Logotipo de Galapagos Credito Estruturado Prazo Determinado Fundo De Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada

GLCR11 Galapagos Credito Estruturado Prazo Determinado Fundo De Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje

🏢 FII Fundo Imobiliário (FII)

Galapagos Credito Estruturado Prazo Determinado Fundo De Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada

CNPJ: 59669570000111

Preço Atual
R$ 95,98
+1.04%
Cotação oficial B3 em tempo real
Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

GLCR11 (Galapagos Credito Estruturado Prazo Determinado Fundo De Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 95,98, registrando variação de +1.04% no dia. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 11.00%.

Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 7 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.

Pontuação dos Critérios 7/11 (63.6%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 12.09% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
18 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 1.01x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP atual: 1.01x (Acima de 0.70)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: -3.7%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 47.8 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 19 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Fundo Imobiliário (FII)

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 12.09% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.0% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 193,33
Rendimento Anual (12M) R$ 11,60
Margem de Segurança +50.35%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
📑
CVM Oficial Data-base: 08/2026

Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial

Ver Relatório CVM Completo →
Patrimônio Líquido R$ 47,02 mi
VP por Cota (CVM) R$ 94,39
Total de Cotistas 908
Grau de Alavancagem 0,00%

O ativo GLCR11 (Galapagos Credito Estruturado Prazo Determinado Fundo De Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 95,98, acumulando uma variação de +1.04% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 94,36 e a máxima de R$ 101,25. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 12.09% e indicador P/VP de 1.01x.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 95,98
Fec. Ant: R$ 94,99
Variação Dia
Min: R$ 95,98
Max: R$ 95,98
52 Semanas
Mín: R$ 94,36
Máx: R$ 101,25
Volume
195
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: GLCR11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

1.01
R$ 94,39
Patrimônio Líquido
R$ 47,81 Mi
Último Rendimento
R$ 0.8000
Pagto: 2026-10-22
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.8923
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 11.6000
acumulado no ano
R$ 47,81 Mi
Quantidade de Cotas
498.110
Liquidez Diária
195

Sobre a GLCR11

Categoria / Segmento
Fundo Imobiliário (FII)
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O FII GALAP CRED ESTRUTURADO (GLCR11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
VÓRTX DTVM LTDA
CNPJ
22610500000188
Telefone
11 3030-7177
Endereço
Rua Gilberto Sabino, 215 - 4º ANDAR, Pinheiros — São Paulo/SP - CEP 5425020
RENDIMENTO R$ 0,8000
Pagamento: 22/10/2026
RENDIMENTO R$ 0,9000
Pagamento: 22/09/2026
RENDIMENTO R$ 0,9000
Pagamento: 21/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,9000
Pagamento: 21/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,9000
Pagamento: 22/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,9000
Pagamento: 22/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,9200
Pagamento: 23/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,8800
Pagamento: 20/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,9000
Pagamento: 24/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,9000
Pagamento: 22/01/2026

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Quase três horas de testemunhos dão força aos protestos pela habitação
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Quase três horas de testemunhos dão força aos protestos pela habitação

