NOK/DKK
MoedaNOK/DKK
Atualizado: 2026-10-02 14:13:07
Resumo Cambial: NOK/DKK
O câmbio de NOK/DKK (NOK/DKK) está cotado a R$ 0,6894 para compra e R$ 0,6894 para venda, registrando uma variação de -0.16% no pregão atual. Nas últimas horas de negociação, a moeda registrou a cotação mínima de R$ 0,6886 e a máxima de R$ 0,6916.
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Três grandes ordens de venda se concentram entre US$ 86.900 e US$ 88.000 BTC negocia a US$ 86.163, equivalente a R$ 447 mil na cotação atual RSI diário ainda não indica sobrecompra extrema e preserva estrutura de alta O Bitcoin voltou ao topo da faixa em que opera desde setembro e agora encara um obstáculo que não aparece no gráfico de preço: liquidez vendedora empilhada em futuros perpétuos. A moeda é negociada a US$ 86.163, ou R$ 447.056 pela cotação do dólar a R$ 5,1885, com alta de 3% em 24 horas. A distância até os US$ 90 mil parece curta. Pouco mais de 4%. Mas o caminho está dividido por três zonas de oferta concentrada. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE Dados de livro de ofertas em perpétuos apontam blocos vendedores relevantes em US$ 86.900, US$ 87.700 e US$ 88.000. O primeiro deles é o mais delicado porque coincide com o ponto onde o BTC já falhou antes. No fim de setembro, o ativo chegou perto de US$ 87.000 e foi devolvido para a região entre US$ 83.000 e US$ 85.000. Romper US$ 86.900 com volume, portanto, significaria duas coisas ao mesmo tempo: quebra técnica do teto local e absorção de uma parede de derivativos que já funcionou como freio. O intervalo entre a primeira e a segunda barreira é estreito. Menos de 1%. Isso reduz o espaço para o comprador respirar: um rompimento rápido em US$ 86.900 joga o preço quase imediatamente contra a oferta seguinte, em US$ 87.700. Falhar ali mantém o Bitcoin preso sob o teto recente. Leia também: Strategy supera SpaceX em ativos tokenizados na América Latina US$ 88.000 concentra a maior ordem vendedora A terceira zona reúne o maior volume vendedor visível entre as três. Também é um número redondo, o que costuma atrair ordens de take profit e stops de posições vendidas. Superar US$ 88.000 deixaria o BTC a cerca de 2,3% da marca psicológica de US$ 90 mil, com os próximos agrupamentos relevantes de oferta aparecendo apenas a partir de US$ 90.900. Há uma ressalva importante para quem opera alavancado: ordens em perpétuos não são compromisso. Elas podem ser canceladas, deslocadas ou simplesmente desaparecer minutos antes do preço chegar. O que confirma rompimento não é a parede sumir no livro, e sim o preço negociar acima dela e sustentar o nível em fechamentos diários seguintes. Leia também: Renner usa blockchain para rastrear nova linha de jeans no Brasil O momentum joga a favor de uma nova tentativa. O RSI diário subiu para a parte alta da faixa neutra sem atingir leituras extremas, o que deixa margem para extensão do movimento. O preço também segue acima das médias móveis de curto e médio prazo, preservando a estrutura altista no gráfico diário. Esse desenho é coerente com o trimestre que acabou de encerrar. O desempenho do terceiro trimestre foi o melhor desde 2024, e o fluxo institucional sustentou boa parte da recuperação a partir das mínimas de setembro.
Dólar fecha acima de R$ 5,22 em dia de mal-estar global
Ibovespa avança com Petrobras em dia de petróleo acima de US$ 100 Resumo da notícia Na bolsa, o Ibovespa avançou, apoiado principalmente pelas ações da Petrobras, apesar da cautela de investidores diante do cenário internacional e da proximidade do primeiro turno das eleições. O dólar subiu quase 1% em comparação com o real nesta quinta-feira (1º). A moeda dos Estados Unidos ganhou força no exterior em meio à aversão ao risco provocada pelas tensões no Oriente Médio e pela alta do petróleo. Na bolsa, o Ibovespa avançou, apoiado principalmente pelas ações da Petrobras, apesar da cautela de investidores diante do cenário internacional e da proximidade do primeiro turno das eleições. Principais números Dólar à vista: R$ 5,224 (+0,97%); Ibovespa: 187.197,46 pontos (+0,46%); Petróleo tipo Brent: US$ 102,31 (+4,37%); Petróleo tipo WTI: US$ 92,87 (+2,71%). Dólar em alta O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,97%, a R$ 5,224. A cotação chegou a R$ 5,169 na mínima, às 9h40, e atingiu R$ 5,240 na máxima, pouco antes das 14h. No ano, a divisa acumula queda de 4,83%. O movimento acompanhou a valorização da moeda americana no exterior. O índice DXY, que mede o desempenho do dólar contra uma cesta de seis moedas fortes, avançou 0,58%, aos 102,040 pontos, após atingir máxima de 102,207. O ambiente internacional foi marcado pela preocupação com os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio. O avanço do petróleo também reforçou as preocupações com a inflação e ajudou a sustentar a busca por ativos considerados mais defensivos. Bolsa