RBRS11 RIO Bravo Renda Residencial Fundo de Investimentos Imobiliario – Cotação Hoje
RIO Bravo Renda Residencial Fundo de Investimentos Imobiliario
CNPJ: 36517660000191
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 7 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| Urbic Sabia Imóveis para renda acabados | Av. Sabiá, 641, Indianápolis, São Paulo - SP | 2.427 m² | 20,13% | 62,73% |
| Urbic Tomas Alves Imóveis para renda acabados | Rua Dr. Tomás Alves, 172 e 184, Vila Mariana, São Paulo - SP | 1.237 m² | 24,23% | 24,70% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do RBRS11.
Resumo Fundamentalista de RBRS11
O ativo RBRS11 (RIO Bravo Renda Residencial Fundo de Investimentos Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 46,50, acumulando uma variação de +0.15% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 31,99 e a máxima de R$ 55,00. O fundo atua no segmento de Híbrido / Renda Urbana, registrando um Dividend Yield (12M) de 5.14% e indicador P/VP de 0.48x.
Histórico de Cotação: RBRS11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a RBRS11
O RIO BRAVO RENDA RESIDENCIAL FII (RBRS11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Residencial, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Híbrido / Renda Urbana
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Dividendos de 12,2%: Santander recomenda 11 FIIs para outubro; veja quais – Money Times
Dividendos de 12,2%: Santander recomenda 11 FIIs para outubro; veja quais (Imagem: watchara ritjan/istock) O Banco Santander manteve inalterada sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs) para o mês de outubro, que segue composta por 11 veículos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório, o analista sênior da casa, Flávio Pires, afirmou que, em linhas gerais, o ambiente macroeconômico continua incerto, exigindo maior acompanhamento e diligência por parte dos investidores. Nesse contexto, o especialista destacou que os ativos de risco devem continuar apresentando volatilidade acima da média até o fim do ano. Apesar disso, segundo Pires, os fundos imobiliários com fundamentos operacionais sólidos e portfólios robustos devem continuar pagando rendimentos mensais sem variações relevantes. Carteira recomendada A carteira recomendada do Santander é revisada mensalmente e pode passar ou não por alterações a cada atualização. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Sem mudanças para outubro, a composição por segmento permanece distribuída da seguinte forma: Recebíveis: 35% 35% Multiestratégia: 20% 20% Logística/Industrial: 16% 16% Híbrido: 13% 13% Shoppings: 10% 10% Lajes corporativas: 7% Em setembro, o portfólio escolhido pelo banco registrou queda de 0,92%, desempenho inferior ao do IFIX, que recuou 0,20%. Já no acumulado de 2026, a carteira sobe 2%, contra desvalorização de 0,53% do indicador referencial (benchmark). A seleção também apresenta dividend yield (retorno em dividendos) estimado em 12 meses de 12,2%. Confira os FIIs recomendados pelo Santander para outubro: Fundo imobiliário Código Segmento Peso Mauá Capital Rec. Imobiliários MCCI11 Recebíveis 11,5% Pátria Recebíveis Imobiliários HGCR11 Recebíveis 11,5% Kinea Rend. Imobiliários KNCR11 Recebíveis 11,5% BTG Pactual Hedge Fund BTHF11 Hedge fund 10% Kinea Hedge Fund KNHF11 Hedge fund 10% XP Malls XPML11 Shoppings 9,5% Vinci Logística VILG11 Logístico 9% BTG Pactual Logística BTLG11 Logístico 7% Guardian Real Estate GARE11 Híbrido 8% TRX Real Estate TRXF11 Híbrido 5% Tellus Properties TEPP11 Escritórios 7% CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
2026-2031: o quinquênio que pode mudar a magnitude dos fundos de investimento na América Latina
A América Latina tem capital, empresários, projetos, ativos reais e enormes necessidades de investimento. No entanto, ainda existe uma distância importante entre quem precisa de financiamento e quem está disposto a investir. O desafio dos próximos anos não será apenas criar mais fundos; será construir melhores estruturas capazes de transformar oportunidades dispersas em ativos financiáveis, escaláveis e confiáveis para o investidor. A indústria já está evoluindo. A LAVCA registrou 78 fundos dedicados à América Latina com fechamentos durante 2025 e outros 40 durante o primeiro semestre de 2026. Ao mesmo tempo, o crédito privado ganhou espaço como alternativa para empresas, infraestrutura e projetos que nem sempre encontram uma resposta adequada no financiamento bancário tradicional. O fenômeno é particularmente significativo: 63% dos gestores de private credit identificados pela LAVCA haviam captado seu fundo mais recente entre 