SU

SUIN11 SULAMERICA INFRA CDI Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Investimento Financeiro em Infraestrutura Renda Fixa – Cotação Hoje

🏢 FII FI-Infra

SULAMERICA INFRA CDI Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Investimento Financeiro em Infraestrutura Renda Fixa

Preço Atual
R$ 85,11
+0.50%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 6 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.

Pontuação dos Critérios 6/11 (54.5%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 11.99% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
10 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP não disponível

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP não disponível

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: +19.3%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido não disponível

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 5 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: FI-Infra

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 11.99% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Fundo de Papel/Financeiro (Não possui imóveis físicos diretos)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 170,04
Rendimento Anual (12M) R$ 10,20
Margem de Segurança +49.95%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo SUIN11 (SULAMERICA INFRA CDI Fundo de Investimento em Cotas de Fundo de Investimento Financeiro em Infraestrutura Renda Fixa) está sendo negociado hoje a R$ 85,11, acumulando uma variação de +0.50% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 81,00 e a máxima de R$ 105,52. O fundo atua no segmento de FI-Infra, registrando um Dividend Yield (12M) de 11.99% e indicador P/VP de 1,00x.

Abertura
R$ 84,31
Fec. Ant: R$ 85,11
Variação Dia
Min: R$ 84,31
Max: R$ 85,11
52 Semanas
Mín: R$ 81,00
Máx: R$ 105,52
Volume
59
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: SUIN11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

Patrimônio Líquido
-
Último Rendimento
R$ 1.1309
Pagto: 2026-09-15
Rendimento Médio (12M)
R$ 1.0202
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 10.2024
acumulado no ano
Quantidade de Cotas
-
Liquidez Diária
59

Sobre a SUIN11

Categoria / Segmento
FI-Infra
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
RENDIMENTO R$ 1,1309
Pagamento: 15/09/2026
RENDIMENTO R$ 1,1114
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 1,0536
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,9001
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,7605
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 1,1026
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,5257
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 1,1906
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 1,4050
Pagamento: 15/01/2026
RENDIMENTO R$ 1,0220
Pagamento: 12/12/2025

Notícias relacionadas

Fundos imobiliários pagam dividendos acima do resultado; oportunidade ou sinal de risco? | Estadão
Fundos Imobiliários Brasileiros •

Fundos imobiliários pagam dividendos acima do resultado; oportunidade ou sinal de risco? | Estadão

Estadão Blue Studio Express Conteúdo criado em parceria com pequenas e médias empresas. Saiba mais

