Resumo de UVXYB (UVXYB)
O criptoativo UVXYB (UVXYB) está sendo negociado a US$ 18,65 nesta data, acumulando uma variação de +12.67% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de US$ 15,87 e a máxima de US$ 18,74.
Selo de Investimento: Cripto Sólida
⚠️ AtençãoO criptoativo UVXYB atingiu 1 de 7 critérios (14.3%), ficando abaixo do mínimo de 5/7 exigido para o Selo Cripto Sólida. Exige cautela reforçada devido a risco de volatilidade, menor liquidez ou tokenomics frágil.
Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)
Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)
Não atendeCapacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage
Maturidade da Rede (> 4 anos)
Não atendeHistórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings
Segurança de Consenso Comprovada
Não atendeArquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado
Utilidade & Infraestrutura Real
Não atendeAtuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)
Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)
Não atendeCapitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado
Política Monetária Rígida / Deflacionária
Não atendeProteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas
Resiliência de Preço & Estabilidade 24h
AtendeComportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas
Histórico de Cotação: UVXYB (UVXYB)
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
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Índices da MSCI podem excluir tesourarias de criptomoedas
A MSCI, fornecedora de índices, aprovou na quinta-feira (15) uma alteração que pode excluir de seus índices empresas que concentram um único ativo em seus caixas. Entre as citadas estão a Strategy, a Metaplanet e a SharpLink. O debate começou em 2025, quando a Strategy argumentou que a regra sufocaria a inovação e poderia ser vista como perseguição política. A MSCI recuou em um primeiro momento, mas o tema voltou a ser tratado neste ano e foi aprovado pelo conselho. A proposta mira companhias cujo apelo das ações vem dessa exposição a um só ativo. Além das tesourarias de Bitcoin da Strategy e da Metaplanet, a lista inclui a Yellow Cake, que aplica em urânio, a SharpLink, de Ethereum, a farmacêutica Center Laboratories e a Lydia Holding.
Ataque a carteiras de criptomoedas provoca prejuízo de R$ 456 milhões a investidores
Criminosos roubaram cerca de US$ 90 milhões (R$ 456,6 milhões) em criptomoedas de clientes da empresa francesa Ledger. O ataque envolveu a adulteração de dispositivos físicos utilizados para armazenar senhas de acesso a ativos digitais. Segundo a empresa, os criminosos compraram aparelhos legítimos, instalaram componentes para capturar senhas e os devolveram à rede de distribuição por meio de revendedores no Sudeste Asiático. Os dispositivos afetados foram comercializados por uma revendedora da Malásia, que suspendeu as vendas durante a investigação. Após o ataque, a Ledger e a concorrente Trezor anunciaram medidas para reforçar a fiscalização de seus distribuidores.
Criminosos roubam US$ 90 milhões em criptomoedas com dispositivos adulterados
Londres | Financial Times Criminosos roubaram cerca de US$ 90 milhões (R$ 456,6 milhões) em ativos digitais de carteiras de criptomoedas na semana passada ao esconder componentes que capturam senhas em pequenos dispositivos semelhantes a pen drives. Esses aparelhos são projetados para oferecer uma das formas mais seguras de armazenar as credenciais de acesso aos tokens. Os ativos foram retirados das carteiras de clientes da Ledger, empresa francesa que classificou o caso como "um dos ataques mais sofisticados" já registrados no setor de criptomoedas. Criminosos roubam US$ 90 milhões em criptomoedas com dispositivos adulterados - Dado Ruvic - 06.dez.22/Reuters A Ledger vende pequenos dispositivos semelhantes a pen drives nos quais investidores podem armazenar com segurança a senha de acesso aos seus ativos digitais, sem conexão com a internet. O objetivo é protegê-los contra invasões e roubos de senhas e criptomoedas. Na quinta-feira (16), a empresa afirmou que criminosos organizados passaram vários meses comprando dispositivos legítimos da Ledger, abrindo-os e instalando componentes ocultos personalizados, projetados para capturar a frase de recuperação durante a configuração. Depois, os aparelhos eram devolvidos à cadeia de distribuição por meio de revendedores no Sudeste Asiático. "Eles construíram sua própria infraestrutura logística e tecnológica, com servidores para coletar senhas e estruturas para retirar e lavar os ativos roubados. Foram pacientes, gastaram milhões e atacaram em uma única operação coordenada, esvaziando carteiras", acrescentou a empresa. O episódio evidencia os métodos cada vez mais elaborados usados por organizações criminosas para roubar ativos digitais e acendeu um alerta no setor sobre como se proteger de ataques semelhantes. Todos os dispositivos afetados foram vendidos pela CryptoBilis, uma revendedora sediada na Malásia. "Suspenderemos todas as vendas e os envios de dispositivos Ledger enquanto a empresa investiga o caso, e estamos cooperando com a investigação", afirmou a CryptoBilis. A Ledger disse ter intensificado a fiscalização de sua rede de distribuição. A empresa também informou aos parceiros que seus dispositivos "nunca podem ser revendidos de nenhuma forma, mesmo que pareçam novos e lacrados". A Trezor, concorrente que também vende dispositivos físicos para armazenar criptomoedas, adotou uma medida semelhante após o ataque. Como precaução, a empresa reduziu o número de revendedores com os quais trabalha para poder "avaliar e verificar cada parceiro". "Uma carteira física só é tão segura quanto o caminho que percorre até chegar ao seu proprietário", afirmou Danny Sanders, diretor comercial da Trezor. Segundo ele, a companhia está ampliando a fiscalização sobre como seus dispositivos são "obtidos, armazenados e manuseados". Várias plataformas de autocustódia —nas quais os próprios usuários mantêm o controle de suas criptomoedas— sofreram ataques nos últimos meses. Em agosto, cerca de US$ 116 milhões (R$ 589,2 milhões) foram roubados de carteiras da Coldcard depois que hackers exploraram uma falha no sistema. "Nos últimos anos, o cenário dos crimes com criptomoedas se tornou cada vez mais profissionalizado", afirmou a empresa de rastreamento de transações em blockchain Chainalysis em um relatório publicado no início deste ano. Segundo a companhia, as criptomoedas "continuam sendo um elemento central das operações criminosas modernas". A Ledger afirmou que seus próprios sistemas não foram comprometidos. "Este foi um ataque ao canal de distribuição, depois que os dispositivos saíram do nosso controle", disse a empresa.
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