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EGIE3 ENGIE Brasil Energia S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3 Energia Elétrica

ENGIE Brasil Energia S.A.

CNPJ: 02474103000119

Preço Atual
R$ 30,70
+4.03%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise Fundamentalista • Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

🛡️ Buy and Hold

Atende a 8 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.

Pontuação dos Critérios 8/12 (66.7%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 35.70 Bi) maior que Lucro (R$ 4.91 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 32.74% (Acima de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio histórico: 9.74% a.a.

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
CAGR Receita 5A: 0.96% | CAGR Lucro 5A: 0.43%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 2.78x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor consolidado: Energia Elétrica

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Blue Chip reconhecida na B3

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Fundada em 1994 (32 anos de mercado)

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 8.86x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 4.37x (Acima de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 12.63x (Acima de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 100% (Proteção de 80% a 100%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Abaixo do Preço Teto (Margem de Segurança)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 46,10
DPA Médio (5 anos) R$ 2,77
Margem de Segurança +50.16%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Ágio (Acima do Valor Intrínseco)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 28,77
LPA R$ 3,47
VPA R$ 10,60
Margem / Potencial -6.29%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo EGIE3 (ENGIE Brasil Energia S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 30,70, acumulando uma variação de +4.03% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 27,30 e a máxima de R$ 39,09. A companhia está inserida no setor de Energia Elétrica. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 8.86x e P/VP de 2.78x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 9.37%.

Abertura
R$ 30,22
Fec. Ant: R$ 30,41
Variação Dia
Min: R$ 29,52
Max: R$ 30,70
52 Semanas
Mín: R$ 27,30
Máx: R$ 39,09
Volume
3.786.700
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: EGIE3

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores de Valuation

8.86
2.78
R$ 3,47
R$ 10,60
12.63
P/Receita (PSR)
3.18
P/FCO
10.25
P/FCL
37.54
EV/Receita Líq.
5.79
EV/FCO
18.66
EV/FCL
68.35
Earning Yield
7.92%
Enterprise Value
R$ 79,18 Bi
R$ 43,48 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
4.37
Dív. Líquida/PL
2.38
Dívida Líquida
R$ 35,70 Bi
Liq. Corrente
1.09
PL/Ativos
0.27
Passivos/Ativos
0.75
Liq. Seca
1.09
Liq. Imediata
1.05

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
48.48%

Indicadores de Rentabilidade

26.37%
10.97%
7.15%
Giro do Ativo
0.25

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
0.96%
CAGR Lucro
0.43%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 47.45%
Margem EBITDA 59.75%
Margem Operacional 48.48%
Margem Líquida 30.83%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 4,24 Bi
FCL R$ 1,16 Bi
Caixa Total R$ 6,45 Bi
Caixa/Ação R$ 4,55
Receita e Dívida
Receita Total R$ 13,68 Bi
Lucro Bruto R$ 6,49 Bi
EBITDA R$ 8,17 Bi
Dívida Total R$ 37,46 Bi
Crescimento (Trimestral YoY)
Receita (YoY) 14.90%
Lucro (YoY) 31.59%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 12.860,08 Mi R$ 11.218,64 Mi R$ 10.747,78 Mi R$ 11.906,60 Mi
Lucro Bruto R$ 6.006,56 Mi R$ 6.106,58 Mi R$ 5.907,14 Mi R$ 5.589,19 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 6.268,32 Mi R$ 7.682,05 Mi R$ 6.360,30 Mi R$ 5.800,58 Mi
Lucro Líquido R$ 2.857,92 Mi R$ 4.302,84 Mi R$ 3.429,06 Mi R$ 2.664,57 Mi

Sobre a EGIE3

Setor
Energia Elétrica
Indústria / Segmento
Energia Elétrica
Funcionários
1.048
Market Cap
R$ 41,80 Bi
Descrição do Negócio

