GLCR11 Galapagos Credito Estruturado Prazo Determinado Fundo De Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
Galapagos Credito Estruturado Prazo Determinado Fundo De Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada
CNPJ: 59669570000111
GLCR11 (Galapagos Credito Estruturado Prazo Determinado Fundo De Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 95,98, registrando variação de +1.04% no dia. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 11.00%.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 7 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de GLCR11
O ativo GLCR11 (Galapagos Credito Estruturado Prazo Determinado Fundo De Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 95,98, acumulando uma variação de +1.04% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 94,36 e a máxima de R$ 101,25. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 12.09% e indicador P/VP de 1.01x.
Histórico de Cotação: GLCR11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a GLCR11
O FII GALAP CRED ESTRUTURADO (GLCR11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
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Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
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Marta, Neusa, Bruno e Lucas foram quatro das dezenas de vozes que partilharam hoje o seu testemunho numa assembleia popular pelo direito à habitação em Lisboa, onde se ouviram histórias diferentes, mas dificuldades e reivindicações comuns. Durante quase três horas, a plataforma Casa para Viver abriu o microfone instalado na praça Dom Pedro IV, em Lisboa -- onde estão montadas tendas desde sábado, num protesto pelo direito à habitação -- a porta-vozes de associações da sociedade civil e cidadãos anónimos. "Fui vítima de violência doméstica, tenho duas rendas em atraso e uma ordem de despejo", contou Marta, perante várias centenas de pessoas que aplaudiram a lisboeta. Depois da separação, Marta passou a ter de pagar uma renda sozinha, mas o salário não chegou e as dívidas foram-se acumulando. Já concorreu a programas de habitação social e municipal, mas foi sempre confrontada com algum obstáculo. "Nunca consigo andar para a frente, porque a burocracia é exatamente isso", lamentou. A história de Neusa não é muito diferente. Também vítima de violência doméstica, foi forçada a sair de casa com os dois filhos para escapar daquela relação e descreve o desafio quase impossível de arrendar uma casa para a família com apenas um salário. Como ela e Marta, Neusa falou também em nome de todas as mulheres presas em relações violentas, cuja única saída é deixar as suas casas e sujeitarem-se a um mercado de arrendamento cada vez mais insustentável para o trabalhador português médio. É esse mercado "selvagem" que João Guedes teme. Com 50 anos, sempre viveu em Lisboa, mas descreve hoje uma cidade muito diferente daquela que conheceu durante a infância e a adolescência. "Obviamente, o turismo alterou muito a cidade, mas está-se a ir longe demais, está-se a descaracterizar a cidade. É uma cidade que não é para os portugueses, porque ninguém consegue viver aqui", lamentou, em declarações à agência Lusa. João Guedes não se serviu do microfone aberto, mas ouviu as intervenções atentamente e reviu-se em muitas delas. Proprietário de uma casa fora da capital, continua a viver em Lisboa para poder ajudar a mãe e é em casa dela que vive, com uma renda fixa, mas não sabe o que o espera no futuro. "Se não conseguir manter esta renda, acho que vou ter de sair de Lisboa de vez", antecipou, sublinhando que numa luta contra os grandes fundos imobiliários, o agravamento da crise da habitação é "muito difícil de parar" e a nova lei do arrendamento proposta pelo Governo -- atualmente em discussão no parlamento -- vai "tornar a situação muito pior". No caso de Bruno, a única saída foi a rua: "Não tenho casa, não tenho condições para ter casa, vivo do subsidio militar e durmo num banco". Dirigindo-se a todos os manifestantes, Bruno agradeceu a mobilização em torno de uma luta que "é a luta de todos" e sublinhou que não está apenas em causa a habitação, mas a dignidade humana. Um "luta de todos" foi também a expressão usada por Lucas. O