Resumo de Solana (SOL)
O criptoativo Solana (SOL) está sendo negociado a R$ 501,79 nesta data, acumulando uma variação de -0.64% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 499,59 e a máxima de R$ 506,46.
Selo de Investimento: Cripto Sólida
🪙 Cripto SólidaO criptoativo SOL atende a 7 de 7 critérios estruturais (100.0%), demonstrando maturidade de rede, alta liquidez global, consenso seguro e política monetária controlada.
Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)
Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)
AtendeCapacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage
Maturidade da Rede (> 4 anos)
AtendeHistórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings
Segurança de Consenso Comprovada
AtendeArquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado
Utilidade & Infraestrutura Real
AtendeAtuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)
Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)
AtendeCapitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado
Política Monetária Rígida / Deflacionária
AtendeProteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas
Resiliência de Preço & Estabilidade 24h
AtendeComportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas
Histórico de Cotação: Solana (SOL)
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
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'Lá na Minha Terra' traz fábula para a faixa das seis em cidade nordestina fictícia
Rio de Janeiro Depois de inovar esteticamente, com uma profusão de elementos africanos na pomposa "A Nobreza do Amor" —novela das seis cujo último capítulo teve a pior audiência no horário em quatro anos, com 19 pontos em São Paulo—, a Globo resolveu optar por uma fórmula mais convencional na trama que a substitui. "Lá na Minha Terra", que estreia nesta segunda, aposta em uma história mais descontraída, usando a emoção e a comédia como trunfos. De autoria de Mário Teixeira e com direção artística de Allan Fiterman, dupla conhecida pela colaboração em "Mar do Sertão", de 2022, e "No Rancho Fundo", de 2024, a novela conta a história de Rosenda, interpretada por Dira Paes, uma mulher batalhadora, que cuida sozinha de cinco filhos na fictícia cidade nordestina de Lavra Seca. Ela foi há anos abandonada pelo marido, Severino, papel de Daniel de Oliveira, que rumou a São Paulo para tentar conseguir melhores condições de vida para a família. Mas Severino simplesmente desaparece, sem dar satisfações a Rosenda e aos filhos. Na verdade, ao se instalar na maior metrópole brasileira, ele assume uma nova identidade, conseguindo enriquecer e levando uma vida cheia de luxo com outra mulher, Ismália, interpretada por Camila Morgado. Dira Paes em cena da novela 'Lá na Minha Terra', da TV Globo - Beatriz Damy/Divulgação Pela sinopse, percebe-se que a novela fará Rosenda passar por instantes de grande sofrimento. Mas, apesar dos percalços da protagonista, o tom geral da atração deverá ser principalmente marcado pela leveza. "‘Lá na Minha Terra’ pertence a esse mesmo universo que o Mário [Teixeira] domina tanto, que é mais fabular", diz Fiterman, o diretor. "A gente trabalha com arquétipos, como ele faz muito bem. Então, você tem o delegado, o prefeito, o coronel, o padre. É uma forma de fazer novela que funciona muito bem. As pessoas começam a se apegar muito pelos personagens que elas começam a acompanhar." Uma das personagens que devem trazer elementos cômicos é Celestina, vivida por Lilia Cabral, uma cafetina que chantageia Severino, mas que, apesar da vilania, também tem seu lado humano e engraçado. No dia em que visitou a cidade cenográfica, nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, a reportagem conferiu a gravação de uma cena em que Celestina recebe uma visita do filho, interpretado por Igor Lorenzo. "Pelo que eu já assisti, pelo astral, pelo que a gente está gravando, eu acho que é uma novela solar, divertida", diz a atriz. "E eu acho que precisa de uma descontração, para você ficar escutando uma história familiar