A Engie Brasil Energia S.A., listada na B3 sob o ticker EGIE3, é uma companhia de energia criada em 1998 a partir dos ativos de geração da antiga Gerasul, posteriormente chamada Tractebel Energia. A empresa atua no setor elétrico brasileiro com foco em geração e comercialização de energia. Seu portfólio reúne ativos hidrelétricos, eólicos, solares e de biomassa, além de projetos de transmissão e participações em infraestrutura energética. A companhia opera usinas próprias e participações em empreendimentos de grande porte no sistema elétrico nacional. No mercado, a Engie Brasil figura entre as maiores geradoras privadas do país e compete com grupos nacionais e internacionais em leilões e contratos bilaterais. O modelo de negócio combina ativos regulados e contratos de energia de longo prazo com exposição ao mercado livre. Com sede em Florianópolis, a empresa tem ativos distribuídos em diversas regiões do Brasil e participação relevante na matriz renovável. Sua escala operacional inclui dezenas de usinas em operação e estrutura corporativa especializada em gestão de projetos e ativos de infraestrutura.

DIVIDENDO R$ 0,5442
Pagamento: N/A
DIVIDENDO R$ 0,4883
Pagamento: 20/05/2026
JCP R$ 0,0875
Pagamento: 20/05/2026
DIVIDENDO R$ 0,8814
Pagamento: 23/12/2025
DIVIDENDO R$ 0,8765
Pagamento: 23/12/2025
JCP R$ 0,3064
Pagamento: 07/02/2025
DIVIDENDO R$ 1,1432
Pagamento: 27/05/2025
DIVIDENDO R$ 1,2188
Pagamento: 26/07/2024
JCP R$ 0,1777
Pagamento: 26/07/2024
DIVIDENDO R$ 0,9403
Pagamento: 27/12/2023

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Ibovespa: “Bolsa tem bom desempenho em três das últimas quatro votações”
B3 •

Ibovespa: “Bolsa tem bom desempenho em três das últimas quatro votações”

Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 02/10/2026 - 9:34 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar A proximidade das eleições coloca os ativos brasileiros no radar dos investidores. Contudo, um levantamento da Economatica revela que a volatilidade política não se traduz necessariamente em desempenho negativo para a Bolsa, com a maioria das eleições presidenciais recentes registrando ganhos para as ações brasileiras. O que aconteceu Ações na eleição: Estudo da Economatica mostra que em três das últimas quatro eleições, a Bolsa teve mediana positiva em outubro. Setores como transporte e logística, bens industriais e imobiliário registraram os maiores retornos médios durante o mês eleitoral. Treze ações, incluindo Simpar (SIMH3), Tegma (TGMA3) e Itaúsa (ITSA4), apresentaram desempenho positivo em outubro nas quatro eleições presidenciais analisadas. O levantamento, que considera empresas negociadas desde 2010, mostra ainda uma vantagem expressiva para setores mais ligados à economia doméstica. Na média das eleições de 2010, 2014, 2018 e 2022, transporte e logística registrou retorno mediano de 14% no mês da votação. Bens industriais veio em seguida, com 11,3%, enquanto imobiliário e construção avançou 10,9%. Na direção oposta aparece mineração e siderurgia. Foi o único dos 11 setores analisados a registrar queda em outubro nas quatro eleições consideradas, acumulando retorno médio negativo de 3,3%. O estudo mostra que, considerando as 81 ações, a mediana dos retornos ficou em 4,9% em outubro de 2010, disparou 18,3% em 2018 e alcançou 4,6% em 2022. A única exceção foi 2014, quando houve recuo de 1,6%. Setores domésticos lideram resultados A liderança de transporte, indústria e imóveis coloca entre os destaques históricos justamente segmentos mais sensíveis às perspectivas para atividade econômica e juros. Os retornos mais elevados, contudo, também vieram acompanhados de maior oscilação: bens industriais e imobiliário registraram volatilidades semanais de 2,80% e 2,63%, respectivamente. Saúde e educação foi o setor mais estável, com volatilidade de 1,74%, mas também apresentou retorno mais moderado, de 3,9%. O padrão, porém, está longe de ser uniforme entre uma eleição e outra. Em 2018, por exemplo, sete dos 11 setores subiram mais de 10% em outubro. Imobiliário e construção disparou 39,8%, transporte avançou 37,4% e bens industriais ganhou 35,5%. Já em 2014, sete setores fecharam o mês em baixa, enquanto o financeiro se destacou positivamente, com valorização de 6,7%. Em 2022, transporte voltou à liderança, avançando 12,1%, seguido por tecnologia e telecom, com ganho de 9,7%. Imobiliário e construção, que havia liderado quatro anos antes, recuou 1,9%. Ações com desempenho consistente nas urnas Quando o levantamento sai dos setores e chega às empresas, um grupo chama atenção pela consistência. Treze ações avançaram em outubro nas quatro eleições presidenciais analisadas pela Economatica. Nenhuma das 81 ações da amostra caiu em todas as disputas. Entre os papéis com histórico positivo estão Simpar (SIMH3), com retorno médio de 22,7%, Tegma (TGMA3), com 14,9%, e Motiva (MOTV3), com 13,3%. O grupo inclui ainda Equatorial (EQTL3), Valid (VLID3), Multiplan (MULT3), Veste (VSTE3), Itaúsa (ITSA4), Itaú Unibanco (ITUB4), Isa Energia (ISAE4), Bradesco (BBDC4), Grendene (GRND3) e Telefônica Brasil (VIVT3). A presença de bancos também se destaca: Itaúsa registrou retorno médio de 8,2% nos quatro outubros eleitorais, enquanto Itaú Unibanco teve 7,8% e Bradesco, 7,6%. Considerando os maiores retornos médios de toda a amostra, Viver aparece na liderança, com 36,5%, seguida por PDG, com 31,7%. Os números foram fortemente influenciados por 2018, quando os papéis avançaram 141% e 132%, respectivamente. Na ponta negativa, Lupatech teve retorno médio de 8% negativo, enquanto Eneva caiu, em média, 4%. Entre as ações de pior desempenho também aparecem cinco empresas de mineração e siderurgia, incluindo Vale (VALE3), CSN (CSNA3) e Gerdau (GGBR4). Bolsa: Ações estatais ampliam volatilidade em eleições Além do retorno, a Economatica analisou como a volatilidade muda durante o período eleitoral. Nesse quesito, algumas das maiores companhias com histórico de controle estatal aparecem entre as ações que mais ampliaram suas oscilações no mês das eleições. Na Axia Energia (AXIA3), ex-Eletrobras, a volatilidade de outubro ficou, em média, em 1,95 vez a registrada em setembro. Na Petrobras (PETR4), a relação foi de 1,54 vez e, no Banco do Brasil (BBAS3), de 1,52 vez. Na outra ponta, empresas de setores mais defensivos aparecem entre as mais estáveis da amostra. Isa Energia registrou volatilidade semanal média de 1,29%, seguida por Engie Brasil, com 1,46%, e M. Dias Branco, com 1,56%. Qual a expectativa para a bolsa na eleição de 2026? Os primeiros movimentos de 2026 repetem, ao menos parcialmente, alguns padrões históricos. Na semana encerrada em 27 de setembro, a mediana das ações acompanhadas pela Economatica ficou praticamente estável, com queda de 0,1%, enquanto a volatilidade estava 20% abaixo da observada na mesma janela das eleições anteriores. Transporte e logística, justamente o setor de maior retorno histórico em outubro eleitoral, já aparecia na liderança, com alta mediana de 5,9%. Entre as ações, Even (EVEN3) acumulava ganho de 22,1%, Simpar avançava 9% e Americanas subia 8,9%. Do outro lado estavam Natura (NATU3), com queda de 10,3%, Braskem (BRKM5), com recuo de 8,2%, e Banco do Brasil, com baixa de 6,9%. O primeiro turno das eleições de 2026 está marcado para 4 de outubro. O estudo considera 81 ações listadas na B3 desde 2010, com presença em pregão superior a 90% e dados disponíveis ao longo de todo o período. A Economatica analisou tanto os retornos ajustados por proventos quanto a volatilidade nas eleições de 2010, 2014, 2018 e 2022. Nos cálculos setoriais, foram utilizadas as medianas dos papéis de cada segmento. Leia mais Embaixada dos EUA suspende atendimento presencial no Brasil Bolsa reage a eleições: histórico aponta retornos positivos em outubro Decisões judiciais cancelam debate presidencial da Globo Aposta de Fortaleza acerta quina da Mega-Sena e leva R$ 49 mil Para compartilhar:

Ibovespa sobe 8,3% e carimba o melhor terceiro trimestre desde 2022
Selic •

Ibovespa sobe 8,3% e carimba o melhor terceiro trimestre desde 2022

O terceiro trimestre terminou com uma história bem diferente daquela que o mercado parecia contar no início de julho. Entre incertezas eleitorais, dúvidas sobre o rumo das contas públicas, volatilidade do petróleo no Oriente Médio e disparada dos juros americanos, a bolsa brasileira encontrou espaço para dar a volta por cima. De julho a setembro, o Ibovespa engatou uma alta de 8,3%, carimbando o melhor terceiro trimestre do índice desde o de 2022, quando a bolsa avançou 11,6%. Essa toada positiva eliminou as perdas do trimestre anterior, de 8,2%, e consolidou um avanço de 15,6% no acumulado do ano. Mais do que a recuperação acumulada no período, o que chamou a atenção foi a concentração do movimento, já que a maior parte desse ganho veio no último mês. Com o impulso da sessão desta quarta-feira (30), o Ibovespa encerrou setembro com alta de 5%, representando boa parte de toda a valorização registrada no trimestre. O apetite por risco, porém, não seguiu uma trajetória linear no período. A bolsa chegou ao fim de julho tentando recuperar o terreno perdido e atravessou agosto sob novas dúvidas na cena local e no exterior. Foi ao longo de setembro que houve uma reação mais ampla das ações. E o divisor de águas foi o alívio nas taxas de juros futuros no Brasil. A queda dos juros mudou a dinâmica das mesas de operações e transferiu o protagonismo para as empresas mais sensíveis à taxa básica de juros, a Selic. Ações de Magazine Luiza, Vamos, Assaí, Yduqs, Azzas e C&A despontaram entre os principais destaques de valorização do mês. Das 76 ações da carteira do Ibovespa, 55 subiram em setembro. Para as empresas domésticas, o recuo das taxas futuras altera algumas premissas de preços. Isso porque juros menores reduzem o custo do financiamento e melhoram as perspectivas para o consumo e a atividade. Esse efeito apareceu com mais força em setembro em companhias que haviam sido penalizadas pelo ambiente de juros elevados. Cabe lembrar que, ao longo do terceiro trimestre, o Comitê de Política Monetária (Copom) se reuniu duas vezes, em agosto e em setembro, e cortou a Selic em 0,25 ponto em ambas as ocasiões, levando a taxa para os atuais 13,75% ao ano. A condução do ciclo de afrouxamento monetário foi respaldada por uma sequência de dados mais fracos no cenário doméstico. Indicadores de inflação abaixo do esperado, sinais de desaceleração gradual na atividade e no mercado de trabalho, abriram espaço para o BC manter o ritmo de cortes. Para a próxima reunião, marcada para novembro, o mercado vê continuidade no ciclo de cortes. O Termômetro do Copom, ferramenta do Valor Investe, mostra que 63,5% das apostas esperam um novo corte de 0,25 ponto, o que levaria a taxa para 13,50% ao ano. No trecho mais