Ibovespa avança, mas cenário eleitoral pede cautela em outubro
Selic •

Ibovespa avança, mas cenário eleitoral pede cautela em outubro

Há meses em que o maior desafio de uma estratégia de investimentos não está em definir novos destinos para o capital, mas em resistir à necessidade de alterar o portfólio. Para outubro de 2026, essa foi a escolha do Comitê de Alocação do Safra apresentada no Safra Report, o relatório mensal com recomentações de investimentos para clientes e investidores. Depois de um setembro marcado por valorização expressiva da bolsa brasileira, retomada do fluxo estrangeiro, corte da taxa Selic e aumento da incerteza eleitoral, o banco decidiu manter inalteradas as recomendações para todas as classes de ativos. A decisão reflete a avaliação de que os ajustes estruturais adotados nos últimos meses, especialmente a maior exposição a títulos prefixados, já incorporam o cenário de desinflação e continuidade gradual do ciclo de cortes de juros no Brasil. Ibovespa tem melhor mês desde janeiro O Ibovespa encerrou setembro com alta de 5,03%, aos 186.340 pontos. Foi o melhor desempenho mensal do índice desde janeiro de 2026, quando havia avançado 12,56%. Com o resultado, a bolsa brasileira acumulou valorização de 15,6% no ano até o fim de setembro. O movimento ocorreu em um mês de maior apetite estrangeiro por ativos locais e de intensificação do debate eleitoral. Fluxo estrangeiro sustenta rali da bolsa A entrada de recursos externos foi um dos principais vetores da valorização do mercado acionário brasileiro. Até 28 de setembro, investidores estrangeiros haviam realizado aportes líquidos de R$ 9,6 bilhões na B3 no mês. O dado representou uma reversão parcial diante da saída líquida de R$ 18,1 bilhões registrada em agosto. No acumulado de 2026, o saldo positivo dos investidores estrangeiros alcançou cerca de R$ 27,7 bilhões. Além do fluxo financeiro, a proximidade do primeiro turno das eleições adicionou volatilidade e aumentou o interesse do mercado por ativos associados a diferentes cenários políticos e fiscais. Selic cai para 13,75% ao ano No cenário doméstico, o Comitê de Política Monetária reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual em setembro, para 13,75% ao ano. Foi o quinto corte consecutivo no atual ciclo de flexibilização monetária. A ata da reunião reforçou a percepção de desaceleração da atividade econômica, sobretudo nos setores mais sensíveis ao crédito e ao consumo. Esse ambiente mantém aberta a discussão sobre novos cortes, embora o ritmo e a extensão do ciclo dependam da trajetória da inflação, da política fiscal e das condições externas. Juros americanos pressionam ativos globais Enquanto a bolsa brasileira avançou, os mercados internacionais enfrentaram um mês mais desafiador. A principal pressão veio dos títulos públicos dos Estados Unidos de prazo mais longo. O rendimento do Treasury de 30 anos encerrou setembro em 5,64%, o maior nível em cinco anos. No último dia do mês, a taxa atingiu 5,65% durante os negócios. Juros longos mais elevados reduzem a atratividade relativa dos ativos de risco e ampliam o custo de capital global. Ao mesmo tempo, a expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz pressionou o petróleo e adicionou incerteza ao cenário internacional. Wall Street tem desempenho desigual O contraste entre Brasil e Estados Unidos ficou evidente nos índices acionários. O Dow Jones recuou mais de 4% em setembro, enquanto o S&P 500 caiu 0,5%. O Nasdaq foi a exceção, com alta de 1,8% no mês, sustentado principalmente pelas empresas ligadas à inteligência artificial. Ainda assim, a performance desigual de Wall Street reforçou a cautela diante de taxas de juros elevadas e de um ambiente global menos favorável aos ativos de risco. Safra Report mantém todas as classes de ativos Diante desse quadro, o Comitê de Alocação do Safra optou por não alterar as posições recomendadas no Safra Report de outubro. A estratégia busca preservar os ganhos das mudanças implementadas anteriormente e evitar decisões táticas às vésperas de um período eleitoral decisivo. Para o banco, alterar o portfólio sem maior visibilidade sobre os desdobramentos políticos e externos significaria substituir risco calculado por ruído de curto prazo. A manutenção da alocação não representa inércia. Ao contrário, expressa a avaliação de que o portfólio atual segue adequado para combinar a perspectiva de queda gradual dos juros locais com a necessidade de proteção diante da volatilidade internacional. Eleições e exterior definem próximos passos O primeiro turno das eleições, previsto para outubro, deve concentrar a atenção dos investidores nas próximas semanas. Em paralelo, a evolução dos juros americanos continuará sendo determinante para o comportamento dos mercados globais e dos fluxos para países emergentes. Por enquanto, o Safra entende que a estratégia mais consistente é manter as posições e aguardar maior clareza. Em um ambiente de sinais contraditórios, a disciplina de não reagir ao ruído pode ser tão importante quanto a escolha dos ativos. Recomendações de investimentos por perfil de investidor A avaliação do perfil de investidor nos ajuda a entender três aspectos fundamentais: Capacidade para investir, considerando o equilíbrio entre renda, despesa, poupança e reservas atuais; Tolerância às oscilações nos valores dos investimentos; Conhecimento e experiência com investimentos. A combinação ponderada desses aspectos classifica o investidor em um dos quatro perfis abaixo: Ultraconservador Investidores ultraconservadores demonstram baixíssima tolerância às possíveis oscilações nos seus investimentos. Mesmo assim, entendemos que existe espaço para diversificação por meio de Renda Fixa e Fundos Multimercado. Além disso, aplicações com prazos mais longos têm potencial de gerar retorno adicional para os investimentos, porém com riscos controlados. Conservador Investidores conservadores demonstram baixa aceitação às oscilações nas suas carteiras. No entanto, não quer dizer que não aceitem oscilações. Neste sentido, entendemos que existe espaço para a diversificação além da Renda Fixa e Fundos Multimercado, adicionando uma parcela de investimentos em Renda Variável Local e ativos internacionais. Moderado Investidores moderados aceitam oscilações em seus portfólios em prol do maior potencial de retorno. Fundos Multimercados podem ser predominantes na alocação para potencializar a expectativa de retorno esperado. Pensamento de longo prazo éimportante para este investidor. Dinâmico Investidores dinâmicos aceitam oscilações significativas em seus investimentos em busca de maiores potenciais de retornos. Poderá haver maior exposição à Renda Variável, Fundos Imobiliários e Internacional, com o objetivo de potencializar retornos diferenciados. O foco no longo prazo é muito importante para este investidor.

