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RBRS11 RIO Bravo Renda Residencial Fundo de Investimentos Imobiliario – Cotação Hoje

🏢 FII Híbrido / Renda Urbana

RIO Bravo Renda Residencial Fundo de Investimentos Imobiliario

CNPJ: 36517660000191

Preço Atual
R$ 46,50
+0.15%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 7 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.

Pontuação dos Critérios 7/11 (63.6%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 5.14% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
57 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.48x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP com desconto excessivo: 0.48x (alerta de risco)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: -20.3%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 35.5 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 4 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Híbrido / Renda Urbana

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Listado desde 2018 (8 anos na B3)

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 5.14% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.2% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Acima do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 39,83
Rendimento Anual (12M) R$ 2,39
Margem de Segurança -16.75%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2026-06-30

Portfólio de Imóveis & Vacância Física

Total de Imóveis 2 ativos imobiliários
Área Bruta Locável (ABL) 3.664 m² área total locável
Vacância Ponderada
21,52%
ponderada por ABL
Imóveis com Vacância 2 de 2 imóveis
Imóvel & Tipo Endereço / Cidade Área (ABL) Vacância Part. Receita
Urbic Sabia Imóveis para renda acabados Av. Sabiá, 641, Indianápolis, São Paulo - SP 2.427 m² 20,13% 62,73%
Urbic Tomas Alves Imóveis para renda acabados Rua Dr. Tomás Alves, 172 e 184, Vila Mariana, São Paulo - SP 1.237 m² 24,23% 24,70%

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%
Outros 0,00%

Principais Títulos & CRIs em Carteira

Itaú Soberano RF Simples LP FICFI CRI • Taxa: N/D
R$ 3,08 mi
📑 Relatório Mensal CVM & Informes Estruturados

Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do RBRS11.

Acessar Relatório CVM Completo →
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo RBRS11 (RIO Bravo Renda Residencial Fundo de Investimentos Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 46,50, acumulando uma variação de +0.15% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 31,99 e a máxima de R$ 55,00. O fundo atua no segmento de Híbrido / Renda Urbana, registrando um Dividend Yield (12M) de 5.14% e indicador P/VP de 0.48x.

Abertura
R$ 46,19
Fec. Ant: R$ 46,50
Variação Dia
Min: R$ 46,19
Max: R$ 46,50
52 Semanas
Mín: R$ 31,99
Máx: R$ 55,00
Volume
93
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: RBRS11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.48
R$ 95,90
Patrimônio Líquido
R$ 35,55 Mi
Último Rendimento
R$ 0.2000
Pagto: 2026-10-15
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.1838
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 2.3900
acumulado no ano
R$ 35,55 Mi
Quantidade de Cotas
764.452
Liquidez Diária
93

Sobre a RBRS11

Categoria / Segmento
Híbrido / Renda Urbana
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O RIO BRAVO RENDA RESIDENCIAL FII (RBRS11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Residencial, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
RIO BRAVO INVESTIMENTOS DTVM LTDA
CNPJ
72600026000181
Telefone
(11) 3509-6600
Endereço
AV. CHEDID JAFET, 222 - Conjunto 32 - BLOCO B, VILA OLÍMPIA — SÃO PAULO/SP - CEP 04551-065
RENDIMENTO R$ 0,2000
Pagamento: 15/10/2026
RENDIMENTO R$ 0,1800
Pagamento: 15/09/2026
RENDIMENTO R$ 0,1700
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,3600
Pagamento: 15/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,2200
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,0100
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,0300
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,1700
Pagamento: 15/01/2026

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Na tribuna: Saúde pública, manutenção nos bairros e resultado das eleições pautam discursos dos vereadores
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Na tribuna: Saúde pública, manutenção nos bairros e resultado das eleições pautam discursos dos vereadores

