VI

VISC11 Vinci Shopping Centers Fundo de Investimento Imobiliario - FII Cotas – Cotação Hoje

🏢 FII Tijolo - Shoppings

Vinci Shopping Centers Fundo de Investimento Imobiliario - FII Cotas

CNPJ: 17554274000125

Preço Atual
R$ 105,51
+1.67%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 11 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 11/11 (100.0%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 10.24% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
107 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.90x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 0.90x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: +0.0%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 3.04 bilhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 12.90 milhões

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Tijolo - Shoppings

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Listado desde 2017 (9 anos na B3)

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 10.24% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.1% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 180,00
Rendimento Anual (12M) R$ 10,80
Margem de Segurança +41.38%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2026-06-30

Portfólio de Imóveis & Vacância Física

Total de Imóveis 32 ativos imobiliários
Área Bruta Locável (ABL) 1.244.517 m² área total locável
Vacância Ponderada
5,78%
ponderada por ABL
Imóveis com Vacância 32 de 32 imóveis
Imóvel & Tipo Endereço / Cidade Área (ABL) Vacância Part. Receita
Prudenshopping Imóveis para renda acabados Av. Manoel Goulart, 2400 - Jardim das Rosas - Presidente Prudente - SP 31.108 m² 5,34% 11,15%
Shopping Praia da Costa Imóveis para renda acabados Avenida Doutor Olivio Lira, 353 - Praia da Costa, Vila Velha/ES 39.765 m² 8,67% 6,99%
Campinas Shopping Imóveis para renda acabados Rua Jacy Teixeireira de Camargo, 940 - Campinas/SP 36.165 m² 4,19% 6,69%
Porto Velho Shopping Imóveis para renda acabados Av. Prefeito Chiquilito Erse, 3288 - Porto Velho/RO 44.824 m² 6,23% 6,60%
Shopping Paralela Imóveis para renda acabados Avenida Luiz Viana, 8544 - Salvador - BA 40.167 m² 3,87% 6,56%
BH SHOPPING Imóveis para renda acabados BR-356, nº 3049, no bairro Belvedere, região sul de Belo Horizonte 47.474 m² 2,35% 5,14%
Shopping Granja Vianna Imóveis para renda acabados Rodovia Raposo Tavares, 23.500 - Lageadinho, Cotia-SP 30.377 m² 6,52% 4,97%
Shopping Estação Curitiba Imóveis para renda acabados Avenida Sete de Setembro nº 2.775 - Curitiba - PR 27.663 m² 6,46% 4,90%
Pantanal Shopping Imóveis para renda acabados Av. Historiador Rubens de Mendonça (Av. CPA), 3300 - Cuiabá/MT 45.222 m² 1,41% 4,86%
