JOPA3 Josapar Joaquim Oliveira SA Participacoes – Cotação Hoje
Josapar Joaquim Oliveira SA Participacoes
CNPJ: 87456562000122
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 4 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de JOPA3
O ativo JOPA3 (Josapar Joaquim Oliveira SA Participacoes) está sendo negociado hoje a R$ 17,90, acumulando uma variação de +4.68% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 16,80 e a máxima de R$ 22,00. A companhia está inserida no setor de Consumo Não Cíclico, atuando no segmento de Alimentos Diversos. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 12.80x e P/VP de 0.31x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 5.96%.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 1.802,13 Mi | R$ 2.212,22 Mi | R$ 2.119,15 Mi | R$ 2.265,87 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 440,37 Mi | R$ 467,51 Mi | R$ 457,25 Mi | R$ 484,09 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 90,37 Mi | R$ 109,62 Mi | R$ 126,77 Mi | R$ 130,10 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 16,79 Mi | R$ 28,90 Mi | R$ 22,26 Mi | R$ 37,26 Mi |
Sobre a JOPA3
Josapar - Joaquim Oliveira S.A. Participações, negociada na B3 sob o ticker JOPA3, é uma empresa brasileira do setor de consumo não cíclico classificada em alimentos diversos. A companhia atua principalmente no beneficiamento, industrialização e comercialização de arroz e feijão, com marcas tradicionais no varejo nacional e presença consolidada no segmento de alimentos básicos de giro alto. O modelo de negócios combina compra de matéria-prima agrícola, processamento industrial e distribuição para redes de varejo e atacado. Como empresa de alimentos essenciais, a demanda tende a ser menos volátil que em categorias discricionárias, embora margens dependam de custos agrícolas, logística e dinâmica competitiva no ponto de venda. JOPA3 representa um emissor tradicional do setor alimentício brasileiro, com foco em produtos de cesta básica e reconhecimento de marca no mercado doméstico.
Dividendos
Outras Ações do Setor de Consumo Não Cíclico
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Milho recua na B3 e em Chicago com avanço da colheita e mercado à espera do USDA
Publicado em: 09/09/2026 às 11:50hs Foto: CNA O mercado de milho opera sob pressão nas bolsas brasileira e norte-americana, refletindo a combinação entre avanço da colheita, queda do dólar, expectativa de maior disponibilidade interna e cautela antes dos novos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na B3, os contratos futuros encerraram a segunda-feira em baixa, acompanhando as perdas registradas na Bolsa de Chicago (CBOT). Ao mesmo tempo, o plantio do milho da safra 2026/27 avança no Sul do Brasil, enquanto a colheita da segunda safra se aproxima do fim em importantes estados produtores. Apesar da pressão sobre as cotações, a resistência dos agricultores em negociar grandes volumes limita a oferta no mercado físico. Exportações, demanda interna e consumo crescente das indústrias de bioenergia permanecem como fatores de sustentação. Milho recua na B3 com pressão externa e avanço da oferta De acordo com a TF Agroeconômica, o vencimento setembro de 2026 encerrou o pregão cotado a R$ 71,08 por saca, com queda diária de R$ 0,67. O contrato novembro de 2026 recuou R$ 1,05, para R$ 76,73 por saca, enquanto janeiro de 2027 terminou a R$ 80,23, desvalorização de R$ 0,87. O movimento negativo foi associado à queda do milho em Chicago, ao enfraquecimento do dólar diante do real e à proximidade da conclusão da colheita da segunda safra brasileira. A entrada do cereal no mercado aumenta a disponibilidade no curto prazo e reduz a disposição dos compradores em elevar suas propostas. Por outro lado, a recuperação recente dos preços de exportação estimulou algumas negociações. Mesmo assim, produtores continuam seletivos e evitam comprometer grandes volumes, apostando em uma possível valorização futura. Chicago opera em baixa antes dos relatórios do USDA Na manhã desta quarta-feira (9), os contratos futuros do milho também recuavam na Bolsa de Chicago. Por volta das 9h32, no horário de Brasília, o vencimento setembro de 2026 era negociado a US$ 5,07 por