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KNIP11 Kinea Indices Precos Fundo de Investimento Imobiliario- FII Cotas – Cotação Hoje

🏢 FII Papel / CRI

Kinea Indices Precos Fundo de Investimento Imobiliario- FII Cotas

CNPJ: 24960430000113

Preço Atual
R$ 90,90
+2.43%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 10 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 10/11 (90.9%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 11.78% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
121 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.95x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 0.95x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Queda trimestral acentuada: -36.6%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 7.28 bilhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 17.97 milhões

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Papel / CRI

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Listado desde 2016 (10 anos na B3)

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 11.78% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Fundo de Papel/Financeiro (Não possui imóveis físicos diretos)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 178,50
Rendimento Anual (12M) R$ 10,71
Margem de Segurança +49.08%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
🏗️
CVM Oficial Data-base: 2026-06-30

Composição da Carteira & Ativos do Fundo

📊 Alocação por Classe de Ativo

Outros 0,00%
Outros 0,00%

Principais Títulos & CRIs em Carteira

BARIGUI SECURITIZADORA SA - CRI - 20F0689770 CRI • Taxa: N/D
R$ 717.770,25
BARIGUI SECURITIZADORA SA - CRI - 20F0689770 CRI • Taxa: N/D
R$ 293.682,56
BARIGUI SECURITIZADORA SA - CRI - 20F0689770 CRI • Taxa: N/D
R$ 1,40 mi
BARIGUI SECURITIZADORA SA - CRI - 20F0689770 CRI • Taxa: N/D
R$ 1,51 mi
BARIGUI SECURITIZADORA SA - CRI - 20F0689770 CRI • Taxa: N/D
R$ 478.272,70
BARIGUI SECURITIZADORA SA - CRI - 20F0689770 CRI • Taxa: N/D
R$ 415.056,90
📑 Relatório Mensal CVM & Informes Estruturados

Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do KNIP11.

Acessar Relatório CVM Completo →
Fonte: Informes Periódicos Trimestrais CVM via Brapi.dev Atualização automática a cada novo informe registrado

O ativo KNIP11 (Kinea Indices Precos Fundo de Investimento Imobiliario- FII Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 90,90, acumulando uma variação de +2.43% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 84,70 e a máxima de R$ 95,14. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 11.78% e indicador P/VP de 0.95x.

Abertura
R$ 89,30
Fec. Ant: R$ 90,72
Variação Dia
Min: R$ 89,29
Max: R$ 92,05
52 Semanas
Mín: R$ 84,70
Máx: R$ 95,14
Volume
197.723
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: KNIP11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.95
R$ 93,38
Patrimônio Líquido
R$ 7,28 Bi
Último Rendimento
R$ 0.6000
Pagto: 2026-10-14
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.8238
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 10.7100
acumulado no ano
Quantidade de Cotas
80,08 Mi
Liquidez Diária
197.723

Sobre a KNIP11

Categoria / Segmento
Papel / CRI
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O KINEA INDICES DE PREÇOS FII RESPONSABILIDADE LIMITADA (KNIP11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
INTRAG DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA
CNPJ
62418140000131
Telefone
55 (11) 30726012
Endereço
AV BRIGADEIRO FARIA LIMA, 3400 - 10º Andar, ITAIM BIBI — SÃO PAULO/SP - CEP 04538132
RENDIMENTO R$ 0,6000
Pagamento: 14/10/2026
RENDIMENTO R$ 0,6500
Pagamento: 14/09/2026
RENDIMENTO R$ 0,9500
Pagamento: 13/08/2026
RENDIMENTO R$ 1,1200
Pagamento: 13/07/2026
RENDIMENTO R$ 1,2500
Pagamento: 12/06/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 14/05/2026
RENDIMENTO R$ 1,0500
Pagamento: 14/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,6500
Pagamento: 12/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,7000
Pagamento: 12/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,7000
Pagamento: 14/01/2026

