do ano, a seleção avançava 3,29%, enquanto o índice americano registrava alta de 4,91%. Desde o início, em junho de 2015, a carteira acumulava valorização de 786,22%, contra 547,07% do S&P 500. Em 82 de 138 meses, ou 59,4% do período, a seleção superou o índice de referência.
Perguntas Frequentes sobre IVVB11
Qual é a cotação de IVVB11 hoje na B3?
Quanto a IVVB11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de IVVB11?
O que significa o P/L e o P/VP de IVVB11?
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