North Shopping Maracanaú Imóveis para renda acabados Av. Carlos Jereissati, 100 - Maracanaú/CE 20.002 m² 2,48% 4,73%
Shopping Ribeirão Imóveis para renda acabados Avenida Coronel Fernando Ferreira Leite nº 1.540 - Ribeirão Preto/SP 74.988 m² 9,70% 4,31%
Villa Romana Imóveis para renda acabados Av. Madre Benvenuta, 687 - Santa Mônica, Trindade - Florianópolis - SC 22.439 m² 2,59% 3,34%
Natal Shopping Imóveis para renda acabados Avenida Senador Salgado Filho, 2234 - Natal, RN 28.363 m² 4,56% 2,89%
Shopping Iguatemi Fortaleza Imóveis para renda acabados Av. Washington Soares, 85 - Edson Queiroz, Fortaleza - CE 89.833 m² 7,89% 2,68%
Shopping Boulevard Imóveis para renda acabados Rua Barão de São Francisco, 236 - Rio de Janeiro/RJ 28.948 m² 7,42% 2,41%
Ilha Plaza Imóveis para renda acabados Av. Maestro Paulo e Silva, 400 - Rio de Janeiro - RJ 21.933 m² 4,89% 2,32%
Carioca Shopping Imóveis para renda acabados Av Vicente de Carvalho, 909 - Vila da Penha - RJ 33.918 m² 4,59% 2,06%
Pátio Belém Imóveis para renda acabados Trav. Padre Eutíquio, 1078 - Belém - PA 21.727 m² 3,85% 1,95%
Minas Shopping Imóveis para renda acabados Av. Cristiano Machado, 4000 - União - Belo horizonte - MG 45.861 m² 4,58% 1,84%
TERRENOS MIDWAY MALL Imóveis para renda acabados Av. Nevaldo Rocha, 3775 - Tirol, Natal - RN, 59015-450 67.796 m² 1,80% 1,65%
Shopping Bangu Imóveis para renda acabados Rua Fonseca, 240 - Bangu, Rio de Janeiro - RJ 57.982 m² 1,89% 1,64%
Via Sul Shopping Imóveis para renda acabados Av. Washington Soares, 4335 - Lagoa Sapiranga - Fortaleza - CE 25.847 m² 16,24% 1,52%
Shopping Conjunto Nacional Imóveis para renda acabados SDN, CNB - Asa Norte, Brasilia - DF 43.271 m² 3,31% 1,51%
Shopping Tacaruna Imóveis para renda acabados Avenida Governador Agamenon Magalhães, 153 - Sto Amaro, Recife - PE 49.898 m² 6,53% 1,46%
Shopping Madureira Imóveis para renda acabados Estr. do Portela, 222 - Madureira, Rio de Janeiro - RJ 37.000 m² 5,32% 1,43%
Shopping ABC Imóveis para renda acabados Av. Pereira Barreto, 42 - Santo André - SP 48.017 m² 2,50% 1,29%
West Shopping Imóveis para renda acabados Estrada do Mendanha, 450 / 550 e 555 - Rio de Janeiro - RJ 44.234 m² 1,70% 0,91%
Villagio Caxias Imóveis para renda acabados Rodovia RSC 453, 2780 - Desvio Rizzo, Caixas do Sul - RS 29.685 m² 2,89% 0,82%
Plaza Sul Imóveis para renda acabados Praça Leonor Kaupa, 100 - Jardim da Saúde, São Paulo - SP 23.500 m² 3,08% 0,72%
São Luís Shopping Imóveis para renda acabados Av. Prof. Carlos Cunha, 1000 - Jaracaty, São Luís - MA 56.226 m² 16,57% 0,49%
Center Shopping Rio Imóveis para renda acabados Avenida Geremario Dantas, 404 - Rio de Janeiro - RJ 15.144 m² 7,46% 0,09%
Shopping Crystal Imóveis para renda acabados Rua Comendador Araujo, 731 - Curitiba - PR 15.140 m² 25,43% 0,06%