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B3 •

Efeito eleição leva B3 a ranking de melhores ações de dividendos; veja lista

Petrobras divide a liderança com Allos e Itaú, e a operadora da bolsa aparece entre as sete mais indicadas pelas dez casas consultadas Publicidade Montadas às vésperas do primeiro turno, as carteiras de dividendos de outubro trouxeram a B3 para a lista das sete ações mais recomendadas pelas dez casas consultadas pelo InfoMoney. A operadora da bolsa aparece em quatro carteiras, duas delas com inclusão neste mês, e a escolha se apoia em duas expectativas: a de que a volatilidade em torno da eleição e uma eventual mudança de rumo na política econômica elevem os volumes negociados, e a de que a queda dos juros sustente a retomada do mercado de capitais. Essa expectativa ganhou força depois do primeiro turno, em que Flávio Bolsonaro (PL) terminou à frente de Lula (PT), por 47,03% a 45,16% dos votos válidos, contrariando a maior parte das pesquisas. Especialistas passaram a prever alta da bolsa, valorização do real e queda dos juros, sobretudo nos vencimentos longos, até o segundo turno, marcado para 25 de outubro. No topo do ranking de dividendos, Petrobras, Allos e Itaú Unibanco dividem a liderança, com seis indicações cada. Os seis nomes que lideraram em setembro continuam na lista, mas com indicações mais distribuídas: a Petrobras, que tinha oito, perde a liderança isolada, e a Axia cai de sete para cinco. Continua depois da publicidade Ação Nº de recomendações Dividend Yield em 12 meses (%) Petrobras (PETR4) 6 11,59 Allos (ALOS3) 6 12,85 Itaú Unibanco (ITUB4) 6 8,17 Axia (AXIA3) 5 3,60 Copel (CPLE3) 5 8,80 Vale (VALE3) 5 9,75 B3 (B3SA3) 4 6,74 Fontes: Ágora Investimentos, Andbank, BB Investimentos, BTG Pactual, Genial Investimentos, Itaú BBA, Planner Corretora, Santander, Terra Investimentos, XP Investimentos, com dados da Economatica Leia também: As 7 ações mais recomendadas para surfar a avalanche na Bolsa após as eleições Petrobras (PETR4) O Itaú BBA, que também levou a Petrobras para a carteira de ações neste mês, destaca o crescimento da produção no pré-sal, as margens de refino favorecidas pelos preços elevados do petróleo e dos derivados e a capacidade de geração de caixa, que sustenta a perspectiva de dividendos. A XP aumentou o peso da ação para ampliar a exposição a óleo e gás, com retorno em fluxo de caixa ao acionista estimado em cerca de 12% em 2027, considerando o Brent a US$ 75 por barril. O Santander elevou a recomendação para compra e revisou o preço-alvo de R$ 35 para R$ 60, com a avaliação de que o preço ainda não reflete o potencial de alta da produção. Uma das casas avalia que o debate eleitoral deve girar em torno do valuation da companhia, já que produção, investimentos e política de preços tendem a permanecer estáveis, e projeta dividend yield de cerca de 11%. Continua depois da publicidade Allos (ALOS3) O Santander destaca o resultado do segundo trimestre acima do esperado, com inadimplência líquida de 1,4%, melhora de 0,45 ponto percentual em um ano. A Ágora cita a distribuição mensal de proventos e a parceria com a Kinea para estruturar um fundo imobiliário, que pode criar novas receitas recorrentes. As casas tratam a administradora de shoppings como uma das teses mais defensivas do setor imobiliário listado. Mesmo com juros elevados e famílias endividadas pressionando o varejo, a companhia mantém vacância baixa e alavancagem próxima de duas vezes o Ebitda, sem comprometer a remuneração aos acionistas. Na carteira do Itaú BBA, a Allos tem dividend yield projetado de 10,8% para 2026. Itaú Unibanco (ITUB4) O BTG Pactual considera o Itaú bem posicionado para qualquer resultado eleitoral e o mantém como o banco de grande porte preferido, pela qualidade dos ativos e pela gestão de risco. O crescimento de receita mais fraco no curto prazo é visto como consequência de uma postura conservadora, que prepara o banco para um ciclo de crédito mais difícil em 2027. Continua depois da publicidade O Santander colocou o Itaú como principal escolha no setor de bancos, com preço-alvo de R$ 51 para 2027. 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As casas que mantêm a Vale citam a disciplina na alocação de capital e uma tese cada vez menos dependente do minério de ferro, e uma delas aponta contratos de longo prazo, navios dedicados e escala como proteção contra o frete. B3 (B3SA3) A operadora da bolsa entrou neste mês nas carteiras do BTG Pactual e do Itaú BBA e ganhou peso na da XP. O BTG Pactual vê a B3 como uma companhia de alta qualidade e forte alavancagem operacional: no segundo trimestre, o volume médio diário de ações cresceu 21% e as receitas recorrentes, 17%, o que reforça a diversificação para além da negociação. Para o banco, a ação oferece dividend yield esperado acima de 8% para 2027. A XP aposta que juros mais baixos e a volatilidade eleitoral devem impulsionar os volumes e, com o controle de custos, sustentar o lucro e a remuneração aos acionistas. O Itaú BBA busca exposição a uma eventual recuperação da atividade a partir do quarto trimestre e projeta dividend yield de cerca de 6% em 2027.

