LRDI11 Fundo De Investimento Imobiliario - Leblon Realty Desenvolvimento I – Cotação Hoje
Fundo De Investimento Imobiliario - Leblon Realty Desenvolvimento I
CNPJ: 41088534000107
LRDI11 (Fundo De Investimento Imobiliario - Leblon Realty Desenvolvimento I) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 194,25, registrando variação de -2.87% no dia. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 43.00%.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 4 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de LRDI11
O ativo LRDI11 (Fundo De Investimento Imobiliario - Leblon Realty Desenvolvimento I) está sendo negociado hoje a R$ 194,25, acumulando uma variação de -2.87% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 96,35 e a máxima de R$ 200,00. O fundo atua no segmento de Desenvolvimento, registrando um Dividend Yield (12M) de 43.43% e indicador P/VP de 2.30x.
Histórico de Cotação: LRDI11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a LRDI11
O LEBLON REALTY FII (LRDI11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
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Um dos fundos imobiliários (FIIs) mais conhecidos dos investidores, o Guardian Real Estate (GARE11), que possui mais de 563 mil cotistas na bolsa, entrou na cobertura da XP Investimentos com sinal verde para compra, mas também com um ponto amarelo no radar: a concentração em poucos inquilinos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A corretora recomendou o veículo e definiu preço-alvo de R$ 9,33 para as cotas, o que representa potencial de valorização (upside) de 6,5% frente ao valor atual, de R$ 8,76. Em relatório divulgado a clientes, a casa apontou a previsibilidade dos proventos do fundo, a qualidade dos imóveis e a gestão ativa do portfólio como fatores que sustentam a tese de investimentos – embora tenha citado a falta de diversificação de carteira. Além do potencial de alta das cotas, a XP apontou que o GARE11 também apresenta dividend yield (retorno em dividendos) estimado em 11,4% para os próximos 12 meses. A corretora projeta a manutenção das distribuições mensais entre R$ 0,083 e R$ 0,090 por papel no período, faixa indicada no guidance do FII. Ao longo de 2026, cabe ressaltar, os pagamentos permaneceram em R$ 0,083 por cota. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A história do GARE11 Constituído no ano de 2020, o fundo começou a ser negociado na bolsa com o ticker GALG11 e um portfólio concentrado em seis galpões logísticos. No segundo semestre de 2023, porém, passou a se chamar Guardian Real Estate, com o código GARE11, e adotou uma estratégia que permite investimentos em diferentes segmentos imobiliários. Leia Também De acordo com os dados apresentados pela XP, o veículo acumula, desde o início das atividades, retorno de 44,8%, equivalente a 118% do desempenho do IFIX — índice que acompanha o mercado de fundos imobiliários listados na B3 — e a 119% do IFIX Tijolo — indicador voltado aos fundos com exposição a imóveis físicos. Ao fim de agosto, a carteira do GARE11 somava 34 empreendimentos e 498 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) própria. Como o veículo tem perfil híbrido, os imóveis de renda urbana representam 57% da receita contratada, enquanto os logísticos respondem por 36% e os escritórios, por 7%. Os analistas destacaram, no relatório, que, atualmente, o portfólio está integralmente ocupado e citaram, como ponto positivo, a estrutura dos acordos de locação: 88% da receita provém de contratos atípicos, que preveem multas rescisórias. O prazo médio ponderado é de 9,33 anos, e todos têm reajuste anual pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para a corretora, essas características aumentam a previsibilidade dos resultados e ajudam a reduzir o risco de vacância. Por outro lado, limitam a possibilidade de reajustes acima da inflação em períodos favoráveis aos proprietários, já que a atualização dos aluguéis está vinculada ao índice previsto nos contratos. Estrutura em outros FIIs A XP também destaca a estrutura de fundos exclusivos utilizada pelo GARE11 para deter parte dos imóveis. Como único cotista desses veículos, o FII tem maior flexibilidade em operações de compra e venda. Segundo os analistas, esse modelo pode aumentar a eficiência tributária em determinadas transações imobiliárias, ao permitir a negociação de participações nos fundos que detêm os empreendimentos, em vez da transferência direta das propriedades. Nesses casos, pode haver economia de Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), conforme a estrutura e as condições aplicáveis a cada operação. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O ponto de atenção Apesar da avaliação positiva, a XP aponta a concentração de receita em poucos locatários como o principal ponto de atenção do GARE11. De acordo com o relatório, os três maiores inquilinos representam 73% da receita total do fundo. O Grupo Carrefour/Atacadão, por exemplo, responde por 41%, seguido por BAT/Souza Cruz, com 19%, e Grupo Pão de Açúcar (GPA), com 13%. A carteira também inclui 3 Corações, Almanara, Desco, Grupo Mateus, MRV, Air Liquide, Vale e Mercado Livre. Segundo a XP, a qualidade de crédito dos principais locatários e a robustez dos contratos ajudam a mitigar os riscos associados à concentração. A corretora ressalta, contudo, que o GPA, hoje em recuperação extrajudicial, exige acompanhamento em meio à deterioração de sua situação financeira. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os analistas afirmaram que a varejista permanece adimplente e avaliaram que o processo de recuperação não deve afetar financeiramente o GARE11, uma vez que o pedido abrange dívidas não operacionais e preserva os pagamentos a fornecedores, funcionários e locadores. Os sete contratos do GPA, solicitou recuperação extrajudicial para renegociar cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas, presentes no portfólio do fundo têm natureza atípica e vencimentos entre 2038 e 2041, com multas rescisórias. Para a corretora, essa estrutura oferece proteção adicional ao FII em caso de desocupação. Outros riscos no radar Além disso, a XP destaca outros fatores que podem afetar o desempenho do GARE11. Entre eles está o risco de mercado, relacionado às oscilações de preços provocadas por condições macroeconômicas, como juros, inflação e recessões, além de mudanças nas políticas públicas nacionais e internacionais. A corretora também cita o risco de gestão, já que, de acordo com a casa, uma estratégia inadequada pode comprometer os resultados e, consequentemente, os rendimentos distribuídos aos cotistas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Outro fator é o risco de liquidez, associado à dificuldade de negociar cotas sem provocar impactos relevantes nos preços de entrada e saída, especialmente em operações de maior volume. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
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Perguntas Frequentes sobre LRDI11
Qual é a cotação de LRDI11 hoje na B3?
Quanto a LRDI11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de LRDI11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de LRDI11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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