VGII11 VALORA CRI INFRA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA – Cotação Hoje
VALORA CRI INFRA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA
CNPJ: 52649680000172
VGII11 (VALORA CRI INFRA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 64,06, registrando variação de +0.00% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 1.00x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 75.00%.
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 9 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de VGII11
O ativo VGII11 (VALORA CRI INFRA II FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA) está sendo negociado hoje a R$ 64,06, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 61,18 e a máxima de R$ 101,41. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 7.81% e indicador P/VP de 1.00x.
Histórico de Cotação: VGII11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a VGII11
O VALORA CRI INFRA FII II (VGII11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Definida.
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Voltaram a montar tendas no Rossio. PSP avisa que não as permitirá durante a noite
Se consideras que o áudio não está claro ou não reflete bem o conteúdo, envia o teu feedback . A tua opinião é importante para ajudar a melhorar esta funcionalidade! Esta voz foi gerada com recurso a inteligência artificial, a partir do resumo do artigo original. Embora esta tecnologia tenha sido concebida para ser útil e precisa, pode conter erros. Se consideras que o resumo não está claro ou não reflete bem o conteúdo, envia o teu feedback . A tua opinião é importante para ajudar a melhorar esta funcionalidade! Este resumo foi criado com recurso a inteligência artificial. Embora esta tecnologia tenha sido concebida para ser útil e precisa, pode conter erros ou não captar todas as nuances importantes do artigo. "Um trabalho e casa para viver". Milhares voltaram às ruas de Lisboa - a reportagem e a fotorreportagem A poucos minutos da 15h00, ainda poucas pessoas se concentravam entre a praça do Marquês de Pombal e o início da Avenida Liberdade, onde o trânsito ainda era abundante naquela que é uma das vias mais movimentadas da cidade. A subir a avenida, uma carrinha de caixa aberta com uma tenda na parte de trás passava ao som de música e com uma faixa bem visível de lado com uma das palavras de ordem: “Viva o Poder Popular”. Essa carrinha foi constantemente a cabeça da manifestação, de onde se ouviam gritos de “Oh Montenegro, presta atenção, as tuas casas vão virar ocupação”. Leia o artigo completo AQUI PSP avisa: não vai permitir tendas montadas no Rossio durante a noite A PSP avisou este sábado (24 de outubro) que não vai permitir que as tendas dos manifestantes pelo direito à habitação fiquem montadas durante a noite no Rossio, em Lisboa, referindo que vai intervir caso “o acampamento ilegal” se mantenha. Ressalvando que a PSP vai privilegiar o diálogo, fonte policial disse à Lusa que a polícia vai manter os procedimentos da última semana, não permitindo que as tendas fiquem durante a noite no Rossio. Numa resposta oficial enviada à Lusa, a Polícia de Segurança Pública refere que vai continuar “a acompanhar e a avaliar a evolução da situação através de uma avaliação dinâmica do risco, privilegiando o diálogo, a comunicação, a sensibilização e a mediação na resolução de eventuais situações”. A PSP sustenta que a Constituição da República Portuguesa e a lei são o “referencial de atuação” da polícia, que orienta a sua intervenção “pelos princípios da legalidade, da proporcionalidade, da adequação e da necessidade”. Após a manifestação em Lisboa, que reuniu milhares de pessoas, os manifestantes pelo direito à habitação começaram ao fim da tarde a montar as tendas no Rossio. A PSP refere também que, até ao momento, as manifestações, que decorreram em várias cidades do país, têm decorrido dentro da normalidade. Lusa Decorre a Assembleia Popular no Rossio Com uma multidão que ficou da minha manifestação, a assembleia popular no Rossio já decorre. Entre as palavras de ordem de fim dos fundos imobiliários, da especulação e rendas mais baixas, passam-se algumas mensagens a quem promete ficar a acampar, nomeadamente algumas instruções sobre