De eleições a grandes fortunas: veja o que o investidor mais leu na semana
Fundos Imobiliários Brasileiros •

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Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo Notícias mais lidas da última semana de setembro (2) Foto: Adobe Stock A proximidade das eleições de 2026 já começou a aparecer nas estratégias de investimento para outubro. Bancos e casas de análise ajustaram suas carteiras para diferentes cenários políticos e fiscais, enquanto a Petrobras (PETR3; PETR4) ganhou espaço entre as ações recomendadas. Juros elevados no Brasil e nos Estados Unidos, FIIs negociados com desconto, estratégias para grandes patrimônios e oportunidades de investimento ligadas à inteligência artificial também estiveram entre os assuntos que mais atraíram os leitores do E-Investidor na semana. Confira abaixo as matérias mais lidas. Publicidade Eleições 2026 Eleições mudam o mapa das carteiras para outubro e Petrobras ganha espaço; veja as recomendações PUBLICIDADE Itaú BBA (ITUB4), Genial, Monte Bravo e Planner fizeram mudanças nas carteiras, enquanto a Á g ora manteve sua seleção. Em comum, a Petrobras (PETR3; PETR4) aparece como principal ponto de convergência entre as recomendações e as estratégias tentam equilibrar oportunidades ligadas à queda dos juros com proteção contra riscos fiscais, eleitorais, cambiais e de commodities O Itaú trocou três das cinco ações e incluiu XP, Sabesp e Petrobras. A Genial montou uma carteira mais equilibrada entre empresas ligadas ao mercado doméstico e companhias com receitas no exterior. A Monte Bravo reduziu a proteção no exterior e aumentou a exposição a empresas brasileiras sensíveis aos juros, como Localiza, Cyrela e BTG, além de incluir Petrobras. A Planner fez apenas duas trocas, adicionando Petrobras e Sabesp, enquanto a Ágora manteve sua Top 10 inalterada. Eleições 2026 dividem estratégias: veja onde Citi, Ágora, Kinea e Nomos enxergam oportunidades Perto das eleições de 2026, instituições financeiras consideraram os riscos do contexto atual e passaram a montar carteiras para diferentes cenários políticos e fiscais. Ágora e Bradesco BBI separaram ações entre papéis historicamente favorecidos pela continuidade do governo, ativos mais sensíveis a uma mudança de gestão e empresas consideradas resilientes. Citi e Nomos, por sua vez, dizem que reeleição de Lula poderia favorecer companhias defensivas, exportadoras e expostas a programas públicos, enquanto uma vitória de Flávio Bolsonaro poderia beneficiar ações cíclicas, estatais e empresas mais sensíveis à queda dos juros. A Kinea adotou uma estratégia menos dependente do resultado eleitoral, combinando empresas de crescimento previsível e setores defensivos com bancos, indústria e varejo, que poderiam se beneficiar de uma eventual melhora fiscal e redução dos juros. Leia mais Eleições mudam o mapa das carteiras para outubro e Petrobras ganha espaço; veja as recomendações Eleições 2026 dividem estratégias: veja onde Citi, Ágora, Kinea e Nomos enxergam oportunidades Onde investir grandes fortunas Publicidade Bancos baixam exigências e disputam fortunas com family offices; entenda o que muda na alta renda Grandes bancos estão reforçando a gestão de patrimônio para clientes de alta renda (private banking) e incorporando serviços típicos dos escritórios independentes de gestão de patrimônio de famílias (multi family offices, MFOs) para disputar clientes de alta renda. Santander e Bradesco, por exemplo, criaram MFOs próprios. Outras instituições ampliaram o atendimento com planejamento tributário e sucessório, investimentos internacionais e gestão discricionária. Embora muitos bancos ainda exijam patrimônio de R$ 10 milhões, BB e C6 Bank já atendem clientes a partir de R$ 5 milhões. Para o investidor, a disputa tende a ampliar serviços e pressionar custos. Bancos passaram a adotar cobrança de taxa sobre o patrimônio (fee), mais comum nos MFOs, enquanto as taxas médias caíram para cerca de 0,75%, chegando a 0,3% ou 0,4% em algumas casas. Bancos e MFOs independentes buscam se diferenciar pelo atendimento, visão integrada do patrimônio, relacionamento, independência e reputação. Quanto R$ 1 milhão, R$ 5 milhões, R$ 10 milhões e R$ 20 milhões rendem por mês? Pela segunda semana consecutiva, as simulações de rendimento chamaram a atenção do leitor. Com a Selic em 13,75% ao ano, um patrimônio milionário pode gerar renda nominal elevada, mas o valor disponível para gasto sustentável é bem menor. Em uma aplicação tributável com imposto de renda (IR) de 15%, R$ 1 milhão renderia cerca de R$ 9,7 mil líquidos por mês; R$ 5 milhões, R$ 48,7 mil; R$ 10 milhões, quase R$ 100 mil; e R$ 20 milhões, cerca de R$ 194,8 mil. Publicidade CONTiNUA APÓS PUBLICIDADE Para preservar o poder de compra do patrimônio, porém, parte desse rendimento precisa continuar investida. Considerando retorno real de 3% a 4% ao ano, R$ 5 milhões permitiriam retiradas mensais de R$ 12,5 mil a R$ 16,7 mil; R$ 10 milhões, de R$ 25 mil a R$ 33,3 mil; e R$ 20 milhões, de R$ 50 mil a R$ 66,7 mil. Assim, mesmo patrimônios elevados exigem controle de gastos para sustentar a renda no longo prazo. Gestora de R$ 49 bi zera infraestrutura, evita crédito agro e revela onde prefere investir A Franklin Templeton, gestora com R$ 49 bilhões, reduziu o risco em crédito privado. A casa vendeu cerca de R$ 200 milhões em ativos de infraestrutura, zerou essa exposição onde pôde e segue sem investir diretamente em crédito rural, além de não ter Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) nas carteiras. A cautela com o agro vem de riscos ligados a clima, produtividade, commodities e insegurança jurídica, enquanto a exposição a crédito corporativo também caiu de forma relevante. Em contrapartida, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) ganharam