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%
Outros 0,00%

Principais Títulos & CRIs em Carteira

CRI_25L2639507 - OPEASEC CRI • Taxa: N/D
R$ 15,14 mi
CRI_25L2639530 - OPEASEC CRI • Taxa: N/D
R$ 83,46 mi
FICFI ITAU SOBERANO RENDA FIXA SIMPLES LP CRI • Taxa: N/D
R$ 761.757,44
ITAÚ CORP FEDERAL PLUS RF CP FICFI CRI • Taxa: N/D
R$ 129,16 mi
GRANJA VIANNA 2019 EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES S.A. CRI • Taxa: N/D
R$ 100,00
SPE ANCAR NEVADA CRI • Taxa: N/D
R$ 2,03 mi
📑 Relatório Mensal CVM & Informes Estruturados

Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do VISC11.

Acessar Relatório CVM Completo →
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo VISC11 (Vinci Shopping Centers Fundo de Investimento Imobiliario - FII Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 105,51, acumulando uma variação de +1.67% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 100,00 e a máxima de R$ 113,50. O fundo atua no segmento de Tijolo - Shoppings, registrando um Dividend Yield (12M) de 10.24% e indicador P/VP de 0.90x.

Abertura
R$ 103,97
Fec. Ant: R$ 106,05
Variação Dia
Min: R$ 103,80
Max: R$ 106,05
52 Semanas
Mín: R$ 100,00
Máx: R$ 113,50
Volume
122.288
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: VISC11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.90
R$ 115,45
Patrimônio Líquido
R$ 3,04 Bi
Último Rendimento
R$ 0.8400
Pagto: 2026-10-15
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.8308
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 10.8000
acumulado no ano
Quantidade de Cotas
28,83 Mi
Liquidez Diária
122.288

Sobre a VISC11

Categoria / Segmento
Tijolo - Shoppings
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O VINCI SHOPPING CENTERS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO-FII (VISC11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Shoppings, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BRL TRUST DTVM S.A.
CNPJ
13486793000142
Telefone
(11) 3509-0600
Endereço
Rua Alves Guimarães, 1216, Pinheiros — São Paulo/SP - CEP 05410-002
RENDIMENTO R$ 0,8400
Pagamento: 15/10/2026
RENDIMENTO R$ 0,8400
Pagamento: 15/09/2026
RENDIMENTO R$ 0,8400
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,8400
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,8400
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,8400
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,8400
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,8400
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,8400
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,8100
Pagamento: 15/01/2026