curto da curva de juros, a taxa do contrato de DI com vencimento em janeiro de 2027 encerrou o dia estável em 13,55% Já o contrato para janeiro de 2028 recuou de 13,575% para 13,55%; Nas pontas mais longas, o DI para janeiro de 2029 cedeu de 13,79% para 13,765%, enquanto a taxa do contrato para janeiro de 2031 caiu de 13,98% para 13,945%. Essa virada puxada pelas empresas domésticas acabou colocando a bolsa brasileira em uma trajetória própria, descolada dos grandes pares globais. Enquanto o Ibovespa avançou quase dois dígitos entre julho e setembro, em Nova York o S&P 500 e o Nasdaq subiram pouco mais de 2% no mesmo período. Essa distância entre os desempenhos traz uma dimensão de como as ações locais contaram com combustível próprio. Olhando para a cena doméstica, o sócio da Boa Brasil Capital, Marcos Bassani, vê o período como uma disputa entre forças que puxaram os ativos em direções diferentes. Segundo ele, a expectativa de queda dos juros e a melhora de alguns indicadores de inflação deram sustentação à bolsa, enquanto as dúvidas fiscais e eleitorais trouxeram volatilidade ao mercado. Ao mesmo tempo, o cenário internacional acrescentou uma camada de incerteza. A disparada dos juros americanos e o vaivém do petróleo passaram a alternar momentos de tensão e alívio, levando os investidores a recalibrar rapidamente suas posições. “Foi um trimestre de bastante oscilação”, afirma Bassani. Apesar dessa volatilidade, o encerramento de setembro deixou uma percepção bem mais favorável em relação ao país do que aquela vista no início de julho. O ambiente de maior apetite por risco no período também se refletiu no comportamento do dólar, que ficou estável em setembro e subiu apenas 0,2% no saldo dos três meses. E, é claro, essa reta final do trimestre também colocou as eleições no centro das atenções. As pesquisas de intenção de voto passaram a ser incorporadas aos preços dos ativos diariamente, aumentando a sensibilidade da bolsa e das curvas de juros a cada novo levantamento divulgado. A pesquisa Datafolha da última segunda-feira (28), por exemplo, mostrou Lula com 40% das intenções de voto no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro com 36%. Com as simulações de segundo turno apontando empate técnico, 47% contra 45%, respectivamente, o mercado passou a calibrar posições de olho nos eventuais rumos da política fiscal a partir do ano que vem. Sob a ótica do mercado, uma possível vitória de Flávio Bolsonaro tende a agradar mais os investidores, que enxergam no candidato uma postura mais alinhada às pautas fiscais, com foco na disciplina das contas públicas. O projeto de Lula, por outro lado, desperta mais receio pelo histórico de maiores gastos e descontrole fiscal. Lá fora, o fechamento do trimestre contou com um empurrão importante vindo dos Estados Unidos. A inflação medida pelo PCE, o indicador preferido