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SAPR11 Companhia de Saneamento do Parana - Sanepar Units Cons of 1 Sh + 4 Pfd Shs – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Companhia de Saneamento do Parana - Sanepar Units Cons of 1 Sh + 4 Pfd Shs

Preço Atual
R$ 32,22
-1.20%

Resumo Fundamentalista de SAPR11

O ativo SAPR11 (Companhia de Saneamento do Parana - Sanepar Units Cons of 1 Sh + 4 Pfd Shs) está sendo negociado hoje a R$ 32,22, acumulando uma variação de -1.20% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 31,13 e a máxima de R$ 48,72. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 21.39x e P/VP de 0.80x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 32,60
Fec. Ant: R$ 32,22
Variação Dia
Min: R$ 32,01
Max: R$ 32,74
52 Semanas
Mín: R$ 31,13
Máx: R$ 48,72
Volume
678.400
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

21.39
0.80
R$ 1,51
R$ 40,05
P/Receita (PSR)
1.29
P/FCO
1.40
P/FCL
2.28
EV/Receita Líq.
2.08
EV/FCO
2.26
EV/FCL
3.66
Earning Yield
12.95%
Enterprise Value
R$ 15,66 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
2.20
Dív. Líquida/PL
0.48
Dívida Líquida
R$ 5,92 Bi
Liq. Corrente
1.86
PL/Ativos
0.47
Passivos/Ativos
0.53
Liq. Seca
1.83
Liq. Imediata
0.77

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
26.88%

Indicadores de Rentabilidade

3.76%
8.84%
1.72%
Giro do Ativo
0.28

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
7.80%
CAGR Lucro
-79.88%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 57.51%
Margem EBITDA 35.74%
Margem Operacional 26.88%
Margem Líquida 6.04%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 6,94 Bi
FCL R$ 4,28 Bi
Caixa Total R$ 4,66 Bi
Caixa/Ação R$ 3,09
Receita e Dívida
Receita Total R$ 7,54 Bi
Lucro Bruto R$ 4,34 Bi
EBITDA R$ 2,70 Bi
Dívida Total R$ 12,27 Bi
Crescimento
Receita 7.80%
Lucro -79.88%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 7.205,73 Mi R$ 6.848,22 Mi R$ 6.292,74 Mi R$ 5.673,65 Mi
Lucro Bruto R$ 4.054,94 Mi R$ 3.957,83 Mi R$ 3.777,84 Mi R$ 3.290,29 Mi
EBITDA R$ 2.337,51 Mi R$ 2.376,61 Mi R$ 2.347,29 Mi R$ 1.788,55 Mi
Lucro Líquido R$ 2.079,57 Mi R$ 1.545,35 Mi R$ 1.503,36 Mi R$ 1.151,54 Mi

Sobre a SAPR11

Market Cap
R$ 9,74 Bi

Dividendos

JCP R$ 0,5524
Pagamento: 30/12/2025
JCP R$ 1,4082
Pagamento: 30/06/2025
JCP R$ 0,8001
Pagamento: 26/06/2025
JCP R$ 0,7505
Pagamento: 26/06/2025
JCP R$ 0,6148
Pagamento: 27/06/2024
JCP R$ 0,9006
Pagamento: 27/06/2024
JCP R$ 0,9327
Pagamento: 27/06/2023
JCP R$ 0,5166
Pagamento: 27/06/2023
DIVIDENDO R$ 0,0593
Pagamento: 24/06/2022
JCP R$ 0,5855
Pagamento: 24/06/2022

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Sanepar inicia reembolso a moradores de Ponta Grossa por água com gosto e cheiro ruins
UOL - Notícias 17/08/2026

Sanepar inicia reembolso a moradores de Ponta Grossa por água com gosto e cheiro ruins

