Logotipo de Valora Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario

VGHF11 Valora Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje

🏢 FII Híbrido / Renda Urbana

Valora Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario

CNPJ: 36771692000119

Preço Atual
R$ 4,14
+1.47%

Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00

Resumo Executivo (Visão Geral em Tempo Real)

VGHF11 (Valora Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 4,14, registrando variação de +1.47% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.49x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 19.08%.

Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

🏢 Renda Sólida

Atende a 9 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.

Pontuação dos Critérios 9/11 (81.8%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Aprovado

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 19.08% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
12 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP atual: 0.49x (Abaixo de 1.10)

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP com desconto excessivo: 0.49x (alerta de risco)

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: -15.0%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido: R$ 681.9 milhões

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 1.96 milhões

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: Híbrido / Renda Urbana

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Listado desde 2021 (5 anos na B3)

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY de 19.08% a.a. (muito elevado - risco de amortização ou distorção)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Vacância Física: 0.0% (Abaixo de 10%)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 13,17
Rendimento Anual (12M) R$ 0,79
Margem de Segurança +68.56%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.
📑
CVM Oficial Data-base: 09/2026

Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial

Ver Relatório CVM Completo →
Patrimônio Líquido R$ 1,36 bi
VP por Cota (CVM) R$ 8,26
Total de Cotistas 280.719
Grau de Alavancagem 0,00%

O ativo VGHF11 (Valora Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 4,14, acumulando uma variação de +1.47% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 3,96 e a máxima de R$ 7,39. O fundo atua no segmento de Híbrido / Renda Urbana, registrando um Dividend Yield (12M) de 19.08% e indicador P/VP de 0.49x.

✓ Fonte Oficial: CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e B3 S.A. Brasil, Bolsa, Balcão
Dados públicos em conformidade com a Lei das S/A (Lei 6.404/76)
Abertura
R$ 4,13
Fec. Ant: R$ 4,08
Variação Dia
Min: R$ 4,09
Max: R$ 4,16
52 Semanas
Mín: R$ 3,96
Máx: R$ 7,39
Volume
472.961
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: VGHF11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

0.49
R$ 8,26
Patrimônio Líquido
R$ 681,95 Mi
Último Rendimento
R$ 0.0500
Pagto: 2026-11-09
Rendimento Médio (12M)
R$ 0.0662
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 0.8600
acumulado no ano
R$ 681,95 Mi
Quantidade de Cotas
164,72 Mi
Liquidez Diária
472.961

Sobre a VGHF11

Categoria / Segmento
Híbrido / Renda Urbana
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O VALORA HEDGE FII (VGHF11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Definida.

Administrador do Fundo
Nome
.BANCO DAYCOVAL S/A
CNPJ
62232889000190
Telefone
0300 111 0500
Endereço
Avenida Paulista, 1793 - 2º Andar, Bela Vista — São Paulo/SP - CEP 01311200
RENDIMENTO R$ 0,0500
Pagamento: 09/11/2026
RENDIMENTO R$ 0,0600
Pagamento: 07/10/2026
RENDIMENTO R$ 0,0600
Pagamento: 08/09/2026
RENDIMENTO R$ 0,0600
Pagamento: 07/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 07/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 08/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 08/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 08/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 06/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,0700
Pagamento: 06/02/2026

