CSMG3F Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Cotação Hoje
Companhia de Saneamento de Minas Gerais
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 3 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de CSMG3F
O ativo CSMG3F (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) está sendo negociado hoje a R$ 56,30, acumulando uma variação de -0.81% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 32,73 e a máxima de R$ 67,70. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 16.51x.
Histórico de Cotação: CSMG3F
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Sobre a CSMG3F
Dividendos
Nenhum dividendo
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Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas
Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas Publicado às 9h39 – atualizado às 9h55 Ibovespa futuro O Ibovespa futuro (INDV26 contrato com vencimento para outubro de 2026) oscilava entre o negativo e o positivo nesta terça-feira, 29. Às 9h55 caía 0,37% aos 183.250 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h. Dólar Às 9h54 o dólar comercial caía 0,38% cotado a R$ 5,206 na venda. Minério, petróleo, ouro e bitcoin (9h34) Petróleo Brent: -1,53% (US$ 103,7). O Brent é referência para a Petrobras. Bitcoin futuro: +1,13% (US$ 84.767) Ouro (contrato para dezembro/26 – onça-troy): +0,45% (US$ 4.187) Minério de ferro em Dalian: nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,78% a 699 iuanes (US$ 104,1). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Futuros de ações em Nova York Às 9h34 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,15% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,16%. Nasdaq futuro subia 0,32%. Notícias corporativas: IRB destaca sanção de lei que altera a tributação aplicável às resseguradoras O IRB(Re) (IRBR3) informou nesta terça-feira, 29, que foi sancionada a Lei nº 15.525/2026, que altera a tributação aplicável às resseguradoras locais, com o objetivo de criar as bases para o fortalecimento do mercado de resseguros brasileiro, aumentando sua competitividade. Entre os principais pontos da Lei 15.525 está a redução da alíquota da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) de 15% para 9%, a partir de 1º de janeiro de 2027. Outro ponto é que os limites de 30% previstos na Lei nº 8.981/95 e na Lei nº 9.065/95 não se aplicam à compensação de prejuízos fiscais e de bases de cálculo negativas da CSLL que, apurados pelas sociedades resseguradoras locais, não tenham sido integralmente compensados no prazo de 3 anos contados de sua apuração. A nova regra se aplica, inclusive, aos prejuízos fiscais e às bases de cálculo negativas apurados anteriormente à data de publicação desta Lei e ainda não integralmente compensados. A Lei 15.525 também prevê a redução da alíquota de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) de 25% para 15%, a partir de 1º de janeiro de 2030. “Considerando a redução das alíquotas tributárias trazida pela Lei 15.525, a companhia poderá registrar em suas demonstrações financeiras efeito contábil não recorrente da reavaliação de seus ativos fiscais diferidos (Deferred Tax Assets – DTAs), relacionados à CSLL e ao IRPJ. Tal reavaliação poderá resultar em baixa contábil parcial desses ativos, sem impacto no caixa e indicadores de solvência da companhia”, afirmou o IRB em um fato relevante enviado ao mercado nesta manhã. A CSN Mineração (CMIN3) informou nesta terça-feira, 29, que decidiu reduzir temporariamente as atividades de produção de minério de baixa qualidade da sua Planta de Beneficiamento a Seco do complexo de Pires, localizado no município de Ouro Preto, no estado de Minas Gerais, tendo em vista o cenário mercadológico mais apertado e pressionado pela alta do custo de frete. “Essa medida pode ser revertida a qualquer momento, sem maiores consequências, mas desde que as condições de mercado garantam margens melhores para esse tipo de minério”, afirmou a mineradora em um fato relevante. Em razão do impacto da redução temporária sobre o volume de produção e dos menores volumes de compras de terceiros esperados para os próximos meses, as projeções anteriormente divulgadas foram revisadas conforme indicado a seguir: (i) substituição da projeção de volume de produção e compras de minérios de terceiros para 2026 de um patamar entre 45 Mton a 47 Mton para um patamar de 39 Mton a 41 