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Kinea Hedge Fund entra com peso de 5%, negocia a 0,93 vez o valor patrimonial e paga dividend yield anualizado de 13% O BTG Pactual tirou o Hedge Brasil Shopping (HGBS11) e incluiu o Kinea Hedge Fund (KNHF11) na carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs) para outubro. O novo fundo entra com peso de 5% e marca a estreia da carteira no segmento de hedge funds. Os analistas também cortaram o Patria Crédito Estruturado (RBRY11) de 5% para 2% e o Bresco Logística (BRCO11) de 4,5% para 2,5%. Na outra ponta, elevaram o Vinci Logística (VILG11) para 5,5% e o Vinci Shopping Centers (VISC11) para 6%. Assinada por Matheus Oliveira, do BTG Pactual, com Caio Araujo, da Empiricus Research, como analista convidado, a carteira segue com 16 fundos. O dividend yield anualizado é de 11,3%, o equivalente a 87,2% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Como os rendimentos de FIIs são isentos de Imposto de Renda para pessoa física, a comparação com o CDI líquido do tributo sobe para 102,6%. A liquidez média diária dos fundos recomendados é de R$ 10,8 milhões. Publicidade Publicidade Por que o HGBS11 saiu Com a saída do HGBS11, que tinha peso de 3%, o número de fundos de shoppings na carteira caiu de quatro para três. Seguem no segmento o Vinci Shopping Centers, o HSI Malls (HSML11) e o Gazit Malls (GZIT11). A fatia do setor recuou de 11,5% para 10,5%. É menos que os 12,4% que os shoppings representam no IFIX (Índice de Fundos de Investimento Imobiliário), referência da carteira. “A posição em HGBS11 já possuía menor representatividade na carteira e foi desmontada em razão de um ajuste na exposição ao setor de shopping centers, tanto em relação ao peso da alocação quanto, principalmente, à quantidade de veículos”, escreveram Matheus Oliveira e Caio Araujo. O espaço foi para o Vinci Shopping Centers, cujo peso passou de 4% para 6%. Gerido pela Vinci Compass, o fundo tem cerca de 310 mil m² de ABL (área bruta locável) própria, espalhados por dezenas de empreendimentos em várias regiões do país. A cota negocia com P/VPA (preço sobre valor patrimonial) de 0,89 vez e dividend yield anualizado de 9,8%. Para o BTG, a tese passa pela captura operacional das aquisições recentes e pela reciclagem de ativos, com potencial de ganho de capital e reforço de caixa. Aposta no Kinea Hedge Fund Lançado em fevereiro de 2023, o Kinea Hedge Fund é um FII multiestratégia com patrimônio líquido de R$ 1,946 bilhão. No fim de agosto, tinha 57,1% dos recursos em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), 30,5% em imóveis e 10,2% em cotas de outros FIIs. Ações somavam 1,1% e o caixa, 8%. A conta passa de 100% por causa de operações compromissadas, que os analistas consideram em patamar controlado. “A grande vantagem de um FII hedge fund está justamente nessa liberdade de mandato: o veículo consegue capturar a valorização dos imóveis e, ao mesmo tempo, gerar renda com ativos de crédito”, afirmaram Oliveira e Araujo. No crédito, 40% do patrimônio está indexado ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). A taxa média de aquisição foi de IPCA + 10,42% ao ano, e a marcação a mercado está perto de IPCA + 12,2%. Outros 17,1% seguem o CDI, comprados em média a CDI + 3,25%. No tijolo, o fundo tem lajes corporativas no Edifício São Luiz e no HL Faria Lima, ambas com vacância zerada. Completam a parcela imobiliária uma fatia de 25% do Shopping Uberaba e unidades residenciais no Cidade Matarazzo. A distribuição é linearizada em R$ 1,00 por cota, dentro de um guidance entre R$ 0,95 e R$ 1,05. Segundo o BTG, a reserva acumulada de R$ 1,58 por cota dá conforto adicional ao fluxo de rendimentos. Cotado a R$ 92,37, o KNHF11 negocia a 0,93 vez o valor patrimonial, com desconto maior que a sua média histórica, e paga dividend yield anualizado de 13%. Com a entrada, a Kinea passa a responder por 33% da carteira, somando também KNCR11 e KNIP11. Menos crédito estruturado, logística mais seletiva O corte mais forte veio no crédito. O Patria Crédito Estruturado perdeu três pontos percentuais de peso, mesmo entregando o maior dividend yield anualizado entre os fundos de recebíveis da carteira, de 14,5%. O fundo do Pátria tem 85% da carteira atrelada ao CDI, com taxa contratada de CDI + 4,1% ao ano. Os outros 15% estão em IPCA + 6,1%. Segundo o relatório, os spreads acima dos de operações high grade refletem um perfil de risco mais arrojado. “A redução em RBRY11 é justificada por uma postura mais rigorosa em relação ao crédito estruturado”, explicaram os analistas. Mesmo menor, o segmento de recebíveis segue como o maior da carteira, com 44% do total, ante 47% em setembro. Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) e Kinea Índice de Preços (KNIP11) continuam como as maiores posições, com 14% cada. Nos galpões, o BTG trocou peso do Bresco Logística pelo Vinci Logística, em busca de teses com maior potencial de captura de valor. O segmento passou de 25% para 24% da carteira. Desempenho e perspectivas Em setembro, a carteira caiu 0,82%, desempenho pior que o do IFIX, que recuou 0,20%. No ano, porém, o portfólio sobe 0,48%, enquanto o índice acumula queda de 0,53%. Desde o início, em julho de 2019, a carteira acumula valorização de 64,32%, contra 43% do IFIX. O cálculo considera dividendos e a variação das cotas no mercado secundário. A reprecificação dos juros globais pesou sobre os ativos de risco no mês. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) retomou as altas de juros, com o petróleo pressionado pelas tensões no Estreito de Ormuz. No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic para 13,75% ao ano, mas a desinflação ficou menos linear. Para outubro, os analistas esperam que a eleição ganhe protagonismo nas expectativas sobre contas públicas e juros longos. Nos FIIs, o diagnóstico é de aversão a risco persistente, alimentada por juros altos, incertezas domésticas e externas, mudanças na dinâmica dos fluxos e preocupação com o risco de crédito. “Para os fundos de tijolo, em especial, a assimetria nos parece favorável, diante de um desconto acima da média histórica da categoria”, avaliaram Oliveira e Araujo. Na média, os 16 fundos da carteira negociam a 0,88 vez o valor patrimonial. O dividend yield dos últimos 12 meses é de 11,9%, e o retorno no período, de 6,7%.