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Cotação e gráfico de VGHF11 Acompanhe todos os mercados no TradingView VGHF11 é a cota do Valora Hedge, fundo de fundos imobiliários, que investe em cotas de outros FIIs. O fundo é administrado por Banco Daycoval. No informe de setembro de 2026, o fundo tinha patrimônio líquido de R$ 1,4 bilhão, valor patrimonial de R$ 8,26 por cota e 280.719 cotistas. Nos últimos 12 meses, distribuiu R$ 0,79 por cota em rendimentos. O rendimento mais recente é de R$ 0,05 por cota, com data com em 30/10/2026 e pagamento em 09/11/2026. O fundo Patrimônio líquido R$ 1,4 bi Valor patrimonial R$ 8,26 por cota Cotistas 280.719 Cotas emitidas 164.721.683 Ativo total R$ 1,4 bi Rentabilidade patrimonial +0,82% no mês do informe Informe mensal à CVM de setembro de 2026. Rendimentos e dividendos R$ 0,79 por cota em rendimentos nos últimos 12 meses. Rendimentos de VGHF11 Tipo Por cota Data com Pagamento Rendimento R$ 0,05 30/10/2026 09/11/2026 Rendimento R$ 0,06 30/09/2026 07/10/2026 Rendimento R$ 0,06 31/08/2026 08/09/2026 Rendimento R$ 0,06 31/07/2026 07/08/2026 Rendimento R$ 0,07 30/06/2026 07/07/2026 Rendimento R$ 0,07 29/05/2026 08/06/2026 Rendimento R$ 0,07 30/04/2026 08/05/2026 Rendimento R$ 0,07 31/03/2026 08/04/2026 Rendimento R$ 0,07 27/02/2026 06/03/2026 Rendimento R$ 0,07 30/01/2026 06/02/2026 Rendimento R$ 0,07 30/12/2025 08/01/2026 Rendimento R$ 0,07 28/11/2025 05/12/2025

UE, Ásia ou EUA: quem vence a corrida regulatória do mercado cripto?
Altcoins •

UE, Ásia ou EUA: quem vence a corrida regulatória do mercado cripto?