Mton.; (ii) substituição da projeção de custo caixa C1 (custo de produção desde a extração na mina até o embarque no porto) em 2026 de um patamar entre US$ 22,0/ton e US$ 23,5/ton para um patamar entre US$ 25,0/ton e US$ 26,0/ton. Ação Civil Pública pede condenação Oncoclínicas e da Anbima a indenizar acionistas A Oncoclínicas (ONCO3) foi citada para contestar uma Ação Civil Pública movida contra a companhia e contra a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), que tramita perante a 3ª Vara Empresarial e Conflitos de Arbitragem – Foro Central Cível de São Paulo. Por meio dessa Ação Civil Pública, a associação autora pede a condenação solidária da Oncoclínicas e da Anbima a indenizar acionistas atuais e ex-acionistas que adquiriram ações no IPO (oferta inicial de ações na Bolsa)) ou no mercado secundário pelo valor equivalente ao preço que seria assegurado na OPA (oferta pública de aquisiçã) prevista no art. 39, §1º, do Estatuto Social, a ser apurado em liquidação por arbitramento e revertido aos investidores na proporção de seu prejuízo e pagar condenação de R$ 50.000,00 por acionista ou ex-acionista, ou de valor a ser arbitrado pelo juízo para o Fundo Estadual de Reparação dos Interesses Difusos Lesados. “Até o momento, não houve decisão de mérito sobre os pedidos, estando no prazo de contestação, sendo que a Companhia adotará as medidas cabíveis para a sua defesa”, afirmou a Oncoclínicas em um fato relevante. A Copasa (CSMG3) anunciou na noite de segunda-feira, 28, no contexto do processo de desestatização e da nova condição da companhia como sociedade privada, a nova composição do seu conselho de administração e da sua diretoria. Tinn Freire Amado foi eleito para ocupar o cargo de presidente do conselho de administração e Leonardo da Silva Lucas Tavares de Lima passa a ocupar o cargo de vice-presidente do colegiado. Augusto Dantas será o diretor-presidente da companhia. Tinn é também membro dos conselhos de administração da Equatorial (EQTL3) e da Echoenergia, tendo exercido cargos de diretor-presidente da Echoenergia e diretor de regulação e de novos negócios na Equatorial. Também foi membro do conselho de administração da Sabesp (SBSP3). Leonardo Lucas é executivo com mais de 25 anos de experiência profissional, dos quais mais de 21 anos no Grupo Equatorial, onde ingressou em 2005. É diretor financeiro e de relações com investidores da Equatorial desde 2019, acumulando desde 2022 a diretoria de M&A e estratégia. Augusto Dantas possui mais de 18 anos de trajetória no Grupo Equatorial, com passagens como CEO da Equatorial Maranhão e diretor na Equatorial Pará. Em 2021, assumiu como diretor-presidente da CSA – Companhia de Saneamento do Amapá, primeira concessão de saneamento do Grupo Equatorial, acumulando também a Presidência da CEA – Companhia de Eletricidade do Amapá, a qual reuniu, sob sua liderança, operações estratégicas nos segmentos de energia e saneamento. A Assembleia Geral Extraordinária da Copasa, realizada também na segunda-feira, 28, deliberou que o conselho de administração passou a ser composto por 9 (nove), todos com mandato unificado até a Assembleia Geral Ordinária que deliberar sobre as demonstrações financeiras do exercício social a se encerrar em 31 de dezembro de 2027 como segue: (i) Tinn Freire Amado, membro efetivo do Conselho de Administração da Companhia; (ii) Leonardo da Silva Lucas Tavares de Lima, membro efetivo do Conselho de Administração da Companhia; (iii) Bruno Magalhães e Silva, membro efetivo e independente do Conselho de Administração da Companhia; (iv) Denis Jungerman, membro efetivo e independente do Conselho de Administração da Companhia; (v) Felipe Dutra Cançado, membro efetivo do Conselho de Administração da Companhia; (vi) Gustavo de Andrade Miranda, membro efetivo e independente do Conselho de Administração da Companhia; (vii) Gustavo de Oliveira Barbosa, membro efetivo do Conselho de Administração da Companhia; (viii) José Formoso Martinez, membro efetivo e independente do Conselho de Administração da Companhia; e (ix) Ralph Gustavo Rosenberg, membro efetivo e independente do Conselho de Administração da Companhia. Também nesta data, o conselho de administração eleito aprovou a nova composição da diretoria da Copasa, com mandato até 28 de setembro de 2028, como segue: (i) Augusto Dantas Borges, para o cargo de Diretor-Presidente; (ii) Herbert Arnaud Dantas, para