como vai funcionar internamente o acampamento, com delegados dos grupos de afinidade dos acampados e uma reunião marcada para as 22h00. Cerca de 200 pessoas concentraram-se em Coimbra Duas centenas de pessoas manifestaram-se este sábado na Praça 8 de Maio, em Coimbra, para pedir respostas para a crise habitacional, tendo como uma das revindicações “derrotar da lei dos despejos”. Os manifestantes começaram a concentrar-se na Baixa da cidade depois das 15h30, gritando “Eu quero um teto, eu quero um chão, quero o direito à habitação” e “Agora que estamos juntas, agora que nos veem, abaixo a lei das rendas que vai cair, vai cair! E viva a habitação, a resistir, a resistir”. Durante a tarde foi colocada uma tarja num dos edifícios da praça onde se podia ler “Casa para quem habita, terra para quem a trabalha”. “Ordenado mínimo – renda = Não dá”, “Egoístas? Quem diz é quem é”, “País em pleno emprego sem direito a aconchego” e “Políticas que assustam” eram algumas das mensagens dos cartazes empunhados pelos participantes. Rebeca Moore, da organização, explicou à Lusa que a luta pela habitação tem tomado “proporções muito grandes” e que é preciso “fazer manifestações muito grandes” e ao fim de semana, para juntar quem não consegue fazê-lo durante a semana, uma vez que luta pela habitação “é transversal à sociedade”. “As pessoas chegam ao final do mês sem salário, em muitos sítios o valor das rendas é maior [do] que o próprio salário médio. É por isso que nós convocamos esta concentração, porque achamos absurdo que existam fundos imobiliários em Portugal a lucrar milhões enquanto a pessoa comum que trabalha, que faz a suas vida, muitas vezes não tem acesso a habitação digna”, apontou a representante da plataforma Não Dá Mais do núcleo de Coimbra. Rebeca Moore manifestou ainda solidariedade com as acampadas, movimentos “muito importantes, porque exatamente ocupam o espaço público de uma maneira consistente”, representando a mesma luta. “É para dizer ‘nós não aguentamos mais, já não dá mais’. Nós precisamos de soluções, nós precisamos de derrotar esta lei que nós chamamos a lei dos despejos e assim podemos começar a falar sobre melhor habitação”, adiantou. Entre as reivindicações deste protesto, detalhou, estiveram o derrotar a lei dos despejos, colocar teto às rendas, o fim da compra de imóveis pelos fundos imobiliários e o fim aos despejos. Paula Prada, de 54 anos, disse à Lusa estar no protesto pelas suas filhas, estudantes de 20 e 24 anos, e que vivem ainda consigo, por não terem perspetivas. “Achamos que temos de estar aqui por elas. Acho que elas merecem isso”, afirmou emocionada, considerando que “é uma vergonha o que se está a passar”. Para Paula Prada, é preciso que a sociedade se mobilize mais e que se perceba que “a mudança é obrigatória”, não se podendo continuar a fingir que não está acontecer um problema, que, no seu entender, é “gravíssimo”. “E temos um Governo que finge que nada está a acontecer, que acha que a culpa ainda está em quem está necessitado e que nada faz e que nem sequer os quer ouvir”, criticou. Sara Martins, de 30 anos, também marcou presença na manifestação porque, ao longo dos últimos anos, o problema da habitação “tem-se vindo a agravar” e, mesmo a nível internacional, “não dá mais”. “Acho que o povo se está agora a juntar para, de facto, reclamarmos estes direitos que estão consagrados na nossa Constituição de forma a pedir ao Governo que, de facto, os faça cumprir, entre eles a habitação”, sustentou à Lusa. Investigadora na Universidade de Coimbra, Sara Martins admitiu não ter estabilidade financeira para sair de casa dos pais e não ter as “bases que são necessárias para construir um plano de vida a longo prazo”. Lusa Concentração junta-se no lado oposto do Rossio. Tendas voltam a ser montadas no mesmo sítio Com a manifestação já no Rossio, a multidão dividiu-se e a disposição mudou face à acampada anterior e aos protestos que se seguiram. As tendas voltaram a ser montadas no mesmo lado norte da estátua, viradas para o Teatro Nacional D. Maria II. Porém, ao contrário do que acontecia antes, o palco onde decorrerá a Assembleia Popular e os concertos dos vários artistas ficou no lado sul. Manifestação em Lisboa encheu a Avenida da Liberdade em direção