Questões relacionadas à saúde pública, demandas de manutenção e infraestrutura nos bairros e os resultados das eleições gerais concentraram parte dos pronunciamentos no Rol de Oradores da 36ª Sessão Ordinária, realizada nesta segunda-feira (05/10). A saída de Márcio Cidade do comando da Secretaria Municipal de Saúde, atrasos em obras e atendimentos na rede, problemas viários e de saneamento e o desempenho das candidaturas locais nas urnas apareceram de forma recorrente nas falas dos vereadores. Confira os principais temas da tribuna: Edson Miguel (Republicanos) abordou iniciativas relacionadas à manutenção de espaços públicos. O vereador comentou as melhorias realizadas no playground do Jardim TV, reformado pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Semel), e agradeceu ao secretário de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal, Jurandir Posca, pela atenção dedicada à Praça Romana Martinez Matheus, no Jardim Redentor. Edson também destacou a necessidade de conservação das vias em bairros rurais, citando o Rastro do Cowboy, onde, segundo ele, as chuvas têm provocado danos à estrutura viária. O parlamentar lembrou ainda o início do Outubro Rosa, mês de conscientização e prevenção ao câncer de mama. Ele citou dados segundo os quais mais de 73 mil pessoas são diagnosticadas com a doença por ano e cerca de 20 mil morrem em decorrência dela. Diante desse cenário, afirmou esperar que as mulheres de Bauru tenham acesso adequado às redes municipal e estadual de saúde para prevenção, diagnóstico e tratamento da doença. Estela Almagro (PT) repercutiu a saída de Márcio Cidade da Secretaria Municipal de Saúde, anunciada nesta segunda-feira (05/10), e defendeu que o momento seja aproveitado para uma discussão mais ampla sobre a saúde pública de Bauru. A vereadora chamou atenção para a rotatividade no comando da pasta e afirmou que, ao longo dos seis anos de governo Suéllen Rosim (PSD), cinco secretários já estiveram à frente da área. Segundo Estela, as sucessivas mudanças no comando da Secretaria não foram acompanhadas por uma alteração na concepção da Administração Municipal para a saúde. A parlamentar acusou ainda o governo de utilizar a pasta para atender interesses políticos e relembrou compromissos anunciados pela prefeita que, segundo ela, não foram concretizados, como ações na área de saúde mental e a construção de um Hospital Municipal. “A saúde pública está sendo usada como balela ou como moeda de troca eleitoral em momentos específicos”, declarou. A vereadora também criticou a atuação do Governo do Estado na área da Saúde, que classificou como “inoperante e ineficiente”. Na avaliação de Estela, a situação afeta diretamente tanto a população quanto os servidores municipais, que, segundo ela, enfrentam uma rotina de desvalorização. Por fim, Estela parabenizou os integrantes da Comissão Processante do Lixo (CP do Lixo) pela decisão tomada na manhã de segunda-feira (05/10) de prosseguir com a denúncia contra Suéllen Rosim. Cabo Helinho (PL) denunciou o abandono de um prédio público no Fortunato Rocha Lima. O imóvel, que já sediou uma unidade do Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos (CEEJA) e fica próximo a uma creche, um berçário e um programa social, apresenta, segundo o vereador, descarte irregular de lixo e vazamentos constantes de água. Helinho afirmou que a situação representa um problema de saúde e segurança para os moradores do bairro e cobrou providências do Executivo. Na sequência, o parlamentar também chamou atenção para a necessidade de manutenção em bairros rurais, como o Rastro do Cowboy e o Águas Virtuosas, onde relatou problemas provocados por quedas de árvores e interrupções no fornecimento de energia. Por fim, informou que seu gabinete continua recebendo diversas reclamações relacionadas aos serviços da Companhia de Saneamento de Bauru (CSB). Como exemplo, citou um vazamento de esgoto que, segundo ele, persiste há 15 dias na Alameda dos Crisântemos, no Vista Alegre, nas proximidades de uma padaria. José Roberto Segalla (União Brasil) também comentou a saída de Márcio