Resumo de Bitcoin (BTC)
O criptoativo Bitcoin (BTC) está sendo negociado a US$ 76.000,48 nesta data, acumulando uma variação de +0.16% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de US$ 75.010,02 e a máxima de US$ 76.504,87.
Selo de Investimento: Cripto Sólida
🪙 Cripto SólidaO criptoativo BTC atende a 7 de 7 critérios estruturais (100.0%), demonstrando maturidade de rede, alta liquidez global, consenso seguro e política monetária controlada.
Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)
Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)
AtendeCapacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage
Maturidade da Rede (> 4 anos)
AtendeHistórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings
Segurança de Consenso Comprovada
AtendeArquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado
Utilidade & Infraestrutura Real
AtendeAtuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)
Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)
AtendeCapitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado
Política Monetária Rígida / Deflacionária
AtendeProteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas
Resiliência de Preço & Estabilidade 24h
AtendeComportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas
Oscilação dos Últimos 12 Meses
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Os ETFs de bitcoin tiveram resgates líquidos de US$ 450 milhões em meio às incertezas globais, à inflação americana acima do esperado e à falta de avanço do Clarity Act no Senado dos Estados Unidos. A proposta de regulamentação do mercado cripto não conseguiu os votos necessários para avançar nesta terça-feira (15). O cenário ganha relevância diante do chamado “inverno cripto”, iniciado há cerca de 12 meses. A menor entrada de recursos e as retiradas de capital ampliam a pressão sobre o preço do bitcoin. Apesar disso, avalia que os ETFs ainda podem integrar estratégias de diversificação com aportes graduais.
Bear market do Bitcoin foi diferente — e isso pode ser um bom sinal, diz executivo da Anchorage
Mesmo com queda de mais de 50% desde a máxima, mercado manteve adoção institucional e mostrou mais resiliência O atual ciclo de baixa do Bitcoin foi bem diferente dos anteriores e pode ser um sinal de amadurecimento do mercado. Essa é a avaliação de David Lawant, chefe de pesquisa da Anchorage Digital, que afirmou durante um painel no Digital Assets Conference (DAC) que, apesar da forte queda do preço do BTC, a indústria não mostrou o mesmo grau de paralisia visto em outros momentos de estresse. Lawant lembrou que o Bitcoin chegou a cair mais de 50% a partir das máximas do ciclo e atingiu a região dos US$ 58 mil neste ano. Ainda assim, segundo ele, este bear market pareceu “relativamente fácil” quando comparado com episódios anteriores. A principal diferença, na visão do executivo, foi o comportamento de empresas e investidores institucionais. Mesmo com o mercado em queda, ele disse não ter observado uma desaceleração relevante nos projetos ligados ao Bitcoin, stablecoins e tokenização. “Não acho que tenha visto qualquer desaceleração no ritmo das grandes instituições em relação à adoção de Bitcoin ou cripto”, afirmou Lawant. Ele comparou o momento atual com o período que sucedeu o colapso da FTX, quando novos participantes chegaram a questionar a própria sobrevivência da indústria. Para o executivo, essa resiliência mostra que a tese de investimento do Bitcoin passou a ser aceita por um grupo mais amplo de investidores. Queda do Bitcoin teve mais relação com fatores externos Outro ponto destacado por Lawant foi que boa parte da pressão sobre o Bitcoin durante o ciclo não esteve diretamente relacionada a problemas do próprio ativo. Segundo ele, o mercado enfrentou um período de maior incerteza macroeconômica, com mudanças na política monetária e fiscal dos Estados Unidos, tensões geopolíticas e alta dos preços de energia. Na avaliação do executivo, mercados costumam reagir mal principalmente a momentos de transição e incerteza. Lawant também citou a competição por capital com outros setores do mercado e lembrou que houve períodos de saídas relevantes dos ETFs de Bitcoin à vista. Ainda assim, ele afirmou que os investidores desses fundos permaneceram, de maneira geral, bastante resilientes durante o ciclo. Na avaliação do chefe de pesquisa da Anchorage, isso reforça a ideia de que o mercado começou a separar de forma mais clara os ativos puramente especulativos daqueles com uma tese fundamental mais consolidada. Guilherme Ferreira, cofundador e CFO da OranjeBTC, acrescentou que uma menor volatilidade seria um movimento esperado à medida que o Bitcoin amadurece como classe de ativo. Bitcoin começa a se comportar como ativo macro global Para Lawant, outra mudança importante está na forma como o mercado passa a enxergar o Bitcoin. Segundo ele, o BTC vem se transformando cada vez mais em um “ativo macro global”, enquanto outras criptomoedas passaram a responder com maior intensidade a fatores específicos de seus próprios ecossistemas. O executivo citou, por exemplo, que ativos como Hyperliquid e Solana podem ter motores de desempenho diferentes daqueles que afetam o Bitcoin. Essa mudança também aparece, segundo Lawant, nas correlações do BTC com outros mercados. Ele afirmou que, recentemente, a correlação entre Bitcoin e ouro atingiu níveis muito elevados, enquanto a relação com ativos de risco, como S&P 500 e Nasdaq, caiu para patamares não vistos em anos. O executivo ressaltou, no entanto, que o Bitcoin ainda apresenta um comportamento duplo: em alguns momentos funciona como ativo de risco e, em outros, como uma espécie de porto seguro. Para ele, essa oscilação faz parte do processo de amadurecimento do ativo. Lawant também destacou que o mercado passou por um processo significativo de desalavancagem nos últimos meses. Segundo ele, diferentes métricas mostram uma estrutura de mercado menos alavancada do que em períodos anteriores, o que pode reduzir a pressão de vendedores forçados. Apesar do tom positivo, o executivo evitou afirmar de forma categórica que o mercado de baixa chegou ao fim. Ele disse acreditar que a região dos US$ 58 mil pode ter marcado o fundo do ciclo, mas ressaltou que essa leitura ainda depende do cenário macroeconômico. Para Lawant, o principal sinal de mudança está menos no preço e mais no comportamento da indústria: mesmo durante a queda, empresas, investidores e instituições continuaram avançando em projetos ligados ao Bitcoin e ao mercado de ativos digitais. Quer investir na maior criptomoeda do mundo? No MB, você começa em poucos cliques e de forma totalmente segura e transparente. Não adie uma carteira promissora e faça mais pelo seu dinheiro. Abra sua conta e invista em bitcoin agora!
Celsius em falência processa BitMEX por liquidações durante a queda causada pela Covid, buscando US$ 495 milhões
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