GG

GGRC11

Fundos Imobiliários

Zagros Renda Imobiliaria Fundo de Investimento Imobiliario - Responsabilidade Limitada

CNPJ: 26614291000100

Preço Atual
R$ 9,67
-1.02%
Abertura
R$ 9,72
Fec. Ant: R$ 9,68
Variação Dia
Min: R$ 9,65
Max: R$ 9,77
52 Semanas
Mín: R$ 9,55
Máx: R$ 10,50
Volume
1.993.518
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
11.00%
P/VP
0.89
VPA
R$ 11,02
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a GGRC11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Multicategoria
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O GGR COVEPI RENDA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RL (GGRC11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
VÓRTX DTVM LTDA
CNPJ
22610500000188
Telefone
11 3030-7177
Endereço
Rua Gilberto Sabino, 215 - 4º ANDAR, Pinheiros — São Paulo/SP - CEP 5425020

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 08/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 09/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 11/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 09/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 09/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 09/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 09/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 08/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 10/11/2025
RENDIMENTO R$ 0,1000
Pagamento: 08/10/2025

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Desconto se espalha por 91,5% dos fundos imobiliários da Bolsa; oportunidade ou sinal de alerta?
Fundos Imobiliários Brasileiros 06/08/2026

Desconto se espalha por 91,5% dos fundos imobiliários da Bolsa; oportunidade ou sinal de alerta?