2021 e o primeiro semestre de 2025. Mas mais capital disponível não significa automaticamente mais investimento. Esse é, provavelmente, um dos grandes aprendizados para o quinquênio 2026–2031. Entre o investidor e o projeto existe uma arquitetura financeira que muitas vezes ainda precisa ser construída: due diligence, avaliação, estrutura jurídica, governança corporativa, contratos, garantias, fluxos verificáveis, mitigadores de risco, mecanismos de saída, relatórios e uma distribuição correta dos riscos entre os participantes. O verdadeiro gargalo pode deixar de ser o dinheiro e passar a ser a estruturação. Um terreno pode ter valor, mas ainda não constituir um projeto imobiliário financiável. Uma empresa pode gerar vendas, mas não necessariamente estar preparada para receber capital privado. Um projeto de infraestrutura pode responder a uma necessidade evidente e, ainda assim, não ter uma estrutura contratual que permita atrair investidores. Até mesmo uma carteira de créditos pode ter bons ativos individuais e ainda precisar de padronização, dados e governança antes de se transformar em um veículo institucional. É aí que surge uma segunda transformação: os veículos precisarão se especializar. Nem todos os ativos deveriam ser financiados com a mesma estrutura. Equity, dívida privada, mezzanine, fundos imobiliários, fundos de infraestrutura, estruturas fiduciárias, securitizações, joint ventures e SPVs respondem a diferentes perfis de risco, prazo, fluxo e retorno. A sofisticação não consiste em criar estruturas complexas; consiste em selecionar a estrutura correta para cada ativo. Um SPV, por exemplo, pode isolar riscos e organizar direitos econômicos. Um fundo pode permitir diversificação e administração profissional. A dívida privada pode oferecer soluções onde o crédito bancário tradicional tem restrições de prazo, garantias ou apetite por risco. O equity pode acompanhar empresas que precisam de capital para crescer, e não de uma obrigação adicional de pagamento. A estrutura deve seguir a lógica econômica do projeto, e não o contrário. A originação também mudará radicalmente. Durante anos, muita atenção foi dedicada à captação de capital. Entre 2026 e 2031, será igualmente importante desenvolver capacidade profissional para encontrar, selecionar, preparar e acompanhar ativos. Um bom originador não é quem apresenta mais projetos ao investidor. É quem evita que cheguem aqueles que ainda não estão preparados. Isso exige filtros financeiros, jurídicos, comerciais e operacionais antes de buscar capital. Implica perguntar, desde o início, quanto vale o ativo, como gerará caixa, quem assumirá cada risco, qual será a estrutura de garantias, qual retorno corresponde ao risco assumido e como o provedor de capital recuperará seu investimento. O quarto componente será inevitável: governança e transparência. À medida que entrarem family offices, investidores institucionais, fundos internacionais, multilaterais e novos veículos privados, também crescerão as exigências em relação a comitês de investimento, conflitos de interesse, avaliações independentes, gestão de riscos, custódia, conformidade e relatórios. A confiança institucional será um ativo financeiro. O Peru pode encontrar uma oportunidade nesse cenário. Seu mercado ainda tem espaço para desenvolver veículos especializados no setor imobiliário, infraestrutura, empresas médias, dívida privada, energia, turismo, agroindústria e outros ativos reais. Mas tornar-se uma plataforma atraente para o capital regional e internacional dependerá menos de declarar que existem oportunidades e mais de apresentá-las com padrões que o capital possa entender, avaliar e financiar. Brasil, México, Colômbia, Chile e Peru partem de escalas e ecossistemas distintos, mas compartilham uma transição: bancos, gestores de fundos, family offices, fintechs, incorporadores, investidores institucionais e provedores de dívida privada começarão a conviver cada vez mais dentro de arquiteturas de financiamento complementares. Por isso, o período de 2026 a 2031 pode representar muito mais do que um ciclo de crescimento para os fundos de investimento latino-americanos. Pode ser o momento em que passemos de buscar dinheiro para projetos a construir ativos para o capital. Porque o próximo salto de escala dos fundos na América Latina não dependerá apenas de quanto capital existe. Dependerá de quem tiver a capacidade de originar, estruturar, governar e transformar oportunidades dispersas em investimentos confiáveis, rentáveis e escaláveis. O capital existe. As oportunidades também. A próxima vantagem competitiva estará em construir a ponte entre ambos.
