PORD11 Polo Fundo de Investimento Imobiliario - Recebiveis Imobiliarios II - FII Cotas – Cotação Hoje
Polo Fundo de Investimento Imobiliario - Recebiveis Imobiliarios II - FII Cotas
Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
PORD11 (Polo Fundo de Investimento Imobiliario - Recebiveis Imobiliarios II - FII Cotas) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Papel / CRI. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 8,12, registrando variação de -0.85% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.09x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 14.58%.
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 8 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de PORD11
O ativo PORD11 (Polo Fundo de Investimento Imobiliario - Recebiveis Imobiliarios II - FII Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 8,12, acumulando uma variação de -0.85% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,86 e a máxima de R$ 8,80. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 14.58% e indicador P/VP de 0.09x.
Histórico de Cotação: PORD11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a PORD11
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Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
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O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 começa neste domingo (8), reunindo cerca de 8,5 mil candidatos em Apucarana, Arapongas, Ivaiporã, Jandaia do Sul e Mauá da Serra. Apenas em Apucarana, cidade com o maior contingente da região, são 2,8 mil inscritos. No Colégio Ceravolo, um dos principais locais de prova do município, o clima antes da abertura dos portões dividia-se entre a alta expectativa dos estudantes e a correria com imprevistos de última hora na recepção de 700 participantes. -LEIA MAIS: Aposta de Goiânia leva prêmio da Mega-Sena; veja dezenas sorteadas CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline. Para os candidatos, o primeiro dia do exame é frequentemente o mais aguardado e temido por exigir a produção da redação, além das 90 questões de Linguagens e Ciências Humanas em cinco horas e meia de duração. Davi Bernardes Mendes de Castro, de 17 anos, demonstra confiança no preparo alcançado no próprio Colégio Ceravolo, onde estuda. "Estudei sim, para tirar uns 1 mil", projeta o jovem, que sonha cursar algo relacionado à Inteligência Artificial em uma instituição pública. "Treinei sim, estou bem tranquilo, vou tirar uns 1 mil na redação", garante. Davi Bernardes Mendes de Castro, de 17 anos - Foto: Cindy Santos/TNOnline Davi Bernardes Mendes de Castro, de 17 anos - Foto: Cindy Santos/TNOnline Já Otávio dos Santos Garcia, também de 17 anos e aspirante ao curso de Direito em universidade pública, vive a ansiedade da estreia no exame. "Estou um pouco nervoso no meu primeiro Enem, mas estou com fé que vai dar bom", confia. Sobre o tema da redação, o estudante arrisca um palpite embasado na atualidade. "Pelo que dei uma pesquisada, tem uma probabilidade de ser sobre as pessoas cegas. Não sei ao certo o tema em si, mas acho que vai ter uma certa relação", avalia. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Otávio dos Santos Garcia, de 17 anos - Foto: Cindy Santos/TNOnline Otávio dos Santos Garcia, de 17 anos - Foto: Cindy Santos/TNOnline Apesar do forte preparo acadêmico dos inscritos, a desatenção com detalhes logísticos continua exigindo jogo de cintura da organização. O diretor do Colégio Ceravolo, Diego Favaro, relata que os primeiros minutos de recepção já registraram os clássicos contratempos de vestibulares. "Já atendemos aqui aluno com problema com a garrafinha de água que não é transparente, aluno que errou o colégio, que era para estar em outro do outro lado da cidade — e a gente já orientou e passou o endereço —, sem material, sem caneta, pai indo buscar, sem o documento", elenca o gestor. Favaro ressalta que a escola promoveu uma preparação de 40 dias com os jovens, incluindo orientação sobre regras e sensibilização, mas os incidentes ainda ocorrem. Ele lembra também do rigor dos protocolos de segurança: "Entrou no colégio, não pode mais sair das dependências". CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Foto: Cindy Santos/TNOnline Foto: Cindy Santos/TNOnline Crescimento e logística na região A atual edição do Enem apresenta um aumento de 15% nas inscrições nestes cinco polos em comparação ao exame passado, saltando de 7,3 mil para os atuais 8,5 mil, segundo o painel do Inep. Apucarana registrou alta de 11%, seguida por Arapongas (14%) e Mauá da Serra, que obteve o maior crescimento percentual do grupo, com salto de 26% (de 495 para 625 participantes). Para garantir que os estudantes cheguem aos locais de prova, 12 municípios do Vale do Ivaí e região firmaram articulação com o governo estadual para fornecer transporte gratuito aos candidatos que vivem em áreas rurais ou precisam se deslocar entre cidades. Em todo o Paraná, que totaliza mais de 221 mil inscritos nesta edição, cerca de 60% dos estudantes que dependem do serviço já estavam com o deslocamento confirmado até a véspera da prova. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A segunda etapa do Enem, focada nas áreas de Ciências da Natureza e Matemática, ocorrerá no próximo dia 15 de novembro.