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) começou a ressarcir os moradores de Ponta Grossa pelas despesas geradas durante a crise de abastecimento ocorrida no início de 2026, quando a água encanada apresentou gosto e cheiro ruins. A medida é o resultado direto de um Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta firmado com o Ministério Público do Paraná e homologado no dia 11 de agosto. O acordo prevê ações de reparação de danos materiais e morais causados à população afetada pelo problema. - LEIA MAIS: Moradora do Jardim Novo Horizonte reclama de água suja saindo da torneira CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline. O reembolso é destinado exclusivamente aos usuários que conseguirem comprovar os prejuízos materiais, como os gastos emergenciais com a compra de água mineral. Para ter direito à devolução, o consumidor deve apresentar recibos ou notas fiscais emitidos entre 26 de janeiro e 28 de fevereiro de 2026. O requerimento precisa ser feito presencialmente em uma das duas centrais de relacionamento da empresa na cidade, localizadas no Centro e na região do bairro Santa Paula. Após a abertura do pedido, o ressarcimento será efetuado em até 30 dias na conta bancária informada pelo cliente. Além do pagamento direto aos consumidores, o documento estabelece que a Sanepar repasse uma indenização de R$ 5 milhões ao Fundo Municipal de Direitos Difusos de Ponta Grossa. O montante refere-se à reparação por danos morais coletivos e individuais homogêneos, e os recursos devem ser aplicados obrigatoriamente em projetos e programas voltados para as áreas de educação, proteção e defesa do consumidor. A companhia também assumiu a obrigação de manter o monitoramento contínuo da qualidade da água no município. Caso seja detectada qualquer alteração nos padrões de potabilidade ou aceitação, a empresa terá um prazo de cinco dias para comunicar o fato e apresentar um relatório técnico detalhado ao Ministério Público, à Agência Reguladora do Paraná e à Vigilância Sanitária Municipal, sob pena de aplicação de multa. A crise hídrica que motivou o acordo ocorreu entre janeiro e março, quando a população relatou alterações perceptíveis no sabor e no odor da água. A Sanepar justificou a situação apontando um aumento atípico na quantidade de algas na represa de Alagados, fenômeno desencadeado por um longo período de chuvas abaixo da média aliado a temperaturas elevadas na região. No início de março, um problema adicional gerou novas reclamações, quando os moradores registraram água com coloração alaranjada e marrom saindo das torneiras, episódio que a companhia atribuiu ao rompimento de uma rede de distribuição, solucionado em dois dias. Atualmente, a Sanepar assegura que as medidas de controle do impacto das algas foram bem-sucedidas, que o abastecimento em Ponta Grossa opera dentro da normalidade e que a água fornecida atende a todos os parâmetros de segurança estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

Meta tem de informar quem pagou ataque a Tarcísio após expor operação de fake news
UOL - Notícias 12/08/2026

Meta tem de informar quem pagou ataque a Tarcísio após expor operação de fake news