Cidade da pasta da Saúde. Para o parlamentar, o movimento pode indicar uma crise na Administração Municipal: “Quando as pessoas começam a pular do barco, é sinal de que daqui a pouco o barco vai pro fundo”. Ele também cobrou que o novo escolhido para o cargo seja de Bauru, o que não ocorreu nas últimas nomeações para o comando da secretaria. Ainda sobre a Saúde, Segalla relatou que esteve com o vereador Márcio Teixeira (PL) no estacionamento da Gerência de Transporte e Logística da pasta, onde constatou a procedência de denúncias que recebeu sobre veículos que estavam sem utilização no local. Outro tema abordado foram as eleições do último domingo (04/10). Segalla destacou a presença expressiva de eleitores idosos no local onde votou e avaliou de forma positiva o resultado das urnas. O parlamentar também manifestou satisfação com a decisão da CP do Lixo de dar prosseguimento à denúncia contra a prefeita. Julio Cesar (PP) também abordou a área da Saúde, com críticas aos atrasos na obra de ampliação da UPA do Mary Dota. O parlamentar questionou o secretário adjunto de Saúde, Claudemir Hilgert, por descumprimento dos prazos apresentados por ele próprio para a execução dos serviços. Julio relatou que esteve na unidade na semana passada e encontrou novamente a obra parada. “Se sabe que vamos até o local e pedir para ver a obra, por que ficar mentindo?”, questionou. O vereador também comentou ações de melhoria no Jardim TV, como a manutenção do campo e de um espaço de lazer do bairro, além do cronograma de limpeza de terrenos. Pela realização dos serviços, agradeceu aos secretários Leandro Ávila, o “Foguinho", e Mario Eduardo Pereira Ricci, o “Nescau”, titulares das pastas de Esportes e Lazer (Semel) e Serviços Urbanos (Seurb), respectivamente. Julio voltou ainda a tratar de reclamações relacionadas a vazamentos de esgoto no município. Segundo o parlamentar, embora o Departamento de Água e Esgoto (DAE) também enfrentasse problemas quando era responsável pelo serviço, havia maior facilidade de contato da população com a autarquia. Para ele, o mesmo não ocorre atualmente com a CSB. Por fim, cobrou da Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (Semab) a ampliação das ações voltadas à causa animal. Entre as medidas defendidas estão a oferta de atendimento veterinário gratuito, o aumento das castrações e vacinações e a ampliação do atendimento às demandas por resgate de animais. Eduardo Borgo (Novo) agradeceu o apoio que recebeu durante a campanha eleitoral e os votos recebidos no último domingo (04/10): “Meu coração transborda de alegria”, afirmou. O vereador recebeu 48 mil votos, dos quais 32 mil votos em Bauru, e tornou-se o primeiro suplente de seu partido na Câmara dos Deputados. O parlamentar afirmou que vem recebendo muitas mensagens de carinho. Além disso, fez um apelo para que candidatos evangélicos “não misturem as coisas” e que “parem de usar as igrejas para fazer política”. "Na igreja a gente tem que ir para orar”, argumentou. Mané Losila (MDB) também abordou com preocupação a saúde pública de Bauru, em especial a situação do Pronto-Socorro Central. O parlamentar relatou que vem recebendo muitas reclamações de superlotação e demora nos atendimentos da unidade. Segundo Mané, pacientes que necessitam de atendimento na área de ortopedia estão entre os mais prejudicados. Além de pedir providências ao Executivo, ele cobrou celeridade na reforma em andamento no local. Sobre a mudança no comando da Secretaria de Saúde, Mané afirmou que sempre foi bem atendido pelo então titular da pasta, Márcio Cidade, e defendeu que o cargo seja ocupado por alguém que, em sua avaliação, esteja à altura da função. Outro ponto abordado foi a necessidade de pavimentação da Rua Cuba, importante ligação entre a Vila Independência e a Vila Dutra. O vereador afirmou que já apresentou essa demanda diversas vezes e relatou dificuldades de tráfego no trecho. “Parece um verdadeiro tobogã”, lamentou. Por fim, Mané agradeceu a atuação do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil, da Semab e da Seurb no domingo, após os fortes ventos