Milei aposta em data centers na Patagônia para atrair a indústria de IA
Los Toldos (Argentina) | Financial Times Em um trecho remoto da estepe patagônica, aos pés de um vulcão, o rugido do vento era abafado pelo zumbido de servidores de computador. Um data center de 12 MW (megawatt), coberto de poeira cor de terracota e cercado por planaltos rochosos que remetem a Jurassic Park, funciona com gás que, de outra forma, seria queimado como subproduto da extração de petróleo de xisto nas proximidades. "Há uma enorme oportunidade aqui para que os data centers não concorram com as necessidades humanas", disse Tomás Ocampo, fundador da Unblock Energy, que planeja uma instalação de várias centenas de MW para alimentar sistemas de inteligência artificial na zona rural da Argentina. Instalação de exploração de gás na Patagônia, na Argentina - Alexander Villegas - 22.out.24/Reuters Ocampo afirmou ter recebido uma enxurrada de ligações de potenciais investidores e clientes dos Estados Unidos após as eleições de meio de mandato, quando vitórias expressivas dos democratas e a aprovação de medidas em plebiscitos contra data centers derrubaram as ações de tecnologia e alimentaram temores de paralisação do setor. O bilionário Elon Musk voltou a sugerir a construção dessas instalações no espaço. Publicidade "Antes de colocarmos data centers no oceano e no espaço, a Argentina faz muito sentido", disse Ocampo. O presidente da Argentina, Javier Milei, apresentou os data centers como a base de seu plano para transformar o país em um "polo de IA". Encaminhou um projeto de lei com incentivos fiscais, prometeu não regulamentar a IA e permitir "corporações não humanas", além de estreitar relações com bilionários da tecnologia como Musk e Peter Thiel. Milei tem ressaltado a "energia abundante" e as "vastas terras inóspitas" do país, o oitavo maior do mundo em extensão, com apenas 46 milhões de habitantes. Publicidade Mas a Argentina, muito atrás de seus pares em capacidade de data centers e a milhares de quilômetros de muitas das grandes cidades onde vivem os usuários finais da IA, enfrenta enormes obstáculos. A abordagem do governo provocou reação de opositores, que o acusam de querer transformar o país em um "laboratório" para empresas de tecnologia. Décadas de instabilidade econômica e falta de investimentos na rede elétrica deixaram o país com menos de 40 MW de capacidade em data centers, muito atrás dos 400 MW do Chile. Gigantes americanas da tecnologia optaram pelo Uruguai, pelo México e pelo Brasil para instalar seus primeiros data centers na América Latina. O projeto de maior destaque pode ter estagnado. Em outubro do ano passado, Milei anunciou planos para um data center de 500 MW destinado a atender a OpenAI, mas não houve novos desdobramentos. A Sur Energy, que lidera o projeto, disse à imprensa local em agosto que "a bola" estava "com a OpenAI". Mas um porta-voz da OpenAI afirmou ao FT que a empresa era apenas "uma potencial compradora" e que "qualquer eventual aquisição dependeria" de a Sur Energy desenvolver o data center. A oposição realizou uma audiência no Congresso sobre as ligações de Thiel com a Argentina, depois que ele comprou uma mansão em Buenos Aires, participou de reuniões a portas fechadas com a equipe de Milei e adquiriu uma participação em uma petrolífera local. Protestos em massa forçaram Milei, em agosto, a abandonar uma iniciativa para flexibilizar as restrições à propriedade de terras por estrangeiros. Grupos da sociedade civil afirmam que os data centers agravariam o estresse hídrico na Patagônia e gerariam poucos empregos, e que o regime de incentivos limitaria a capacidade do Estado de intervir diante da escassez de recursos. "Os benefícios são realmente excessivos", disse o ativista ambiental Oscar Soria. Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. O sonho de Milei, porém, ainda pode se tornar realidade, à medida que empresas de energia começam a oferecer sua produção de gás de xisto aos desenvolvedores. A Pampa Energy afirmou em outubro que dispõe de 800 MW de capacidade na província de Neuquén. A polonesa Green Capital anunciou um data center de US$ 3 bilhões na província de Chubut. Publicidade A aprovação do regime de incentivos —que já passou pela Câmara dos Deputados e aguarda o aval do Senado— deverá destravar investimentos, disse Raimundo Diaz, vice-presidente executivo da Vistra Global Solutions, grupo de serviços empresariais sediado nos EUA. "A Argentina é um dos únicos países com poucas restrições para implementar data centers de grande capacidade em um curto período", afirmou. "Está chegando tarde à festa, mas tem enorme potencial para recuperar o atraso." Defensores dizem que a instalação de data centers na Patagônia, região que ocupa um terço da Argentina, resolveria o descompasso entre a riqueza energética do país e sua demanda. A produção de petróleo mais que dobrou desde 2024 em Vaca Muerta, formação de xisto do tamanho da Bélgica, mas a de gás quase não aumentou por falta de infraestrutura de transporte. A Unblock afirma que as empresas de perfuração desperdiçam, por meio da queima, o equivalente a cerca de 600 MW de geração potencial e que até 3 GW em gás permanecem no subsolo por falta de demanda. "Levamos o data center para onde há energia sobrando", gritou Miranda Marrazzo, engenheira-chefe da Unblock, tentando se fazer ouvir em meio ao barulho dos servidores. Germán Serrano, ex-executivo da estatal YPF, argumentou que seria "mais eficiente" "construir os data centers em Vaca Muerta e transportar fótons pelo mundo do que transportar energia até os data centers". Fontes remotas de energia renovável também são abundantes, mas a capacidade limitada da rede faz com que quase 6 GW em projetos aguardem aprovação ou enfrentem restrições à geração. A localização distante limitará o papel da Argentina no processamento que precisa ocorrer perto dos usuários finais, mas os desenvolvedores afirmaram que a Patagônia é atraente para o treinamento de modelos, que pode ser feito remotamente. Ainda assim, a envelhecida rede elétrica é um grande obstáculo. Em setembro, o governo afirmou que novos projetos de grande porte, em qualquer setor, deverão providenciar infraestrutura para 80% de sua eletricidade, a fim de evitar a sobrecarga da capacidade existente. Publicidade Enquanto isso, Soria alertou que os desenvolvedores que veem a Patagônia como "vazia" estão fazendo um cálculo equivocado. "É provavelmente a região argentina com o maior histórico de comunidades locais bloqueando projetos", acrescentou, observando que projetos de gás em Vaca Muerta enfrentaram resistência de moradores indígenas mapuches. Daniel Yankelevich, do centro de estudos Fundar, argumentou que a Argentina deveria buscar investimentos nos quais empresas argentinas agreguem valor, em vez de apenas fornecer terra e energia, como ocorre em seus setores de software e serviços de tecnologia. "Os data centers devem ser um meio, não o objetivo final", afirmou.
