USD/CAD
MoedaDólar Americano/Dólar Canadense
Atualizado: 2026-09-27 13:05:19
Resumo Cambial: Dólar Americano/Dólar Canadense
O câmbio de Dólar Americano/Dólar Canadense (USD/CAD) está cotado a R$ 1,4141 para compra e R$ 1,4141 para venda, registrando uma variação de +0.04% no pregão atual. Nas últimas horas de negociação, a moeda registrou a cotação mínima de R$ 1,4139 e a máxima de R$ 1,4141.
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Dólar fecha acima de R$ 5,22 em dia de mal-estar global
Ibovespa avança com Petrobras em dia de petróleo acima de US$ 100 Resumo da notícia Na bolsa, o Ibovespa avançou, apoiado principalmente pelas ações da Petrobras, apesar da cautela de investidores diante do cenário internacional e da proximidade do primeiro turno das eleições. O dólar subiu quase 1% em comparação com o real nesta quinta-feira (1º). A moeda dos Estados Unidos ganhou força no exterior em meio à aversão ao risco provocada pelas tensões no Oriente Médio e pela alta do petróleo. Na bolsa, o Ibovespa avançou, apoiado principalmente pelas ações da Petrobras, apesar da cautela de investidores diante do cenário internacional e da proximidade do primeiro turno das eleições. Principais números Dólar à vista: R$ 5,224 (+0,97%); Ibovespa: 187.197,46 pontos (+0,46%); Petróleo tipo Brent: US$ 102,31 (+4,37%); Petróleo tipo WTI: US$ 92,87 (+2,71%). Dólar em alta O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,97%, a R$ 5,224. A cotação chegou a R$ 5,169 na mínima, às 9h40, e atingiu R$ 5,240 na máxima, pouco antes das 14h. No ano, a divisa acumula queda de 4,83%. O movimento acompanhou a valorização da moeda americana no exterior. O índice DXY, que mede o desempenho do dólar contra uma cesta de seis moedas fortes, avançou 0,58%, aos 102,040 pontos, após atingir máxima de 102,207. O ambiente internacional foi marcado pela preocupação com os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio. O avanço do petróleo também reforçou as preocupações com a inflação e ajudou a sustentar a busca por ativos considerados mais defensivos. Bolsa avança O Ibovespa fechou o primeiro pregão de outubro em alta de 0,46%, aos 187.197,46 pontos. A valorização foi sustentada principalmente pelas ações da Petrobras, que foram beneficiadas pela forte alta do petróleo. O movimento ocorreu mesmo com a cautela dos investidores diante do ambiente externo e da proximidade do primeiro turno das eleições. O índice encerrou setembro com alta de 5% e acumula valorização de 16,2% no ano. O volume financeiro desta quinta-feira foi de R$ 26 bilhões. Nos Estados Unidos, o S&P 500, das 500 maiores empresas, fechou em alta de 0,19%. Os mercados também acompanharam o comportamento dos títulos do Tesouro estadunidense e os efeitos da valorização do petróleo sobre as expectativas para a inflação e os juros. Petróleo acelera O petróleo fechou em forte alta nesta quinta-feira. O movimento foi influenciado pelas tensões no Oriente Médio e pelas preocupações com a oferta de combustíveis. Referência para as negociações internacionais, o barril do tipo Brent subiu 4,37% e fechou a US$ 102,31. O petróleo WTI, do Texas, avançou 2,71%, encerrando a sessão a US$ 92,87 por barril. A alta ganhou força durante a tarde, diante de informações sobre o deslocamento de forças militares dos Estados Unidos para o Oriente Médio e de novas incertezas sobre o conflito com o Irã. O mercado também acompanhou a possibilidade de liberação de estoques de diesel pela União Europeia, em meio às preocupações com a oferta global. A China suspendeu exportações de derivados de petróleo para destinos fora de Hong Kong e Macau até nova orientação.
Às vésperas do primeiro turno das eleições, Ibovespa dispara e fecha no maior nível desde abril
O Ibovespa, principal índice de ações brasileiras, disparou na tarde desta sexta-feira (2), após apresentar maior volatilidade na primeira etapa do pregão e fechou na maior pontuação em seis meses. Às vésperas do primeiro turno da eleição presidencial, o apetite a risco contou com uma força do mercado externo, com a surpresa positiva na criação de empregos nos EUA e estabilização do preço do petróleo, reduzindo o receios de aumento de juros. O Ibovespa fechou em alta de 2,6%, aos 192.115 pontos, maior nível desde 22 de abril. Na semana, acumula ganho de quase 5% Dos 76 ativos que compõem o índice, apenas quatro registraram desvalorização e 48 ganharam mais de 2,5%. Frente ao real, o dólar comercial ficou estável, a R$ 5,22 . . Em Nova York , o Dow Jones subiu 0,5%, o S&P 500 ganhou 0,8% e o Nasdaq avançou 1,2%, renovando máxima histórica acima dos 27.200 pontos , O petróleo tipo Brent, referência global e brasileira de preço, foi negociado no patamar dos US$ 102, mesmo de ontem . Segundo Felipe Cima, analista de renda variável da Manchester Investimentos, parte da disparada do Ibovespa, hoje, pode ser explicada pelo fechamento de posições vendidas. Isso acontece quando investidores que apostavam na queda das ações precisam recomprar os papéis, contribuindo para acelerar sua valorização. O movimento beneficiou especialmente empresas ligadas ao consumo e mais sensíveis aos juros. Cima também identifica sinais de retorno dos investidores estrangeiros a determinadas ações brasileiras, enquanto os grandes investidores locais ainda mantêm uma postura cautelosa. Com a eleição de domingo cercada de incertezas, parte do mercado estaria antecipando suas compras para não correr o risco de ficar de fora de uma eventual valorização da bolsa. Na avaliação do analista, o resultado eleitoral poderá determinar a continuidade desse movimento ao longo de outubro, especialmente se a disputa presidencial avançar para o segundo turno. O Datafolha mostrou, ontem, leve melhora do candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL). Lula e Flávio disputam o que promete ser uma das eleições mais acirradas da história do país. Às vésperas do pleito, chegaram empatados, no limite da margem de erro. No primeiro turno, Lula conta com 42% das intenções de voto, e Flávio, 38%, mostra pesquisa do Datafolha. As "blue chips", ações mais negociadas e atrativas aos investidores estrangeiros, registraram forte valorização. As ações da Petrobras (PETR3, PETR4), que recuavam com a queda do preço do petróleo no mercado internacional, fecharam em alta firme, contando ainda com a divulgação de novas descobertas de petróleo na Margem Equatorial. Banco do Brasil (BBAS3) e Bradesco (BBDC4) também são destaques de alta, além dos papéis da Vale (VALE3), ainda que em menor intensidade. Lá fora, os mercados reagiraem ao relatório de criação de vagas de trabalho nos Estados Unidos, o "payroll". O número veio bem abaixo do esperado e aumentou a expectativa de que o ciclo de altas de juros nos EUA seja mais suave do que o esperado anteriormente. O preço do petróleo chegou a registrar queda acentuada, motivado por relatos de que o Reino Unido e a Europa estariam considerando liberar suas reservas estratégicas ao mercado internacional, mas estacionou no mesmo nível de preço de ontem. Notícias de que a China suspendeu a exportação de derivados do petróleo e que novas tropas americanas embarcaram em direção ao Golfo Pérsico fizeram os preços saltarem no dia anterior.
Argentina vai começar a oferecer cidadania para investidores até o fim deste ano
Buenos Aires | Financial Times A Argentina lançará até o fim do ano um programa que oferecerá cidadania em troca de investimentos. A iniciativa exemplifica a busca do governo de direita de Javier Milei por novas fontes de recursos para reduzir a vultosa dívida do país. Os candidatos deverão fazer uma doação não reembolsável de US$ 350 mil (R$ 1,8 mi) ao Tesouro argentino ou comprar um título público de cupom zero no valor de US$ 800 mil (R$ 4,1 mi), informou o Ministério da Economia nesta sexta-feira (2), acrescentando que o programa se tornará "operacional" no quarto trimestre de 2026. Bandeira argentina em frente a Casa Rosada, em Buenos Aires - Agustin Marcarian - 21.abr.25/Reuters "Hoje, a Argentina abre os braços aos muitos cidadãos do mundo que querem investir, desenvolver e aprofundar o caminho que estamos trilhando", disse o ministro do Interior, Diego Santilli, nesta sexta, ao anunciar o programa em um evento sobre investimentos na Argentina, realizado em Paris. A medida coloca a Argentina em um pequeno grupo de países —a maioria muito menor que a nação sul-americana de 46 milhões de habitantes— que disputam a venda dos chamados "passaportes dourados" a uma elite internacional. Defensores da transparência têm criticado, nos últimos anos, a expansão dos programas de cidadania por investimento no Caribe e no Pacífico Sul por abrir espaço para corrupção e riscos à segurança. No ano passado, o principal tribunal da União Europeia considerou ilegal o programa de Malta e proibiu a prática no bloco. A Argentina —que continua sem acesso aos mercados internacionais de capitais após uma reestruturação da dívida em 2020— tem buscado diversas formas alternativas de captar dólares para pagar US$ 29 bilhões (R$ 151,1 bi) em dívidas denominadas na moeda americana com vencimento entre agora e o fim de 2027. Um consórcio de consultorias que assessora o governo estimou que o programa poderia gerar cerca de US$ 2,5 bilhões (R$ 13 bi) nos próximos cinco anos. Armand Arton, presidente-executivo da Arton Capital, uma das consultorias, afirmou que a Argentina —cujo passaporte permite viajar sem visto para mais de 160 países— seria mais atraente do que a maioria das pequenas nações insulares que oferecem opções de cidadania imediata. "Ter um país do G20, com o porte e as oportunidades que representa, é, na minha opinião, uma proposta muito diferente das que existem no mercado", afirmou. O Ministério da Economia argentino disse que os candidatos passariam por uma "avaliação rigorosa, concebida para preservar a segurança nacional, a integridade do sistema financeiro e o prestígio internacional da cidadania argentina". Mas o programa, que não foi debatido no Congresso, poderá ser criticado pela oposição à medida que a Argentina se aproxima das eleições presidenciais do próximo ano, afirmou Arton. "Programas como esse sempre viram arma política em qualquer eleição, e esperamos que, ao longo do próximo ano, apresentemos os resultados necessários para que o governo possa defender sua posição."