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BTC

Criptomoeda

Bitcoin

Atualizado: 08/11/2026

Preço Atual
R$ 426.375,30
-0.10%
Cotação de Criptoativo em tempo real

Resumo de Bitcoin (BTC)

O criptoativo Bitcoin (BTC) está sendo negociado a R$ 426.375,30 nesta data, acumulando uma variação de -0.10% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 425.502,97 e a máxima de R$ 429.044,10.

Variação (R$)
R$ -441,49
Cotação: BRL
Variação Dia
Mín: R$ 425.502,97
Máx: R$ 429.044,10
Volume Diário
2.174.778.287
Transações em 24h
🪙

Selo de Investimento: Cripto Sólida

🪙 Cripto Sólida

O criptoativo BTC atende a 7 de 7 critérios estruturais (100.0%), demonstrando maturidade de rede, alta liquidez global, consenso seguro e política monetária controlada.

Pontuação dos Critérios 7/7 (100.0%)
Mínimo Cripto Sólida: 5/7 Status: Aprovado

Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)

Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)

Atende

Capacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage

📌 Volume diário 24h: R$ 2.17 bilhões

Maturidade da Rede (> 4 anos)

Atende

Histórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings

📌 Rede em operação desde 2009 (17 anos de histórico)

Segurança de Consenso Comprovada

Atende

Arquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado

📌 Mecanismo: Proof of Work (SHA-256)

Utilidade & Infraestrutura Real

Atende

Atuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)

📌 Setor: Reserva de Valor / Ouro Digital

Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)

Atende

Capitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado

📌 Valor de mercado estimado: ~U$ 1500.0 bilhões

Política Monetária Rígida / Deflacionária

Atende

Proteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas

📌 Política: Hard Cap rígido de 21M de moedas com Halvings a cada 4 anos (Deflacionário)

Resiliência de Preço & Estabilidade 24h

Atende

Comportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas

📌 Variação 24h: -0.10% (Sem colapso imediato de liquidez)
🛡️ Análise quantitativa e estrutural baseada em dados públicos de rede e mercado. Não constitui recomendação direta de investimento.
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Histórico de Cotação: Bitcoin (BTC)

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

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B3 apresenta projeto para negociar ações 24 horas por dia com tecnologia blockchain
B3 •

B3 apresenta projeto para negociar ações 24 horas por dia com tecnologia blockchain