São Paulo Relatórios entregues pela Meta à Justiça Eleitoral de São Paulo mostram que informações falsas contra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) nas redes sociais foram impulsionadas por contas operadas do exterior, com cadastros que impedem chegar a quem pagou pelas peças. Os documentos apresentados ao TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) apontam para contas registradas com emails descartáveis e acessos a partir de Colômbia, Venezuela, Vietnã e Ilhas Maurício. A campanha do governador agora pede que a big tech norte-americana informe o CPF ou CNPJ do financiador. A Justiça deu 48 horas para a resposta. Tarcísio de Freitas (Republicanos) concede entrevista coletiva antes do debate promovido pela Band - Bruno Santos - 9.ago.26/Folhapress Desde junho, o diretório paulista do Republicanos mantém ações no TRE-SP para obrigar a Meta a informar a autoria de publicações falsas ligadas ao governador. A principal delas trata de um conteúdo, já retirado do ar, segundo o qual Tarcísio teria vendido a Sabesp ao Banco Master, de Daniel Vorcaro —a companhia de saneamento foi privatizada em 2024, por meio de oferta de ações. A segunda também associava o banqueiro ao negócio. Além delas, havia outra publicação questionada pela campanha. Ela acusava Tarcísio de mentir sobre a promessa de que a privatização da Sabesp não geraria aumento nas contas de água da população. As três postagens foram difundidas por duas páginas anônimas, "A Engrenagem" e "Contra a Maré", impulsionadas para circular no estado de São Paulo com estimativa de chegar a 171 mil usuários. A Meta recebeu cerca de R$ 2.000 pelos anúncios. Nas três dessas ações, o TRE-SP determinou que a Meta atendesse aos pedidos de informação do partido sobre a origem das mensagens. A resposta da empresa foi anexar aos processos relatórios dos perfis indicados. A rede para espalhar a desinformação começou em maio, com a criação de uma nova conta no painel de anúncios da Meta. Foram cadastrados um celular com prefixo do Paraná e um endereço descrito apenas como "Pacaembu, SP", além de emails de domínios de mensagens descartáveis e temporárias, criados para dificultar o rastreamento dos verdadeiros donos, segundo as informações do processo. Esse perfil, por sua vez, foi atrelado a outra conta, que existia desde 2021, criada a partir de um endereço IP (número que identifica a conexão de um dispositivo à internet) das Ilhas Maurício por um usuário que se inscreveu com um nome vietnamita. Os acessos operacionais mais críticos da página, realizados de forma recorrente em datas próximas à publicação e ao impulsionamento dos anúncios contra Tarcísio, segundo o relatório da Meta, partiram de conexões sediadas em Hanói, no Vietnã. A Meta identificou ainda que múltiplos perfis atuaram como administradores de faturamento ou criadores de anúncios nas páginas. Um deles foi registrado com um nome hispânico, celular e IP da Colômbia. Outro, de nome também latino, apresentou celular do Paraná e acessou a rede a partir de IPs da Venezuela. Nos processos, uma das hipóteses levantadas pelos advogados do Republicanos é que a rede fosse criação de um grupo pequeno de pessoas, ou até de um único indivíduo, que conseguiu camuflar seus locais de acesso à internet ao fazer essas publicações — há ferramentas, como a VPN (rede privada virtual, na sigla em inglês), que permitem que o local real dos acessos não seja identificado. Outra hipótese é que a Meta "permitiu que anúncio político-eleitoral direcionado ao eleitorado brasileiro fosse impulsionado por perfil registrado e operado do exterior, eventualmente com pagamento ou recursos de origem estrangeira", segundo uma das petições do Republicanos no processo. A campanha de Tarcísio foi procurada pela Folha para tratar do caso. A equipe confirmou que judicializou o caso, mas preferiu não dar detalhes. Procurada por meio de sua assessoria de imprensa, a Meta não quis comentar. Nos processos, a empresa argumentou que, por lei, as redes sociais só são obrigadas a guardar e fornecer os dados básicos de conexão dos usuários (endereço de IP, data e hora de acesso) e que, segundo a empresa, a legislação brasileira e as regras eleitorais não impõem o dever de armazenar ou apresentar informações adicionais de faturamento, notas fiscais ou os meios de faturamento utilizados para pagar o anúncio. A plataforma afirmou ainda que é impossível entregar o nome real, CPF ou CNPJ do responsável porque esses dados não são exigidos para criar uma conta ou fazer publicidade na rede social. A Meta defendeu também que as informações técnicas de conexão que ela já entregou eram suficientes para se descobrir o autor do post, sugerindo que o partido peça para a Justiça cobrar das operadoras de internet ou de telefone a identidade de quem estava usando aquela linha de conexão naquele momento. Segundo entendimento do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com base em parecer do Ministério Público Eleitoral, no período que antecede as eleições é proibido o impulsionamento de críticas em redes sociais e de mensagens que peçam ao eleitor que não vote em adversário. Com base nesse entendimento, como mostrou a Folha, o diretório paulista do Republicanos já havia conseguido tirar do ar, até o mês passado, 21 publicações com críticas a Tarcísio, algumas delas impulsionadas por deputados do PT, como Antonio Donato, Emídio de Souza e Jilmar Tatto. Os parlamentares se queixaram das decisões e acusaram o governador de censura, sob o argumento de que criticar o governo é ato legítimo do mandato. Em uma das três ações do Republicanos, a Justiça fixou multa de até R$ 50 mil à empresa em caso de descumprimento da decisão. Nas outras duas, o valor é de R$ 300 mil.

Meta tem de informar quem pagou ataque a Tarcísio após expor operação de fake news
Folha - Poder 12/08/2026

Meta tem de informar quem pagou ataque a Tarcísio após expor operação de fake news