Procura-se astronautas: NASA abre seleção para novas missões à Lua
NASA recebe inscrições até 3 de dezembro para selecionar novos astronautas que poderão participar das próximas missões do programa Artemis à Lua A NASA está recrutando novos astronautas para ampliar sua equipe e atender às demandas do programa Artemis, iniciativa que pretende levar novamente seres humanos à superfície da Lua e estabelecer uma presença permanente no satélite. O anúncio foi feito no sábado (7), durante um evento aéreo no Centro Espacial Kennedy, nos Estados Unidos, voltado à divulgação da exploração lunar e de avanços na aviação e na tecnologia. Continua após a publicidade Os interessados podem enviar suas candidaturas até 3 de dezembro de 2026. A agência espera concluir a seleção dos novos integrantes até o fim de 2027, com início do treinamento previsto para o começo de 2028. A expectativa é que a nova turma comece a se preparar justamente no ano em que a NASA pretende retomar as missões tripuladas à superfície lunar, mais de 50 anos depois da última vez. A NASA busca novos astronautas para ampliar o programa Artemis e preparar o retorno de missões tripuladas à superfície da Lua – Imagem: Wirestock Creators/Shutterstock NASA precisa ampliar sua equipe de astronautas A última seleção de astronautas da agência aconteceu há dois anos e recebeu mais de 8 mil inscrições. Apenas dez candidatos foram escolhidos, em setembro de 2025. Atualmente, a NASA conta com 32 astronautas ativos, número considerado insuficiente diante dos planos de ampliar a presença humana para além da órbita baixa da Terra. A campanha lunar ganhou impulso em abril de 2026, quando a tripulação da missão Artemis II realizou um sobrevoo da Lua. A próxima etapa será a Artemis 3, prevista para o verão do Hemisfério Norte de 2027. A missão será comandada por Randy Bresnik, que viajará à órbita terrestre com outros três tripulantes. O objetivo será praticar a acoplagem da cápsula com dois módulos de pouso lunar: um desenvolvido pela SpaceX, de Elon Musk, e outro pela Blue Origin, de Jeff Bezos. Diferentemente da missão anterior, a Artemis 3 não realizará um sobrevoo lunar. O treinamento em órbita da Terra servirá como preparação para a Artemis 4, programada para o ano seguinte. Essa missão tentará levar dois astronautas até uma região próxima ao polo sul da Lua. “Temos muito mais trabalho do que astronautas”, afirmou Bresnik à Associated Press no sábado (7). Quais são os requisitos para se tornar astronauta? Os candidatos precisam ser cidadãos dos Estados Unidos, ter formação universitária e experiência profissional. A paciência também é considerada uma característica importante, já que o processo de preparação pode levar vários anos. O treinamento obrigatório tem duração de dois anos e pode ser bastante exigente. Mesmo depois dessa etapa, os selecionados podem precisar esperar outros anos até receber uma missão espacial. Frank Rubio, integrante da tripulação da Artemis 3, destacou que viajar até a Lua representa apenas uma pequena parte do trabalho de um astronauta. Ele detém o recorde norte-americano de permanência consecutiva no espaço, com 371 dias. Segundo Rubio, os profissionais precisam entender que a maior parte de sua experiência estará relacionada a outras atividades necessárias para viabilizar as missões. Programa Artemis prevê estrutura permanente na Lua Continua após a publicidade Os planos da NASA vão além de realizar novos pousos tripulados. A agência pretende desenvolver uma base lunar permanente, que deverá ganhar forma com o envio gradual de veículos exploradores, robôs, estruturas e redes de fornecimento de energia. A ampliação da equipe de astronautas faz parte desse planejamento, que busca acelerar a presença humana fora da órbita baixa da Terra. A seleção anunciada em novembro será a 25ª turma de astronautas da NASA. A primeira foi formada em 1959 e ficou conhecida como Mercury Seven.
Perguntas Frequentes sobre PORD11
Qual é a cotação de PORD11 hoje na B3?
Quanto a PORD11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de PORD11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de PORD11?
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