Bolsa brasileira apresentou projeto para permitir compra e venda de ações tokenizadas inclusive aos fins de semana e feriado A B3 apresentou na sexta-feira (6) um projeto para permitir a negociação de ações 24 horas por dia, sete dias por semana, incluindo madrugadas, fins de semana e feriados. A proposta utiliza tecnologia blockchain para criar versões tokenizadas dos papéis negociados na bolsa brasileira e prevê a possibilidade de liquidar as operações praticamente de forma instantânea, eliminando a espera de dois dias úteis que existe atualmente. O modelo foi apresentado durante o 2º Encontro com o Mercado do Grupo de Trabalho de Tokenização (GTT), promovido pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), em São Paulo. Participaram da apresentação os representantes da B3 Eduardo Alexandre Marques Silva, Carlos Alberto Spina Junior e Raphael de Almeida Torlay, que detalharam a arquitetura tecnológica e os desafios envolvidos na implementação do sistema. A iniciativa busca aproximar o mercado tradicional de ações da experiência oferecida pelas corretoras de criptomoedas, nas quais é possível negociar ativos como Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH) a qualquer hora do dia, independentemente do funcionamento das bolsas de valores. Atualmente, as ações negociadas na B3 seguem horários específicos de funcionamento do pregão. Além disso, quando um investidor compra ou vende um papel, a liquidação da operação acontece em D+2, ou seja, dois dias úteis depois da negociação. Com a proposta apresentada, a B3 pretende testar um ambiente em que essas operações poderão ocorrer continuamente, com transferência dos ativos e do pagamento no mesmo momento. A bolsa ressaltou, entretanto, que o projeto ainda está em fase experimental e não representa o lançamento imediato de um mercado de ações com funcionamento ininterrupto. A implementação dependerá dos resultados dos testes e de eventuais mudanças nas regras do mercado de capitais brasileiro. Como funcionaria a negociação de ações 24 horas por dia A principal mudança proposta pela B3 é a criação de um segundo ambiente de negociação, conectado à infraestrutura tradicional da bolsa, mas capaz de funcionar sem interrupções. Nesse modelo, os investidores poderiam negociar representações digitais de ações existentes, mesmo quando o pregão convencional estivesse fechado. A tecnologia utilizada é baseada no conceito de digital twin, ou gêmeo digital. Na prática, cada token representaria uma ação registrada na infraestrutura tradicional da B3, permitindo que o ativo seja movimentado em um ambiente baseado em blockchain. Os representantes da bolsa explicaram que a titularidade oficial das ações continuaria registrada na depositária central, responsável por controlar os registros dos valores mobiliários. Quando determinada quantidade de ações fosse transferida para uma estrutura específica, seria possível emitir os tokens correspondentes. O processo inverso permitiria destruir essas representações digitais e devolver os ativos ao ambiente tradicional. Essas operações são conhecidas no mercado de criptomoedas como mint e burn, termos utilizados para descrever, respectivamente, a criação e a destruição de tokens. O objetivo é garantir que as ações tokenizadas mantenham correspondência com os ativos originais, preservando os direitos dos investidores e evitando a criação de representações digitais sem respaldo nos registros da bolsa. A infraestrutura também precisará permitir a conciliação entre os dois ambientes e acompanhar eventos corporativos, como pagamentos de dividendos, desdobramentos de ações, grupamentos, fusões e outras operações capazes de alterar as características dos papéis. Outro ponto importante é que, segundo a apresentação, a negociação das ações não aconteceria diretamente na blockchain. A B3 pretende manter um sistema específico para executar as ordens de compra e venda, utilizando a tecnologia de registro distribuído principalmente para a representação dos ativos e a liquidação das operações. A proposta também contempla a utilização de dinheiro tokenizado para concluir as transações. Questionado sobre a necessidade de uma stablecoin, Eduardo Alexandre Marques Silva afirmou que esse tipo de tecnologia não seria obrigatório, mas poderia representar a alternativa mais adequada. “Não é necessária, mas o ideal seria que sim, a gente tivesse uma moeda tokenizada”, afirmou. A ideia é utilizar um mecanismo conhecido como liquidação atômica, no qual a transferência da ação tokenizada e a entrega do pagamento acontecem simultaneamente. Dessa forma, o comprador receberia o ativo no mesmo momento em que o vendedor recebesse o dinheiro, reduzindo o risco de uma das partes cumprir sua obrigação enquanto a outra ainda não realizou a