atuação como Diretor de Operações e, interinamente, como Diretor de Engenharia; (iii) Marília Carvalho de Melo, para atuação como Diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade; (iv) Adriano Rudek de Moura, para o cargo de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores; e (v) Cleyson Jacomini de Sousa, para atuação como Diretor Comercial. A JSL (JSLG3) divulgou que o pagamento dos dividendos aprovados em reunião do conselho de administração realizada em 22 de dezembro de 2025, no valor total de R$ 421 milhões, será efetuado em duas parcelas iguais de R$ 210,5 milhões (R$ 0,740150001 por ação). Uma parcela será no próximo dia 2 de outubro de 2026 e a outra em 28 de dezembro de 2026. Tem direito quem detinha ações da JSL em 26 de dezembro de 2025, sendo que as ações de emissão da companhia são negociadas “ex-dividendos” desde 29 de dezembro de 2025, inclusive. O conselho de administração do Banestes (BEES3; BEES4) aprovou na véspera o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) intermediários do 3º trimestre de 2026, no valor bruto de R$ 25.654.092,77. Essa quantia corresponde a R$ 0,07382384661 por ação. O valor líquido a ser pago, já considerando a retenção de 17,5% de Imposto de Renda na fonte, será de R$ 0,06090467345 por ação. O pagamento dos JCP intermediário será realizado em 14 de outubro de 2026. Terão direito ao recebimento dos proventos os acionistas que detiverem ações na data-base de primeiro de outubro de 2026. As ações passam a serem negociadas “ex-direito” a partir do dia 2 de outubro. O Banestes também informou que decidiu suspender as tratativas relacionadas ao projeto Banestes Loteria. A decisão foi tomada após a publicação da Medida Provisória nº 1.394, que proíbe as bets no Brasil. Segundo o banco, o objetivo é realizar a análise jurídica e regulatória dos efeitos da Medida Provisória, bem como avaliar seus impactos sobre o modelo de negócio e as condições para o seu prosseguimento. A Tupy (TUPY3) informou que seu conselho de administração tomou conhecimento da carta apresentada por Jaime Luiz Kalsing, comunicando sua renúncia aos cargos de membro e presidente do conselho de administração, por motivo de foro íntimo, a ser efetivada no prazo de 60 dias ou até a posse de seu substituto a ser eleito por assembleia geral extraordinária, o que ocorrer primeiro. O conselho manifestou sua intenção de nomear Jaime como membro externo do comitê de estratégia, inovação e sustentabilidade. O colegiado entende que a atuação de Jaime no comitê contribuirá para a preservação da memória institucional e estratégica da companhia e para a continuidade das reflexões de longo prazo que subsidiam a atuação do colegiado. No âmbito do processo sucessório, o conselho manifestou sua intenção de indicar Gueitiro Matsuo Genso, atual diretor vice-presidente de estratégia, novos negócios, inovação e M&A da companhia, como candidato a membro do colegiado e, caso eleito pela assembleia geral extraordinária, ao cargo de presidente do conselho. Gueitiro possui vasta experiência em posições executivas e conselhos de administração. Na Tupy, foi presidente do conselho de administração entre 2019 e 2021. O conselho de administração também aprovou o encerramento consensual e antecipado do prazo de gestão de Ricardo Sendim Fioramonte como diretor vice-presidente comercial, com efeitos a partir de 1º de outubro de 2026. Ricardo Sendim Fioramonte permanecerá vinculado à Tupy, apoiando a continuidade das negociações comerciais em andamento e a transferência estruturada de suas responsabilidades. Para sucedê-lo, o conselho elegeu Cristian Malevic, atual vice-presidente da unidade de negócio de energia e descarbonização, para o cargo de diretor vice-presidente comercial, em complementação ao prazo de gestão unificado em curso, com efeitos a partir de 1º de outubro de 2026. Em decorrência dessa movimentação, Durval Graça Junior, atualmente na diretoria de engenharia e produtos da companhia, assumirá interinamente a liderança da unidade de negócio de energia e descarbonização. O conselho também aprovou a atribuição interina das responsabilidades por compras, logística e planejamento de vendas e operações a Luciano Boiko, atual vice-presidente de operações. A Ambipar (AMBP3) e a Environmental ESG informaram na segunda-feira, 28, que a Corte de Falências dos Estados Unidos para o Distrito Sul do Texas, Divisão