TAEE11 Transmissora Alianca De Energia Eletrica S.A. Unit – Cotação Hoje
Transmissora Alianca De Energia Eletrica S.A. Unit
CNPJ: 07859971000130
Resumo Fundamentalista de TAEE11
O ativo TAEE11 (Transmissora Alianca De Energia Eletrica S.A. Unit) está sendo negociado hoje a R$ 36,91, acumulando uma variação de -0.91% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 32,97 e a máxima de R$ 46,11. A companhia está inserida no setor de Energia, atuando no segmento de Energia Elétrica. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Sobre a TAEE11
A Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A. (Taesa), listada na B3 sob TAEE3, TAEE4 e TAEE11, é uma companhia brasileira focada em transmissão de energia elétrica. A empresa foi estruturada no fim da década de 2000 e concentra sua atuação em ativos de infraestrutura de transmissão. Seu negócio principal é a construção, operação e manutenção de linhas de transmissão e subestações em diferentes estados brasileiros. A receita é majoritariamente associada a contratos de concessão e à Receita Anual Permitida (RAP) regulada pela Aneel. No ambiente competitivo, a Taesa é uma das companhias privadas relevantes em transmissão no Brasil, ao lado de grupos como ISA e outros operadores setoriais. O perfil de negócio é de infraestrutura regulada de longo prazo, com foco em disponibilidade e desempenho operacional dos ativos. A companhia tem sede no Rio de Janeiro e portfólio de concessões distribuído por várias regiões do país. Sua escala inclui milhares de quilômetros de linhas e dezenas de subestações, com operação integrada ao Sistema Interligado Nacional.
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FII SNME11 avança 2,40% e e atinge R$ 9,40 no pregão Vinícius Alves 18/08/2026 às 20:30 2 minutos de leitura Atualizado em: 18/08/2026 às 20:30 O fundo imobiliário SNME11 fechou o pregão desta terça-feira (18) em alta de 2,40%, cotado a R$ 9,40, segundo dados da B3. A cota abriu o dia em R$ 9,39 e oscilou entre a mínima de R$ 9,10 e a máxima de R$ 9,40. Com o avanço, o fundo encerrou a sessão no maior preço registrado no pregão. A alta veio acompanhada de R$ 212,49 mil em volume financeiro negociado, enquanto o fundo registrava cota de R$ 9,40 no fechamento. SNME11 lucra R$ 1,81 milhão e destaca operação que rendeu TIR de 52,5% O SNME11 registrou em junho um resultado líquido de R$ 1,81 milhão, mantendo sua estratégia voltada à captura de ganhos de capital em operações estruturadas e arbitragem no mercado de fundos imobiliários. No período, o fundo registrou resultado distribuível de R$ 0,244 por cota e distribuiu R$ 0,22 por cota em dividendos, pagamento realizado em 27 de julho. Ao fim do mês, o SNME11 manteve R$ 0,0669 por cota em reservas distribuíveis acumuladas. Considerando a cotação de mercado de R$ 9,40, o fundo encerrou junho com dividend yield anualizado de 31,9%. A cota patrimonial fechou em R$ 9,63, equivalente a uma relação P/VP de 0,98 vez. Segundo a gestora, a expectativa é que, nos próximos meses, o fundo distribua apenas o resultado recorrente, enquanto a reserva acumulada será integralmente distribuída antes da conclusão da incorporação do SNFF11 e do KISU11 pelo SNME11. A carteira de CRIs terminou o período com yield médio de 19,24% e duration aproximada de 0,5 ano, mantendo o perfil de ativos de curto prazo. Últimos dividendos do FII O SNME11 anunciou a distribuição de R$ 0,10 por cota aos investidores, com pagamento previsto para 25 de agosto de 2026. A data-base para ter direito ao rendimento é 14 de agosto. Com a cota encerrando o pregão a R$ 9,38 (fechamento de julho), o provento representa um dividend yield de 1,07% sobre o preço de fechamento. O rendimento será destinado aos investidores posicionados no fundo na data-base, seguindo o calendário de distribuição informado pelo SNME11. Vale ressaltar que os proventos são isentos de Imposto de Renda para pessoa física.