bushel, com perda de 3,25 pontos. O contrato dezembro de 2026 caía 3,50 pontos, para US$ 5,30 por bushel. Março de 2027 recuava 3,25 pontos, cotado a US$ 5,45, enquanto maio de 2027 registrava a mesma perda, negociado a US$ 5,53 por bushel. A pressão negativa prevaleceu mesmo diante da valorização do trigo e da alta do petróleo. O avanço das cotações energéticas acrescenta volatilidade às commodities agrícolas, especialmente ao milho, devido à relação do cereal com a produção de etanol nos Estados Unidos. Mercado projeta possível corte na safra norte-americana As atenções estão concentradas nos relatórios de Produção Agrícola e de Oferta e Demanda Mundial, que serão divulgados pelo USDA na sexta-feira, 11 de setembro. O calendário oficial confirma a publicação do relatório WASDE de setembro para as 12h, no horário do leste dos Estados Unidos. Agentes do mercado avaliam que o departamento poderá reduzir as estimativas de produtividade e produção de milho e soja dos Estados Unidos. As projeções consideram os efeitos do calor extremo e do excesso de chuva registrados em diferentes áreas do Meio-Oeste norte-americano no final do verão. As expectativas apontam para uma possível redução de aproximadamente 2,5 bushels por acre na produtividade média do milho, atualmente estimada em 180,7 bushels por acre. Os estoques finais também podem ser revisados para cerca de 1,528 bilhão de bushels, queda de 7,6% em relação à projeção anterior. Caso os cortes sejam confirmados, o relatório poderá oferecer suporte às cotações internacionais, embora o comportamento do mercado também dependa das exportações dos Estados Unidos, do desenvolvimento da safra sul-americana e da demanda mundial. Plantio do milho avança no Rio Grande do Sul No mercado brasileiro, a implantação da safra de verão 2026/27 ganhou ritmo no Rio Grande do Sul. O plantio alcançou 38% da área prevista, avanço expressivo em relação aos 25% registrados na semana anterior. A umidade elevada do solo, entretanto, dificulta a entrada das máquinas em algumas localidades e impede um progresso ainda mais acelerado. As indicações de preços no estado variam entre R$ 59 e R$ 70 por saca, com média estadual de R$ 61,09. Em Santa Catarina, o plantio chegou a 6,5% da área projetada. As referências de venda permanecem próximas de R$ 60 por saca, enquanto compradores oferecem valores ao redor de R$ 55. O déficit estrutural de milho catarinense continua relevante para o mercado regional. O estado apresenta demanda anual estimada em 8,5 milhões de toneladas, diante de uma produção de aproximadamente 2,67 milhões de toneladas na safra 2025/26. A diferença precisa ser atendida por compras em outras regiões produtoras e por importações. Colheita se aproxima do fim no Paraná e em Mato Grosso do Sul No Paraná, a colheita da segunda safra chegou a 89%, enquanto o plantio do milho da primeira safra 2026/27 alcançou 18% da área programada. Em Mato Grosso do Sul, 96% do milho já havia sido colhido. Os preços variam entre R$ 54 e R$ 57 por saca, encontrando suporte na demanda das indústrias de bioenergia, segmento que amplia sua participação no consumo doméstico do cereal. Nas diferentes regiões, os compradores mantêm uma estratégia de reposição pontual, adquirindo apenas os volumes necessários para atender às necessidades imediatas. Os vendedores, por sua vez, restringem a oferta na expectativa de oportunidades melhores ao longo dos próximos meses. Exportações e bioenergia podem limitar pressão sobre os preços Embora o avanço da colheita aumente a disponibilidade de milho no curto prazo, as exportações seguem importantes para absorver parte da produção brasileira. A demanda das indústrias de ração, proteína animal e etanol de milho também ajuda a reduzir os estoques disponíveis. O mercado deve permanecer volátil nos próximos pregões, dividido entre a pressão provocada pelo avanço da oferta brasileira e a possibilidade de cortes nas projeções da safra dos Estados Unidos. Além dos números do USDA, câmbio, ritmo das exportações, preços do petróleo, evolução do plantio da safra 2026/27 e comportamento dos produtores na comercialização serão decisivos para a formação das cotações do milho na B3 e no mercado físico.