estudante de 21 anos disse sentir "um enorme orgulho" por integrar a "geração que está em luta", mas também "uma enorme raiva", por integrar a geração "a quem são negados direitos constitucionais". "Temos uma praça cheia de gente disponível e pronta para lutar pelas necessidades concretas das pessoas, por aquilo que interessa na vida das pessoas, que é ter direito a uma habitação, conseguir levar a vida com aquilo que é o rendimento do trabalho, e que é aquilo que hoje em dia não conseguimos fazer", resumiu Rita Silva, porta-voz da plataforma Casa para Viver. Em declarações à Lusa, Rita Silva considerou que as dezenas de intervenções durante a assembleia popular refletiram como "muitas pessoas vivem a crise da habitação de formas diferentes" e a dimensão e gravidade do problema. "Não há nenhuma manipulação, não há nada que venha de fora, não há nenhuma intenção violenta. Aquilo que há é uma vontade de inverter as políticas e de resolver os assuntos concretos que nos afetam na nossa vida", acrescentou, apelando à participação nas manifestações agendadas para os dias 27 de outubro e 14 de novembro em Lisboa. Rosa Lopes, que assistiu à assembleia, partilha o compromisso em prosseguir os protestos. "Vou continuar até ver o que se consegue. Não tenho muitas esperanças, confesso, porque o capitalismo está muito selvagem e na Assembleia (da República) a direita uniu-se para piorar a vida das pessoas, mas temos de continuar a lutar", insistiu. Ainda hoje, a partir das 19:00, os promotores da acampada que desde a tarde de sábado ocupa a praça Dom Pedro IV voltam a abrir o microfone para ouvir os manifestantes numa nova assembleia popular.
Quanto investir por mês para um filho chegar aos 18 anos com R$ 100 mil
RESUMO + Mais de 60 mil crianças e adolescentes de até 17 anos mantinham cerca de R$ 3,5 bilhões em renda variável em outubro, segundo a operadora da bolsa brasileira B3. Para acumular R$ 100 mil aos 18 anos, simulações dos executivos André Matos e Antônio Patrus indicam aportes mensais de R$ 215 a R$ 263 desde o nascimento, conforme a rentabilidade. Ter ações antes mesmo de ter idade para dirigir já deixou de ser exceção no Brasil. Mais de 60 mil crianças e adolescentes de até 17 anos mantêm investimentos em renda variável e, juntos, acumulam cerca de R$ 3,5 bilhões em ativos negociados na bolsa brasileira em outubro, segundo a B3. O número de jovens investidores cresceu 58% desde dezembro de 2022. Em vez de concentrar as economias dos filhos na poupança, parte das famílias passou a recorrer ao mercado de capitais, com investimentos em ações, fundos imobiliários e fundos que acompanham índices da bolsa (ETFs, em inglês). 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A taxa, de acordo com o especialista, busca evitar uma armadilha comum em planejamentos de longo prazo, que é projetar por quase duas décadas o nível de juros disponível hoje. Ao longo de 18 anos, a economia passa por períodos de juros altos e baixos, inflação maior ou menor e diferentes momentos do mercado. "Prefiro uma taxa conservadora. A Selic hoje está alta (em 13,25% ao ano), mas em 18 anos os juros passam por vários ciclos, e fazer a conta com a taxa atual superestima o resultado", explica. Já considerando rentabilidade hipotética de 6% ao ano líquida de impostos e custos, sem aporte inicial e com aplicações feitas ao fim de cada mês, seriam necessários, aproximadamente, R$ 263 mensais desde o nascimento, na avaliação do CEO da Bossa Invest, Antônio Patrus. Patrus defende, ainda, trabalhar com diferentes cenários, entre 4% e 8% ao ano líquidos, a fim de visualizar como mudanças na rentabilidade podem alterar o patrimônio acumulado. Aos 15 anos, aportes podem passar de R$ 2 mil Se os R$ 215 mensais parecem um valor relativamente pequeno diante de uma meta de R$ 100 mil, há uma explicação simples. Quando o investimento começa no nascimento, são 216 meses para fazer aportes e deixar os rendimentos se acumularem. Na simulação de Matos , o aporte necessário sobe para, aproximadamente, R$ 375 por mês quando o plano começa aos cinco anos a uma taxa de 8% ao ano. Se a família esperar até os dez anos, o valor vai para cerca de R$ 755. Aos 15 anos, com apenas três anos disponíveis, seria necessário investir quase R$ 2.500 todos os meses. Quem começa no nascimento colocaria do próprio bolso algo próximo de R$ 46 mil ao longo dos 18 anos, conforme a simulação. O restante viria do efeito dos rendimentos acumulados. Já quem deixa para começar aos 15 anos acaba tendo de aportar praticamente todo o valor da meta. Os números calculados por Patrus com retorno de 6% ao ano contam a mesma história, visto que o aporte mensal ficaria próximo de R$ 263 desde o nascimento, R$ 430 a partir dos cinco anos, R$ 820 aos dez anos e R$ 2.548 para quem começasse aos 15. "Não precisamos necessariamente começar com muito dinheiro. Precisamos começar cedo e manter a disciplina." Antônio Patrus, CEO da Bossa Invest Presentes de aniversário, dinheiro recebido dos avós e outros valores extras também podem reforçar a carteira ao longo do caminho. A lógica é fazer com que o investimento deixe de depender do dinheiro que eventualmente sobra no fim do mês e passe a fazer parte do planejamento da família. R$ 100 mil daqui a 18 anos não serão os mesmos Mas juntar R$ 100 mil não significa necessariamente preservar o poder de compra de R$ 100 mil atuais. Com uma inflação hipotética de 4% ao ano, Patrus calcula que seriam necessários cerca de R$ 203 mil daqui a 18 anos para comprar o equivalente ao que R$ 100 mil compram hoje. Matos chega à mesma preocupação por outro caminho, refletindo que, com inflação próxima de 4% ao ano, R$ 100 mil recebidos daqui a 18 anos teriam poder de compra próximo de R$ 50 mil atuais. "Se a ideia é manter o poder de compra, o aporte sobe para cerca de R$ 320 por mês, corrigido pela inflação todo ano", afirma Matos. Essa diferença é importante porque a reserva pode ter objetivos bastante concretos. Faculdade, intercâmbio, abertura de um negócio, compra de um carro ou simplesmente uma reserva financeira para o início da vida adulta tendem a ficar mais caros ao longo do tempo. Bolsa ou renda fixa para investir para uma criança Os próprios dados da B3 mostram que a bolsa já faz parte da carteira de muitos menores de idade. Quase 46 mil jovens investidores têm ações, enquanto 31,5 mil possuem fundos imobiliários. ETFs e ativos ligados à diversificação internacional também aparecem entre os investimentos dessa faixa etária. Isso não significa, porém, que todo o dinheiro destinado aos filhos precise ficar em renda variável. Como a meta tem uma data relativamente definida, a composição da carteira pode mudar à medida que os 18 anos se aproximam. Matos considera possível manter entre 20% e 40% do patrimônio em bolsa nos primeiros anos, quando há bastante tempo para atravessar períodos de queda. À medida que a data de uso do dinheiro fica mais próxima, a recomendação é reduzir o risco e aumentar a fatia de renda fixa. Entre as alternativas citadas por ele estão títulos como o Tesouro IPCA+ e o Tesouro Educa+, desde que os prazos estejam alinhados ao objetivo da família. É também possível assumir mais risco e buscar valorização em ações e outros ativos de renda variável nos primeiros anos, inclusive no exterior, para Patrus. Nos últimos três a cinco anos antes da meta, porém, a prioridade deveria migrar gradualmente do crescimento para a preservação do patrimônio. O Tesouro Direto já aparece nas carteiras de milhares de jovens, e a B3 mostra que o Tesouro Educa+ tinha 12,9 mil investidores de até 17 anos, com saldo mediano de R$ 2,5 mil. No Tesouro RendA+, para aposentadoria, eram 6,7 mil investidores nessa faixa etária, com saldo mediano de R$ 3,12 mil.
Investir em imóveis: as vantagens e desvantagens além dos FIIs
Investir em imóveis é uma das formas mais tradicionais de construção de patrimônio. Durante décadas, essa estratégia foi considerada sinônimo de segurança e estabilidade financeira. Mesmo com o surgimento de alternativas como os fundos imobiliários, o investimento direto em imóveis ainda atrai muitas pessoas.
Perguntas Frequentes sobre GLCR11
Qual é a cotação de GLCR11 hoje na B3?
Quanto a GLCR11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de GLCR11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de GLCR11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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