TGAR11 – Cotação Fundo de Investimento Imobiliario TG Ativo Real Cotas
Fundos ImobiliáriosFundo de Investimento Imobiliario TG Ativo Real Cotas
CNPJ: 25032881000153
Resumo Fundamentalista de TGAR11
O ativo TGAR11 (Fundo de Investimento Imobiliario TG Ativo Real Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 45,19, acumulando uma variação de +2.36% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 43,78 e a máxima de R$ 94,50. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Multicategoria. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Sobre a TGAR11
O FII TG ATIVO REAL (TGAR11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
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FIIs sofrem pressão de demanda menor em imóvel de alta renda
Demanda mais fraca para residenciais de média e alta renda começam a atingir fundos expostos ao setor Fundos imobiliários (FIIs) ligados ao crédito residencial de média e alta renda começam a dar sinais de estresse. Desaceleração nas vendas, demora no repasse do financiamento imobiliário e altas nos custos de obras têm colocado pressão no fluxo de caixa de incorporadoras voltadas a esse segmento – e começa a bater em FIIs expostos a eles. Algumas das grandes incorporadoras com foco no segmento nas capitais, como Even e Helbor, relataram em seus resultados e prévias operacionais desaceleração na demanda em comparação com trimestres e anos anteriores. O episódio mais recente de impacto em fundos veio do Mérito Desenvolvimento Imobiliário (MFII11), cuja carteira tem atualmente 16 empreendimentos em obras, espalhadas pelas regiões Sudeste, Sul e Nordeste do país. A maior concentração vem de São Paulo. No fim de julho, o fundo cortou os dividendos mensais em 67%, para R$ 0,30 por cota, e revisou para baixo as expectativas de geração de caixa para 2026 e 2027. Em resposta, as cotas caíram 41% no dia 3 de agosto, na sequência do anúncio. No ano, acumulam baixa de 58%. A projeção do fundo para geração de caixa para 2026 passou de R$ 30,6 milhões no primeiro trimestre para R$ 9,2 milhões ao fim de junho. Para 2027, caiu de R$ 87,1 milhões para R$ 46,5 milhões. Parte da revisão veio da carteira imobiliária. O condomínio Damha Fit II, de médio padrão em Uberaba (MG), passou a registrar vendas abaixo do esperado, enquanto o Reserva da Ilha, de alto padrão, em Sertaneja (PR), vê acumular um estoque resistente às vendas. Juntos, representam 11,1% do portfólio do MFII11. No Cartesia Recebiveis Imobiliarios (CACR11), fundo de papel com exposição em CRIs de empreendimentos em São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul, a gestora voltou a suspender os dividendos em julho. Os problemas ganharam força a partir de abril e, desde então, as cotas acumulam queda de 83%. Segundo a Cartesia, juros e custos maiores, além de atrasos em obras, postergaram a geração de caixa esperada com os projetos. Em maio, a inadimplência também chegou à carteira: uma administradora de imóveis, a Helvetia 5, deixou de pagar as notas comerciais que lastreiam o CRI Helvetia, ligado ao desenvolvimento de um prédio em São Paulo (o Le Jardin). Sem o pagamento da devedora, a operação ficou sem recursos para honrar o repasse aos investidores do CRI na data prevista. No início do ano, outro sinal veio do TG Ativo Real (TGAR11), maior fundo de desenvolvimento imobiliário da bolsa. O fundo reduziu a distribuição mensal de R$ 1 para R$ 0,71 por cota no primeiro semestre (-29%), patamar que foi mantido para o segundo. Justificativa do fundo: juros altos, crédito mais restrito e dificuldades nos repasses. No ano, a cota acumula baixa de 51%. Os episódios têm origens e níveis de gravidade diferentes. Mas mostram a existência de um cenário crítico. O gargalo no repasse Uma trava hoje está no chamado “repasse imobiliário”, ou seja, o momento em que a venda feita na planta precisa se transformar efetivamente em dinheiro para a incorporadora. Durante a construção, quem compra paga parte do valor diretamente à empresa. Na