transferência. Além de acelerar as operações, a tecnologia poderia reduzir determinadas etapas de conciliação e processamento utilizadas na infraestrutura financeira tradicional. A B3, porém, não pretende abandonar imediatamente o modelo atual. Os representantes da bolsa destacaram que o sistema convencional de compensação e liquidação continuará tendo vantagens, especialmente na eficiência financeira proporcionada pela compensação de diferentes operações. A proposta é permitir a convivência entre as duas estruturas, oferecendo alternativas conforme as características de cada mercado. B3 prepara testes com a CVM, mas lançamento ainda depende de regulação A apresentação desta sexta-feira representa uma evolução dos planos que a B3 já havia anunciado para o mercado de ações tokenizadas. Em outubro, Humberto Costa, diretor de Produtos de Balcão e Ativos Digitais da bolsa, afirmou que a companhia pretendia iniciar a negociação de ações tokenizadas em janeiro de 2027. Na ocasião, entretanto, o executivo explicou que o lançamento inicial não contemplaria operações 24 horas por dia nem liquidação instantânea. A proposta era permitir que os ativos tokenizados fossem negociados no mesmo livro de ofertas das ações tradicionais, preservando a liquidez do mercado e mantendo a liquidação em D+2, conforme as exigências regulatórias atuais. Costa também afirmou que a B3 possui capacidade tecnológica para tokenizar todas as ações negociadas em sua plataforma, embora ainda não tenha definido quantos papéis estarão disponíveis na primeira etapa. O projeto apresentado nesta sexta-feira vai além dessa implementação inicial, explorando a possibilidade de criar uma infraestrutura paralela com negociação ininterrupta e liquidação praticamente imediata. Para isso, a B3 pretende realizar uma sequência de testes durante aproximadamente oito semanas, avaliando desde a emissão e destruição de tokens até a execução das transações e sua integração com os sistemas de supervisão. Outro aspecto importante é a possibilidade de a CVM acompanhar as movimentações do mercado em tempo real. Segundo Raphael de Almeida Torlay, a estrutura em desenvolvimento contará com interfaces de programação, conhecidas como APIs, que permitirão ao regulador consultar informações sobre transações, participantes e registros produzidos durante os experimentos. Esses acessos serão exclusivamente para leitura, permitindo que a autarquia acompanhe as operações e realize auditorias sem interferir diretamente no funcionamento da rede. O modelo busca facilitar a identificação de movimentações suspeitas e a reconstrução das transações, mas também apresenta desafios relacionados à fiscalização de um mercado que não fecha. Durante a apresentação, os representantes da B3 reconheceram que um ambiente de negociação funcionando continuamente exigirá mecanismos de monitoramento capazes de identificar irregularidades e responder a incidentes durante madrugadas, feriados e fins de semana. Ferramentas de inteligência artificial poderão contribuir para esse acompanhamento, mas a bolsa avalia que a tecnologia precisará ser combinada com equipes de suporte e estruturas de supervisão adequadas. Os testes fazem parte de um movimento mais amplo de modernização do mercado de capitais brasileiro. Em outubro, a CVM publicou a Resolução 249, que criou o Programa Piloto DLT para permitir experimentos envolvendo emissão, negociação, custódia e liquidação de valores mobiliários por meio de redes de registro distribuído. A regulamentação permite testar diferentes modelos de tokenização, incluindo ações, debêntures, cotas de fundos e outros instrumentos financeiros. Entretanto, as operações realizadas nesse ambiente devem utilizar exclusivamente ativos e recursos fictícios, sem envolver investidores reais ou movimentações financeiras efetivas. O objetivo é avaliar a viabilidade técnica, operacional e jurídica dessas estruturas, identificar possíveis riscos e fornecer informações para futuras decisões regulatórias. A CVM também pretende estudar como novas tecnologias poderão contribuir para tornar o mercado de capitais mais eficiente, mantendo mecanismos de proteção aos investidores e de fiscalização das operações. No caso da B3, a implementação comercial de um pregão 24 horas ainda dependerá da avaliação dos resultados dos testes e de mudanças nas regras aplicáveis à negociação e à liquidação de ações. A bolsa não anunciou uma data para disponibilizar esse modelo aos investidores. Caso a proposta avance, entretanto, ela poderá representar uma transformação importante no funcionamento do mercado acionário brasileiro, aproximando a negociação de ações da dinâmica das criptomoedas e permitindo que investidores comprem e vendam ativos fora dos horários tradicionais das bolsas de valores.

