CEBR5 Companhia Energetica de Brasilia - CEB Pfd A – Cotação Hoje
Companhia Energetica de Brasilia - CEB Pfd A
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 10 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de CEBR5
O ativo CEBR5 (Companhia Energetica de Brasilia - CEB Pfd A) está sendo negociado hoje a R$ 23,50, acumulando uma variação de +0.77% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 21,73 e a máxima de R$ 30,10. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 10.60x e P/VP de 1.77x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 13.94%.
Histórico de Cotação: CEBR5
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 510,33 Mi | R$ 350,37 Mi | R$ 352,57 Mi | R$ 322,22 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 223,35 Mi | R$ 193,06 Mi | R$ 182,73 Mi | R$ 174,20 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 228,39 Mi | R$ 221,08 Mi | R$ 222,31 Mi | R$ 284,38 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 235,31 Mi | R$ 225,53 Mi | R$ 235,02 Mi | R$ 258,05 Mi |
Sobre a CEBR5
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Após captar R$ 1 bilhão, SNEL11 supera 140 mil cotistas O fundo imobiliário SNEL11 ultrapassou nesta terça-feira (29) a marca de 140 mil cotistas, em mais um avanço da base de investidores do veículo de geração distribuída de energia solar. O novo patamar foi alcançado poucos dias após o fundo superar 135 mil investidores, em 22 de setembro. O aumento de cotistas ocorre em paralelo à ampliação do patrimônio. Nesta terça, a Suno Asset participou da abertura do pregão da B3 para marcar a quinta emissão de cotas do fundo, que movimentou aproximadamente R$ 1,01 bilhão — a primeira oferta da gestora a cruzar a marca de R$ 1 bilhão. SNEL11 supera 140 mil cotistas e amplia patrimônio Com a nova captação, o fundo chegou ao evento com patrimônio líquido de aproximadamente R$ 1,89 bilhão e mais de 140 mil cotistas, segundo dados apresentados pela Suno. A gestora informa um dividend yield de 15,38% ao ano. A velocidade de expansão da base se destaca em 2026. Em janeiro, o veículo contava com cerca de 65 mil investidores. De lá para cá, foram adicionados aproximadamente 75 mil cotistas, o que representa aumento de cerca de 115% em pouco mais de oito meses. O avanço acompanha a estratégia no segmento de geração distribuída de energia solar. O fundo investe na aquisição e operação de usinas fotovoltaicas, com contratos de locação de longo prazo vinculados aos projetos, priorizando previsibilidade operacional. SNEL11 reduz exposição a obras e prioriza usinas operacionais Na abertura do pregão da B3, Vitor Duarte, CIO da Suno Asset, destacou a transformação de estratégia ao longo das emissões. Segundo ele, o fundo vem diminuindo gradualmente a exposição ao desenvolvimento de projetos, direcionando recursos para usinas já prontas e em operação. “O SNEL11 começou como um fundo pequeno, fazendo obra. Com o tempo, a gente foi dando uma ‘cara’ para ele menos arriscada, menos com risco de atraso de obra, que talvez seja o maior problema desse segmento. Então, desde a terceira oferta, a gente vem alocando capital em usinas já performadas, em usinas já prontas”, afirmou. A mudança ocorre em meio à expansão do portfólio. O fundo encerrou agosto com 37 usinas em operação, somando aproximadamente 149,4 MWp de capacidade instalada. Em setembro, formalizou a aquisição de 28 novos projetos de geração distribuída, que adicionam 116,68 MWp de capacidade, em uma transação de aproximadamente R$ 565 milhões. Com os ativos adquiridos e os recursos da quinta emissão disponíveis para novas operações, Duarte afirmou que o portfólio poderá alcançar o equivalente a 400 MWp de capacidade. Segundo o executivo, esse volume seria suficiente para atender energeticamente cerca de 100 mil residências. Base de cotistas dobra em 2026 e Suno Asset cresce O crescimento não se restringe ao patrimônio. A base de cotistas mais que dobrou desde o início do ano, saindo de aproximadamente 65 mil investidores em janeiro para mais de 140 mil nesta terça-feira. O fundo havia marcado 130 mil cotistas em meados de setembro e alcançou 135 mil uma semana depois. Sete dias após esse último número, superou novamente uma marca relevante. A expansão ocorre junto à consolidação da Suno Asset no mercado. Durante o evento na B3, a gestora informou ter ultrapassado R$ 6 bilhões em patrimônio sob gestão e reunir mais de 350 mil clientes. Tiago Reis, fundador da Suno Research, relacionou a demanda pelos produtos da gestora à busca por fontes de renda de longo prazo, em um cenário previdenciário desafiador. Para ele, a construção de patrimônio individual tende a ganhar relevância. “As pessoas vão precisar de uma renda no momento que elas se tornam economicamente inativas. E o problema previdenciário é um problema global, não só no Brasil, mas no mundo todo. A previdência estatal se mostra insuficiente. E, para lidar com isso, as pessoas precisarão tomar as rédeas do seu próprio futuro financeiro”, disse. Reis também ressaltou a evolução da Suno, de uma companhia inicialmente focada em educação financeira para uma plataforma com produtos de investimento. Nesse contexto, ele citou o fundo como veículo voltado à geração recorrente de renda. “O SNEL11 endereça esse ‘risco’, pelo menos parte desse risco, das pessoas construírem a sua aposentadoria. Nós pagamos dividendos mensais, frutos do setor elétrico.”
