STYI11 Strivo Yield Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
Strivo Yield Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada
Resumo Fundamentalista de STYI11
O ativo STYI11 (Strivo Yield Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 1.287,99, acumulando uma variação de -0.16% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 900,00 e a máxima de R$ 1.699,00.
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DIGY11: B3 recebe 1º Digital Yield ETF de Bitcoin
A OranjeBTC anunciou nesta quarta-feira (12) o DIGY11, apresentado como o primeiro Digital Yield ETF da B3. O produto é estruturado a partir de ações preferenciais de Bitcoin emitidas por empresas como a Strategy e a Strive, negociado em reais e com proteção cambial. A estreia na bolsa brasileira está prevista para o início de setembro. O fundo busca levar ao investidor local uma categoria que ganhou tração nos Estados Unidos: o chamado Digital Credit, ou crédito digital, baseado em papéis como o STRC, da Strategy, e o SATA, da Strive. Este último foi lançado em novembro de 2025 e captou US$ 780 milhões. Como funciona o DIGY11 Projetado com liquidez diária e distribuições mensais, o DIGY11 tem rendimento estimado de CDI acrescido de 3% a 5% ao ano nas condições atuais de mercado. A projeção não considera a variação das cotas e não é garantida. Sobre as distribuições incide alíquota de tributação de 15%. Entre os custos, a taxa de gestão é de 0,90% ao ano, e o custo total estimado do produto chega a 1,30% ao ano. Considerando as reservas combinadas de caixa e Bitcoin, a cobertura patrimonial dos pagamentos alcança 30 anos aos preços atuais. A estrutura envolve nomes como 3R Investimentos na gestão, MarketVector e VanEck no índice de referência, e Banco Daycoval na administração fiduciária. O produto acompanha o MarketVector Bitcoin Treasury Preferred Equity BRL Hedged Index.
OranjeBTC lança primeiro ETF de ações preferenciais de Bitcoin na B3
A OranjeBTC anuncia o Digital Yield ETF (DIGY11), que reúne ações preferenciais de Strategy e Strive; estimativa de rendimento é entre CDI + 3% e CDI + 5% A OranjeBTC (B3: OBTC3) anunciou nesta quarta-feira (12) o lançamento do DIGY11, o Digital Yield ETF, primeiro fundo de índice listado na B3 dedicado a ações preferenciais internacionais emitidas por companhias do ecossistema Bitcoin. A estreia do fundo na bolsa brasileira está prevista para o início de setembro. O DIGY11 terá carteira inicial composta por papéis da Strategy (via STRC) e da Strive (via SATA), duas emissoras americanas que mantêm reservas relevantes de Bitcoin em seus balanços e usam esses instrumentos para gerar renda recorrente em dólar. O fundo terá proteção cambial, liquidez diária e fará distribuições mensais em reais aos cotistas. O lançamento teve a chancela do próprio fundador da Strategy, Michael Saylor. “O Crédito Digital é uma nova classe de ativos, e vê-la chegar aos investidores da América Latina por meio de um veículo local e regulado é exatamente o tipo de expansão que o STRC foi criado para viabilizar”, afirmou. Matt Cole, presidente do conselho de administração e CEO da Strive, também comentou o lançamento: “O Digital Credit está evoluindo de uma inovação pioneira de uma única empresa para uma verdadeira classe de ativos, com múltiplos emissores e uma demanda global crescente. O lançamento de um índice e de um ETF estruturados em torno dessa categoria representa um passo importante para levar renda respaldada por Bitcoin a investidores em todo o mundo.” Como funciona o fundo Diferente de um ETF de Bitcoin tradicional, o DIGY11 não compra o ativo diretamente. Ele investe em ações preferenciais — um tipo de valor mobiliário patrimonial, e não de dívida — emitidas por empresas que usam Bitcoin como reserva de valor em seus balanços. Essa categoria, batizada de “Digital Credit”, foi criada pela Strategy e ganhou um segundo emissor relevante quando a Strive lançou o SATA, em novembro de 2025, captando mais de US$ 780 milhões. Segundo a gestora, considerando as obrigações anuais de distribuição das duas companhias, as reservas combinadas de caixa e Bitcoin equivalem a aproximadamente 30 anos de pagamentos aos preços atuais — um indicador de cobertura patrimonial que a empresa destaca como pilar da estratégia. A OranjeBTC reforça, porém, que essa cobertura não representa garantia de rentabilidade nem de pagamento, já que os ativos permanecem