Michael Saylor sugere nova compra estratégica de Bitcoin pela Strategy
Bitcoin •

Michael Saylor sugere nova compra estratégica de Bitcoin pela Strategy

Strategy destinou US$ 208,2 milhões à recompra de STRC e US$ 65,5 milhões ao Bitcoin Saylor publicou gráfico de acumulação sem confirmar nova aquisição MSCI anuncia revisão de índices em 11 de novembro A Strategy destinou à recompra de ações preferenciais mais de três vezes o valor aplicado em bitcoin no último período divulgado. Foram US$ 208,2 milhões em STRC, contra US$ 65,5 milhões na aquisição de 811 BTC. Neste domingo, 8 de novembro, Michael Saylor sinalizou outra possível compra, sem apresentar números. O presidente executivo publicou seu gráfico habitual de acumulação com a expressão “Connecting the dots”, ou “conectando os pontos”. Mensagens semelhantes antecederam divulgações de compras da companhia. A publicação, porém, não confirmou uma operação nem atualizou as reservas. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE O estoque informado permanece em 849.327 BTC, com posição em 1º de novembro. A próxima atualização terá de mostrar quanto a empresa comprou e como financiou eventuais aquisições posteriores. Entre 26 de outubro e 1º de novembro, a Strategy pagou US$ 80.846 por unidade, incluindo taxas e despesas. O comunicado de 2 de novembro encerrou uma semana sem novas aquisições. Para financiar a operação, a companhia vendeu 1.178.552 ações ordinárias MSTR no programa de ofertas diretamente no mercado. A emissão gerou US$ 164 milhões líquidos. Desse total, US$ 98,5 milhões reforçaram o caixa, enquanto o restante custeou a compra. A divisão corresponde a aproximadamente 40% dos recursos captados para Bitcoin e 60% para caixa, conforme cálculo sobre os valores divulgados. A emissão, assim, não se converteu integralmente em criptomoeda. A destinação também impede equiparar automaticamente captação bruta e demanda efetiva pelo ativo. Não houve venda de preferenciais naquele intervalo. Os relatórios corporativos, disponíveis na página da Strategy, distinguem compras de Bitcoin, emissões de títulos e movimentações de caixa. A empresa costuma detalhar essas operações em formulários 8-K enviados à SEC. Recompra de STRC consome US$ 208,2 milhões Com dinheiro já disponível em dólares, a Strategy recomprou 2.092.035 ações STRC. A operação ocorreu separadamente da aquisição de BTC. Em 1º de novembro, a reserva designada em dólares somava US$ 4,79 bilhões, além de US$ 132,7 milhões em caixa separado. Pelos números informados, a recompra teve desembolso médio próximo de US$ 99,52 por ação. O cálculo divide o gasto total pela quantidade adquirida. Esse valor representa o custo médio da operação, sem indicar a cotação atual do papel. A STRC distribui dividendos com taxa variável mensal, mecanismo destinado a favorecer negociações próximas do valor declarado de US$ 100. Ao retirar preferenciais de circulação, a empresa reduz a quantidade de títulos que gera obrigações de dividendos. Já a emissão de MSTR amplia o número de ações ordinárias. O efeito sobre a exposição ao Bitcoin por ação depende da relação entre recursos captados, preço pago e novas ações emitidas. No sábado, Saylor apresentou a estrutura financeira desses produtos em outra publicação. Ele chamou as preferenciais de “crédito digital” e descreveu a possibilidade de emitir títulos para captar recursos ou recomprá-los para reduzir obrigações. Bitcoin fica 6,2% abaixo do custo da última compra O Bitcoin estava em US$ 75.847 na atualização de 8 de novembro, às 11h04 de Brasília. A cotação ficava aproximadamente 6,2% abaixo do preço médio da aquisição mais recente. Sobre o custo médio de todo o estoque, de US$ 75.451, a diferença era positiva em apenas 0,5%. A Strategy informou desembolso acumulado de US$ 64,08 bilhões para formar suas reservas. As saídas de ETFs acompanham essa pressão: os fundos americanos de Bitcoin registraram resgates líquidos de cerca de US$ 1,28 bilhão entre 2 e 6 de novembro. Em 11 de novembro, a MSCI deverá divulgar sua revisão de índices, incluindo a discussão sobre empresas concentradas em tesourarias digitais. A Strategy estimou que fundos vinculados aos índices relevantes detinham 13 milhões de ações MSTR, equivalentes a 3,1% das ações básicas.