espaço, passando de cerca de 8% para perto de 13% das carteiras de crédito privado. A gestora vê nessas estruturas maior proteção contra inadimplência, com preferência por operações como consignado público, Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e financiamento de veículos, embora mantenha limites por causa da menor liquidez. A postura deve seguir conservadora até haver mais clareza sobre juros, cenário fiscal e atividade econômica em 2027. Publicidade Bolsa e oportunidades de ações Fundos imobiliários estão 16% abaixo do valor patrimonial. É hora de comprar? Os fundos imobiliários negociam com descontos expressivos em 2026: os FIIs do Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários da B3 (Ifix) estão, em média, 16% abaixo do valor patrimonial, segundo a Rio Bravo, e os fundos de tijolo têm desconto médio de 17%. No segmento corporativo, a diferença chega a cerca de 30%. A queda acompanha a alta dos juros longos e pode abrir espaço para valorização caso a curva de juros recue. Em alta E-investidor Resultado da Mega-Sena 3066: confira as dezenas sorteadas neste sábado (3) Previdência privada rende pouco? Veja como mudar de plano sem pagar IR Loteria Federal: resultado do concurso 6106-9 com bilhetes premiados neste sábado (3) O desconto, porém, não significa oportunidade automática. Com a Selic em 13,75%, a renda fixa segue competitiva, e dividendos elevados podem esconder perdas nas cotas. Por isso, especialistas recomendam olhar o retorno total e selecionar os fundos pela qualidade dos ativos, risco de crédito, endividamento e gestão. Uma recuperação mais ampla dos FIIs ainda depende principalmente da queda dos juros de longo prazo. Bradesco abre nova chance de comprar ações com desconto; veja quem pode aproveitar A estratégia de aumento de capital do Bradesco chamou a atenção dos leitores. O banco usou um aumento de capital de até R$ 10 bilhões para fortalecer sua estrutura financeira e financiar seu plano de transformação. Com as ações BBDC3 e BBDC4 acima dos preços da oferta, as sobras passaram a permitir a compra dos papéis com desconto em relação ao mercado. Além disso, o UBS BB estima que a operação pode elevar o índice de capital principal do banco em cerca de 70 a 90 pontos-base, aumentando sua capacidade de absorver perdas e crescer. Para o investidor, porém, o desconto deve ser analisado junto com o nível de exposição ao Bradesco e a confiança na estratégia do banco. Bradesco anuncia leilão na B3 com sobras dos R$ 10 bilhões de aumento de capital; entenda a operação Na etapa seguinte da operação, o Bradesco já havia captado R$ 9,7 bilhões, valor próximo do teto de R$ 10 bilhões. Foram R$ 6,5 bilhões na primeira fase e mais R$ 3,2 bilhões no rateio de sobras. As ações restantes, equivalentes a 2,65% dos papéis emitidos, foram então levadas a leilão na B3, com preços mínimos de R$ 15,43 para BBDC3 e R$ 17,64 para BBDC4. A medida marcou a fase final do aumento de capital, antes da conversão dos recibos em ações após a aprovação da operação pelo Banco Central. Publicidade Leia mais Com juros altos nos EUA e no Brasil, veja como montar sua carteira, segundo especialistas Foto: Adobe Stock Como os juros altos influenciam as carteiras Com juros altos nos EUA e no Brasil, veja como montar sua carteira, segundo especialistas Nos Estados Unidos, a alta dos juros pelo Federal Reserve mantém a renda fixa americana mais atraente e reforça o papel do Tesouro americano, os Treasuries, como alternativa de segurança e liquidez. Ao mesmo tempo, juros elevados por lá tendem a manter pressionada a curva de juros no Brasil e podem dificultar cortes mais rápidos da Selic. Nesse cenário, os especialistas defendem uma carteira mais diversificada. No Brasil, pós-fixados, títulos cuja rentabilidade acompanha taxas como Selic ou CDI, seguem como base, com espaço para IPCA+ e prefixados de forma seletiva. No exterior, a recomendação é combinar renda fixa e Bolsa, com exposição aos EUA, especialmente a Treasuries e ações de tecnologia, sem depender apenas do dólar ou de uma única economia. Mercado e novas oportunidades Quem ganha com a IA além das big techs? Banco com R$ 1,2 trilhão sob gestão vê oportunidades O EFG, banco suíço com mais de R$ 1,2 trilhão sob gestão, vê oportunidades no avanço da inteligência artificial (IA) fora das gigantes de tecnologia dos EUA. A aposta está em pequenas e médias empresas suíças que fornecem componentes e infraestrutura essenciais para chips, data centers e geração de energia, como VAT Group e Accelleron. Publicidade A estratégia busca investir nos “parafusos” da IA: companhias menos conhecidas, mas importantes para a expansão de empresas como Nvidia, Amazon e Apple. Além de indicadores financeiros, o banco considera inovação, patentes e investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Caso Master pressiona CVM: ex-presidente espera órgão mais forte para ‘dar resposta à sociedade’ João Pedro Nascimento, ex-presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), avalia que o aumento de recursos garantido pelo STF pode abrir uma nova fase para a autarquia, desde que se traduza em processos mais rápidos, regras mais simples e fiscalização mais eficiente. A discussão ganhou força após o caso Banco Master, que elevou a pressão sobre a CVM por respostas mais ágeis e redução do estoque de processos. Nascimento também defende uma CVM mais forte para tornar o mercado de capitais brasileiro mais competitivo e conter a migração de empresas e investidores para o exterior. Entre as frentes citadas estão mudanças nas regras de Brazilian Depositary Receipts (BDRs), recibos negociados no Brasil que representam ativos emitidos no exterior, além da simplificação para investidores estrangeiros, do Regime Fácil para empresas menores e da expansão de produtos regulados ligados a criptoativos.