de Houston, reconheceu a recuperação judicial em trâmite perante a 3ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro como processo estrangeiro principal (foreign main proceeding) nos processos de Chapter 15, ao concluir que o centro de interesses principais das sociedades requerentes está no Brasil, e, na mesma decisão, suspendeu o processo de Chapter 11 da Ambipar Emergency Response, rejeitando as objeções apresentadas. O Chapter 15 permite o reconhecimento, pela Justiça norte-americana, de processos de reestruturação conduzidos em outros países. A corte norte-americana também qualificou o juízo da recuperação judicial no Rio de Janeiro como juízo competente (court of competent jurisdiction), afirmou que a suspensão do Chapter 11 promove a cooperação com esse juízo e ressaltou não lhe caber rever os fundamentos da consolidação substancial por ele deferida. A decisão representa um importante avanço para o Grupo Ambipar e fortalece a estratégia de concentrar sua reestruturação no Brasil, com reconhecimento nos Estados Unidos, destacou a companhia. Com a medida, o grupo avança na transição do Chapter 11 para o Chapter 15. Esse encaminhamento favorece uma condução coordenada da reestruturação entre Brasil e Estados Unidos, tendo a recuperação judicial em trâmite no Rio de Janeiro como eixo central. Os processos de reconhecimento sob o Chapter 15 foram ajuizados em 9 de julho de 2026 e deferidos em relação às companhias em recuperação judicial e a determinadas subsidiárias. No caso da Ambipar, os procedimentos têm por objetivo reconhecer a recuperação judicial brasileira e, em etapa posterior, o respectivo plano, uma vez aprovado no Brasil. A decisão determinou a suspensão do processo de Chapter 11, cuja extinção deverá ser requerida após a decisão final (Final Order) da Justiça norte-americana, nos processos de Chapter 15, reconhecendo o plano de recuperação judicial. Até lá, o procedimento permanece suspenso. O avanço integra a implementação do Acordo de Apoio à Reestruturação (Restructuring Support Agreement), divulgado em 8 de julho de 2026 e celebrado com determinados credores detentores de Green Notes. O acordo reúne os principais termos da reestruturação do endividamento do Grupo Ambipar, a ser implementada principalmente por meio do plano de recuperação judicial no Brasil. A recuperação judicial foi ajuizada em 20 de outubro de 2025 perante a 3ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro, e seu processamento foi deferido em 30 de outubro de 2025. Na data do ajuizamento da recuperação judicial, a Ambipar Emergency Response, controlada da Ambipar, iniciou o processo de Chapter 11 perante a justiça dos Estados Unidos no Distrito Sul do Texas, Divisão de Houston. O Grupo Ambipar mantém suas operações normalmente. A Genial Investimentos iniciou a cobertura de Lojas Renner (LREN3) com recomendação de “compra”. Em relatório, o time de analistas destaca que a varejista é uma das grandes líderes do varejo de vestuário no Brasil e sai de um ciclo de investimentos em centro de distribuição, tecnologia e digital, concluído em 2024, que já deve trazer eficiência para a operação. Ainda há espaço para crescer com a Renner em cidades menores do interior e a Youcom, marca jovem com potencial para dobrar de tamanho, comenta a equipe. Com premissas conservadoras o valuation ainda aponta upside razoável, suficiente para sustentar a recomendação de “compra”, explica o time O modelo de fluxo de caixa descontado ao acionista (FCFE), aponta um preço-alvo de 12 meses de R$ 14,00 por ação, avalia a Genial. Esse preço-alvo fica abaixo da mediana de mercado, hoje em R$ 18,00, reflexo de premissas mais conservadoras. Agenda de proventos desta terça, 29: A data de corte para ter direito aos JCP da Romi, anunciados em 24 de setembro, é na terça-feira, 29. A partir de quarta-feira, 30, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto soma R$ 26.087.809. O valor bruto por ação é R$ 0,28. O valor líquido por ação é de R$ 0,231. O pagamento será até o dia 31/12/2027. A data de corte para ter direito aos JCP da Blau, anunciados em 24 de setembro, é na terça-feira, 29. A partir de quarta-feira, 30, as ações serão negociadas ex-JCP. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,07, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte à alíquota de 17,5%. O pagamento será realizado em 08 de outubro de 2026.