ao Rossio. Lisboa. Manifestação pela habitação chega ao Rossio Cerca de duas horas depois de começar a descer a avenida da Liberdade desde o Marquês de Pombal, a manifestação pelo direito à Habitação começou a chegar à praça D. Pedro IV (também conhecida por Rossio). A concentração vai agora ficar na praça e reunir a sua Assembleia Popular e, como definido na quinta-feira, voltar a acampar nessa praça, uma semana depois da primeira acampada. Porto. Milhartes chegam à Praça D. João I Milhares de manifestantes chegaram este sábado à Praça D. João I, no Porto, para se juntarem a outras centenas de populares que aguardavam a manifestação ao som de música, sol e sob a vigilância de dezenas de polícias de intervenção. Pelas 17h15, com a frase de ordem "Direito à habitação" e ao som de batuques, bombos e palmas, a população recebeu de pé milhares de manifestantes que saíram da Praça da Batalha, no Porto, pelas 16h30. Em declarações à Lusa, o subintendente da PSP, R. Silva, avançou que saíram esta tarde da Praça da Batalha, no Porto, cerca de “600 manifestantes”, em direção à Praça D. João I, mas a Lusa constatou no local que ao longo do percurso pelas várias artérias do coração da baixa do Porto, se iam juntando várias centenas de pessoas, com destino à Praça D. João I. Ao som do poema “Pedra Filosofal” (1956), escrito por António Gedeão e cantado por Manuel Freire, e com canções de intervenção e hinos da resistência em Portugal, como músicas de José Afonso e temas como “Com um brilhozinhos nos olhos”, de Sérgio Godinho, várias centenas de populares aguardavam a chegada de milhares de manifestantes que estão hoje na rua a lutar contra os preços elevados da habitação. À Lusa, Maria Magalhães, 73 anos, nascida em Esposende e que veio viver para o Porto, está vestida de negro, sentada nas escadas da Praça D. João I, à espera dos manifestantes, com quem diz concordar. “Apelo às pessoas que estão a governar que olhem para este problema da habitação. O custo de vida, as habitações que os jovens não conseguem suportar e não conseguem comprar casa. Não me admira nada que a juventude se esteja a unir para que possam ter um futuro mais digno - constituir família e ter um futuro digno”, declarou. Lusa PSP promete "privilegiar o diálogo" com manifestantes A PSP tem este sábado um dispositivo policial preparado para acompanhar as manifestações pelo direito à habitação em várias cidades do país, com especial atenção em Lisboa e Porto, avançando que vai continuar a privilegiar o diálogo com os manifestantes. Numa nota sobre o dispositivo policial para as várias manifestações que decorrem em várias cidades, a Polícia de Segurança Pública refere que a prioridade “é garantir o exercício do direito de reunião e manifestação, procurando que todas as iniciativas decorram de forma pacífica e em segurança”. Segundo a PSP, para as manifestações estão mobilizadas valências do trânsito, para apoiar a gestão dos condicionamentos rodoviários, e equipas de intervenção rápida, estando de reserva os meios da Unidade Especial de Polícia, nomeadamente o Corpo de Intervenção e o Grupo Operacional Cinotécnico. “A nossa atuação continuará a privilegiar o diálogo, a comunicação e a mediação com os manifestantes, numa lógica de prevenção e de gestão proporcional de eventuais ocorrências”, indica a polícia. A polícia dá ainda conta que “está também a acompanhar a informação disponível em fontes abertas, incluindo no ambiente digital, de forma a melhor compreender a evolução dos acontecimentos e as intenções publicamente manifestadas, permitindo uma adequada antecipação e gestão de eventuais riscos”. Lusa "O primeiro-ministro encontra-se ausente em parte incerta", diz José Manuel Pureza O líder do Bloco de Esquerda juntou à manifestação e diz que a mobilização de pessoas de "todas as idades, de todo o país, de todas as origens profissionais" em torno das questões da habitação pode ter impacto. "Foi isso que fez com que o pacote laboral tivesse perdido primeiro na rua e depois no Parlamento. E eu creio que é isso que vai acontecer com a Lei das Rendas", afirmou antes do início da marcha. José Manuel Pureza sublinhou que "nestes últimos dias não temos ouvido o primeiro-ministro falar sobre estes protestos. Nem sobre