FIIs em garantia e termo ampliam opções ao investidor
A aceitação de fundos imobiliários (FIIs) como garantia e a expansão das operações a termo ampliaram as possibilidades de negociação desses ativos na B3. A mudança permite que cotas de FIIs sejam utilizadas como garantia em determinadas operações e que investidores contratem compras para liquidação futura, mediante o cumprimento das exigências e dos custos previstos. O mercado a termo conta atualmente com 164 fundos imobiliários habilitados, após a inclusão de 99 novos ativos, conforme detalhado por Thalita Fornes, Head Sales Produtos Listados da B3, em entrevista ao Clube FII. FIIs passam a ser aceitos como garantia A aceitação dos fundos imobiliários como garantia pela B3 ampliou as possibilidades de uso das cotas em operações no mercado. Segundo Thalita Fornes, Head Sales Produtos Listados da B3, a mudança permite que o investidor utilize FIIs de sua carteira para cumprir exigências de garantia em determinadas operações, em vez de recorrer apenas a dinheiro ou ações. A medida atende também investidores com carteiras concentradas em fundos imobiliários, pois, com os FIIs aceitos como garantia, essas posições podem ser utilizadas para viabilizar outras operações, como compras de ativos e estratégias que envolvam alavancagem. “É sim uma facilidade para o investidor, porque quando você consegue colocar o seu ativo em garantia, você libera as suas posições para que você consiga vender ativos, para que você consiga, eventualmente, uma alavancagem na compra de um outro produto. Então, sem dúvida, é um baita diferencial e é uma melhoria que retroalimenta a liquidez dos fundos imobiliários”, aponta a especialista. Leia também Agenda de dividendos dos FIIs: confira os fundos que pagam na primeira semana de outubro A entrevista também aborda o mercado de empréstimo de cotas. Nele, investidores podem disponibilizar seus FIIs para empréstimo e receber uma remuneração pela operação. As cotas emprestadas podem ser utilizadas por outros participantes em estratégias que envolvam posições vendidas. Um dos exemplos citados é o long and short, em que o investidor mantém uma posição comprada em um ativo e uma posição vendida em outro, com expectativa de desempenho relativo entre os dois fundos, e não necessariamente à queda do ativo vendido. Mercado a termo permite compra de FIIs a prazo A ampliação do mercado a termo foi apresentada na entrevista como uma etapa posterior à aceitação dos FIIs em garantia e ao desenvolvimento do mercado de empréstimo. Inicialmente, poucos fundos estavam disponíveis para esse tipo de operação. Agora, outros 99 ativos foram adicionados, levando o total a 164 FIIs habilitados para operações a termo. “Toda vez que a gente fala que uma operação é a termo, você pode, com uma licença poética aqui, falar que é uma operação a prazo. Isso já facilita muito para o investidor”, destaca. No mercado a termo, o investidor pode contratar hoje a compra de um fundo para liquidação em uma data futura. Para realizar a operação, precisa apresentar as garantias exigidas pela corretora e pela infraestrutura de mercado. O preço acordado no termo é definido no momento da contratação, incorpora uma taxa referente ao período da operação e, de acordo com a entrevistada, essa taxa tem relação com as condições de juros vigentes. Os prazos podem variar, e a entrevista cita operações com vencimento em 30, 60 ou 90 dias, entre outras possibilidades. A liquidação também pode ocorrer antes do vencimento, mas nesse caso, a taxa contratada permanece a mesma, sem desconto proporcional ao período antecipado, conforme ressaltado pela especialista da B3. A principal característica da operação é o compromisso assumido pelo investidor. Se o FII se valorizar até o vencimento, o investidor poderá vender o ativo e utilizar os recursos para liquidar o termo. Mas, se a cota cair, o valor estabelecido no contrato continua sendo devido. No exemplo apresentado, uma compra contratada por R$ 105 mil continua tendo esse valor como referência para a liquidação, mesmo que as cotas estejam valendo R$ 95 mil no mercado na data do vencimento, sendo que a diferença representa um risco da operação. “O risco aqui é chegar no vencimento e o fundo imobiliário não ter se valorizado, ele ter caído, as cotas terem se depreciado”, alerta Fornes. A expansão das operações a termo e a aceitação dos FIIs como garantia ampliam o conjunto de ferramentas disponíveis para o investidor, mas também envolvem compromissos financeiros e condições específicas. No mercado a termo, o investidor assume desde a contratação o valor que deverá ser pago no vencimento, independentemente da variação da cota no período, enquanto o uso dos FIIs como garantia permite utilizar posições já existentes para viabilizar outras operações. Nesse contexto, a escolha da modalidade depende da compreensão sobre prazo, taxa, garantias, liquidação e exposição ao ativo, pontos destacados por Thalita Fornes durante a entrevista ao Clube FII. *Matéria publicada originalmente em ClubeFII, parceiro de B3 Bora Investir Quer analisar os seus investimentos em um só lugar? Baixe o APP B3! Mais tempo para você, mais inteligência para seus investimentos
Perguntas Frequentes sobre RBRS11
Qual é a cotação de RBRS11 hoje na B3?
Quanto a RBRS11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de RBRS11?
O que significa o P/L e o P/VP de RBRS11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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