RSPD11 RB Capital Desenvolvimento Residencial III Fundo de Investimento Imobiliario - FII – Cotação Hoje
RB Capital Desenvolvimento Residencial III Fundo de Investimento Imobiliario - FII
CNPJ: 19249989000108
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 6 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de RSPD11
O ativo RSPD11 (RB Capital Desenvolvimento Residencial III Fundo de Investimento Imobiliario - FII) está sendo negociado hoje a R$ 625,00, acumulando uma variação de -2.34% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 615,99 e a máxima de R$ 1.100,00. O fundo atua no segmento de Desenvolvimento, registrando um Dividend Yield (12M) de 13.12% e indicador P/VP de 0.87x.
Histórico de Cotação: RSPD11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a RSPD11
O RB CAPITAL DESENVOLVIMENTO RESIDENCIAL III FII - FII (RSPD11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Residencial, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Desenvolvimento
Ver Todos os FIIsNotícias relacionadas
Delator diz que Vorcaro omitiu que dinheiro enviado aos EUA iria para filme sobre Bolsonaro
Brasília O empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como Mineiro, disse à Polícia Federal, em delação premiada, que não foi informado por Daniel Vorcaro, do Banco Master, de que transferências a um fundo dos Estados Unidos seriam usadas para bancar o filme Dark Horse, sobre a biografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Um dos responsáveis por fazer remessas financeiras e conseguir dinheiro vivo para o dono do Master, Mineiro afirmou que não teve contato com autoridades políticas na operação, como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato a presidente. Disse ainda que tentou, sem sucesso, recuperar o investimento quando descobriu o destino. A PF pondera que há aparentes contradições entre o que diz Mineiro e documentos obtidos na investigação. O órgão pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) mais 90 dias para aprofundar a análise. Jim Caviezel em cena do trailer de 'Dark Horse', filme sobre Jair Bolsonaro - Reprodução Como mostrou o site The Intercept Brasil, Flávio negociou diretamente com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro o repasse. Em depoimento à PF, Mineiro afirmou que a operação foi apresentada como oportunidade de investir em fundo voltado ao desenvolvimento de empreendimentos imobiliários nos Estados Unidos, especialmente nos estados do Texas e da Flórida, associado a empresa de Paulo Calixto, advogado ligado ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Ainda declarou que "em momento algum lhe foi informado que os recursos se destinavam ao financiamento de um filme ou cinebiografia". Mineiro disse à PF que não aceitaria participar de uma operação "com esse viés em razão do elevado risco reputacional para seu portfólio de empresas". O depoimento foi dado em 1º de outubro. Ele disse que a demanda para transferir US$ 12,3 milhões (cerca de R$ 62 milhões) ao exterior partiu de Fabiano Zettel e foi confirmada por Vorcaro. Segundo a PF, a previsão era de repassar ao filme, no total, US$ 24 milhões (cerca de R$ 134 milhões). Mineiro fez os repasses por meio da Entre Investimentos para o fundo Havengate, que é administrado por Paulo Calixto. O delator disse que soube do "verdadeiro propósito do fundo e da destinação dos recursos" por informações divulgadas pela imprensa. Também declarou que pediu o "resgate integral dos valores" transferidos e a apresentação do balancete demonstrativo dos investimentos do fundo, mas não obteve resposta dos gestores. O delator afirmou que os aportes foram custeados por saques da conta garantida no Banco Master, venda de ativos e caixa próprio. A PF afirma que, em análise preliminar, os documentos confirmam os valores e instituições envolvidas, mas que existem "pontos que divergem do depoimento ou que merecem aprofundamento". Os investigadores destacam, entre outras divergências, que há uma carta-acordo dirigida à Entre Investimentos que estabelece compromisso de aporte de US$ 24 milhões e menciona a produção de um filme. A PF também afirma que, segundo planilha de controle dos repasses, o primeiro aporte não foi custeado por saque da conta garantida no Banco Master ou outras fontes declaradas por Mineiro. Na véspera da primeira remessa, a conta da Entre recebeu depósito de R$ 12 milhões da Super Empreendimentos, segundo a polícia. Os investigadores também mencionam fragilidades em documentos de comprovação dos pagamentos. Citam a ausência de papéis de parte das remessas, entre outros pontos. Procurados, a campanha de Flávio, a assessoria de Vorcaro e Calixto ainda não se manifestaram. A PF também afirma que os documentos analisados "não permitem identificar as contas bancárias de origem dos recursos remetidos pela Go UP", produtora do filme, "limitando-se à demonstração dos valores ingressados, das contas beneficiárias e das características das operações de câmbio realizadas".
