VVCR11 V2 Recebiveis Imobiliarios Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
V2 Recebiveis Imobiliarios Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 23120027000113
Resumo Fundamentalista de VVCR11
O ativo VVCR11 (V2 Recebiveis Imobiliarios Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 7,48, acumulando uma variação de +2.61% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,12 e a máxima de R$ 10,35. O fundo atua no segmento de Papel / CRI. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Sobre a VVCR11
O V2 RECEBÍVEIS FII RL (VVCR11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Dividendos
Outros FIIs do Segmento Papel / CRI
Ver Todos os AtivosNotícias relacionadas
Como diferenciar fundos imobiliários conservadores, moderados e arrojados
Nos últimos anos, entre as alternativas do mercado de capitais brasileiro, os Fundos Imobiliários (FIIs) consolidaram-se como uma das ferramentas favoritas do investidor que busca renda passiva recorrente e isenta de Imposto de Renda. Por trás da aparente simplicidade de receber proventos mensais na conta, no entanto, esconde-se uma diversidade de estratégias, ativos e estruturas financeiras. Tratar todos os FIIs da mesma maneira é um dos erros mais frequentes de quem analisa o setor. Assim como no mercado de ações ou de renda fixa, o universo imobiliário listado na B3 divide-se em diferentes perfis: conservador, moderado e arrojado. Compreender essa dinâmica na prática é fundamental para montar um portfólio equilibrado e alinhado aos objetivos de cada investidor, mas a questão é: como diferenciar esses vários perfis e, principalmente, saber se esse investimento é para você? A seguir, explicamos quais são as principais diferenças entre cada tipo de perfil de investimento para te ajudar na missão. Confira. Perfil conservador: tijolo, localização e renda previsível Os fundos imobiliários de perfil conservador têm como prioridade máxima a preservação do capital investido e a previsibilidade na geração de caixa. São os veículos ideais para quem busca a estabilidade típica dos ativos reais com o menor nível de volatilidade possível. Predominam nesses portfólios os chamados fundos de tijolo focados em ativos físicos de altíssima qualidade. São, por exemplo, galpões logísticos de padrão internacional ou edifícios corporativos situados em eixos de alta valorização, como as avenidas Faria Lima e Paulista, em São Paulo. A segurança desse perfil repousa na estrutura contratual. Tais fundos priorizam contratos de locação atípicos de longo prazo, geralmente com duração de dez a quinze anos, celebrados com multinacionais de sólida capacidade financeira. Esses acordos preveem multas pesadas em caso de rescisão antecipada e reajustes anuais atrelados a índices de inflação. O modelo de carteira baseado nessa premissa costuma ser pulverizado, com múltiplos imóveis e inquilinos em localizações distintas. Tudo para reduzir o impacto financeiro caso algum locatário decida desocupar o imóvel. Em troca dessa segurança reforçada, o retorno em dividendos tende a ser mais modesto, ainda que mais constante e resiliente perante as oscilações da economia. Perfil moderado: valorização e risco controlado Já os FIIs moderados buscam um ponto intermediário, de equilíbrio entre proteção patrimonial e ganhos de rentabilidade superiores à média do mercado. Nesse modelo, o gestor aceita assumir riscos pontuais para capturar a valorização de imóveis ou obter proventos mais atraentes. Entram nessa categoria os fundos de shopping centers bem consolidados, galpões logísticos regionais e edifícios de escritórios situados em eixos secundários em fase de maturação, além dos fundos de fundos (FOFs). O perfil moderado engloba ainda os fundos de papel de risco intermediário, conhecidos como mid-grade. São carteiras que investem em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) emitidos por empresas de bom porte financeiro e que oferecem prêmios de juros atrativos acima do CDI ou do IPCA. A gestão dessas carteiras atua com foco na reciclagem de ativos: o fundo compra imóveis com desconto para reforma e modernização e os vende quando o preço dos ativos atinge o topo da avaliação para distribuir o ganho de capital aos cotistas. Assim, o investidor recebe os dividendos intermediários acompanhados de uma oscilação moderada. Perfil arrojado: desenvolvimento e alta volatilidade Nos fundos imobiliários arrojados, a busca por retornos elevados vem acompanhada de exposição a riscos maiores. Indicados para investidores experientes ou para parcelas menores de um portfólio, exigem um acompanhamento constante por conta dos riscos atrelados ao ciclo de juros, atrasos em obras e inadimplência. O destaque desse segmento fica com os FIIs de papel High Yield, cujas carteiras são formadas por CRIs de devedores de menor nota de crédito corporativo, loteamentos ou projetos de multipropriedade. O risco de crédito desses títulos é compensado por taxas mais expressivas, de forma geral. A categoria arrojada engloba também os fundos de desenvolvimento imobiliário, que adquirem terrenos para erguer empreendimentos do zero e vendê-los, com o retorno do ganho de capital sendo repartido só depois das comercializações. A OESP não é(são) responsável(is) por erros, incorreções, atrasos ou quaisquer decisões tomadas por seus clientes com base nos Conteúdos ora disponibilizados, bem como tais Conteúdos não representam a opinião da OESP e são de inteira responsabilidade da Engrenagens do Crescimento
IFIX em queda: vale a pena investir em fundos imobiliários agora?
