Resumo de Solana (SOL)
O criptoativo Solana (SOL) está sendo negociado a US$ 98,18 nesta data, acumulando uma variação de +0.66% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de US$ 96,02 e a máxima de US$ 98,87.
Selo de Investimento: Cripto Sólida
🪙 Cripto SólidaO criptoativo SOL atende a 7 de 7 critérios estruturais (100.0%), demonstrando maturidade de rede, alta liquidez global, consenso seguro e política monetária controlada.
Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)
Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)
AtendeCapacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage
Maturidade da Rede (> 4 anos)
AtendeHistórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings
Segurança de Consenso Comprovada
AtendeArquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado
Utilidade & Infraestrutura Real
AtendeAtuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)
Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)
AtendeCapitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado
Política Monetária Rígida / Deflacionária
AtendeProteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas
Resiliência de Preço & Estabilidade 24h
AtendeComportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas
Oscilação dos Últimos 12 Meses
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Bear market do Bitcoin foi diferente — e isso pode ser um bom sinal, diz executivo da Anchorage
Mesmo com queda de mais de 50% desde a máxima, mercado manteve adoção institucional e mostrou mais resiliência O atual ciclo de baixa do Bitcoin foi bem diferente dos anteriores e pode ser um sinal de amadurecimento do mercado. Essa é a avaliação de David Lawant, chefe de pesquisa da Anchorage Digital, que afirmou durante um painel no Digital Assets Conference (DAC) que, apesar da forte queda do preço do BTC, a indústria não mostrou o mesmo grau de paralisia visto em outros momentos de estresse. Lawant lembrou que o Bitcoin chegou a cair mais de 50% a partir das máximas do ciclo e atingiu a região dos US$ 58 mil neste ano. Ainda assim, segundo ele, este bear market pareceu “relativamente fácil” quando comparado com episódios anteriores. A principal diferença, na visão do executivo, foi o comportamento de empresas e investidores institucionais. Mesmo com o mercado em queda, ele disse não ter observado uma desaceleração relevante nos projetos ligados ao Bitcoin, stablecoins e tokenização. “Não acho que tenha visto qualquer desaceleração no ritmo das grandes instituições em relação à adoção de Bitcoin ou cripto”, afirmou Lawant. Ele comparou o momento atual com o período que sucedeu o colapso da FTX, quando novos participantes chegaram a questionar a própria sobrevivência da indústria. Para o executivo, essa resiliência mostra que a tese de investimento do Bitcoin passou a ser aceita por um grupo mais amplo de investidores. Queda do Bitcoin teve mais relação com fatores externos Outro ponto destacado por Lawant foi que boa parte da pressão sobre o Bitcoin durante o ciclo não esteve diretamente relacionada a problemas do próprio ativo. Segundo ele, o mercado enfrentou um período de maior incerteza macroeconômica, com mudanças na política monetária e fiscal dos Estados Unidos, tensões geopolíticas e alta dos preços de energia. Na avaliação do executivo, mercados costumam reagir mal principalmente a momentos de transição e incerteza. Lawant também citou a competição por capital com outros setores do mercado e lembrou que houve períodos de saídas relevantes dos ETFs de Bitcoin à vista. Ainda assim, ele afirmou que os investidores desses fundos permaneceram, de maneira geral, bastante resilientes durante o ciclo. Na avaliação do chefe de pesquisa da Anchorage, isso reforça a ideia de que o mercado começou a separar de forma mais clara os ativos puramente especulativos daqueles com uma tese fundamental mais consolidada. Guilherme Ferreira, cofundador e CFO da OranjeBTC, acrescentou que uma menor volatilidade seria um movimento esperado à medida que o Bitcoin amadurece como classe de ativo. Bitcoin começa a se comportar como ativo macro global Para Lawant, outra mudança importante está na forma como o mercado passa a enxergar o Bitcoin. Segundo ele, o BTC vem se transformando cada vez mais em um “ativo macro global”, enquanto outras criptomoedas passaram a responder com maior intensidade a fatores específicos de seus próprios ecossistemas. O executivo citou, por exemplo, que ativos como Hyperliquid e Solana podem ter motores de desempenho diferentes daqueles que afetam o Bitcoin. Essa mudança também aparece, segundo Lawant, nas correlações do BTC com outros mercados. Ele afirmou que, recentemente, a correlação entre Bitcoin e ouro atingiu níveis muito elevados, enquanto a relação com ativos de risco, como S&P 500 e Nasdaq, caiu para patamares não vistos em anos. O executivo ressaltou, no entanto, que o Bitcoin ainda apresenta um comportamento duplo: em alguns momentos funciona como ativo de risco e, em outros, como uma espécie de porto seguro. Para ele, essa oscilação faz parte do processo de amadurecimento do ativo. Lawant também destacou que o mercado passou por um processo significativo de desalavancagem nos últimos meses. Segundo ele, diferentes métricas mostram uma estrutura de mercado menos alavancada do que em períodos anteriores, o que pode reduzir a pressão de vendedores forçados. Apesar do tom positivo, o executivo evitou afirmar de forma categórica que o mercado de baixa chegou ao fim. Ele disse acreditar que a região dos US$ 58 mil pode ter marcado o fundo do ciclo, mas ressaltou que essa leitura ainda depende do cenário macroeconômico. Para Lawant, o principal sinal de mudança está menos no preço e mais no comportamento da indústria: mesmo durante a queda, empresas, investidores e instituições continuaram avançando em projetos ligados ao Bitcoin e ao mercado de ativos digitais. Quer investir na maior criptomoeda do mundo? No MB, você começa em poucos cliques e de forma totalmente segura e transparente. Não adie uma carteira promissora e faça mais pelo seu dinheiro. Abra sua conta e invista em bitcoin agora!