FIIs com dividendos acima da Selic valem o investimento? 2:38 Embora o IFIX permaneça próximo de seus maiores níveis históricos, a percepção dos investidores sobre o valor dos fundos imobiliários voltou a se deteriorar nos últimos meses. É o que mostra levantamento elaborado pela Elos Ayta, que analisou a evolução do indicador Preço sobre Valor Patrimonial (P/VPA) entre julho de 2024 e julho de 2026. PUBLICIDADE O estudo revela que, em julho de 2026, a mediana do P/VPA dos fundos que compõem a atual carteira do IFIX caiu para 0,85 vez, o menor nível desde março de 2025. Considerando o universo completo dos fundos imobiliários listados na B3, a mediana recuou para 0,83 vez. O nível representa uma nova mínima recente, embora ainda permaneça acima dos patamares observados em janeiro e fevereiro de 2025, quando o indicador atingiu valores inferiores. Na prática, isso significa que metade dos fundos imobiliários brasileiros negocia com desconto superior a aproximadamente 15% em relação ao patrimônio líquido e, considerando todos os FIIs do mercado, esse desconto já supera 17%. Mais do que indicar se um fundo específico está caro ou barato, o comportamento agregado do P/VPA funciona como um termômetro da percepção dos investidores sobre toda a indústria de fundos imobiliários. Publicidade Metodologia privilegia a comparabilidade histórica Para garantir a comparabilidade entre os períodos analisados, a Elos Ayta adotou uma metodologia baseada em amostras fixas. No primeiro universo, foram considerados os fundos que integravam a carteira do IFIX em julho de 2026, aplicando essa mesma composição retrospectivamente a toda a série histórica, entre julho de 2024 e julho de 2026. Assim, a evolução do indicador reflete exclusivamente as mudanças de valuation dos ativos, eliminando distorções provocadas pelas revisões periódicas da carteira do índice. Paralelamente, o levantamento também acompanhou a evolução do P/VPA considerando todos os fundos imobiliários listados na B3, permitindo comparar o comportamento dos ativos mais líquidos com o restante da indústria. Essa metodologia evidencia que as oscilações observadas decorreram efetivamente da reprecificação dos ativos e não de alterações na composição das carteiras analisadas. Mercado voltou a exigir descontos maiores Fundos imobiliários voltam a negociar com desconto relevante sobre o valor patrimonial. Estudo explica o que o P/VPA revela sobre os FIIs e o IFIX. Foto: Foto: Filipe Araújo/Estadão O indicador P/VPA mostra quanto o mercado está disposto a pagar por cada R$ 1,00 do patrimônio líquido dos fundos imobiliários. Publicidade Quando esse múltiplo é igual a 1,0, as cotas negociam em linha com seu patrimônio. Valores superiores indicam que os investidores aceitam pagar prêmio pelos ativos. Já múltiplos inferiores refletem descontos em relação ao valor patrimonial. Nos últimos quatro meses da série, esse desconto voltou a aumentar de forma consistente. Entre março e julho de 2026, a mediana do P/VPA dos componentes do IFIX caiu de 0,91 para 0,85 vez. No universo completo dos FIIs, a redução foi de 0,89 para 0,83 vez. O movimento mostra que os investidores passaram novamente a exigir uma margem de segurança maior para investir em fundos imobiliários. O mercado amplo permanece mais descontado que o IFIX Outra conclusão importante do levantamento é a diferença persistente entre os dois universos analisados. Publicidade Durante praticamente todo o período, os fundos integrantes do IFIX negociaram com múltiplos superiores aos observados no restante do mercado. Esse comportamento sugere que características como liquidez, maior tamanho, diversificação e presença mais frequente nas carteiras institucionais continuam sendo fatores capazes de reduzir o desconto exigido pelos investidores. Ainda assim, mesmo os fundos mais líquidos encerraram julho de 2026 perto dos menores níveis de valuation de toda a série. O índice permaneceu elevado, mas o valuation piorou Um dos aspectos mais interessantes do estudo é a divergência entre o comportamento do IFIX e o da mediana do P/VPA. Enquanto o principal índice de fundos imobiliários permaneceu próximo dos 3.800 pontos ao longo dos últimos meses, os múltiplos patrimoniais continuaram recuando. Publicidade Após avançar no início de 2026, o IFIX perdeu força e encerrou julho aos 3.819 pontos, com retorno mensal de -0,32%. O movimento interrompe uma sequência de valorização e reflete o aumento da cautela dos investidores com os fundos imobiliários. Foto: Elos Ayta Essa diferença mostra que acompanhar apenas a pontuação do IFIX pode não ser suficiente para compreender a percepção dos investidores sobre o mercado. O índice retrata a evolução dos preços das cotas. Já o P/VPA revela quanto o mercado está disposto a pagar pelo patrimônio imobiliário. Quando essas duas variáveis deixam de caminhar na mesma direção, surgem sinais importantes sobre mudanças no sentimento dos investidores. Os descontos passaram a atingir praticamente toda a indústria Se a mediana indica que o mercado ficou mais barato, a distribuição dos múltiplos mostra que esse movimento deixou de ser pontual. Em julho de 2026, apenas 8,5% dos fundos da carteira atual do IFIX eram negociados acima do valor patrimonial. Em outras palavras, 91,5% dos ativos negociavam abaixo de seu patrimônio líquido. Publicidade Além disso: 64,1% apresentavam P/VPA inferior a 0,90 vez; apresentavam P/VPA inferior a 0,90 vez; 33,0% negociavam abaixo de 0,80 vez, refletindo descontos superiores a 20%. A comparação histórica evidencia a mudança de percepção do mercado. Em agosto de 2024, cerca de 23% dos fundos negociavam acima do patrimônio líquido. Dois anos depois, esse percentual caiu para apenas 8,5%. Publicidade Ao mesmo tempo, a participação de fundos negociados abaixo de 0,80 vez voltou a crescer nos últimos meses, passando de aproximadamente um quinto da amostra em março para um terço dos componentes do índice em julho de 2026. Mais do que um aumento dos descontos, os números mostram que a deterioração passou a atingir um número significativamente maior de fundos. O que explica esse comportamento? O P/VPA reflete não apenas a qualidade dos imóveis que compõem os portfólios, mas também as expectativas dos investidores em relação a juros, crescimento econômico, liquidez e prêmio de risco. Em ambientes de juros reais elevados, o mercado tende a exigir retornos maiores dos ativos imobiliários. Como consequência, as cotas passam a negociar com descontos mais elevados em relação ao patrimônio líquido. Ao mesmo tempo, quando os fundamentos dos imóveis permanecem preservados, descontos disseminados podem indicar oportunidades de investimento para gestores que adotam estratégias de longo prazo e de captura de valor. Publicidade Por isso, grandes gestoras e casas de análise acompanham não apenas o P/VPA de fundos individuais, mas também sua evolução agregada ao longo do tempo. Um novo indicador para acompanhar o mercado Além da mediana do P/VPA, o levantamento evidencia outro aspecto relevante: a amplitude dos descontos. Em julho de 2026, praticamente todo o mercado negociava abaixo do valor patrimonial, indicando que a cautela dos investidores deixou de estar concentrada em casos específicos e passou a caracterizar a indústria como um todo. Essa combinação entre a evolução da mediana, a distribuição dos múltiplos e o comportamento do IFIX oferece uma leitura mais completa do ciclo dos fundos imobiliários brasileiros. Mais do que responder se os FIIs estão caros ou baratos, esses indicadores permitem acompanhar a evolução do sentimento do mercado e identificar momentos em que a percepção dos investidores se distancia dos fundamentos patrimoniais. Publicidade A fotografia de julho de 2026 aponta justamente nessa direção: mesmo com o IFIX perto de seus maiores níveis históricos, os investidores voltaram a exigir descontos significativamente maiores para comprar patrimônio imobiliário listado. A evolução desse indicador nos próximos meses poderá mostrar se o mercado está apenas atravessando um período de maior aversão ao risco ou se os atuais níveis de valuation representam o início de um novo ciclo para os fundos imobiliários brasileiros. Leia também