Momento B3: Axia Energia, MBRF, Localiza, Riachuelo e os principais destaques desta segunda-feira (28)
Esse é o Momento B3 do dia 28 de setembro de 2026, com tudo o que você precisa saber sobre as empresas negociadas na B3! Atualização constante durante o pregão. 💥 Confira os destaques corporativos de hoje 💥 Assaí (ASAI3) O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a aquisição de 18 postos de combustíveis pela Assaí, dona do Assaí. A operação envolve unidades do Centro de Conveniências Millennium já instaladas em lojas da rede no Estado de São Paulo, e o valor total do negócio poderá chegar a R$ 80 milhões. O despacho foi publicado no Diário Oficial da União (DOU). Saiba mais… Axia (AXIA3) A Axia Energia iniciou nesta segunda-feira (28/09) o período para que acionistas manifestem interesse na conversão de ações preferenciais classe C (PNC) em ações ordinárias (ON). O prazo termina na quarta-feira (30/09) e faz parte de uma operação de resgate que envolve 70.716.228 ações PNC, equivalentes a R$ 3,9 bilhões e a 15,46% dessa classe de ações. Saiba mais… Copasa (CSMG3) A Copasa informou que a Gerais Saneamento, controlada pela Equatorial, pretende solicitar a rescisão antecipada do acordo de acionistas firmado em junho com o Estado de Minas Gerais e a companhia. O pedido, porém, depende da aprovação de determinadas matérias na Assembleia Geral Extraordinária realizada nesta segunda-feira (28/09). Saiba mais… Grupo Toky (TOKY3) O Grupo Toky, em recuperação judicial, informou que decidiu incluir na pauta da Assembleia Geral Extraordinária (AGE) marcada para 6 de novembro de 2026 uma proposta alternativa para fixar em sete o número de integrantes do Conselho de Administração. A companhia havia identificado que os requerentes da assembleia não sanaram a maior parte dos vícios apontados no pedido original de convocação. Saiba mais… MBRF (MBRF3) A MBRF Global Foods, por meio da BRF, concluiu a liquidação da 10ª emissão de debêntures, levantando R$ 825 milhões. A operação foi estruturada em quatro séries e faz parte da estratégia da companhia de alongar o perfil de seu endividamento em moeda local. Saiba mais… Motiva (MOTV3) A Moody’s Local Brasil elevou de AA+.br para AAA.br o rating corporativo da Motiva Infraestrutura de Mobilidade. A agência também aumentou a classificação da 2ª série da 14ª emissão de debêntures da companhia, mantendo perspectiva estável para os ratings. Saiba mais… Movida (MOVI3) A Movida Participações homologou um aumento de capital de R$ 152,5 milhões, com a emissão de aproximadamente 22,93 milhões de novas ações ordinárias. A operação reforça a estrutura de capital da companhia e amplia a quantidade de ações MOVI3 em circulação. Saiba mais… MRV (MRVE3) A MRV aprovou a cessão de direitos creditórios imobiliários da companhia e de empresas controladas para a Província Securitização, operação que servirá de lastro para uma emissão de R$ 177 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Saiba mais… WEG (WEGE3) A WEG anunciou nesta segunda-feira (28/09) um plano de investimento de US$ 165 milhões, cerca de R$ 840 milhões, para ampliar a capacidade de produção de geradores na América do Norte. O projeto será realizado em duas etapas e tem como foco atender ao aumento da demanda por geração de energia destinada a aplicações críticas, especialmente diante da expansão dos data centers nos Estados Unidos. Saiba mais… 💰 Dividendos e Juros sobre Capital Próprio 💰 Localiza (RENT3) A Localiza manteve em R$ 0,556580414 por ação o valor dos juros sobre capital próprio aprovados pelo conselho. Multiplan (MULT3) A Multiplan anunciou a declaração de R$ 139 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP) aos acionistas. O valor bruto corresponde a R$ 0,28413632863 por ação e tem como referência o exercício social de 2026. A decisão foi aprovada pelo Conselho de Administração da companhia em reunião realizada na sexta-feira (25/09). Saiba mais… Riachuelo (RIAA3) A Riachuelo, controladora da Riachuelo, aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 30 milhões. O montante corresponde a R$ 0,05968867830 por ação ordinária da companhia, segundo comunicado divulgado ao mercado na sexta-feira (25/09). Saiba mais…