Marta, Neusa, Bruno e Lucas foram quatro das dezenas de vozes que partilharam hoje o seu testemunho numa assembleia popular pelo direito à habitação em Lisboa, onde se ouviram histórias diferentes, mas dificuldades e reivindicações comuns. Durante quase três horas, a plataforma Casa para Viver abriu o microfone instalado na praça Dom Pedro IV, em Lisboa -- onde estão montadas tendas desde sábado, num protesto pelo direito à habitação -- a porta-vozes de associações da sociedade civil e cidadãos anónimos. "Fui vítima de violência doméstica, tenho duas rendas em atraso e uma ordem de despejo", contou Marta, perante várias centenas de pessoas que aplaudiram a lisboeta. Depois da separação, Marta passou a ter de pagar uma renda sozinha, mas o salário não chegou e as dívidas foram-se acumulando. Já concorreu a programas de habitação social e municipal, mas foi sempre confrontada com algum obstáculo. "Nunca consigo andar para a frente, porque a burocracia é exatamente isso", lamentou. A história de Neusa não é muito diferente. Também vítima de violência doméstica, foi forçada a sair de casa com os dois filhos para escapar daquela relação e descreve o desafio quase impossível de arrendar uma casa para a família com apenas um salário. Como ela e Marta, Neusa falou também em nome de todas as mulheres presas em relações violentas, cuja única saída é deixar as suas casas e sujeitarem-se a um mercado de arrendamento cada vez mais insustentável para o trabalhador português médio. É esse mercado "selvagem" que João Guedes teme. Com 50 anos, sempre viveu em Lisboa, mas descreve hoje uma cidade muito diferente daquela que conheceu durante a infância e a adolescência. "Obviamente, o turismo alterou muito a cidade, mas está-se a ir longe demais, está-se a descaracterizar a cidade. É uma cidade que não é para os portugueses, porque ninguém consegue viver aqui", lamentou, em declarações à agência Lusa. João Guedes não se serviu do microfone aberto, mas ouviu as intervenções atentamente e reviu-se em muitas delas. Proprietário de uma casa fora da capital, continua a viver em Lisboa para poder ajudar a mãe e é em casa dela que vive, com uma renda fixa, mas não sabe o que o espera no futuro. "Se não conseguir manter esta renda, acho que vou ter de sair de Lisboa de vez", antecipou, sublinhando que numa luta contra os grandes fundos imobiliários, o agravamento da crise da habitação é "muito difícil de parar" e a nova lei do arrendamento proposta pelo Governo -- atualmente em discussão no parlamento -- vai "tornar a situação muito pior". No caso de Bruno, a única saída foi a rua: "Não tenho casa, não tenho condições para ter casa, vivo do subsidio militar e durmo num banco". Dirigindo-se a todos os manifestantes, Bruno agradeceu a mobilização em torno de uma luta que "é a luta de todos" e sublinhou que não está apenas em causa a habitação, mas a dignidade humana. Um "luta de todos" foi também a expressão usada por Lucas. O estudante de 21 anos disse sentir "um enorme orgulho" por integrar a "geração que está em luta", mas também "uma enorme raiva", por integrar a geração "a quem são negados direitos constitucionais". "Temos uma praça cheia de gente disponível e pronta para lutar pelas necessidades concretas das pessoas, por aquilo que interessa na vida das pessoas, que é ter direito a uma habitação, conseguir levar a vida com aquilo que é o rendimento do trabalho, e que é aquilo que hoje em dia não conseguimos fazer", resumiu Rita Silva, porta-voz da plataforma Casa para Viver. Em declarações à Lusa, Rita Silva considerou que as dezenas de intervenções durante a assembleia popular refletiram como "muitas pessoas vivem a crise da habitação de formas diferentes" e a dimensão e gravidade do problema. "Não há nenhuma manipulação, não há nada que venha de fora, não há nenhuma intenção violenta. Aquilo que há é uma vontade de inverter as políticas e de resolver os assuntos concretos que nos afetam na nossa vida", acrescentou, apelando à participação nas manifestações agendadas para os dias 27 de outubro e 14 de novembro em Lisboa. Rosa Lopes, que assistiu à assembleia, partilha o compromisso em prosseguir os protestos. "Vou continuar até ver o que se consegue. Não tenho muitas esperanças, confesso, porque o capitalismo está muito selvagem e na Assembleia (da República) a direita uniu-se para piorar a vida das pessoas, mas temos de continuar a lutar", insistiu. Ainda hoje, a partir das 19:00, os promotores da acampada que desde a tarde de sábado ocupa a praça Dom Pedro IV voltam a abrir o microfone para ouvir os manifestantes numa nova assembleia popular.