Câmara dos EUA vota hoje projeto de reserva estratégica de bitcoin
O projeto de reserva estratégica de bitcoin da Câmara dos EUA volta ao centro das atenções nesta terça-feira. Isto depois que o CLARITY Act não avançou no Senado. Um comitê da Câmara vai debater o projeto, analisar emendas e votar se o texto segue para o plenário da Casa. Projeto de reserva estratégica será discutido hoje O Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos EUA está programado para analisar o American Reserve Modernization Act (H.R. 8957) às 10h de 16 de setembro (quarta-feira). Além dele, o comitê também irá discutir outros oito projetos de lei. Esta é a primeira votação em comitê pleno para transformar a reserva estratégica de bitcoin em lei federal. O que é o American Reserve Modernization Act? O American Reserve Modernization Act de 2026 busca criar uma reserva estratégica de bitcoin, além de outros mecanismos que garantam a gestão transparente das posições de bitcoin do governo americano. O texto também prevê o uso de recursos do Federal Reserve para compensar custos, entre outros objetivos. Os deputados Nicholas Begich e Jared Golden apresentaram a proposta em 21 de maio. A proposta responde à ordem executiva do presidente Trump, que determinou a criação de uma reserva estratégica de bitcoin. Segundo o texto, o Departamento do Tesouro terá 180 dias após a sanção da lei para estruturar essa reserva, além de um estoque de ativos digitais separado para criptomoedas como Ethereum (ETH), XRP, Solana (SOL) e Cardano (ADA). Entre os principais pontos do projeto, estão a transferência de bitcoins apreendidos e confiscados para a reserva, o bloqueio dos ativos por 20 anos e a exigência de relatórios trimestrais de prova de reservas. Principais mudanças da emenda Steil Bryan Steil, presidente do subcomitê de ativos digitais, tecnologia financeira e inteligência artificial, apresentou uma emenda substitutiva. Se aprovada hoje, ela substitui todo o texto original de Begich e insere ajustes no projeto. As mudanças mais relevantes incluem contar o prazo de bloqueio de 20 anos a partir da data de sanção da lei — e não a partir de cada depósito individual, como previa a versão original. Além disso, o secretário do Tesouro passa a ter de apresentar prova de reservas anualmente, e ativos recebidos por meio de forks ou airdrops só poderão ser vendidos após um ano, em vez dos cinco anos estabelecidos no texto original. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, já havia pedido que o Congresso avançasse com o projeto. A proposta de Steil mantém a proibição de vendas durante os 20 anos de bloqueio e ainda exige um processo regulatório caso alguma venda futura seja necessária no interesse do país, com divulgações voltadas a limitar impactos no mercado. A receita obtida com a venda do estoque de ativos seria destinada primeiro a custos de gestão, e o restante, à redução da dívida pública. O American Reserve Modernization Act ainda precisa passar por votação no plenário, aprovação do Senado e sanção presidencial para virar lei. A votação de hoje é um teste importante para saber se os democratas vão apoiar a criação de uma reserva nacional estratégica de bitcoin.
