SANB11 Banco Santander (Brasil) S.A. Units Cons of 1 Sh + 1 Pfd Sh – Cotação Hoje
Banco Santander (Brasil) S.A. Units Cons of 1 Sh + 1 Pfd Sh
CNPJ: 90400888000142
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 12 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de SANB11
O ativo SANB11 (Banco Santander (Brasil) S.A. Units Cons of 1 Sh + 1 Pfd Sh) está sendo negociado hoje a R$ 28,09, acumulando uma variação de +0.68% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 25,18 e a máxima de R$ 37,83. A companhia está inserida no setor de Financeiro e Bancos, atuando no segmento de Bancos. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 6.37x e P/VP de 0.83x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 8.21%.
Histórico de Cotação: SANB11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation Instituição Financeira
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 162.494,64 Mi | R$ 137.183,48 Mi | R$ 128.282,71 Mi | R$ 115.225,12 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 57.634,32 Mi | R$ 56.678,56 Mi | R$ 46.884,03 Mi | R$ 47.503,18 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi | R$ 0,00 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 12.965,12 Mi | R$ 13.413,76 Mi | R$ 9.498,81 Mi | R$ 14.339,48 Mi |
Sobre a SANB11
O Banco Santander (Brasil) S.A., negociado na B3 pelo ticker SANB11, foi fundado em 1982 e atua no setor bancário brasileiro. A instituição integra o Grupo Santander e opera como uma das maiores plataformas do conglomerado fora da Europa. A atuação cobre varejo bancário, crédito, cartões, serviços para empresas, seguros, gestão de ativos e outros serviços financeiros. O banco combina canais físicos e digitais para atendimento de pessoas físicas e jurídicas, com foco em produtos de intermediação financeira e serviços transacionais. No cenário competitivo, o Santander Brasil disputa mercado com os principais bancos de grande porte do país em crédito, captação e serviços. O desempenho do negócio é influenciado por ciclo econômico doméstico, dinâmica de juros, inadimplência e competição em canais digitais. A instituição tem cobertura nacional e base ampla de clientes e operações. Em escala, reportou 49.661 empregados e posição relevante em ativos e carteira de crédito no sistema financeiro brasileiro, com ações listadas na B3 e ADRs em Nova York.
Outras Ações do Setor de Financeiro e Bancos
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Ibovespa sobe 4,71% na semana e fecha acima de 192 mil pontos antes da eleição
O Ibovespa encerrou a última semana antes do primeiro turno das eleições com alta acumulada de 4,71% e aos 192.114 pontos, maior avanço semanal desde o início de setembro, quando o principal índice da B3 havia subido 5,40%. Somente nesta sexta-feira (2), último pregão antes da votação de domingo (4), o índice avançou 2,63%, desempenho sustentado por ações de empresas como Vale e Petrobras, além do setor bancário. A B3 confirmou o fechamento aos 192.114,55 pontos. No exterior, dados mais fracos do mercado de trabalho dos Estados Unidos também influenciaram os negócios. O payroll mostrou criação de 29 mil vagas em setembro, abaixo das projeções, enquanto investidores passaram a considerar com maior intensidade a manutenção dos juros pelo Federal Reserve na próxima reunião. O cenário eleitoral também esteve entre os fatores acompanhados pelos investidores durante a semana. Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira apontou Lula com 48% e Flávio Bolsonaro com 45% em uma simulação de segundo turno, resultado considerado empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Petrobras, Vale e bancos avançam Entre os papéis de maior peso no índice, as ações ordinárias da Petrobras subiram 3,25% nesta sexta-feira, enquanto as preferenciais avançaram 2,81%. A Vale fechou o dia com alta de 2,56%. Durante a semana, o setor bancário também teve participação relevante no desempenho da Bolsa. Na quarta-feira, quando o Ibovespa avançou 1,37%, o Itaú subiu 4,68% e ganhou quase R$ 19 bilhões em valor de mercado. Bradesco, Banco do Brasil e BTG também registraram alta. A Petrobras ainda esteve no radar após anunciar uma nova descoberta de petróleo na costa do Amapá. Hapvida lidera ganhos da semana Entre as ações que integram o Ibovespa, a Hapvida apresentou a maior valorização semanal, com alta de 24,60%, encerrando o período cotada a R$ 6,97. No mês, os papéis acumulam avanço de 16,94%, embora ainda registrem queda de 47,05% no ano. A Vamos apareceu na sequência, com valorização semanal de 22,48%, para R$ 4,50. No acumulado do ano, os papéis da companhia sobem 47,20%. Já a Azzas 2154 avançou 19,29% na semana e fechou cotada a R$ 18,60. Apesar do ganho recente, acumula queda de 22,34% no ano. Santander tem maior queda Na ponta negativa, o Santander registrou a maior perda semanal entre os papéis destacados, com recuo de 5,58%, encerrando a R$ 27,90. A Minerva caiu 5,13% na semana e acumula desvalorização de 31,81% no ano. Já a Embraer recuou 3,22% no período, embora ainda registre alta de 11,43% em 2026.
Ibovespa pisa no acelerador, dispara 2,63% e volta aos 192 mil pontos na véspera das eleições
Ibovespa pisa no acelerador, dispara 2,63% e volta aos 192 mil pontos na véspera das eleições O último pregão antes das eleições entregou tudo o que prometia: tensão, virada, volatilidade e, no fim, uma arrancada daquelas. O Ibovespa fechou esta sexta-feira (2) em forte alta de 2,63%, aos 192.114,55 pontos, com ganho de 4.917,09 pontos e praticamente colado à máxima do dia, de 192.118,70 pontos. Não foi uma alta qualquer. O índice terminou no maior patamar desde 22 de abril, quando havia fechado aos 192.888,96 pontos, e registrou seu melhor desempenho diário desde 10 de julho, quando avançou 2,97%. A semana também terminou com gosto de recuperação: alta acumulada de 4,71%, interrompendo uma sequência de duas semanas consecutivas no vermelho. E o rali foi quase uma festa sem penetras: apenas quatro ações da carteira do índice terminaram em queda. Vale (VALE3), Petrobras (PETR4) e os grandes bancos entraram juntos na dança e deram combustível suficiente para empurrar o índice de volta à casa dos 192 mil pontos. Ibovespa faz montanha-russa antes das eleições O placar final parece tranquilo. O caminho até ele passou longe disso. O Ibovespa começou o dia em alta, embalado pelo payroll mais fraco nos Estados Unidos. Foram criadas apenas 29 mil vagas de trabalho em setembro, muito abaixo das 90 mil esperadas pelo mercado, reduzindo as apostas em uma nova alta dos juros pelo Federal Reserve já em outubro. O bom humor, porém, encontrou rapidamente a política brasileira pelo caminho. No último pregão antes do primeiro turno, a divulgação de uma nova pesquisa Datafolha aumentou a volatilidade dos ativos. O levantamento mostrou Lula com 45% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 40% no primeiro turno, enquanto a disputa permaneceu apertada em um eventual segundo turno. O índice chegou a devolver completamente os ganhos e mergulhou no vermelho durante a manhã. Mas a pressão durou pouco. Na segunda metade do pregão, os compradores voltaram com força. O Ibovespa recuperou os 190 mil, passou pelos 191 mil e só tirou o pé quando já estava acima dos 192 mil pontos. A reta final das eleições tem ampliado as oscilações porque investidores tentam antecipar possíveis efeitos das urnas sobre a política econômica e, principalmente, sobre a trajetória fiscal. A resposta definitiva, porém, fica para depois da votação. Payroll dá empurrão extra à bolsa Se Brasília trouxe volatilidade, os Estados Unidos deram um bom motivo para comprar risco. Além da criação de apenas 29 mil vagas em setembro, os números dos meses anteriores do payroll foram revisados para baixo. A leitura reduziu de forma significativa as apostas em aumento de 0,25 ponto percentual nos juros americanos na próxima reunião do Fed: a probabilidade caiu para 22,7%, ante 64,2% uma semana antes. No Brasil, outro dado ajudou a reforçar a percepção de desaceleração da atividade. A produção industrial de agosto caiu 0,6%, desempenho pior que o esperado. Com uma economia mostrando menos força, cresce a leitura de que o Banco Central pode encontrar espaço para continuar o processo de redução da Selic, ainda que o cenário inflacionário permaneça no radar. Vale, Petrobras e bancos: hoje ninguém quis ficar de fora O tamanho da alta desta sexta-feira fica mais claro olhando para os pesos-pesados do índice. Vale (VALE3) disparou 2,56% e encerrou na máxima do dia. Petrobras (PETR4) avançou ainda mais, 2,81%, em uma sessão marcada também pelo anúncio de uma nova descoberta de petróleo na Foz do Amazonas. E os bancos resolveram aparecer em bloco. Banco do Brasil (BBAS3) saltou 3,04%, Bradesco (BBDC4) ganhou 3,34%, Itaú Unibanco (ITUB4) avançou 1,54% e Santander (SANB11) subiu 0,68%. Quando Vale, Petrobras e bancões apontam todos para o mesmo lado, o efeito sobre o índice aparece rápido. Nesta sexta, apareceu em quase 5 mil pontos de valorização. Maiores altas e baixas O verde tomou conta da B3 e sobrou pouco espaço para quem queria remar contra a maré. Além dos fortes ganhos de PETR4, VALE3, BBAS3 e BBDC4, Embraer (EMBJ3) decolou 1,26%, mesmo após os números de produção do terceiro trimestre ficarem aquém de algumas projeções. IRB Brasil (IRBR3) avançou 1,70%, beneficiado pela elevação de preço-alvo por um banco após a aprovação de uma nova legislação que pode favorecer a rentabilidade e a distribuição de dividendos da companhia. No varejo, a maioria das ações também acompanhou a festa. Assaí (ASAI3) foi uma das raras exceções, com leve baixa de 0,09%. Cotação do dólar hoje O dólar não comprou toda a euforia da bolsa. A moeda americana terminou a sexta-feira praticamente no zero a zero, com queda de 0,08%, cotada a R$ 5,216. O comportamento mais contido do câmbio contrastou com a disparada do Ibovespa e refletiu a cautela que ainda domina parte dos negócios antes das urnas. Os juros futuros também não apresentaram uma direção única e encerraram a sessão mistos. Fechamento das bolsas americanas Wall Street também recebeu bem o payroll mais fraco. A desaceleração do mercado de trabalho reduziu o temor de uma nova alta imediata dos juros pelo Fed e levou os três principais índices americanos ao campo positivo. Dow Jones: alta de 0,49%, aos 51.176,96 pontos alta de S&P 500: avanço de 0,73%, aos 7.722,72 pontos avanço de Nasdaq: valorização de 1,19%, aos 27.190,86 pontos O Nasdaq levou a melhor, impulsionado principalmente pelas empresas de tecnologia. A queda do petróleo durante parte da sessão também ajudou o sentimento de risco, após integrantes do G7 anunciarem a liberação de estoques emergenciais para aliviar as preocupações com a oferta global de energia. Agora, quem manda é a urna Depois de uma semana de 4,71% de valorização, não há mais pregão para o mercado tentar antecipar o primeiro turno. A próxima abertura da B3 já será com o resultado das urnas conhecido. O comportamento dos ativos na segunda-feira deve depender não apenas dos números da disputa presidencial, mas também da composição do Congresso e, sobretudo, da leitura dos investidores sobre o que o resultado significa para a política fiscal e econômica a partir de 2027. Por enquanto, a fotografia que fica é difícil de ignorar: depois de passar boa parte das últimas semanas em uma gangorra eleitoral, o Ibovespa chegou à porta das eleições aos 192.114 pontos, com quase 5 mil pontos conquistados em uma única sessão e no maior fechamento em mais de cinco meses.
Ibovespa sobe com bancos e Vale; Petrobras cai após descoberta na Foz do Amazonas
O Ibovespa abriu em forte alta nesta sexta-feira (2), com ganhos de Vale, grandes bancos, B3 e ações domésticas. Petrobras segue na direção contrária e recua, mesmo após anunciar uma nova descoberta de petróleo na Foz do Amazonas. O principal índice da B3 iniciou o pregão com alta preliminar de 0,13%, aos 187.436,94 pontos. Após os leilões, acelerou para 1,38%, aos 187.784,12 pontos, enquanto os negócios seguintes levam o índice em direção aos 189 mil pontos. O Índice de Small Caps (SMLL) também começou no campo positivo, com avanço preliminar de 0,02%, aos 2.289,73 pontos. No câmbio, o dólar comercial virou para queda e recuava 0,20%, a R$ 5,210. O Banco Central informou a primeira parcial da PTAX com compra a R$ 5,2078 e venda a R$ 5,2084. Os juros futuros também operam em baixa. Produção industrial cai 0,6% em agosto Na agenda doméstica, investidores repercutem a queda da produção industrial brasileira. O indicador recuou 0,6% em agosto, resultado abaixo das projeções do mercado. A sessão também ocorre em meio ao aumento da percepção de risco. O VIX Brasil atingiu recorde histórico, indicando maior volatilidade esperada para o mercado brasileiro. Bancos sobem; Santander cai novamente Os grandes bancos aparecem entre os principais apoios do Ibovespa nesta abertura. O Banco do Brasil (BBAS3) sobe 2,35%, Bradesco (BBDC4) avança 1,70% e Itaú Unibanco (ITUB4) ganha 1,63%. O Santander (SANB11) destoa novamente do setor e registra queda de 1,65%. As ações da B3 (B3SA3) também avançam com força, com valorização de 2,22%, a R$ 18,92. Vale sobe mais de 1%; Petrobras recua A Vale (VALE3) contribui para o avanço do Ibovespa e registra alta de 1,25%, a R$ 71,18.
Perguntas Frequentes sobre SANB11
Qual é a cotação de SANB11 hoje na B3?
Quanto a SANB11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de SANB11?
O que significa o P/L e o P/VP de SANB11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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