nessa cidade, que é uma fábula, né? É fictícia. Você vai entendendo quais são os arquétipos que formam essa cidade", afirma Cabral. A atriz diz que há algo na nova trama que a faz se lembrar de algumas de suas novelas mais conhecidas. "Ela me remete a alguns personagens ou alguns movimentos que eu já fiz. Por exemplo, ‘Tieta’ [de 1989] e ‘Pedra sobre Pedra’ [de 1992], em que você vê sempre que é uma cidade fictícia, mas você vê aquilo correndo. E você se reconhece. E acho que essa alegria faz parte da história da dramaturgia brasileira." A intérprete de Rosenda, Dira Paes, reconhece que a trama vai evitar qualquer excesso de solenidade e acha que a trama tem até um caráter "onírico". Mas os dramas da personagem também serão devidamente explorados. "Tem essa Mãe Coragem, que a gente reconhece; ela não é fictícia, ao contrário. A minha personagem é de um núcleo mais realista, porque a gente quer falar sobre quem são essas mulheres que convivem com o ponto de interrogação, com uma ausência", diz, se referindo à falta de informações da protagonista sobre o paradeiro de seu marido em São Paulo. "Eu acho que os outros personagens compensam também esse aspecto. Os personagens de Lavra Seca têm esse traço do lúdico, da pincelada, que é bem brasileiro. E essas figuras icônicas que também a gente sabe que uma cidade como Lavra Seca tem." Mateus Solano, que interpreta Almerindo, um rico proprietário de terras que se apaixona por Rosenda, destaca também que a novela é ótima para os atores porque tem um texto com falas mais longas que as tramas recentes tendem a ter. "Eu acho que é uma característica do Mário [Teixeira]. A gente vem pedindo isso, para ter cenas mais longas. Acaba que eu acho que a gente ganha em qualidade também. E agora a gente ganha mais tempo para estudar e mais tempo para descansar", diz o ator, fazendo referência a uma novidade da novela —é a primeira da Globo a permitir à equipe e ao elenco a trabalhar em escala 5x2. "No fim de semana, agora, em vez de ter um dia para decorar, a gente tem dois dias para poder viver e decorar também. Além dos feriados, tá?", diz Paes. "A gente quer que dê certo, todo mundo está se ajustando para a gente ter uma equação para apresentar também para os próximos produtos que virem a ser no modelo 5x2", afirma a atriz. "É um momento histórico. E, se antecipando a uma tendência natural, eu acho que isso é uma demanda que há muito tempo existia no Brasil."
Previsão do preço do Ethereum com saídas de ETFs spot de ETH após as eleições nos EUA
O preço do Ethereum permaneceu sob pressão nos últimos meses, espelhando o desempenho de outras moedas. Era negociado a US$2.235 no domingo, alguns pontos abaixo do nível de resistência crucial de US$2.781. Então, o que vem a seguir para a moeda com o aumento das saídas dos ETFs de ETH? Investidores americanos estão se desfazendo de seus ETFs de Ethereum Investidores americanos estão vendendo agressivamente seus ETFs de ETH, sinal de que esperam que a moeda permaneça sob pressão no futuro previsível. Os ETFs spot de Ethereum registraram saídas de mais de US$93 milhões na sexta-feira, após vendas de US$99 milhões na quinta. Esses fundos registraram saídas de mais de US$431 milhões na semana passada, na sexta semana consecutiva de saídas. Agora já perderam mais de US$365 milhões neste mês, depois de perderem US$1,6 bilhão no mês anterior. Essas saídas são substancialmente maiores do que as de outras moedas, incluindo Bitcoin, Solana e XRP. A tendência parece acelerar após as eleições de meio de mandato nos EUA, nas quais os democratas venceram por ampla margem. Os democratas estão a caminho de conquistar 56 cadeiras no Senado. Também podem conquistar 260 cadeiras na Câmara dos Representantes. Portanto, é provável que os dirigentes do partido concentrem atenção no setor cripto. Por exemplo, a senadora Elizabeth Warren, que presidirá o Comitê Bancário do Senado, tem sido uma das maiores críticas do setor. As saídas contínuas de ETFs de ETH também coincidiram com a queda de métricas