avança O Ibovespa fechou o primeiro pregão de outubro em alta de 0,46%, aos 187.197,46 pontos. A valorização foi sustentada principalmente pelas ações da Petrobras, que foram beneficiadas pela forte alta do petróleo. O movimento ocorreu mesmo com a cautela dos investidores diante do ambiente externo e da proximidade do primeiro turno das eleições. O índice encerrou setembro com alta de 5% e acumula valorização de 16,2% no ano. O volume financeiro desta quinta-feira foi de R$ 26 bilhões. Nos Estados Unidos, o S&P 500, das 500 maiores empresas, fechou em alta de 0,19%. Os mercados também acompanharam o comportamento dos títulos do Tesouro estadunidense e os efeitos da valorização do petróleo sobre as expectativas para a inflação e os juros. Petróleo acelera O petróleo fechou em forte alta nesta quinta-feira. O movimento foi influenciado pelas tensões no Oriente Médio e pelas preocupações com a oferta de combustíveis. Referência para as negociações internacionais, o barril do tipo Brent subiu 4,37% e fechou a US$ 102,31. O petróleo WTI, do Texas, avançou 2,71%, encerrando a sessão a US$ 92,87 por barril. A alta ganhou força durante a tarde, diante de informações sobre o deslocamento de forças militares dos Estados Unidos para o Oriente Médio e de novas incertezas sobre o conflito com o Irã. O mercado também acompanhou a possibilidade de liberação de estoques de diesel pela União Europeia, em meio às preocupações com a oferta global. A China suspendeu exportações de derivados de petróleo para destinos fora de Hong Kong e Macau até nova orientação.
Ibovespa cai, dólar sobe e petróleo despenca às vésperas do 1º turno
Ibovespa opera em leve baixa nesta sexta-feira (2), enquanto o dólar avança e o petróleo despenca às vésperas do 1º turno das eleições 2026. Às 11h29 (horário de Brasília), o principal índice da Bolsa brasileira recuava 0,06%, aos 187.086,25 mil pontos, em um pregão marcado por movimentos distintos entre os principais ativos. No câmbio, o dólar subia 0,07%, cotado a R$ 5,27. O mercado acompanha o comportamento da moeda norte-americana em meio ao cenário doméstico e às expectativas que cercam o resultado das urnas neste fim de semana. Entre as commodities, o petróleo registrava uma queda mais expressiva. A cotação recuava 4,21%, para US$ 88,66, ampliando a pressão sobre o segmento em um dia de maior volatilidade nos mercados. Na renda variável, o IFIX seguia na direção oposta ao Ibovespa e avançava 0,26%, aos 3.765,58 mil pontos. Já no mercado de criptomoedas, o Bitcoin subia 3,68%, enquanto o Ethereum registrava alta de 2,42% no mesmo horário. No setor de petróleo, o movimento predominante também era de queda. As ações da PETR3 recuavam 0,66%, enquanto PETR4 caía 0,44%, RECV3 tinha baixa de 1,36% e PRIO3 cedia 1,82%. Na contramão, BRAV3 registrava leve alta de 0,11%. Veja como operavam as bolsas em Nova York: O que mexe com o mercado Às vésperas da votação, o mercado também acompanha os números da corrida presidencial. O Datafolha mostrou na quinta-feira (1º) Lula (PT) com 45% dos votos válidos no primeiro turno, contra 40% de Flávio Bolsonaro (PL). Em um eventual segundo turno entre os dois, o levantamento apontou 48% para Lula e 45% para Flávio. No cenário externo, o relatório de emprego dos Estados Unidos, conhecido como "payroll", movimentou os negócios. A economia norte-americana criou 29 mil vagas em setembro, segundo o Departamento de Estatísticas do Trabalho, número abaixo da expectativa de 84 mil novos postos. O resultado ajudou a dar impulso ao principal índice de ações brasileiras. "Isso certamente não muda, por si só, a decisão do Fed, já que o mercado de trabalho não é o único determinante. Mas o dado retira a urgência de uma alta de juros em outubro. Os mercados já precificavam uma probabilidade abaixo de 30% para uma alta na próxima reunião, e acredito que esse dado mais fraco ajude a reduzir ainda mais essa possibilidade", avaliou Carlos Lopes, economista do banco BV. No Brasil, os investidores ainda monitoram os possíveis desdobramentos do cancelamento do debate presidencial da TV Globo , que estava marcado para a noite de quinta-feira, mas foi suspenso uma hora antes do horário previsto para começar. No campo dos indicadores domésticos, a produção industrial brasileira recuou 0,6% em agosto ante julho, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (2). O resultado interrompeu a alta registrada no mês anterior. "De modo geral, os dados de produção industrial em agosto são consistentes com o enfraquecimento da atividade incorporado em nosso cenário-base. Nosso tracking para o PIB do 3T26 recuou de 0,0% para -0,1%. Mantemos a expectativa de que o PIB total crescerá 1,7% em 2026 e 1,0% em 2027, abaixo do consenso de mercado e do crescimento potencial", avaliou Rodolfo Margato, economista da XP Investimentos. Veja também as maiores altas do Ibovespa E as maiores baixas