IFIX em queda: vale a pena investir em fundos imobiliários agora? Redação FIIs 21/08/2026 às 8:50 4 minutos de leitura Atualizado em: 21/08/2026 às 8:50 O IFIX, principal índice de fundos imobiliários da Bolsa de Valores brasileira, acumula queda de 4,48% neste mês de agosto (até o final do pregão do dia 20), o que representaria o quarto mês seguido do índice no campo negativo, caso o cenário não se reverta até o final do mês. Nesse sentido, queda dos fundos imobiliários volta a colocar uma dúvida no radar dos investidores: este é um momento para aproveitar preços mais baixos ou para esperar até que o mercado dê sinais de recuperação? Para Sidney Angulo, investidor e empresário do setor imobiliário, a resposta passa menos pelo movimento das cotas e mais pelo que efetivamente mudou nos fundamentos de cada FII. Em conversa com o professor Marcos Baroni, Angulo afirmou que continua investindo em fundos imobiliários, embora descarte a ideia de comprar qualquer ativo simplesmente porque ficou mais barato. “Eu saio comprando indiscriminadamente? Não. Na realidade, eu vejo como é que está a situação de mercado”, afirmou. A conversa completa está disponível neste vídeo do canal Professor Baroni. Quer conferir notícias de finanças em tempo real, direto do seu WhatsApp, de maneira gratuita? Confira a nova comunidade de notícias da Status Invest: https://bit.ly/status-invest-noticias Queda da cota significa piora do fundo imobiliário? Um dos principais pontos discutidos é justamente a diferença entre o preço negociado na Bolsa e os ativos que estão por trás das cotas dos fundos imobiliários. Segundo Angulo, parte das movimentações recentes do mercado está relacionada a mudanças na percepção de risco, reavaliações patrimoniais e questões políticas que aumentam a aversão dos investidores ao Brasil. Isso, porém, não significa necessariamente uma deterioração equivalente dos imóveis. “Mesmo essa situação com as cotas caindo, os imóveis não estão caindo”, disse o investidor. Baroni acrescentou que há fundos cuja percepção de risco efetivamente aumentou, mas ressaltou que o movimento negativo pode atingir também FIIs sem relação direta com os problemas que desencadearam a preocupação do mercado. Na avaliação dele, essa espécie de “contaminação” pode pressionar inclusive ativos considerados mais conservadores, criando situações que merecem ser analisadas individualmente. A discussão, portanto, desloca a atenção da pergunta “quanto a cota caiu?” para outra questão: “o que de fato mudou no fundo imobiliário?” Vale a pena comprar FIIs agora? Na visão apresentada por Angulo, a queda pode revelar oportunidades, mas não deve servir como único argumento para uma compra. O investidor se define como adepto da estratégia de longo prazo. “Fundo imobiliário é um ‘buy and hold’. Eu compro para 10, 15 anos”, afirmou. Essa perspectiva pressupõe aceitar que as cotas podem passar por períodos de valorização e desvalorização ao longo do caminho. Para Angulo, quem busca um investimento que simplesmente não apresente quedas precisa considerar que os FIIs são ativos sujeitos às oscilações do mercado. Por isso, a análise precisa ir além da cotação. Entre os aspectos destacados durante a conversa estão a qualidade dos imóveis, a operação desenvolvida nos ativos, a situação dos locatários e a própria gestão do fundo. As visitas técnicas realizadas por Baroni também apareceram como exemplo dessa análise mais próxima dos fundamentos. Segundo os participantes, conhecer os imóveis permite visualizar a complexidade das operações, os equipamentos instalados e a importância daquele espaço para as empresas locatárias, que são fatores que nem sempre ficam evidentes para quem acompanha apenas o preço da cota pelo home broker. Risco e diversificação também entram na conta O fato de existir um imóvel por trás do investimento não elimina os riscos. Angulo fez questão de reforçar esse ponto durante a conversa. “Fundo imobiliário também tem risco. Ponto”, afirmou. Nesse contexto, o investidor também defendeu a diversificação. Para uma carteira balanceada, ele mencionou como referência evitar concentrações superiores a cerca de 5% em uma única posição, embora tenha reconhecido que sua própria carteira pessoal é muito mais concentrada em fundos imobiliários. Assim, a avaliação apresentada no vídeo não é simplesmente a de que toda queda representa uma oportunidade de compra. O ponto central é distinguir uma redução de preço causada pelo movimento geral do mercado de uma queda provocada por uma piora efetiva dos fundamentos. Em períodos de pressão sobre o IFIX e sobre as cotas dos fundos imobiliários, observar essa diferença pode ser mais importante do que tentar antecipar quando o mercado chegará ao fundo ou começará a se recuperar.