XPML11 paga 10,54% em dividendos: veja quanto R$ 20 mil podem render por mês
Fundos Imobiliários Brasileiros 05/08/2026

XPML11 paga 10,54% em dividendos: veja quanto R$ 20 mil podem render por mês

O XPML11, XP Malls, permanece entre os maiores fundos imobiliários de shopping da Bolsa brasileira e chama atenção principalmente pela combinação entre dividendos mensais e desconto sobre o valor patrimonial. Dados atualizados mostram o XPML11 negociado perto de R$ 104,58 por cota, enquanto seu valor patrimonial está próximo de R$ 110,11. Isso coloca o indicador P/VP em aproximadamente 0,95, indicando que as cotas estão sendo negociadas cerca de 5% abaixo do patrimônio contábil. Mas quanto um investimento de aproximadamente R$ 20 mil realmente entrega de renda mensal? Quanto R$ 20 mil no XPML11 podem render por mês? O XPML11 pagou recentemente R$ 0,92 por cota, valor que vem sendo mantido de forma recorrente. Nos últimos 12 meses, os pagamentos somaram aproximadamente R$ 11,04 por cota, levando o dividend yield para cerca de 10,54% ao ano. Considerando aproximadamente 199 cotas, uma posição avaliada em pouco mais de R$ 20 mil poderia receber perto de: Indicador Valor aproximado Quantidade de cotas 199 Preço por cota R$ 104,58 Valor da posição R$ 20.811 Rendimento por cota R$ 0,92 Renda mensal R$ 183,08 Renda em 12 meses* R$ 2.196,96 *Considerando a manutenção do pagamento de R$ 0,92 por cota durante os 12 meses, algo que não é garantido. Para pessoas físicas que atendam às condições previstas na legislação, os rendimentos distribuídos pelos FIIs são atualmente isentos de Imposto de Renda. XPML11 está barato? O desconto patrimonial é um dos pontos que pode chamar a atenção. Com a cota na faixa de R$ 104 e valor patrimonial acima de R$ 110, o fundo apresenta P/VP de 0,95. Entretanto, negociar abaixo do patrimônio não significa automaticamente que uma cota esteja barata. É necessário avaliar qualidade dos imóveis, geração de caixa, endividamento, vacância e capacidade dos shoppings de elevar receitas. O XPML11 possui patrimônio líquido próximo de R$ 7,1 bilhões e mais de 730 mil cotistas, além de elevada liquidez na Bolsa. A carteira reúne aproximadamente 27 shopping centers, oferecendo diversificação geográfica e exposição ao consumo em diferentes regiões do país. Dados divulgados ao longo de 2026 também apontaram vacância física próxima de 3,7%, patamar relativamente controlado para o segmento. XPML11 perdeu para a renda fixa? A resposta depende principalmente do período analisado. Com a Selic em 14,25% ao ano, conforme decisão do Copom de junho, investimentos ligados ao CDI continuam oferecendo retornos elevados e representam forte concorrência para os fundos imobiliários. Em períodos específicos de juros elevados, portanto, a renda fixa pode superar o XPML11 com menor volatilidade. Quando o horizonte é ampliado, porém, o cenário muda. Dados históricos divulgados em 2026 indicam que, desde dezembro de 2017, o XPML11 acumulava retorno total de aproximadamente 111,56%, considerando valorização e distribuições. No mesmo intervalo, o IFIX acumulava cerca de 76,51% e o CDI, 82,01%. Isso não significa que o fundo continuará superando o CDI. Rentabilidade passada não garante desempenho futuro. Juros menores podem beneficiar fundos imobiliários O nível da Selic também influencia a precificação dos FIIs. Quando os juros permanecem elevados, títulos de renda fixa ficam mais competitivos e podem retirar parte da demanda por ativos de renda variável. Já um ciclo consistente de queda dos juros pode tornar rendimentos imobiliários mais atraentes e favorecer uma reprecificação das cotas. O XPML11, portanto, não deve ser analisado apenas pelos 10,54% de dividend yield. O investidor precisa considerar geração de renda, qualidade dos shoppings, vacância, preço da cota e cenário de juros.