entrega das chaves, costuma financiar com um banco boa parte do saldo restante. Quando o crédito é aprovado, o banco libera os recursos e a incorporadora recebe o dinheiro. O problema é que esse processo ficou mais lento e mais difícil. A Brio, gestora com forte atuação no residencial de alta renda de São Paulo, afirma que as vendas estão mais devagar e que os bancos ficaram mais criteriosos na concessão do financiamento. “O repasse está mais lento, bem mais lento”, diz Vitor Senra, sócio-fundador da Brio. A própria Brio, que tem cerca de R$ 1,5 bilhão sob administração, passou a privilegiar mais operações de crédito no residencial e a exigir que o empreendimento já tenha atingido determinado percentual de vendas antes de colocar capital. Martim Fass, gestor de fundos imobiliários da Daycoval Asset, relata um movimento semelhante. “A gente sentiu uma desaceleração. Há muita reclamação de clientes em relação à obtenção de crédito imobiliário dos bancos”, diz. Segundo ele, uma família que antes conseguia determinado montante de financiamento hoje obtém menos e enfrenta uma liberação mais demorada. Se não tiver os recursos próprios para cobrir a diferença, pode desistir da compra. Enquanto isso, terreno, obra, mão de obra, impostos e juros continuam sendo pagos, claro. O resultado é um descasamento. O dinheiro entra mais tarde para as incorporadoras, mas as despesas continuam vencendo no prazo. Outro fator de pressão é o excesso de oferta. A de imóveis novos de médio e alto padrão aumentou 40% em um ano, considerando dados até abril, segundo um relatório do Citi. Para Senra, o reequilíbrio do mercado virá justmente de uma redução da oferta, à medida que empresas deixem de lançar novos projetos ou até de atuar. “Não vejo nenhuma catástrofe, mas empresas parando de atuar”, diz.
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Publicidade Fundos imobiliários (FIIs) ligados ao crédito residencial de média e alta renda começam a dar sinais de estresse. Desaceleração nas vendas, demora no repasse do financiamento imobiliário e altas nos custos de obras têm colocado pressão no fluxo de caixa de incorporadoras voltadas a esse segmento – e começa a bater em FIIs expostos a eles. Algumas das grandes incorporadoras com foco no segmento nas capitais, como Even e Helbor, relataram em seus resultados e prévias operacionais desaceleração na demanda em comparação com trimestres e anos anteriores. O episódio mais recente de impacto em fundos veio do Mérito Desenvolvimento Imobiliário (MFII11), cuja carteira tem atualmente 16 empreendimentos em obras, espalhadas pelas regiões Sudeste, Sul e Nordeste do país. A maior concentração vem de São Paulo. No fim de julho, o fundo cortou os dividendos mensais em 67%, para R$ 0,30 por cota, e revisou para baixo as expectativas de geração de caixa para 2026 e 2027. Em resposta, as cotas caíram 41% no dia 3 de agosto, na sequência do anúncio. No ano, acumulam baixa de 58%. A projeção do fundo para geração de caixa para 2026 passou de R$ 30,6 milhões no primeiro trimestre para R$ 9,2 milhões ao fim de junho. Para 2027, caiu de R$ 87,1 milhões para R$ 46,5 milhões. Parte da revisão veio da carteira imobiliária. O condomínio Damha Fit II, de médio padrão em Uberaba (MG), passou a registrar vendas abaixo do esperado, enquanto o Reserva da Ilha, de alto padrão, em Sertaneja (PR), vê acumular um estoque resistente às vendas. Juntos, representam 11,1% do portfólio do MFII11. No Cartesia Recebiveis Imobiliarios (CACR11), fundo de papel com exposição em CRIs de empreendimentos em São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul, a gestora voltou a suspender os dividendos em julho. Os problemas ganharam força a partir de abril e, desde então, as cotas acumulam queda de 83%. Segundo a Cartesia, juros e custos maiores, além de atrasos em obras, postergaram a geração de caixa esperada com os projetos. Em maio, a inadimplência também chegou à carteira: uma administradora de imóveis, a Helvetia 5, deixou de