nos balanços dos próprios emissores. Rendimento estimado e estrutura Nas condições atuais de mercado, a OranjeBTC estima que o DIGY11 distribua o equivalente ao CDI acrescido de 3% a 5% ao ano, sem considerar a variação do valor das cotas — ou seja, a estimativa não é garantida e pode mudar conforme o mercado. “Desenvolvemos o DIGY11 com base na revolução que Strategy e Strive estão promovendo no mercado de capitais dos Estados Unidos. Nosso papel foi transformar essa inovação em um produto local, negociado em reais e acessível pela B3”, afirmou Guilherme Gomes, fundador e CEO da OranjeBTC. O fundo terá gestão da 3R Investimentos, índice de referência calculado pela MarketVector — braço de índices do grupo VanEck — e administração fiduciária do Banco Daycoval. A taxa de gestão será de 0,90% ao ano, com custo total estimado em 1,30% ao ano, e a tributação das distribuições deve seguir a alíquota de 15%. O índice de referência, batizado MarketVector Bitcoin Treasury Preferred Equity BRL Hedged Index, seleciona ações preferenciais de companhias abertas do ecossistema Bitcoin com base em critérios como liquidez, participação do ativo no balanço, tamanho das reservas e nível de alavancagem, excluindo emissores que superem limites definidos. Com o DIGY11, a OranjeBTC amplia sua atuação além da gestão da própria tesouraria em Bitcoin, entrando no desenvolvimento de produtos financeiros voltados à economia digital — um movimento que a empresa já vinha sinalizando desde sua fundação. De 12 a 14 de agosto, a Super Quarta do Mercado Bitcoin oferece até 3% de cashback em Bitcoin para investimentos em ativos elegíveis, e os 3 maiores investidores concorrem a uma Ledger Flex! Clique aqui para saber mais.
OranjeBTC prepara ETF na B3 com ações preferenciais de empresas expostas a bitcoin
A OranjeBTC prepara o lançamento do Digital Yield ETF, fundo de índice que terá como referência ações preferenciais perpétuas emitidas por empresas listadas nos Estados Unidos com bitcoin em seus balanços. O produto, que terá o ticker DIGY11, deve estrear na B3 em setembro, segundo Guilherme Gomes, fundador e CEO da companhia. A estrutura do fundo foi desenhada para oferecer exposição a uma classe de ativos ainda pouco acessível ao investidor brasileiro: papéis preferenciais de companhias que usam bitcoin como ativo de reserva. Diferentemente dos ETFs de criptoativos já listados no país, o DIGY11 não investirá diretamente em bitcoin nem buscará acompanhar a variação da criptomoeda, embora fique exposto a empresas que mantêm bitcoin como ativo relevante no balanço. O ETF seguirá o MarketVector Bitcoin Treasury Preferred Equity BRL Hedged Index, desenvolvido em parceria com a MarketVector, provedora de índices do grupo VanEck. Segundo Gomes, o índice considera ações preferenciais perpétuas de empresas com pelo menos 4 mil bitcoins em caixa e nas quais a criptomoeda represente ao menos 50% dos ativos totais. Também entram na seleção critérios como alavancagem, liquidez, volume negociado e volatilidade. Na largada, apenas dois papéis são elegíveis: STRC, emitido pela Strategy, maior detentora corporativa de bitcoin do mundo, e SATA, da Strive, gestora de ativos listada na Nasdaq e também voltada a estratégias de tesouraria em bitcoin. De acordo com Gomes, esses instrumentos movimentam, juntos, cerca de US$ 300 milhões por dia no mercado americano. “A gente achou interessante pegar uma nova classe de ativos, bem-sucedida nos Estados Unidos, com liquidez robusta, e transformar isso em um produto local, negociado na B3”, disse. A OranjeBTC fará um aporte inicial de R$ 25 milhões no fundo, vindo da própria tesouraria da companhia. A gestão será da 3R Investimentos, com administração fiduciária do Banco Daycoval. O produto terá proteção cambial e custo total estimado em 1,30% ao ano, incluindo taxa de gestão de 0,90%. Segundo a companhia, a estimativa é que o fundo distribua proventos mensais equivalentes ao CDI mais 3 a 5% ao ano, sem considerar a variação do preço das cotas. A empresa afirma que a proteção cambial busca reduzir o impacto das oscilações do dólar sobre o retorno em reais.
Perguntas Frequentes sobre STYI11
Qual é a cotação de STYI11 hoje na B3?
Quanto a STYI11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de STYI11?
O que significa o P/L e o P/VP de STYI11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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