do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), subiu abaixo do esperado em agosto. O dado mais brando ajudou a afastar o receio de novas altas de juros pelo Fed e abriu espaço para um alívio global que beneficiou os mercados emergentes. A fotografia do final de setembro, contudo, não apaga os pontos de atenção que continuam no radar dos investidores. A inflação americana ainda roda acima da meta de 2% e as tensões no Oriente Médio deixam a todo tempo os preços do petróleo sujeitos a picos de volatilidade. Por aqui, o mercado entra agora na etapa mais importante do ano. Com as eleições batendo à porta, outubro chega para testar se o alívio nas taxas de juros terá fôlego para se sustentar nos próximos meses. Para Marcos Bassani, o maior risco do quarto e último trimestre está em uma possível piora nas expectativas fiscais e políticas, o que poderia voltar a pressionar o câmbio e as curvas de juros. Em contrapartida, o especialista pontua que sinais mais claros de controle das contas públicas e uma inflação comportada têm potencial para reduzir os prêmios de risco e destravar novo fôlego para as ações até o fim do ano. Ações negociadas em 30/09/2026 Código Nome Abertura Mínima Média Máxima Fechamento Var. % MGLU3 MAGAZINE LUIZA ON 6,91 6,73 7,17 7,46 7,46 12,52 VAMO3 VAMOS ON 4,11 4,01 4,20 4,30 4,30 7,50 YDUQ3 YDUQS PART ON 10,60 10,50 10,84 11,14 11,14 7,01 CSNA3 SID NACIONAL ON 5,52 5,45 5,70 5,82 5,77 6,85 CSAN3 COSAN ON 3,81 3,75 3,91 3,99 3,96 6,45 HAPV3 HAPVIDA ON 6,45 6,35 6,59 6,76 6,67 6,21 CEAB3 CEA MODAS ON 9,75 9,64 9,94 10,20 10,03 5,47 COGN3 COGNA ON 2,23 2,17 2,26 2,34 2,32 5,45 CMIN3 CSN MINERACAO ON 4,86 4,80 4,94 5,07 5,01 5,25 RENT3 LOCALIZA ON 39,50 38,88 40,16 40,77 40,50 5,11 SMFT3 SMART FIT ON 17,01 16,81 17,26 17,56 17,56 4,77 ITUB4 ITAU UNIBANCO PN 43,17 42,71 44,02 44,67 44,28 4,68 BBAS3 BRASIL ON 22,50 22,23 22,80 23,07 23,07 4,67 BBDC4 BRADESCO PN 18,15 17,97 18,37 18,54 18,51 4,11 ASAI3 ASSAI ON 10,60 10,53 10,80 11,00 10,93 3,70 BBDC3 BRADESCO ON 15,98 15,87 16,16 16,31 16,22 3,64 MULT3 MULTIPLAN ON 31,38 30,98 31,66 32,12 31,72 3,46 FLRY3 FLEURY ON 22,17 22,17 22,76 23,06 22,79 3,45 IGTI11 IGUATEMI S.A UNT 26,68 26,26 26,93 27,33 27,02 3,37 ISAE4 ISA ENERGIA PN 27,32 26,88 27,25 27,72 27,59 3,29 HYPE3 HYPERA ON 23,85 23,74 24,39 24,71 24,48 3,16 ITSA4 ITAUSA PN 14,42 14,31 14,58 14,75 14,60 3,11 TAEE11 TAESA UNIT 41,09 40,92 41,53 41,92 41,81 3,08 NATU3 NATURA ON 6,61 6,53 6,66 6,75 6,75 3,05 ENEV3 ENEVA ON 27,94 27,18 27,73 28,07 27,87 2,84 AURE3 AUREN ON 12,85 12,64 12,90 13,02 13,02 2,60 ALOS3 ALLOS ON 29,32 29,01 29,46 29,76 29,49 2,50 B3SA3 B3 ON 18,42 18,09 18,34 18,60 18,34 2,46 VIVA3 VIVARA ON 23,30 22,82 23,25 23,64 23,60 2,39 CPFE3 CPFL ENERGIA ON 45,25 44,96 45,58 46,10 45,51 2,27 EQTL3 EQUATORIAL ON 40,69 40,12 40,58 41,05 40,65 2,21 LREN3 LOJAS RENNER ON 11,59 11,47 11,62 11,79 11,60 2,20 