O artigo de opinião a seguir foi escrito por Volodymyr Nosov, fundador e presidente do WhiteBIT Group. Europa: a vantagem de ser pioneira A Europa fez o que nenhum outro grande mercado ainda ousou fazer. Foi a primeira a reunir regras fragmentadas sob um único marco regulatório — o Markets in Crypto-Assets (MiCA). Criar uma arquitetura jurídica unificada para 27 países de uma só vez é algo sem precedentes, e é precisamente aí que reside a principal vantagem do MiCA — no chamado “passaporte da UE”. As empresas do setor de criptomoedas obtêm uma licença em um país da UE e ganham automaticamente acesso a todos os países europeus. O quadro estabelece regras do jogo para governança corporativa, proteção ao consumidor, custódia de ativos, resiliência operacional, divulgação de informações e outros aspectos fundamentais. Essa abordagem permite que as empresas planejem investimentos estratégicos para os próximos anos com maior confiança. O surgimento de um quadro regulatório claro também é importante para os participantes institucionais. Afinal, é muito mais fácil para grandes bancos, gestores de ativos ou gigantes da fintech integrarem a infraestrutura da Web3 quando sua contraparte opera sob regras transparentes. A MiCA tem desvantagens? Claro, e a primeira é o alto custo da conformidade regulatória. Como fundador de uma plataforma de criptomoedas que passou por esse processo, posso afirmar em primeira mão que a preparação para a MiCA exige um investimento significativo. Não se trata apenas das formalidades legais. Uma empresa precisa construir uma plataforma totalmente regulamentada: atender a um conjunto abrangente de requisitos de infraestrutura, organizacionais e financeiros; montar uma equipe; contratar os prestadores de serviços adequados; e garantir o nível exigido de segurança cibernética e resiliência operacional, incluindo a conformidade com os requisitos da DORA. Essa barreira à entrada está mudando a estrutura do mercado. Grandes empresas estão em melhor posição para absorver esses custos, enquanto os participantes menores precisam buscar parceiros, considerar fusões ou repensar seus planos de atuação na UE. O segundo desafio é o chamado “forum shopping regulatório”. As licenças são emitidas pelos órgãos reguladores nacionais de cada país, mas são válidas em toda a Europa. Diferenças nas práticas de supervisão podem incentivar alguns participantes a buscar jurisdições com uma abordagem menos rigorosa. É por isso que Bruxelas já está discutindo maneiras de fortalecer o papel direto da ESMA (Autoridade Europeia dos Valores Mobiliários e dos Mercados) na supervisão de grandes grupos transfronteiriços do setor de criptomoedas. E, finalmente, há o fator velocidade. Padrões regulatórios elevados na UE protegem os consumidores e fortalecem a confiança no mercado. Ao mesmo tempo, uma arquitetura regulatória complexa pode desacelerar a Europa justamente quando os EUA e a Ásia estão ganhando impulso. EUA: o maior mercado de capitais e oscilações regulatórias Nenhuma jurisdição consegue competir com os EUA em termos da escala de seu sistema financeiro, particularmente no volume de recursos institucionais e de capital de risco, bem como na solidez de sua infraestrutura de mercado. Wall Street, os maiores fundos de hedge do mundo, os gigantes da tecnologia e o papel global do dólar já fazem parte do mesmo ecossistema. Historicamente, o principal ponto fraco dos EUA tem sido a fragmentação da autoridade regulatória entre agências federais e estados individuais. E esse é o maior paradoxo do sistema americano. O país que atrai capital em maior escala ainda não criou uma estrutura única e clara para seu mercado de criptomoedas. Como resultado, as empresas de criptomoedas nos EUA são atualmente obrigadas a operar sob várias camadas regulatórias ao mesmo tempo. As corretoras podem, simultaneamente, estar sujeitas a requisitos federais de combate à lavagem de dinheiro, precisar de licenças separadas para transferência de valores nos estados onde operam e, dependendo de seus ativos e produtos, também ter que cumprir os requisitos da SEC para títulos e os requisitos da CFTC para derivativos de commodities e certos produtos digitais. Como resultado, os custos jurídicos e de conformidade são simplesmente enormes, enquanto a declaração de impostos também exige recursos substanciais. É claro que os EUA querem simplificar a legislação sobre a estrutura do mercado e vêm tentando finalizá-la há algum tempo. Mas a Lei CLARITY, que visa dividir definitivamente as responsabilidades entre os órgãos reguladores, já está parada no Senado há quase seis meses. A votação final foi mais uma vez adiada devido a conflitos de interesse entre bancos e empresas de criptomoedas, bem como ao lobby político, no qual o setor já gastou mais de US$ 225 milhões, segundo o Financial Times. Ainda assim, também houve mudanças positivas no ambiente regulatório dos EUA. Em particular, a Lei das Stablecoins (Lei GENIUS) foi aprovada no ano passado, elevando a negociação de stablecoins ao nível de estratégia financeira nacional. O desenvolvimento regulatório também foi significativamente influenciado pelo interesse ativo e pelos investimentos em blockchain e tokenização por parte de gigantes financeiros como JPMorgan, BlackRock e Nasdaq. A percepção da Web3 em Wall Street também se transformou: hoje, ela não é mais um setor à parte, mas uma camada tecnológica que abrange todo o sistema financeiro. É, portanto, a incerteza jurídica que dissuade muitas empresas de criptomoedas de entrar no mercado dos EUA. E, embora o capital institucional continue a fluir por meio de ETFs à vista, lançar um novo projeto de criptomoedas do zero no mercado dos EUA ainda parece uma caminhada sobre gelo fino. Ásia e Oriente Médio: a corrida entre os centros tecnológicos Atualmente, não existe um único “regime asiático”. Mas jurisdições individuais estão construindo centros financeiros dinâmicos e se desenvolvendo rapidamente para atrair o capital global da Web3. Cingapura, por exemplo, tem se concentrado na qualidade regulatória e em um alto nível de confiança institucional. Seu órgão regulador local, a MAS, que também atua como banco central do país, construiu um sistema regulatório claro, embora rigoroso, para tokens de pagamento digital (DPTs), com altos requisitos de conformidade e gestão de riscos tecnológicos. Ao mesmo tempo, a jurisdição oferece uma alíquota competitiva de imposto sobre as pessoas jurídicas de 17%. Combinado com sua infraestrutura financeira avançada, isso torna Cingapura um dos centros asiáticos mais atraentes para sedes regionais de empresas de criptomoedas, infraestrutura B2B e serviços de custódia de ativos digitais. Nas proximidades, Hong Kong está recuperando terreno de forma ativa. Por meio do abrangente regime de licenciamento da SFC e da nova legislação sobre stablecoins, a região está construindo um ecossistema regulado de ativos digitais e fortalecendo seu papel tradicional como ponte financeira entre a China e os mercados globais. A tributação competitiva continua sendo uma vantagem adicional: para as empresas, a alíquota sobre os primeiros HK$ 2 milhões (aproximadamente US$ 255.000) de lucros tributáveis pode ser de 8,25%, enquanto os lucros acima desse limite são tributados a 16,5%. No entanto, a posição única de Hong Kong em relação à China continental não deve ser negligenciada, pois acrescenta um elemento de incerteza geopolítica à jurisdição. O terceiro centro asiático de criptomoedas que merece atenção é Dubai, no Oriente Médio. Já há cinco anos, a cidade abriga o primeiro órgão regulador independente do mundo, a VARA. Em vez de um único conjunto universal de requisitos, Dubai optou por um modelo no qual as regras são adaptadas a tipos específicos de atividade — desde negociação em bolsas e serviços de custódia até empréstimos, gestão de ativos e staking. Isso não significa uma regulamentação fraca. Pelo contrário, os requisitos de conformidade, tecnologia e gestão de riscos continuam elevados, mas a própria arquitetura regulatória está muito mais bem adaptada à natureza específica dos negócios de criptomoedas. Outra vantagem de Dubai é seu ambiente tributário favorável. Os Emirados Árabes Unidos não possuem imposto de renda federal sobre pessoas físicas, enquanto a tributação corporativa competitiva torna a jurisdição particularmente atraente para empresas de criptomoedas, empreendedores, investidores e talentos da área de tecnologia. A Ásia e o Oriente Médio oferecem ao mercado o que falta atualmente ao Ocidente — rapidez na tomada de decisões e disposição dos reguladores em se adaptar às realidades dos negócios. Ao mesmo tempo, esses centros dinâmicos têm uma desvantagem: a fragmentação. São “ilhas” regulatórias separadas, o que significa que a expansão pela Ásia exige a obtenção de um conjunto de licenças locais. Onde as empresas devem buscar uma vantagem? É improvável que os reguladores consigam criar regras universais para todos os tipos de negócios. Para uma grande corretora de criptomoedas focada no mercado de varejo, a UE oferece atualmente um dos modelos mais sólidos. Embora a MiCA exija um investimento significativo em conformidade, ela proporciona acesso a 27 mercados prósperos. Para empresas institucionais, os EUA naturalmente oferecem o maior potencial, graças à sua enorme base de capital e à integração ativa das criptomoedas no sistema financeiro tradicional. Se o objetivo for estabelecer uma base institucional na Ásia, Cingapura está em uma categoria à parte, graças à previsibilidade regulatória e a uma sólida infraestrutura bancária. O que está claro é que a era da busca pelas regras mais brandas chegou ao fim — a disputa agora gira em torno da qualidade regulatória. Na minha opinião, as jurisdições que sairão vencedoras são aquelas que oferecem às empresas acesso a capital e previsibilidade, protegem os consumidores, mas não sufocam a inovação.

