BAUH4 Excelsior Alimentos SA Pfd – Cotação Hoje
Excelsior Alimentos SA Pfd
BAUH4 (Excelsior Alimentos SA Pfd) é uma ação negociada na B3. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 95,10, registrando variação de +1.83% no dia. O ativo opera a um múltiplo Preço/Lucro (P/L) de 21.72x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 1.00%.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 7 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de BAUH4
O ativo BAUH4 (Excelsior Alimentos SA Pfd) está sendo negociado hoje a R$ 95,10, acumulando uma variação de +1.83% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 70,95 e a máxima de R$ 95,10. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 21.72x e P/VP de 3.15x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 1.14%.
Histórico de Cotação: BAUH4
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 283,52 Mi | R$ 247,17 Mi | R$ 222,38 Mi | R$ 192,04 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 70,66 Mi | R$ 61,39 Mi | R$ 51,47 Mi | R$ 42,82 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 23,89 Mi | R$ 18,79 Mi | R$ 11,42 Mi | R$ 7,99 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 22,64 Mi | R$ 25,82 Mi | R$ 17,68 Mi | R$ -1,42 Mi |
Sobre a BAUH4
Outras Ações em Destaque na B3
Ver Todos os Ativos⚔️ Comparações Populares com BAUH4
Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
Notícias relacionadas
Mercado de ETFs ganha força no Brasil puxado por fundos de renda fixa
São Paulo O mercado de ETFs está ganhando espaço entre os investidores brasileiros, puxado pela expansão dos produtos de renda fixa. O patrimônio desses fundos passou de R$ 50,3 bilhões em janeiro de 2025 para R$ 136,7 bilhões em agosto de 2026, alta de 172%, segundo a Anbima. Nesse período, os ETFs de renda fixa saltaram de R$ 9,2 bilhões para R$ 68 bilhões e superaram os de renda variável em agosto. Em setembro, no entanto, os ETFs de renda variável voltaram a ficar à frente, com R$ 68,7 bilhões investidos. ETF é um fundo de investimento com cotas negociadas na Bolsa. Em geral, ele busca acompanhar o desempenho de um índice, permitindo ao investidor, com uma única operação, ter exposição a uma carteira de ativos. Publicidade Em vez de comprar separadamente cada ação que compõe um índice, por exemplo, ele pode adquirir uma cota de um ETF que replica esse indicador. Homem aponta para painel eletrônico da B3, a Bolsa de Valores brasileira, em São Paulo - Amanda Perobelli - 28.out.21/Reuters O movimento ocorre em um cenário de juros ainda elevados, que mantém a renda fixa tradicional atrativa e aumenta a pressão sobre fundos de gestão ativa para entregar retornos que compensem seus custos. Nesse ambiente, o menor custo dos ETFs pode se tornar um diferencial para o investidor. Publicidade Embora sejam negociados na Bolsa, os ETFs não investem necessariamente em ações. Há produtos que acompanham índices de renda fixa e outros que dão exposição a mercados específicos, como commodities. O QUE EXPLICA O CRESCIMENTO DOS ETFs? A expansão desse mercado está relacionada a uma combinação de fatores, segundo especialistas. Entre eles estão os custos mais baixos em relação aos fundos tradicionais, a facilidade de acesso, a diversificação e, no caso dos ETFs de renda fixa, vantagens tributárias. Para Danilo Jusan, reitor do Ibmec-RJ, o custo está entre os principais fatores para o avanço dos ETFs. Fundos tradicionais cobram taxa de administração e, em alguns casos, taxa de desempenho, que reduzem o retorno da aplicação. Já os ETFs geralmente têm taxas de administração menores. Jusan também destaca a transparência na composição das carteiras. Como os produtos buscam acompanhar índices predefinidos, o investidor consegue identificar com mais facilidade quais ativos fazem parte do fundo. Cauê Mançanares, CEO da Investo, gestora independente de ETFs, afirma que o produto deixou de ficar restrito aos investidores institucionais e passou a ganhar espaço entre pessoas físicas. Segundo ele, hoje predominam investidores de menor tíquete, que usam os ETFs para montar e diversificar a carteira. Publicidade RENDA FIXA TAMBÉM IMPULSIONA OS ETFs O avanço dos ETFs de renda fixa também tem sido puxado pela maior presença de pessoas físicas e empresas. Segundo Mançanares, a