'Dark Horse': Delator relata fraude em pagamento a fundo ligado a Eduardo Bolsonaro nos EUA
Apenas posteriormente é que Freixo diz ter tomado conhecimento que a justificativa para envio dos valores seria financiar o filme Dark Horse, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele disse que fez os repasses a pedido do dono do Banco Master porque houve um problema em uma conta no exterior do cunhado dele, Fabiano Zettel, e que iria transferir as cotas do empreendimento imobiliário para Vorcaro depois da regularização dessa conta. "Em momento algum lhe foi informado que os recursos se destinavam ao financiamento de um filme ou cinebiografia, ressaltando que jamais aceitaria participar de uma operação com esse viés em razão do elevado risco reputacional para seu portfólio de empresas", afirmou no termo de depoimento. "A subscrição ocorreu em nome da Entre Investimentos com base na reação de confiança mantida com Daniel Vorcaro, havendo a perspectiva informal de que, após a regularização cadastral, a titularidade das cotas seria transferida para a pessoa física de Daniel ou para o Banco Master, sem a formalização de side letter", complementou. Os documentos entregues por Freixo confirmam o pagamento de 12,3 milhões de dólares ao fundo Havengate entre fevereiro e setembro de 2025. A PF afirma que foram remetidos ao exterior R$ 72 milhões, enquanto Freixo recebeu R$ 90 milhões no Brasil. Ele entregou documentos indicando que fez os aportes por meio de subscrição a um fundo imobiliário. Freixo afirma que tomou conhecimento por reportagens na imprensa de que o fundo serviria para outro propósito que não era o mercado imobiliário e, por isso, solicitou a devolução dos valores, mas não obteve nenhuma resposta. "Tomou conhecimento do verdadeiro propósito do fundo e da destinação dos recursos para a produção audiovisual apenas após a veiculação de matérias pela imprensa. Que diante dos fatos expostos, adotou os procedimentos formais de investidor ao encaminhar e-mails de notificação solicitando o resgate integral dos valores e a apresentação do balancete demonstrativo dos investimentos do fundo, não obtendo resposta dos gestores", afirmou.
Dinheiro de 'Dark Horse' não saiu de patrocínio do Master
Os R$ 62 milhões destinados por Daniel Vorcaro para o filme "Dark Horse", cinebiografia sobre Jair Bolsonaro, não tiveram como origem verbas de patrocínio do Banco Master. Em entrevistas para explicar a origem dos recursos, o candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL), que pediu os recursos ao ex-banqueiro, repete que se tratou um patrocínio efetivado por meio de transação privada. Ele, no entanto, nunca apresentou um contrato oficializando o patrocínio. Jim Caviezel em cena de 'Dark Horse', filme sobre Jair Bolsonaro - Reprodução Em documento oficial enviado à Câmara dos Deputados, o liquidante da massa falida do Master, Eduardo Bianchini, afirma que "após consulta aos acervos das instituições representadas, não foram encontrados documentos, registros contábeis ou contratuais que evidenciem a realização de operações destinadas ao financiamento, patrocínio ou aporte de recursos para a produção cinematográfica mencionada, seja diretamente pelas instituições liquidandas, seja por intermédio de terceiros, nos limites das informações examinadas". Bianchini, que respondeu a pedido de informações do deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) afirma ainda no documento que "não foram localizados registros ou docunentos que demonstrem eventuais operações das instituições representadas com o mencionado Havengate Development Fund LP, que possam estar relacionadas à referida produção cinematográfica". Questionada, a assessoria de Flávio Bolsonaro diz que ele apenas buscou o patrocínio com Vorcaro, mas que não participou da a efetivação dos pagamentos nem foi informado de como eles foram efetivados. A origem dos recursos que financiaram o filme "Dark Horse" seguem, portanto, desconhecidas. Ao rastrear o caminho do dinheiro, a PF (Polícia Federal) descobriu que os desembolsos foram feitos pela Entre Investimentos, comandada por Antonio Carlos Freixo Junior, que atuava como doleiro de Vorcaro. De onde veio o dinheiro entregue a ele para esse fim, no entanto, ainda não foi esclarecido. Em delação, Mineiro afirmou que a demanda de enviar o dinheiro aos EUA foi feita a ele por Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro e apontado pela PF como operador financeiro das fraudes do Banco Master. Segundo Mineiro, o cunhado do ex-banqueiro explicou que seria necessário usar a Entre Investimentos para "atuar como investidora offshore". Segundo Mineiro, Zettel o comunicou que se tratava de um investimento imobiliário. "A operação foi apresentada como uma oportunidade de subscrição em um fundo de private equity voltado ao desenvolvimento de empreendimentos imobiliários (real estate) no mercado norte-americano, em especial nos estados do Texas e Flórida, associado à empresa de Paul Carlos (Paulo Calixto)", disse ele à PF. Ele disse ainda que não "foi informado que os recursos se destinavam ao financiamento de um filme ou cinebiografia, ressaltando que jamais aceitaria participar de uma operação com esse viés em razão do elevado risco reputacional para seu portfólio de empresas".
Perguntas Frequentes sobre RSPD11
Qual é a cotação de RSPD11 hoje na B3?
Quanto a RSPD11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de RSPD11?
O que significa o P/L e o P/VP de RSPD11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.