BEES3F Banestes S.A. - Banco do Estado do Espirito Santo – Cotação Hoje
Banestes S.A. - Banco do Estado do Espirito Santo
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 3 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de BEES3F
O ativo BEES3F (Banestes S.A. - Banco do Estado do Espirito Santo) está sendo negociado hoje a R$ 9,17, acumulando uma variação de -1.08% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,79 e a máxima de R$ 9,81. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 7.20x.
Histórico de Cotação: BEES3F
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation Instituição Financeira
Sobre a BEES3F
Dividendos
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São Paulo sofre transfer ban por dívida relacionada a acerto com Galoppo
O São Paulo sofreu um novo transfer ban da Fifa nesta sexta-feira (2) e está impedido de registrar novos jogadores. A punição está relacionada a uma dívida com agentes ligada à contratação do meia Giuliano Galoppo, em 2022. Segundo apuração do UOL, a dívida que motivou a punição é de 1 milhão de euros (R$ 5,8 milhões). A pendência já consta no site oficial da Fifa, que registra o São Paulo entre os clubes impedidos de realizar novos registros.
IFIX avança 0,43% e fecha semana em alta de 0,81%
IFIX avança 0,43% e fecha semana em alta de 0,81% O IFIX encerrou o pregão desta sexta-feira (2) em 3.771,85 pontos, alta de 0,43%. O avanço corresponde a 15,99 pontos frente ao fechamento anterior, de 3.755,86 pontos, confirmando desempenho positivo na sessão. Durante o dia, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.755,93 pontos e a máxima de 3.777,60 pontos. A abertura ocorreu em 3.755,93 pontos, e o fechamento ficou 5,75 pontos abaixo do pico intradiário. A amplitude entre a mínima e a máxima foi de 21,67 pontos. Na base semanal, o IFIX acumulou ganho de 30,28 pontos, equivalente a 0,81%, ao comparar os fechamentos das duas sextas-feiras. O índice saiu de 3.741,57 pontos em 25 de setembro para 3.771,85 pontos nesta sexta-feira, 2 de outubro. IFIX fecha em alta de 0,43% O desempenho intradiário mostrou variação moderada, com a maior parte das negociações concentrada acima do patamar de abertura. Ao final da sessão, o índice manteve-se próximo das máximas do dia, embora sem superar o maior nível registrado. O comportamento semanal refletiu a recuperação entre os dois últimos fechamentos, com avanço consistente em pontos e em percentual. A leitura de 0,81% na semana consolida a melhora em relação ao patamar observado em 25 de setembro. Liderança nos negócios do pregão Entre os fundos com maior giro, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) registrou 2,01 milhões de cotas negociadas e valorização de 0,22% no dia. O KNSC11 (Kinea Securities Fundo de Investimento Imobiliário) avançou 1%, com 1,45 milhão de cotas transacionadas. O GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) subiu 0,34%, com volume de 1,22 milhão de cotas. O SNEL11 (Suno Energias Limpas FII) teve alta de 0,38%, com 1,12 milhão de cotas negociadas no pregão. Já o MCRE11 (Mauá Capital Real Estate FII) encerrou o dia com ganho de 1,59%, em um total de 830,41 mil cotas movimentadas. O sobe-e-desce dos FIIs No campo das altas, o HGCR11 (Pátria Recebíveis Imobiliários) liderou os ganhos, com valorização de 2,31% no dia, equivalente a R$ 2,16, fechando a R$ 95,99. Na sequência, o KNHF11 (Kinea Hedge Fund) avançou 1,95% ou R$ 1,81, com preço de encerramento em R$ 94,85, compondo o grupo de destaques positivos do pregão. Entre as quedas, o RBRR11 (RBR Rendimento High Grade) registrou o maior recuo, de 2,56%, o que representa R$ 1,80, terminando a sessão cotado a R$ 68,54. Logo atrás, o BCRI11 (Banestes Recebíveis Imobiliários) caiu 2,43%, ou R$ 1,31, fechando a R$ 53,00. Esses dois fundos compuseram as maiores desvalorizações percentuais do dia.
Como Trump usou dependência da Europa do gasóleo americano para impor libertação de reservas e baixar preços
Donald Trump ameaçou suspender as exportações de gasóleo e a Europa cedeu, até certo ponto. O compromisso para a libertação extraordinária de reservas estratégicas alcançado esta sexta-feira não terá exatamente a composição, o calendário e os protagonistas que os Estados Unidos exigiam. O acordo foi forjado numa reunião de emergência dos sete países mais ricos do mundo, sob a coordenação do Presidente francês, Emmanuel Macron. Mas o resultado foi anunciado primeiro ao mundo pelo Presidente americano numa publicação na rede social Truth Social. Os barris a libertar serão os 100 milhões pedidos pela administração Trump, mas não serão necessariamente todos de gasóleo. O comunicado do G7 refere que haverá uma libertação antecipada e substancial de reservas deste combustível nos primeiros 20 dias de um calendário de entregas que durará 4 meses. Por outro lado, os Estados Unidos subscrevem o compromisso “de evitar restrições às exportações de energia e produtos energéticos entre países do G7 e apelar a todos os produtores para se absterem de impor suspensões que possam exacerbar as tensões do mercado”. A disponibilização dos stocks de segurança será concretizada através da Agência Internacional de Energia (AIE), mas não se sabe como será operacionalizada, nem como será distribuída pelos países as reservas a libertar, mas pelas declarações de Trump será a Europa a avançar com uma “enorme quantidade” das suas reservas de segurança de gasóleo, enquanto importador. Esta solução permite ainda ao Presidente tranquilizar as petrolíferas americanas que eram contra banir exportações aos seus clientes europeus. A AIE liderou a primeira descarga de reservas de segurança decidida após o fecho do Estreito de Ormuz à navegação pelo Irão. Na altura, Portugal participou deste esforço. O Governo ainda não se pronunciou sobre a decisão tomada esta sexta-feira pelo G7 que envolverá um quarto dos stocks de segurança que foram disponibilizados em março. Do compromisso assumido de libertar 400 milhões de barris, só chegaram ao mercado 325 milhões, segundo dados da Agência Internacional de Energia. Portugal terá libertado dois milhões. Há semanas que circula a informação de que Donald Trump estava a ponderar congelar as exportações de gasóleo americano com o intuito de inverter a subida de preços sentida no mercado interno, antes das eleições para a Câmara dos Representantes. O impacto de uma medida desta natureza num momento de grande défice na oferta mundial de gasóleo estava a preocupar investidores e os países importadores — onde se inclui boa parte da União Europeia. Mas também havia alertas de que esta medida poderia, a prazo, reduzir a oferta americana de gasóleo, prejudicando em vez de beneficiar o mercado interno. Foi neste caldo que as cotações do gasóleo atingiram um recorde mundial há cerca de duas semanas. Quando a notícia da disponibilização das reservas foi conhecida, as cotações do diesel já estavam a baixar, prevendo-se aliás que o preço final em Portugal caia cerca de três cêntimos por litro. Apesar de algum alívio sentido nos preços finais desde a última semana, a administração americana voltou à carga e abordou os governos alemão e francês para estes libertarem uma parte dos stocks nacionais estratégicos de gasóleo. Em caso de recusa, os países arriscavam sofrer as consequências de um travão às exportações made in USA. O “pedido”, segundo a agência Reuters, terá sido dirigido aos maiores consumidores europeus com o intuito de colocar em mercado 100 milhões de barris de diesel numa janela temporal de 20 dias. Para além da Alemanha, França e Itália, também o Reino Unido poderia vir a ser chamado a intervir com as suas reservas. Um porta-voz da Comissão Europeia “rejeitou totalmente” a ameaça feita pelos Estados Unidos de banir as exportações de diesel se a Europa não despejar reservas no mercado. “Uma suspensão (das exportações) não iria beneficiar ninguém. Iria degradar a nossa confiança nos Estados Unidos como um parceiro de confiança”, afirmou à Reuters. Mas Emmanuel Macron, que preside em nome da França ao grupo dos sete países mais ricos, discutiu com Donald Trump a necessidade de um combate conjunto à escalada dos preços e para garantir a disponibilidade global do gasóleo, segundo uma nota divulgada pelo Palácio do Eliseu esta sexta-feira de manhã. De acordo com o Politico, nas negociações de emergência realizadas esta sexta-feira, Paris propôs aos parceiros europeus que libertassem 50 milhões de barris dos stocks de diesel. Esta percentagem corresponde a 17% dos stocks de segurança deste combustível na Europa e representa 3% do consumo anual. Caberia à Agência Internacional de Energia colocar outros 50 milhões de barris no mercado, mas de crude e não de refinados. O Presidente francês remeteu a decisão para uma reunião de emergência dos países do G7 que se realizou esta sexta-feira à tarde e da qual saiu um compromisso com vários pontos: Monitorização das medidas anunciadas hoje [sexta-feira] pelo G7 por parte da Agência Internacional de Energia, juntamente com a redação de um relatório em menos de 20 dias sobre a implementação das medidas para incluir “recomendações acionáveis para reforçar respostas futuras, incluindo a reposição de reservas” Coordenação dos calendários das refinarias dos membros do G7 para “evitar paragens simultâneas de capacidade e aumentar temporariamente as taxas de utilização onde for viável” Encorajamento ao diálogo com países com grandes capacidades de refinação de crude para “aumentar a produção global de produtos refinados”, sobretudo diesel. “Libertação coordenada” de 100 milhões de barris de combustível através da “implementação completa” por parte da Agência Internacional de Energia da libertação de 400 milhões de barris de petróleo, conforme acordado em março. Reunião no contexto da Agência Internacional de Energia nos próximos dias, para debater a possibilidade de mais libertações de diesel, se tal for necessário Os países vão evitar restrições às exportações de produtos energéticos e incentivar os produtores nesse sentido. Os Estados Unidos ameaçaram suspender as exportações de combustível se os parceiros europeus não libertassem as suas reservas. Manutenção das sanções à Rússia Exigência na restauração dos direitos de navegação no Estreito de Ormuz Trabalho conjunto com a Agência Internacional de Energia e parceiros globais para “evitar novos impactos secundários nos mercados de combustíveis, gás e outras matérias-primas”. Dependência da Europa do diesel americano quase duplicou num ano A sustentar a pressão dos Estados Unidos está a crescente dependência dos países europeus das exportações americanas de diesel. Desde que rebentou a guerra da Ucrânia, e foram impostas sucessivas ondas de sanções à Rússia — o maior produtor mundial de diesel, que a Europa passou a comprar mais produtos aos Estados Unidos. Com o bloqueio no Estreito de Ormuz a dificultar o fornecimento a partir do Médio Oriente, os países europeus aumentaram ainda mais as compras de diesel americano. Esta dependência crescente da energia americana verifica-se noutros produtos energéticos, como o gás natural. Segundo dados avançados por um analista da consultora Kpler à Euronews, a quota do gasóleo comprado aos Estados Unidos saltou de 17% em 2025 para quase o dobro — 32% — este ano. O grau de dependência é maior no norte da Europa, onde os abastecimentos americanos correspondem a 57% das importações de diesel, ainda de acordo com números da Kpler. França é apontada como um país especialmente vulnerável, com 36% das importações deste combustível a serem asseguradas pelos Estados Unidos. Emmanuel Macron admitiu que um cenário de bloqueio total nas exportações americanas seria “catastrófico”. Os ataques da Ucrânia às refinarias russas estão a apertar ainda mais a oferta mundial de gasóleo, na medida em que a Rússia limitou as exportações para conseguir abastecer o mercado interno. Ainda que a Europa não compre diretamente à Rússia, o desaparecimento do diesel russo do mercado global só torna mais complicada a vida de todos os importadores que têm de disputar as cargas disponíveis, fazendo subir os preços. Alguns países do Mediterrâneo, como a Turquia, vendiam o gasóleo que refinavam a alguns países do leste da Europa e aproveitavam para comprar o diesel russo com desconto. A Rússia mostrou-se disponível para retomar as exportações, mas só se a produção interna superar as suas necessidades, o que pressupõe que a sua capacidade não seja posta em causa pelos ataques ucranianos.
Perguntas Frequentes sobre BEES3F
Qual é a cotação de BEES3F hoje na B3?
Quanto a BEES3F paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BEES3F?
O que significa o P/L e o P/VP de BEES3F?
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