SNEL11 celebra captação de R$ 1 bilhão na B3; veja detalhes
SNEL11 celebra captação de R$ 1 bilhão com abertura do pregão na B3 Redação FIIs 29/09/2026 às 14:10 3 minutos de leitura Atualizado em: 29/09/2026 às 14:10 A Suno Asset participou nesta terça-feira (29) da abertura do pregão da B3 para celebrar a 5ª emissão de cotas do fundo imobiliário SNEL11, que captou aproximadamente R$ 1,01 bilhão. Foi a primeira vez que uma oferta da gestora superou a marca de R$ 1 bilhão. Voltado à geração distribuída de energia solar, o fundo SNEL11 chegou ao evento com patrimônio líquido de aproximadamente R$ 1,89 bilhão e mais de 140 mil cotistas, segundo dados apresentados pela Suno. A gestora também informou que o fundo registra dividend yield de 15,38% ao ano. Vitor Duarte, CIO da Suno Asset, destacou durante o evento a evolução da estratégia do SNEL11. Segundo ele, o fundo reduziu gradualmente sua exposição ao desenvolvimento de projetos e passou a priorizar usinas que já estão prontas e em operação. “O SNEL11 começou como um fundo pequeno, fazendo obra. Com o tempo, a gente foi dando uma ‘cara’ para ele menos arriscada, menos com risco de atraso de obra, que talvez seja o maior problema desse segmento. Então, desde a terceira oferta, a gente vem alocando capital em usinas já performadas, em usinas já prontas”, afirmou. SNEL11 celebra captação de R$ 1 bilhão com abertura do pregão na B3. Foto: Vitor Duarte, CIO da Suno Asset/divulgação Com as usinas adquiridas e os recursos disponíveis para novas aquisições, Duarte afirmou que o portfólio pode chegar ao equivalente a 400 MWp (megawatt-pico), capacidade suficiente, segundo o executivo, para atender energeticamente cerca de 100 mil residências. O fundo imobiliário SNEL11 encerrou agosto com 37 usinas em operação e aproximadamente 149,4 MWp de capacidade instalada. Em setembro, formalizou a aquisição de outros 28 projetos de geração distribuída, que somam 116,68 MWp, por cerca de R$ 565 milhões. Tiago Reis destaca papel do SNEL11 na geração de renda Tiago Reis, fundador da Suno Research, relacionou a proposta do fundo à busca dos investidores por fontes de renda para o longo prazo, diante dos desafios dos sistemas previdenciários. “As pessoas vão precisar de uma renda no momento que elas se tornam economicamente inativas. E o problema previdenciário é um problema global, não só no Brasil, mas no mundo todo. A previdência estatal se mostra insuficiente. E, para lidar com isso, as pessoas precisarão tomar as rédeas do seu próprio futuro financeiro”, disse. SNEL11 celebra captação de R$ 1 bilhão com abertura do pregão na B3. Foto: Tiago Reis, fundador da Suno Research/divulgação Reis acrescentou que a criação da Suno Asset ampliou a atuação da companhia para além da educação financeira, com a oferta de produtos de investimento. Nesse contexto, citou o papel do fundo SNEL11 na geração de renda recorrente. “O SNEL11 endereça esse ‘risco’, pelo menos parte desse risco, das pessoas construírem a sua aposentadoria. Nós pagamos dividendos mensais, frutos do setor elétrico.” A celebração da quinta emissão do SNEL11 também ocorre em meio ao crescimento da Suno Asset. Durante o evento, foi informado que a gestora ultrapassou R$ 6 bilhões sob gestão e possui mais de 350 mil clientes.
Perguntas Frequentes sobre CEBR5
Qual é a cotação de CEBR5 hoje na B3?
Quanto a CEBR5 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de CEBR5?
O que significa o P/L e o P/VP de CEBR5?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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