IRIM11 paga dividendos de 14,20% ao ano e reforça reserva
IRIM11 paga dividendos de 14,20% ao ano e reforça reserva; veja os números Redação FIIs 21/08/2026 às 13:20 3 minutos de leitura Atualizado em: 21/08/2026 às 13:20 O fundo imobiliário IRIM11 apurou resultado em caixa de R$ 28,289 milhões em julho, segundo o relatório gerencial mais recente. O montante ficou abaixo dos R$ 34,066 milhões de junho. No mês, as receitas dos ativos somaram R$ 30,560 milhões, sendo R$ 24,227 milhões da carteira de CRIs e R$ 5,107 milhões dos FIIs, enquanto as despesas em caixa alcançaram R$ 2,271 milhões. A distribuição foi de R$ 0,77 por cota referente a julho, ante R$ 1,18 no mês anterior, o que totalizou R$ 27,124 milhões. Sobre a cotação de fechamento de julho, os dividendos do IRIM11 representaram um dividend yield de 1,18% ao mês, ou 14,20% ao ano, com resultado distribuível de R$ 0,80 por cota. Segundo a gestão, o desempenho de julho já começou a refletir a desaceleração do IPCA dos meses anteriores, fator que também pode influenciar os próximos resultados. Diante disso, o fundo imobiliário IRIM11 adicionou R$ 0,03 por cota à reserva, que encerrou julho acumulada em R$ 0,31 por cota. Quer saber como receber renda passiva por meio de fundos imobiliários? Entre em contato com nosso time de especialistas: https://lp.suno.com.br/redes/?utm_campaign=_SNCCCC9679B_formulario—portais&utm_source=portal_noticias&utm_medium=direct As novas alocações em CRIs do IRIM11 O fundo encerrou julho com cerca de 80% da carteira em CRIs e 20% em fundos imobiliários, com a exposição de crédito concentrada em papéis de inflação, sendo 69,9% do patrimônio ligado ao IPCA. No mercado primário, o FII IRIM11 fez quatro novas alocações no mês. A maior parte ficou dividida entre o CRI BTLA Mercado Livre e o CRI Cashme 152, com aquisições equivalentes a 2,59% do patrimônio em cada operação, a taxas de IPCA + 8,8% e IPCA + 10,0% ao ano. Para o Cashme 152, o relatório previa nova liquidação em agosto. O fundo também comprou o CRI LBA, série mezanino, com 0,64% do patrimônio a CDI + 5,5% ao ano, e o CRI ADN, com 0,14% a CDI + 2,0%, cujos recursos seriam destinados à liquidação de outro CRI já em carteira. Houve ainda a venda de cerca de 0,17% do patrimônio em CRI Galleria IV. Ao fim do mês, as operações compromissadas reversas representavam 2,4% do patrimônio, a um custo médio de CDI + 0,4%, usadas de forma pontual para complementar as alocações. A reciclagem de FIIs no IRIM11 Na carteira de fundos, o fundo IRIM11 seguiu com a reciclagem iniciada na reorganização do portfólio, buscando ampliar a participação de ativos de tijolo. Em julho, reduziu posições em RBHY11 e DEVA11 e encerrou totalmente a participação em HDOF11, em vendas que somaram cerca de 0,10% do patrimônio. A gestão decidiu desacelerar temporariamente esse processo diante das condições de mercado, mantendo a estratégia de forma gradual. Entre os créditos acompanhados, o relatório destacou o CRI Thopen Energia, com exposição de 1,32% do patrimônio. Apesar de a empresa ter ingressado com medida de proteção contra credores, a operação permanecia adimplente em julho e, segundo a gestão, contava com garantias consideradas robustas. O fundo também seguia na monetização dos terrenos detidos por SPEs da carteira. A gestão informou ter assinado contratos de permutas financeiras para três SPEs, iniciando o estudo e a aprovação de dois empreendimentos com lançamentos previstos ao longo dos próximos dois anos no IRIM11.
Perguntas Frequentes sobre VVCR11
Qual é a cotação de VVCR11 hoje na B3?
Quanto a VVCR11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de VVCR11?
O que significa o P/L e o P/VP de VVCR11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.