São Paulo Relatórios entregues pela Meta à Justiça Eleitoral de São Paulo mostram que informações falsas contra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) nas redes sociais foram impulsionadas por contas operadas do exterior, com cadastros que impedem chegar a quem pagou pelas peças. Os documentos apresentados ao TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral) apontam para contas registradas com emails descartáveis e acessos a partir de Colômbia, Venezuela, Vietnã e Ilhas Maurício. A campanha do governador agora pede que a big tech norte-americana informe o CPF ou CNPJ do financiador. A Justiça deu 48 horas para a resposta. Tarcísio de Freitas (Republicanos) concede entrevista coletiva antes do debate promovido pela Band - Bruno Santos - 9.ago.26/Folhapress Desde junho, o diretório paulista do Republicanos mantém ações no TRE-SP para obrigar a Meta a informar a autoria de publicações falsas ligadas ao governador. A principal delas trata de um conteúdo, já retirado do ar, segundo o qual Tarcísio teria vendido a Sabesp ao Banco Master, de Daniel Vorcaro —a companhia de saneamento foi privatizada em 2024, por meio de oferta de ações. A segunda também associava o banqueiro ao negócio. Além delas, havia outra publicação questionada pela campanha. Ela acusava Tarcísio de mentir sobre a promessa de que a privatização da Sabesp não geraria aumento nas contas de água da população. As três postagens foram difundidas por duas páginas anônimas, "A Engrenagem" e "Contra a Maré", impulsionadas para circular no estado de São Paulo com estimativa de chegar a 171 mil usuários. A Meta recebeu cerca de R$ 2.000 pelos anúncios. Nas três dessas ações, o TRE-SP determinou que a Meta atendesse aos pedidos de informação do partido sobre a origem das mensagens. A resposta da empresa foi anexar aos processos relatórios dos perfis indicados. A rede para espalhar a desinformação começou em maio, com a criação de uma nova conta no painel de anúncios da Meta. Foram cadastrados um celular com prefixo do Paraná e um endereço descrito apenas como "Pacaembu, SP", além de emails de domínios de mensagens descartáveis e temporárias, criados para dificultar o rastreamento dos verdadeiros donos, segundo as informações do processo. Esse perfil, por sua vez, foi atrelado a outra conta, que existia desde 2021, criada a partir de um endereço IP (número que identifica a conexão de um dispositivo à internet) das Ilhas Maurício por um usuário que se inscreveu com um nome vietnamita. Os acessos operacionais mais críticos da página, realizados de forma recorrente em datas próximas à publicação e ao impulsionamento dos anúncios contra Tarcísio, segundo o relatório da Meta, partiram de conexões sediadas em Hanói, no Vietnã. A Meta identificou ainda que múltiplos perfis atuaram como administradores de faturamento ou criadores de anúncios nas páginas. Um deles foi registrado com um nome hispânico, celular e IP da Colômbia. Outro, de nome também latino, apresentou celular do Paraná e acessou a rede a partir de IPs da Venezuela. Nos processos, uma das hipóteses levantadas pelos advogados do Republicanos é que a rede fosse criação de um grupo pequeno de pessoas, ou até de um único indivíduo, que conseguiu camuflar seus locais de acesso à internet ao fazer essas publicações — há ferramentas, como a VPN (rede privada virtual, na sigla em inglês), que permitem que o local real dos acessos não seja identificado. Outra hipótese é que a Meta "permitiu que anúncio político-eleitoral direcionado ao eleitorado brasileiro fosse impulsionado por perfil registrado e operado do exterior, eventualmente com pagamento ou recursos de origem estrangeira", segundo uma das petições do Republicanos no processo. A campanha de Tarcísio foi procurada pela Folha para tratar do caso. A equipe confirmou que judicializou o caso, mas preferiu não dar detalhes. Procurada por meio de sua assessoria de imprensa, a Meta não quis comentar. Nos processos, a empresa argumentou que, por lei, as redes sociais só são obrigadas a guardar e fornecer os dados básicos de conexão dos usuários (endereço de IP, data e hora de acesso) e que, segundo a empresa, a legislação brasileira e as regras eleitorais não impõem o dever de armazenar ou apresentar informações adicionais de faturamento, notas fiscais ou os meios de faturamento utilizados para pagar o anúncio. A plataforma afirmou ainda que é impossível entregar o nome real, CPF ou CNPJ do responsável porque esses dados não são exigidos para criar uma conta ou fazer publicidade na rede social. A Meta defendeu também que as informações técnicas de conexão que ela já entregou eram suficientes para se descobrir o autor do post, sugerindo que o partido peça para a Justiça cobrar das operadoras de internet ou de telefone a identidade de quem estava usando aquela linha de conexão naquele momento. Segundo entendimento do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com base em parecer do Ministério Público Eleitoral, no período que antecede as eleições é proibido o impulsionamento de críticas em redes sociais e de mensagens que peçam ao eleitor que não vote em adversário. Com base nesse entendimento, como mostrou a Folha, o diretório paulista do Republicanos já havia conseguido tirar do ar, até o mês passado, 21 publicações com críticas a Tarcísio, algumas delas impulsionadas por deputados do PT, como Antonio Donato, Emídio de Souza e Jilmar Tatto. Os parlamentares se queixaram das decisões e acusaram o governador de censura, sob o argumento de que criticar o governo é ato legítimo do mandato. Em uma das três ações do Republicanos, a Justiça fixou multa de até R$ 50 mil à empresa em caso de descumprimento da decisão. Nas outras duas, o valor é de R$ 300 mil.

Perguntas Frequentes sobre SAPR11

Qual é a cotação de SAPR11 hoje na B3?
A cotação de SAPR11 hoje está em R$ 32,22. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 32,01 e máxima de R$ 32,74.
Quanto a SAPR11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de SAPR11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de SAPR11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de SAPR11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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