eficiência tributária em relação aos fundos tradicionais ajuda a explicar esse movimento. Nos ETFs de renda fixa, a alíquota de Imposto de Renda varia conforme o prazo médio da carteira: é de 25% para fundos com prazo de até 180 dias, 20% entre 181 e 720 dias e 15% acima de 720 dias. Diferentemente dos fundos tradicionais, não há cobrança de come-cotas nem de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Nos de renda variável, há cobrança de 15% sobre o ganho líquido na venda das cotas, ou de 20% nas operações de day trade. A apuração e o recolhimento do imposto devem ser feitos pelo investidor, via Darf. O avanço dos ETFs de renda fixa mostra que o crescimento desse mercado não depende apenas da alta da Bolsa. Esses produtos permitem ao investidor comprar uma única cota que reúne diferentes títulos de renda fixa. Com a Selic em 13,75% ao ano, os ETFs de renda fixa também se beneficiam da maior procura por esse tipo de investimento. QUEM ESTÁ INVESTINDO EM ETFS? O número de contas com investimentos em ETFs também nos últimos 21 meses. Segundo a Anbima, havia 1,04 milhão em janeiro de 2025 e 1,81 milhão em agosto de 2026, alta de 74%. Publicidade Na Investo, a base passou de cerca de 42 mil cotistas no início de 2023 para mais de 300 mil em pouco mais de três anos. Segundo Mançanares, o avanço é estrutural, já que a base continua crescendo mesmo em meses de queda das Bolsas. Para Danilo Jusan, a expansão também reflete a possibilidade de o pequeno investidor acessar uma carteira diversificada sem grandes volumes de recursos. Os ETFs, porém, não eliminam os riscos do mercado, e a diversificação depende da composição do índice. Na Bolsa brasileira, a concentração em um número menor de empresas limita essa vantagem, segundo o especialista. Para ele, isso pode mudar com o crescimento do mercado e a entrada de novas companhias na Bolsa. ETFS ESTÃO TIRANDO ESPAÇO DOS FUNDOS TRADICIONAIS? O patrimônio dos ETFs cresceu 172% desde janeiro de 2025, enquanto a indústria de fundos avançou 21%. Apesar do ritmo mais acelerado, os ETFs ainda têm participação pequena no mercado brasileiro. Em agosto, somavam R$ 136,7 bilhões, pouco mais de 1% dos R$ 11,53 trilhões da indústria. Nos Estados Unidos, onde os ETFs têm uma trajetória mais longa, o mercado é muito maior. No fim de julho, havia 5.590 ETFs no país, com US$ 15,74 trilhões (R$ 81,1 trilhões) em patrimônio, segundo a ETFGI, empresa de pesquisa e consultoria especializada no mercado global de ETFs. Publicidade No Brasil, eram 225 em setembro, contra 115 em janeiro de 2025, alta de 95%, segundo a Anbima. O número equivale a 4% dos produtos disponíveis nos EUA. Para Danilo Jusan, a diferença está relacionada à cultura de investimentos de cada país. Enquanto os americanos estão mais acostumados a investir em índices amplos, os brasileiros historicamente concentram recursos em renda fixa e fundos tradicionais. Para ele, a queda dos juros pode favorecer a busca por ETFs e outras alternativas de investimento. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Na Investo, Mançanares afirma que o crescimento dos ETFs vem principalmente da entrada de novos investidores, e não da migração de recursos dos fundos tradicionais. O produto também tem atraído pessoas que antes concentravam recursos em renda fixa bancária ou poupança e passaram a montar carteiras mais diversificadas. Os ETFs também diferem dos fundos tradicionais na forma de gestão. Nos fundos de gestão ativa, o gestor pode alterar a carteira de acordo com sua estratégia. Já os ETFs brasileiros são fundos de índice que acompanham passivamente um indicador. No exterior, porém, também existem ETFs de gestão ativa. A CVM incluiu a regulamentação desses produtos na Agenda Regulatória de 2026 e prevê uma consulta pública sobre o tema. Publicidade Embora a regulamentação ainda esteja em discussão, o modelo já começa a aparecer no Brasil. Em agosto, a J.P. Morgan Asset Management lançou o JTEK39, seu segundo ETF ativo listado na B3, após obter uma isenção junto à CVM. Para Mançanares, porém, o principal obstáculo à expansão dos ETFs ainda é a falta de conhecimento sobre o produto. Ele também cita a preferência dos bancos por distribuir produtos próprios e a forte cultura do CDI entre os investidores brasileiros.