on-chain. Por exemplo, o valor total bloqueado (TVL) na rede caiu para US$43,2 bilhões, ante a máxima deste mês de quase US$50 bilhões. O crescimento das stablecoins do Ethereum também se deteriorou. Sua capitalização de mercado caiu para US$137 bilhões, ante a máxima do ano de quase US$170 bilhões. Isso é importante porque analistas esperavam que as stablecoins continuassem a crescer, especialmente no setor de pagamentos. O Ethereum também não está gerando tantas taxas como no passado. Gerou apenas US$25 milhões em taxas neste trimestre, abaixo de US$34,6 milhões no trimestre anterior. No seu pico, o Ethereum gerava mais de US$549 milhões em taxas e era uma das cadeias mais lucrativas do setor. Mais dados mostram que o volume em DEXs continuou a cair nos últimos meses. O volume em DEXs caiu para US$54 milhões neste trimestre, ante um pico de US$298 bilhões no trimestre de setembro do ano passado. Análise técnica do preço do Ethereum Gráfico do preço do ETH | Fonte: TradingView O gráfico diário mostra que o token ETH tem estado em uma tendência de queda constante nos últimos meses. Caiu de uma máxima de US$2.809 em setembro para os atuais US$2.235. Já ficou abaixo das Médias Móveis Exponenciais (EMA) de 50 e 100 dias. A moeda permaneceu abaixo do indicador Supertrend, sinal de que os ursos continuam no controle. Portanto, o cenário mais provável é de continuação da queda, possivelmente até o nível de suporte-chave de US$2.000.
Comissão aprova política nacional para celíacos
Merlong Solano, relator da proposta na comissão – Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que cria a Política Nacional de Apoio às Pessoas com Doença Celíaca. A doença celíaca é uma condição autoimune que exige a exclusão permanente do glúten da dieta. O glúten é uma proteína encontrada em alimentos como trigo, centeio e cevada. Entre as diretrizes e objetivos da nova política, destacam-se: a disseminação de informações sobre sintomas, diagnóstico precoce e tratamento da doença; a capacitação de profissionais de saúde para o acompanhamento adequado dos pacientes; o fomento à pesquisa científica e à produção de conhecimento sobre o tema; e o incentivo à indústria de alimentos para ampliar a oferta de produtos seguros para consumo e adequados para celíacos. Os parlamentares aprovaram uma alteração (subemenda) feita pelo relator, deputado Merlong Solano (PT-PI), ao substitutivo aprovado anteriormente pela Comissão de Saúde. O texto aprovado, no entanto, derruba a proposta principal (Projeto de Lei 8565/17), que obrigava supermercados a criarem corredores ou gôndolas exclusivas para alimentos destinados a dietas especiais (sem glúten, sem lactose ou para diabéticos). Merlong Solano optou por consolidar medidas previstas em alguns dos 16 projetos apensados, mas rejeitou as propostas que impunham separação física de produtos nas lojas e as que previam isenções de impostos. Custos para o comércio Ao justificar a rejeição das gôndolas exclusivas, o relator argumentou que a lei atual (Lei 10.674/03) já obriga os fabricantes a informarem no rótulo a presença ou ausência de glúten. Para Solano, essa regra já protege o consumidor. Além disso, o deputado apontou que a separação física seria inviável na prática. “Parcela expressiva dos alimentos comercializados em supermercados é naturalmente isenta de glúten, incluindo carnes, ovos, frutas, verduras, legumes, arroz e feijão. A adoção rigorosa do modelo conduziria ao resultado paradoxal de exigir a segregação física de uma parcela substancial do próprio mercado alimentício”, explicou o relator em seu parecer. Solano ressaltou ainda que obrigar a reorganização de prateleiras geraria custos de layout e logística para o comércio, que acabariam repassados aos preços sem trazer um benefício proporcional ao consumidor. Próximos passos A matéria segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. O texto está sujeito à apreciação do Plenário. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
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