isto, nem sobre nada. O primeiro-ministro encontra-se ausente em parte incerta". O líder do Bloco considera que o "primeiro-ministro não querer ser visto, tem muito a ver também com isto. Ou seja, com a sua vontade de não ser confrontado com uma mobilização nacional que é cada vez mais forte". Medidas que agravam a especulação imobiliária "não pode deixar de gerar indignação", diz João Ferreira do PCP Na manifestação está também João Ferreira, vereador da Câmara Municipal de Lisboa pelo PCP, que acusa o Governo de não tomar medidas para resolver o problema da habitação. "Em lugar de tomarem as medidas que se impõem para resolver o problema [da habitação], para combater a especulação imobiliária, para dar outra segurança e estabilidade aos contratos de arrendamento, tomam medidas no sentido oposto. Ou seja, medidas que agravam a especulação imobiliária, criam ainda maior instabilidade e mais dificuldade de acesso à habitação. Isso não pode deixar de gerar indignação", afirmou aos jornalistas. "Mobilização cidadã tem tido um grande efeito", diz Isabel Mendes Lopes do Livre A deputada do Livre Isabel Mendes Lopes associou-se ao protesto e antes do arranque da marcha, em declarações à RTP, disse que "esta mobilização cidadã tem tido um grande efeito, pelo menos na mudança do tipo de discurso que vemos por parte dos dirigentes políticos, nomeadamente por parte do Governo e dos partidos da direita". Considera a deputada que "quando começaram estas mobilizações, víamos declarações muito atiçadas, muito até insultuosas relativamente a quem se estava a manifestar, e agora o tom está muito mais amenizado e, portanto, mostra que os governantes percebem que a opinião pública está com os manifestantes e com quem exige soluções concretas para resolver a crise da habitação". Marcha pelo direito à habitação em Lisboa O movimento Acampada de Lisboa promove uma manifestação contra a especulação e pelo direito à habitação, que sairá do Marquês de Pombal até à praça do Rossio. A manifestação "Não temos casa, montamos tendas!" sai da rotunda do Marquês de Pombal e termina na Praça do Rossio, onde tem montado tendas.
Milhares protestam pela habitação e montam tendas para passar a noite no Rossio
A Praça D. Pedro IV, conhecida como Rossio, voltou a encher-se de manifestantes a partir das 18h30. Milhares de pessoas ocuparam o espaço, depois de terem participado na manifestação "Não temos casa, montamos tendas!", que partiu do Marquês de Pombal em direção ao centro da capital. Atrás da estátua de D. Pedro IV, começaram a ser montadas dezenas de tendas. Ao microfone, os porta-vozes da Acampada de Lisboa apelaram aos participantes que tinham levado tendas para as instalarem naquela zona da praça, reservando a parte da frente para a concentração e para a assembleia popular. "Vamos criar uma mega acampada no Rossio", anunciaram os organizadores. A PSP e a polícia municipal têm estado a avisar que esta ação não é permitida. A contestação fez-se ouvir através de palavras de ordem dirigidas ao Governo e ao primeiro-ministro, Luís Montenegro. "Oh Montenegro, eu quero ter um salário e uma casa para viver" e "Oh Montenegro, presta atenção, as tuas casas vão virar ocupação" foram algumas das frases gritadas pelos manifestantes. Uma grande faixa com a mensagem "greve geral pela habitação" marcou a concentração. Também se ouviram palavras de ordem como "o povo unido jamais será vencido" e "somos muitos, muitos mil, para continuar Abril". A assembleia popular integra as iniciativas da Acampada de Lisboa, que tem estado reunida diariamente no Rossio desde o passado sábado, com exceção de sexta-feira, quando os participantes se concentraram no Bairro do Condado. Entre as principais reivindicações estão a reversão da lei do arrendamento, o fim das demolições e dos despejos sem alternativa habitacional, o aumento da habitação pública e a aplicação de limites às rendas. Os manifestantes defendem ainda que seja travada a aquisição de habitação por fundos imobiliários e que sejam recuperados imóveis devolutos para fins habitacionais. A nova concentração acontece depois de, na terça-feira, as autoridades terem removido dezenas de tendas do Rossio e detido 55 manifestantes. Os detidos serão presentes a juiz no dia 27.