FII da Vinci adiciona galpão de R$ 140 mi à carteira; Shopee está entre locatários
Fundos Imobiliários Brasileiros •

FII da Vinci adiciona galpão de R$ 140 mi à carteira; Shopee está entre locatários

O VILG11 concluiu a aquisição do Multimodal Campinas, condomínio logístico localizado no interior de São Paulo Publicidade O fundo imobiliário Vinci Logística (VILG11) concluiu a aquisição do Multimodal Campinas, condomínio logístico localizado no interior de São Paulo, por R$ 140 milhões. A operação, anunciada inicialmente em agosto, foi formalizada pelo fundo por meio de fato relevante divulgado ao mercado. O empreendimento possui 46,3 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL), o que coloca o valor da transação em aproximadamente R$ 3 mil por m². O imóvel está localizado em Campinas, um dos principais mercados logísticos do Estado de São Paulo. O pagamento foi estruturado de forma parcelada. Na conclusão da operação, o VILG11 desembolsou R$ 56 milhões, equivalente a 40% do preço total. Os outros 60% serão pagos em duas parcelas de R$ 42 milhões cada. A primeira parcela será quitada seis meses após o fechamento e terá correção pelo IPCA. A segunda está prevista para 12 meses e também será atualizada pela inflação. A estrutura, segundo o fundo, leva em consideração o valor presente dos pagamentos futuros. Continua depois da publicidade Com o fluxo financeiro da operação, o VILG11 estima um cap rate inicial de 9,9%. O fundo também projeta um yield médio de 18,5% no primeiro ano da aquisição. Leia Mais: GARE11, MXRF11 e HGBS11 pagam dividendos em outubro; confira os valores VILG11 terá garantia de receita em caso de vacância Além das condições financeiras da compra, o vendedor oferecerá ao fundo uma garantia de renda mínima (RMG) pelo prazo de até 12 meses após a conclusão da operação. Continua depois da publicidade O mecanismo busca preservar a receita atualmente contratada caso ocorra uma eventual redução ou perda da ocupação do empreendimento. O Multimodal Campinas está instalado no km 87 da Rodovia Anhanguera (SP-330), corredor estratégico para o transporte de cargas no Estado, e fica próximo ao Aeroporto Internacional de Viracopos. O condomínio possui padrão construtivo classificado como AAA e é composto por 13 módulos. Entre as características do empreendimento estão pé-direito mínimo de 12 metros e pisos com capacidade para suportar até 6 toneladas por m². Continua depois da publicidade Atualmente, o imóvel conta com cinco locatários. Entre eles estão a Shopee e o Grupo MBRF, que juntos respondem por mais de 75% da receita de locação do ativo. Leia Mais: Galpão perto do consumidor vale mais: FII BRCO11 explica força do “last mile”

Perguntas Frequentes sobre SUIN11

Qual é a cotação de SUIN11 hoje na B3?
A cotação de SUIN11 hoje está em R$ 85,11. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 84,31 e máxima de R$ 85,11.
Quanto a SUIN11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de SUIN11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de SUIN11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de SUIN11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.