O desconto dos FIIs de shopping conta toda a história? Entenda os riscos e veja um fundo imobiliário do segmento para investir agora
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O desconto dos FIIs de shopping conta toda a história? Entenda os riscos e veja um fundo imobiliário do segmento para investir agora

Existem hoje duas fotografias possíveis do mesmo shopping. Na primeira, os corredores continuam movimentados, a praça de alimentação segue ocupada e a vacância permanece próxima das mínimas históricas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na segunda, as vendas reais perdem força e os lojistas enfrentam um ambiente de crédito mais restritivo e maior comprometimento da renda das famílias. As duas imagens são verdadeiras. Juntas, mostram um setor operacionalmente saudável, mas ainda bastante sensível ao ciclo econômico. É essa combinação — operação resiliente, vendas mais fracas e preços descontados na Bolsa — que define a análise dos fundos imobiliários (FIIs) de shopping. Um setor defensivo e com perfil “beta” A indústria brasileira tem escala: segundo a Abrasce, são 658 shopping centers, 18,3 milhões de metros quadrados de área bruta locável, cerca de 471 milhões de visitantes por mês e faturamento de R$ 200,9 bilhões em 2025. Do ponto de vista imobiliário, os ativos reúnem características defensivas. A diversificação da base de lojistas e a pulverização entre segmentos reduzem os riscos de crédito e de vacância. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mediana de vacância dos shoppings do Brasil Fontes: Abrasce e BTG Pactual. Em ambientes favoráveis, contratos reajustados e aluguéis percentuais permitem capturar crescimento real. É justamente aí que aparece o “beta”: vendas, receitas variáveis e negociações de aluguel respondem ao consumo, à renda, ao emprego e à confiança das famílias. Leia Também A proteção existe, mas não é infinita Por outro lado, as vendas dos lojistas vêm apresentando perda de fôlego há algum tempo. O movimento reforça os sinais de enfraquecimento do consumo, em um ambiente de juros elevados, crédito mais restritivo e maior comprometimento da renda das famílias. Segundo estudo da Abrasce, mais da metade dos motivos de visita está ligada a experiências e serviços, como lazer, alimentação, cinema e eventos. Essa transformação ajuda a explicar por que o tráfego pode permanecer firme mesmo quando o varejo desacelera. Até o momento, essa desaceleração não foi observada nos indicadores operacionais mais sensíveis, como inadimplência e custo de ocupação, que permanecem em níveis controlados. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A inadimplência, contudo, é um indicador mais tardio e pode reagir somente após um período prolongado de enfraquecimento das vendas. Caso essa divergência persista, poderá pressionar, na margem, os aluguéis percentuais, os spreads das renovações e a capacidade de repassar reajustes reais. Os níveis de vacância, custo de ocupação e inadimplência oferecem proteção no curto prazo, mas não eliminam a sensibilidade do segmento à desaceleração do consumo. Com isso, a estimativa é que o crescimento dos resultados fique mais próximo da inflação. Em 2027, a Reforma Tributária entra na conta Há ainda uma variável que ganhará relevância em 2027. A CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) entra em regime integral, enquanto o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) permanece com alíquota de transição. Para as operações de locação sujeitas ao regime regular, a legislação prevê redução de 70% das alíquotas de IBS e CBS. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Fundos listados que atendam aos requisitos relativos ao número e à concentração de cotistas não serão automaticamente contribuintes, mas poderão optar, de forma irretratável, pelo regime regular. Ficar fora significa não recolher os tributos sobre a receita de locação, mas também não aproveitar créditos sobre despesas e investimentos. Para shopping centers — ativos intensivos em energia, segurança, limpeza, manutenção, publicidade e obras —, os tributos pagos ao longo da cadeia podem se transformar em custos definitivos. Optar pelo regime regular permite aproveitar créditos, mas traz incidência sobre as receitas. Não existe uma resposta única: a estrutura de custos, o volume de capex, a capacidade de aproveitar créditos e o eventual repasse aos lojistas determinarão o efeito sobre o resultado distribuível. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE QUER INVESTIR MELHOR? Comece o dia descobrindo o que move o mercado financeiro e os seus investimentos, de forma 100% gratuita! Telefone VEJA AQUI Desconto não é tudo Na Bolsa, a fotografia parece convidativa. Os FIIs de shopping sob cobertura negociam perto de 0,85 vez o valor patrimonial, abaixo da média histórica de aproximadamente 0,93 vez. A combinação de custo de capital elevado, atratividade da renda fixa e moderação do consumo ajuda a explicar o desconto. Se a queda dos juros e dos prêmios domésticos ganhar consistência, existe espaço para reprecificação. FIIs de Shopping Centers: histórico P/VP Fontes: Economatica e BTG Pactual. O dividend yield também mostra atratividade, mas exige uma segunda leitura. Embora permaneça em patamar historicamente elevado, parte dos proventos recentes foi sustentada por receitas não recorrentes, como ganhos de capital com vendas de ativos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na média ponderada pelo valor de mercado, o resultado distribuído pelos fundos analisados está cerca de 13% acima do resultado recorrente, medido pelo FFO (Funds From Operations). O yield de tela, portanto, pode superestimar a renda estrutural que o portfólio é capaz de gerar. FIIs de Shopping Centers: histórico de Dividend Yield (12M) Fontes: Economatica e BTG Pactual. O momento pede seletividade: portfólios dominantes, baixa vacância, custo de ocupação equilibrado, valuation atrativo e dividendos cobertos pelo resultado recorrente. O desconto pode representar uma oportunidade, especialmente se os juros caírem, mas o curto prazo permanece sob observação, sobretudo na ponta dos rendimentos. Em relatório especial no Empiricus+, atualizamos a cobertura dos fundos do setor e apontamos nossas preferências, com portfólios de qualidade e potencial de captura de valor por meio de ganhos de capital e/ou distribuição de rendimentos. O resumo de um deles está disponível abaixo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE VISC11: momento favorável O Vinci Shopping Centers (VISC11) é um fundo de shopping centers gerido pela Vinci Compass, com participação em 32 empreendimentos distribuídos por 15 estados e pelo Distrito Federal, totalizando aproximadamente 310 mil m² de ABL própria. O portfólio combina diversificação geográfica e exposição a diferentes administradoras, com gestão ativa voltada à aquisição, à exploração e à reciclagem de ativos. O desempenho operacional permanece favorável, enquanto a gestão avançou na ampliação da participação no Midway Mall e na reciclagem do portfólio. A venda de participações em cinco shoppings e a potencial alienação de participações em nove empreendimentos somam cerca de R$ 830 milhões, com ganho líquido estimado de R$ 3,04 por cota, condicionado à conclusão da segunda transação e à monetização das cotas recebidas. Esses movimentos reforçam a flexibilidade financeira e o potencial de distribuição do fundo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE VISC11: Distribuição de rendimentos Fontes: Economatica e BTG Pactual. Mantemos um viés positivo para o VISC11, apoiado na diversificação do portfólio e no bom desempenho operacional dos shoppings. Entre as principais avenidas de valor, destacamos a potencial captura dos resultados decorrentes das aquisições recentes e a reciclagem de ativos, que pode combinar ganhos de capital com maior flexibilidade financeira, contribuindo para elevar o patamar de rendimentos. Um abraço, Caio CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre VISC11

Qual é a cotação de VISC11 hoje na B3?
A cotação de VISC11 hoje está em R$ 105,51. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 103,80 e máxima de R$ 106,05.
Quanto a VISC11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de VISC11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de VISC11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de VISC11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

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