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Cripto Resumo feito pela Kin, a inteligência artificial do Kinvo. Encontrou um erro? O mercado de criptomoedas demonstrou um tom positivo, impulsionado por novas entradas em produtos negociados em bolsa e uma onda de liquidações de posições vendidas. Esse movimento ocorreu em um cenário de maior apetite por risco, com investidores atentos à queda dos rendimentos de títulos governamentais. A principal criptomoeda rompeu uma resistência de preços, aproximando-se de um novo patamar. As liquidações de posições vendidas superaram um valor significativo, enquanto os produtos negociados em bolsa registraram entradas líquidas, indicando demanda institucional contínua. No contexto macroeconômico, o recuo dos rendimentos de títulos ajudou a aliviar a pressão sobre ativos de risco. O mercado monitora a sustentação dos preços e a continuidade dos fluxos positivos nos produtos negociados em bolsa, enquanto outras criptomoedas apresentaram desempenho misto, com alguns ativos refletindo cautela após incidentes de segurança.

Perguntas Frequentes sobre KNIP11

Qual é a cotação de KNIP11 hoje na B3?
A cotação de KNIP11 hoje está em R$ 90,90. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 89,29 e máxima de R$ 92,05.
Quanto a KNIP11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de KNIP11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de KNIP11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de KNIP11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.