B3 avança no ativo de diversidade agregando 85 empresas
B3 avança no ativo de diversidade agregando 85 empresas A unidade atende introdução a índices de varejo, seguros, saneamento, aviação, dentre outros itens. Na conjuntura, 88 ativos foram agregados. (Foto: Envato Elements) A Bolsa de Valores do Brasil, a B3, contabiliza nova carteira do índice de Diversidade, o IDIVERSA B3, agregando 85 empresas, representadas por 88 ativos. Ao passo que a unidade introduz itens do varejo, seguros, saneamento, aviação, entre outros. Segundo a B3, o panorama infere evolução dos critérios de elegibilidade e diversidade adotados pelo indicador, além de aspectos relacionados à liquidez. O IDIVERSA B3 é o primeiro índice da América Latina que mede o desempenho médio das ações de empresas listadas na B3 que se destacam em diversidade de gênero e raça. Além do mais, o ativo atua projetando investidores no critério ESG (na tradução, ambiental, social e governança). Este efeito, conforme a B3, reforça a função mobilizadora da entidade, incentivando a representatividade das lideranças corporativas nas práticas de governança e sustentabilidade. “E oferecendo ao mercado um indicador que reconhece empresas comprometidas com a promoção da diversidade”, complementa a nota. A diretora de Comunicação e Sustentabilidade da B3, Janaína Vilella, avalia que o produto derivou na absorção de critérios da diversidade da sociedade brasileira na respectiva conduta de trabalho, sobretudo em posições de liderança. “O índice oferece ao mercado uma referência transparente para acompanhar essa evolução ao longo do tempo”, afirma. Volume de dividendos na B3 alcança 51 ativos A configuração de dividendos da B3, denominado de IDIV B3, atingiu 51 ativos resultantes de 47 empresas brasileiras. A constatação decorre do fechamento do pregão de 04/09/2026. As ações que ingressaram: BMOB3 (BEMOBI TECH ON); CPLE3 (COPEL ON); MDNE3 (MOURA DUBEUX ON); BMGB4 (BANCO BMG PN). O IDIV B3 acompanha o desempenho de uma carteira teórica formada por ações de empresas listadas na B3 com histórico relevante de pagamento de rendimentos aos acionistas. Como resultado, o índice funciona como referência para medir o comportamento do grupo de companhias ao longo do tempo. Nesse ínterim, o ativo auxilia o investidor a observar, de forma organizada, quais empresas têm maior recorrência na distribuição de valores aos acionistas e como esse conjunto evolui no mercado. Saiba Mais: B3: negociação eletrônica de Títulos Públicos Federais registra recorde histórico Nordeste viabiliza cerca de R$ 16 bilhões em investimentos na B3
Banco do Brasil atualiza valor por ação de JCP corrigido pela Selic; provento será pago nesta sexta-feira
Com data com já ultrapassada, instituição financeira eleva montante a ser distribuído por papel para R$ 0,1052 e confirma pagamento de segundo lote de proventos no mesmo dia; confira as datas e os detalhes na bolsa de valores. O Banco do Brasil (BOV:BBAS3) comunicou ao mercado financeiro a atualização do valor por ação relativo aos juros sobre o capital próprio (JCP) declarados originalmente no dia 12 de agosto. Com a atualização monetária calculada com base na variação da taxa básica de juros, a Selic, o montante bruto a ser pago aos acionistas passou de R$ 0,10245643978 para R$ 0,10527005787 por papel. O anúncio reforça o compromisso de remuneração aos investidores por parte da estatal, que figura como uma das maiores pagadoras de dividendos da bolsa de valores brasileira. A correção pela taxa Selic é uma prática rotineira e