que atingiram Bauru. Marcelo Afonso (PSD) cobrou o atendimento de solicitações antigas encaminhadas por seu gabinete. O vereador comentou as recentes melhorias realizadas no Jardim TV, já mencionadas por outros parlamentares na tribuna, e afirmou que algumas delas vinham sendo reivindicadas havia anos. Nesse contexto, disse esperar que essa “coceira rápida”, como definiu a iniciativa da Prefeitura, também alcance outras demandas, como a construção de um acesso rural que ligue a Fazenda Jaguacy à área urbana. Ao tratar das discussões sobre os serviços prestados pela Companhia de Saneamento de Bauru (CSB), Marcelo informou ter recebido reclamações sobre um vazamento de esgoto na quadra 4 da Rua Joaquim Felipe de Mello. Por outro lado, avaliou positivamente a contratação, pela concessionária, de antigos funcionários do DAE. O parlamentar também comentou o projeto de sua autoria que altera a chamada “Lei das Calçadas” (Processo n.º 195/2026). Aprovado em primeira discussão na Sessão Ordinária desta segunda-feira (05/10), o texto amplia os segmentos comerciais autorizados a utilizar parte do passeio público para a exposição de produtos, incluindo minimercados, hortifrutigranjeiros, floriculturas e estabelecimentos de artesanato. Márcio Teixeira (PL) afirmou que está apurando informações sobre a operação de transbordo do lixo doméstico. O serviço é operado pela Estre Ambiental no aterro municipal desativado de Bauru e antecede o transporte dos resíduos ao aterro da empresa, em Piratininga. Nesse contexto, o parlamentar criticou a dificuldade de comunicação com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e relatou problemas no atendimento a vereadores pelo órgão estadual, responsável pelo controle, fiscalização, monitoramento e licenciamento ambiental desse tipo de operação. Márcio disse ter protocolado um requerimento à companhia para obter informações sobre os critérios adotados para autorizar o transbordo na área do aterro em processo de encerramento. Segundo o vereador, outros pedidos para a realização de atividades no local já teriam sido negados. Teixeira também voltou a criticar o valor que considera elevado pago pelo Município à Estre Ambiental pelo serviço contratado. A empresa é citada pela denúncia apresentada pelo Ministério Público à Justiça como possível beneficiária em suposta fraude na licitação da concessão do lixo, em um dos desdobramentos da Operação “Cavalo de Troia”. Márcio também lamentou a saída de Cidade da Saúde, e afirmou que o atraso nas obras da UPA do Mary Dota e do Pronto-Socorro Central está prejudicando a população. Ele parabenizou todos os vereadores que concorreram às eleições gerais deste ano e agradeceu à população pelos votos nos candidatos do PL na região (Dani Alonso para deputada estadual e Capitão Augusto para deputado federal, ambos reeleitos), ressaltando que o partido foi o mais votado em Bauru. Markinho de Souza (MDB) destacou, por ocasião do início do Outubro Rosa, uma conquista recente do Hospital Amaral Carvalho de Bauru. Em agosto deste ano, a unidade especializada no tratamento do câncer realizou sua primeira crioablação, procedimento que utiliza temperaturas muito baixas para congelar e destruir células doentes. Em seu discurso, o presidente do Poder Legislativo também cumprimentou os vereadores que concorreram nas eleições gerais de 2026 e prestou homenagem à memória de Tereza Débia Crepaldi. Por iniciativa de Markinho, o nome dela passou a denominar uma rua do Conjunto Residencial Vila do Cerrado, por meio de Projeto de Decreto Legislativo. Miltinho Sardin (PSD) comentou a última reunião da CP do Lixo, da qual é presidente, afirmando que o objetivo é seguir com o processo para trazer o máximo de transparência possível acerca do caso. Ele agradeceu ao colegiado e demais vereadores que estiveram presentes. Além disso, Miltinho voltou a abordar a necessidade de recapeamento no Parque Vista Alegre e Jardim Bela Vista. Segundo ele, os problemas se intensificaram por conta das chuvas recentes. O parlamentar cobra a realização de uma operação tapa-buraco nestes bairros. Sardin também alertou para uma erosão que se agrava na Rua Humberto Antônio Aiello, entre o Jardim Marambá e o Núcleo Residencial do Geisel. O vereador pontuou que a via, viabilizada por contrapartida de um empreendimento imobiliário da região, é muito utilizada pelos moradores dos bairros. Por isso, medidas de segurança e contenção são necessárias para evitar acidentes. Pastor Bira (Podemos) abordou a importância da Audiência Pública promovida pela Comissão de Segurança Pública da Câmara Municipal para discutir o Projeto de Lei n.