Ingrid vive “ano desafiador” e busca parceria de longo prazo no circuito
São Paulo (SP) – Finalista da edição passada do SP Open, Ingrid Martins avalia o momento da temporada e fala da busca por uma parceira fixa no circuito de duplas da WTA. A carioca estreia nesta quarta-feira, ao lado da argentina Jazmin Ortenzi contra as mexicanas Victoria Rodriguez e Maria Navarro, no jogo que irá encerrar a programação da Quadra Maria Esther Bueno. As expectativas são as melhores, tento não focar no resultado, mas sim na minha performance dentro de quadra para fazer o que a gente faz de melhor no jogo e aproveitar essa semana que é muito especial”, disse Ingrid. “É raro estar jogando em casa ao lado da família e dos amigos. É um momento para desfrutar toda essa experiência e buscar meu melhor jogo e melhor tênis nessa semana”. Em entrevista a TenisBrasil, Ingrid classifica a temporada atual como “desafiadora”, especialmente por uma lesão na panturrilha que sofreu no Australian Open, onde jogou ao lado de Alexandra Eala. Na sequência, precisou novamente mudar de planos, devido aos conflitos no Oriente Médio. “Minha temporada começou com um imprevisto na Austrália, tive uma lesão na panturrilha e precisei manejar o calendário. Depois fui para a Turquia e tive que sair de lá. Esfriou um pouco o ritmo”, relatou a jogadora de 30 anos, que ocupa atualmente apenas a 150ª colocação no ranking. Fizemos bons jogos em Roland Garros [com a argentina Solana Sierra]. E em Wimbledon fica aquele gosto amargo, porque eu entrei, mas não joguei [com a ucraniana Daria Snigur, que priorizou o torneio de simples]. Nunca tinha acontecido isso antes. E no US Open, fiquei a duas desistências. Está sendo um ano desafiador de questões que a gente não pode controlar, mas desde o Australian Open estou sem lesões e procurando parcerias que eu possa manter por longo prazo”. + Veja como ficou a chave de duplas femininas em Wimbledon Ingrid também falou sobre as dificuldades para fixar uma parceria no circuito, comparando as oscilações do ranking com as de uma bola de valores: “Eu jogo com russa, com ucraniana, com argentina, com brasileira… São muitas culturas e visões diferentes. A comunicação é diferente. Dependendo de como você fala, cada uma pode levar de outra forma”. Além disso, são muitos objetivos entre aquelas que só jogam duplas e as que também estão em simples. É difícil organizar os calendários para fazer a mesma gira de torneios. Tive problema na temporada de grama, porque ela não tinha visto para a Ingleterra. Tive que mudar de parceria de última hora”, acrescentou. Finalista da edição passada do SP Open, Ingrid Martins avalia o momento da temporada e fala da busca por uma parceira fixa no circuito de duplas da WTA. Ela estreia nesta quarta-feira, ao lado da argentina Jazmin Ortenzi contra as mexicanas Victoria Rodriguez e Maria Navarro. pic.twitter.com/bky8kVfCkl — TenisBrasil (@sitetenisbrasil) September 16, 2026 “O ranking é como a bolsa de valores. Se você cai um pouco, já não te valorizam tanto. Mas faz parte. E como eu já fui top 50, qualquer menina que esteja bem sabe que pode me chamar que eu estou pronta, que é o que aconteceu na Filadélfia, que a Eri Hozumi me chamou e a gente jogou junto. Tenho que estar preparada a cada momento para quando a oportunidade surgir e focar em evoluir o meu jogo. O circuito é pequeno e todo mundo está vendo”. Vencedora de dois torneios da WTA e atual 47ª do mundo, a carioca fala sobre o que precisa melhorar. “Eu confio no meu saque. O principal a mudar é a devolução, troquei de lado agora. Estou jogando mais do lado direito. Eu jogava mais do lado esquerdo. E também ficar mais ágil na rede para ser mais ativa, mais duplista e confiar nas minhas armas, ser mais ativa e ir para cima”. A oportunidade de jogar em casa é também uma celebração do momento do tênis feminino no Brasil. “Ano passado, aqui mesmo no SP Open, o torneio foi incrível com toda a minha família assistindo. Lembro que eu chegava em casa muito feliz, com muita satisfação de estar vivendo esse torneio no Brasil e poder ver muitas pessoas e crianças que nunca puderam ver de perto. A gente perdeu a final [ao lado de Laura Pigossi], mas foi muito mais do que o resultado. Estava muito feliz de estar ali, disputando essa final contra a Luísa [Stefani] que também fez muito pelo esporte no nosso país. É uma semana que nunca vou me esquecer na minha vida”.
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