Duzentas pessoas concentraram-se em Coimbra contra a crise habitacional
Cerca de duas centenas de pessoas manifestaram-se na Praça 8 de Maio, em Coimbra, neste sábado, para pedir respostas para a crise habitacional, tendo como uma das revindicações "derrotar da lei dos despejos". Os manifestantes começaram a concentrar-se na Baixa da cidade depois das 15:30, gritando "Eu quero um teto, eu quero um chão, quero o direito à habitação" e "Agora que estamos juntas, agora que nos veem, abaixo a lei das rendas que vai cair, vai cair! E viva a habitação, a resistir, a resistir". Durante a tarde foi colocada uma tarja num dos edifícios da praça onde se podia ler "Casa para quem habita, terra para quem a trabalha". "Ordenado mínimo -- renda = Não dá", "Egoístas? Quem diz é quem é", "País em pleno emprego sem direito a aconchego" e "Políticas que assustam" eram algumas das mensagens dos cartazes empunhados pelos participantes. Rebeca Moore, da organização, explicou à agência Lusa que a luta pela habitação tem tomado "proporções muito grandes" e que é preciso "fazer manifestações muito grandes" e ao fim de semana, para juntar quem não consegue fazê-lo durante a semana, uma vez que luta pela habitação "é transversal à sociedade". "As pessoas chegam ao final do mês sem salário, em muitos sítios o valor das rendas é maior [do] que o próprio salário médio. É por isso que nós convocamos esta concentração, porque achamos absurdo que existam fundos imobiliários em Portugal a lucrar milhões enquanto a pessoa comum que trabalha, que faz a suas vida, muitas vezes não tem acesso a habitação digna", apontou a representante da plataforma Não Dá Mais do núcleo de Coimbra. Rebeca Moore manifestou ainda solidariedade com as acampadas, movimentos "muito importantes, porque exatamente ocupam o espaço público de uma maneira consistente", representando a mesma luta. "É para dizer 'nós não aguentamos mais, já não dá mais'. Nós precisamos de soluções, nós precisamos de derrotar esta lei que nós chamamos a lei dos despejos e assim podemos começar a falar sobre melhor habitação", adiantou. Entre as reivindicações deste protesto, detalhou, estiveram o derrotar a lei dos despejos, colocar teto às rendas, o fim da compra de imóveis pelos fundos imobiliários e o fim aos despejos. Paula Prada, de 54 anos, disse à Lusa estar no protesto pelas suas filhas, estudantes de 20 e 24 anos, e que vivem ainda consigo, por não terem perspetivas. "Achamos que temos de estar aqui por elas. Acho que elas merecem isso", afirmou emocionada, considerando que "é uma vergonha o que se está a passar". Para Paula Prada, é preciso que a sociedade se mobilize mais e que se perceba que "a mudança é obrigatória", não se podendo continuar a fingir que não está acontecer um problema, que, no seu entender, é "gravíssimo". "E temos um Governo que finge que nada está a acontecer, que acha que a culpa ainda está em quem está necessitado e que nada faz e que nem sequer os quer ouvir", criticou. Sara Martins, de 30 anos, também marcou presença na manifestação porque, ao longo dos últimos anos, o problema da habitação "tem-se vindo a agravar" e, mesmo a nível internacional, "não dá mais". "Acho que o povo se está agora a juntar para, de facto, reclamarmos estes direitos que estão consagrados na nossa Constituição de forma a pedir ao Governo que, de facto, os faça cumprir, entre eles a habitação", sustentou à Lusa. Investigadora na Universidade de Coimbra, Sara Martins admitiu não ter estabilidade financeira para sair de casa dos pais e não ter as "bases que são necessárias para construir um plano de vida a longo prazo". Além da concentração, está ainda agendada para hoje uma assembleia popular organizada pela plataforma Habitação Coimbra.
Perguntas Frequentes sobre VGII11
Qual é a cotação de VGII11 hoje na B3?
Quanto a VGII11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de VGII11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de VGII11?
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