CVM marca julgamento de processo que envolve Banco Master e Daniel Vorcaro
Redação RedeTV! Sessão presencial foi agendada para o dia 8 de setembro, às 15h, no Rio de Janeiro Foto: Divulgação/Banco Master A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) marcou para o dia 8 de setembro o julgamento do processo administrativo que apura supostas fraudes no mercado de capitais. A sessão presencial será realizada às 15h, no Rio de Janeiro, sob a relatoria do diretor João Accioly. Entre os acusados no processo estão a instituição financeira Banco Master, atualmente em liquidação extrajudicial, e o banqueiro Daniel Vorcaro. A pauta da autarquia também inclui familiares do executivo, como o pai Henrique Moura Vorcaro e o primo Felipe Cançado Vorcaro, além de empresas ligadas ao grupo. A entidade reguladora do mercado informou os detalhes do caso. "Apurar irregularidades atreladas à 3ª emissão de cotas do Brazil Realty FII, sob a alegação de operação fraudulenta no mercado de capitais, cumulada com violação de deveres fiduciários e informacionais e prática de embaraço à fiscalização" Segundo a acusação, algumas companhias receberam cotas do fundo imobiliário em troca de terrenos, ações e participações societárias avaliados acima do valor real. O colegiado vai analisar suspeitas de operação fraudulenta, violação de deveres fiduciários e de prestação de informações, além de embaraço à fiscalização. Os investigados e seus advogados foram notificados sobre a possibilidade de participar do julgamento e realizar sustentação oral, presencialmente ou por videoconferência. Caso sejam responsabilizados, os envolvidos podem sofrer sanções administrativas, multas e inabilitação para exercer cargos no setor financeiro. O escândalo do grupo financeiro começou a ganhar dimensão em 2025, quando o Banco Central decretou a liquidação da empresa e o empresário se tornou alvo de apurações sobre fraude. Em março, a Polícia Federal prendeu o investigado na Operação Compliance Zero sob suspeita de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, corrupção e manipulação de mercado. Fique informado com a RedeTV! - Clique aqui para entrar no nosso canal de notícias no WhatsApp - Clique aqui para acessar o Notícias RedeTV! no Youtube - Assista AO VIVO à programação da RedeTV!
Por que o México, com energia mais cara e fóssil, supera o Brasil em data centers da Odata
O atraso na aprovação do Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata) tem feito o Brasil perder espaço para os países na América Latina. A Odata, desenvolvedora de data centers, hoje tem mais capacidade instalada e demanda no México que no Brasil. “O México, mesmo com preço de energia cara e não renovável, superou o Brasil”, disse Ricardo Arantes, CEO e cofundador da Odata, durante a 27ª Conferência Anual do Santander. Apenas cerca de 25% da geração de energia daquele país vem de fontes renováveis. A empresa pertence à Aligned Data Centers, que passou a ser controlada neste ano por fundos globais como Artificial Intelligence Infrastructure Partnership (AIP), MGX e Global Infrastructure Partners (GIP), da BlackRock. Na América Latina, a plataforma atua por meio da Odata e mantém presença em São Paulo, Rio de Janeiro, Bogotá, Querétaro e Santiago. Arantes vê o Brasil com capacidade de quintuplicar em cinco anos a capacidade instalada hoje em data centers, de 1 GW. Mas para isso, o governo precisa regulamentar os incentivos fiscais para atrair os hyperscalers, que são as grandes empresas de tecnologia como Google e Amazon, que fornecem a infraestrutura de armazenamento de computação em nuvem. 1 de 1 Odata avalia levantar recursos com fundos imobiliários — Foto: Pixabay Odata avalia levantar recursos com fundos imobiliários — Foto: Pixabay A discussão sobre um regime especial para data centers abastecidos por energia renovável, hoje tratada pelo PL 278/2026 aguarda votação no Senado. O mercado também tem discutido a isenção de ICMS sobre equipamentos importados para data centers. Há a opção da criação de Zona de Processamento de Exportação (ZPE) como fez o Ceará. “A Colômbia optou por esse modelo de ZPEs e tem atraído investimentos”, disse Arantes. Para financiar os investimentos no Brasil, a Odata está avaliando fazer transações com fundos de investimento imobiliário como fez a Scala. “Os projetos precisam estar operacionais, mas avaliamos esse tipo de estrutura”, disse Arantes ao Pipeline.
Perguntas Frequentes sobre TAEE11
Qual é a cotação de TAEE11 hoje na B3?
Quanto a TAEE11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de TAEE11?
O que significa o P/L e o P/VP de TAEE11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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