pagar as notas comerciais que lastreiam o CRI Helvetia, ligado ao desenvolvimento de um prédio em São Paulo (o Le Jardin). Publicidade Sem o pagamento da devedora, a operação ficou sem recursos para honrar o repasse aos investidores do CRI na data prevista. No início do ano, outro sinal veio do TG Ativo Real (TGAR11), maior fundo de desenvolvimento imobiliário da bolsa. O fundo reduziu a distribuição mensal de R$ 1 para R$ 0,71 por cota no primeiro semestre (-29%), patamar que foi mantido para o segundo. Justificativa do fundo: juros altos, crédito mais restrito e dificuldades nos repasses. No ano, a cota acumula baixa de 51%. Os episódios têm origens e níveis de gravidade diferentes. Mas mostram a existência de um cenário crítico. O gargalo no repasse Uma trava hoje está no chamado “repasse imobiliário”, ou seja, o momento em que a venda feita na planta precisa se transformar efetivamente em dinheiro para a incorporadora. Durante a construção, quem compra paga parte do valor diretamente à empresa. Na entrega das chaves, costuma financiar com um banco boa parte do saldo restante. Quando o crédito é aprovado, o banco libera os recursos e a incorporadora recebe o dinheiro. O problema é que esse processo ficou mais lento e mais difícil. A Brio, gestora com forte atuação no residencial de alta renda de São Paulo, afirma que as vendas estão mais devagar e que os bancos ficaram mais criteriosos na concessão do financiamento. “O repasse está mais lento, bem mais lento”, diz Vitor Senra, sócio-fundador da Brio. A própria Brio, que tem cerca de R$ 1,5 bilhão sob administração, passou a privilegiar mais operações de crédito no residencial e a exigir que o empreendimento já tenha atingido determinado percentual de vendas antes de colocar capital. Martim Fass, gestor de fundos imobiliários da Daycoval Asset, relata um movimento semelhante. “A gente sentiu uma desaceleração. Há muita reclamação de clientes em relação à obtenção de crédito imobiliário dos bancos”, diz. Publicidade Segundo ele, uma família que antes conseguia determinado montante de financiamento hoje obtém menos e enfrenta uma liberação mais demorada. Se não tiver os recursos próprios para cobrir a diferença, pode desistir da compra. Enquanto isso, terreno, obra, mão de obra, impostos e juros continuam sendo pagos, claro. O resultado é um descasamento. O dinheiro entra mais tarde para as incorporadoras, mas as despesas continuam vencendo no prazo. Outro fator de pressão é o excesso de oferta. A de imóveis novos de médio e alto padrão aumentou 40% em um ano, considerando dados até abril, segundo um relatório do Citi. Para Senra, o reequilíbrio do mercado virá justmente de uma redução da oferta, à medida que empresas deixem de lançar novos projetos ou até de atuar. “Não vejo nenhuma catástrofe, mas empresas parando de atuar”, diz.
Aperto no crédito pressiona FIIs de imóveis residenciais de alto padrão
Como pano de fundo, sinais de pressão no residencial de médio e alto padrão começam a atingir fundos expostos ao setor Fundos imobiliários (FIIs) ligados ao crédito residencial de média e alta renda começam a dar sinais de estresse. A desaceleração nas vendas, demora no repasse do financiamento imobiliário e altas nos custos das obras tem colocado pressão no fluxo de caixa de incorporadoras voltadas a esse segmento (imóveis acima de R$ 500 mil) – e começa a bater em FIIs expostos a eles. O episódio mais recente veio do Mérito Desenvolvimento Imobiliário (MFII11), cuja carteira tem atualmente 16 empreendimentos em obras, espalhadas pelas regiões Sudeste, Sul e Nordeste do país. A maior concentração vem de São Paulo. No fim de julho, o fundo cortou os dividendos mensais em 67%, para R$ 0,30 por cota, e revisou para baixo as expectativas de geração de caixa para 2026 e 2027. Em resposta, as cotas caíram 41% no dia 3 de agosto, na sequência do anúncio. No ano, acumulam baixa de 58%. A projeção do fundo para geração de caixa para 2026 passou de R$ 30,6 milhões no primeiro trimestre para