º 71/2026, que regulamenta a organização, a estrutura administrativa e o Plano de Cargos, Carreiras e Salários da futura Guarda Civil Municipal de Bauru. Realizada na manhã desta terça-feira (06/10), a reunião buscou esclarecer dúvidas sobre o planejamento, o custeio e as atribuições do novo órgão. Durante o encontro, o secretário municipal da Fazenda, Everson Demarchi, informou que os R$ 4,3 milhões inicialmente previstos para a implantação da GCM sairão do orçamento de 2027 da Secretaria Municipal de Governo. O recurso será destinado à etapa inicial de seleção e capacitação dos profissionais e não garante que a Guarda comece a atuar já no início do próximo ano. Bira defendeu maior planejamento para a estruturação do órgão e lembrou que a criação de um plano e de um fundo municipal de segurança pública já havia sido apontada em debates promovidos pela Comissão ao longo de 2025. Ainda na tribuna, o vereador também cobrou manutenção das vias do bairro rural Águas Virtuosas. Segundo Bira, a região está “ilhada” após a queda de uma árvore bloquear o acesso que faz a ligação com a área urbana. Junior Rodrigues (PSD) lamentou a falta de representantes de Bauru em esfera estadual e federal pelos próximos quatro anos, cenário concretizado após nenhum candidato que mora na cidade ter sido eleito no último domingo (04/10). Apesar disso, o vereador agradeceu às pessoas que participaram e apoiaram sua campanha para deputado estadual, assim como à população da região. “O mandato de vereador continua, nós continuaremos lutando por aquilo que fomos eleitos”, declarou, apontando para os problemas que a cidade enfrenta. Neste sentido, Junior fez um apelo para que as demandas levadas por ele ao Poder Executivo sejam atendidas. O vereador afirmou que, durante a campanha, os pedidos de melhoria que ele apresentou à Administração Municipal teriam deixado de ser executados. Ele afirmou ainda ter recebido informações de que servidores da Prefeitura teriam sido orientados a não atender essas solicitações. Na avaliação de Junior, a conduta teria como objetivo prejudicá-lo eleitoralmente, já que disputava votos na região com Lúcia Rosim, mãe da prefeita Suéllen Rosim. O parlamentar citou como exemplo a falta de serviços de manutenção no Jardim Nova Esperança, onde concentra parte de sua base eleitoral. Por fim, defendeu que as disputas eleitorais sejam separadas do atendimento às demandas apresentadas pelos vereadores, ressaltando que esses pedidos representam necessidades da população. Junior Lokadora (Podemos) refletiu sobre alguns dados das eleições em Bauru. Segundo o vereador, cerca de 69 mil eleitores não compareceram às urnas e mais de 100 mil votos para os cargos de deputado foram destinados a candidatos de fora da cidade. Diante do fato de nenhum candidato residente em Bauru ter sido eleito, Lokadora avaliou que uma maior concentração desses votos em nomes locais poderia ter contribuído para a eleição de representantes do município. Ao falar sobre a própria campanha, o parlamentar agradeceu pelos cerca de 17 mil votos que afirmou ter recebido somente em Bauru no último domingo (04/10). “Sentimento de alegria, de felicidade”, declarou. Lokadora classificou sua campanha como “simples” em comparação a outras candidaturas e afirmou que, para quem vem da periferia, como ele, “sempre foi mais difícil”. Antes de deixar a tribuna, fez críticas pontuais à Secretaria Municipal de Saúde, que não tem dado o andamento adequado a obras como a reforma da UPA do Mary Dota e a inauguração da ala pediátrica da UPA do Ipiranga.