prevista na legislação para a distribuição de juros sobre o capital próprio, garantindo que o investidor não perca o poder de compra entre a data de declaração do provento e o efetivo depósito em conta. A data de corte (data “com”) para garantir o direito de receber o provento foi fixada no dia 1º de setembro. Desta forma, desde quarta-feira (02/09), os papéis do banco vêm sendo negociados na condição “ex-JCP” na bolsa de valores. O crédito em conta para os investidores cadastrados está confirmado para a próxima sexta-feira (11/09). Para além do valor corrigido, os acionistas que mantiveram a posição acionária até as respectivas datas de corte terão um motivo duplo para comemorar ao final da semana. Isso porque na própria sexta-feira (11/09) o Banco do Brasil (BOV:BBAS3) fará a quitação simultânea de outro lote de proventos: o JCP anunciado no dia 19 de agosto, com valor fixado em R$ 0,03 por ação. O alinhamento das datas de crédito otimiza a gestão de caixa dos acionistas e reforça o fluxo de caixa provindo de proventos na carteira dos investidores focados em renda passiva. A política de remuneração ao acionista do Banco do Brasil vem acompanhando a sólida trajetória de resultados operacionais e a margem financeira robusta apresentadas pela instituição ao longo do ano. Com um payout atrativo e métricas de rentabilidade (ROE) entre as mais altas entre os grandes bancos do país, a empresa se mantém no radar de investidores focados no longo prazo e na busca por proventos recorrentes do setor financeiro, enfrentando com resiliência as oscilações macroeconômicas. Em meio ao anúncio da atualização dos proventos, a reação do mercado durante o pregão desta quarta-feira (09/09) mostra uma dinâmica de leve ajustes nos preços. Operando na bolsa de valores às 10h18 com baixa de 0,22%, cotada a R$ 22,55, a ação registrou valor de abertura em R$ 22,44 e oscilou entre a mínima de R$ 22,23 e a máxima de R$ 22,65. O movimento reflete o ajuste natural do mercado ao desconto “ex-provento” e a acomodação dos preços frente ao desempenho anterior do ativo, que acumula oscilação na faixa de 52 semanas entre R$ 17,79 e R$ 27,81 e conta com valor de mercado estimado em R$ 128,67 bilhões. O Banco do Brasil SA é a primeira instituição financeira criada no país e atua como uma empresa de economia mista, figurando entre os maiores bancos da América Latina. Seus principais serviços e produtos abrangem crédito comercial, crédito agrícola, cartões de crédito, produtos de investimentos e seguros. No segmento de grandes bancos listados na B3, atua em concorrência direta com grandes pares do setor bancário como Itaú Unibanco (BOV:ITUB4), Bradesco (BOV:BBDC4) e Santander Brasil (BOV:SANB11). QUER SABER COMO GANHAR MAIS? A ADVFN oferece algumas ferramentas bem bacanas que vão te ajudar a ser um trader de sucesso Monitor - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. - Lista personalizável de cotações de bolsas de valores de vários paíeses. Portfólio - Acompanhe seus investimentos, simule negociações e teste estratégias. News Scanner - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. - Alertas de notícias com palavras-chave do seu interesse. Agenda Econômica - Eventos que impactam o mercado, em um só lugar. Cadastre-se
Perguntas Frequentes sobre JOPA3
Qual é a cotação de JOPA3 hoje na B3?
Quanto a JOPA3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de JOPA3?
O que significa o P/L e o P/VP de JOPA3?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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