R$ 9,2 milhões ao fim de junho. Para 2027, caiu de R$ 87,1 milhões para R$ 46,5 milhões. Parte da revisão veio da carteira imobiliária. O condomínio Damha Fit II, de médio padrão em Uberaba (MG), passou a registrar vendas abaixo do esperado, enquanto o Reserva da Ilha, de alto padrão, em Sertaneja (PR), vê acumular um estoque resistente às vendas. Juntos, representam 11,1% do portfólio do MFII11. No Cartesia Recebiveis Imobiliarios (CACR11), fundo de papel com exposição em CRIs de empreendimentos em São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul, a gestora voltou a suspender os dividendos em julho. Os problemas ganharam força a partir de abril e, desde então, as cotas acumulam queda de 83%. Segundo a Cartesia, juros e custos maiores, além de atrasos em obras, postergaram a geração de caixa esperada com os projetos. Em maio, a inadimplência também chegou à carteira: uma administradora de imóveis, a Helvetia 5, deixou de pagar as notas comerciais que lastreiam o CRI Helvetia, ligado ao desenvolvimento de um prédio em São Paulo (o Le Jardin). Sem o pagamento da devedora, a operação ficou sem recursos para honrar o repasse aos investidores do CRI na data prevista. No início do ano, outro sinal veio do TG Ativo Real (TGAR11), maior fundo de desenvolvimento imobiliário da bolsa. O fundo reduziu a distribuição mensal de R$ 1 para R$ 0,71 por cota no primeiro semestre (-29%), patamar que foi mantido para o segundo. Justificativa do fundo: juros altos, crédito mais restrito e dificuldades nos repasses. No ano, a cota acumula baixa de 51%. Os episódios têm origens e níveis de gravidade diferentes. Mas mostram a existência de um cenário crítico. O gargalo no repasse Uma trava hoje está no chamado “repasse imobiliário”, ou seja, o momento em que a venda feita na planta precisa se transformar efetivamente em dinheiro para a incorporadora. Durante a construção, quem compra paga parte do valor diretamente à empresa. Na entrega das chaves, costuma financiar com um banco boa parte do saldo restante. Quando o crédito é aprovado, o banco libera os recursos e a incorporadora recebe o dinheiro. O problema é que esse processo ficou mais lento e mais difícil. A Brio, gestora com forte atuação no residencial de alta renda de São Paulo, afirma que as vendas estão mais devagar e que os bancos ficaram mais criteriosos na concessão do financiamento. “O repasse está mais lento, bem mais lento”, diz Vitor Senra, sócio-fundador da Brio. A própria Brio, que tem cerca de R$ 1,5 bilhão sob administração, passou a privilegiar mais operações de crédito no residencial e a exigir que o empreendimento já tenha atingido determinado percentual de vendas antes de colocar capital. Martim Fass, gestor de fundos imobiliários da Daycoval Asset, relata um movimento semelhante. “A gente sentiu uma desaceleração. Muita reclamação de clientes em relação à obtenção de crédito imobiliário dos bancos”, diz. Segundo ele, uma família que antes conseguia determinado montante de financiamento hoje obtém menos e enfrenta uma liberação mais demorada. Se não tiver os recursos próprios para cobrir a diferença, pode desistir da compra. Enquanto isso, terreno, obra, mão de obra, impostos e juros continuam sendo pagos, claro. O resultado é um descasamento. O dinheiro entra mais tarde para as incorporadoras, mas as despesas continuam vencendo no prazo. Outro fator de pressão é o excesso de oferta. A de imóveis novos de médio e alto padrão aumentou 40% em um ano, considerando dados até abril, segundo um relatório do Citi. Para Senra, o reequilíbrio do mercado virá justmente de uma redução da oferta, à medida que empresas deixem de lançar novos projetos ou até de atuar. “Não vejo nenhuma catástrofe, mas vejo empresas parando de atuar”, diz.
Perguntas Frequentes sobre TGAR11
Qual é a cotação de TGAR11 hoje na B3?
Quanto a TGAR11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de TGAR11?
O que significa o P/L e o P/VP de TGAR11?
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