RDOR3 REDE D OR ON 38,35 37,41 38,00 38,50 38,29 2,11 ENGI11 ENERGISA UNT 53,10 52,16 52,84 53,28 52,97 2,10 RAIL3 RUMO S.A. ON 16,32 16,02 16,37 16,57 16,29 2,07 BPAC11 BTGP BANCO UNT 64,00 63,23 64,10 64,64 64,10 1,99 CMIG4 CEMIG PN 11,12 11,03 11,12 11,17 11,16 1,82 MRVE3 MRV ON 5,51 5,37 5,47 5,58 5,47 1,67 CPLE3 COPEL ON 16,05 15,82 15,97 16,07 16,00 1,59 SBSP3 SABESP ON 27,80 27,21 27,48 27,80 27,43 1,37 AZZA3 AZZAS 2154 ON 17,46 16,69 17,30 18,19 17,38 1,34 RADL3 RAIA DROGASIL ON 18,35 17,93 18,27 18,64 18,37 1,27 POMO4 MARCOPOLO PN 4,19 4,14 4,19 4,23 4,18 1,21 GOAU4 GERDAU MET PN 11,05 10,74 10,90 11,05 10,94 1,11 EGIE3 ENGIE BRASIL ON 29,77 29,16 29,47 29,80 29,46 1,10 BBSE3 BB SEGURIDADE ON 39,09 38,92 39,22 39,49 39,18 1,08 AXIA3 AXIA ENERGIA ON 55,61 54,62 55,20 55,75 55,35 1,00 MOTV3 MOTIVA SA ON NM 16,95 16,54 16,73 17,01 16,75 0,90 USIM5 USIMINAS PNA 7,08 6,91 7,01 7,11 7,01 0,86 VIVT3 TELEF BRASIL ON 30,34 29,70 29,93 30,48 29,81 0,71 PSSA3 PORTO SEGURO ON 47,78 46,83 47,20 47,83 47,29 0,66 ABEV3 AMBEV S/A ON 15,59 15,31 15,39 15,59 15,36 0,59 BEEF3 MINERVA ON 3,96 3,91 3,97 4,06 3,94 0,51 VALE3 VALE ON 70,53 69,49 70,03 70,88 69,91 0,43 GGBR4 GERDAU PN 24,77 24,04 24,31 24,77 24,27 0,29 CYRE3 CYRELA REALT ON 27,50 26,93 27,32 27,91 27,18 0,18 PETR4 PETROBRAS PN 49,80 49,12 49,48 50,03 49,12 0,04 BRAP4 BRADESPAR PN 20,50 20,21 20,33 20,56 20,23 -0,05 PETR3 PETROBRAS ON 54,80 53,87 54,38 55,28 53,87 -0,35 SUZB3 SUZANO S.A. ON 45,02 44,20 44,40 45,02 44,20 -0,38 MBRF3 MARFRIG ON 17,05 16,78 16,89 17,08 16,78 -0,42 DIRR3 DIRECIONAL ON 10,28 9,77 10,03 10,38 10,11 -0,49 BRAV3 BRAVA ON 18,49 18,12 18,34 18,59 18,12 -0,60 KLBN11 KLABIN S/A UNT 18,55 18,08 18,19 18,55 18,11 -0,88 TIMS3 TIM ON 19,01 18,33 18,50 19,08 18,33 -1,08 CSMG3 COPASA ON 57,77 56,31 57,07 58,06 56,31 -1,09 CXSE3 CAIXA SEGURI ON 20,35 19,86 19,95 20,35 19,88 -1,14 PRIO3 PETRORIO ON 62,52 60,90 61,69 62,79 60,90 -1,14 TEND3 TENDA ON 28,15 25,80 26,78 28,30 27,01 -1,17 WEGE3 WEG ON 50,79 49,25 49,71 51,11 49,46 -1,65 UGPA3 ULTRAPAR ON 38,89 37,60 38,09 38,89 37,65 -1,83 VBBR3 VIBRA ON 38,60 36,58 37,29 38,60 37,16 -2,11 SANB11 SANTANDER BR UNIT 29,70 28,69 28,90 29,79 28,75 -2,77 EMBJ3 EMBRAER ON 101,82 97,30 98,54 102,25 97,31 -3,14 CURY3 CURY S/A ON 29,14 27,55 27,97 29,38 27,74 -3,41 TOTS3 TOTVS ON 35,47 33,19 33,68 35,57 33,43 -3,49 — Foto: GettyImages

Perguntas Frequentes sobre EGIE3

Qual é a cotação de EGIE3 hoje na B3?
A cotação de EGIE3 hoje está em R$ 30,70. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 29,52 e máxima de R$ 30,70.
Quanto a EGIE3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de EGIE3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de EGIE3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de EGIE3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

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