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Cotação e gráfico de INHF11 Acompanhe todos os mercados no TradingView INHF11 é a cota do Inter Hedge, fundo de fundos imobiliários, que investe em cotas de outros FIIs. O fundo tem gestão ativa e é administrado por Inter DTVM. No informe de setembro de 2026, o fundo tinha patrimônio líquido de R$ 197,2 milhões, valor patrimonial de R$ 9,87 por cota e 168 cotistas. Nos últimos 12 meses, distribuiu R$ 0,69 por cota em rendimentos. O rendimento mais recente é de R$ 0,20 por cota, com data com em 30/10/2026 e pagamento em 16/11/2026. O fundo Patrimônio líquido R$ 197,2 mi Valor patrimonial R$ 9,87 por cota Cotistas 168 Cotas emitidas 19.973.705 Ativo total R$ 199,2 mi Rentabilidade patrimonial −0,67% no mês do informe Informe mensal à CVM de setembro de 2026. Rendimentos e dividendos R$ 0,69 por cota em rendimentos nos últimos 12 meses. Rendimentos de INHF11 Tipo Por cota Data com Pagamento Rendimento R$ 0,20 30/10/2026 16/11/2026 Rendimento R$ 0,09 30/09/2026 15/10/2026 Rendimento R$ 0,20 31/08/2026 15/09/2026 Rendimento R$ 0,20 31/07/2026 14/08/2026

Perguntas Frequentes sobre VGHF11

Qual é a cotação de VGHF11 hoje na B3?
A cotação de VGHF11 hoje está em R$ 4,14. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 4,09 e máxima de R$ 4,16.
Quanto a VGHF11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de VGHF11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de VGHF11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de VGHF11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.