Quanto investir por mês para um filho chegar aos 18 anos com R$ 100 mil
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RESUMO + Mais de 60 mil crianças e adolescentes de até 17 anos mantinham cerca de R$ 3,5 bilhões em renda variável em outubro, segundo a operadora da bolsa brasileira B3. Para acumular R$ 100 mil aos 18 anos, simulações dos executivos André Matos e Antônio Patrus indicam aportes mensais de R$ 215 a R$ 263 desde o nascimento, conforme a rentabilidade. Ter ações antes mesmo de ter idade para dirigir já deixou de ser exceção no Brasil. Mais de 60 mil crianças e adolescentes de até 17 anos mantêm investimentos em renda variável e, juntos, acumulam cerca de R$ 3,5 bilhões em ativos negociados na bolsa brasileira em outubro, segundo a B3. O número de jovens investidores cresceu 58% desde dezembro de 2022. Em vez de concentrar as economias dos filhos na poupança, parte das famílias passou a recorrer ao mercado de capitais, com investimentos em ações, fundos imobiliários e fundos que acompanham índices da bolsa (ETFs, em inglês). A superintendente de negócios para pessoa física da B3, Christianne Bariquelli, destacou que "investir deixou de ser uma conversa restrita aos adultos", e cada vez mais famílias estão pensando no planejamento financeiro de longo prazo para os filhos terem mais oportunidades no futuro. O crescimento desse mercado também levanta uma questão. Quanto é preciso investir por mês para que uma criança chegue aos 18 anos com R$ 100 mil? As contas feitas para esta reportagem mostram que, começando no nascimento, o valor fica entre R$ 215 e R$ 263 por mês, a depender da rentabilidade. Começar cedo muda completamente a conta O CEO da MA7 Capital, André Matos, usa uma rentabilidade hipotética de 8% ao ano já líquida de Imposto de Renda (IR) para fazer a simulação. Com essa premissa, quem começa a investir logo no nascimento precisaria aportar cerca de R$ 215 por mês para chegar aos R$ 100 mil aos 18 anos. A taxa, de acordo com o especialista, busca evitar uma armadilha comum em planejamentos de longo prazo, que é projetar por quase duas décadas o nível de juros disponível hoje. Ao longo de 18 anos, a economia passa por períodos de juros altos e baixos, inflação maior ou menor e diferentes momentos do mercado. "Prefiro uma taxa conservadora. A Selic hoje está alta (em 13,25% ao ano), mas em 18 anos os juros passam por vários ciclos, e fazer a conta com a taxa atual superestima o resultado", explica. Já considerando rentabilidade hipotética de 6% ao ano líquida de impostos e custos, sem aporte inicial e com aplicações feitas ao fim de cada mês, seriam necessários, aproximadamente, R$ 263 mensais desde o nascimento, na avaliação do CEO da Bossa Invest, Antônio Patrus. Patrus defende, ainda, trabalhar com diferentes cenários, entre 4% e 8% ao ano líquidos, a fim de visualizar como mudanças na rentabilidade podem alterar o patrimônio acumulado. Aos 15 anos, aportes podem passar de R$ 2 mil Se os R$ 215 mensais parecem um valor relativamente pequeno diante de uma meta de R$ 100 mil, há uma explicação simples. Quando o investimento começa no nascimento, são 216 meses para fazer aportes e deixar os rendimentos se acumularem. Na simulação de Matos , o aporte necessário sobe para, aproximadamente, R$ 375 por mês quando o plano começa aos cinco anos a uma taxa de 8% ao ano. Se a família esperar até os dez anos, o valor vai para cerca de R$ 755. Aos 15 anos, com apenas três anos disponíveis, seria necessário investir quase R$ 2.500 todos os meses. Quem começa no nascimento colocaria do próprio bolso algo próximo de R$ 46 mil ao longo dos 18 anos, conforme a simulação. O restante viria do efeito dos rendimentos acumulados. Já quem deixa para começar aos 15 anos acaba tendo de aportar praticamente todo o valor da meta. Os números calculados por Patrus com retorno de 6% ao ano contam a mesma história, visto que o aporte mensal ficaria próximo de R$ 263 desde o nascimento, R$ 430 a