Inflação e balanços de tecnologia definem a semana
Calendário Econômico •

Inflação e balanços de tecnologia definem a semana

Inflação e balanços definem a agenda dos mercados O governo dos Estados Unidos publicará o CPI de outubro na terça-feira, 10 de novembro, com projeção próxima de 3,9%. A CoreWeave apresentará seus resultados após o fechamento de terça-feira. Analistas esperam prejuízo de cerca de US$ 1,45 por ação. Cisco Systems e Applied Materials divulgarão seus balanços após o fechamento de quinta-feira. O Índice de Preços ao Produtor, os pedidos de seguro-desemprego e os discursos do Fed completam a agenda. A Nvidia apresentará seus resultados em 17 de novembro, após o encerramento da semana analisada. Wall Street inicia a semana de 9 a 13 de novembro de 2026 após um período difícil para as ações de tecnologia. Os papéis recuaram diante das preocupações com investimentos em inteligência artificial e condições financeiras mais restritivas. As eleições de meio de mandato nos Estados Unidos também ampliaram a cautela. Agora, investidores aguardam novos dados para definir seus próximos movimentos. As ações de tecnologia registraram as perdas mais intensas durante a liquidação recente. Enquanto isso, o Bitcoin e o mercado de criptomoedas também recuaram nos últimos dias. Dessa forma, operadores observam se os preços encontrarão estabilidade ou manterão a trajetória de queda. A agenda reúne dois relatórios de inflação, três balanços de empresas de tecnologia e discursos de dirigentes do Federal Reserve. Além disso, os fluxos dos ETFs de Bitcoin continuam no radar dos investidores. Nesse contexto, o mercado procura sinais de retorno dos compradores institucionais após as vendas recentes. CPI dos Estados Unidos entra no radar O Bureau of Labor Statistics publicará o CPI de outubro na terça-feira, às 8h30 no horário do leste dos Estados Unidos. O indicador acompanha os preços pagos pelas famílias por bens e serviços. Por isso, o mercado considera o relatório uma das principais medidas de inflação do país. Fonte: Forex Factory Economistas projetam inflação anual próxima de 3,9%, ante 3,7% em setembro, conforme estimativas reportadas pela Associated Press. O Bitcoin acompanha as mudanças nas expectativas sobre juros e liquidez do dólar. Assim, operadores do mercado de criptomoedas devem observar atentamente os dados de terça-feira. Ethereum e outras grandes criptomoedas também costumam reagir aos mesmos indicadores econômicos. Ao mesmo tempo, mineradoras que avançam para data centers acompanham as condições de financiamento da inteligência artificial. Esse movimento ganha importância diante dos elevados investimentos necessários para ampliar a infraestrutura computacional. Dados de emprego e discursos do Fed completam semana Na quinta-feira, o governo publicará os pedidos semanais de seguro-desemprego e os dados de vendas de casas existentes. Vários dirigentes do Federal Reserve também discursarão antes da decisão de juros de dezembro. Com isso, investidores buscarão indicações sobre os próximos passos da política monetária americana. Já na sexta-feira, às 8h30 no horário do leste dos Estados Unidos, o governo apresentará o Índice de Preços ao Produtor de outubro. O relatório mede as mudanças nos preços recebidos pelos produtores americanos. Portanto, o indicador oferecerá uma segunda leitura da inflação após os dados ao consumidor. CoreWeave testa demanda por inteligência artificial A CoreWeave apresentará seus resultados do terceiro trimestre após o fechamento de terça-feira. A empresa fornece capacidade de computação em nuvem baseada em chips avançados da Nvidia. Por isso, seus números funcionam como um termômetro da demanda por infraestrutura de inteligência artificial. Resultados da semana de 9 de novembro de 2026: $NU, $NBIS, $RKLB, $CRWV, $TTWO, $CBRS, $ZETA, $WSE, $ASTS, $TE, $CSCO, $CEG, $BW, $QBTS, $ONON, $QMCO, $MARA, $AMAT, $HIMS, $RGTI, $MNDY, $PLUG, $FPS, $APPS, $ONDS, $SBET, $RUM, $TTD e $GO. Earnings Whispers, no X. Investidores questionam se os grandes aportes em data centers podem gerar lucros consistentes. Analistas esperam prejuízo de cerca de US$ 1,45 por ação para a CoreWeave, conforme o calendário da Stock Titan. Nesse sentido, o mercado acompanhará receita, gastos, financiamento por dívida e projeções da companhia. Cisco e Applied Materials antecedem Nvidia Por sua vez, Cisco Systems e Applied Materials apresentarão seus resultados após o fechamento de quinta-feira. A Cisco deve registrar lucro de aproximadamente US$ 1,15 por ação. Já a Applied Materials deve reportar cerca de US$ 4,06 por ação. Investidores avaliarão a procura por equipamentos de rede destinados aos data centers de inteligência artificial. Na sequência, o mercado observará os gastos com tecnologias avançadas para produção de chips. Esses números podem indicar o ritmo dos investimentos na infraestrutura necessária aos novos sistemas computacionais. Os dois balanços antecedem os resultados da Nvidia, previstos para terça-feira, 17 de novembro. Ao mesmo tempo, ações de fabricantes de chips, como a AMD, devem permanecer em foco. Assim, inflação, política monetária e investimentos em inteligência artificial concentrarão a atenção dos mercados.

Perguntas Frequentes sobre Bitcoin (BTC)

Qual é o preço de Bitcoin (BTC) hoje em BRL?
A cotação de Bitcoin (BTC) hoje está em R$ 426375.30, com variação de -0.10% nas últimas 24 horas.
Qual a máxima e mínima de BTC nas últimas 24 horas?
Nas últimas 24 horas, Bitcoin registrou a mínima de R$ 425502.97 e a máxima de R$ 429044.10.
Como alternar entre cotação em Real (BRL) e Dólar (USD)?
No topo desta página no Cotações Hoje, utilize os botões BRL e USD para alternar instantaneamente a moeda de cotação e gráficos históricos de BTC.
Onde ver notícias e análise técnica de BTC?
Acompanhe nesta página o gráfico interativo com médias móveis (SMA/EMA), Bandas de Bollinger, RSI (IFR), MACD e as últimas notícias do mercado cripto atualizadas em tempo real.
Aviso Legal e Educacional sobre Criptoativos: As informações, cotações e análises exibidas nesta página possuem caráter estritamente informativo e educacional. Criptomoedas são ativos digitais de alta volatilidade. Rentabilidade passada não representa garantia de retorno futuro. O Cotações Hoje não realiza recomendações de investimento.