Fundo imobiliário compra participação em shopping e mira yield de dois dígitos; IFIX cai – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros 05/08/2026

Fundo imobiliário compra participação em shopping e mira yield de dois dígitos; IFIX cai – Money Times

Fundo imobiliário compra fatia do Shopping Jardim Sul por R$ 67 milhões; IFIX cai (Imagem: Nigel Jarvis/ istockphoto) O fundo imobiliário Patria Malls (PMLL11) anunciou, por meio de fato relevante, que firmou um compromisso para adquirir uma participação de 10% do Shopping Jardim Sul, localizado em São Paulo (SP), por R$ 67 milhões. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo o comunicado divulgado ao mercado, a fração representa aproximadamente 2.875 metros quadrados da Área Bruta Locável (ABL) total do empreendimento. Pelo acordo, o pagamento será dividido em várias etapas. Do montante da aquisição, R$ 33,5 milhões serão pagos em dinheiro, da seguinte forma: R$ 6,7 milhões na data de fechamento; na data de fechamento; R$ 13,4 milhões , corrigidos pelo IPCA, em até 12 meses após o fechamento; , corrigidos pelo IPCA, em até 12 meses após o fechamento; R$ 13,4 milhões, também corrigidos pelo IPCA, em até 18 meses. Os R$ 33,5 milhões restantes poderão ser quitados também em moeda corrente nacional ou por meio de compensação com novas cotas da 7ª emissão do fundo. O que motivou a compra De acordo com a Patria Investimentos, gestora do PMLL11, a aquisição está alinhada à estratégia de ampliar a exposição a imóveis dominantes, com potencial de valorização e indicadores operacionais acima da média do portfólio atual do veículo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre os fatores destacados pela casa, estão a localização do Shopping Jardim Sul — em uma região de crescimento residencial e empresarial da capital paulista —, o foco em consumidores das “classes A e B” e a diversificação do mix de operações, que reúne varejo, gastronomia, entretenimento, serviços e saúde. Além disso, a administração do ativo permanecerá como sócia no empreendimento, fator considerado positivo pela gestora. Retorno esperado A Patria estima que a compra proporcione um yield médio de 11,6% ao ano nos dois primeiros anos, com retorno estabilizado de aproximadamente 9,1% ao ano. Segundo o comunicado, o shopping também atende aos critérios definidos para a nova estratégia de investimentos do PMLL11, que prioriza participações minoritárias em empreendimentos com mais de 20 mil m² de ABL, taxa de ocupação de ao menos 90% e maturidade mínima de seis anos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O fechamento da transação, porém, ainda depende do cumprimento de condições precedentes usuais para esse tipo de negociação. Desempenho do IFIX Ainda na indústria de FIIs, o IFIX, principal índice do setor na B3, encerrou a terça-feira (5) aos 3.784,38 pontos, com queda de 0,03%. O MFII11 liderou as altas do dia, com valorização de 6,57%. Na sequência, apareceram o BLMG11, que avançou 4,74%, e o LIFE11, com ganho de 2,34%. Ticker Variação Último (R$) MFII11 +6,57% 30,66 BLMG11 +4,74% 32,69 LIFE11 +2,34% 7,00 BCRI11 +1,49% 59,89 MCRE11 +1,40% 8,68 Na ponta oposta, o CACR11 liderou as perdas do pregão, com queda de 9,31%. Em seguida, vieram o RBRP11, que recuou 7,06%, e o BROF11, com baixa de 3,36%. Ticker Variação Último (R$) CACR11 -9,31% 13,15 RBRP11 -7,06% 42,39 BROF11 -3,36% 58,42 VGHF11 -3,01% 5,16 TRBL11 -2,96% 53,10 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE