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O câmbio de NOK/EUR (NOK/EUR) está cotado a R$ 0,0923 para compra e R$ 0,0923 para venda, registrando uma variação de +0.00% no pregão atual. Nas últimas horas de negociação, a moeda registrou a cotação mínima de R$ 0,0919 e a máxima de R$ 0,0926.

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Ibovespa cai, dólar sobe e petróleo despenca às vésperas do 1º turno
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Ibovespa cai, dólar sobe e petróleo despenca às vésperas do 1º turno

Ibovespa opera em leve baixa nesta sexta-feira (2), enquanto o dólar avança e o petróleo despenca às vésperas do 1º turno das eleições 2026. Às 11h29 (horário de Brasília), o principal índice da Bolsa brasileira recuava 0,06%, aos 187.086,25 mil pontos, em um pregão marcado por movimentos distintos entre os principais ativos. No câmbio, o dólar subia 0,07%, cotado a R$ 5,27. O mercado acompanha o comportamento da moeda norte-americana em meio ao cenário doméstico e às expectativas que cercam o resultado das urnas neste fim de semana. Entre as commodities, o petróleo registrava uma queda mais expressiva. A cotação recuava 4,21%, para US$ 88,66, ampliando a pressão sobre o segmento em um dia de maior volatilidade nos mercados. Na renda variável, o IFIX seguia na direção oposta ao Ibovespa e avançava 0,26%, aos 3.765,58 mil pontos. Já no mercado de criptomoedas, o Bitcoin subia 3,68%, enquanto o Ethereum registrava alta de 2,42% no mesmo horário. No setor de petróleo, o movimento predominante também era de queda. As ações da PETR3 recuavam 0,66%, enquanto PETR4 caía 0,44%, RECV3 tinha baixa de 1,36% e PRIO3 cedia 1,82%. Na contramão, BRAV3 registrava leve alta de 0,11%. Veja como operavam as bolsas em Nova York: O que mexe com o mercado Às vésperas da votação, o mercado também acompanha os números da corrida presidencial. O Datafolha mostrou na quinta-feira (1º) Lula (PT) com 45% dos votos válidos no primeiro turno, contra 40% de Flávio Bolsonaro (PL). Em um eventual segundo turno entre os dois, o levantamento apontou 48% para Lula e 45% para Flávio. No cenário externo, o relatório de emprego dos Estados Unidos, conhecido como "payroll", movimentou os negócios. A economia norte-americana criou 29 mil vagas em setembro, segundo o Departamento de Estatísticas do Trabalho, número abaixo da expectativa de 84 mil novos postos. O resultado ajudou a dar impulso ao principal índice de ações brasileiras. "Isso certamente não muda, por si só, a decisão do Fed, já que o mercado de trabalho não é o único determinante. Mas o dado retira a urgência de uma alta de juros em outubro. Os mercados já precificavam uma probabilidade abaixo de 30% para uma alta na próxima reunião, e acredito que esse dado mais fraco ajude a reduzir ainda mais essa possibilidade", avaliou Carlos Lopes, economista do banco BV. No Brasil, os investidores ainda monitoram os possíveis desdobramentos do cancelamento do debate presidencial da TV Globo , que estava marcado para a noite de quinta-feira, mas foi suspenso uma hora antes do horário previsto para começar. No campo dos indicadores domésticos, a produção industrial brasileira recuou 0,6% em agosto ante julho, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (2). O resultado interrompeu a alta registrada no mês anterior. "De modo geral, os dados de produção industrial em agosto são consistentes com o enfraquecimento da atividade incorporado em nosso cenário-base. Nosso tracking para o PIB do 3T26 recuou de 0,0% para -0,1%. Mantemos a expectativa de que o PIB total crescerá 1,7% em 2026 e 1,0% em 2027, abaixo do consenso de mercado e do crescimento potencial", avaliou Rodolfo Margato, economista da XP Investimentos. Veja também as maiores altas do Ibovespa E as maiores baixas

Ibovespa pisa no acelerador, dispara 2,63% e volta aos 192 mil pontos na véspera das eleições
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Ibovespa pisa no acelerador, dispara 2,63% e volta aos 192 mil pontos na véspera das eleições

Ibovespa pisa no acelerador, dispara 2,63% e volta aos 192 mil pontos na véspera das eleições O último pregão antes das eleições entregou tudo o que prometia: tensão, virada, volatilidade e, no fim, uma arrancada daquelas. O Ibovespa fechou esta sexta-feira (2) em forte alta de 2,63%, aos 192.114,55 pontos, com ganho de 4.917,09 pontos e praticamente colado à máxima do dia, de 192.118,70 pontos. Não foi uma alta qualquer. O índice terminou no maior patamar desde 22 de abril, quando havia fechado aos 192.888,96 pontos, e registrou seu melhor desempenho diário desde 10 de julho, quando avançou 2,97%. A semana também terminou com gosto de recuperação: alta acumulada de 4,71%, interrompendo uma sequência de duas semanas consecutivas no vermelho. E o rali foi quase uma festa sem penetras: apenas quatro ações da carteira do índice terminaram em queda. Vale (VALE3), Petrobras (PETR4) e os grandes bancos entraram juntos na dança e deram combustível suficiente para empurrar o índice de volta à casa dos 192 mil pontos. Ibovespa faz montanha-russa antes das eleições O placar final parece tranquilo. O caminho até ele passou longe disso. O Ibovespa começou o dia em alta, embalado pelo payroll mais fraco nos Estados Unidos. Foram criadas apenas 29 mil vagas de trabalho em setembro, muito abaixo das 90 mil esperadas pelo mercado, reduzindo as apostas em uma nova alta dos juros pelo Federal Reserve já em outubro. O bom humor, porém, encontrou rapidamente a política brasileira pelo caminho. No último pregão antes do primeiro turno, a divulgação de uma nova pesquisa Datafolha aumentou a volatilidade dos ativos. O levantamento mostrou Lula com 45% das intenções de voto e Flávio Bolsonaro com 40% no primeiro turno, enquanto a disputa permaneceu apertada em um eventual segundo turno. O índice chegou a devolver completamente os ganhos e mergulhou no vermelho durante a manhã. Mas a pressão durou pouco. Na segunda metade do pregão, os compradores voltaram com força. O Ibovespa recuperou os 190 mil, passou pelos 191 mil e só tirou o pé quando já estava acima dos 192 mil pontos. A reta final das eleições tem ampliado as oscilações porque investidores tentam antecipar possíveis efeitos das urnas sobre a política econômica e, principalmente, sobre a trajetória fiscal. A resposta definitiva, porém, fica para depois da votação. Payroll dá empurrão extra à bolsa Se Brasília trouxe volatilidade, os Estados Unidos deram um bom motivo para comprar risco. Além da criação de apenas 29 mil vagas em setembro, os números dos meses anteriores do payroll foram revisados para baixo. A leitura reduziu de forma significativa as apostas em aumento de 0,25 ponto percentual nos juros americanos na próxima reunião do Fed: a probabilidade caiu para 22,7%, ante 64,2% uma semana antes. No Brasil, outro dado ajudou a reforçar a percepção de desaceleração da atividade. A produção industrial de agosto caiu 0,6%, desempenho pior que o esperado. Com uma economia mostrando menos força, cresce a leitura de que o Banco Central pode encontrar espaço para continuar o processo de redução da Selic, ainda que o cenário inflacionário permaneça no radar. Vale, Petrobras e bancos: hoje ninguém quis ficar de fora O tamanho da alta desta sexta-feira fica mais claro olhando para os pesos-pesados do índice. Vale (VALE3) disparou 2,56% e encerrou na máxima do dia. Petrobras (PETR4) avançou ainda mais, 2,81%, em uma sessão marcada também pelo anúncio de uma nova descoberta de petróleo na Foz do Amazonas. E os bancos resolveram aparecer em bloco. Banco do Brasil (BBAS3) saltou 3,04%, Bradesco (BBDC4) ganhou 3,34%, Itaú Unibanco (ITUB4) avançou 1,54% e Santander (SANB11) subiu 0,68%. Quando Vale, Petrobras e bancões apontam todos para o mesmo lado, o efeito sobre o índice aparece rápido. Nesta sexta, apareceu em quase 5 mil pontos de valorização. Maiores altas e baixas O verde tomou conta da B3 e sobrou pouco espaço para quem queria remar contra a maré. Além dos fortes ganhos de PETR4, VALE3, BBAS3 e BBDC4, Embraer (EMBJ3) decolou 1,26%, mesmo após os números de produção do terceiro trimestre ficarem aquém de algumas projeções. IRB Brasil (IRBR3) avançou 1,70%, beneficiado pela elevação de preço-alvo por um banco após a aprovação de uma nova legislação que pode favorecer a rentabilidade e a distribuição de dividendos da companhia. No varejo, a maioria das ações também acompanhou a festa. Assaí (ASAI3) foi uma das raras exceções, com leve baixa de 0,09%. Cotação do dólar hoje O dólar não comprou toda a euforia da bolsa. A moeda americana terminou a sexta-feira praticamente no zero a zero, com queda de 0,08%, cotada a R$ 5,216. O comportamento mais contido do câmbio contrastou com a disparada do Ibovespa e refletiu a cautela que ainda domina parte dos negócios antes das urnas. Os juros futuros também não apresentaram uma direção única e encerraram a sessão mistos. Fechamento das bolsas americanas Wall Street também recebeu bem o payroll mais fraco. A desaceleração do mercado de trabalho reduziu o temor de uma nova alta imediata dos juros pelo Fed e levou os três principais índices americanos ao campo positivo. Dow Jones: alta de 0,49%, aos 51.176,96 pontos alta de S&P 500: avanço de 0,73%, aos 7.722,72 pontos avanço de Nasdaq: valorização de 1,19%, aos 27.190,86 pontos O Nasdaq levou a melhor, impulsionado principalmente pelas empresas de tecnologia. A queda do petróleo durante parte da sessão também ajudou o sentimento de risco, após integrantes do G7 anunciarem a liberação de estoques emergenciais para aliviar as preocupações com a oferta global de energia. Agora, quem manda é a urna Depois de uma semana de 4,71% de valorização, não há mais pregão para o mercado tentar antecipar o primeiro turno. A próxima abertura da B3 já será com o resultado das urnas conhecido. O comportamento dos ativos na segunda-feira deve depender não apenas dos números da disputa presidencial, mas também da composição do Congresso e, sobretudo, da leitura dos investidores sobre o que o resultado significa para a política fiscal e econômica a partir de 2027. Por enquanto, a fotografia que fica é difícil de ignorar: depois de passar boa parte das últimas semanas em uma gangorra eleitoral, o Ibovespa chegou à porta das eleições aos 192.114 pontos, com quase 5 mil pontos conquistados em uma única sessão e no maior fechamento em mais de cinco meses.

Juros na máxima em 24 anos levam o dólar a R$5,20
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Juros na máxima em 24 anos levam o dólar a R$5,20

Com Treasuries perto de 5,30% e petróleo em alta, o dólar subiu quase 1% nesta quinta e voltou a superar R$5,20. Acompanhe Getting your Trinity Audio player ready... A semana expôs uma distorção importante para quem acompanha o câmbio. A inflação americana veio abaixo do esperado e a aposta em alta de juros em outubro caiu pela metade, mas os juros dos títulos longos dos EUA continuaram perto de 5,30%, maior nível em 24 anos. Quando o prêmio sobe sem que a expectativa de juro básico suba junto, o que está em jogo é risco fiscal e choque de energia, e o dólar costuma ganhar das moedas emergentes. Quer saber mais sobre Brasil, EUA, Zona do Euro e Reino Unido? Acompanhe a seguir os desdobramentos destes e outros acontecimentos. Real x dólar O dólar encerrou a semana com variação de +0,7% em relação ao real. O dólar comercial começou a semana (28/set) cotado a R$5,1809 e abriu esta sexta-feira (02/out) cotado a R$5,2176. Nos últimos 15 dias o dólar registrou alta de 2,2% e no mês de 1,2%. O emprego americano perdeu força em setembro. O payroll trouxe apenas 29 mil vagas criadas em setembro, bem abaixo das 89 mil projetadas, e o JOLTS já havia mostrado queda das vagas em aberto para 7,079 milhões em agosto, menor número desde março, com contratações e demissões estáveis. Esse desenho dá ao Federal Reserve espaço para olhar apenas para a inflação. Com o PCE de agosto também abaixo do esperado, núcleo de 0,2% no mês e 3,0% em doze meses, a chance de alta de juros americanos em outubro caiu de 70% para cerca de 35%. Ainda assim, o mercado segue precificando integralmente um aperto até o fim do ano. Mesmo com dados de emprego mais fracos, o juro de dez anos permaneceu perto de 5,30%, maior nível em mais de duas décadas, sustentado pelo risco fiscal americano e pelo petróleo. Com a China suspendendo exportações de combustíveis em outubro, o índice do dólar foi a 102 pontos e, somado ao prêmio eleitoral, levou a moeda à alta de 0,97% aqui, a R$5,2239, após máxima de R$5,2400. Aproveite e confira a cotação do dólar hoje e se inscreva em nosso sistema de alertas para ser notificado sobre variações importantes. Real x euro O euro iniciou a segunda-feira (28/set) cotado a R$5,9066. Na abertura desta sexta-feira (02/out), a cotação foi de R$5,8783, o que representa uma valorização do real frente ao euro de aproximadamente 0,5% no período. Em relação ao dólar, a moeda europeia registrou desvalorização esta semana. A cotação do euro em dólar passou de US$1,1388 na segunda-feira (28/set) para US$1,1248 nesta sexta-feira (02/out). Uma queda de 1,2% do euro, isto é, são necessários menos dólares para adquirir um euro. Na Zona do Euro, Christine Lagarde adotou tom mais ameno sobre os próximos passos do Banco Central Europeu na mesma semana em que os rendimentos americanos seguiram nas máximas em décadas, o que esvaziou a aposta em novo aperto no bloco e tirou suporte da moeda. O desemprego da região ficou estável em 6,4% em setembro, sem mudar a leitura da política monetária, enquanto a alta do petróleo atinge um bloco importador líquido de energia. O choque que fortalece o dólar pressiona a inflação europeia e, ao mesmo tempo, encarece a conta de quem produz no bloco. Confira a cotação do euro hoje e se inscreva em nosso sistema de alertas para ser notificado sobre variações importantes. Real x libra esterlina A libra iniciou a segunda-feira (28/set) cotado a R$6,8703. Na abertura desta sexta (02/out), a cotação foi de R$6,8843, uma desvalorização do real frente a libra de aproximadamente 0,2% no período. Em relação ao dólar, a moeda registrou desvalorização esta semana. A cotação da libra em dólar passou de US$1,3245 na segunda-feira (28/set) para US$1,3197 nesta sexta-feira (02/out). Uma queda de 0,4% da libra, isto é, são necessários menos dólares para adquirir uma libra. No Reino Unido, os juros dos gilts longos permanecem elevados por causa da proximidade do Orçamento de Outono e de uma dívida pública em torno de 100% do PIB, e esse prêmio não se converte em demanda pela moeda. Juro alto por desconfiança fiscal afasta investidor em vez de atrair. O Banco da Inglaterra mantém a taxa em 3,75% desde dezembro do ano passado, com o comitê dividido, enquanto o Fed já elevou juros e sinaliza mais um aperto. O descompasso explica a perda de terreno da moeda britânica, tema que detalhamos na análise sobre a cotação da libra. Aproveite e confira a cotação da libra esterlina hoje e se inscreva em nosso sistema de alertas para ser notificado sobre variações importantes. Perspectivas para a próxima semana O primeiro turno das eleições concentra o risco do mercado doméstico. O câmbio opera com prêmio político desde agosto, e o resultado tende a provocar reprecificação imediata do real, em qualquer direção. No exterior, o payroll fraco esfria a discussão sobre aperto em outubro e transfere o peso da decisão para o CPI americano. Até lá, o dólar tende a seguir mais sensível aos juros longos e ao petróleo do que aos dados de emprego. O petróleo segue como variável decisiva. Enquanto a restrição de oferta persistir, os juros longos continuarão elevados nas principais economias, e esse é hoje o principal canal de pressão sobre o real. Seguimos de olho.

Perguntas Frequentes sobre Câmbio (NOK/EUR)

Qual é a cotação de NOK/EUR hoje?
A cotação de NOK/EUR está em R$ 0.0923 para compra (bid) e R$ 0.0923 para venda (ask), com variação de +0.00% no dia.
Qual a diferença entre preço de compra (bid) e de venda (ask)?
O preço de compra (bid) é o valor pelo qual o mercado compra a moeda de você, enquanto o preço de venda (ask) é quanto você paga para adquiri-la. A diferença entre os dois valores é o spread cambial praticado pelas instituições.
Qual foi a cotação máxima e mínima de NOK/EUR hoje?
Ao longo do dia, o câmbio oscilou entre a mínima de R$ 0.0919 e a máxima de R$ 0.0926.
Onde acompanhar a cotação de moedas e câmbio em tempo real?
No Cotações Hoje você acompanha cotações em tempo real de Dólar, Euro, Libra Esterlina, Iene, Peso Argentino e mais de 20 moedas internacionais atualizadas continuamente.
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