Santander mantém carteira de FIIs para outubro
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Santander mantém carteira de FIIs para outubro

Seleção reúne 11 fundos e combina busca por renda mensal com potencial de valorização dos ativos O Santander manteve sem alterações a carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs) para outubro de 2026. A seleção reúne 11 fundos de diferentes segmentos e tem como objetivo superar a variação do IFIX, índice de referência dos fundos imobiliários listados na B3, em um horizonte de 12 a 24 meses. Segundo o banco, a estratégia é voltada a investidores que buscam exposição ao mercado imobiliário por meio de ativos negociados em bolsa, com possibilidade de receber rendimentos periódicos. Na composição, os analistas priorizam fundos com maior previsibilidade na distribuição de proventos e ativos negociados abaixo do valor patrimonial ou de avaliação, buscando também oportunidades de ganho de capital. Crédito imobiliário tem maior peso Os fundos de recebíveis imobiliários formam o principal bloco da carteira, com 34,5% da composição. MCCI11, HGCR11 e KNCR11 possuem participação individual de 11,5%. Publicidade Publicidade A presença relevante desses fundos reforça o foco da carteira na geração de renda. Entre os demais ativos, o Santander também mantém exposição a hedge funds, fundos de logística, shopping centers, fundos híbridos e escritórios. Os hedge funds BTHF11 e KNHF11 somam 20% da carteira. Já os fundos de tijolo ampliam a diversificação para diferentes segmentos do mercado imobiliário, incluindo XPML11, VILG11, BTLG11, GARE11, TRXF11 e TEPP11. Descontos no valor patrimonial Um dos pontos de destaque da seleção é a presença de fundos negociados abaixo do valor patrimonial. Para o Santander, esse tipo de desconto pode representar uma oportunidade de valorização dos ativos ao longo do tempo, além da geração de renda. O maior desconto da carteira aparece no TEPP11, enquanto TRXF11 e VILG11 também apresentam diferenças relevantes entre o preço de mercado e o valor patrimonial. Na outra ponta, o KNCR11 é o único fundo da seleção com P/VP positivo, segundo os dados apresentados no relatório. A estratégia, portanto, não está concentrada apenas na busca pelos maiores dividendos. A carteira combina fundos de renda com ativos que podem se beneficiar de uma eventual reprecificação no mercado. Yields chegam a 13,6% Os fundos selecionados apresentam yields estimados de dois dígitos. O maior da carteira é o BTHF11, com 13,6% em 12 meses, seguido por TRXF11, com 13,5%. KNCR11 e TEPP11 aparecem com yield estimado de 13,2%, enquanto KNHF11 apresenta 13%. Os demais fundos também possuem projeções de rendimento acima de 10%, de acordo com o relatório. A composição busca, dessa forma, combinar a distribuição periódica de rendimentos com o potencial de valorização dos fundos que apresentam desconto em relação ao patrimônio. Carteira recomendada para outubro Confira abaixo a composição completa da carteira do Santander: Fundo Código Segmento Peso P/VP Yield 12 meses estimado Estratégia Mauá Capital Rec. Imobiliários MCCI11 Recebíveis imobiliários 11,5% 0% 12,6% Renda Pátria Recebíveis Imobiliários HGCR11 Recebíveis imobiliários 11,5% -4% 12,8% Renda/Ganho de capital Kinea Rend. Imobiliários KNCR11 Recebíveis imobiliários 11,5% +3% 13,2% Renda BTG Pactual Hedge Fund BTHF11 Hedge Fund 10,0% -10% 13,6% Renda/Ganho de capital Kinea Hedge Fund KNHF11 Hedge Fund 10,0% -7% 13,0% Renda/Ganho de capital XP Malls XPML11 Shopping Centers 9,5% -9% 10,8% Renda/Ganho de capital VinciLogística VILG11 Logístico 9,0% -15% 10,6% Renda/Ganho de capital BTG Pactual Logística BTLG11 Logístico 7,0% -7% 10,0% Renda/Ganho de capital Guardian Real Estate GARE11 Híbrido 8,0% -7% 11,8% Renda/Ganho de capital TRX Real Estate TRXF11 Híbrido 5,0% -19% 13,5% Renda/Ganho de capital Tellus Properties TEPP11 Escritórios 7,0% -20% 13,2% Renda/Ganho de capital A carteira soma 100% e mantém a mesma composição do mês anterior. Com a estratégia, o Santander busca equilibrar geração de renda e potencial de valorização, mantendo exposição a diferentes segmentos do mercado imobiliário. Além da possibilidade de diversificação, liquidez e gestão profissional, o banco destaca a distribuição periódica de rendimentos como uma das características dos FIIs. Para pessoas físicas, os rendimentos distribuídos podem contar com isenção de Imposto de Renda, desde que sejam atendidas as condições previstas na legislação. Leia também:

Em meio a volatilidade, mercado diversifica carteira por melhor desempenho
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Em meio a volatilidade, mercado diversifica carteira por melhor desempenho

Em meio à volatilidade, investidores ampliam leque de ativos; Priscila Grecco, da Itaúsa, fala sobre diversificação e desafios do mercado O ano foi marcado por intensa volatilidade no mercado financeiro brasileiro. Diante desse cenário, investidores têm diversificado suas carteiras de investimentos para reduzir a dependência de um único ativo e buscar maior resiliência em seus portfólios. O debate sobre diversificação ganhou destaque no Panorama Itaúsa 2026. A Bolsa vive um momento de recordes, tendo encerrado uma sexta-feira (2) aos 192 mil pontos e registrado nova marca histórica na segunda-feira (5) seguinte. A alta acumulada em 2026 já se aproxima dos 20%. Brasileiro amplia leque de investimentos O movimento de diversificação não se restringe às ações tradicionais. Segundo os dados apresentados no evento, mais de 5,7 milhões de CPFs estão investindo em renda variável. Os ETFs (fundos negociados em Bolsa) também chamam atenção, com 862 mil investidores. Nos fundos imobiliários, a base já ultrapassa 3 milhões de pessoas, enquanto o Tesouro Direto conta com 3,5 milhões de investidores. O cenário levanta a questão sobre o que tem levado o investidor a distribuir melhor seus recursos entre diferentes classes de ativos. Itaúsa diversificou portfólio em uma década Em entrevista exclusiva ao CNN Money, Priscila Grecco, CFO da Itaúsa, comentou sobre a estratégia de diversificação adotada pela companhia nos últimos anos. "A gente está falando de uma década onde a gente fez grandes movimentações no nosso portfólio", ressaltou. Segundo ela, a empresa saiu de dois setores que não estavam contribuindo para a criação de valor e entrou em cinco outros ativos diferentes, passando a atuar com bens de consumo, energia, infraestrutura, saneamento e financeiro. "Foram 12 bilhões de investimentos na última década", destacou Priscila Grecco. A executiva ressaltou que essa diversificação tem contribuído para resultados mais consistentes e resilientes. "A Itaúsa vem reportando resultados crescentes, resultados bastante sólidos, retorno ali na casa de 19%, que é um retorno bastante atrativo, com dividendos também crescentes", disse. Ela mencionou ainda um dividend yield de cerca de 10% encerrado no último semestre, posicionando a companhia como uma das maiores pagadoras de dividendos do mercado. Um dos destaques do portfólio é a Aegea, empresa do setor de saneamento que vem conquistando novas concessões ano após ano. Custo de capital elevado é o principal desafio Ao ser questionada sobre os principais desafios do momento para o mercado, Priscila Grecco apontou o custo de capital elevado como o maior obstáculo. "A gente está com um custo de capital bastante elevado e, de certa forma, proibitivo para novos grandes investimentos", afirmou. Diante disso, o foco atual da Itaúsa é rentabilizar o portfólio já construído, sendo cada vez mais seletiva e disciplinada na alocação de capital. "Não é fácil encontrar investimentos que tragam retornos superiores ao custo de capital e o risco país que a gente tem hoje", concluiu.

Perguntas Frequentes sobre RBRS11

Qual é a cotação de RBRS11 hoje na B3?
A cotação de RBRS11 hoje está em R$ 46,50. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 46,19 e máxima de R$ 46,50.
Quanto a RBRS11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de RBRS11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de RBRS11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de RBRS11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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