Copasa (CSMG3) pode ter acordo rescindido, Vibra (VBBR3)…
Notícias Nesta segunda-feira (28), a Copasa (CSMG3) informa que o investidor Gerais Saneamento quer encerrar o acordo de acionistas com o Estado de Minas Gerais, a AXIA Energia (AXIA3) liquida R$ 1,4 bilhão em debêntures de controlada e a Braskem (BRKM5) responde à B3 sobre sua recuperação extrajudicial. Motiva (MOTV3) e Patrimar (PTNT4) também estão no radar. Copasa (CSMG3) A Copasa recebeu cópia de carta em que a Gerais Saneamento, sua investidora, comunica ao Estado de Minas Gerais a intenção de pedir a rescisão antecipada do acordo de acionistas firmado em junho de 2026. A rescisão depende da aprovação de determinadas matérias na assembleia extraordinária marcada para esta segunda-feira (28), que o comunicado não detalha no texto. Após a assembleia, a investidora deve enviar nova notificação para que a rescisão produza efeitos. Vibra Energia (VBBR3) A Vibra concluiu o bookbuilding de sua 11ª emissão de debêntures, em série única, no valor de R$ 1,4 bilhão, com rating AAA.br pela Moody’s. A demanda superou em mais de um terço a quantidade ofertada, o que levou ao cancelamento das ordens de pessoas vinculadas. O comunicado não informa a taxa final definida no procedimento. AXIA Energia (AXIA3) A AXIA Energia informou a liquidação da 6ª emissão de debêntures incentivadas da controlada AXIA Energia Sul, no total de R$ 1,4 bilhão. Os papéis pagam IPCA + 7,8934% ao ano, têm prazo de 20 anos, com vencimento em setembro de 2046, e contam com fiança da controladora. Localiza (RENT3) A Localiza manteve em R$ 0,5566 por ação o valor dos juros sobre capital próprio aprovados em 22 de setembro, somando R$ 614,9 milhões. O pagamento será em 18 de novembro, e as ações passam a ser negociadas “ex” a partir desta segunda-feira (28). Motiva (MOTV3) A Motiva manteve as projeções de crescimento do Ebitda ajustado, reciclagem de capital e redução de custos divulgadas em setembro de 2025. Braskem (BRKM5) Em resposta a ofício da B3 sobre notícia de imprensa, a Braskem confirmou que o Ministério Público de São Paulo opinou pela suspensão de novos atos da reestruturação da Braskem Idesa e pela nomeação de administrador judicial na recuperação extrajudicial da companhia. A empresa ressaltou que o parecer não tem caráter decisório. Também citou decisão judicial já divulgada em fato relevante na sexta-feira, que ainda aguarda publicação oficial e cujas consequências segue avaliando. Patrimar (PTNT4) A Patrimar concluiu a venda de unidades imobiliárias em estoque ao Belvedere FII por cerca de R$ 217 milhões, dos quais R$ 180 milhões já haviam sido recebidos em junho. O fundo foi constituído com cerca de R$ 240 milhões, abaixo do previsto por causa das vendas no período. A companhia ficará com 20% das cotas, um investimento de aproximadamente R$ 54 milhões remunerado a IPCA + 18% ao ano. Guararapes (RIAA3) A Guararapes aprovou R$ 30 milhões em juros sobre capital próprio, equivalentes a cerca de R$ 0,0597 por ação. Têm direito os acionistas posicionados em 30 de setembro, com ações “ex” a partir de 1º de outubro. A data de pagamento será definida na assembleia ordinária de 2027. Grupo Toky (TOKY3) O Grupo Toky, em recuperação judicial, disse que as novas notificações de acionistas que pediram uma assembleia extraordinária ainda não corrigem a maior parte dos vícios apontados pela companhia. Mesmo assim, o conselho incluiu na assembleia de 6 de novembro, que vai eleger o novo conselho, a proposta desses acionistas de fixar o colegiado em sete membros, como alternativa aos seis propostos pela administração. Alupar (ALUP11) A Alupar pagará em 2 de outubro R$ 69,2 milhões em dividendos intercalares, equivalentes a R$ 0,21 por unit. Têm direito os acionistas posicionados em 13 de agosto. Para acompanhar mais notícias do mercado financeiro, baixe ou acesse o TradeMap.
Perguntas Frequentes sobre CSMG3F
Qual é a cotação de CSMG3F hoje na B3?
Quanto a CSMG3F paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de CSMG3F?
O que significa o P/L e o P/VP de CSMG3F?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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