Bolsa tem semana decisiva com eleições no Brasil e balanços nos EUA
Na semana que antecede o segundo turno das eleições, a bolsa de valores no Brasil deve se movimentar. Os investidores devem fazer suas apostas para o campeão do pleito, mas há outros dados que devem movimentar o Ibovespa (IBOV). No cenário doméstico, a semana começa com o tradicional Relatório Focus, publicado na manhã de segunda (19). O documento traz a visão do mercado sobre os principais indicadores da economia, como PIB (Produto Interno Bruto), inflação, taxa de juros e câmbio. No entanto, o mais importante é a prévia da inflação, medida pelo IPCA-15, que será publicado pelo IBGE na sexta, dia 23 de outubro. O último levantamento mostrou uma alta de 0,7% nos preços, acima da expectativa dos analistas, então o mercado está atento ao próximo resultado, que pode definir o rumo do acumulado no ano. Já para o domingo está previsto o segundo turno das eleições presidenciais, que vai definir o presidente para os próximos quatro anos. Lula (PT) concorre à reeleição contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). Leia mais: Meta admite falhas técnicas, mas nega favorecer Flávio Bolsonaro nas eleições E no exterior? No cenário internacional, as atenções estarão voltadas para as empresas dos Estados Unidos que vão divulgar seus balanços financeiros do terceiro trimestre. A agenda semanal conta com bancos importantes, como JPMorgan, Goldman Sachs e Morgan Stanley. Já na lista de indicadores, a semana conta com a divulgação de números como a atividade industrial, os pedidos de seguro-desemprego e as expectativas de inflação, entre outros. As divisões regionais do Fed também vão divulgar suas projeções para a inflação mensal nos seus respectivos estados. Para onde vai a bolsa? A incógnita do mercado neste momento é saber qual caminho a bolsa de valores vai tomar ao longo desta semana. Depois de atingir níveis históricos, o Ibovespa (IBOV) caiu 0,4% ao longo da última semana. Por isso, a semana passada foi marcada por uma aceleração do índice do medo, que cresceu mais de 50% desde o primeiro turno das eleições. Na última sexta, o VIX B3 encerrou o pregão acima dos 40 pontos, mostrando que os próximos dias prometem ser ainda de fortes emoções. No entanto, diversos bancos e casas de análise já apostam no indicador continuando essa trajetória de sucesso. Há, inclusive, quem projete o IBOV em 240 mil pontos nos próximos meses.
Índices x ações individuais: onde começar a investir?
Entenda quais as melhores opções para quem está começando a investir | RESENHA DO DINHEIRO Entenda quais as melhores opções para quem está começando a investir | RESENHA DO DINHEIRO Índices podem ser opções mais práticas e seguras, ações individuais podem trazer mais lucro se bem administradas Para quem está começando no mercado financeiro pode ser difícil escolher onde investir seu dinheiro. Ações individuais e índices são palavras que se repetem no mundo dos investimentos, e é importante saber o que significam. Ações individuais são investimentos feitos diretamente em empresas específicas que possuem capital aberto e estão listadas na Bolsa de Valores Brasileira, a B3. Comprar uma ação de uma empresa significa que você agora tem uma participação nela e pode obter retorno financeiro por isso. Já os índices refletem o desempenho de um conjunto de ações, títulos ou commodities. É como investir em um punhado de ações de uma vez só, mas sem precisar comprar cada uma delas individualmente. O índice permite que você invista diretamente no conjunto das ações. Os índices são muito utilizados por investidores e economistas para acompanhar o desempenho de mercados e setores. E oferecem uma opção de diversificação das ações. Diversificar a sua carteira de investimentos é um ponto muito importante para quem está começando. Marília Fontes, apresentadora do Resenha do Dinheiro, explica que investir em mais de uma empresa ou em mais de um índice é uma forma de proteger seu patrimônio. Se houver uma queda nas ações de determinado ativo, quem possui uma carteira diversificada não sofrerá tanto prejuízo quanto quem tem seu dinheiro apenas em uma empresa. A escolha entre ações individuais e índices vai depender do que você está buscando para seu patrimônio. Investir em índices é uma forma mais simples e prática de conseguir o rendimento médio do mercado. Já as ações individuais exigem um acompanhamento mais intenso do mercado, mas podem render um desempenho acima do índice, adepender do período. Fontes explica que, independente da escolha, diversificar a carteira é a chave para obter mais segurança nos investimentos. Resenha do Dinheiro O programa é apresentado por Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos; Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb; e Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”. A proposta é por uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados à educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise. O Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.
Perguntas Frequentes sobre BAUH4
Qual é a cotação de BAUH4 hoje na B3?
Quanto a BAUH4 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de BAUH4 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de BAUH4?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.