partir dos cinco anos, R$ 820 aos dez anos e R$ 2.548 para quem começasse aos 15. "Não precisamos necessariamente começar com muito dinheiro. Precisamos começar cedo e manter a disciplina." Antônio Patrus, CEO da Bossa Invest Presentes de aniversário, dinheiro recebido dos avós e outros valores extras também podem reforçar a carteira ao longo do caminho. A lógica é fazer com que o investimento deixe de depender do dinheiro que eventualmente sobra no fim do mês e passe a fazer parte do planejamento da família. R$ 100 mil daqui a 18 anos não serão os mesmos Mas juntar R$ 100 mil não significa necessariamente preservar o poder de compra de R$ 100 mil atuais. Com uma inflação hipotética de 4% ao ano, Patrus calcula que seriam necessários cerca de R$ 203 mil daqui a 18 anos para comprar o equivalente ao que R$ 100 mil compram hoje. Matos chega à mesma preocupação por outro caminho, refletindo que, com inflação próxima de 4% ao ano, R$ 100 mil recebidos daqui a 18 anos teriam poder de compra próximo de R$ 50 mil atuais. "Se a ideia é manter o poder de compra, o aporte sobe para cerca de R$ 320 por mês, corrigido pela inflação todo ano", afirma Matos. Essa diferença é importante porque a reserva pode ter objetivos bastante concretos. Faculdade, intercâmbio, abertura de um negócio, compra de um carro ou simplesmente uma reserva financeira para o início da vida adulta tendem a ficar mais caros ao longo do tempo. Bolsa ou renda fixa para investir para uma criança Os próprios dados da B3 mostram que a bolsa já faz parte da carteira de muitos menores de idade. Quase 46 mil jovens investidores têm ações, enquanto 31,5 mil possuem fundos imobiliários. ETFs e ativos ligados à diversificação internacional também aparecem entre os investimentos dessa faixa etária. Isso não significa, porém, que todo o dinheiro destinado aos filhos precise ficar em renda variável. Como a meta tem uma data relativamente definida, a composição da carteira pode mudar à medida que os 18 anos se aproximam. Matos considera possível manter entre 20% e 40% do patrimônio em bolsa nos primeiros anos, quando há bastante tempo para atravessar períodos de queda. À medida que a data de uso do dinheiro fica mais próxima, a recomendação é reduzir o risco e aumentar a fatia de renda fixa. Entre as alternativas citadas por ele estão títulos como o Tesouro IPCA+ e o Tesouro Educa+, desde que os prazos estejam alinhados ao objetivo da família. É também possível assumir mais risco e buscar valorização em ações e outros ativos de renda variável nos primeiros anos, inclusive no exterior, para Patrus. Nos últimos três a cinco anos antes da meta, porém, a prioridade deveria migrar gradualmente do crescimento para a preservação do patrimônio. O Tesouro Direto já aparece nas carteiras de milhares de jovens, e a B3 mostra que o Tesouro Educa+ tinha 12,9 mil investidores de até 17 anos, com saldo mediano de R$ 2,5 mil. No Tesouro RendA+, para aposentadoria, eram 6,7 mil investidores nessa faixa etária, com saldo mediano de R$ 3,12 mil.

Investir em imóveis: as vantagens e desvantagens além dos FIIs
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Investir em imóveis: as vantagens e desvantagens além dos FIIs

Investir em imóveis é uma das formas mais tradicionais de construção de patrimônio. Durante décadas, essa estratégia foi considerada sinônimo de segurança e estabilidade financeira. Mesmo com o surgimento de alternativas como os fundos imobiliários, o investimento direto em imóveis ainda atrai muitas pessoas.

Perguntas Frequentes sobre GLCR11

Qual é a cotação de GLCR11 hoje na B3?
A cotação de GLCR11 hoje está em R$ 95,98. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 95,98 e máxima de R$ 95,98.
Quanto a GLCR11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de GLCR11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de GLCR11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de GLCR11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.